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Como a Ciência pode nos ajudar a construir um relacionamento amoroso melhor

Manter relacionamentos felizes e duradouros é uma das maiores pretensões do ser humano em toda a sua história.

Basta ver a enormidade de teorias, livros, artigos, romances, poemas que tratam do amor verdadeiro como a incansável busca do indivíduo.

A Ciência muito tem avançado nos estudos sobre a felicidade nas últimas duas décadas. As descobertas sobre a importância dos hormônios e dos neurotransmissores em nossas atitudes e hábitos têm contribuído para o nosso entendimento sobre a “química do amor”.

Segundo o neurocientista brasileiro Pedro Calabrez, o relacionamento amoroso se divide em dois: inicialmente, o amor apaixonado (com duração entre 12 e 24 meses) e, depois, o amor companheiro. Ambos provocam alterações nas funções do cérebro.

Por isso, quando estamos apaixonados, o nosso corpo se manifesta com taquicardias, agitações, sudorese… Nesse período, temos maior energia e disposição para agradar, reconhecer e agradecer os pequenos gestos da pessoa amada.

Toda paixão é passageira, e, quando essa primeira fase acaba, é hora do amor companheiro.

Infelizmente, há um grande número de casais que não chegam à segunda fase. Basta ver o resultado da pesquisa do IBGE: entre 2004 e 2014, o número de divórcios no Brasil aumentou em 160%.

Embora a Ciência traga suas contribuições, analisar as experiências boas ou ruins nos relacionamentos amorosos das pessoas também nos ensinam muito.

O problema é que quando estamos apaixonados, não estamos dispostos a ouvir os muitos conselhos que recebemos… rs

Com base em estudos e pesquisas realizadas pela minha equipe e por mim, preparei para você os 10 segredos para construir um relacionamento amoroso saudável e duradouro.

Espero que essas dicas ajudem você a não só ter uma boa comemoração no dia dos namorados (12 de junho), mas que também possa adotá-las daqui para a frente para fortalecer a sua relação.

  1. Descubra as suas atitudes negativas repetitivas

Todos nós temos padrões comportamentais que podem irritar o parceiro e desgastar a relação…

  • Responder de maneira brusca quando está ocupado(a);
  • Mandar mensagem pelo celular enquanto o outro fala;
  • Demonstrar por meio de gestos e caras feias que não está gostando do que está ouvindo;
  • Interromper a fala;
  • Criticar;
  • Reclamar…

Qual é o comportamento seu que causa outra atitude desagradável no outro?

     2. Tenha mais consciência:

O que acontece:

  • Quando está cansado (a)?
  • Nervoso(a)?
  • Com pressa?
  • Diante de um conflito?
  • Quando alguém interrompe o que está fazendo?

Quando prestamos maior atenção às nossas atitudes, podemos provocar pequenas mudanças que trarão resultados mais satisfatórios.

      3.  Abaixe o estresse

O cortisol, o hormônio do estresse, diminui a satisfação e a vontade de se conectar com a pessoa amada, segundo um estudo de 2008, da Universidade do Texas, em Austin.

Muitas vezes, trabalhamos até muito tarde, não prestamos atenção o suficiente em nosso parceiro e deixamos que o estresse nos tire o melhor de nós.

Reduzir o cortisol fazendo uma caminhada a dois, segurar a mão, expressar gratidão ao outro é um bom começo para voltar aos trilhos quando um relacionamento fica difícil.

      4. Exercite a paciência

Geralmente, a tolerância e o equilíbrio no lar são mais limitados.

  • Desarme sua cara amarrada;
  • Experimente sorrir;
  • Você quer ser amado ou temido?;
  • Você quer paz ou guerra? 

     5. Ouça música a dois

Essa atitude simples estimula a sensação de bons circuitos no seu cérebro.

Em um artigo recente do Journal of Frontiers in Psychology, o Dr. Paul Elvers postula que ouvir música pode reforçar o bom humor e aumentar a confiança.

Podemos fazer isso sozinhos, mas ouvir com a pessoa amada pode nos unir, estimulando circuitos de “bem-estar” no cérebro.

       6. Perceba o desgaste da relação

De todos os comportamentos percebidos nos itens 1 e 2, o que mais desgasta a sua relação?

Comece as mudanças por esse!

  • O que pode fazer de diferente?
  • O que ainda não tentou que pode funcionar?

Sei que pode sentir cansaço após inúmeras tentativas; por isso, busque algo novo, se quer resultados melhores, precisa encontrar saídas diferentes.

     7. Não espere mudar somente quando estiverem falando de separação

Não busque ajuda só quando não houver mais saída.

Pessoas reativas só tomam ação quando estão com a corda no pescoço…

Por vezes achamos que tudo irá se resolver por si só, e isso é um grande engano.

Vire o placar! ANTECIPE-SE!

     8. Aprenda a expressar seus pensamentos e sentimentos

Observe o contexto, aguarde o melhor momento e faça observações sobre os fatos ocorridos e não sobre percepções. Por exemplo:

Em vez de dizer: “Nossa! Como você é insensível”, diga: “Você falou comigo com voz alta e bateu a porta quando chegou…”

Então, diga como se sente quando isso acontece e fale objetivamente o que espera que o outro faça em uma próxima vez.

Há pessoas que guardam para si os sentimentos, depois ficam remoendo, se intoxicando com a raiva e quando explodem acabam por magoar e destruir ainda mais a relação.

Quanto mais guardar para si, mais difícil será para os outros interpretarem quem é, o que deseja dizer ou fazer

     9. Alimente pensamentos e sentimentos positivos

No início do relacionamento, quando vemos a pessoa amada, as nossas pupilas se dilatam, o rosto fica vermelho, os batimentos do coração aceleram e sentimos uma euforia quase que inexplicável. 

E isso ocorre em virtude de uma explosão de reações em nossos cérebros causada pelos neurotransmissores.

Naquele momento, toda nossa atenção está voltada para as qualidades e aspectos que nos agradam na pessoa. Nosso cérebro tende a focar nos sentimentos bons graças à liberação desses neurotransmissores quando estamos apaixonados.

Um deles é a DOPAMINA, conhecido como a substância do prazer, produz uma sensação de felicidade e está relacionada ao campo visual, ou seja, somente por olharmos a pessoa amada já sentimos algo agradável.

Também temos a SEROTONINA, que é o hormônio que nos torna obcecados. Seguida pela ENDORFINA que, segundo a Loretta Graziano breuning, autora do livro “Habits of a happy brain’, é uma breve euforia que mascara a dor física, sendo considerada o analgésico natural do corpo.

Além disso, quando nos apaixonamos, nosso corpo também libera a OXITOCINA, que é muitas vezes apelidada de “hormônio dos vínculos emocionais” e “hormônio do carinho”.

Segundo o obstetra e ginecologista indiano Navneet Magon, a oxitocina tem uma posição de liderança nesse “quarteto da felicidade”: “É um composto cerebral importante na construção da confiança, que é necessária para desenvolver relacionamentos emocionais”.

E quando liberamos mais hormônios e neurotransmissores, o nosso comportamento é alterado. Por isso, ficamos com aquele ar de “patetas”, estabanados e dizemos coisas sem sentido à pessoa amada. (rsrs)

Porém, com o passar do tempo, nosso cérebro se acostuma com os efeitos desses hormônios provenientes da paixão.

Pode parecer ao casal que o amor se esfriou, mas não se preocupe: é nessa fase que um amor mais duradouro pode ser estabelecido.

E, para isso, é importante observar e priorizar ações que influenciem nosso bem-estar e desencadeiam esses hormônios. Por exemplo:

  • Manter pensamentos bons sobre o parceiro;
  • Receber e dar massagens;
  • Tomar sol e curtir a natureza;
  • Planejar sonhos e projetos;
  • Abraços e beijos;
  • Exercícios aeróbicos.

Aposto que valerá a pena!

      10.  Esteja presente física e emocionalmente

O mundo de hoje é repleto de distrações.

Facilite a sua vida: 

  • Guarde o celular na hora das refeições;
  • Olhe nos olhos quando estiver falando;
  • Ouça com profundidade;
  • Observe as expressões não verbais do outro…

Conecte-se de verdade!

Estudos demonstram que a principal variável para nossa felicidade é a qualidade das nossas relações e que pessoas que desfrutam de relacionamentos felizes tendem a apresentar níveis de bem-estar mais elevados.

Durante a paixão valorizamos mais a pessoa amada. Somos gratos e investimos nossa energia para firmar uma relação.

O Amor companheiro se fortalece com consistência e esforço, portanto, é preciso investir energia para agradecer, elogiar, reconhecer, ser cordial nas mínimas coisas…

Quando desejamos sucesso na carreira, nos projetos e nos estudos, nos empenhamos arduamente, com persistência, para atingir o sucesso, mas nos esquecemos de que para construir um relacionamento amoroso duradouro e saudável, é preciso também energia, esforço e constância.

Feliz e permanente dia dos namorados!

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Por que é tão difícil mudar?

Se você pensar em tudo o que fez hoje, vai encontrar dezenas de atitudes que repete há anos na sua vida:

  • A maneira de se levantar
  • Calçar o chinelo
  • Escovar os dentes
  • O quanto de açúcar colocou no café
  • Como cumprimentou a pessoa do seu lado
  • O seu tom de voz ao dizer “bom dia”, entre outros…

Chamamos esses costumes de HÁBITOS.

Os hábitos controlam grande parte de nossas vidas e influenciam o modo como agimos, pensamos, na forma com que nos relacionamos e até no jeito de buscarmos a nossa própria felicidade. 

E ainda bem que temos tantos hábitos! Afinal, nosso cérebro busca sempre maneiras de poupar energia e os hábitos são muito benéficos para isso.

Se fôssemos prestar atenção em tudo, em tudo mesmo, que fazemos no dia a dia, nosso cérebro precisaria ter uma capacidade de processamento muito maior.

Os habitos, por sua vez, nos ajudam a padronizar o que precisa ser feito.

Se por um lado é importante termos ações rotineiras que preservem a energia do cérebro, por outro, isso dificulta demais qualquer mudança que queiramos fazer.

E convenhamos, ninguém gosta de gastar energia:

  • É mais confortável ficar no sofá do que ir para a academia…
  • É muito mais gostoso pedir uma pizza do que preparar um prato saudável…
  • É muito melhor ficar ali assistindo a uma série emocionante do que ler um livro…

Realmente, não é fácil mudar nossos comportamentos.

Quanto mais tempo você estiver fazendo algo da mesma maneira, mais difícil será mudar.

Você conhece, por exemplo, pessoas que trabalham há mais de 10, 15 anos na mesma empresa, na mesma função, e, mesmo sendo infelizes lá, não conseguem mudar de emprego?

Há também aqueles casais que moram há 20, 30 anos na mesma casa e mesmo depois de seus filhos já terem se casado e a casa ter ficado enorme só para os dois, resistem em se mudar dali.

A mesma coisa somos nós fazendo coisas iguais todos os dias, por meses seguidos.

Não se pode esperar resultados diferentes, se agimos da mesma forma.

Quanto maior a energia a ser gasta, mais difícil é para mudar.

Todos nós temos hábitos bons e ruins, e eles definem o que pensamos, como agimos e quem somos.

Se você há tempos vem tentando inserir um bom hábito sem sucesso, estas dicas são especiais para você:

1 – Analise a sua rotina

  • O que costuma consumir no seu café da manhã?
  • Quanto de água você toma?
  • Qual a quantidade de açúcar que usa no seu suco/café e outras bebidas?
  • Quando você está ansioso, o que ataca primeiro na geladeira?
  • Quando está muito cansado, consegue ir de boa para a academia?

Esse passo é importante para entender como seu sistema funciona e como poderá lapidá-lo.

2 – Identifique os seus hábitos principais

Enumere cinco bons hábitos e cinco maus hábitos.

Atente-se aos hábitos de pensamento, de atitude e os emocionais, por exemplo, “tenho o hábito de ficar com raiva quando cometo um erro”.

3 – Escolha três maus hábitos que deseja profundamente mudar

Escolha aqueles que mais impedem você de progredir, de atingir suas metas.

4 – Identifique os gatilhos de cada mau hábito

O hábito se forma dentro de nosso cérebro seguindo um loop de três estágios:

  • Gatilho
  • Rotina 
  • Recompensa

Gatilhos mentais são as decisões que o cérebro toma “no piloto automático” e identificar cada um deles em nossos maus hábitos ajudará você a traçar as melhores estratégias para transformá-los em hábitos melhores. 

5 – Defina a sua estratégia para se livrar dos maus hábitos

Por exemplo: Se você chega em casa e a primeira coisa que faz é se deitar no sofá e se perder nas redes sociais, o gatilho pode ser o sofá.

Então, você pode planejar ações diferentes:

– Deixe um livro na mesa ao lado do sofá para ler quando chegar;

– Vá direto para o banho;

– Dirija-se para academia sem passar em casa.

Use a sua criatividade!

6 – Repita as novas rotinas todos os dias e se recompense

Repita a nova ação, treine todos os dias e, ao final de cada repetição, se recompense.

Quanto mais você treinar, mais fácil será transformar sua rotina em algo que aproxime o seu comportamento da pessoa que deseja se tornar.

A recompensa dará indícios ao seu cérebro de que vale a pena continuar praticando essa rotina.

Assim é que se muda um hábito!

Claro que, para isso, precisará de disciplina e persistência, mas, quando o novo hábito já estiver formado, será natural e tranquilo para você e aquela força de vontade imensa do começo não será mais necessária.

Seja quem realmente deseja ser, consciente de que a mudança que tanto quer que aconteça vem por meio das suas escolhas e atitudes!

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7 estratégias seguras para lidar com pessoas difíceis

Nas diversas áreas da vida, convivemos com pessoas de todos os tipos de personalidade.

Algumas delas acabam se revelando muito difíceis de lidar: autoritárias, impositivas, usam um tom de voz que perturba o ambiente, nunca aceitam ideias contrárias, não reconhecem o avanço dos colegas ou da equipe.

Outras criticam de maneira torta qualquer coisa, reclamam a todo instante, não entram na divisão de tarefas, fazem pouco ou quase nada e ainda querem tirar proveito de situações.

Essas pessoas parecem ter o dom de nos irritar ou de nos colocar para baixo.

Todo mundo tem alguém assim na vida, pode ser o chefe, um colega de trabalho, um membro da família, a sogra, o cunhado, a nora, um “amigo”…

Em todo ambiente familiar ou profissional há pessoas difíceis de encarar. Elas estão presentes até mesmo nos grupos de WhatsApp com suas críticas, piadas de mal gosto e imposição de ideias.

A história da humanidade demonstra que o ser humano é cheio de intrigas, está sempre pronto para arrumar confusão e dar o troco pela ofensa recebida.

Quando temos algum interesse ou nos importamos com pessoas dessa natureza, podemos ajudá-las a melhorar e essa deve ser sempre a nossa primeira opção.

Mas, nem sempre somos bem-sucedidos nessa tarefa e precisamos, então, aprender a conviver com essas pessoas.

Por isso, algumas estratégias são fundamentais para nos fortalecer.

7 estratégias para lidar com pessoas difíceis:

1. Perceba a situação de maneira racional

Diante de um confronto ou conflito, analise:

  • Quais são os fatos?
  • Quais foram as causas?
  • Quem estava envolvido?
  • Qual foi o ponto específico que disparou a reação do outro?

2. Desative a emoção negativa da pessoa

Faça a ela perguntas do tipo:

  • Quando viu isso acontecer?
  • Qual resultado esperava?
  • O que faria no meu lugar?
  • Em quanto tempo posso resolver esse assunto?

Quando perguntamos de maneira equilibrada, usando um tom de voz natural, com a intenção de resolver e não de provocar, estamos desativando as reações da amídala da pessoa, parte do cérebro responsável pelas reações emocionais e ajudando-a a usar as funções do córtex pré-frontal, encarregado das tomadas de decisão.

Assim, poderão juntos encontrar as possíveis soluções.

3. Reflita

  • O quanto você pode ter de responsabilidade sobre a situação?
  • O que fazer para melhorar?
  • Como pode demonstrar o seu interesse em mudar a relação?
  • Essa situação já aconteceu antes? Quais medidas foram tomadas?
  • O que deu certo no passado que pode ajudar hoje?

4. Tenha empatia

  • Esforce-se para entender quais são os motivos para essa pessoa agir assim.
  • Procure ver com os olhos do outro, ouvir com os ouvidos do outro, perceber as situações com a história de vida dele.
  • Como agiria se estiver em seu lugar, com as metas dele, com os desafios dele?
  • Qual é a intenção positiva por trás de suas atitudes?

5. Utilize uma linguagem concreta e positiva:

Somos mestres em falar no negativo (“pare de gritar”, “não me aborreça”, “não quero ser pressionado”, “não me perturbe”).

Quando fazemos isso, reforçamos exatamente o que está ruim: “gritar, aborrecer, pressionar, perturbar…”

Então diga:

  • “Preciso de silêncio em casa para me concentrar melhor”;
  • “Para finalizar este relatório, necessito que me entregue as informações até ao meio-dia.”
  • “Preciso de mais 1 hora para finalizar essa atividade”…

6. Não justifique, nem culpe outras pessoas

  • Foque nas soluções, nas diversas possibilidades de resolução da situação;
  • Ficar dando desculpas, ou acusando outras pessoas só irá agravar a situação;
  • O silêncio pode ser de grande valia nessas horas.

7. Fortaleça sua inteligência emocional

Siga esses passos:

  • Reconheça suas emoções no momento (raiva, frustração, medo, insegurança…),
  • Quais pensamentos estão povoando a sua mente?
  • Em vez desse sentimento ruim, o que gostaria de sentir?

Quando tem clareza de suas emoções e pensamentos, você será capaz de interromper o ciclo negativo e provocar a mudança do seu estado emocional e assim recobrar sua paz de espírito.

Após tentar com toda a força do seu coração cada uma dessas alternativas e, mesmo assim nada mudar, talvez seja hora de optar pelo silêncio e fingir que não está ouvindo suas provocações.

Não entre no jogo emocional dessa pessoa. Mantenha sua centralidade.

Quando estamos a todo momento preocupados demais com pessoas que não merecem a nossa consideração, evitando ser quem somos de maneira autêntica, estamos vivendo a verdade delas e dando permissão a elas para continuarem tirando a nossa paz interior.

É preciso aprender a lidar com indivíduos com valores tão diferentes dos nossos e não nos deixar abater em certas situações.

Mantenha a sua essência, da pessoa equilibrada, gentil, diplomática que você é!

Assim, estará agindo de acordo com seus próprios princípios de humanidade e terá imenso orgulho de si após a poeira abaixar.

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O que mais bloqueia a empatia na comunicação

Esvaziar a nossa mente e ouvir com todos os nossos sentidos é uma arte para poucos nos dias atuais.

A nossa atenção está sujeita a inúmeras distrações, cada uma clamando mais alto por nossos olhos, ouvidos e dedicação.

Que bom seria se pudéssemos, ao mesmo tempo, orientar alguém no trabalho, falar com o filho ao telefone e ainda trocar mensagem com o chefe.

Você pode até dizer:

– Mas, Wayne, eu faço isso o tempo todo! Se não fizer não dou conta do meu dia…

Entendo, mas o desafio está em fazer tudo isso “com atenção plena”. Aí complica…rs

E isso é impossível, sabe por que?

Porque, ao contrário do que acreditamos e teimamos, não somos multitarefas. Somos monotarefas, ou seja, processamos mentalmente uma única coisa de cada vez. Você pode até fazer uma tarefa e outra bem rápido, mas ainda assim será uma de cada vez.

E estar por inteiro, de corpo e alma, no momento presente é o quesito número um da empatia.

Como afirmou o filósofo chinês Chuang-Tzu, “Ouvir com os ouvidos é uma coisa, ouvir com o intelecto é outra, mas ouvir com a alma não se limita a um único sentido, pois todo o ser escuta.”

Segundo o psicólogo e escritor Marshall B. Rosenberg, “a empatia é a compreensão respeitosa do que os outros estão vivendo.”

E o que mais bloqueia a empatia em nossa comunicação?

1 – Não conhecer a si mesmo

  • Qual é o seu jeito de comunicar?
  • Como gosta que falem com você?
  • Como você convence as pessoas das suas ideias?
  • Qual é o tipo de pessoa mais difícil de convencer?

Se não souber claramente responder a essas perguntas, terá grande probabilidade de incorrer no próximo erro.

2 – Tratar a todos igualmente:

As pessoas são diferentes:

  • Algumas preferem que sejamos breves, específicos, claros. Outras gostam que antes criemos um ambiente amistoso, amigável.
  • Para algumas pessoas é preciso sermos realistas, detalhistas e rigorosos com os temas. Para outras, a interação com os outros é mais importante, preferem que conversemos, expondo nossas impressões e sentimentos.

Entender cada estilo e ajustar a sua comunicação a cada um fará com que demonstre mais atenção ao outro e a comunicação fluirá de maneira mais assertiva.

3 – Fazer julgamentos:

  • “Ela é preguiçosa demais”;
  • “Isso é impróprio”;
  • “Está errado!”;
  • “Eles são muito preconceituosos”;
  • “O seu problema é ser egoísta demais”.

Pensamentos e falas assim bloqueiam qualquer tipo de entendimento das necessidades e sentimentos alheios. Livre-se deles!

4 – Ter atitudes como:

  • Aconselhar: “Acho que você deveria fazer assim…”
  • Competir pelo sofrimento: “Isso não é nada, espere só pra saber o que aconteceu comigo…”
  • Educar: “Se você fizer exatamente o que estou te dizendo, vai dar certo…”
  • Consolar: “Não foi sua culpa, você fez o melhor.”
  • Contar uma história: “Isso me lembra uma ocasião em que eu…”
  • Encerrar o assunto: “Anime-se. A vida segue…”
  • Solidarizar-se: “Oh, coitadinho…”
  • Corrigir: “não foi assim que aconteceu…”

Devemos sempre nos lembrar que quando o outro está relatando um problema, um sofrimento, uma dificuldade, tudo isso se refere a ele.

Por mais duro que pareça, não se trata de nós, não sabemos os seus sentimentos. Simplesmente ouça e encoraje a pessoa a continuar falando sobre si.

Não importa o que os outros digam, nossa comunicação só será empática quando conseguirmos por nossa presença absoluta identificar o que o outro está:

  • Observando;
  • Sentindo;
  • Necessitando;
  • Pedindo.

Rosemberg afirma em seu livro Comunicação Não-Violenta: “Quando escutamos os sentimentos e necessidades da outra pessoa, reconhecemos nossa humanidade em comum.”

Exercite todos os dias! A empatia é uma competência e, portanto, pode ser desenvolvida, treinada.

Os benefícios são imensos, a começar por revelar a essência do ser humano que é.

Demonstre que você se importa!

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Como controlar a impulsividade nos relacionamentos e na vida

Controlar as nossas atitudes impulsivas é um dos maiores desafios de todos os tempos!

Seja…

  • nos relacionamentos;
  • nas tomadas de decisão importantes;
  • nas escolhas corriqueiras do dia a dia;
  • nas provocações recebidas no trabalho…

Queremos ter domínio total sobre nossas vontades e desejos, mas como conseguir esse feito diante…

  • do tempo corrido e curto para tanta coisa a fazer;
  • dos diversos papéis da vida: profissional, pai/mãe, filho, amigo, cidadão…;
  • das inúmeras escolhas sob nossa responsabilidade;
  • da vontade de sermos reconhecidos como competentes em tudo que fazemos;
  • do desejo de mostrar que somos confiantes…

É preciso muito autocontrole e força de vontade, concorda? 

Às vezes, bate o arrependimento, a vontade de mudar, de ser diferente, mas acabamos por nos acomodar e viver no piloto automático.

Claro que somos de carne e osso e exigir perfeição em tudo acaba sendo prejudicial.

Mas eu acredito muito que somos capazes de ser melhores. Melhores como indivíduos, humanos que somos e alcançar essa evolução com leveza é a maior das sabedorias.

Então, vamos entender melhor…

Por que a impulsividade acontece?

Primeiro ponto a ser entendido é que temos 2 mentes: a que raciocina e a que sente, como explica o psicólogo e escritor Daniel Goleman.

A mente RACIONAL é lógica, consciente, atenta, possibilita racionar, compreender.

A mente EMOCIONAL é impulsiva, ilógica, nos cega e impede o pensamento analítico.

“Na maioria do tempo, ambas operam em perfeita harmonia para nos orientar na vida. Os sentimentos são essenciais para o pensamento e vice-versa. Mas, quando surgem as paixões, esse equilíbrio se desfaz: é a mente emocional que assume o comando, inundando a mente racional.” Daniel Goleman

Há um ponto de alerta muito importante: quanto mais intenso o sentimento e a emoção, mais dominante é a mente emocional, tornando a mente racional até mesmo ineficaz.

A Neurociência tem uma explicação lógica para isso: a nossa evolução biológica:

Nos tempos ancestrais, “era mais vantajoso que emoção e intuições guiassem nossa reação imediata frente a situações de perigo de vida—parar para pensar o que fazer poderia nos custar a vida”, explica Goleman.

Bem, mas já que não vivemos mais nessa era, o que fazer para nos darmos melhor na vida atual?

Como controlar nossos impulsos?

“Conhecer a si mesmo é o começo de toda a sabedoria”, disse Aristóteles. E ele tinha total razão nesse seu pensamento.

O autoconhecimento, sem dúvida, é o começo de tudo, mas há também alguns atalhos eficazes:

Veja essas dicas práticas que sempre compartilho com meus mentorados:

1. Treine a autopercepção: faça registros dos seus sentimentos 3 vezes ao dia (escolha os momentos mais difíceis (horário de pico do trânsito, reunião com o chefe, ao lidar com pessoas críticas, ao final do dia…).

    • Escreva: Agora, me sinto_______ (ansioso, realizado, triste, chateado, nervoso, feliz…), porque_________ (fato. Ex: o trânsito estava congestionado, meu chefe disse que o trabalho ficou péssimo, as crianças brigaram…)

Esse simples exercício ajuda a desenvolver a autoconsciência, uma competência chave da Inteligência Emocional.

2. Questione-se diante das emoções negativas:

    • E se não for o que estou pensando?
    • Que outras opções eu tenho para resolver esse problema?
    • Quem pode me ajudar?
    • Isso já aconteceu comigo antes? O que eu fiz para resolver?

Quando você se questiona, começa a olhar a situação de fora, assim, ficará mais fácil sair do problema e encontrar novas soluções.

3. Identifique os seus padrões comportamentais:

    • Como reage quando está com medo?
    • O que costuma dizer quando está com raiva?
    • Quais as suas expressões faciais quando não concorda com o que estão dizendo?
    • E quando você erra, como se comporta?

Ter consciência dos seus padrões pode ajudar a traçar estratégias mais assertivas para evitar respostas desastrosas nessas situações.

4. Facilite a sua vida e a dos outros: livre-se das tentações e provocações.

    • Por que manter na gaveta um monte de chocolate e doce, se está de dieta?
    • Por que marcar uma reunião difícil na sexta-feira, às 17 horas?
    • Faz sentido você deixar o seu celular sobre a mesa quando quer dar atenção a alguém importante para você?

Lembre-se: a sua força de vontade é limitada. Use-a quando realmente precisar dela. É muito mais difícil controlar os seus impulsos quando está cansado ou doente.

5. Planeje as conversas difíceis:

    • Vai para uma reunião complicada? Escreva como irá reagir diante de cada possível situação que pode tirar você do sério.
    • Vai discutir o relacionamento? Anote qual será a primeira fala, quais argumentos vai trazer, quais fatos irá apontar, como quer se sentir…
    • Vai dar um feedback complicado? Igualmente, escreva o que e como quer dizer e se prepare para as justificativas, especialmente se elas tiram você do equilíbrio.

Planejar conversas e reuniões difíceis ajudam a desenvolver a empatia e as habilidades sociais, portanto, a inteligência emocional.

6. Tenha objetivos nobres e claros:

    • Como quer ser [email protected]?
    • Que marca quer deixar nas pessoas a sua volta?
    • Quais sentimentos quer provocar nas pessoas?

Ter clareza de quem quer ser e como quer impactar as pessoas colocará você no trilho, alinhado com a sua essência.

Bem, agora já sabe que essa caminhada é longa, mas positiva e feliz.

À medida que vai avançando, sua motivação irá também multiplicar-se.

É preciso treino, treino e treino. Assim como na academia de ginástica os nossos músculos se desenvolvem, o “músculo” do equilíbrio emocional também irá se fortalecendo.

Podemos ter o equilíbrio que desejamos na vida e saber disso nos entusiasma a continuar evoluindo.

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Currículo de mãe: Como a maternidade pode torná-la uma melhor profissional

Conheço muitas mães que entram em crise profissional após a maternidade ou mesmo antes de engravidar. Há um dilema cutucando os seus pensamentos todos os dias: vou conseguir me dar bem no trabalho e ser uma boa mãe ao mesmo tempo?

Após a gestação, uma nova vida nasce sem que a mãe tenha feito nenhuma especialização preparatória e, depois de alguns meses e anos, ela se vê com habilidades que nunca nem pensou em ter.

O fato é que a mãe desenvolve no convívio com os filhos competências importantes também para sua carreira. Pesquisas atestam, por exemplo, que a mulher após a maternidade se torna mais dinâmica, sensível e habilidosa.

Veja outras competências desenvolvidas:

  1. A criatividade aumenta junto com a barriga. A mudança do corpo e da rotina de vida exige que sejamos criativas. Tudo é muito novo e é preciso se reinventar a cada dia.  Usamos todos os sentidos para proteger, cuidar, economizar, como combinar as refeições, brincadeiras, contar histórias;
  2. A percepção de si e dos outros se desenvolve, até a audição muda para identificar o choro do bebê entre dezenas de outras crianças; o filho aprende tudo e a mãe passa a prestar atenção em todas as suas falas e atitudes;
  3. Resiliência: não dá tempo de ficar curtindo um fracasso… a vida segue! Aliás, a mãe que trabalha fora não vai pedir demissão por qualquer discussão. Ela se torna menos impulsiva porque sabe que tem alguém muito importante que depende dela em casa;
  4. Multitarefa: dar mamadeira, balançar o carrinho, atender o telefone, cozinhar, tudo ao mesmo tempo. Todos os membros do corpo são usados, sem contar as diversas atividades do filho que ela precisa coordenar;
  5. Trabalhar sob pressão: ninguém trabalha mais sob pressão do que as mães… só uma mãe sabe o que é preparar uma mamadeira com a criança berrando nos seus ouvidos;
  6. Relacionamento interpessoal: quem tem mais de um filho, sabe que cada um é de um jeito. A mãe lida com temperamentos diferentes o tempo todo;
  7. Persuasão: quem melhor do que a mãe para convencer o filho a comer legumes, a escovar os dentes, a ir para o primeiro dia de escola… Influência pura!
  8. Gestão de recursos: toda mãe sabe que os recursos são escassos: dinheiro, comida, roupa, pessoas para ajudar… É questão de sobrevivência;
  9. Marketing: quer melhor comercial do que mostrar como é importante comer tudo, escovar os dentes, vestir a blusa de frio? A publicidade no primeiro dia de escola, vestir a roupa que a mãe quer e não a que a criança deseja são outros bons exemplos. É marketing na veia!
  10. Gestão de conflitos: aquelas que possuem mais de um filho, já sabem como é ter que apaziguar as brigas dos irmãos. Aliás, basta nos lembrarmos da nossa infância. Minha mãe, por exemplo, era mestre em fazer todo mundo se perdoar depois dos “arranca-rabos”;
  11. Criar Motivação: a festa que uma mãe faz depois do primeiro xixi no piniquinho ou quando a criança come toda a comida é de tirar o chapéu! Ela se transforma em uma atriz nata!
  12. Empatia e criar conexão: até 1 aninho de idade, não temos outra forma de comunicar senão pelas expressões faciais do bebê. A mãe passa a ler cada levantar de sobrancelha ou ruguinhas na testa. Ela sabe quando é dor de ouvido ou barriga só pelo tom do choro;
  13. Proatividade: antes mesmo do bebê chorar de fome, a mãe antecipa todas as suas necessidades.
  14. Coordenar várias atividades ao mesmo tempo. Levar uma filha no balé, a outra no inglês, coordenar os horários de levar na escola, quem fica com a criança, quem vai às compras… Ufa!

E há tantas outras habilidades desenvolvidas com a maternidade mesmo depois que os filhos crescem.

Todas essas habilidade e competências são suas, mãe! Aproprie-se delas e as enriqueça com novos aprendizados.

Posso dizer, por experiência própria, ser mãe é mais do que fazer uma pós-graduação, mais do que um mestrado em liderança e gestão de pessoas.

Até penso que um dia vão publicar uma vaga de emprego assim: “Precisa-se de profissional com habilidades específicas das Mães”. E esse “pacote” será mandatório para o cargo. Afinal, tem coisas que só quem já viveu a experiência de ser mãe sabe fazer!

Sei ainda que para muitas mulheres, e homens também, ficar em casa cuidando dos filhos é uma opção maravilhosa e muitas vezes necessária.

Dou total apoio a qualquer pessoa que tome essa decisão, mas o que desejo mesmo é que essa seja uma decisão voluntária, uma opção e não algo movido pelo sentimento de culpa ou medo.

Aliás, gravei um vídeo que fala como as mães devem lidar com esse sentimento: LINK do vídeo das mães

Como disse, a maternidade e a carreira podem andar juntas e o que você aprende com uma, pode e deve ser usada na outra. 

Portanto, siga com mais leveza e aproveite cada momento com seus filhos, perdoando-se, aprendendo, consciente de que suas atitudes como profissional dedicada também transferem valores fundamentais para que seus filhos sejam bem-sucedidos no futuro.

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Os 5 livros que toda mulher deveria ler

Antes de falar dos livros, preciso te contar porque estou fazendo esse post com dicas só para as mulheres…

Primeiro porque, de todas as pessoas que me seguem no meu canal do YouTube www.youtube.com/c/WaysupBr, nas redes sociais e também que fazem parte da minha lista vip de e-mail, cerca de 75% são mulheres. \0/

E eu fico muito feliz com essa notícia.

Segundo…

Há um movimento grande de mulheres se apoiando, se unindo para criar uma consciência única:

Nós mulheres podemos fazer a diferença no mundo de maneira mais participativa, agir com mais confiança e contribuir de forma mais significativa com a nossa família e a nossa sociedade.

Querer agradar a todos, se cobrar excessivamente, pensar em todos e nunca em si, não se perdoar pelos erros cometidos são alguns dos hábitos comuns nas mulheres.

Esses comportamentos são nobres e até parecem inofensivos à primeira vista. Agora, imagina essas atitudes se tornando constantes na vida da mulher, em casa, no trabalho, na faculdade…

Causam danos enormes para sua autoconfiança e produtividade, porque se tornam hábitos tão poderosos que passam a ser os nossos valores e, assim, quem somos, sem termos consciência disso.

Posso arriscar a dizer que em 99% dos casos, pelo menos um desses prejuízos abaixo irá surgir cruelmente:

  • Sobrecarga
  • Cansaço excessivo
  • Estresse
  • Baixa autoestima
  • Falta de motivação
  • Síndrome do impostor (achar que não é merecedora de onde está, ou que conseguiu as vitórias por sorte ou acaso e não pelo esforço ou competência)
  • Problemas conjugais
  • Relacionamentos tóxicos
  • Infelicidade…

A nossa cultura e a educação que tivemos (sem querer culpar os nossos pais, pois fizeram o melhor com o conhecimento que tinham naquela época) têm peso essencial em nosso comportamento na vida adulta. Afinal, na maioria dos casos, as mulheres foram “treinadas” a ser assim em sua infância e adolescência.

Como disse a professora Deborah Gruenfeld:

“Nossas ideias culturais muito entranhadas associam os homens às qualidades de liderança e as mulheres às qualidades de proteção, e criam um dilema para as mulheres. Acreditamos que as mulheres não só são, mas devem ser protetoras acima de qualquer outra coisa. Quando uma mulher faz qualquer coisa indicando que talvez não seja acima de tudo boazinha e agradável, isso dá má impressão e nos incomoda.”

A executiva Sheryl Sandberg completa:

“Se uma mulher é competente, não parece uma pessoa muito agradável. Se uma mulher parece uma pessoa realmente agradável, é considerada mais agradável do que competente.”

Difícil essa equação, né?

Quanto mais eu estudo sobre a inteligência emocional e a igualdade de gêneros, mais eu me conscientizo de que precisamos criar uma rede gigante de apoio.

É essencial que as mulheres tragam para suas consciências o que realmente se passa em suas mentes, seus comportamentos e emoções.

E a melhor maneira de fazer isso, pra mim, é por meio da autoconsciência e do conhecimento. Conhecimento de si (autoconhecimento) e conhecimento profundo sobre o tema por meio dos livros.

Por isso, gravei este vídeo com dicas dos “5 livros que toda mulher deveria ler” e mais 3 dicas extras, inclusive dois deles especiais para as mães que desejam criar filhos mais resilientes e confiantes.

Confira aqui:

Esses livros são uns dos meus favoritos. Me ajudam no dia a a dia do meu trabalho com minhas clientes.

Não me canso de buscar neles dicas e fundamentos para o desenvolvimento da autoconfiança, criar relacionamentos mais saudáveis e o despertar da mulher para uma vida com mais equilíbrio e leveza.

Assista agora e aproveite para já fazer a compra do primeiro livro.

O link de cada livro está na descrição do vídeo.

Faça também a sua inscrição no meu canal para receber o alerta dos próximos vídeos

Wayne Valim

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Ser uma boa mãe/bom pai é mesmo uma prioridade?

Querer ser uma boa mãe/ bom pai ou um bom membro da família é um dos valores mais escolhidos em uma das dinâmicas que faço com meus clientes e alunos de autoconhecimento.

Descobrir quais são os nossos valores humanos mais importantes nos ajuda a fazer melhores escolhas e também nos deixa em paz com a consciência quando agimos conforme a prioridade.

Mas é muito engraçado o quanto dizemos valorizar umas coisas e muitas vezes agimos na mão oposta.

E isso acontece quando:

  • Valorizamos os filhos, mas nunca temos tempo pra eles.
  • Valorizamos o relacionamento interpessoal, mas reagimos de maneira impulsiva, magoando as pessoas que amamos.
  • Valorizamos o conhecimento, mas nunca sobra tempo para uma leitura ou dinheiro para um curso.
  • Valorizamos a felicidade, mas mal sabemos o que ela significa para nós e a depositamos em desejos materiais e passageiros.

E essa inversão tem o seu preço:

  • Insatisfação pessoal
  • Sentimento de culpa
  • Ansiedade
  • Estresse
  • Cansaço
  • Desequilíbrio emocional…

Com frequência nos sentimos angustiados como se algo faltasse e não identificamos de onde vêm esses sentimentos…

Na semana passada, uma mãe me relatava sobre a sua dificuldade em conciliar os seus diversos papéis e que, por sobrecarga de trabalho, se sentia em falta com o seu valor principal, seus filhos.

Ela então, determinada a virar o jogo, percebeu que algumas ações que gostaria de fazer com seus filhos já não eram mais possíveis, visto que já são adolescentes e com suas vontades próprias, não a seguiria.

Eu, então, lhe contei um pouco da minha história. Do quanto eu também inverti esses papeis e deixei a desejar com a minha família…

E a tranquilizei dizendo:

Não podemos mudar o que fizemos. Eu também errei, trabalhei demais e quis ser perfeita e eficiente em tudo, no trabalho, nos estudos e em casa.

Mas acredito que consegui demonstrar aos meus filhos os principais valores da vida e hoje, já adultos, percebo que mesmo com todas as minhas falhas, o resultado foi muito bom…

Acordei em tempo e tive ajuda das pessoas próximas: meu marido, meus pais, meus sogros…

Esse conjunto me fez ser uma boa mãe. Ninguém é bom sozinho.

Poderia sem dúvida ter sido superior, mas fiz o melhor que pude com o conhecimento e bagagem que tinha naquele momento e isso me deixa em paz.

Sei também que a minha dedicação ao trabalho transmitiu uma mensagem importante para eles. Afinal, pesquisas indicam que os filhos de mães que trabalham fora tendem a ser mais bem-sucedidos em suas profissões.

Portanto, duas conclusões são importantes:

1 – Sempre há tempo de recomeçar e de valorizar o que realmente importa.

2 – O passado só serve para tirarmos grandes lições e construir um futuro diferente a partir de agora. Portanto, o arrependimento ou a frustração só atrapalham.

Assim, se você também se sente em falta com os valores primordiais da sua vida, que tal mudar esse cenário?

Comece…

  • Indo mais cedo pra casa;
  • Dedicando a sua presença física e emocional (tempo de qualidade) a quem realmente importa para você, sem intervenção das suas preocupações ou outras distrações;
  • Estudando sobre o assunto (Ser uma boa mãe / bom pai / bom membro da família também requer novos conhecimentos);
  • Expondo a sua dificuldade para sua família;
  • Pedindo ajuda às pessoas próximas. Não queira ser super-herói. Você não é! rs;
  • Deixando de querer ser [email protected] em tudo. Assim, conseguirá mais tempo para o que realmente importa para você.

Valorizar a família também requer foco e se não acordarmos em tempo, pode ser que fique um pouco tarde…

Comprometa-se a começar essa mudança já nesta semana. Isso fará muito bem a você e às pessoas da sua vida.

Um abraço de energia positiva,

Wayne Valim

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Dicas para ser uma mulher de sucesso

Descubra os passos que podem te revelar como ser uma mulher de sucesso profissional no mercado de trabalho da atualidade

Embora a tendência do mercado de trabalho nos dias de hoje aponte para um futuro com cada vez menos desigualdade entre os gêneros, as trabalhadoras do sexo feminino ainda enfrentam uma série de preconceitos e barreiras para conquistar uma carreira de prestígio, e saber como ser uma mulher de sucesso é fundamental para trilhar um caminho profissional promissor.

Com isso em mente, separamos algumas dicas especiais para que fique mais simples entender como ser uma mulher de sucesso no mundo de hoje, baseada em depoimentos e citações de mulheres profissionalmente poderosas e bem-sucedidas no mercado atual. Confira e inspire-se:

  • Seja persistente
    Desanimar em função de uma falha não é uma opção, e as mulheres que chegam aos postos mais altos do mercado precisam batalhar e insistir muito nos seus objetivos para alcançá-los.
  • Saiba ouvir “não”
    Acostumar-se a escutar a palavra “não” no ambiente e no mercado de trabalho é essencial para as mulheres, que sem dúvidas receberão muitas respostas negativas até alcançar o que desejam.
  • Tenha coragem
    Não deixe de batalhar por oportunidades boas, mesmo que as considere pouco prováveis de conseguir. Coragem é fundamental para crescer.
  • Defina seus objetivos
    Ter seus objetivos definidos de forma bem clara é essencial para não perder o foco durante o caminho, e tanto o profissional como o pessoal devem entrar nesse planejamento.
  • Aprenda a escutar
    Ao trabalhar com pessoas mais inteligentes ou experientes, saiba tirar proveito da oportunidade e escutar bem o que eles têm a dizer e ensinar, aperfeiçoando a sua própria atuação por meio de bons exemplos.
  • Seja curiosa
    A curiosidade é uma das melhores características para quem deseja progredir profissionalmente, e ajuda a gerar novas ideias e caminhos de pensamento.
  • Adote um mentor
    Poder contar com um profissional de mais experiência na hora de tomar decisões e fazer planejamentos profissionais é de grande auxílio para progredir.
  • Ignore o preconceito
    Inevitavelmente, uma mulher terá que enfrentar alguns preconceitos ao se destacar no mercado de trabalho, e é preciso se preparar para isso durante a caminhada para o sucesso, aprendendo como relevar e evitar conflitos em função desse tipo de situação.

Artigo extraído e adaptado de Convenia.

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Qual a importância da avaliação do Perfil Comportamental?

Qual a Importância da Avaliação DiSC?

A importância do DISC, na teoria DiSC representa cada um dos quatro tipos de perfis principais que uma pessoa pode ter: dominância, influência, estabilidade e conformidade.

Essas palavras podem mudar de acordo com a metodologia usada, mas se forem fiéis ao DiSC original, baseado na teoria de William Marston, devem compreender um conjunto de palavras que tragam significado igual ao das palavras acima.

Compreender essas quatro qualidades dentro de cada pessoa aumentará, significativamente, o autoconhecimento, a habilidade de se relacionar e de lidar com diferentes situações da vida cotidiana e profissional.

Dentro de cada indivíduo existem variados graus dos quatro perfis, nenhum é melhor ou pior que o outro, mas cada um dos tipos é mais adequado para determinada situação.

Conhecendo os Perfis DiSC

A dominância, por exemplo, define as pessoas ativas ao lidar com problemas e desafios, costumando ser diretas, exigentes e determinadas em seus objetivos.

A influência está relacionada às pessoas que utilizam o poder da comunicação, gostam de conversar e sabem persuadir o próximo de forma amistosa, enquanto a estabilidade define as pessoas que buscam a segurança e não gostam de mudanças súbitas, sendo pacientes, gentis e calmas.

A conformidade é a característica das pessoas disciplinadas, precisas e analíticas, que buscam o perfeccionismo.

Uma pessoa com elevado índice de estabilidade e baixo de dominância tende a se estressar atuando em cargos de chefia, enquanto alguém com alta dominância e baixa estabilidade pode ter dificuldades para acatar ordens.

Contudo, na mente humana tudo é relativo e a pessoa pode dosar os perfis dentro de si para cada situação, aperfeiçoando seu comportamento e evoluindo como pessoa e profissional.

Artigo extraído e adaptado de Atools.

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