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Dicas, novidades e curiosidades

10 coisas que te impede de ser feliz

A vida seria muito mais fácil se existisse uma fórmula mágica para alcançar a felicidade, mas infelizmente não existe. Só que uma coisa é certa: ela está disponível para todos.

Com bastante frequência os desafios aparecem pelo caminho e se não soubermos lidar com eles, sentiremos dor e sofrimento desnecessários.
É certo que para cada pessoa a felicidade tem um tipo de significado, e isso está relacionado aos valores e experiências de vida de cada um, mas independentemente do que traz felicidade para você existem algumas coisas que te impedem de ser feliz, saiba quais são a seguir:

1 – Alimentar crenças limitantes
Crença limitante é tudo aquilo que te impede de viver uma vida melhor e mais feliz. Muitos de nós se alimentam de frases e pensamentos que são como ordens nos dizendo o que é possível e o que é impossível, o que podemos fazer e o que não podemos fazer. Pare de alimentar suas crenças limitantes. Jamais deixe para amanhã o que você pode fazer, sentir e viver hoje.

2 – Ficar preso ao passado
É muito comum que nos sintamos culpados por experiências negativas do passado. Mas precisamos olhar para todas as nossas experiências como processos de aprendizagem para nos conhecermos melhor. Viver inteiramente o momento presente é a atitude mais libertadora que existe.

3 – Sofrer por antecipação pelo futuro
Fique atento aos excessos de preocupação. Na vida é preciso ter os dois pés no chão. Pensar e sonhar demais com o futuro pode bloquear o desenvolvimento de um projeto que já esteja claro em nossa mente. Evite pensamentos desnecessários.

4 – Manter coisas ou pessoas negativas por perto
“Diga-me com quem tu andas que te direi quem és”, falava minha mãe. Acredito que esta frase tenha mais a ver com quem você vai se tornar, pois somos diretamente influenciados pelo meio onde vivemos. Jim Rohn já dizia: “Você é a média das cinco pessoas com as quais passa mais tempo.” As cinco pessoas com quem você mais anda irão determinar a forma como você pensa, a forma como você age e a forma como você se prepara para suas metas de vida.

5 – Querer sempre impressionar os outros
Eu preciso lhe dizer que às vezes você vai estragar tudo, independentemente do que você faça. Você precisa afirmar o seu valor, porém sem exigir reconhecimento. Aceite-se a si mesmo, assim como é, incondicionalmente.

6 – Estar sempre certo
O que é mais importante para você? Ser feliz ou estar sempre certo? Hoje eu quero lhe afirmar algo: em algum momento da sua vida você vai errar. Então, não importam quais sejam suas decisões, esteja determinado a ser mais flexível e desista de querer sempre ter razão.

7 – Resistir a mudanças
O que mudou tudo no mundo nos últimos anos? As pessoas. Pessoas como você e eu que decidiram MUDAR. Pessoas que tomaram novas decisões. Agora é o momento ideal para fazer alguma outra coisa ou uma coisa nova.

8 – Não assumir a auto-responsabilidade e culpar os outros
Assuma 100% de responsabilidade pela sua vida e entenda que só VOCÊ pode decidir qual o melhor caminho a seguir. Quando assumimos a nossa responsabilidade, podemos exercer nosso poder de escolha livremente, sem culparmos às pessoas pelas nossas decisões, pois percebemos que uma atitude responsável é extremamente necessária para mudarmos o mundo, começando a mudar nós mesmos.

9 – Necessidade de aprovação das pessoas
Quando nos libertamos da necessidade de obter aprovação das pessoas, passamos a aceitar e olhar com determinação para os pontos da nossa personalidade. Você não é responsável por expectativa alheia nenhuma.

10 – Esquecer-se de ser grato e ficar apenas reclamando
Agradeça, agradeça, agradeça. Infelizmente nossa percepção é limitada, mas se elevarmos a nossa atenção para o “quadro completo da vida” ficaremos imediatamente conscientes do quanto temos a agradecer. Lembre-se de, pelo menos uma vez por dia, agradecer a todas as dádivas que você recebe.

Artigo extraído e adaptado de Administradores.

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4 maneiras de adquirir conhecimento durante o sono

Heródoto era geógrafo, historiador e quase uma espécie de jornalista de guerra da Grécia Antiga. É dele o relato das Guerras Médicas que deu origem à representação da Batalha das Termópilas do filme 300, que opôs gregos e persas. Em certo ponto de sua principal obra — intitulada apenas História, e muito mais longa e completa que o filme — ele conta as sonecas premonitórias do rei Xerxes (Rodrigo Santoro, alguém?), que recebia recadinhos e instruções dos deuses em forma de sonhos e visões. Entre as sugestões do firmamento, invadir a Grécia e dominar o mundo não eram raros.

Tudo isso para dizer que, bem, não é esse nível de sabedoria que você pode adquirir dormindo no alvorecer do século 21 — ninguém terá prenúncios de glória militar tão cedo. Mas há uma pequena lista de coisas com que o sono pode te ajudar, e o site IFLScience listou algumas delas. Confira:

1 – Você pode aprender palavras estrangeira

Em alemão, caixa de fósforos é “Streichholzschachtel”. Se a caixa for pequena, vira “Streichholzschächtelchen”. Pois é, ainda bem que pesquisadores da Suíça, ambos piedosos falantes fluentes de alemão que querem facilitar sua vida, afirmam em artigo publicado no periódico científico Cerebral Córtex, de Oxford, que ouvir várias vezes uma palavra estrangeira aprendida em estado de vigília durante o sono faz seu cérebro memorizá-la sem você perceber nem acordar.

Os testes, claro, envolveram tocar palavras aprendidas bem baixinho com um gravador conforme um grupo de voluntários recém-iniciado a uma língua estrangeira tirava um cochilo.

Para garantir que ninguém tivesse simplesmente ficado acordado e ouvido as palavras durante o suposto “sono”, eles montaram um grupo de controle que ouviu as palavras acordado. O resultado? Os despertos foram muito pior que os dorminhocos nas provas.

2 – Você pode aprender a tocar uma música

O mais legal é que a técnica de repetição acima não dá certo só com palavras, que carregam significado, mas também com melodias. Em um experimento que está registrado no periódico científico Nature Neuroscience, voluntários aprenderam melodias básicas de violão no estilo Guitar Hero — só colocando os dedos no lugar certo, sem teoria musical. Os que foram dormir depois e ouviram a melodia se repetindo durante o sono acordaram tocando bem melhor que os que não ouviram nada.

3 – Você pode se lembrar de onde deixou alguma coisa

Esqueça São Longuinho — pulinhos não são nada perto de um ronco. Nesta pesquisa, publicada no The Journal of Neuroscience, voluntários eram instruídos a posicionar um objeto virtual qualquer em algum ponto aleatório de uma tela de computador. Quando o local era escolhido, tocava um som correspondente.

Depois, todos iam cair duas vezes nos braços de Morfeu. Em uma, o som correspondente ao lugar foi tocado durante o sono. Na outra, não. A conclusão, você já sabe, é que quem ouviu o som dormindo se lembrou com mais facilidade do local em que havia deixado o objeto.

4 – Você pode proteger memórias especiais

Em um experimento parecido, publicado aqui, cientistas descobriram que a associação entre sons e objetos descoberta acima pode ser usada para dar um olé no sistema de seleção de memórias do seu cérebro e fazer ele guardar com mais cuidado coisas que você considera importantes e quer que sejam lembradas em detalhe.

Em um tela similar à do experimento acima, pessoas posicionavam objetos identificados, como um sino ou um gato, em um determinado local. Quando colocados, eles emitiam seus próprios sons — o gato miava e o sino tocava. Pessoas expostas a esses sons durante a noite, como você já deve imaginar, se lembraram com mais facilidade deles.

Em outras palavras, não custa nada ouvir a música que marcou seu primeiro encontro durante a noite. Pode te ajudar a nunca esquecer aquele dia.

Artigo extraído e adaptado de Revista Galieu.

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Antídoto contra o pessimismo

Quando a chave da abundância ligou na minha cabeça

Eu tinha colocado uma meta para mim: “não emitir uma reclamação sequer por uma semana.”

Duvidei muito se conseguiria, mas como sou determinada, segui em frente…

Isso incluía não reclamar do tempo frio (já que estava fazendo 10 graus negativos na cidade onde moro, na Polônia), do pão que acabara de queimar no forno, da internet que tinha caído, do cliente que tinha cancelado em cima da hora, da fila no supermercado…

Foi um esforço tremendo, mas comecei a perceber que essa atitude tão simples estava me abrindo um novo pensamento:

A positividade gera criatividade.

A criatividade cria oportunidades.

As oportunidades aumentam a motivação e a força de vontade.

Consequentemente, a motivação e a força de vontade trazem melhores resultados e mais abundância.

Se você pensar bem, todos nós desejamos a abundância na vida: queremos mais tempo, muitos amigos, inúmeras oportunidades, mais informações; desejamos muita saúde, bastante grana e recursos infinitos.

Mas a todo momento, nos conectamos a pensamentos de escassez.

E fazemos isso quando:

  • reclamamos;
  • criticamos;
  • não acreditamos no nosso potencial;
  • encontramos defeitos em nós e nos outros;
  • duvidamos da nossa capacidade;
  • enxergamos somente os erros;
  • nos colocamos como vítima;
  • damos crédito à crise;

… e também quando nunca estamos satisfeitos com nada, há sempre alguma coisa faltando.

Isso acarreta:

  • frustração;
  • medo;
  • ansiedade;
  • desmotivação;
  • isolamento;
  • baixa autoestima… e tantas outras consequências negativas.

Se desejamos tanto a abundância e a fartura, é imprescindível mudarmos o discurso.

Por saber que essa é uma tarefa árdua, pois envolve mudança de Mindset, gravei este vídeo para te ajudar nesse jogo:

Pode ser difícil no começo e, claro, vai exigir mais disciplina de você. Mas depois, isso se tornará um hábito e você verá ganhos incríveis, além de se tornar uma companhia mais agradável.

Você possuirá um magnetismo tão incrível, que todos vão querer estar mais perto de você.

Espero que aprecie o vídeo e que possa compartilhar com todos os quais “a ficha da abundância ainda não tenha caído”.

E.T.: Me esqueci de dizer que a minha meta naquela semana não foi cumprida totalmente, porque me peguei reclamando por ter esperado 5 horas para ser atendida no escritório de imigração… :/

Mas posso dizer que cada dia mais estou me superando e que hoje naturalmente procuro ver o lado bom de tudo, mesmo quando me sinto magoada. Um treino diário, mas hoje com muito mais leveza do que naquela semana.

Wayne Valim

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Esta música reduz a sensação de ansiedade em até 65%

Todo mundo precisa encontrar uma maneira de se acalmar e combater o estresse. Quando as coisas ficam difíceis no trabalho, nos estudos ou na vida pessoal, esses truques ajudam o empreendedor a acalmar os nervos e tomar melhores decisões – ou, às vezes, evitar tomá-las.

Por séculos, a terapia musical é uma maneira usada para relaxar e restaurar a saúde. Muitas tribos indígenas utilizavam músicas até para curar doenças.

Agora, pesquisadores do Reino Unido embasaram cientificamente a tese centenária. Eles conduziram um estudo nos quais os participantes tinham de resolver um quebra-cabeça difícil o mais rápido o possível, enquanto ouviam diferentes tipos de música. Eles estavam conectados a sensores capazes de medir a atividade do cérebro, pressão do sangue e respiração. A ideia era ver quais sons traziam uma sensação de relaxamento, mesmo diante de uma tarefa estressante.

A música que produziu o melhor efeito de tranquilidade nos participantes se chama Weightless (ou “sem peso” na tradução livre do inglês). Quando expostos a essa trilha sonora, eles apresentarem nível de ansiedade 65% menor do que o registrado anteriormente.

Ouça a seguir:

Artigo extraído e adaptado de Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios.

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3 dicas para perder o medo de falar em público

Você tem medo de falar em público? Liz Adelman, fundadora da PitchPolish, morria de vergonha em ser o centro das atenções. Foi fazendo improvisos no teatro que ela aprendeu o poder das apresentações. Hoje, Liz auxilia empreendedores em Los Angeles que precisam perder o medo e encarar uma plateia.
Liz deu um workshop para startups brasileiras durante o Venture in LA, missão de negócios que aconteceu em Los Angeles, nos Estados Unidos, organizada pela MidStage Ventures. Confira as principais dicas para perder de vez o medo de falar em público e técnicas para prender a atenção do público.

1. Use as mãos
Manter as mãos no bolso ou para trás são sinais de pouca confiança que podem tornar sua apresentação chata. “Quando você não usa as mãos, você parece sério e assustado e não confiante”, diz Liz. Movimentar as mãos sem medo de demonstrar emoções é uma forma de indicar quem está no controle. Se você não se sente à vontade em mexer demais as mãos, deixe-as em posição neutra na lateral do corpo, sem escondê-las.

2. Movimente-se
Mover-se no palco é uma técnica importante de apresentações, segundo Liz. “É mais interessante para o público e envia a mensagem subliminar que você é tão interessante que os olhos de todos vão te seguir”, afirma. Enquanto se movimenta – de forma sutil e sem pressa -, mantenha contato visual com as pessoas. “Olhe para todos e não só para o foco da sua apresentação, que pode ser um investidor, por exemplo. Isso ajuda a diminuir o nervosismo”, diz.

3. Aproveite o potencial da voz
Para Liz, a voz é a técnica mais poderosa para apresentações. Mesmo que você não mexa as mãos, não se mova nem mantenha contato visual, a voz pode ser responsável por manter o público interessado. “Clareza é importante. Não dê trabalho para a plateia embolando as palavras ou falando muito baixo. Varie o tom e faça pausas para respirar também”, ensina.

Artigo extraído e adaptado de Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios.

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6 técnicas incríveis para acabar com o estresse

Sabe quando a cabeça fica tão cheia de preocupações que a vida acaba se tornando mais pesada? Nessas horas, a impressão que se tem é de que há um enorme fardo sobre os ombros, não é mesmo? Pois isso pode causar problemas mais sérios, como a tensão, a fadiga e o famoso estresse.

É realmente difícil manter a mente e a vida leves em meio a um trânsito sempre caótico, ao excesso de compromissos, às cobranças profissionais e aos inúmeros desafios diários, não concorda? Mas a boa notícia é que, apenas adotando algumas medidas bem simples, é possível, sim, esvaziar a mente, relaxar e aliviar as tensões.

Quer saber como? Então confira agora mesmo algumas técnicas incríveis para tirar todo esse peso desnecessário das suas costas:

Coloque suas preocupações no papel

Crie o hábito de anotar suas preocupações e seus compromissos em cadernos e agendas, evitando, assim, possíveis distrações e ajudando na desaceleração do cérebro. Ao fazer essas anotações, a mente entende que seus afazeres já estão guardados e não precisam, necessariamente, ser resolvidos agora. Vale ressaltar que essa medida também é muito útil para combater a insônia, viu?

Olhe para o alto e faça uma contagem regressiva

Se está precisando relaxar e esvaziar a mente, olhe para cima e faça uma lenta contagem regressiva, de preferência a partir do número 60. Essa técnica vai acalmar seus nervos, controlar sua ansiedade e, de bônus, aumentar sua concentração. Isso tudo porque, ao olhar para cima, seu sistema nervoso será estimulado, sua pressão arterial e o ritmo da sua respiração diminuirão, provocando, assim, uma clara sensação de relaxamento.

Controle o ritmo de sua respiração

A mente cheia de ansiedades e preocupações aumenta significativamente o ritmo cardíaco, especialmente porque o coração possui muitas terminações nervosas que reagem aos estímulos cerebrais. Por isso, para manter a cabeça e o coração na mais perfeita ordem, ao se encontrar diante de situações de estresse, procure controlar sua respiração, inspirando profundamente com o nariz e segurando o ar por alguns segundos antes de soltá-lo. Repita o processo, até se sentir mais calmo, leve, relaxado e com o ritmo cardíaco menos acelerado.

Pare por um minutinho para se alongar

Mesmo que sua agenda esteja lotada de compromissos, encontre tempo para se alongar. Quando se está ansioso e tenso, os músculos se contraem involuntariamente, o que gera bastante desconforto físico. Por isso não é nada raro que se sofra com dores nas costas, nas pernas, no pescoço e nos ombros por conta do estresse, da tensão e da ansiedade. Para minimizar esses efeitos, faça pequenas sessões de alongamento durante o dia.

Leia por prazer

A leitura é um hábito muito saudável, pois, além de ser fonte de conhecimento e de entretenimento, promove o relaxamento e torna a vida mais leve. Assim, quando sua mente estiver cheia de preocupações, procure ler gibis, poemas, notícias curtas ou qualquer outro conteúdo de sua preferência. Isso vai ajudar a aliviar as tensões. Mas atenção: é importante que essa leitura seja feita por prazer e não por obrigação, ok? Caso contrário, a ansiedade e o estresse podem voltar ainda mais intensos!

Procure se alimentar adequadamente

Você sabia que, nos momentos de extrema ansiedade, um lanchinho saudável pode ajudar? Afinal de contas, a mastigação promove o relaxamento dos músculos do pescoço e contribui para a eliminação do estresse e da ansiedade. Sendo assim, carregue sempre alguma comidinha com você, como uma fruta ou oleaginosas, que contêm vitamina C e selênio, substâncias que melhoram — e muito! — o funcionamento do sistema nervoso, combatendo as tensões do dia a dia.

Artigo extraído e adaptado de sbie.

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Bancos com mais mulheres na diretoria são mais rentáveis

Estudos já confirmaram que a diversidade no ambiente de trabalho traz resultados financeiros positivos para as empresas. Se você ainda não acredita nisso, uma nova pesquisa publicada pelo Banco da Inglaterra sugere que quando há mais mulheres na diretoria, os bancos são mais rentáveis. No estudo, as economistas Ann Owen e Judit Temesvary demonstram que há uma relação entre igualdade de gênero e resultado financeiro. No entanto, isso só acontece se a instituição já tem políticas de igualdade – ou seja, pouco adiantaria se um banco até então dominado por homens colocasse mulheres na diretoria sem fazer nenhuma alteração na cultura da empresa.

“Em bancos bem gerenciados, a diversidade de gênero tem um impacto positivo no desempenho – mas apenas depois de alcançado determinado nível de igualdade”, dizem as pesquisadoras. De acordo com o estudo, a porcentagem de mulheres nos bancos norte-americanos vai caindo conforme se sobe na escada corporativa: elas representam 56,7% de todos os funcionários, 48% dos cargos de média gerência e 30,8% entre os executivos de nível sênior ou gerentes.

Mas, afinal, como a divisão entre homens e mulheres nas diretorias pode afetar o balanço de um banco? Há duas explicações. A primeira é que as mulheres têm mais chances de contribuir com experiência em determinadas áreas – ou seja, quando há mais mulheres na diretoria, é mais provável que o grupo tenha certas características, como experiência em recursos humanos ou em governança pública. Então, com um leque mais diverso de experiências, a tomada de decisão pode ser mais correta. Além disso, há uma relação entre participação feminina mais alta e menor probabilidade de reguladores tomarem ações contra o banco – o que sugere que a maior diversidade aumenta o controle e gerência nas instituições financeiras.

A segunda explicação é que a diversidade em si tem um impacto. Estudos anteriores mostraram que a diversidade está associada à maior criatividade e produtividade dentro das empresas. Isso só ocorre, contudo, se a cultura da empresa é preparada para a diversidade e se a participação de mulheres dentro da companhia é alta – as mulheres tendem a se expressar com mais frequência quando a participação feminina no grupo aumenta.

Para evitar atribuir à diversidade de gênero um efeito causado por algo relacionado à diversidade de outras características, as pesquisadoras incluíram diversas variáveis em suas estimativas, como idade, participação no conselho ou patrimônio. Uma das possibilidades é que os resultados financeiros ruins estejam relacionados à falta de diversidade – ou bancos de melhor gestão têm em comum a busca por maior diversidade. Para fazer o estudo, as autoras utilizaram dados de 87 bancos dos Estados Unidos entre 1999 e 2015.

“Nossos resultados mostram evidências de ambas hipóteses”, escrevem as economistas. “A maior equidade de gênero tem impacto positivo em várias medidas de desempenho uma vez que certo limiar de diversidade tenha sido alcançado”, dizem. “Por outro lado, a falta de diversidade tem um impacto negativo nessas mesmas medidas de desempenho.”

Artigo extraído e adaptado de Época Negócios.

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Razões pelas quais o perdão faz bem a saude

Perdoar é o ato consciente de abrir mão do ressentimento ou do desejo de vingança contra alguém que, de alguma forma, causou algum mal – mesmo que a pessoa não mereça. Ao contrário do que muitos acreditam, o ato não necessariamente implica no esquecimento dos agravos. A definição é do Greater Good Science Center (Centro de Ciências do Bem Maior, em tradução livre), órgão vinculado à Universidade de Berkeley, na Califórnia.

Um número cada vez maior de pesquisas indica que o perdão, longe de ser um gesto de pouca importância, proporciona uma série de benefícios à saúde. Qualquer pessoa pode se tornar mais indulgente através de hábitos como desenvolver a empatia, focar no lado bom das coisas e expressar melhor os próprios sentimentos. Confira abaixo todos os benefícios mentais e físicos de aprender a perdoar:

1 – Perdoar incondicionalmente pode fazer você viver mais
Um estudo de 2011 do Journal of Behavioral Medicine mostrou que pessoas que praticam o perdão condicional, ou seja, aquelas que só são capazes de perdoar caso a outra parte peça desculpas ou prometa não repetir a ofensa, têm propensão a morrer mais cedo do que os que perdoam incondicionalmente. Os pesquisadores explicaram que o pedido de desculpas pode ajudar a dar um “arranque” no processo – mas se for indispensável, as chances para um perdão verdadeiro diminuem muito. “Aqueles que causam uma ofensa nem sempre vão satisfazer tais condições, e a parte ofendida não tem o poder de fazer com que ocorram”, escreveram.

2 – Perdoar te deixa menos nervoso
Estar cronicamente nervoso causa efeitos na pressão arterial e no batimento cardíaco, enquanto perdoar de verdade pode levar a uma redução no stress e, portanto, a conter o nervosismo. “Existe um enorme fardo físico em estar machucado e desapontado”, disse a doutora Karen Swartz em um comunicado do Hospital Johns Hopkins. Persistir no ressentimento, além de aumentar a irritação, também provoca tristeza e sentimentos de perda de controle, segundo um estudo de 2001 do jornal Psychological Science. Ficar preso ao rancor causa aumento em atividades fisiológicas como tensão dos músculos da face, batimento cardíaco, pressão arterial e suor, de acordo com o site WebMD.

3 – Melhora a sua saúde em todos os sentidos (até o sono!)
Perdoar alguém é um verdadeiro remédio que atua em instâncias que vão desde a qualidade do sono até a fadiga, reduzindo sentimentos e patologias prejudiciais à saúde como a tensão, raiva e depressão. Pesquisadores da Universidade do Tennessee descobriram que a “limpeza” destas emoções negativas desempenha um papel importante para a manutenção do bem-estar. “A vítima renuncia às ideias de vingança, e se sente menos hostil, irritada ou chateada a respeito das experiências”, escreveram no artigo.

4 – Fazer as pazes te ajuda a perdoar a si próprio
Quando quem fez algo errado foi você, ser absolvido pela pessoa que você magoou ajuda substancialmente no processo de autoperdão, descobriram pesquisadores da Universidade Baylor. Em um estudo publicado no Journal of Positive Psychology, eles descobriram que quem pede perdão por um agravo tem maiores chances de perdoar a si mesmo. “Uma barreira que as pessoas enfrentam para perdoarem a si próprias é que elas pensam que merecem se sentir mal. Nosso estudo descobriu que fazer as pazes nos dá permissão para deixar as coisas passarem”, disse em um comunicado Thomas Carpenter, um dos autores do artigo.

5 – Seu coração agradece
O principal motivo é que a prática da indulgência se mostrou capaz de diminuir a pressão arterial em diversas pesquisas. Em 2011, um estudo publicado no jornal Personal Relationships mostrou que quando uma pessoa perdoa a outra, ambas apresentam redução na pressão arterial. De acordo com os autores, a pesquisa foi a primeira a provar que os “culpados” também são agraciados com um funcionamento fisiológico positivo: quanto mais conciliador for o comportamento da vítima, maior será a queda na pressão dos perpetradores.

6 – Pode trazer benefícios ao sistema imunológico
Uma pesquisa apresentada em um encontro de 2011 da Sociedade de Medicina Comportamental dos EUA descobriu que portadores do vírus HIV que perdoavam de verdade alguém que os havia magoado apresentavam um maior nível de células CD4, consideradas positivas para o sistema imunológico. “Os resultados comprovam nossas hipóteses e refletem descobertas anteriores sobre as relações entre fatores psicossociais com marcadores imunológicos em pessoas vivendo com HIV/AIDS, e as descobertas indicam que o perdão a outra pessoa pode trazer benefícios à saúde delas”, disse a pesquisadora Amy Owen, do Centro Médico da Universidade Duke.

7 – Pode fortalecer seu relacionamento depois de uma traição
Perdoar o parceiro ou parceira após uma traição pode ser a chave para salvar ou até fortalecer o seu relacionamento, diz um estudo publicado pela American Psychological Association. Os pesquisadores da Universidade de Missouri-Kansas City mostraram que, nestes casos, o perdão facilitou e muito o processo de recuperação do trauma da infidelidade, garantindo mais satisfação na relação e mais comprometimento mútuo.

8 – Quem perdoa pode se proteger do stress a longo prazo
Possuir a habilidade de perdoar prediz uma saúde positiva tanto mental quanto física, de acordo com um estudo publicado este ano no Journal of Health Psychology. Os pesquisadores também notaram que a indulgência parece proteger contra os efeitos negativos do stress na saúde mental. “Nós descobrimos que a severidade do stress não estava relacionada com a saúde mental para pessoas que eram boas em perdoar, estava significativamente associada com uma saúde mental pior para pessoas que exibem níveis moderados de perdão, e mais fortemente relacionada com uma saúde mental pior para participantes exibindo os níveis mais baixos de capacidade de perdoar”, escreveram.

Artigo extraído e adaptado de Revista Galileu.

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felicidade

Neurociência e a felicidade

Neurociência é o estudo científico do sistema nervoso. Mas o que isso tem a ver com a felicidade? O estado de felicidade é proporcionado através da produção de diversos neurotransmissores do corpo humano, sendo os principais a dopamina, serotonina, endorfina e ocitocina. Neurotransmissores são substancias químicas produzidas pelo cérebro que transmitem impulsos nervosos e provocam sensação de prazer e bem estar.

Segundo Paula Fernandes Castilho, especialista em nutrição, alimentos como ovo, carne, leite, aveia, banana, chocolate, possuem grande quantidade de triptofano, um aminoácido que atua na formação da serotonina. Vitaminas C, D e as do complexo B auxiliam na condução dos impulsos nervosos e na prevenção da ansiedade e irritação. Exercícios físicos, meditação, música, momentos de lazer, também influenciam na produção desses neurotransmissores e reduzem o cortisol, um hormônio que provoca o estresse.

No entanto alguns fatores como ficar preso ao passado, sofrer por antecipação, tentar impressionar a todos, manter pessoas ou coisas negativas por perto e reclamar demasiadamente tem efeito oposto impedindo a felicidade.

Alex Korb, PhD em neurociência, descreve em seu livro “The upward spiral” (A espiral ascendente) quatro hábitos que afetam nosso cérebro a nível biológico e nos tornam mais felizes.

1- Gratidão

A gratidão nos força a pensar em aspectos positivos da vida, isso aumenta a produção de serotonina no córtex cingulado anterior, expressar gratidão torna as interações sociais mais agradáveis e estimula liberação de dopamina.

2- Nomear as emoções

Em um estudo utilizando ressonância magnética foi mostrado aos participantes fotos de pessoas com diferentes expressões faciais. Nos resultados houve ativação das amígdalas cerebelosas, que fazem parte do sistema límbico responsável pelas emoções e comportamentos sociais. Ao pedir para que os participantes nomeassem as emoções vistas nas pessoas das fotos houve ativação do córtex pré-frontal, reduzindo a atividade da amígdala cerebelosa. Descrever o sentimento em uma ou duas palavras ajuda a manter o alto controle, técnicas milenares como a meditação funcionam de forma semelhante.

3 – Tomar decisões

Tomar decisões e estabelecer metas, além de ajudar a resolver problemas, estimula o córtex pré-frontal reduzindo a preocupação e ansiedade.  Uma decisão não precisa ser perfeita, apenas boa o suficiente, a busca pelo perfeccionismo perturba o cérebro causando estresse.

4 – Relações sociais e toque

Interações humanas e relacionamentos sociais são muito importantes para o sentimento de felicidade. O toque, como aperto de mão e o abraço, são umas das principais formas de liberação de ocitocina. Estudos mostram que receber cinco abraços por dia em um período de um mês nos deixam consideravelmente mais felizes. Massagem corporal realizada com frequência provoca um aumento em até 30% de serotonina, diminui o cortisol e aumenta a dopamina.

A prática desses hábitos programam nosso cérebro para se sentir mais feliz. Aliado a uma alimentação adequada e atividades relaxantes, melhoram nossas relações sociais e reduzem o estresse. Todos os resultados trazidos por esses comportamentos são correlacionados e provocam segundo Alex Korb a espiral ascendente de felicidade, causando um aumento gradativo de sensação de bem estar e alegria em estar vivo. A felicidade começa com a vontade de ser feliz, você coloca isso como meta e seus comportamentos e atitudes vão nessa direção.

Abraços

Raphael Barbosa
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pedido atendido

Aumente em 50% as chances de ter um pedido atendido

Já imaginou se tudo que você quisesse na vida para o seu bem fosse prontamente atendido por todos a sua volta?

Melhor ainda, se as pessoas pudessem adivinhar o que está precisando ou desejando: mais compreensão, responsabilidade, obediência; quando quer se divertir, ficar sozinho, conversar, relaxar…

Bom, no mundo real não é bem assim que funciona (rs), mas, acredite, podemos tornar as coisas muito mais fáceis.

O problema é que complicamos mais do que facilitamos. Fazemos pedidos vagos, genéricos, ambíguos e abstratos.

Basta pensar nos pedidos que fazemos em casa para nossos cônjuges, pais, filhos, irmãos…

Um exemplo:
O marido chega em casa e a esposa diz: “- Amor, gostaria que não ficasse até tão tarde no trabalho”.
Na semana seguinte ele chega para ela e diz: “- Amor, como você estava preocupada por eu estar trabalhando muito, fiz a minha matrícula no MBA.”

E o que ela estava realmente pedindo? Que ele chegasse mais cedo em casa. Mas o pedido foi ambíguo. Não estava claro!

Pior ainda quando jogamos indiretas ou fazemos algumas piadinhas esperando que a outra pessoa capture a mensagem:
“Ah, se as pessoas me ajudassem mais, eu conseguiria ter um tempo pra mim.”

O fato é que todos nós temos necessidades, vontades, desejos.

Queremos ser mais felizes do que somos, desejamos ser mais compreendidos, apoiados, respeitados…

E esperamos muito das outras pessoas para suprir ou realizar as nossas necessidades. E não deixamos isso claro para elas.

Quando nos dirigimos às pessoas, sem dizer claramente o que queremos, é possível que surjam discussões improdutivas, falta de entendimento, frustrações, irritabilidade, estresse.

Como, então, expressar os nossos pedidos para que as pessoas estejam mais dispostas a atender as nossas necessidades?

Aqui estão 3 dicas cruciais:

#1 – Tenha clareza do que você quer que aconteça.
O que você está querendo e não está obtendo?
Pense em termos práticos: a sala limpa, os papeis na gaveta, aumento do faturamento em 30%, o relatório entregue no dia x.

#2 – Utilize uma linguagem positiva!
Somos mestres em falar no negativo (“pare de gritar”, “não me aborreça”, “não quero ser pressionado”, “não se esqueça de me avisar”).
Quando fazemos isso, reforçamos exatamente o que está ruim, concorda? “gritar, aborrecer, pressionar, esquecer…”

Então diga:
“Preciso de silêncio em casa para me concentrar melhor”;
“Necessito diálogos que me motivem, que reforcem as minhas qualidades”;
“Preciso de mais 1 hora para finalizar essa atividade”…

#3 – Solicite ações concretas.
Evite frases vagas, abstratas ou ambíguas, porque cada pessoa interpreta de acordo com o pensa sobre o assunto.

Exemplo de pedidos vagos ou abstratos:
“Quero que seja responsável”;
“Quero que me entenda”;
“Quero ter mais liberdade”;

Por quê?
– Ser responsável para você pode ser diferente de ser responsável para o seu filho.

Exemplo de pedidos concretos:
“Gostaria que você chegasse em casa antes das 19h”;
“Gostaria que tivesse 20 minutos do seu dia para sentar e conversar comigo sobre os meus desafios no trabalho”;
“Fico feliz quando nos divertimos juntos. Podemos sair para jantar no sábado?”

Quando nossas necessidades não estão sendo atendidas ou nossos sentimentos não são respeitados, tendemos a nos isolar e nos fechar cada vez mais, porque nos sentimos incompreendidos.

Portanto, atente-se para isso e reavalie a forma que vem expressando suas ideias e fazendo suas solicitações. Peça feedback, treine, faça diferente.

Uma vez que o seu pedido estiver claro, direto, concreto, positivo, você já terá atingido 50% de chance de tê-lo atendido.

Restará somente a disponibilidade e a vontade do outro, mas a sua parte foi realizada com sucesso!

Abraços de energia!

Wayne Valim

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