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Dicas, novidades e curiosidades

“Todos estamos sofrendo com a desatenção”

Há quase quatro décadas, a psicóloga de Harvard Ellen Langer estuda como a atenção no que está acontecendo no presente pode mudar os profissionais. Ela é considerada a “mãe do mindfulness”. Os estudos da professora apontam que, quando não estamos observando e sentindo cuidadosamente, é como se não estivéssemos presentes nas situações que vivemos. “A consequência é que sempre perdemos oportunidades”, afirmou em palestra, no HSM Expomanagement, em São Paulo.

Ellen é autora de 11 livros e mais de 200 artigos sobre o tema. Ela defende que mudanças simples, como aprender a perceber ativamente novidades e prestar atenção ao que ocorre ao redor pode ter impactos transformadores.

“A falta de atenção nao é estupidez”, explica. “Você aprende algo e começa a pensar só daquela forma”. Ela relatou a história de uma mulher que sempre cortava um pedaço da carne antes de colocá-la na panela. Quando questinada sobre essa mania, disse que fazia aquilo porque a mãe fazia o mesmo. A mãe, por sua vez, disse o mesmo. Ao chegarem à avó, a senhora falou que costumava fazer aquilo simplesmente porque sua panela era pequena. Ou seja, é preciso questionar sempre as próprias ações — sair de vez em quando do piloto automático.

“Todos estamos sofrendo com a desatenção”, diz Ellen. De acordo com ela, existe uma dependência excessiva em conhecimentos pré-estabelecidos no passado. Isso deixa pouco espaço para pensar no novo. É como se o passado sempre determinasse o presente. “A consciência plena é algo muito simples, basta reparar nas coisas novas e fazendo isso você já está no presente. Você sente mais vivo, com fôlego de verdade.”

Segundo Ellen, é preciso se libertar dessa “mente restrita” para acompanhar a mudança do mundo. “Às vezes não vemos o que está na nossa frente, porque achamos que já sabemos das coisas, mas não sabemos. Independentemente do que esteja fazendo, fazer com consciência plena é muito melhor.”

Em outra experiência, um grupo de vendedores de revistas foi orientado a bater de porta em porta com um roteiro padrão, enquanto outros sempre mudavam o discurso. Depois de entrevistar os clientes daqueles vendedores, pesquisadores descobriram que o grupo atento era o mais elogiado. A maior atenção também traduziu-se em maiores vendas. “A plena consciência é a essência do carisma”, diz Ellen.

Na maioria das vezes, tudo depende de mudanças sutis de raciocínio. Um estudo acompanhou idosos de 80 anos morando em um retiro adaptado com um decoração de 20 anos atrás. Surpreendentemente, no ambiente novo, melhoraram a memória, a força, a audição. Simplesmente por tentarem mergulhar em um tempo em que eram mais jovens. Outro estudo, feito com camareiras, mostra que elas melhoraram o condicionamento físico e perderam peso ao passarem a encarar seu trabalho como exercício. “O seu corpo está onde está a sua mente.”

Para Ellen, se aumentarmos a visão plena das coisas, vamos aumentar nosso bem estar e saúde. Mas como ficar no presente se você precisa prever o futuro o tempo todo? Bem, achar que você pode prever o futuro é uma ilusão, diz a professora. Se tornarmos o presente importante, não teremos que nos preocupar com o futuro, segundo ela. “As pessoas confundem. Atenção plena não é preocupação o tempo todo. É a energia gerada, não consumida”.

Matéria publicada originalmente na Época Negócios

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Como seu networking pode impulsionar sua carreira

Como você cuida dos seus relacionamentos? Você encontra um tempinho na sua agenda para manter o seu networking ativo? E como você escolhe suas amizades?

O mundo dá voltas espetaculares e numa dessas viradas, você poderá receber de volta todo o respeito, a amizade, a sinceridade e a atenção que dedicou àqueles que conviveram com você em algum momento da sua vida, comprovando o poder do networking.

Ao longo da minha carreira em Tecnologia da Informação, procurei expressar respeito e atenção a todos que tive oportunidade de conhecer, independente de função, cargo, profissão, crença… Aprendi com a minha família a importância de doar ao outro o que gostaria que dedicasse a mim.

Hoje, tenho recebido muito de volta dessas mesmas pessoas, abrindo oportunidades incríveis para mim e minha empresa. Essa é a lei da reciprocidade. Eu recebo e me sinto com imensa vontade de retribuir. E essa lei é a que fortalece a nossa rede de contatos.

É claro que nem tudo são flores e às vezes encontramos pessoas que não cabem ser referenciadas aqui… Mas, nem por isso, devemos perder a esperança de acreditar nas pessoas de bem.

Desenvolver relacionamentos sinceros, doar-se ao outro, respeitando as suas diferenças, seus pensamentos, pode ser a oportunidade de desenvolver amizades verdadeiras. E quando você menos esperar, essas pessoas poderão acolher você e dar a força necessária para que o sucesso aconteça, como num abraço envolvente de alguém que quer retribuir algo que tenha recebido de você.

Aumente o seu círculo de amizades, dedique um tempo elas, não se limite a uma mensagem de texto no dia do aniversário, nos momentos de comemoração ou de dificuldades. Ligue, faça uma visita, esteja presente, converse olhando nos olhos, dedicando a sua atenção e escuta atenta.

Mantenha viva essas ligações, construindo um mundo mais humano e vendo na realização do outro a sua própria felicidade. Você poderá encontrar novas oportunidades e ter surpresas muito agradáveis quando menos esperar!

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Wayniere Valim
Coach – Ways up Founder

“O estresse é o inimigo do foco”

Toda vez que vem ao Brasil, Daniel Goleman diz que o país parece estar envolvido em algum tipo de crise. A cada desembarque, a palavra está na pauta do dia. Brincadeiras à parte, ele usou essa impressão para chamar atenção do público no HSM Expomanagement  sobre seu atual campo de estudo: foco. O autor do best-seller Inteligência Emocional afirma que o estresse é o inimigo do foco. Por estresse, entenda-se tensões no ambiente corporativo e uma quantidade enorme de informações que nos bombardeiam diariamente. E vale dizer: estamos perdendo dinheiro por falta de foco. “Precisamos ser administradores da nossa atenção, não vítimas da nossa inatenção”, diz Goleman.

O autor explica que há dois tipos de distração. Quando você está tentando trabalhar em um café e há vozes ao redor das quais você precisa se desligar, eis o tipo fácil de distração. O tipo difícil é a distração emocional. Há uma parte do cérebro responsável por identificar ameaças. Ela nos ajudou a sobreviver e chegar até aqui, mas é um problema nas organizações. A questão é que essa parte do cérebro responde tanto a ameaças físicas quanto abstratas.

Se seu colega recebe uma promoção ou se você é um chefe tentando sobreviver a uma crise, essa parte emocional “sequestra” o cérebro e, portanto, o foco. Isso acaba com a nossa habilidade de pensar com clareza, aprender e se adaptar. Além disso, quando estamos nesse “modo ameaçado”, a tendência é tomar decisões mais automáticas e agressivas. Goleman justifica a atitude de Mike Tyson ao arrancar as orelhas durante a luta com Holyfield como uma situação de “sequestro emocional”.

A inteligência emocional, afirma o psicólogo, é o que costuma diferenciar os líderes das empresas. Além de entender como uma decisão tomada hoje vai afetar a empresa amanhã, ele precisa gerenciar os funcionários para colocar uma estratégia em prática. “A maior tarefa do líder é dirigir a atenção para onde ela precisa ir”, afirma. Para isso, o líder precisa trabalhar três tipos de foco: em si mesmo, nas pessoas com quem trabalha e no sistema que determina se a empresa terá sucesso.

Ferramentas

Para os líderes, eis a dica: a neurociência já mostrou que o cérebro é capaz de sentir a atitude da outra pessoa. Esse canal é extremamente importante na hora de criar um ambiente de alto desempenho.

O líder é aquela pessoa na qual todo mundo presta atenção. Um estudo da Universidade de Yale mostrou que se o líder estava de mau humor, as pessoas entravam na “vibe” e tinha um desempenho pior. Quando ele estava de bom humor, a influência era positiva. “Essa é a conversa silenciosa, que faz muita diferença no desempenho. Os líderes precisam prestar atenção ao seu estado emocional”.

Outra dica: se alguém for conversar com você, esqueça o celular, o email que está entrando na caixa ou a televisão. Preste atenção no seu interlocutor e somente nele.

Para treinar a concentração, Goleman sugere o uso da técnica de mindfulness. Ela consiste em sentar-se em uma posição confortável e prestar atenção na respiração, enquanto você inspira e expira. Sempre que sua mente tenta divagar, você deve trazer a atenção de volta para a respiração. Quanto mais você treina, mais fácil fica. É como se fosse uma musculação do foco.

Os alvos que ninguém vê

Ao final da palestra, Goleman falou sobre os objetivos que ninguém é capaz de enxergar. Ele cita a história de Kobun Chino, o guia espiritual de Steve Jobs, um excelente arqueiro. Ao se apresentar para um grupo na Califórnia, ele faz a flecha passar longe do alvo — ultrapassando a cerca e despencando no Oceano Pacífico. O público se espanta, mas ele grita como se tivesse atingido o alvo. E atingiu, mas não o alvo que todos estavam olhando.

O psicólogo faz o paralelo dos ensinamentos de Chino com a liderança de Jobs: ele foi capaz de criar um mercado para produtos que ninguém via, como o iPad. E isso foi essencial para o futuro da Apple. O mesmo acontece agora com o Google, que criou a empresa Alphabet e mostra claramente que o site de buscas é um produto de sucesso, mas que não será o único motor de crescimento da companhia.

Matéria publicada originalmente na Época Negócios.

Como sair da zona de conforto e alcançar sonhos

Encare os desafios de frente e crie oportunidades em sua vida.

Ontem, eu tive o prazer de conhecer uma jovem super alto-astral e determinada. Ela acabou de voltar de férias para mergulhar fundo em seu projeto pessoal. Pediu demissão do emprego e agora vai montar o próprio negócio. Estava animadíssima e com um brilho nos olhos lindo de se ver: o olhar de esperança, de quem vai em busca do próprio sonho e sente a energia que isso proporciona.

Conversamos por uma hora e meia durante uma viagem, mas foi o suficiente para perceber o quanto está decidida e firme em seu propósito, com os pés no chão, muito planejamento, pesquisas e ideias incríveis.

O seu projeto já estava modelado, mas sofrerá alterações, visto a criatividade que aflorou após conhecer novas culturas, lugares e pessoas diferentes.

Essa história me fez refletir sobre como cada um encara os seus desafios e cria oportunidades. É isso mesmo! As oportunidades não surgem se não nos dispomos a procurá-las! Nós as criamos à medida que saímos da zona de conforto e nos provocamos a fazer diferente, a pensar em algo novo.

E essas ideias criativas se afloram uma após a outra, como um novelo de lã que vamos desenrolando, desenrolando…

A nossa mente possui um poder fantástico de se reinventar, desde que tenhamos a prática de construir pensamentos novos . A postura do “deixa como está”, “algum dia isso se resolve”, “sempre foi assim”, bloqueia qualquer pensamento inovador.

Então, o meu convite para você é: imagine novas ideias sem nenhum bloqueio, pense, crie, reinvente-se, por mais absurda que a ideia lhe pareça. Depois disso, use o seu filtro das possibilidades, destacando o que é factível e eliminando o que não é. Faça as suas escolhas de acordo com os seus valores pessoais e trabalhe o seu planejamento de forma realista e profissional. E, finalmente, execute com determinação!

Quando saímos da zona de conforto e buscamos novas soluções para os problemas enfrentados e novas ideias para atingir os nossos sonhos, começamos a criar uma energia diferente a nossa volta, renovando os nossos pensamentos, nossas ações, nossos propósitos. Resultado de tudo isso: oportunidades criadas, antes nunca imaginadas! Experimente!

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Wayniere Valim
Coach – Ways up Founder

 

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12 hábitos de final de semana de pessoas bem-sucedidas

Fuçando na internet sobre pessoas de sucesso, como atingir o topo da carreira, entre outros assuntos na mesma linha, me deparei com o site Lifehack.org, lá tem de tudo, literalmente, saúde, tecnologia, relacionamento, empreendedorismo, fitness, produtividade, viagem, finanças, e por aí vai. E o mais legal é que várias pessoas contribuem com o site, até você pode contribuir se quiser.

Este artigo especificamente foi escrito por Emma Rushton, uma advogada, turista e blogger de Melbourne, na Austrália. Ela escreve sobre como ter perspectiva de vida sem excluir o desejo de sucesso profissional e de viajar muito. Ela passa seu tempo livre escrevendo sobre Raízes & Asas e viajando a novos países sempre que sua conta bancária e seu chefe permitem.

Bom, vamos ao artigo então…

Simples. É a mesma coisa que fazem todos os dias. Como Aristóteles dizia: “Nós somos o que fazemos repetidamente. Excelência não é um ato é um hábito.”

Veja abaixo os hábitos de final de semana das pessoas bem sucedidas:

1 – Robert Iger: Deus ajuda quem cedo madruga

Este CEO da Disney não é o único executivo que afirma acordar às 4h30 da manhã todo dia. As pessoas de sucesso não ficam na cama até 2 da tarde em um domingo, ou mesmo 11 da manhã. Pesquisas mostram que nossos cérebros estão em suas melhores condições de 2h30 a 4h depois de acordarmos. Passe a acordar cedo no fim de semana e você estará à frente de um monte de gente.

2 – Benjamin Franklin: Planejar é decidir de antemão qual é e como será sua vitória

Aparentemente, esse grande cientista norte-americano que participou da redação da “Declaração da Independência” e da Constituição dos EUA se perguntava todos os dias: “O que de bom devo fazer hoje?”. Pessoas de sucesso conhecem a importância das metas diárias – e finais de semana não são exceções.

3 – Timothy Ferris: Foco – uma coisa de cada vez

Multi-tarefas é coisa do passado. Pode até ser tentador maximizar a produtividade do seu final de semana correndo na esteira enquanto fala com a sua mãe e futrica nas redes sociais, mas as pessoas de sucesso sabem que isso diminui eficiência e efetividade. Ao invés disso, foque em cada tarefa.

4 – Anna Wintour: Corpo são, mente sã

A editora-chefe da Vogue joga tênis todo dia por uma hora. E ela não a única que tira um tempo para se exercitar. Richard Branson, fundador do conglomerado de empresas Virgin Group, faz kitesurfing; e um dos bilionários mais ricos da Índia, Anil Ambani, é maratonista. As pessoas de sucesso conhecem a importância de ter um corpo ativo para ter uma mente ativa – inclusive nos finais de semana.

5 – Steve Jobs: Priorizar para conquistar

“As coisas não têm que mudar o mundo para serem importantes.” O final de semana é o momento para se lembrar das pequenas coisas. Sair com os amigos, filhos ou companheiro pode não aumentar os ganhos ou impulsionar a carreira, mas não quer dizer que isso seja menos importante. Até o presidente do EUA arruma tempo para jantar com a família.

6 – Warren Buffet: É sempre bom ter um hobby

Ele pode ser considerado o investidor mais bem sucedido do século 20, mas em seu tempo livre Buffett gosta de tocar ukelele. As pessoas de sucesso são geralmente interessantes e seus hobbies têm muito a ver com isso. É claro que jogar golf no sábado pode ser uma ótima maneira de conhecer pessoas e buscar oportunidades de negócios, mas até em hobbies solitários como o tricô que a atriz Meryl Streep gosta e a pintura a óleo do ex-presidente dos EUA, Geoge W. Bush, podem ajudar a aumentar a criatividade e aliviar o estresse.

7 – Oprah: Momento para meditar

A celebridade mais poderosa de 2013 da revista Forbes encontra tempo para meditar por 20 minutos, duas vezes ao dia! Esse antigo segredo mais bem guardado dos praticantes de yoga foi revelado e agora todo mundo já sabe. Até o mundo corporativo está chegando à conclusão de que a meditação traz grandes benefícios: ela ajuda a reduzir o estresse, melhora a produtividade, impulsiona a criatividade e proporciona um bem-estar geral. Os finais de semana podem ser ainda mais atarefados que os dias úteis se tentar incluir as atividades da casa, exercício físico, compromissos familiares, compromissos sociais… em um período de 48 horas. As pessoas mais bem-sucedidas separam um tempo do dia para meditar, mesmo nos finais de semana.

8 – Randi Zuckerberg: Carpediem

A fundadora e CEO da Zuckerberg Media, e irmã do criador do Facebook, diz que as pessoas devem aproveitar a vida. Seu mantra é “Não há nenhum lugar que eu preferiria estar do que onde exatamente estou.” As pessoas de sucesso normalmente são competitivas e ambiciosas por natureza, praticar a atitude de gratidão e resistência ao sentimento de inveja que as mídias sociais impõem é a chave de um fim de semana feliz. E não é a felicidade o verdadeiro indicador de sucesso?

9 – Bill Gates: Momento para refletir

Como a famosa frase do fundador da Microsoft diz: “É legal celebrar o sucesso, mas o mais importante é aprender com as lições do fracasso.” A reflexão deve ser uma prática diária, mas os finais de semana são perfeitos para olharmos para trás e refletirmos sobre as lições da semana anterior e nos prepararmos para ser melhores na próxima semana. A autora do livro The hapiness project (O projeto da felicidade), Gretchen Rubin, sugere iniciar um diário de uma frase por dia para encorajar a reflexão. Faça de seu sábado ou seu domingo o dia para refletir sobre as frases da semana.

10 – Richard Branson: Coração aberto

Este empresário bilionário diz que “É espantoso o quanto focar nossa mente em questoes como saúde, pobreza, conservação e mudança climática pode ajudar e reenergizar o pensamento em outras áreas.” As pessoas de sucesso concordam com Anne Frank, quando disse que “ninguém ficou pobre de tanto doar.” Tom Corley estudou os ricos por cinco anos antes de escrever seu livro “Hábitos dos Ricos: Os Hábitos de Sucesso das Pessoas Ricas.” Ele descobriu que 73% das pessoas ricas fazem trabalho voluntário por cinco ou mais horas por mês. Nada ajuda mais a ter perspectiva e reduzir o estresse do que ajudar os menos afortunados.

11 – Jack Dorsey: Preparado pro que der e vier

O co-fundador do Twitter e do Square é conhecido por trabalhar 16 horas por dia de segunda a sexta, mas diz que “Sábado eu saio, faço trilha, e no domingo eu reflito, penso no que passou, faço planos e me preparo para o resto da semana.” Esqueça a ressaca de domingo, vamos chamá-lo agora de “Dia de organizar a vida”. Laura Vanderkam, autora do livro “O que as pessoas mais bem-sucedidas fazem no domingo”, diz que as pessoas de sucesso sabem que os finais de semana são na verdade a arma secreta do sucesso profissional: “Você precisa começar a segunda com tudo.”

12 – Jay Z: Olhos bem abertos

Ele construiu um império sendo um rapper e empresário muito bem-sucedido, e seu segredo está em suas letras: “Você pode querer o sucesso o quanto quiser, mas para consegui-lo, você não pode titubear, não pode parar, não pode dormir. Um olho aberto, sempre.” Jay Z não vale 520 milhões de dólares apenas por buscar o sucesso cinco dias por semana. Se você quiser passar alguns finais de semana em seu iate de luxo no Caribe com a Beyoncé, determinação e persistência implacáveis podem te ajudar a chegar lá. Bem, sempre podemos sonhar, né?

Está combinado então. Sucesso é uma escolha, e para alcançá-lo é necessário agir 24 horas por dia, todos os dias, até nos finais de semana.”

Taí, vamos começar neste final de semana então? Acorde cedo, planeje seu fim de semana, tenha foco em suas atividades, faça algum exercício físico, saia com os amigos, namorado ou namorada ou família, arrume um tempo para seu hobby predileto, medite, aproveite a vida, reflita, doe, prepare-se para a segundona e fique alerta às oportunidades que surgirem. UFA! Será que dá?

Artigo publicado originalmente em Lifehack.org.
Resumido e adaptado por:

WaysUpCoaching
Susi Wayne Lopes
Redatora e Tradutora – Ways up Coaching
 

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O incrível poder da observação

Sabe quando olhamos para alguém próximo e percebemos que a expressão facial, o olhar ou sua linguagem corporal está dizendo que algo não vai bem?

Isso ocorre muito com as mães, por exemplo, um franzido da testa, um olhar diferente e a mãe logo percebe que o filho ou a filha não está no seu normal. E o oposto, então? O olhar repreensivo do pai ou da mãe é mais que suficiente para sabermos que estamos “pisando na bola”…

E já aconteceu de sentir uma certa angústia ou ansiedade e só perceber isso quando alcançou um nível sem controle, ficando sem entender o que causou tais sentimentos?

Pois bem, vamos ampliar um pouco essa visão para o nosso dia a dia no trabalho, na escola, em casa, em todos os lugares. Como tirar proveito das distrações do cotidiano? Observando! Mas como usar essa técnica tão simples para o nosso benefício e para o bem-estar dos outros a nossa volta?

Como toda habilidade a ser desenvolvida, é preciso treino, isto é, prática e repetição!

Observar a si e aos outros, mantendo uma postura de neutralidade, resistindo à tentação de impor os próprios julgamentos e valores é uma arte para poucos, mas que pode trazer benefícios consideráveis:

#1 – Aprimorar relacionamentos, demonstrando empatia e preocupação com o outro;
#2 – Conhecer as preferências do gestor ou do cliente, criando novas oportunidades;
#3 – Conhecer os próprios sentimentos e os gatilhos que disparam ansiedades ou angústias a fim de tentar evitá-los ou enfrentá-los com equilíbrio;
#4 – Encontrar dons naturais e utilizá-los com mais frequência para obter resultados direcionados à meta;
#5 – Fazer alguém feliz ao perceber que está sendo notado, percebido;
#6 – Sentir maior prazer ao caminhar pelo parque, por exemplo, e perceber a beleza da natureza, da arquitetura da sua rua, tornando a caminhada mais divertida e intensa.

Exercite com mais frequência a sua percepção sobre si e os outros. Sinta, escute, olhe atentamente, analise essas informações e as utilize a seu favor e das pessoas que você ama, aprimorando-se constantemente na direção dos seus sonhos e projetos de vida.

Tenha dias mais alegres e plenos, observando o quanto isso lhe fará bem!

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Wayniere Valim
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Os desafios de migrar da carreira técnica para a de gestão

Migrar da carreira técnica para a de gestão é um desafio e tanto. O papel de gestor exige habilidades diferenciadas de liderança, busca de resultados, agilidade na tomada de decisão e outras nem sempre exploradas quando se exerce uma carreira técnica.

É importante fazer uma autoanálise, entender se você possui o perfil ideal para assumir uma gestão e identificar as competências a serem desenvolvidas. Muitas vezes, possuímos alguns recursos naturais que estão adormecidos e que são essenciais para esse tipo de papel. Uma vez identificados, trace o seu plano de ação rumo ao desenvolvimento e ao sucesso da sua carreira.

A entrevista publicada na VOCÊ S/A com o professor americano Stewart Black, da escola de negócios suíça IMD, explica quais são os desafios para os profissionais que queiram migrar da carreira técnica para a de gestão. Boa leitura!

“Quais são as principais dificuldades que os profissionais enfrentam durante a transição?

Um dos desafios é justamente abrir mão de ser apenas um expert. O que costuma ocorrer é uma mudança de demandas. Se antes iam até o profissional com perguntas e problemas práticos, agora o profissional é quem tem de perguntar as coisas — e deixar os outros resolverem.

Outro problema é essa pessoa prestar muita atenção nas áreas em que é especialista, deixando de lado as demais. É basicamente uma transição da prática para a estratégia.

Que habilidades os especialistas precisam desenvolver quando assumem o papel de líder?

A principal é aprender a elaborar boas questões e dar aos outros a chance de fazer o que precisa ser feito. Até então, essas pessoas eram solucionadoras de problemas — agora precisam escolher quais problemas têm de ser resolvidos e deixar que os outros façam isso.

É necessário também mudar a perspectiva: se antes eles olhavam além de três meses; agora, devem prestar atenção nas questões imediatas e assegurar que o negócio seja bem-sucedido no longo prazo.

O que levar em conta antes de migrar para a gestão?

Entender que um profissional que era muito bom em sua área não necessariamente será um bom gerente. É uma escolha pessoal, e é preciso ser bem honesto, porque nem todo mundo é capaz ou tem essa disposição.

Talvez você possa aprender a comer com a mão esquerda se estiver realmente motivado, mas, se não houver um desejo real de fazer isso, vai ser só muito chato e trabalhoso. Muitas vezes, o profissional quer ser líder só porque isso parece mais glamoroso — e aí todos sofrem com a decisão errada.”

Publicado originalmente na Revista Você S/A

Reencontrando a motivação para o dia de trabalho

Em uma sessão de coaching desta semana, falava com o meu coachee (cliente) sobre propósito de vida, como encaramos o nosso dia a dia, qual a motivação para nos levantar e ir para o trabalho. Então, me lembrei desta história que, particularmente, gosto muito.

“Os Três Obreiros

Três operários preparavam pedras para a construção de um grande templo.
Aproximei-me do primeiro e perguntei-lhe, fitando-o com simpatia:
– Que estais fazendo, meu amigo?
– Preparo pedras! – respondeu-me secamente. Encaminhei-me para o segundo e interroguei-o do mesmo modo.
– Trabalho pelo meu salário! – foi a resposta.
Dirigi-me, então, ao terceiro e fiz a mesma pergunta com que já havia interpelado os outros dois:
– Que estais fazendo, meu amigo?
O operário, fitando-me cheio de alegria, respondeu com entusiasmo:
– Pois não vê? Estou construindo uma catedral.

Reparem, meus amigos, no modo tão diverso como cada operário cumpria o seu dever. O primeiro desobrigava-se de uma tarefa para ele material e grosseira; o segundo não visava senão ao dinheiro a receber pelo trabalho e o terceiro contemplava o ideal.

Escravos seremos se, à semelhança do primeiro operário, limitarmos a nossa vida à luta diária.
Entre os ambiciosos nos incluiremos se contemplarmos somente o lucro imediato de nossos esforços.
Felizes serão, porém, aqueles que vivem, lutam e sofrem por um ideal.”
(“Lendas do Céu e da Terra”, Malba Tahan)

E você? Como percebe a sua escolha ou atuação profissional? Você se vê participando de um bem maior, contribuindo com o seu desenvolvimento e o de outras pessoas?

Caso ainda não tenha encontrado o seu propósito de vida, a sua missão, eu convido você a olhar a sua volta, pensar em toda a cadeia que a sua atividade está inserida e os efeitos que as suas ações causam nas pessoas; como a onda do mar, sabe? Perceba as pessoas que são beneficiadas, mesmo que de forma indireta. Mesmo que o trabalho lhe pareça cansativo, sem valor aparente e esteja difícil encontrar a motivação diária. Faça esse exercício.

Você pode, por exemplo, perceber que o trabalho burocrático ou técnico que realiza em uma determinada empresa, estará trazendo mais justiça ao mundo, estará despertando alguém para a ética, a educação, a felicidade… Enfim, use a sua criatividade e o seu poder de observação e encontre os motivos que fazem sentido aos seus valores individuais.

Você perceberá que pode fazer a diferença na vida de muitas pessoas ao seu redor e isso lhe trará uma energia renovada!

Quando conseguimos perceber e sentir de verdade, no íntimo do nosso coração, o bem que estamos proporcionando a alguém, a nossa vida faz mais sentido, e a motivação… Ah! A motivação será uma chama que reascenderá e levará você a alçar voos muito mais altos!

Você é o agente transformador da sua própria vida e tem uma bela missão no mundo!

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Hábitos de tecnologia compatíveis são essenciais para casais modernos

Já parou para pensar como a tecnologia influencia seus relacionamentos? Qual é o momento certo de se desconectar do mundo virtual e se conectar no real?

Este artigo publicado pela Folha de São Paulo trouxe uma excelente reflexão sobre o assunto. É possível tirar proveito das inúmeras informações que captamos pelo celular, por exemplo, e criar assuntos que irão estreitar ainda mais as relações humanas.

“Combinar o jogo” com aqueles que nos são próximos e encontrar o equilíbrio são algumas dicas interessantes. Um código, uma pergunta sutil ou um simples gesto poderá dizer ao outro que o limite está sendo ultrapassado e que é hora de se desconectar!

“Falando de um jeito equilibrado e tentado evitar um tom demasiadamente crítico, mas ainda assim parecendo cético, meu namorado diz: “Espero que você não esteja trabalhando”.

Durante uma pausa em nossa conversa, no jantar em um restaurante local, eu tolamente apanhei o celular no bolso, o destravei com uma mão só e, sim, enquanto o segurava por sob o tampo da mesa, estava discretamente tentando digitar uma resposta a um e-mail de trabalho. “Ahn… talvez”, eu consegui responder, apertando o botão de envio e guardando o celular.

Por sorte, ao longo de nosso relacionamento descobri que somos muito parecidos em nosso interesse pela tecnologia.

Excetuadas algumas diferenças de opinião sobre o uso de telefones em espaços públicos, nossos hábitos de tecnologia são notavelmente semelhantes, em termos de tempo dedicado a isso e tipo de conteúdo consumido. Eles geram conversas todos os dias (“ei, você leu aquele artigo no Reddit?”) Fico imaginando se o nosso namoro teria durado tanto caso não fôssemos tão tecnologicamente compatíveis.

E no entanto, as atitudes quanto a celulares e laptops não foram tema de discussão, ao contrário, por exemplo, de questões religiosas ou a vontade de ter filhos, quando começamos a sair três anos atrás. Tópicos pesados como esses em geral ocupam muito espaço nas vidas amorosas das pessoas de mais de 30.

Que os hábitos de uso da tecnologia não tenham sido incluídos na famosa conversa sobre “ei, será que estamos só perdendo nosso tempo com isso?” parece insensato, se levarmos em conta até que ponto as pessoas empregam seus aparelhos eletrônicos na presença dos outros, hoje.

De qualquer forma, 62% dos norte-americanos parecem concordar com meu namorado quanto a que usar o celular em um restaurante “não é OK, em geral”. Isso deixa os 38% que não veem problema nisso como possíveis companheiros de jantar para mim (ainda que, claro, nenhum deles deva ser companhia tão interessante quanto meu namorado).

Essas estatísticas foram publicadas no mês passado em um relatório sobre as constatações de uma pesquisa quanto à “etiqueta no uso de aparelhos móveis” conduzida pelo Pew Research Center. O relatório não cobre, no entanto, as atitudes dos casais quanto ao uso desse tipo de aparelho. Para descobrir o que as pessoas pensam sobre isso, é preciso recorrer a estudos acadêmicos.

No “International Journal of Neuropsychotherapy”, em 2014, pesquisadores da Universidade de Queensland, Austrália, delinearam uma investigação quanto ao impacto do uso de computadores de mesa, laptops, smartphones e televisores sobre os casais.

Eles propõem que “se um parceiro em um relacionamento se afasta de uma interação pessoal e dedica sua atenção à tecnologia (ou seja, ao laptop), o outro parceiro pode interpretar o fato como ameaça à sua necessidade de sentir envolvimento e controle sobre o relacionamento”.

O grau de intensidade dessa ameaça parece se relacionar ao menos em parte à maneira pela qual um aparelho é usado. Isso foi ilustrado pelos resultados de uma pesquisa conduzida por pesquisadores sobre 21 casais heterossexuais. A idade média dos casais era de 31 anos, e eles estavam juntos por em média aproximadamente seis anos.

O interessante é que os entrevistados que reportaram forte envolvimento e interação com seus parceiros quando estavam usando aparelhos também tenderam a reportar mais satisfação, concordância e sentimentos positivos sobre seus relacionamentos.

Acredito que eu tenha recentemente observado provas dessa afirmação no mundo real, durante um casamento realizado em um grande hotel perto de Bath. Diversas vezes durante a festa, uma mulher apanhava o celular para usar a câmera. Em cada ocasião, o marido a ajudava a encontrar a luz e composição certa para uma foto. Os dois pareciam estar curtindo muito o trabalho conjunto. Quando perguntei a respeito, eles timidamente admitiram que seu uso do celular se estende a enviarem emoticons um ao outro de aposentos diferentes de casa, para “contar como estamos, se estamos com fome ou sono”.

É uma experiência que contrasta com as queixas de um par de colegas sobre a incompreensão de seus parceiros quanto a seus hábitos de uso de tecnologia – quanto mais usar a tecnologia para criar mais proximidade. Mas nos dois casos, os relacionamentos surgiram antes da revolução do smartphone, e são bastante sólidos em outras áreas.

Na semana passada a Flurry, uma companhia de análise de dados sobre o uso de tecnologia móvel, reportou que os consumidores dos Estados Unidos dedicam em média 220 minutos por dia aos seus celulares, um aumento de 35% ante o ano passado.

Nesse contexto, não só o risco de uso excessivo deveria ser levado em conta como deveríamos refletir sobre a melhor maneira de adaptar nossos costumes tecnológicos para evitar excluir as pessoas que nos são mais próximas. Como em qualquer relacionamento de longo prazo, é preciso encontrar terreno comum para lidar com os hábitos do parceiro. Mas se o namoro está só começando e você descobrir que seu novo parceiro é tecnologicamente incompatível, persistir pode ser perda de tempo.”

DO “FINANCIAL TIMES” – Tradução de PAULO MIGLIACCI

Publicado na Folha de São Paulo

7 práticas que tornam você mais inteligente

Artigos como este da Época Negócios, apresentam a fantástica capacidade da nossa mente de se renovar e o poder extraordinário que cada pessoa pode desenvolver a partir de novos hábitos e práticas.

Muito tem se falado a respeito do assunto e as comprovações científicas dessas teorias reafirmam a invencibilidade do ser humano determinado a superar suas dificuldades. Boa leitura!

“Por muito tempo, acreditou-se que as pessoas já nasciam com um certo nível de inteligência e que o melhor que podíamos fazer pela nossa vida era cumprirmos esse potencial. Novos estudos, no entanto, têm mostrado que é, sim, possível melhorar esse potencial. E que aprender novas habilidades ajuda o cerébro a criar novas conexões que nos fazem mais rápidos e eficazes. A revista Inc. apontou sete hobbies que ajudam nesse sentido. Confira abaixo:

1. Tocar um instrumento 
A música ajuda na criatividade, em habilidades analíticas e motoras, línguas e matemática. Tocar instrumentos leva à criação de novas conexões no cérebro, melhorando a execução de certas atividades, a memória e a resolução de problemas – não importa a sua idade

2. Ler
Os benefícios da leitura são os mesmo se você está lendo Game of Thrones, Harry Potter ou a última edição do Wall Street Journal. Ler reduz o estresse e melhora a inteligência. Como resultado, a leitura leva à uma facilidade maior na resolução de problemas, a reunir diversos conhecimentos obtidos no dia a dia da vida, a detectar padrões, a entender processos e a interpretar de modo mais preciso os sentimentos de outras pessoas

3. Exercitar-se regularmente
Exercícios ocasionais não funcionam. A máxima já é batida: é a regularidade do exercício que traz os benefícios, não a intensidade. Quando nos exercitamos regularmente, as células são inundadas com BDNF, uma proteína que auxilia na memória, no aprendizado, foco, concentração e raciocínio

4. Aprender uma nova linguagem
Esqueça a ideia de que resolver quebra-cabeças vai te ajudar a melhorar sua memória. Opte por aprender uma língua estrangeira no lugar. Novos estudos mostram que as pessoas que são bilíngues são melhores resolvendo quebra-cabeças do que quem fala apenas uma língua. Aprender com êxito novas línguas ajuda o cérebro a melhorar a performance na resolução de tarefas e em habilidades específicas, como planejamento e resolução de problemas

5. Cultive o seu conhecimento acumulado
Muitos estudantes considerados inteligentes no colégio, na realidade, estão apenas preparados para “os testes finais”. O problema é que eles tendem a decorar tópicos específicos para a prova com a mesma facilidade que esquecem aquele conhecimento. Essa é uma das razões pelas quais estudar uma nova língua ajuda a ficar mais inteligente, porque requer “conhecimento acumulativo”. Nós precisamos aprender em cima do que foi aprendido e a gramática e o vocabulário são repetidos diversas vezes, à medida que as habilidades vão aumentando. Portanto, procure novos atalhos para seus caminhos, faça observações, escreva, mantenha o pedaço de um jornal que traz uma informação que lhe chamou atenção. Comece a integrar todo o conhecimento – acumulando-o

6. Faça seu cérebro trabalhar
Sudoku, quebra-cabeças, jogos de tabuleiro, videogames e outras atividades similares. Elas ajudam a promover uma maior variedade e mudanças nas conexões neurais e nas sinapses, ou seja, na habilidade do cérebro de se organizar. Com isso, tornamos-nos conscientes de novos padrões e nossas habilidades cognitivas são aprimoradas

7. Meditação
A meditação tornou-se interessante para as pessoas ambiciosas, pois estudos mostram que podemos controlar nossas próprias ondas cerebrais e sentir o que nós queremos sentir sempre que queremos. Isso significa que podemos nos sentir mais poderosos antes de uma negociação, mais confiantes ao pedir um aumento e mais convincentes durante uma chamada de vendas. Focar no melhoramento do cérebro é uma boa ideia para quem sente que está acomodado profissionalmente, para profissionais ambiciosos e diversos empreendedores que procuram melhorar seu potencial”

Publicado originalmente em Época Negócios: http://epocanegocios.globo.com/Inspiracao/Carreira/noticia/2015/09/7-hobbies-que-te-tornam-mais-inteligente.html