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Hábitos de tecnologia compatíveis são essenciais para casais modernos

Já parou para pensar como a tecnologia influencia seus relacionamentos? Qual é o momento certo de se desconectar do mundo virtual e se conectar no real?

Este artigo publicado pela Folha de São Paulo trouxe uma excelente reflexão sobre o assunto. É possível tirar proveito das inúmeras informações que captamos pelo celular, por exemplo, e criar assuntos que irão estreitar ainda mais as relações humanas.

“Combinar o jogo” com aqueles que nos são próximos e encontrar o equilíbrio são algumas dicas interessantes. Um código, uma pergunta sutil ou um simples gesto poderá dizer ao outro que o limite está sendo ultrapassado e que é hora de se desconectar!

“Falando de um jeito equilibrado e tentado evitar um tom demasiadamente crítico, mas ainda assim parecendo cético, meu namorado diz: “Espero que você não esteja trabalhando”.

Durante uma pausa em nossa conversa, no jantar em um restaurante local, eu tolamente apanhei o celular no bolso, o destravei com uma mão só e, sim, enquanto o segurava por sob o tampo da mesa, estava discretamente tentando digitar uma resposta a um e-mail de trabalho. “Ahn… talvez”, eu consegui responder, apertando o botão de envio e guardando o celular.

Por sorte, ao longo de nosso relacionamento descobri que somos muito parecidos em nosso interesse pela tecnologia.

Excetuadas algumas diferenças de opinião sobre o uso de telefones em espaços públicos, nossos hábitos de tecnologia são notavelmente semelhantes, em termos de tempo dedicado a isso e tipo de conteúdo consumido. Eles geram conversas todos os dias (“ei, você leu aquele artigo no Reddit?”) Fico imaginando se o nosso namoro teria durado tanto caso não fôssemos tão tecnologicamente compatíveis.

E no entanto, as atitudes quanto a celulares e laptops não foram tema de discussão, ao contrário, por exemplo, de questões religiosas ou a vontade de ter filhos, quando começamos a sair três anos atrás. Tópicos pesados como esses em geral ocupam muito espaço nas vidas amorosas das pessoas de mais de 30.

Que os hábitos de uso da tecnologia não tenham sido incluídos na famosa conversa sobre “ei, será que estamos só perdendo nosso tempo com isso?” parece insensato, se levarmos em conta até que ponto as pessoas empregam seus aparelhos eletrônicos na presença dos outros, hoje.

De qualquer forma, 62% dos norte-americanos parecem concordar com meu namorado quanto a que usar o celular em um restaurante “não é OK, em geral”. Isso deixa os 38% que não veem problema nisso como possíveis companheiros de jantar para mim (ainda que, claro, nenhum deles deva ser companhia tão interessante quanto meu namorado).

Essas estatísticas foram publicadas no mês passado em um relatório sobre as constatações de uma pesquisa quanto à “etiqueta no uso de aparelhos móveis” conduzida pelo Pew Research Center. O relatório não cobre, no entanto, as atitudes dos casais quanto ao uso desse tipo de aparelho. Para descobrir o que as pessoas pensam sobre isso, é preciso recorrer a estudos acadêmicos.

No “International Journal of Neuropsychotherapy”, em 2014, pesquisadores da Universidade de Queensland, Austrália, delinearam uma investigação quanto ao impacto do uso de computadores de mesa, laptops, smartphones e televisores sobre os casais.

Eles propõem que “se um parceiro em um relacionamento se afasta de uma interação pessoal e dedica sua atenção à tecnologia (ou seja, ao laptop), o outro parceiro pode interpretar o fato como ameaça à sua necessidade de sentir envolvimento e controle sobre o relacionamento”.

O grau de intensidade dessa ameaça parece se relacionar ao menos em parte à maneira pela qual um aparelho é usado. Isso foi ilustrado pelos resultados de uma pesquisa conduzida por pesquisadores sobre 21 casais heterossexuais. A idade média dos casais era de 31 anos, e eles estavam juntos por em média aproximadamente seis anos.

O interessante é que os entrevistados que reportaram forte envolvimento e interação com seus parceiros quando estavam usando aparelhos também tenderam a reportar mais satisfação, concordância e sentimentos positivos sobre seus relacionamentos.

Acredito que eu tenha recentemente observado provas dessa afirmação no mundo real, durante um casamento realizado em um grande hotel perto de Bath. Diversas vezes durante a festa, uma mulher apanhava o celular para usar a câmera. Em cada ocasião, o marido a ajudava a encontrar a luz e composição certa para uma foto. Os dois pareciam estar curtindo muito o trabalho conjunto. Quando perguntei a respeito, eles timidamente admitiram que seu uso do celular se estende a enviarem emoticons um ao outro de aposentos diferentes de casa, para “contar como estamos, se estamos com fome ou sono”.

É uma experiência que contrasta com as queixas de um par de colegas sobre a incompreensão de seus parceiros quanto a seus hábitos de uso de tecnologia – quanto mais usar a tecnologia para criar mais proximidade. Mas nos dois casos, os relacionamentos surgiram antes da revolução do smartphone, e são bastante sólidos em outras áreas.

Na semana passada a Flurry, uma companhia de análise de dados sobre o uso de tecnologia móvel, reportou que os consumidores dos Estados Unidos dedicam em média 220 minutos por dia aos seus celulares, um aumento de 35% ante o ano passado.

Nesse contexto, não só o risco de uso excessivo deveria ser levado em conta como deveríamos refletir sobre a melhor maneira de adaptar nossos costumes tecnológicos para evitar excluir as pessoas que nos são mais próximas. Como em qualquer relacionamento de longo prazo, é preciso encontrar terreno comum para lidar com os hábitos do parceiro. Mas se o namoro está só começando e você descobrir que seu novo parceiro é tecnologicamente incompatível, persistir pode ser perda de tempo.”

DO “FINANCIAL TIMES” – Tradução de PAULO MIGLIACCI

Publicado na Folha de São Paulo

7 práticas que tornam você mais inteligente

Artigos como este da Época Negócios, apresentam a fantástica capacidade da nossa mente de se renovar e o poder extraordinário que cada pessoa pode desenvolver a partir de novos hábitos e práticas.

Muito tem se falado a respeito do assunto e as comprovações científicas dessas teorias reafirmam a invencibilidade do ser humano determinado a superar suas dificuldades. Boa leitura!

“Por muito tempo, acreditou-se que as pessoas já nasciam com um certo nível de inteligência e que o melhor que podíamos fazer pela nossa vida era cumprirmos esse potencial. Novos estudos, no entanto, têm mostrado que é, sim, possível melhorar esse potencial. E que aprender novas habilidades ajuda o cerébro a criar novas conexões que nos fazem mais rápidos e eficazes. A revista Inc. apontou sete hobbies que ajudam nesse sentido. Confira abaixo:

1. Tocar um instrumento 
A música ajuda na criatividade, em habilidades analíticas e motoras, línguas e matemática. Tocar instrumentos leva à criação de novas conexões no cérebro, melhorando a execução de certas atividades, a memória e a resolução de problemas – não importa a sua idade

2. Ler
Os benefícios da leitura são os mesmo se você está lendo Game of Thrones, Harry Potter ou a última edição do Wall Street Journal. Ler reduz o estresse e melhora a inteligência. Como resultado, a leitura leva à uma facilidade maior na resolução de problemas, a reunir diversos conhecimentos obtidos no dia a dia da vida, a detectar padrões, a entender processos e a interpretar de modo mais preciso os sentimentos de outras pessoas

3. Exercitar-se regularmente
Exercícios ocasionais não funcionam. A máxima já é batida: é a regularidade do exercício que traz os benefícios, não a intensidade. Quando nos exercitamos regularmente, as células são inundadas com BDNF, uma proteína que auxilia na memória, no aprendizado, foco, concentração e raciocínio

4. Aprender uma nova linguagem
Esqueça a ideia de que resolver quebra-cabeças vai te ajudar a melhorar sua memória. Opte por aprender uma língua estrangeira no lugar. Novos estudos mostram que as pessoas que são bilíngues são melhores resolvendo quebra-cabeças do que quem fala apenas uma língua. Aprender com êxito novas línguas ajuda o cérebro a melhorar a performance na resolução de tarefas e em habilidades específicas, como planejamento e resolução de problemas

5. Cultive o seu conhecimento acumulado
Muitos estudantes considerados inteligentes no colégio, na realidade, estão apenas preparados para “os testes finais”. O problema é que eles tendem a decorar tópicos específicos para a prova com a mesma facilidade que esquecem aquele conhecimento. Essa é uma das razões pelas quais estudar uma nova língua ajuda a ficar mais inteligente, porque requer “conhecimento acumulativo”. Nós precisamos aprender em cima do que foi aprendido e a gramática e o vocabulário são repetidos diversas vezes, à medida que as habilidades vão aumentando. Portanto, procure novos atalhos para seus caminhos, faça observações, escreva, mantenha o pedaço de um jornal que traz uma informação que lhe chamou atenção. Comece a integrar todo o conhecimento – acumulando-o

6. Faça seu cérebro trabalhar
Sudoku, quebra-cabeças, jogos de tabuleiro, videogames e outras atividades similares. Elas ajudam a promover uma maior variedade e mudanças nas conexões neurais e nas sinapses, ou seja, na habilidade do cérebro de se organizar. Com isso, tornamos-nos conscientes de novos padrões e nossas habilidades cognitivas são aprimoradas

7. Meditação
A meditação tornou-se interessante para as pessoas ambiciosas, pois estudos mostram que podemos controlar nossas próprias ondas cerebrais e sentir o que nós queremos sentir sempre que queremos. Isso significa que podemos nos sentir mais poderosos antes de uma negociação, mais confiantes ao pedir um aumento e mais convincentes durante uma chamada de vendas. Focar no melhoramento do cérebro é uma boa ideia para quem sente que está acomodado profissionalmente, para profissionais ambiciosos e diversos empreendedores que procuram melhorar seu potencial”

Publicado originalmente em Época Negócios: http://epocanegocios.globo.com/Inspiracao/Carreira/noticia/2015/09/7-hobbies-que-te-tornam-mais-inteligente.html

Como ter fluência em inglês estudando (só) pela internet

A Exame.com publicou umas dicas super interessantes para ter fluência em inglês estudando somente pela internet.

Cada vez mais saber inglês deixou de ser um diferencial, mas uma necessidade que abre portas e cria oportunidades.

Cumprir a agenda proposta abaixo exige determinação e disciplina. Então, conheça bem os seus objetivos, trace a sua meta e monte a sua estratégia, definindo pontos intermediários de alcance até chegar ao cumprimento total dos objetivos traçados.

““Estudar via internet sem a ajuda de profissionais é possível. Esse formato de curso pode ser adequado para quem busca justamente o desenvolvimento das habilidades que serão praticadas online: compreensão auditiva, leitura, escrita, vocabulário, estrutura gramatical e pronúncia”, diz Ecio Scandiuzzi, diretor do Berlitz Brasil.

O segredo para que o estudo dê resultado

“O aluno que opta por um curso via internet deve conhecer muito bem seus objetivos. A partir daí, deverá estabelecer uma meta, ou seja, quando ele precisa atingir esse objetivo”, diz Scandiuzzi.

Ele indica a definição de um programa de estudos, com carga horária semanal determinada. “Monitorar-se é muito importante: acompanhar se está cumprindo a carga horária a que se propôs a cada semana e também acompanhar o desempenho ao longo das atividades”, indica o diretor do Berlitz Brasil.

Roteiro diário

A partir de 15 minutos de estudo por dia, os resultados virão, segundo disse Rosângela Souza, sócia-diretora da Companhia de Idiomas, a EXAME.com. Confira o roteiro diário que ela indicou para quem já tem nível intermediário de domínio:

1. Segunda-feira: Ouça um curso ou uma palestra cujo assunto seja do seu interesse. Portais como TED e Cousera podem ser boas fontes.

2. Terça-feira: Fale com alguém no idioma. Uma conversa de 30 minutos já é suficiente para destravar o inglês.

3. Quarta-feira: leia notícias em inglês. Começar por notícias de que o contexto você já conhece é mais indicado caso tenha dificuldades de vocabulário.

4. Quinta-feira: estude gramática. O “English Grammar In Use” é um dos mais usados pelos estudantes.

5. Sexta-feira: ganhe repertório de palavras. A dica é contextualizar em frases novas palavras e termos que surgiram ao longo da semana. Aposte no uso de dicionários recomendados pelos professores.

6. Sábado: pegue a letra de uma música de que você já conhece e gosta. O objetivo é verificar vocabulário, estrutura e pronúncia.

7. Domingo: assista a um filme com som original em inglês prestando atenção à estrutura, palavras e pronúncia do idioma. Escolher legendas em inglês pode ser uma boa pedida.”

Leia a matéria na íntegra em Exame.com (publicação original).

 

Autoconhecimento: escolhas certas, decisões seguras!

Há alguns dias, conversava com um amigo sobre o coaching e ele me disse algo que me deixou um tanto intrigada. Ele me revelou que tem um certo medo de se conhecer melhor, pois teme o que irá encontrar…

Com base nisso, resolvi compartilhar com você o meu pensamento sobre autoconhecimento.

Antes, gostaria que analisasse apenas a palavra “conhecimento”: pense em algum assunto que você tenha total domínio, algo em que se considere um especialista. Como você conseguiu atingir esse estágio? Quanto tempo dedicou para chegar nesse nível de aprendizado?

Pois bem, vamos pensar agora no aprimoramento da autopercepção. Conhecer os seus valores, suas tendências e dons naturais fará você perceber os seus pontos fortes e fracos, os comportamentos positivos e negativos. Porém, não é tão simples como ler um texto e resumir seu conteúdo. Isso exigirá tempo e dedicação, assim como ter se especializado em determinada área para atuar nela.

O entendimento próprio possibilita traçar o desenvolvimento de novas habilidades e competências na direção dos seus objetivos e metas, ampliando oportunidades e reduzindo riscos.

Perceba, então, que o autoconhecimento é algo fantástico, porque além de permitir o desenvolvimento pessoal, amplia a segurança interna para a tomada de decisão, permite que faça escolhas conscientes e coerentes com as suas características pessoais. Consequentemente, reduz a ansiedade, cria motivação e promove mudanças de comportamento.

Veja, por exemplo, o que aconteceu comigo; esse olhar interior de forma pragmática, não ilusória, me despertou para o meu verdadeiro propósito de vida e hoje, me sinto cada dia mais energizada, podendo inspirar a outros nessa busca constante, com muita alegria, alto astral e disposição.

Portanto, se você pensa da mesma forma que o meu amigo, reflita sobre isso, dedique-se um tempo para se conhecer melhor e invista em você!

Provoque mudanças positivas em sua vida. Você perceberá que haverá ganhos incríveis!

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Wayniere Valim
Coach – Ways up Founder

5 traços dos líderes criativos

Muito se fala sobre liderança e suas peculiaridades, os caminhos percorridos para alcançar as mais altas competências de um líder, enfim, um assunto sempre em pauta. Afinal, é possível desenvolver essa competência ou é algo nato? Como identificar os verdadeiros líderes? E por que a criatividade é tão importante para aqueles que estão na linha de frente?

Analisando esse artigo da Época Negócios, por sinal, excelente, pude refletir sobre o papel da criatividade nos grandes líderes. Não resta a menor dúvida, esses perfis excepcionais possuem uma dose alta de criatividade, mas que, em minha opinião, devem ser embasados de uma dose igualmente alta de autogestão e autoconhecimento. A partir daí tudo acontece na direção da plenitude e do sucesso!

“A seguir, os cinco traços que, de acordo com Erik Wahl, os líderes mais criativos costumam ter.

1. Eles quebram paradigmas

Mudanças são constantes. Na natureza, na política, nos negócios. A única constância é a inconstância. Algumas pessoas esperam ser empurradas para posições de lideranças por forças ao redor. Mas os melhores líderes – de Joana D’Arc a Martin Luther King e Steve Jobs – primeiro impulsionaram-se a agir. Só depois, inspiraram as pessoas ao redor. Estão constantemente tendo novas ideias. Provocam mudanças e as encaram mesmo que os outros não os acompanhem.

“Talvez a única grande diferença entre líderes excelentes e líderes medianos seja que os excelentes estão dispostos a tomar iniciativas em vez de esperar que as circunstâncias direcionem suas vidas”, afirma Wahl. Isso significa sacudir crenças e instituições – missões que não costumam ser fáceis nem bem recebidas por todos. Porém, é isso o que os faz ótimos.

2. Eles escutam a intuição

“Há coisas que sabemos que são verdade e coisas que sentimos que são verdades”, diz o artista. Graças a nossa educação, a maioria de nós tende a inclinar-se sobre a base de conhecimento existente para resolver problemas e tomar decisões. Mas os melhores líderes são os que se dão conta de que as coisas que eles sentem – aquelas possibilidades que estão um pouco além do reino do conhecido – têm um valor especial também. A partir dessas intuições, eles têm insights relevantes.

A maioria de nós tem problemas em distinguir e equilibrar a lógica e a intuição. Mas a verdade é que essas faculdades não são opostas uma a outra. De fato, você precisa se dar conta de como elas trabalham juntas se você se tornar um verdadeiro líder criativo. O intelecto sem a intuição pode fazer uma pessoa inteligente, porém sem impacto. Intuição sem intelecto faz uma pessoa espontânea sem foco.

3. Eles se movem rapidamente

Um dos maiores obstáculos a qualquer um que tenta se comprometer com algo é o perfeccionismo – a necessidade de obter o valor exatamente correto antes de partir para o próximo passo. Os melhores líderes, no entanto, percebem que a perfeição é impossível, e que buscar a perfeição, muitas vezes, se torna um obstáculo ao que é o mais importante: o progresso. “A liderança requer a realização de progressos consistentes, não importa de que tamanho. Quanto mais rápido o passo, mais rápido o progresso”, afirma Wahl.

Não pense que você poderá dar um salto gigante só porque antes passou um tempão estudando-o de fora. Se simplesmente agir, vai superar os resultados mais rapidamente do que se ficar remoendo. Vá em frente e deixe saírem as faíscas. Você vai cometer erros. Mas no processo, vai aprender logo de uma vez e continuar se movendo – refinando suas habilidades e usando as faíscas para inflamar sua criatividade a níveis que você nem sabia que poderia atingir.

4. Eles têm convicções e as cumprem

“Não me pergunte o que o mundo precisa”, disse uma vez o grande líder dos direitos civis Howard Thurman. “Pergunte a si mesmo o que faz você ficar vivo. Porque o que o mundo precisa de pessoas vivas.” Há algo convincente sobre uma pessoa com convicção, concorde ou não com tudo o que ela represente. Porém, a convicção é rara, porque em nosso desejo por estabilidade e segurança, frequentemente cometemos o erro de olhar fora de nós em busca de direção, quando deveríamos procurar por ela dentro. Ao longo do tempo, podemos perder os sinais que mostram quem realmente somos e o que é realmente importante para nós.

Convicção pode ser cultivada – e esse é um processo que começa individualmente. Enquanto aqueles que vivem com grandes convicções sempre podem inspirá-lo, eles não sabem sobre suas paixões ou crenças particulares. Só você pode perguntar: “O que me faz sentir vivo?”. A partir daí, as lacunas entre quem você é e quem você ainda pode se tornar se tornam mais claras. Você pode descobrir que precisa de algo dramático como uma mudança de carreira, ou fazer o exercício de responder a essa pergunta pode ajudar a levá-lo, com mais consciência, ao caminho em que você já está. A chave é descobrir algo que sente estar destinado a fazer e entregar-se a isso.

5. Eles não sabem (apenas) o que é esperado deles

A habilidade de ter novas ideias é definitivamente uma característica dos grandes líderes. Eles são capazes de ir além da visão normal e imaginar novas possibilidades para definir o curso que será seguido por outros. Cada um de nós tem uma tremenda vocação para originalidade – afinal, somos únicos, no fim das contas –, mas atingir isso pode ser difícil. Por quê? Porque nossas vidas estão cheias de demandas – nossos trabalhos, nossas famílias – e nós desperdiçamos a maior parte do nosso precioso tempo e energia apenas tentando manter-nos onde estamos.

“A fim de libertar sua própria originalidade, você precisa estar disposto a parar de fazer apenas o que é requisitado ou esperado que você faça e começar a fazer coisas que só você pode fazer”, afirma Wahl. “Aquelas ideias e projetos que você mantém na estante até que você tenha tempo para elas”. A verdade é que nunca haverá um momento ideal para encará-los. Nunca haverá 100% de garantia de sucesso. Então, comece a executar seus projetos hoje e trabalhe neles dia após dia.

Ultimamente, a real diferença entre você e os líderes criativos que o inspiram é a ação. “Você tem a capacidade inata de desenvolver todas as qualidades que eles possuem”, diz o autor. A chave é começar. Comece hoje. Comece agora. Não espere até que a vida demande algo de você – isso sempre vai acontecer. Mas não é o que bons líderes fazem.”

Artigo publicado originalmente na Época Negócios: epocanegocios.globo.com/Inspiracao/Carreira/noticia/2015/08/5-tracos-dos-lideres-criativos.html 

Erik Wahl é autor do bestseller Unthink: Rediscover Your Creative Genius.

Otimize seu currículo para ser lido na tela do celular

Seu currículo está preparado para ser lido no celular? Se você nunca pensou nisso, trate de pensar.

Uma pesquisa recente encomendada ao Ibope pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República mostrou que o acesso à internet via smartphone cresceu 65% em 2014. Entre os entrevistados, 66% afirmaram se conectar à rede pelo celular.

Essa realidade não é diferente com os headhunters, que também acabam checando seus e-mails e, portanto, os currículos que chegam, pelo smartphone.

Abaixo, algumas digas e como otimizar o currículo para que ele apareça bem na tela do celular.

1. Simplicidade
Evite colunas, gráficos, imagens, cores e formatos diferentes. O melhor é deixar seu currículo simples, com uma fonte tradicional – como a Arial -, pois isso vai funcionar melhor quando ele for lido no celular

2. Fácil de baixar
As dicas acima servem também para deixar seu currículo leve, o que vai ajudar o headhunter a fazer o download do arquivo rapidamente. Evite qualquer artifício que deixe o documento pesado demais

3. Objetividade
De forma geral, as pessoas têm ainda menos paciência para ler textos longos no celular. Então, vá direto ao ponto. Minimize a necessidade de o headhunter ter que rolar a página para baixo muitas vezes e use o menor número de palavras possível. Além disso, coloque suas conquistas e principais habilidades logo no topo do currículo, onde você fala das suas experiências profissionais – e deixe o menos relevante para o pé do documento

4. Interatividade
Já que seu currículo está online, aproveite a possibilidade de usar hyperlinks. Faça isso, por exemplo, com seu e-mail e o telefone de contato

5. Checagem
Já otimizou seu currículo seguindo as dicas? Antes de mandá-lo a um headhunter, envie-o para você mesmo e cheque como o documento aparece na tela do celular. Se possível, faça o teste em dispositivos diferentes – iPhone e Android. Isso vai garantir que nada saia errado.

Autora: Adriana Fonseca, jornalista com mais de dez anos de experiência na cobertura de carreira e empreendedorismo. Já passou pelas redações do jornal Valor Econômico e da Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

Publicado originalmente na Work Life – Robert Half – Líder mundial em recrutamento especializado. worklife.roberthalf.com.br/curriculo-para-ser-lido-na-tela-do-celular/

Como manter a mente aberta e a esperança ativa

Nesta semana, vivenciei uma experiência que mexeu muito comigo, me trazendo valores inesquecíveis, então, gostaria de compartilhá-la com você.

Conheci uma pessoa fantástica, Jasna (“Iasna”), professora de uma escola infantil na Sérvia, dona de uma simpatia ímpar e uma cultura incrível, fala 5 idiomas e saiu do seu país em busca de oportunidades, por falta de condições de trabalho em sua terra.

Assim que nos encontramos, ela me perguntou de onde eu era e veja o que ela disse, quando falei que era brasileira:

-“Eu logo vi que você é diferente!”
-“Diferente?!”, pensei.
-“Sim, o sorriso, a disposição, a forma de se expressar, características marcantes dos brasileiros”.
-“Hum, nada mal”, refleti… (rs)
Ela completou: “Eu ensinei aos meus alunos a serem assim, que eles se sintam interessados por outras culturas, pelas histórias de outros povos, que estejam prontos para o aprendizado sempre…”

Vindo de uma pessoa de vasta cultura e que vivenciou tantas dificuldades em seu país, me senti honrada por representar as características do povo brasileiro e por ter demonstrado algumas atitudes que considero importantes.

O ponto principal aqui não é minhas características pessoais, mas a história de Jasna, que uso para fundamentar a minha dica de hoje, que, aliás, é muito simples, mas de um poder fantástico:

Não importa o quão difícil estejam as coisas, o quanto o nosso desafio seja gigantesco, nem mesmo o medo que sentimos: mantenhamos a nossa mente sempre aberta para novos aprendizados, vamos nos dispor a conhecer a história das pessoas com que nos relacionamos, conhecer a origem da empresa onde trabalhamos, outras áreas da companhia, o perfil dos nossos clientes, o produto que representamos. E, acima de tudo, vamos demonstrar a nossa capacidade de manter a esperança ativa, aquela que acredita em dias melhores e que não fica esperando acontecer, mas, repleta de atitudes corajosas.

Você verá que muitas oportunidades se abrirão e uma delas pode ser a sua chance de ouro.
Há um universo de possibilidades a sua frente, esperando apenas que você dê o primeiro passo.

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Wayniere Valim
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Chega de procrastinar: 5 táticas infalíveis!

“Naquela manhã de sábado, eu havia acordado bem disposta e decidida a começar a treinar na academia! Eu andava meio insatisfeita com o meu condicionamento físico e precisava tomar uma atitude. Como o tempo estava se fechando e a chuva cairia logo, resolvi deixar para segunda… Resultado? Isso aconteceu há dois meses e ainda nem fiz a minha matrícula…”

Essa história lhe parece familiar?

Então, não acontece só com você, acredite! A maioria das pessoas, de certa forma, costuma adiar alguma atividade importante ou deixá-la para a última hora, ou seja, procrastinar, especialmente com tantas distrações nos dias atuais.

Esse comportamento, porém, pode tornar-se um hábito e minar a sua produtividade, fazendo com que comece a adiar tudo aquilo que inicia. Isso gera uma enorme insatisfação pessoal, além dos sentimentos de impotência e incapacidade.

Pois bem, se isso incomoda você e se quer tomar alguma ação para trazer de volta a sua capacidade de realização, pegue a lista dos seus projetos/tarefas que há algum tempo deseja realizar e siga estas dicas valiosas:

#1. Escolha um item da lista, o que julgar mais importante neste momento, analise-o com cuidado e faça algumas perguntas: “O quanto esse projeto/tarefa é importante para mim?” “É compatível com a minha realidade? O resultado me motiva?”

#2. Identifique os benefícios tangíveis e psicológicos (intangíveis), aqueles que geram sentimentos e sensações. No caso acima, fazer exercícios físicos fará com que eu me sinta mais disposta, reduza algumas medidas (tangíveis), aumente minha autoestima, tenha reconhecimento dos outros, me traga mais felicidade (intangíveisl)… Deixe a imaginação fluir e perceba essas sensações.

#3. Um passo de cada vez. Quebre esse item/projeto em várias tarefas pequenas e defina a primeira ação: No caso do nosso exemplo: “I. Efetuar matrícula na academia; II Montar treino; III…”. Marque tudo na agenda, com dia e horário definidos. Não se esqueça de configurar algum tipo de alerta ou lembrete, fita amarrada ao dedo, post-it na geladeira… vale tudo! Isso gera comprometimento. Grandes tarefas são intimidadoras, pequenas tarefas não nos assustam tanto!

#4. Crie colaboração. Escolha uma pessoa que seja sua referência em disciplina e a comunique, dizendo que você tomou uma decisão importante, mas que precisa de ajuda. Essa pessoa deverá ajuda-lo a checar se a ação foi concluída no dia e hora pré-definidos. Isso o deixará mais determinado. Afinal, não vai querer decepcionar alguém que você admira…

#5. Comemore e se recompense. Depois de executar as tarefas, marque-as como concluídas, risque-as, com prazer, em cores bem fortes. Receba o próprio reconhecimento, comemore cada ação executada e se recompense fazendo alguns mimos, como ouvir uma música favorita, bater um papo com um amigo, assistir a um vídeo interessante, enfim, o que você perceber como um prêmio. Em último caso, até uma barra “pequena” de chocolate está valendo… (risos)

Pronto! Agora é definir as próximas ações, marcar na agenda e realizar cada passo em direção à meta traçada.

Faça o mesmo exercício com outros projetos ou tarefas da sua lista. Caso identifique algum que não seja realista no momento, transfira-o para a lista de desejos para se fazer em outra oportunidade.

Trazer ações como essas para o seu dia a dia, realizar cada etapa da sua meta e perceber os benefícios atingidos tornarão os seus projetos de vida mais realistas e provocarão uma enorme satisfação pessoal pelos resultados alcançados.

Desejo muitas realizações para você, com foco, disciplina e muitas recompensas!!!

PS. 1 – A fala no início da nossa newsletter é de uma coachee (cliente) da Ways up. Veja o resultado após o Coaching:
“…Inseri na minha rotina a prática de exercícios e uma alimentação equilibrada. Isso nunca conseguira fazer antes com tamanha disciplina e naturalidade. Eu não acreditava que era possível aderir à correria diária alguma preocupação com minha saúde…”

PS. 2 – Quer conhecer outros depoimentos? Acesse: www.waysup.com.br/depoimentos/

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5 maneiras de matar os seus sonhos

Quando traçamos algum objetivo em nossas vidas e decidimos ir ao seu encontro, criamos expectativas fantásticas, imaginamos o sucesso, vislumbramos as consequências dessa conquista, somos capazes até mesmo de perceber as sensações advindas do prazer da realização.

Esses sentimentos e imaginações são de grande valor, porque nos enchem de coragem para seguir em frente. Porém, é também importante perceber os motivos que tantas pessoas sonham e não conseguem realizar os seus projetos, o que, infelizmente, é muito comum.

É possível extrair desses “fracassos” algum aprendizado. Afinal, eu não preciso aprender apenas com os meus próprios erros, posso buscar experiências de outros que me mostrarão o que não deve ser feito para que meus projetos, meus sonhos e metas sejam alcançados.

A Bel Pesce, jovem escritora e empresária, reuniu com muita propriedade, cinco maneiras de matar os sonhos em um talk no TED, que achei fantástico:

1 – Acredite no sucesso da noite para o dia

2 – Acredite que alguém tem as respostas para você

3 – Decida se acomodar quando o crescimento estiver garantido

4 – Acredite que a culpa é de outra pessoa

5 – Acredite que somente os objetivos em si são importantes

Assista ao vídeo! Vale a pena:

 

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Como estabelecer a empatia e desenvolver relacionamentos

Já passou por alguma situação em que você decide se abrir com alguém sobre um problema ou dificuldade pessoal e subitamente ouve: “E eu, então! Tenho o mesmo problema…” ou “Ah! Já passei por isso muitas vezes…”?

Tive essa experiência e, confesso, não foi nada agradável… Senti-me desencorajada a continuar falando…

Talvez essa não seja a melhor forma de dizer que o problema seja de fácil solução, ou até mesmo, um contratempo comum. Reações como essa acabam distanciando as pessoas, além de transparecerem um certo ar de indiferença.

Analise agora a situação oposta, em que você é o ouvinte: consegue doar sua atenção ao outro? Como costuma se portar quando alguém chega até você para relatar uma situação difícil?

Bem, desenvolver a empatia e aprimorar relacionamentos no trabalho, na escola ou na família requer atenção e cuidado com o nosso comportamento.

Para mim, uma das habilidades mais adequadas nesse tipo de diálogo é ser um bom ouvinte: escutar atentamente, sem interromper quem está falando, sem julgar, sem colocar os seus valores e crenças ou adiantar sua expectativa.

Demonstre que está de fato presente e atento ao que ouve. Olhe nos olhos, acene positivamente com a cabeça, diga palavras como: “entendo”, “certo”, “sei”, confirmando sua atenção na conversa.

Se você quiser aproveitar esse momento para criar uma conexão ainda maior, pode fazer algumas perguntas poderosas, do tipo:

− Mas, quais riscos você tem medo de enfrentar?
− O que eu posso fazer por você?
− Você já pensou em alguma solução?
− Que outras situações semelhantes você já vivenciou que podem trazer alguma sugestão para este momento?

Ao ouvir atentamente e ser receptivo de forma incondicional, estará colocando em prática a sua empatia e, através de simples perguntas, estará direcionando o outro na busca da solução, com mais otimismo e disposição. Você perceberá que os seus relacionamentos serão mais intensos e terá excelentes oportunidades de contribuir com as pessoas ao seu redor.

Falando nisso… E eu, então, o que posso fazer por você?

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