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Empreendedorismo e Coaching

Imagine um processo que ajudará empreendedores e profissionais liberais a obterem melhor desempenho e resultados superiores. Hoje é muito comum encontrarmos pessoas que alcançaram o sucesso em seu próprio negócio, mas como elas conseguiram essa conquista? Qualquer pessoa pode ser um empreendedor? O que é preciso para ser um empreendedor de sucesso? Como construir um grande negócio?

É muito comum encontrar empreendedores sem tempo para aproveitar melhor as suas conquistas e que acabam passando anos sem tirar férias, alimentam-se de forma errada, o que causa desconforto diário e doenças precoces, além de dormirem pouco e mal, resultando em cansaço na maior parte do tempo.

O Coaching para empreendedores veio para otimizar e desenvolver competências, alinhar a atuação profissional de acordo com as metas de seu negócio, estimular e acompanhar o desenvolvimento, tanto pessoal quanto profissional, além de aumentar e melhorar a automotivação, o desempenho e o potencial de sucesso. Por meio do processo de Coaching os empreendedores poderão melhorar a qualidade dos relacionamentos, saberão como planejar e priorizar atividades que antecipem os resultados, aumentando também a confiança e a autoestima.

Coaching no empreendedorismo envolve analisar perfil e maturidade pessoal e profissional, mapear as competências existentes e também aquelas que podem ser desenvolvidas, planejar ações de desenvolvimento, capacitação e assessoria pessoal para estruturar o plano de execução.

Nesse mercado altamente competitivo o empreendedor precisa estar alinhado com seus valores, manter o foco e estar em desenvolvimento contínuo. Com a diversas ferramentas do Coaching à disposição, se o empreendedor utilizá-las corretamente, o ajudará muito, fazendo com que ele se liberte do seu emprego e ouse a dar um passo mais longo, firmando-se no ramo empresarial. O Coaching é um processo de apoio e autodescoberta, tem como objetivo ajudar nas tomadas de decisões.

Empreendedorismo é isso, um conjunto de escolhas que visa atingir um único objetivo: Montar uma Empresa de Sucesso.

Artigo extraído e adaptado de Portal IBC.

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Motivação: guia para ampliar sua performance pessoal

Você sabia que a motivação é um dos processos cognitivos mais importantes para o seu sucesso?

A motivação é a força interna que te empurra na direção das suas metas, objetivos e sonhos!

Atualmente, ouvimos muito falar sobre motivação.

Ela está em todo lugar: profissionais motivados são mais visados no mercado de trabalho, líderes se preocupam cada vez mais em motivar seus liderados e você encontra diversos recursos como vídeos e livros voltados para a motivação pessoal.

Mas do que se trata, verdadeiramente a motivação, e como ela pode te ajudar? Apesar de tantos materiais feitos para motivar, essa pode ser uma tarefa difícil quando você não entende muito bem o que é motivação, e como ela é gerada em você.

O coaching trabalha muito com a motivação. Isso porque ela é parte essencial do processo de mudança, de avanço.

Sem motivação, não adianta ter o melhor plano do mundo: você não consegue lidar com os obstáculos que encontrará pelo caminho.

A motivação é capaz de inspirar, instigar o indivíduo a seguir em frente e persistir. Trata-se de uma força interna surpreendente, e acreditamos que para alcançar qualquer objetivo ela é fundamental.

O que é motivação?

A motivação, segundo a psicologia e outras ciências humanas, trata-se de uma condição do organismo que influencia a direção de um comportamento.

Ou seja, trata-se de uma força ou impulso que leva à ação, visando atingir um objetivo.

Esse processo envolve fenômenos biológicos, emocionais e sociais. Ele é responsável por iniciar, direcionar e manter comportamentos que levam ao cumprimento de metas e objetivos.

Portanto, a motivação é um elemento essencial para o desenvolvimento humano.

Sem ela, cumprir as tarefas necessárias acaba sendo muito mais difícil, em especial quando nos deparamos com obstáculos e dificuldades.

Porque a motivação é importante?

Sem a motivação, é impossível atingir qualquer objetivo.

Por mais que se queira determinada carreira, formação ou conquista pessoal, sem a motivação não existe ação. E, como você certamente sabe, a ação é essencial: Não basta desejar, é preciso correr atrás.

Pessoas que aprendem como se automotivar enfrentam as dificuldades da vida com mais facilidade, e como consequência, conseguem chegar muito mais longe.

Por isso, o coaching considera importantíssimo o autoconhecimento e a reflexão: Através desses exercícios, você poderá descobrir suas fontes de motivação interna e usá-las a seu favor.

Como aumentar a minha motivação?

Agora que você já sabe a importância de se automotivar, é hora de aprender algumas técnicas e métodos que podem te ajudar nesse processo.

Autoestima e autoconfiança

Acreditar em si mesmo é um dos principais passos para se manter motivado. Sempre busque desenvolver a autoestima e a autoconfiança.

Conheça suas potencialidades, pois elas podem te ajudar a enfrentar dificuldades e se manter resiliente.

Mantenha o foco nas suas metas e sonhos

Não perder aquilo que você quer de vista é importantíssimo para se manter motivado. Nos momentos mais difíceis, é a expectativa de finalmente atingir seus objetivos que te mantém na luta por eles.

Por isso, nunca deixe de se lembrar o que você pretende alcançar e quais são os motivos para seu esforço.

Veja erros e falhas como aprendizado

Para muitas pessoas, os momentos mais desmotivadores são as falhas e erros cometidos pelo caminho. É importante se conscientizar, primeiramente, que esses eventos são inevitáveis. Pessoas que tentam e arriscam, invariavelmente, vão errar uma vez ou outra.

O truque é aprender a ver esses momentos como oportunidades: No resto do seu caminho, esses erros são experiências importantes. Eles te apontam o caminho correto e indicam que você não está acomodado em uma zona de conforto.

Pense positivo

Olhar a vida sob uma perspectiva otimista ajuda muito no processo de motivação. Enquanto pessoas negativas costumam enxergar apenas as dificuldades e obstáculos, as positivas encontram caminhos e oportunidades.

Não se trata de nunca se sentir mal: sentimentos negativos são naturais. Trata-se de saber aprender com experiências ruins, manter-se resiliente e não deixar de enxergar falhas como oportunidades de melhorar.

Frases, músicas e filmes

Existem muitas histórias, frases e músicas capazes de inspirar e motivar. Afinal, a arte imita a vida, e existem muitas produções que ressonam com nossos objetivos, histórias de vida e emoções.

Quando você encontrar mídia que proporcione esse tipo de motivação para você, não esqueça de guardá-la em uma coleção.

Sempre que você sentir que precisa lembrar dessas emoções, reveja e releia. Essa é uma maneira de se manter motivado. Se quiser, pode encontrar frases inspiradoras nesse post e alguns vídeos motivacionais nesse outro.

Motivação no ambiente de trabalho

Na vida profissional, manter a motivação é mais do que essencial. É fato que funcionários motivados oferecem muito mais benefícios para as empresas. Portanto, esse é um perfil muito visado para contratações e, principalmente, para promoções.

A motivação é especialmente importante nos cargos de liderança. No entanto, não deixa de ser fundamental em todos os colaboradores.

Profissionais motivados, além de gerarem melhores resultados, são mais fáceis de gerenciar.

Aquele colaborador sempre fará o seu melhor, não porque tem medo de ser demitido ou espera recompensas, mas por que gosta do que faz e sente-se reconhecido pelas suas habilidades.

De forma geral, a motivação é o principal fator impulsionador da sua carreira. Ela garante que você terá energia para deixar sua zona de conforto, tentar coisas novas e se arriscar.

E você, o que faz para se manter sempre motivado na busca pelos seus objetivos? Divida conosco nos comentários e não esqueça de deixar sua pergunta caso tenha ficado com alguma dúvida!

Artigo extraído e adaptado de Sbcoaching.

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A melhor forma de dizer a verdade

A melhor forma de dizer a verdade

Fazendo uma análise rápida nos grupos de pessoas que você se relaciona, você considera que as pessoas têm facilidade para dizer sempre a verdade?

Dizer a verdade em um ambiente de trabalho nem sempre é uma tarefa fácil. Mesmo quando há programas de avaliação de desempenho estruturados nas empresas, percebemos que a maioria esmagadora dos profissionais, mesmo em posição de liderança, mascara a verdade por receio de magoar as pessoas ou serem mal interpretados.

Se direcionamos o nosso olhar para o âmbito familiar e social, torna-se um desastre maior. O resultado acaba sendo relacionamentos dissolvidos, abandono do lar e ambientes de tensão conturbados pelas discussões e verdades ditas de forma dura e cruel.

Então, como é possível dizer a verdade sem ser cruel?

É necessário um ingrediente insubstituível, que não pode faltar quando queremos dar a alguém um feedback sem ferir sentimentos. Para mim, esse ingrediente principal é a Compaixão! Deveríamos até nomeá-la como uma competência essencial para qualquer posição de trabalho. E para que eu a tenha no trabalho, preciso antes exercitá-la em casa!

A compaixão está presente no nosso olhar acolhedor para o outro, na escuta atenta, no sorriso verdadeiro, no pensamento de bondade, no aperto de mão transmitindo confiança, no abraço simples que enlaça o outro, desejando felicidades. Compaixão é a capacidade de sentir o que o outro sente.

Deixamos de usá-la quando somos intolerantes com as perguntas repetitivas ou quando o outro não enxerga o que vemos; em momentos de impaciência ao explicar aquilo que para nós é tão simples; em situações em que usamos a ironia e o sarcasmo para repreender as pessoas a nossa volta ou para expressar ao outro um pensamento divergente; enfim, quando nos colocamos em uma posição superior. E mais, quando não nos permitimos errar e nos cobramos tanto a ponto de não enxergarmos as nossas próprias capacidades em uma ânsia inútil de atingir a perfeição. Neste caso, a falta de compaixão é consigo próprio.

Isso faz sentido para você?

Reflita então sobre o assunto, conecte-se ao seu Eu Maior, a sua essência (assista um vídeo sobre meditação), dispondo-se a entender que cada pessoa possui suas próprias características, suas dificuldades, seus medos e não são exatamente como queremos que elas sejam, porque assim como nós, elas são únicas.

Desejo que a sua compaixão para com o outro e para com você crie laços verdadeiros, fortaleça as suas amizades e permita despertar todo o seu potencial para a missão que abraçou em sua vida profissional e pessoal; que não se intimide diante das previsões pessimistas, nem tão pouco diante das próprias dificuldades!

“A verdade sem compaixão se torna crueldade – para os outros e para nós mesmos.” Schwartz e Loehr, do livro “The power of full engagement”

Um abraço de muita energia para você!

Wayne Valim

PS#1 – Uma forma de se conectar ao seu Eu Maior e à sua essência pode ser por meio da Meditação. E é sobre isso que falo no vídeo desta semana assista -> clicando aqui <-

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Como conseguir um horário na agenda de pessoas ocupadas demais para você

Perguntar “posso tomar um café com você para saber a sua opinião?” é provavelmente a pior maneira possível de tentar conseguir um horário com alguém que tem uma agenda cheia.

Jason, um empresário que conheço há mais de uma década, veio me visitar no sítio hoje. Ele estava comemorando a venda da sua empresa e apenas começando a pensar no que faria em seguida. Como ele não é do Vale do Silício, decidiu usar seu tempo aqui fazendo networking e se encontrando com outros executivos e investidores.

Eu recebo centenas de e-mails por dia, e um bom número deles são algo do tipo “queria te encontrar para tomar um café e discutir uma ideia” ou “eu só queria saber o que você acha de uma coisa”. Atualmente, uso alguns filtros para pescar os e-mails que chamam minha atenção, e estava curioso para ouvir o que o Jason — que eu acho que é muito bom em networking — faz para tentar marcar uma reunião na agenda de alguém ocupado.

“Ah, eu pergunto se podemos tomar um café para discutir uma ideia”… e eu suspiro.

Foi aí que eu percebi a maioria dos empreendedores não sabe como conseguir uma reunião com pessoas ocupadas demais para se encontrar com eles.

 

Foi então que eu criei o meu método para selecionar as pessoas com quem eu iria me encontrar.

O que você está oferecendo?

Eu não sou um investidor, então realmente não estou em busca de reuniões com empresários para fazer negócios. Participo dessas reuniões porque alguém está me pedindo algo — meu tempo — e eles acham que eu posso lhes dar conselhos.

SE EU TIVESSE UM TEMPO INFINITO, ACEITARIA CADA UM DESSES PEDIDOS DE “PODEMOS TOMAR UM CAFÉ?”. MAS EU NÃO TENHO.

Então eu agora priorizo as reuniões com um novo filtro: quem está me oferecendo algo em troca?

Não, não me oferecendo dinheiro. Nem ações. Mas sim quem está se oferecendo para me ensinar alguma coisa que eu não sei.

Os pedidos de reunião que agora vão para o topo da minha lista são aqueles dos poucos empresários inteligentes que dizem: “Queria marcar de tomar um café para discutir uma ideia e, em troca, eu vou te contar tudo sobre o que aprendi sobre X”.

Essa oferta de me ensinar algo muda o esquema de uma reunião de mão única (em que você está aprendendo comigo) para uma de mão dupla, em que estamos aprendendo um com o outro.

Isso tem uma outra consequência interessante para aqueles que estão pedindo o encontro, porque os obriga a pensar sobre o que eles sabem e o que aprenderam e se conseguem explicar isso para os outros de maneira coerente e convincente.

Ironia: é a descoberta do cliente

Pode ser que isso soe como um post sobre “como conseguir uma reunião com o Steve Blank”, mas a ironia é que isso de “pedir uma reunião de mão dupla” é como nós ensinamos os empresários a conseguirem suas primeiras reuniões de descoberta do cliente (customer discovery): não saia só pedindo o tempo dos clientes em potencial. Em vez disso, se ofereça para compartilhar o que aprendeu sobre a tecnologia, o mercado ou a indústria.

Isso vai aumentar suas chances em qualquer situação em que estiver precisando de um horário com pessoas muito ocupadas — sejam elas investidores, executivos ou empresários aposentados.

Lições aprendidas

  • Pedir para se encontrar para tomar um café é o mesmo que pedir um favor.
  • Se oferecer para compartilhar conhecimento é algo bem diferente.
  • Experimente, suas chances de conseguir uma reunião vão aumentar!
  • E as reuniões serão mais produtivas.

 

Blog do Steve Blank

Artigo extraído e adaptado do Site Endeavor.

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5 sinais de que você foi feito para empreender pelo mundo

Imagine ter um negócio próprio que permita não só a autonomia de decisões, mas também a autonomia de local de trabalho. Levando essa hipótese ao limite, seria possível até mesmo trabalhar entre viagens, pulando de país em país.

Com a democratização da tecnologia, um sonho como esse está cada vez mais próximo. A cada dia surgem novos empreendimentos “remotos”: ou seja, aqueles que não precisam de um ponto comercial para operar.

“Eu acho que o acesso dos brasileiros ao mundo, seja por meio da internet ou por viagens, aumentou. Nós sempre tivemos essa curiosidade de conhecer outros lugares e, quanto mais a gente se conecta, mais oportunidades vemos. Com isso, mais empreendemos”, analisa Marcelo Lage, fundador da consultoria de inovação e empreendedorismo Startify.

“Eu comecei a morar no Canadá em 2003. Nós últimos dois anos, a presença de empreendedores vem crescendo muito”, completa Rosa Maria Troes, presidente da agência de educação Canada Intercambio. “Os brasileiros vêm para estudar e acabam ficando, vendo que oportunidades de trabalhos complementares podem virar um negócio. Acredito que veremos muito mais disso nos próximos anos, com a regularização de muitos que já vieram para cá.”

Apesar de ser uma possibilidade tentadora, o medo costuma tomar conta da maioria na hora de realmente largar o emprego e decidir pela abertura de um negócio administrável de qualquer lugar com conexão à internet.

Segundo César Souza, fundador do Espaço do Empreendedor, o perfil do dono de um negócio no próprio país e do dono de um negócio internacional são diferentes entre si. “Uma coisa é o empreendedor começar um negócio dentro do território que domina, já conhecendo fornecedores e hábitos de clientes. Lá fora, é muito mais complexo.”

Você tem o sonho de abrir um negócio em qualquer lugar do mundo, mas não sabe se está pronto? Confira, a seguir, alguns sinais de que você tem o perfil necessário:

1. Você é aberto a novidades – mas sabe defender suas ideias

O primeiro grande sinal de que você pode empreender em diversos países é ter uma grande vontade de conhecer culturas diferentes – o que inclui as pessoas que poderão ser seus futuros consumidores. “Quando você abre um negócio, é para servir alguém. É preciso ter vontade, curiosidade e desejo de conhecer seus clientes”, diz Lage, da Startify.

Porém, apenas estar disposto a conhecer novas pessoas não o diferenciaria de um turista: para ser empreendedor, também é preciso querer sair do lugar comum. “Você precisa ser uma pessoa inconformada. Isso é importante para o empreendedor em geral, mas ainda mais para quem quer abrir negócios pelo mundo”, explica Troes, da Canada Intercambio.

Essa fuga do comum deve ser aparente na hora de apresentar sua ideia de negócio: é preciso ser flexível culturalmente, claro, mas sem ceder a identidade da sua empresa.

Digamos que você queira vender pão de queijo nos Estados Unidos: uma coisa é você estudar o mercado e saber fazer adaptações; outra é ser intimidado a ponto de perder oportunidades por não se posicionar o suficiente como produto inovador.

“É preciso manter um equilíbrio delicado entre trabalhar com hábitos locais sem se intimidar ou sucumbir totalmente à cultura do outro”, explica Souza, do Espaço do Empreendedor. “O empreendedor é o que toma iniciativa: se não tomar, é melhor ser um funcionário.”

2. Você é empático e sabe firmar relacionamentos

Todo mundo sabe que fazer um bom networking é essencial para a carreira, especialmente se ela envolver a criação de um negócio. Afinal, a sobrevivência da sua empresa dependerá de seus relacionamentos com fornecedores e clientes, por exemplo.

Saber praticar a empatia – ou seja, colocar-se no lugar do outro – é uma característica especialmente importante quando você abre um empreendimento em outro país.

“Uma criança americana pensa de forma muito diferente de uma criança brasileira, por exemplo. O empreendedor muitas vezes fica tão focado no produto, em desenvolver sua ideia e lançá-la no mercado, que não possui a empatia de se colocar no lugar do seu cliente. Pense: o que os consumidores daqui valorizam? Então quais desses benefícios eu vou dar para ele?”, indaga Souza, do Espaço do Empreendedor.

“Se eu consigo entender a pessoa com quem converso, vou saber como oferecer meu produto para ela. Com a empatia, essa conquista de uma relação acontecerá naturalmente, sem imposições”, completa Troes, da Canada Intercambio.

Para saber se você é realmente empático, avalie se suas ideias têm como propósito ajudar seus clientes, sua comunidade e até mesmo seu país de atuação.

3. Você é estudioso e sabe respeitar as regras do jogo em outro país

Muitos empreendedores focam nos estudos de cultura e de mercado e se esquecem de um detalhe muito importante: como funciona a burocracia empresarial no país de destino. Se você não tem o perfil para realmente estudar a legislação e respeitar cláusulas novas, pode ter um prejuízo enorme – e voltar para o Brasil com a mala vazia.

“Tenha respeito às regras do jogo e não pense que outros países são parecidos com o Brasil em termos contratuais, apenas por serem próximos. O Chile, por exemplo, é um dos países mais legislativos do mundo: se você assume um contrato, é preciso cumpri-lo ao pé da letra”, explica Souza, do Espaço do Empreendedor.

“Na hora de empreender em outro país, lembre-se: na dúvida, o conservadorismo manda ao entregar pedidos, fechar contratos e prestar contas.”

4. Você é independente

Parece óbvio, mas muitos aspirantes a empreendedores remotos não consideram o quão preparados estão para possivelmente abandonar suas conexões com o Brasil em prol do negócio.

“Sua vontade de fazer acontecer deve ser maior do que manter seus relacionamentos no país. É preciso ter uma certa independência”, explica Lage, da Startify.

“Muita gente não consegue conceber a ideia de deixar o Brasil e não ver com tanta frequência a família e os amigos. Isso pode afetar crucialmente seu desempenho: empreender não é fácil nem com os relacionamentos por perto, então imagine quando se está longe deles.”

5. Você é proativo (de verdade)

Ser “proativo” é uma característica que muitos gostam de colocar no currículo. Mas, para ser um empreendedor, é preciso transformar essa palavra em ação – e colocar a mão na massa de verdade.

Isso é especialmente verdade quando você quer empreender em um país diferente do seu: ter uma atitude positiva quanto aos problemas a solucionar é essencial para não se desmotivar e querer voltar para casa.

Não sabe se é o seu perfil? Troes, da Canada Intercambio, recomenda perguntar-se algumas questões: “Eu sou uma pessoa que contribui para o crescimento da empresa, trazendo soluções para problemas anteriores que nem são da sua área ou posição hierárquica?”; “Como vou fazer para que um problema não se repita e que, ao mesmo tempo, eu tire uma vantagem competitiva em cima dele?”; e “Eu costumo ir além do meu cantinho e penso como se eu fosse o dono da empresa?”.

 

Artigo extraído do site Exame.

 

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As 8 regras de ouro do feedback

Pretende dar feedback para um chefe, subordinado ou colega? Conheça 8 regras que garantem o sucesso da conversa.

Reuniões de feedback costumam dar calafrios em profissionais de todas as idades e níveis hierárquicos. E não só no caso do avaliado: quem precisa fazer comentários sobre o desempenho do outro também está sob pressão.

“Enquanto o executivo que recebe o feedback pode ter medo de ser humilhado, aquele que está falando teme que o outro se ofenda com os seus comentários e deixe de gostar dele”, explica o psicoterapeuta Luiz Fernando Garcia, CEO da Cogni-MGR.

Sob a influência de medos inconscientes, as duas partes tendem a entrar num modo defensivo – o que, além de gerar desgaste emocional, pode ameaçar a eficácia do processo.

Tomar certos cuidados antes, durante e depois da reunião pode evitar que a tensão coloque tudo a perder. Conheça 8 regras universais que garantem o sucesso da conversa em qualquer contexto hierárquico:

1. Comece sempre pelo que há de bom

O início da reunião deve ser leve e se concentrar sobre os pontos positivos da outra pessoa. Mas não pode ser falso. “Você precisa pensar em qualidades que realmente enxerga nela, algo que você sinta de verdade”. Elogios sinceros ajudam a diminuir as defesas do outro e a dissolvem parte da tensão da conversa.

2. Jamais seja genérico

Tanto comentários positivos quanto negativos precisam ser palpáveis. Segundo Garcia, o outro precisa construir uma imagem concreta daquilo que está sendo dito. Não adianta dizer, por exemplo, que você está insatisfeito com os atrasos da outra pessoa. É melhor trazer exemplos, citando datas e horários específicos em que ela cometeu os deslizes. O objetivo, aqui, é legitimar a sua crítica e trazer a discussão para um plano objetivo.

3. Crie um ambiente estratégico

Feedbacks não podem ser dados em qualquer lugar. A conversa jamais pode acontecer na frente da equipe, por exemplo, o que só serve para aumentar a preocupação do outro com a possibilidade de humilhação. “O ideal é que a outra pessoa decida onde se sente mais à vontade para conversar”, diz Garcia.

4. Estabeleça regras para a conversa

Para que a conversa não se reduza a um jogo de acusações e defesas, uma tática aconselhável é pedir que, enquanto você fala, o outro apenas escute. De acordo com Garcia, isso ajuda a conter explosões emocionais. “Você pode convidar a pessoa a anotar suas observações num papel se quiser, mas pedir que ela ouça os seus comentários como um ‘copo vazio’”, diz ele.

5. Evite o tom acusatório

Em vez de lançar frases como “você é” ou “você fez”, é melhor usar sentenças que comecem com “eu sinto que você é” ou “eu tive a sensação de que você fez”, por exemplo. Atribuir os seus comentários a uma percepção pessoal traz a “culpa” daquela crítica para você. Segundo Garcia, esse posicionamento alivia o outro e o torna mais receptivo.

6. Escute também

Depois de comunicar a sua avaliação, chega a hora de se calar e ouvir as respostas do outro. Aqui também vale a regra citada no item 4: baixar as defesas, anotar comentários numa folha de papel e permanecer até o fim sem retrucar.

7. Conclua de forma rápida

O fim da conversa deve ser uma breve recapitulação do que foi discutido, sem delongas. “Vocês não devem continuar discutindo indefinidamente”, diz Garcia. “É melhor concluir logo e deixar um ‘vazio’ no outro, para que ele continue pensando sobre o assunto depois, sozinho”. Ele compara a situação a uma sessão de psicanálise: o paciente só reflete sobre o que foi dito depois que deixa o divã e já está em casa.

8. Dê reforço positivo

A conversa produziu alterações visíveis na conduta da outra pessoa? Não deixe de dizer a ela que você percebeu. Porém, para não beirar o artificialismo, é importante não exagerar na dose. “Falar duas ou três vezes que você notou aquela mudança de comportamento é o suficiente para consolidá-la”, diz o psicoterapeuta.

Artigo extraído do site Exame.

 

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Como se livrar dos ladrões do seu tempo

A Matriz da Administração do Tempo de Stephen Covey, autor do best-seller “Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes”, nos ajuda a gerenciar e maximizar as horas diárias.

Matriz da Administração do Tempo

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Como se pode ver, os dois fatores que definem uma atividade são urgente e importante.

As atividades urgentes são aquelas que exigem atenção imediata e são frequentemente associadas com os objetivos de outras pessoas. Um telefone que toca é urgente. Já as atividades importantes tem a ver com resultados e estão correlacionadas com a realização dos nossos objetivos pessoais e profissionais.

Você pode levar horas preparando um material para apresentar ao seu chefe, marcar hora, se apresentar preparado, mas se o telefone tocar no momento de sua apresentação, ele certamente o deixará esperando, não é mesmo?

Assuntos urgentes normalmente são óbvios. Eles nos pressionam; insistem para que alguma providência seja tomada. De costume, estão bem na nossa frente. E com frequência são agradáveis, fáceis, divertidos de resolver, mas não são importantes!

A importância, por outro lado, tem a ver com resultados. Se algo é importante, contribui para nossa visão, missão, nossos valores e metas prioritárias.

Nós reagimos a questões urgentes. As questões importantes que não são tão urgentes exigem mais iniciativa, mais proatividade. Precisamos agir para aproveitar as oportunidades, para fazer com que as coisas aconteçam.

As pessoas que não se preocupam em gerenciar as horas diárias costumam gastar 90% do tempo no quadrante I, e boa parte dos 10% restantes no quadrante IV, dedicando pouca atenção aos quadrantes II e III. Resultado: estresse e sentimento de que elas estão sempre administrando crises e apagando incêndios.

Já as pessoas eficazes investem a maior parte do tempo no quadrante II, e procuram reduzir ao máximo a dedicação no quadrante I. Ou seja, elas não vivem voltadas para os problemas, e sim para as oportunidades. Seguem três dicas para você também mudar o foco do quadrante I para o II:

    1. Use o tempo em ligações, não em e-mails. É muito mais rápido fazer uma ligação e receber respostas imediatas do que ficar esperando alguém responder uma mensagem.
    2. Planeje o seu dia. O planejamento deve incluir a preparação para reuniões, telefonemas e um tempo para adquirir novos conhecimentos.
    3. Evite distrações. As pessoas costumam gastar cerca de 20% dos preciosos minutos em atividades improdutivas.

 

Artigo extraído e adaptado do site Itaú e do livro “Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes”.

 

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Diga isto quando o recrutador perguntar qual é o seu pior defeito

Workaholic. Perfeccionista. Dedicado demais ao trabalho. Essas são algumas das respostas mais ouvidas em entrevistas de emprego à famigerada questão: “Qual é o seu principal defeito?”. O truque é manjado: temendo revelar suas falhas verdadeiras e ser reprovado na seleção, o candidato faz elogios disfarçados a si mesmo. Quem não contrataria uma pessoa cujo único problema é gostar demais de trabalhar?

Não funciona. “Se o avaliador é minimamente experiente, vai perceber que o candidato não está sendo sincero e quer esconder alguma coisa”, afirma Guilherme Malfi, gerente de recrutamento da consultoria Talenses.

Ao fazer a clássica pergunta, o recrutador tem três objetivos em mente.

O primeiro é simples e direto: conhecer os pontos que o profissional à sua frente ainda precisa desenvolver. Isso é essencial para saber se ele está preparado para assumir imediatamente a vaga, ou se será preciso treiná-lo em algum aspecto técnico ou comportamental depois de contratá-lo.

A segunda intenção, um pouco mais sutil, é investigar o grau de autoconhecimento do candidato.

“A sua resposta revela muito sobre o seu grau de maturidade e inteligência emocional”, diz Malfi. “Quem tem consciência das próprias lacunas é muito valorizado pelo mercado, porque a consciência daquilo que você não sabe é o primeiro passo para o aprendizado”.

O terceiro intuito é avaliar a sua abertura às críticas, diz Isis Borge, gerente da consultoria de recrutamento Robert Half. Segundo ela, a resposta do candidato mostrará se ele é humilde o suficiente para reconhecer suas próprias fraquezas e se abrir a eventuais feedbacks negativos — uma capacidade que será fundamental no dia a dia caso ele seja contratado.

Naturalmente, não existe resposta certa ou errada para esse questionamento: a única regra é dizer a verdade.

Sinceridade ou sincericídio?

Ninguém gosta de expor suas falhas. Portanto, para conversar tranquilamente sobre os seus defeitos com o recrutador, é preciso entender a entrevista de emprego como um momento excepcional, único, atípico, totalmente diferente de qualquer outra situação social.

“Tire o peso atribuído culturalmente a essa pergunta e tente enxergá-la de outra forma, como uma ferramenta usada por outra pessoa para conhecer você de forma mais profunda”, afirma Borge. “Tire as máscaras e seja tão honesto com o recrutador quanto seria com você mesmo”.

A chave para deixar de enxergar a sinceridade como algo perigoso em um processo seletivo é compreender que nenhuma empresa séria e madura tem a pretensão de contratar um profissional perfeito. É aceitável e até esperado que você tenha problemas e dificuldades. Com um detalhe: é altamente desejável que você saiba muito bem quais eles são.

“No passado, era inadmissível dizer numa entrevista que você é uma pessoa desorganizada, por exemplo, era sinônimo de desclassificação”, afirma Malfi. “Hoje, as empresas estão muito mais abertas à sinceridade, preferem jogar um jogo mais transparente com os profissionais antes de contratá-los, para evitar surpresas desagradáveis depois”.

Ser honesto não é mais um risco, mas uma necessidade — tanto para ter um bom resultado na entrevista quanto para ser feliz no emprego que você eventualmente vai conseguir. Afinal, se os seus defeitos são considerados inaceitáveis pela empresa a ponto de eliminar você do processo seletivo, isso significa que você e aquele empregador não combinam e não serão felizes juntos.

A partir desse raciocínio, Borge e Malfi dão 3 conselhos básicos para se preparar para a pergunta mais temida da entrevista de emprego:

1. Pense a respeito do assunto com antecedência

Não necessariamente você será confrontado com o questionamento sobre os seus defeitos, mas é bom estar preparado para ela se acontecer. A dica de Malfi é dedicar um tempo antes da entrevista para pensar profundamente sobre as suas fraquezas, tanto técnicas quanto comportamentais.

Como vão suas habilidades de escrita? Você tem dificuldade com números? Seu inglês anda enferrujado? Tem facilidade para se relacionar com pessoas diferentes de você? Consegue administrar seu tempo ou vive correndo atrás do relógio? Perguntas desse tipo podem guiar a sua reflexão e produzir boas conclusões. “Com essa preparação, você irá para a entrevista com uma resposta clara, embasada e sincera na ponta da língua”, diz o gerente da Talenses.

2. Peça feedback

Mesmo pessoas com altíssimo grau de inteligência emocional não têm condições de saber tudo a seu próprio respeito. Por isso, antes da entrevista de emprego, é importante perguntar para profissionais que convivem com você quais são as principais falhas que eles percebem nas suas entregas e no seu comportamento de forma geral.

De acordo com Borge, é interessante ouvir o feedback de chefes, pares e subordinados. Quanto mais diversos forem os perfis dessas pessoas, melhor. Se você ainda não tem muita experiência profissional, vale também perguntar para familiares e amigos. O importante é ter uma visão externa sobre quem você é (ou aparenta ser).

3. Estude o perfil da empresa e os requisitos da vaga

Certo e errado podem ser conceitos muito relativos. A competitividade, por exemplo, é uma grande qualidade para empresas que valorizam o trabalho individual e a disputa agressiva por resultados. Por outro lado, pode ser um sério defeito sob o ponto de vista de um empregador com modelo de trabalho colaborativo e avesso ao “estrelismo” de um ou outro funcionário.

Na sua preparação, orienta Borge, busque investigar a fundo qual é a cultura da empresa e as características do cargo que você está pleiteando. Só assim você vai saber o que o recrutador realmente quer dizer com a palavra “defeito”.

Artigo extraído e adaptado do site Exame.

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5 táticas radicais de cortar a fofoca pela raiz no trabalho

Elas podem até parecer inofensivas, mas fofocas comprometem a imagem profissional em níveis maiores do que muita gente imagina, além de tornar tóxico o ambiente de trabalho.

O casal que se formou no trabalho, o novo chefe que vai chegar, a vida pessoal de um colaborador que vai mal, o próximo na lista de demissões, os motivos escusos que levaram o analista da sala ao lado ao posto de gerente.

Se o seu passatempo preferido no trabalho é espalhar informações não oficiais sobre a empresa e a vida alheia, atenção! Você já pode estar taxado como o fofoqueiro do escritório. E isso não é nada bom para a sua carreira.

“Todo mundo sabe quem é o fofoqueiro. E essas pessoas não são bem vistas e perdem a credibilidade”, diz a consultora Marisol Camarinha, do Great Group.

Para quem quer fugir deste tipo de comportamento, a consultora recomenda 5 atitudes bem radicais, diga-se de passagem. Confira e faça os ajustes que considerar necessários na sua postura profissional:

1 Não ouvir

Controle a curiosidade em ouvir a mais recente fofoca que começa a circular no escritório.

“Quando ouvimos algo ficamos logo tentados a passar adiante, nem que seja para dizer que não concordamos”, diz Marisol.

Segundo a consultora, ao menor sinal da frase clássica “está sabendo da última” seja objetivo. “Use seu melhor sorriso e responda que não quer saber”, recomenda.

Radical demais? Para quem não se sente à vontade, o coach Homero Reis recomenda um comportamento mais brando.

“Toda ação radical pode até resolver um problema, mas pode criar problemas maiores. Nesse caso corta-se a fofoca, mas perde-se a amizade”, diz.

“Se o ouvinte é capaz de fazer perguntas poderosas que indiquem que o que o colega está falando não se sustenta, ela vai contribuir para o desenvolvimento desta pessoa”, diz.

Portanto, se a pessoa que vem transmitir a fofoca é alguém com que você quer manter o bom relacionamento, ouça, mas tente mostrar – a partir de perguntas – que trata-se menos de uma verdade e mais uma impressão, recomenda Reis.

2 Não revele

Optou por ouvir o fofoqueiro?. Quebre o ciclo e não retransmita a fofoca para os outros colegas. As 3 peneiras (cuja a ideia é atribuída ao filósofo grego Sócrates) são ótimos balizadores na hora de decidir se vale ou não repassar uma informação, segundo Marisol.

“Só fale ao outro aquilo que for bom, útil e necessário. Se o assunto não passa por estas peneiras, guarde para você”, recomenda.

3 Não seja o difusor de informações que podem virar fofoca

Muitas vezes, em razão da sua posição na empresa, as notícias chegam. Não seja você o difusor de uma informação que pode se transformar no “zum-zum-zum” do dia. O mesmo vale quando se é testemunha de um fato. Não conte o que viu, não crie terreno fértil para a fofoca.

4 Não se omita

Nem sempre isso é possível. E é preciso coragem e ousadia para não ser omisso e esclarecer a fofoca diretamente com o seu alvo. “Procure a pessoa e abra o jogo, com respeito”, diz a consultora.

Não é preciso revelar ao alvo quem é o fofoqueiro de plantão, mas ao contar que ficou sabendo de uma fofoca que a envolvia e que gostaria de esclarecer o fato, a chance é grande de ganhar um novo aliado.

5 Não se comprometa

A tática radical recomendada por Marisol é responder a perguntas com outras perguntas. Ao ser inquirido sobre o que aconteceu em uma reunião que já está sendo tema das fofocas de corredor, pergunte: “Por que você quer saber?”.

Se ele responder, “por nada”, então lhe diga, “então, não há porque saber”. Se o fato de já haver comentários for o motivo do interesse a melhor resposta, diz Marisol, é responder: “um bom motivo para ficarmos calados, pois comentários não são bons para a reputação de ninguém.

Artigo extraído e adaptado do site Exame.

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Os desafios das mulheres no mercado de trabalho

Embora ainda ganhem menos do que os homens, as mulheres têm um superpoder: o de conciliar as diversas áreas da vida.

Não é de hoje que ouvimos sobre as dificuldades das mulheres no mercado de trabalho. Exemplo disso é o relatório do Fórum Econômico Mundial que afirma que a igualdade de gêneros só será possível em 2095 e que a disparidade, quando se trata de participação econômica e oportunidades para as mulheres, gira em torno de 60%.

O Brasil por sua vez está em 124º lugar, entre 142 países, no ranking de igualdade de salários. Somos o penúltimo das Américas, ficando à frente apenas do Chile. Em terras brasileiras, essa diferença salarial é uma variável que chama a atenção de imediato – já que o público feminino ganha em média 73,7% do salário recebido pelos homens, de acordo com a última pesquisa da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios).

Contudo, essa é apenas uma das facetas do problema. Há ainda outros desafios a serem vencidos, como o preconceito que as mulheres, inconscientemente, têm em relação a si próprias. Mergulhadas como estão no caldo cultural, elas imaginam que não são capazes de atingir outros níveis dentro da organização porque ou não fazem o suficiente ou não são boas o suficiente. Para ter uma ideia, só uma entre quatro mulheres estavam confiantes de que receberiam aumento de salário em 2015, segundo dados da Glassdor, do Reino Unido.

Mas isso é um ledo engano. As mulheres têm um “superpoder”: o de conciliar as diversas áreas da vida. Exemplo disso é Joy Mangano, que teve recentemente sua vida retratada no filme homônimo e que conciliou a jornada de mãe solteira com a de inventora, tornando-se assim uma das empreendedoras de maior sucesso dos Estados Unidos.

No Brasil, a representatividade dessa habilidade feminina fica por conta da Heloísa Assis, a Zica, que passou dez anos pesquisando uma fórmula para relaxar os cabelos, dando origem mais tarde a rede Beleza Natural. Hoje ela possui 40 unidades, incluindo institutos, lojas de produtos e quiosques.

Embora haja esses exemplos inspiradores, a grande maioria deles vem das empreendedoras, pois dentro da carreira corporativa as chances da igualdade da mulher no mercado de trabalho perante os homens é ainda uma realidade distante.

Assim, o questionamento é: há uma forma de reverter esse cenário? Sim, há uma luz no fim do túnel que passa pela participação efetiva dos presidentes que precisam incluir, de fato, políticas de diversidade nas empresas. É necessário que eles verifiquem constantemente se as políticas de inclusão estão sendo realmente eficazes.

Mas, como fazer isso? A única forma é analisar cuidadosamente os dados da empresa no que diz respeito aos seus programas de promoção e verificando a quantidade de profissionais do sexo masculino e feminino que entraram na corporação em comparação com aqueles que conseguiram alcançar ouros níveis hierárquicos. Por exemplo, qual é a proporção de homens promovidos para gerentes nos primeiros cinco anos? E qual a proporção de mulheres promovidas? Essa pode ser uma métrica eficiente para ajudar o CEO a identificar quais são os gargalos e os pontos que devem ser desenvolvidos.

Além disso, é preciso que o líder fique atento ao preconceito invisível que ele próprio possui e que pode fazer com que não enxergue a disparidade de gêneros. Essa tarefa de autoconhecimento e de ver a realidade livre de julgamentos não é tarefa fácil, mas pode ficar mais leve se ele contar com o apoio de um Coach, por exemplo. É preciso olhos atentos e mente aberta para enxergar o contexto como um todo e de forma imparcial.

Artigo extraído e adaptado do site Você S/A.

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