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A melhor forma de dizer a verdade

A melhor forma de dizer a verdade

Fazendo uma análise rápida nos grupos de pessoas que você se relaciona, você considera que as pessoas têm facilidade para dizer sempre a verdade?

Dizer a verdade em um ambiente de trabalho nem sempre é uma tarefa fácil. Mesmo quando há programas de avaliação de desempenho estruturados nas empresas, percebemos que a maioria esmagadora dos profissionais, mesmo em posição de liderança, mascara a verdade por receio de magoar as pessoas ou serem mal interpretados.

Se direcionamos o nosso olhar para o âmbito familiar e social, torna-se um desastre maior. O resultado acaba sendo relacionamentos dissolvidos, abandono do lar e ambientes de tensão conturbados pelas discussões e verdades ditas de forma dura e cruel.

Então, como é possível dizer a verdade sem ser cruel?

É necessário um ingrediente insubstituível, que não pode faltar quando queremos dar a alguém um feedback sem ferir sentimentos. Para mim, esse ingrediente principal é a Compaixão! Deveríamos até nomeá-la como uma competência essencial para qualquer posição de trabalho. E para que eu a tenha no trabalho, preciso antes exercitá-la em casa!

A compaixão está presente no nosso olhar acolhedor para o outro, na escuta atenta, no sorriso verdadeiro, no pensamento de bondade, no aperto de mão transmitindo confiança, no abraço simples que enlaça o outro, desejando felicidades. Compaixão é a capacidade de sentir o que o outro sente.

Deixamos de usá-la quando somos intolerantes com as perguntas repetitivas ou quando o outro não enxerga o que vemos; em momentos de impaciência ao explicar aquilo que para nós é tão simples; em situações em que usamos a ironia e o sarcasmo para repreender as pessoas a nossa volta ou para expressar ao outro um pensamento divergente; enfim, quando nos colocamos em uma posição superior. E mais, quando não nos permitimos errar e nos cobramos tanto a ponto de não enxergarmos as nossas próprias capacidades em uma ânsia inútil de atingir a perfeição. Neste caso, a falta de compaixão é consigo próprio.

Isso faz sentido para você?

Reflita então sobre o assunto, conecte-se ao seu Eu Maior, a sua essência (assista um vídeo sobre meditação), dispondo-se a entender que cada pessoa possui suas próprias características, suas dificuldades, seus medos e não são exatamente como queremos que elas sejam, porque assim como nós, elas são únicas.

Desejo que a sua compaixão para com o outro e para com você crie laços verdadeiros, fortaleça as suas amizades e permita despertar todo o seu potencial para a missão que abraçou em sua vida profissional e pessoal; que não se intimide diante das previsões pessimistas, nem tão pouco diante das próprias dificuldades!

“A verdade sem compaixão se torna crueldade – para os outros e para nós mesmos.” Schwartz e Loehr, do livro “The power of full engagement”

Um abraço de muita energia para você!

Wayne Valim

PS#1 – Uma forma de se conectar ao seu Eu Maior e à sua essência pode ser por meio da Meditação. E é sobre isso que falo no vídeo desta semana assista -> clicando aqui <-

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Como conseguir um horário na agenda de pessoas ocupadas demais para você

Perguntar “posso tomar um café com você para saber a sua opinião?” é provavelmente a pior maneira possível de tentar conseguir um horário com alguém que tem uma agenda cheia.

Jason, um empresário que conheço há mais de uma década, veio me visitar no sítio hoje. Ele estava comemorando a venda da sua empresa e apenas começando a pensar no que faria em seguida. Como ele não é do Vale do Silício, decidiu usar seu tempo aqui fazendo networking e se encontrando com outros executivos e investidores.

Eu recebo centenas de e-mails por dia, e um bom número deles são algo do tipo “queria te encontrar para tomar um café e discutir uma ideia” ou “eu só queria saber o que você acha de uma coisa”. Atualmente, uso alguns filtros para pescar os e-mails que chamam minha atenção, e estava curioso para ouvir o que o Jason — que eu acho que é muito bom em networking — faz para tentar marcar uma reunião na agenda de alguém ocupado.

“Ah, eu pergunto se podemos tomar um café para discutir uma ideia”… e eu suspiro.

Foi aí que eu percebi a maioria dos empreendedores não sabe como conseguir uma reunião com pessoas ocupadas demais para se encontrar com eles.

 

Foi então que eu criei o meu método para selecionar as pessoas com quem eu iria me encontrar.

O que você está oferecendo?

Eu não sou um investidor, então realmente não estou em busca de reuniões com empresários para fazer negócios. Participo dessas reuniões porque alguém está me pedindo algo — meu tempo — e eles acham que eu posso lhes dar conselhos.

SE EU TIVESSE UM TEMPO INFINITO, ACEITARIA CADA UM DESSES PEDIDOS DE “PODEMOS TOMAR UM CAFÉ?”. MAS EU NÃO TENHO.

Então eu agora priorizo as reuniões com um novo filtro: quem está me oferecendo algo em troca?

Não, não me oferecendo dinheiro. Nem ações. Mas sim quem está se oferecendo para me ensinar alguma coisa que eu não sei.

Os pedidos de reunião que agora vão para o topo da minha lista são aqueles dos poucos empresários inteligentes que dizem: “Queria marcar de tomar um café para discutir uma ideia e, em troca, eu vou te contar tudo sobre o que aprendi sobre X”.

Essa oferta de me ensinar algo muda o esquema de uma reunião de mão única (em que você está aprendendo comigo) para uma de mão dupla, em que estamos aprendendo um com o outro.

Isso tem uma outra consequência interessante para aqueles que estão pedindo o encontro, porque os obriga a pensar sobre o que eles sabem e o que aprenderam e se conseguem explicar isso para os outros de maneira coerente e convincente.

Ironia: é a descoberta do cliente

Pode ser que isso soe como um post sobre “como conseguir uma reunião com o Steve Blank”, mas a ironia é que isso de “pedir uma reunião de mão dupla” é como nós ensinamos os empresários a conseguirem suas primeiras reuniões de descoberta do cliente (customer discovery): não saia só pedindo o tempo dos clientes em potencial. Em vez disso, se ofereça para compartilhar o que aprendeu sobre a tecnologia, o mercado ou a indústria.

Isso vai aumentar suas chances em qualquer situação em que estiver precisando de um horário com pessoas muito ocupadas — sejam elas investidores, executivos ou empresários aposentados.

Lições aprendidas

  • Pedir para se encontrar para tomar um café é o mesmo que pedir um favor.
  • Se oferecer para compartilhar conhecimento é algo bem diferente.
  • Experimente, suas chances de conseguir uma reunião vão aumentar!
  • E as reuniões serão mais produtivas.

 

Blog do Steve Blank

Artigo extraído e adaptado do Site Endeavor.

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5 sinais de que você foi feito para empreender pelo mundo

Imagine ter um negócio próprio que permita não só a autonomia de decisões, mas também a autonomia de local de trabalho. Levando essa hipótese ao limite, seria possível até mesmo trabalhar entre viagens, pulando de país em país.

Com a democratização da tecnologia, um sonho como esse está cada vez mais próximo. A cada dia surgem novos empreendimentos “remotos”: ou seja, aqueles que não precisam de um ponto comercial para operar.

“Eu acho que o acesso dos brasileiros ao mundo, seja por meio da internet ou por viagens, aumentou. Nós sempre tivemos essa curiosidade de conhecer outros lugares e, quanto mais a gente se conecta, mais oportunidades vemos. Com isso, mais empreendemos”, analisa Marcelo Lage, fundador da consultoria de inovação e empreendedorismo Startify.

“Eu comecei a morar no Canadá em 2003. Nós últimos dois anos, a presença de empreendedores vem crescendo muito”, completa Rosa Maria Troes, presidente da agência de educação Canada Intercambio. “Os brasileiros vêm para estudar e acabam ficando, vendo que oportunidades de trabalhos complementares podem virar um negócio. Acredito que veremos muito mais disso nos próximos anos, com a regularização de muitos que já vieram para cá.”

Apesar de ser uma possibilidade tentadora, o medo costuma tomar conta da maioria na hora de realmente largar o emprego e decidir pela abertura de um negócio administrável de qualquer lugar com conexão à internet.

Segundo César Souza, fundador do Espaço do Empreendedor, o perfil do dono de um negócio no próprio país e do dono de um negócio internacional são diferentes entre si. “Uma coisa é o empreendedor começar um negócio dentro do território que domina, já conhecendo fornecedores e hábitos de clientes. Lá fora, é muito mais complexo.”

Você tem o sonho de abrir um negócio em qualquer lugar do mundo, mas não sabe se está pronto? Confira, a seguir, alguns sinais de que você tem o perfil necessário:

1. Você é aberto a novidades – mas sabe defender suas ideias

O primeiro grande sinal de que você pode empreender em diversos países é ter uma grande vontade de conhecer culturas diferentes – o que inclui as pessoas que poderão ser seus futuros consumidores. “Quando você abre um negócio, é para servir alguém. É preciso ter vontade, curiosidade e desejo de conhecer seus clientes”, diz Lage, da Startify.

Porém, apenas estar disposto a conhecer novas pessoas não o diferenciaria de um turista: para ser empreendedor, também é preciso querer sair do lugar comum. “Você precisa ser uma pessoa inconformada. Isso é importante para o empreendedor em geral, mas ainda mais para quem quer abrir negócios pelo mundo”, explica Troes, da Canada Intercambio.

Essa fuga do comum deve ser aparente na hora de apresentar sua ideia de negócio: é preciso ser flexível culturalmente, claro, mas sem ceder a identidade da sua empresa.

Digamos que você queira vender pão de queijo nos Estados Unidos: uma coisa é você estudar o mercado e saber fazer adaptações; outra é ser intimidado a ponto de perder oportunidades por não se posicionar o suficiente como produto inovador.

“É preciso manter um equilíbrio delicado entre trabalhar com hábitos locais sem se intimidar ou sucumbir totalmente à cultura do outro”, explica Souza, do Espaço do Empreendedor. “O empreendedor é o que toma iniciativa: se não tomar, é melhor ser um funcionário.”

2. Você é empático e sabe firmar relacionamentos

Todo mundo sabe que fazer um bom networking é essencial para a carreira, especialmente se ela envolver a criação de um negócio. Afinal, a sobrevivência da sua empresa dependerá de seus relacionamentos com fornecedores e clientes, por exemplo.

Saber praticar a empatia – ou seja, colocar-se no lugar do outro – é uma característica especialmente importante quando você abre um empreendimento em outro país.

“Uma criança americana pensa de forma muito diferente de uma criança brasileira, por exemplo. O empreendedor muitas vezes fica tão focado no produto, em desenvolver sua ideia e lançá-la no mercado, que não possui a empatia de se colocar no lugar do seu cliente. Pense: o que os consumidores daqui valorizam? Então quais desses benefícios eu vou dar para ele?”, indaga Souza, do Espaço do Empreendedor.

“Se eu consigo entender a pessoa com quem converso, vou saber como oferecer meu produto para ela. Com a empatia, essa conquista de uma relação acontecerá naturalmente, sem imposições”, completa Troes, da Canada Intercambio.

Para saber se você é realmente empático, avalie se suas ideias têm como propósito ajudar seus clientes, sua comunidade e até mesmo seu país de atuação.

3. Você é estudioso e sabe respeitar as regras do jogo em outro país

Muitos empreendedores focam nos estudos de cultura e de mercado e se esquecem de um detalhe muito importante: como funciona a burocracia empresarial no país de destino. Se você não tem o perfil para realmente estudar a legislação e respeitar cláusulas novas, pode ter um prejuízo enorme – e voltar para o Brasil com a mala vazia.

“Tenha respeito às regras do jogo e não pense que outros países são parecidos com o Brasil em termos contratuais, apenas por serem próximos. O Chile, por exemplo, é um dos países mais legislativos do mundo: se você assume um contrato, é preciso cumpri-lo ao pé da letra”, explica Souza, do Espaço do Empreendedor.

“Na hora de empreender em outro país, lembre-se: na dúvida, o conservadorismo manda ao entregar pedidos, fechar contratos e prestar contas.”

4. Você é independente

Parece óbvio, mas muitos aspirantes a empreendedores remotos não consideram o quão preparados estão para possivelmente abandonar suas conexões com o Brasil em prol do negócio.

“Sua vontade de fazer acontecer deve ser maior do que manter seus relacionamentos no país. É preciso ter uma certa independência”, explica Lage, da Startify.

“Muita gente não consegue conceber a ideia de deixar o Brasil e não ver com tanta frequência a família e os amigos. Isso pode afetar crucialmente seu desempenho: empreender não é fácil nem com os relacionamentos por perto, então imagine quando se está longe deles.”

5. Você é proativo (de verdade)

Ser “proativo” é uma característica que muitos gostam de colocar no currículo. Mas, para ser um empreendedor, é preciso transformar essa palavra em ação – e colocar a mão na massa de verdade.

Isso é especialmente verdade quando você quer empreender em um país diferente do seu: ter uma atitude positiva quanto aos problemas a solucionar é essencial para não se desmotivar e querer voltar para casa.

Não sabe se é o seu perfil? Troes, da Canada Intercambio, recomenda perguntar-se algumas questões: “Eu sou uma pessoa que contribui para o crescimento da empresa, trazendo soluções para problemas anteriores que nem são da sua área ou posição hierárquica?”; “Como vou fazer para que um problema não se repita e que, ao mesmo tempo, eu tire uma vantagem competitiva em cima dele?”; e “Eu costumo ir além do meu cantinho e penso como se eu fosse o dono da empresa?”.

 

Artigo extraído do site Exame.

 

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As 8 regras de ouro do feedback

Pretende dar feedback para um chefe, subordinado ou colega? Conheça 8 regras que garantem o sucesso da conversa.

Reuniões de feedback costumam dar calafrios em profissionais de todas as idades e níveis hierárquicos. E não só no caso do avaliado: quem precisa fazer comentários sobre o desempenho do outro também está sob pressão.

“Enquanto o executivo que recebe o feedback pode ter medo de ser humilhado, aquele que está falando teme que o outro se ofenda com os seus comentários e deixe de gostar dele”, explica o psicoterapeuta Luiz Fernando Garcia, CEO da Cogni-MGR.

Sob a influência de medos inconscientes, as duas partes tendem a entrar num modo defensivo – o que, além de gerar desgaste emocional, pode ameaçar a eficácia do processo.

Tomar certos cuidados antes, durante e depois da reunião pode evitar que a tensão coloque tudo a perder. Conheça 8 regras universais que garantem o sucesso da conversa em qualquer contexto hierárquico:

1. Comece sempre pelo que há de bom

O início da reunião deve ser leve e se concentrar sobre os pontos positivos da outra pessoa. Mas não pode ser falso. “Você precisa pensar em qualidades que realmente enxerga nela, algo que você sinta de verdade”. Elogios sinceros ajudam a diminuir as defesas do outro e a dissolvem parte da tensão da conversa.

2. Jamais seja genérico

Tanto comentários positivos quanto negativos precisam ser palpáveis. Segundo Garcia, o outro precisa construir uma imagem concreta daquilo que está sendo dito. Não adianta dizer, por exemplo, que você está insatisfeito com os atrasos da outra pessoa. É melhor trazer exemplos, citando datas e horários específicos em que ela cometeu os deslizes. O objetivo, aqui, é legitimar a sua crítica e trazer a discussão para um plano objetivo.

3. Crie um ambiente estratégico

Feedbacks não podem ser dados em qualquer lugar. A conversa jamais pode acontecer na frente da equipe, por exemplo, o que só serve para aumentar a preocupação do outro com a possibilidade de humilhação. “O ideal é que a outra pessoa decida onde se sente mais à vontade para conversar”, diz Garcia.

4. Estabeleça regras para a conversa

Para que a conversa não se reduza a um jogo de acusações e defesas, uma tática aconselhável é pedir que, enquanto você fala, o outro apenas escute. De acordo com Garcia, isso ajuda a conter explosões emocionais. “Você pode convidar a pessoa a anotar suas observações num papel se quiser, mas pedir que ela ouça os seus comentários como um ‘copo vazio’”, diz ele.

5. Evite o tom acusatório

Em vez de lançar frases como “você é” ou “você fez”, é melhor usar sentenças que comecem com “eu sinto que você é” ou “eu tive a sensação de que você fez”, por exemplo. Atribuir os seus comentários a uma percepção pessoal traz a “culpa” daquela crítica para você. Segundo Garcia, esse posicionamento alivia o outro e o torna mais receptivo.

6. Escute também

Depois de comunicar a sua avaliação, chega a hora de se calar e ouvir as respostas do outro. Aqui também vale a regra citada no item 4: baixar as defesas, anotar comentários numa folha de papel e permanecer até o fim sem retrucar.

7. Conclua de forma rápida

O fim da conversa deve ser uma breve recapitulação do que foi discutido, sem delongas. “Vocês não devem continuar discutindo indefinidamente”, diz Garcia. “É melhor concluir logo e deixar um ‘vazio’ no outro, para que ele continue pensando sobre o assunto depois, sozinho”. Ele compara a situação a uma sessão de psicanálise: o paciente só reflete sobre o que foi dito depois que deixa o divã e já está em casa.

8. Dê reforço positivo

A conversa produziu alterações visíveis na conduta da outra pessoa? Não deixe de dizer a ela que você percebeu. Porém, para não beirar o artificialismo, é importante não exagerar na dose. “Falar duas ou três vezes que você notou aquela mudança de comportamento é o suficiente para consolidá-la”, diz o psicoterapeuta.

Artigo extraído do site Exame.

 

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Como se livrar dos ladrões do seu tempo

A Matriz da Administração do Tempo de Stephen Covey, autor do best-seller “Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes”, nos ajuda a gerenciar e maximizar as horas diárias.

Matriz da Administração do Tempo

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Como se pode ver, os dois fatores que definem uma atividade são urgente e importante.

As atividades urgentes são aquelas que exigem atenção imediata e são frequentemente associadas com os objetivos de outras pessoas. Um telefone que toca é urgente. Já as atividades importantes tem a ver com resultados e estão correlacionadas com a realização dos nossos objetivos pessoais e profissionais.

Você pode levar horas preparando um material para apresentar ao seu chefe, marcar hora, se apresentar preparado, mas se o telefone tocar no momento de sua apresentação, ele certamente o deixará esperando, não é mesmo?

Assuntos urgentes normalmente são óbvios. Eles nos pressionam; insistem para que alguma providência seja tomada. De costume, estão bem na nossa frente. E com frequência são agradáveis, fáceis, divertidos de resolver, mas não são importantes!

A importância, por outro lado, tem a ver com resultados. Se algo é importante, contribui para nossa visão, missão, nossos valores e metas prioritárias.

Nós reagimos a questões urgentes. As questões importantes que não são tão urgentes exigem mais iniciativa, mais proatividade. Precisamos agir para aproveitar as oportunidades, para fazer com que as coisas aconteçam.

As pessoas que não se preocupam em gerenciar as horas diárias costumam gastar 90% do tempo no quadrante I, e boa parte dos 10% restantes no quadrante IV, dedicando pouca atenção aos quadrantes II e III. Resultado: estresse e sentimento de que elas estão sempre administrando crises e apagando incêndios.

Já as pessoas eficazes investem a maior parte do tempo no quadrante II, e procuram reduzir ao máximo a dedicação no quadrante I. Ou seja, elas não vivem voltadas para os problemas, e sim para as oportunidades. Seguem três dicas para você também mudar o foco do quadrante I para o II:

    1. Use o tempo em ligações, não em e-mails. É muito mais rápido fazer uma ligação e receber respostas imediatas do que ficar esperando alguém responder uma mensagem.
    2. Planeje o seu dia. O planejamento deve incluir a preparação para reuniões, telefonemas e um tempo para adquirir novos conhecimentos.
    3. Evite distrações. As pessoas costumam gastar cerca de 20% dos preciosos minutos em atividades improdutivas.

 

Artigo extraído e adaptado do site Itaú e do livro “Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes”.

 

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Diga isto quando o recrutador perguntar qual é o seu pior defeito

Workaholic. Perfeccionista. Dedicado demais ao trabalho. Essas são algumas das respostas mais ouvidas em entrevistas de emprego à famigerada questão: “Qual é o seu principal defeito?”. O truque é manjado: temendo revelar suas falhas verdadeiras e ser reprovado na seleção, o candidato faz elogios disfarçados a si mesmo. Quem não contrataria uma pessoa cujo único problema é gostar demais de trabalhar?

Não funciona. “Se o avaliador é minimamente experiente, vai perceber que o candidato não está sendo sincero e quer esconder alguma coisa”, afirma Guilherme Malfi, gerente de recrutamento da consultoria Talenses.

Ao fazer a clássica pergunta, o recrutador tem três objetivos em mente.

O primeiro é simples e direto: conhecer os pontos que o profissional à sua frente ainda precisa desenvolver. Isso é essencial para saber se ele está preparado para assumir imediatamente a vaga, ou se será preciso treiná-lo em algum aspecto técnico ou comportamental depois de contratá-lo.

A segunda intenção, um pouco mais sutil, é investigar o grau de autoconhecimento do candidato.

“A sua resposta revela muito sobre o seu grau de maturidade e inteligência emocional”, diz Malfi. “Quem tem consciência das próprias lacunas é muito valorizado pelo mercado, porque a consciência daquilo que você não sabe é o primeiro passo para o aprendizado”.

O terceiro intuito é avaliar a sua abertura às críticas, diz Isis Borge, gerente da consultoria de recrutamento Robert Half. Segundo ela, a resposta do candidato mostrará se ele é humilde o suficiente para reconhecer suas próprias fraquezas e se abrir a eventuais feedbacks negativos — uma capacidade que será fundamental no dia a dia caso ele seja contratado.

Naturalmente, não existe resposta certa ou errada para esse questionamento: a única regra é dizer a verdade.

Sinceridade ou sincericídio?

Ninguém gosta de expor suas falhas. Portanto, para conversar tranquilamente sobre os seus defeitos com o recrutador, é preciso entender a entrevista de emprego como um momento excepcional, único, atípico, totalmente diferente de qualquer outra situação social.

“Tire o peso atribuído culturalmente a essa pergunta e tente enxergá-la de outra forma, como uma ferramenta usada por outra pessoa para conhecer você de forma mais profunda”, afirma Borge. “Tire as máscaras e seja tão honesto com o recrutador quanto seria com você mesmo”.

A chave para deixar de enxergar a sinceridade como algo perigoso em um processo seletivo é compreender que nenhuma empresa séria e madura tem a pretensão de contratar um profissional perfeito. É aceitável e até esperado que você tenha problemas e dificuldades. Com um detalhe: é altamente desejável que você saiba muito bem quais eles são.

“No passado, era inadmissível dizer numa entrevista que você é uma pessoa desorganizada, por exemplo, era sinônimo de desclassificação”, afirma Malfi. “Hoje, as empresas estão muito mais abertas à sinceridade, preferem jogar um jogo mais transparente com os profissionais antes de contratá-los, para evitar surpresas desagradáveis depois”.

Ser honesto não é mais um risco, mas uma necessidade — tanto para ter um bom resultado na entrevista quanto para ser feliz no emprego que você eventualmente vai conseguir. Afinal, se os seus defeitos são considerados inaceitáveis pela empresa a ponto de eliminar você do processo seletivo, isso significa que você e aquele empregador não combinam e não serão felizes juntos.

A partir desse raciocínio, Borge e Malfi dão 3 conselhos básicos para se preparar para a pergunta mais temida da entrevista de emprego:

1. Pense a respeito do assunto com antecedência

Não necessariamente você será confrontado com o questionamento sobre os seus defeitos, mas é bom estar preparado para ela se acontecer. A dica de Malfi é dedicar um tempo antes da entrevista para pensar profundamente sobre as suas fraquezas, tanto técnicas quanto comportamentais.

Como vão suas habilidades de escrita? Você tem dificuldade com números? Seu inglês anda enferrujado? Tem facilidade para se relacionar com pessoas diferentes de você? Consegue administrar seu tempo ou vive correndo atrás do relógio? Perguntas desse tipo podem guiar a sua reflexão e produzir boas conclusões. “Com essa preparação, você irá para a entrevista com uma resposta clara, embasada e sincera na ponta da língua”, diz o gerente da Talenses.

2. Peça feedback

Mesmo pessoas com altíssimo grau de inteligência emocional não têm condições de saber tudo a seu próprio respeito. Por isso, antes da entrevista de emprego, é importante perguntar para profissionais que convivem com você quais são as principais falhas que eles percebem nas suas entregas e no seu comportamento de forma geral.

De acordo com Borge, é interessante ouvir o feedback de chefes, pares e subordinados. Quanto mais diversos forem os perfis dessas pessoas, melhor. Se você ainda não tem muita experiência profissional, vale também perguntar para familiares e amigos. O importante é ter uma visão externa sobre quem você é (ou aparenta ser).

3. Estude o perfil da empresa e os requisitos da vaga

Certo e errado podem ser conceitos muito relativos. A competitividade, por exemplo, é uma grande qualidade para empresas que valorizam o trabalho individual e a disputa agressiva por resultados. Por outro lado, pode ser um sério defeito sob o ponto de vista de um empregador com modelo de trabalho colaborativo e avesso ao “estrelismo” de um ou outro funcionário.

Na sua preparação, orienta Borge, busque investigar a fundo qual é a cultura da empresa e as características do cargo que você está pleiteando. Só assim você vai saber o que o recrutador realmente quer dizer com a palavra “defeito”.

Artigo extraído e adaptado do site Exame.

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5 táticas radicais de cortar a fofoca pela raiz no trabalho

Elas podem até parecer inofensivas, mas fofocas comprometem a imagem profissional em níveis maiores do que muita gente imagina, além de tornar tóxico o ambiente de trabalho.

O casal que se formou no trabalho, o novo chefe que vai chegar, a vida pessoal de um colaborador que vai mal, o próximo na lista de demissões, os motivos escusos que levaram o analista da sala ao lado ao posto de gerente.

Se o seu passatempo preferido no trabalho é espalhar informações não oficiais sobre a empresa e a vida alheia, atenção! Você já pode estar taxado como o fofoqueiro do escritório. E isso não é nada bom para a sua carreira.

“Todo mundo sabe quem é o fofoqueiro. E essas pessoas não são bem vistas e perdem a credibilidade”, diz a consultora Marisol Camarinha, do Great Group.

Para quem quer fugir deste tipo de comportamento, a consultora recomenda 5 atitudes bem radicais, diga-se de passagem. Confira e faça os ajustes que considerar necessários na sua postura profissional:

1 Não ouvir

Controle a curiosidade em ouvir a mais recente fofoca que começa a circular no escritório.

“Quando ouvimos algo ficamos logo tentados a passar adiante, nem que seja para dizer que não concordamos”, diz Marisol.

Segundo a consultora, ao menor sinal da frase clássica “está sabendo da última” seja objetivo. “Use seu melhor sorriso e responda que não quer saber”, recomenda.

Radical demais? Para quem não se sente à vontade, o coach Homero Reis recomenda um comportamento mais brando.

“Toda ação radical pode até resolver um problema, mas pode criar problemas maiores. Nesse caso corta-se a fofoca, mas perde-se a amizade”, diz.

“Se o ouvinte é capaz de fazer perguntas poderosas que indiquem que o que o colega está falando não se sustenta, ela vai contribuir para o desenvolvimento desta pessoa”, diz.

Portanto, se a pessoa que vem transmitir a fofoca é alguém com que você quer manter o bom relacionamento, ouça, mas tente mostrar – a partir de perguntas – que trata-se menos de uma verdade e mais uma impressão, recomenda Reis.

2 Não revele

Optou por ouvir o fofoqueiro?. Quebre o ciclo e não retransmita a fofoca para os outros colegas. As 3 peneiras (cuja a ideia é atribuída ao filósofo grego Sócrates) são ótimos balizadores na hora de decidir se vale ou não repassar uma informação, segundo Marisol.

“Só fale ao outro aquilo que for bom, útil e necessário. Se o assunto não passa por estas peneiras, guarde para você”, recomenda.

3 Não seja o difusor de informações que podem virar fofoca

Muitas vezes, em razão da sua posição na empresa, as notícias chegam. Não seja você o difusor de uma informação que pode se transformar no “zum-zum-zum” do dia. O mesmo vale quando se é testemunha de um fato. Não conte o que viu, não crie terreno fértil para a fofoca.

4 Não se omita

Nem sempre isso é possível. E é preciso coragem e ousadia para não ser omisso e esclarecer a fofoca diretamente com o seu alvo. “Procure a pessoa e abra o jogo, com respeito”, diz a consultora.

Não é preciso revelar ao alvo quem é o fofoqueiro de plantão, mas ao contar que ficou sabendo de uma fofoca que a envolvia e que gostaria de esclarecer o fato, a chance é grande de ganhar um novo aliado.

5 Não se comprometa

A tática radical recomendada por Marisol é responder a perguntas com outras perguntas. Ao ser inquirido sobre o que aconteceu em uma reunião que já está sendo tema das fofocas de corredor, pergunte: “Por que você quer saber?”.

Se ele responder, “por nada”, então lhe diga, “então, não há porque saber”. Se o fato de já haver comentários for o motivo do interesse a melhor resposta, diz Marisol, é responder: “um bom motivo para ficarmos calados, pois comentários não são bons para a reputação de ninguém.

Artigo extraído e adaptado do site Exame.

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Os desafios das mulheres no mercado de trabalho

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Os desafios das mulheres no mercado de trabalho

Embora ainda ganhem menos do que os homens, as mulheres têm um superpoder: o de conciliar as diversas áreas da vida.

Não é de hoje que ouvimos sobre as dificuldades das mulheres no mercado de trabalho. Exemplo disso é o relatório do Fórum Econômico Mundial que afirma que a igualdade de gêneros só será possível em 2095 e que a disparidade, quando se trata de participação econômica e oportunidades para as mulheres, gira em torno de 60%.

O Brasil por sua vez está em 124º lugar, entre 142 países, no ranking de igualdade de salários. Somos o penúltimo das Américas, ficando à frente apenas do Chile. Em terras brasileiras, essa diferença salarial é uma variável que chama a atenção de imediato – já que o público feminino ganha em média 73,7% do salário recebido pelos homens, de acordo com a última pesquisa da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios).

Contudo, essa é apenas uma das facetas do problema. Há ainda outros desafios a serem vencidos, como o preconceito que as mulheres, inconscientemente, têm em relação a si próprias. Mergulhadas como estão no caldo cultural, elas imaginam que não são capazes de atingir outros níveis dentro da organização porque ou não fazem o suficiente ou não são boas o suficiente. Para ter uma ideia, só uma entre quatro mulheres estavam confiantes de que receberiam aumento de salário em 2015, segundo dados da Glassdor, do Reino Unido.

Mas isso é um ledo engano. As mulheres têm um “superpoder”: o de conciliar as diversas áreas da vida. Exemplo disso é Joy Mangano, que teve recentemente sua vida retratada no filme homônimo e que conciliou a jornada de mãe solteira com a de inventora, tornando-se assim uma das empreendedoras de maior sucesso dos Estados Unidos.

No Brasil, a representatividade dessa habilidade feminina fica por conta da Heloísa Assis, a Zica, que passou dez anos pesquisando uma fórmula para relaxar os cabelos, dando origem mais tarde a rede Beleza Natural. Hoje ela possui 40 unidades, incluindo institutos, lojas de produtos e quiosques.

Embora haja esses exemplos inspiradores, a grande maioria deles vem das empreendedoras, pois dentro da carreira corporativa as chances da igualdade da mulher no mercado de trabalho perante os homens é ainda uma realidade distante.

Assim, o questionamento é: há uma forma de reverter esse cenário? Sim, há uma luz no fim do túnel que passa pela participação efetiva dos presidentes que precisam incluir, de fato, políticas de diversidade nas empresas. É necessário que eles verifiquem constantemente se as políticas de inclusão estão sendo realmente eficazes.

Mas, como fazer isso? A única forma é analisar cuidadosamente os dados da empresa no que diz respeito aos seus programas de promoção e verificando a quantidade de profissionais do sexo masculino e feminino que entraram na corporação em comparação com aqueles que conseguiram alcançar ouros níveis hierárquicos. Por exemplo, qual é a proporção de homens promovidos para gerentes nos primeiros cinco anos? E qual a proporção de mulheres promovidas? Essa pode ser uma métrica eficiente para ajudar o CEO a identificar quais são os gargalos e os pontos que devem ser desenvolvidos.

Além disso, é preciso que o líder fique atento ao preconceito invisível que ele próprio possui e que pode fazer com que não enxergue a disparidade de gêneros. Essa tarefa de autoconhecimento e de ver a realidade livre de julgamentos não é tarefa fácil, mas pode ficar mais leve se ele contar com o apoio de um Coach, por exemplo. É preciso olhos atentos e mente aberta para enxergar o contexto como um todo e de forma imparcial.

Artigo extraído e adaptado do site Você S/A.

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Descubra que tipo de Profissional você é

Aquilo que te motiva no trabalho pode não motivar os outros à sua volta, sabia? Por exemplo, a interação social num ambiente descontraído. Não são todos os olhos que brilham por isso.

Como gestor, é preciso entender as diferentes motivações de cada um, o que faria com que as pessoas de sua equipe imprimissem no trabalho toda sua competência e foco. Sem esse entendimento, e sem ações para motivá-las, não há como dizer que você faz uma boa gestão de pessoas, tampouco uma gestão estratégica de pessoas.

Para te ajudar, começamos listando 10 tipos de profissionais identificados por Marius Potirniche, líder global de testes de qualidade (QA) da produtora de games Ubisoft. O mais provável, adiantamos, é que sua equipe seja formada por perfis mistos desses profissionais.

Em seguida indicamos, para cada um deles, estratégias de motivação, com base nas orientações das especialistas em coaching Sue Stockdale e Carole Gaskell, em artigos para o The Guardian.

– Os 10 Tipos de Profissionais –

 

#1 O Radiante

Normalmente, é um funcionário novo ou estagiário, sem experiência anterior, mas que está muito entusiasmado para aprender. Por falta de conhecimento e por confiar em falsas suposições, pode cometer vários erros e, por conta disso, liderá-lo é uma missão muito nobre, para a qual poucos líderes parecem preparados. Sobretudo, porque requer didática e paciência para que o profissional aprenda ao máximo e se interesse cada vez mais pelo o que faz, em vez de se frustrar e se sentir diminuído.

Como motivá-lo?

– Quando errar, corrija com elegância, por escrito ou em particular. O erro pode ser devido a uma falta de orientação prévia (sua).
– Não refaça o trabalho. Pode até ser mais rápido, mas é melhor explicar como se faz e deixar que ela se corrija.
– Indique leituras, vídeos e treinamentos que tragam mais conhecimento técnico e melhorem sua postura profissional. Se ela vê no líder um mentor, tenderá a se dedicar mais para impressioná-lo.

#2 O Invisível

É aquele(a) profissional que não se sente muito confortável interagindo com os demais. Geralmente, faz o que é pedido e não inova. Seu nível de competência é baixo, assim como sua contribuição para os resultados da empresa. Quando lhe dizem que tem uma baixa produtividade, ele aceita, mas não faz nada a respeito.

Como motivá-lo?

– A falta de ambição pode estar intimamente ligada a uma falta anterior: a de um plano de carreira. Por isso, verifique a possibilidade de oferecer um plano estruturado para o profissional “invisível”.
– Para todos os perfis de profissional, há uma estratégia de gestão de pessoas incontornável, especialmente neste caso, que infelizmente parece englobar a maior parte das empresas. Neste caso, mostre como seu trabalho diário influencia uma parte da vida das outras pessoas. Sem enrolação.

#3 O Misterioso

É um funcionário que também não se destaca na multidão, mas só até o momento em que ele sugere uma solução muito inteligente – muitas vezes para problemas antigos. Se guiado corretamente, pode amadurecer sua comunicação até se tornar um top performer da empresa.

Como motivá-lo?

– Reconheça suas realizações técnicas em público, em vez de elogiar apenas em particular. Por mais misterioso que seja, se é competente, reconhecimento nunca é demais.
– Seja flexível quanto à prática de homework e trabalho remoto para garantir um espaço próprio. Mas não deixe que se isole do restante da equipe.

#4 O Mochileiro

É o funcionário que acredita crescer ao trocar de empresa e, por isso, está sempre em busca do lugar perfeito para se trabalhar – e daquele que pague melhor. Ele costuma fazer um bom trabalho no curto prazo, mas pode acabar se tornando superficial ou desinteressado com o tempo. Normalmente, não fica mais de seis meses numa empresa e, por conta disso, nem sempre vale a pena investir em seu treinamento.

Como motivá-lo?

– Investir em treinamento e conhecimento pode não compensar a princípio, já que ele pode deixar a empresa logo. Então, o primeiro passo para ele ficar é inspirar sua fome por realização. Se o que deseja é encontrar o lugar perfeito para se trabalhar, pode descobrir que talvez já esteja nele.

#5 O Escorregadio

Podendo ser novato ou velho de guerra, faz o mínimo possível para não ser acusado de baixo desempenho. Quando seu gestor é júnior, não sai da zona de conforto, por confiar que a liderança não terá experiência ou coragem para enfrentá-lo. Normalmente, esse tipo de profissional está em grandes multinacionais, onde pode se camuflar na multidão, por vários anos, passando de uma equipe para outra.

Como motivá-lo?

– Quando o profissional se contenta em fazer o mínimo, é menos por preguiça e mais por não ver um sentido maior no que faz. Uma estratégia é descobrir um ponto de contato entre o que ele mais gosta de fazer (talvez, fora do expediente) e dar uma chance para que exerça isso no seu trabalho.

#6 A Estrela

É aquele que, inegavelmente, faz um bom trabalho. Respeita os colegas, os prazos e por isso, merece a confiança geral. Tem pensamento crítico afiado, é apaixonado pelo que faz, acredita na empresa e traz ótimos resultados. Quanto mais experiência ganha, mais responsabilidades assume, sempre mantendo um alto padrão na qualidade das suas entregas.

Como motivá-lo?

– Reconheça publicamente sua importância para a equipe e destaque sua referência para a empresa. Não creia que elogios em particular bastam quando se trata de um profissional com desempenho fora do comum.
– Funcionários assim, mais cedo ou mais tarde, tornam-se visados por outras empresas. Por isso, garanta que os seus são recompensados acima da média do mercado, para não perdê-los.

#7 O Pessimista

Ele tem conhecimento técnico e pode trazer grandes resultados, mas está sempre colocando as pessoas para baixo com suas queixas constantes, vendo o pior em tudo. Logo, acaba drenando a motivação da equipe e você não vai querer essa pessoa perto dos seus colaboradores mais motivados ou dos juniores. Esse tipo de profissional costuma ser uma evolução do tipo “Escorregadio” ou do “Invisível”.

Como motivá-lo?

– Decididamente, este é um dos tipos, senão o tipo que mais precisa de motivação. Para uma pessoa pessimista, isso pode ser complicado, mas algumas estratégias ajudam.
– Cogite oferecer um feedaback em que você, líder, também seja avaliado(a). É o que chamamos de avaliação de desempenho 360º.
– Entenda se ela gostaria de liderar um projeto, se sente falta de inovação na empresa.
– Avalie um plano de carreira e crescimento.

#8 O Ocupado

Vive convocando reuniões sem pautas claras, sua mesa está cheia de papéis e sua expressão facial é sempre focada. Não é a pessoa mais eficiente da empresa, seus resultados não são espetaculares, mas ela geralmente está ao lado de outras bem-sucedidas e assume parte do sucesso.

Como motivá-lo?

– Explique a diferença entre ser produtivo e ser ocupado. Uma boa maneira de fazer isso é indicar leituras sobre como conduzir reuniões e técnicas de gestão de tarefas.

#9 O Perigoso

Sua maior motivação é o status que ocupa na empresa e, por isso, usa de métodos perigosos para chegar a uma posição mais elevada dentro da empresa. Por exemplo, assume resultados de outras pessoas ou acusa problemas na frente dos gestores para parecer exemplar.

Como motivá-lo?

– Em vez de agir na defensiva, aja de forma estratégica. Caso sinta um profissional ganancioso, mas competente o bastante para ser mantido no time, ajude para que estruture seu plano de carreira dos próximos cinco anos, deixando claro as políticas da empresa e seus valores. Assim, você previne que ele se valha de meios pouco ortodoxos para escalar.

#10 O Líder

É reconhecido como a pessoa mais influente da equipe ou departamento. Numa empresa justa, exerce cargo de liderança. Sua influência vem do seu exemplo, respeito por todos e sua habilidade de conectar a equipe à vontade de bater os resultados.

Como motivá-lo?

– Deixe que essa pessoa se envolva com as outras equipes, em que possa ajudar a identificar e resolver problemas. Afinal, se alguém na empresa é apaixonado por soluções e por ajudar os outros, é o tipo Líder.

Artigo extraído e adaptado do site R blog.

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As táticas infalíveis para resolver conflitos no trabalho

Há quem feche os olhos e negue o conflito. Há quem dê voltas e voltas patinando em busca de alternativas para resolvê-lo. Há quem se renda e tenha o costume de sempre abrir mão de tudo para evitar problemas. Outros preferem se impor pelo poder, agindo como verdadeiros “tratores”, enquanto há aqueles que propõem sempre um compromisso em que cada um ceda um pouco para chegar a um acordo.

Segundo a coach Mariella Gallo, ao longo da carreira, invariavelmente, você vai topar com algum dos perfis acima ao perceber-se em meio a um conflito. “Todos estes perfis estão presentes nas empresas”, diz ela. No entanto, nenhum deles é o mais adequado na hora de evitar ou de resolver um imbróglio durante o expediente.

Negar, fugir, dar voltas ou atacar só vai piorar o problema, porque, como defende o coach e consultor Karin Khoury no livro “Vire a página, estratégias para resolver conflitos” (Editora Senac) o primeiro passo é perceber como a sua participação contribui para o surgimento ou prolongamento do conflito.

Só depois desta reflexão, é que as táticas de solução, descritas pelos especialistas darão resultado. Confira quais são elas:

Antes

“Nenhum conflito nasce do nada, os sinais vão existindo”, diz Edson Carli, especialista em gestão de carreiras. Perda de interesse e troca de farpas são alguns dos sinais que indicam que a zona de conflito está próxima, de acordo com ele.

O especialista explica que conflitos são respostas violentas que tem como base a frustração. “Por isso é preciso estar atento às frustrações, suas e dos outros”, diz. Vale destacar que a frustração surge quando as expectativas não são atendidas.

Portanto, a melhor tática para evitar que surjam conflitos é negociar as expectativas, segundo Carli.

“Boa negociação antes sempre funciona para evitar que sejam criadas falsas expectativas”.

Ou seja, se o atraso na entrega de um relatório importante vai prejudicar o trabalho de toda a equipe, negociar a expectativa é o primeiro passo. Assim, o atraso sendo inevitável, é melhor preparar o terreno a deixar para avisar na última hora.

Durante

Quando o clima pega fogo, de acordo com Carli, o melhor é recuar. Com os ânimos exaltados qualquer discussão é contraproducente.

“Se as pessoas estão nervosas, a tendência é briga e como eu não posso acalmar o outro, só resta acalmar a mim mesmo”, explica.

E a melhor maneira é reconhecer os sintomas.

“A gente geralmente sabe quando está perdendo a calma, reconhecer estes sinais é importante para saber freá-los porque a única maneira de eliminar o conflito é manter a cabeça fria”, explica.

O segundo passo, diz a coach Mariella Gallo, é analisar do contexto.

“É um conflito de poder, em que uma pessoa quer fazer valer a sua vontade em detrimento do outro ou trata-se realmente de uma questão objetiva que precisa de solução?”, diz Mariella.

Se imbróglio estiver relacionado à sobreposição de poderes, é sinal de que o conflito está sendo levado para o lado pessoal. “Neste caso o que tem que ser feito é tirar o foco da questão pessoal, de quem tem mais poder que o outro”, diz Mariella.

Por exemplo, o gerente de RH defende que o atendimento ao cliente só será melhorado com mais contratações e o gerente financeiro defende que é preciso melhorar os processos ao invés de engordar a equipe.

“Se cada um quiser fazer valer a sua vontade para ver quem vai ganhar, está claro que o conflito foi levado para o lado pessoal”, explica Mariella.

Então o indicado é mudar o foco do pessoal, quem vai ganhar, e trazer o problema à luz dos fatos, ou seja, a necessidade de melhorar o atendimento ao cliente.

O foco sempre tem que ser direcionado para a solução do problema.

“Reconheça que o conflito existe e volte a atenção para resolver, sugerindo e discutindo soluções”, diz Carli.

Depois

Depois do incêndio, é hora de verificar o estrago causado por ele, diz Carli. “É a etapa de controle de danos”, diz. Na opinião dele, os erros mais comuns são negar que tenha havido um conflito ou acusar os envolvidos de terem “criado” o problema. “Este tipo de acusação póstuma é uma desgraça”, diz Carli.

Assuma que o conflito existiu, não dê importância para o fato de quem começou o problema e mantenha o foco nas soluções. Segundo Mariella, propor exercícios de transferência são uma boa pedida para os chefes que precisam solucionar as contendas. Algo como pedir para um envolvido calçar o sapato do outro.

“Ele pode pedir que cada um responda algumas questões do ponto de vista do outro, porque quando o problema é explorado em conjunto geralmente a resposta é mais positiva”, explica Mariella.

Artigo extraído do site Exame.

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