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Líder de primeira viagem? Saiba o que você precisa dominar…

As dicas de hoje são dedicadas às pessoas que assumiram pela primeira vez uma posição de liderança, que se preparam para alçar voos em sua carreira ou, ainda, para quem começou um empreendimento.

Quando a tão esperada promoção acontece, muitas pessoas costumam pensar que “chegaram lá”. Todo o trabalho duro como colaborador individual foi recompensado. O que é verdade e deve ser comemorado, claro!

Mas a maioria acaba se esquecendo de que, ao nascer um novo líder, novos hábitos e comportamentos são igualmente necessários.

O sucesso como gerente de primeira viagem exige uma grande transição para a qual muita gente não está preparada.

Há uma frase comum que diz: “O que te trouxe até aqui não te levará ao próximo nível”.

E essa é a primeira verdade absoluta para quem começou a carreira nos primeiros níveis e por mérito conquistou uma posição de gestão.

Talvez o maior desafio seja entender que agora você é responsável por garantir que o trabalho seja feito e entregue por outras pessoas e não mais por si só.

Alguns hábitos específicos podem ser ainda mais difíceis de ser mudados, porque funcionaram bem no passado, durante o avanço na trajetória de crescimento profissional.

Esses comportamentos podem até ser virtudes dentro de relações pessoais, familiares, enfim, fora do trabalho. No entanto, neste estágio da jornada profissional, eles se tornam comportamentos de autossabotagem.

Os autores do livro Pipeline de Liderança afirmam que a passagem de colaborador individual para gerente de primeiro nível requer que as pessoas adquiram uma nova forma de gerir e liderar, além de deixar seus velhos hábitos para trás nas três áreas seguintes:

1 – Habilidades necessárias – as novas competências requeridas para executar responsabilidades diferentes. Por exemplo:

  • Antes, o domínio técnico ou especializado e a utilização de ferramentas, processos e procedimentos garantiam grande parte da sua entrega.
  • Agora, é preciso aprender a delegar, avaliar desempenhos, dar feedback, criar estratégias de motivação, comunicação com os times, entre outras competências.

2 – Gerenciamento de tempo – novas formas de organizar o tempo, determinando o modo como alguém trabalha:

  • Antes, a disciplina diária e o cumprimento de prazos pessoais para os projetos e tarefas eram o seu foco principal.
  • Agora, a gestão do tempo requer fluência no planejamento anual, orçamentos, disponibilidade de tempo para os subordinados, priorização de atividades para o departamento, tempo para relacionamento com outras áreas da empresa, fornecedores, clientes…

3 – Valores profissionais – o que as pessoas acreditam ser importante, tornando-se assim o foco de seus esforços:

  • Antes, o mais importante era valorizar a proficiência profissional, o trabalho técnico de alta qualidade, o esforço individual.
  • Agora, os valores precisam incorporar os demais como: atingir resultado por meio dos outros, construir laços de confiança com a equipe, garantir o sucesso do time e do departamento, utilizar métodos gerenciais, ver-se como gestor…

Como você pode perceber, são muitas as mudanças, e, assim como qualquer transformação, é preciso foco, planejamento e acompanhamento do progresso.

Fácil não é, mas é possível e enriquecedor. Trata-se de uma trajetória que nos enriquece e nos torna melhores como seres humanos.

Alguns atalhos podem ajudar você:

1 – Busque o autoconhecimento pragmático, entenda o seu perfil comportamental, mapeie suas competências, busque ajuda profissional, se for preciso. Isso vai ajudar você a conhecer melhor a sua equipe também.

2 – Faça o mapeamento do perfil comportamental da equipe, assim poderá traçar o desenvolvimento profissional de cada um e acompanhar o progresso do time.

3 – Esqueça o perfeccionismo. Ele é um forte entrave para atingir a excelência. Valorize os próprios erros e os da equipe.

4 – Seja humilde para reconhecer que precisa de ajuda e que não domina tudo. O importante agora não é saber tudo, mas ter um time multidisciplinar que sabe tudo.

5 – Saia da sua mesa. O seu lugar agora é fora da sua sala, criando relacionamentos e conquistando aliados para facilitar o trabalho da sua equipe.

6 – Tenha um(a) mentor(a). Seja buscando um Mentor profissional ou Líderes experientes da própria empresa, ter alguém com quem pode aprender encurta caminhos e reduz sofrimentos.

Lembre-se de que, nesses momentos desafiadores, é preciso contar com as pessoas que você confia, trocar ideias e ouvir as histórias daqueles que já passaram por essa fase pode ser de grande valia.

Espero que tenha gostado das dicas de hoje. Elas foram inspiradas por situações e dilemas que meus mentorados vivenciam em sua rotina diária. Percebo que pequenos ajustes e algumas técnicas simples trazem grandes benefícios para uma liderança com mais leveza.

Autora: Wayne Valim
Especialista em Inteligência Comportamental de Pessoas e Organizações

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Escuta atenta: habilidade-chave do profissional influente

Uma das habilidades que causam mais impacto em qualquer relacionamento interpessoal é saber ouvir.

Se observarmos as pessoas em suas vidas agitadas, perceberemos uma grande impaciência ao escutar, especialmente quando há uma discordância entre as ideias.

Com a nossa falta de tempo e as inúmeras atividades diárias, estamos muito mais preocupados em falar do que em escutar, pois queremos passar logo a mensagem e seguir adiante, não é?

Temos a falsa impressão de que parar o que estamos fazendo, enquanto o outro fala, é perda de tempo.

Desenvolver essa competência é uma árdua tarefa. Afinal, fomos estimulados a falar desde crianças.

Claro que a gentileza ajuda bastante, pelo menos a não interromper as pessoas, mas não é tudo, porque não basta somente esperar o outro terminar de falar e aguardar a nossa vez. A escuta atenta é muito mais do isso.

Para contribuir com o seu desenvolvimento nessa habilidade crucial para líderes e profissionais que almejam avançar em suas carreiras, trago a você, na íntegra, uma entrevista que concedi ao site Jovens Braskem.

Espero que goste!

Título da entrevista: No trabalho, saber ouvir é mais importante do que falar

Segundo especialista em inteligência comportamental, a escuta atenta pode ser uma peça-chave para a evolução da sua carreira

Dale Carnegie, autor do livro Como fazer amigos e influenciar pessoas, publicado na década de 1930, já dizia “ser um bom ouvinte é uma das coisas mais potentes quando se trata de aumentar sua influência e as chances de as pessoas gostarem de você”. Oito décadas depois, essa afirmação continua válida, porém encontra um desafio: as distrações promovidas pela tecnologia e, consequentemente, a falta de foco. Uma prova está nas reuniões, nos almoços de trabalho ou, ainda, no encontro com os amigos. Sempre há alguém “distante”, distraído com o celular, ou com a cabeça em outro lugar durante uma conversa.

Essa falta de foco, além de prejudicar as relações sociais, também pode afetar sua carreira. Saber ouvir está entre as principais habilidades valorizadas pelos empregadores – e, ainda,(e) pode ser definitivo para uma promoção a um cargo de liderança. A boa notícia é que é possível livrar-se das tentações que tiram nossa atenção durante momentos importantes e aprender a se conectar com o presente.

Wayne Valim, especialista em Inteligência Comportamental e Alta Performance de Pessoas e Organizações, fala sobre o assunto na entrevista a seguir:

Jovens Braskem: Jovens Braskem: Ouvir com atenção quem está falando é uma atitude cada vez mais rara. Por que é tão importante resgatar a escuta e o sentido de presença?

Wayne Valim: É verdade! Uma atitude de total importância que está cada vez mais rara.

Desde pequenos, somos estimulados a falar. Há uma enorme expectativa para o bebê pronunciar as primeiras palavras, por exemplo, e ao longo da vida, crescemos com muito incentivo para a expressão verbal. Mas quase não há incentivo para aprendermos a ouvir, não é verdade?

Há uma enorme variedade de cursos de oratória, falar em público e tantos outros, mas muitos se esquecem de que a comunicação assertiva se dá primeiramente pela escuta. Como influenciar as pessoas a nossa volta, sem antes ouvir suas necessidades, desejos, dificuldades? Impossível!

Portanto, ouvir com atenção e estar de fato presente são algumas das habilidades que mais trazem benefícios para qualquer profissional que deseja se destacar no mundo do trabalho.

Ambos trazem foco e assertividade na comunicação, reduzem tempo e demonstram empatia.

JB: O quanto a habilidade de saber ouvir é benéfica para a carreira? E para a vida pessoal?

WV: O ser humano tem uma necessidade intrínseca de se conectar com os outros e a escuta ativa acelera essa conexão, porque quando você ouve atentamente está demonstrando que se importa verdadeiramente com o outro.

A escuta atenta nos coloca em posição de vantagem, já que a nossa atenção plena nos faz ver o que muitas vezes outros não veem, e nos torna capazes de apresentar soluções mais eficazes e criativas.

Ouvir encurta caminhos, nos faz capturar a essência em uma reunião, entrevista e nas interações pessoais com qualquer pessoa, mesmo que seja por telefone, videoconferência ou presencialmente.

Os profissionais que escutam com atenção interpretam melhor o que lhes é dito, compreendem mais facilmente as instruções recebidas, são mais focados no que fazem e, consequentemente, se comunicam com mais assertividade.

Além disso, ganham tempo, porque o foco traz agilidade e profundidade, independentemente da função que estejam desempenhando.

JB: As empresas valorizam a habilidade da escuta? Esta pode ser uma habilidade significativa de um perfil de liderança?

WV: As empresas e pessoas valorizam, sim, e muito, embora essa habilidade nem sempre seja apontada como mandatória para o cargo ou função que o profissional irá assumir.

Geralmente, não está expressa na “Descrição do Cargo” (Job Description). Mas é percebida pelos gestores e colegas de trabalho, e ao longo do tempo, torna-se um diferencial e tanto do profissional que deseja alcançar posição de liderança.

A escuta atenta é uma habilidade fundamental para o líder, já que a confiança se estabelece mais facilmente quando o líder está disposto a ouvir seus liderados. A meu ver, ela é uma espécie de “cola” que liga líderes e liderados.

Além disso, o líder que não souber ouvir, não saberá influenciar, nem convencer seus liderados para suas ideias e projetos, pois a persuasão só acontece de fato quando entramos no mundo do outro, entendemos seus pensamentos e as razões que os levam a agir de determinadas maneiras.

Se conseguimos capturar o que é essencialmente importante na fala de alguém, sem preconceitos e julgamentos, conseguimos influenciar mais facilmente.

JB: Como as empresas enxergam as pessoas que não sabem ouvir?

WV: Vamos pensar nesta situação: Imagine que esteja com um problema e quer muito desabafar com alguém que vai ouvi-lo de verdade. Procura um amigo em quem confia e começa a conversa. E à medida que você fala, o seu amigo olha no celular a cada mensagem que aparece na tela.

Como você se sente? Tem vontade de continuar conversando com ele?

O que está demonstrando mais importância para o seu amigo no momento: você ou o celular?

Em nossas relações interpessoais no trabalho, dá-se da mesma maneira. As pessoas percebem e sentem o profissional que não sabe ouvir, que está distante, distraído, sem foco. Portanto, com o passar do tempo, deixam de convidá-lo para atividades, reuniões, conversas e ele vai sendo colocado de escanteio, assim como acontece em nossa vida pessoal.

JB: Quais seriam as melhores técnicas para estar mental e fisicamente presente em uma conversa?

WV: Estar presente é estar inteiro em uma relação, seja ela qual for; é estar física e emocionalmente ali, sem pensar na reunião que vai acontecer daqui a pouco ou no relatório que deixou de entregar.

Para atingir esse nível de presença, é necessário primeiramente entender que não somos multitarefas. Saber disso assusta um pouco as pessoas, já que na era da conexão digital temos a falsa impressão de que conseguimos fazer várias coisas ao mesmo tempo.

O que acontece com a maioria de nós é alternar muito rapidamente o pensamento ou foco, o que dá a falsa impressão de sermos multitarefa.

Aqui estão algumas dicas para quem deseja desenvolver a presença:

  • Inicialmente, diante de uma tarefa ou interação com alguém, elimine ao máximo as distrações, desabilite os alertas do celular ou computador, faça uma coisa de cada vez. Ao contrário do que possa parecer, isso trará mais agilidade e eficácia;
  • Em uma conversa, capture todo e qualquer sinal. A expressão facial e corporal das pessoas são responsáveis por mais de 90% em uma comunicação, sendo assim, concentre-se no que está sendo transmitido;
  • Faça perguntas, certifique-se do seu entendimento;
  • Nas atividades diárias, a Técnica Pomodoro* auxilia no desenvolvimento do foco e da concentração. É simples e bastante eficaz.

JB: Quais seriam as melhores técnicas para ouvir com atenção?

WV: Há uma técnica excelente, utilizada por coaches no início da carreira, que se chama “parafrasear”, que consiste em repetir mentalmente o que está sendo dito pela outra pessoa.

É importante saber que a escuta atenta é uma competência que pode ser desenvolvida, e para isso, exige treino diário.

Algumas dicas:

  • Treine em casa, na escola, no trabalho, em todos os ambientes;
  • Em um encontro com amigos, combine guardar os celulares por 30 minutos e conversar sem intervenções externas;
  • Ouça sem interromper as pessoas, sem preconceitos ou pré-julgamentos;
  • Stephen Covey disse: “a maioria das pessoas não escuta com a intenção de entender, mas com a intenção de responder.” Portanto, não se preocupe com a próxima pergunta ou com o que vai dizer durante a fala de alguém. Escute com a intenção de entender;
  • Lembre-se de que o silêncio pode ser mais valioso do que a fala atravessada na hora errada;
  • Crie mecanismos para se lembrar, por exemplo, escreva logo pela manhã: Hoje ouvirei atentamente as pessoas que falarem comigo;
  • Crie lembretes, post-its e combine com os amigos de desenvolverem-se juntos;
  • Ao final do dia, faça uma avaliação e perceba os benefícios.

JB: Quem tem dificuldade de concentração, por exemplo, pode buscar alguma orientação profissional para desenvolver melhor a habilidade da escuta? Ou adotar alguma rotina diária que ajude a desenvolver a atenção?

WV: Sim.  Há várias formas de desenvolver essas habilidades. A Meditação ou práticas de Mindfulness são excelentes para isso. A técnica Pomodoro, citada anteriormente, ajuda a desenvolver o foco e concentração.

Para quem percebe que no ambiente de trabalho não está conseguindo se desenvolver sozinho ou deseja agilizar o aprimoramento, sugiro procurar um coach da sua confiança.

O Coaching possui técnicas e métodos bastante eficazes para o aprimoramento dessas competências.

JB: Caso você queira comentar algo mais sobre o assunto, fique à vontade.

Outra medida que também pode ajudar em desenvolvimento de habilidades é eleger um mentor.

Escolha alguém que admira, que demonstra o sentido de presença e que sabe ouvir com profundidade. Essa pessoa certamente ficará feliz pela escolha e irá compartilhar conhecimento com você que quer se aprimorar.

Ouvir é uma atitude de humildade e respeito ao outro. E se pode ganhar muito com essa atitude!

*****

Bem, agora crie o seu plano de ação e comece a praticar em casa com a sua família, na interação com os amigos e escolha algumas pessoas do trabalho para aprimorar a escuta atenta.

Lembre-se, para mudar um hábito é preciso 3 P’s: Paciência, Persistência e Prática!

(*) Nota: Técnica Pomodoro:

É uma técnica de gerenciamento de tempo, desenvolvida por Francesco Cirillo no fim dos anos 1980.

A palavra “pomodoro” significa tomate em italiano, e o método ganhou esse nome porque o cronômetro gastronômico tem a forma dessa fruta.

Técnica Pomodoro passo a passo:

  1. Liste as tarefas a serem executadas;
  2. Ajuste o cronômetro para o tempo desejado (geralmente 25 minutos);
  3. Escolha a tarefa inicial;
  4. Trabalhe na tarefa escolhida até que o alarme toque. Se alguma distração importante surgir, registre-a e volte o foco imediatamente de volta à tarefa;
  5. Quando o alarme tocar, marque um “x” na lista de tarefas;
  6. Se houver menos de 4 marcações, faça uma pausa curta (de 3 a 5 minutos);
  7. Se houver quatro pomodoros marcados, faça uma pausa mais longa (de 15 a 30 minutos), zerando a contagem de marcações e retornando ao passo inicial.

Sempre que o tempo acabar, encontre uma pequena recompensa, como um café, alguns minutos na Web, uma conversa despreocupada, permitindo ao seu cérebro mudar o foco de uma forma agradável e durante algum tempo.

Gravei um vídeo para o YouTube sobre o assunto. Assista e se inscreva no canal:

https://www.youtube.com/watch?v=E-VMTyIiumE

 

http://www.waysup.com.br/conheca-a-coach-wayniere-valim/

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A maneira certa de pedir desculpas e ser perdoada

Com a correria do dia a dia e as fortes emoções nos relacionamentos, acabamos por cometer alguns deslizes no comportamento e na comunicação com colegas e familiares…

E isso muitas vezes requer pedir perdão por algo ruim que fizemos.

Mas, cá entre nós, pedir perdão às vezes pode ser bem complicado, dependendo da situação e da pessoa, então…

Por isso, quero compartilhar uma tática que pode ser bastante eficaz e mais fácil de executar.

Eu a uso sempre e costuma ter bons resultados.

Ela funciona assim:

Em vez de pedir perdão, você vai agradecer!

“Como assim, Wayne?”

Vou explicar com exemplos! Hehe!

1 – Você chega atrasada. Em vez de pedir desculpas e ficar se justificando, dizendo que o trânsito estava ruim, que perdeu a hora, alguém te atrasou, blá, blá, blá…. diga:

– Muito obrigada por me esperar. O que posso fazer para agilizar agora? ( E pronto! Não precisa justificar e tecer aquela ladainha que costumamos falar)

2 – Você disse algo que deixou a outra pessoa triste? Diga:

– Obrigado por entender que às vezes falo o que você não merece ouvir. Serei mais atenta. (e só!)

3 – Se esqueceu de fazer algo prometido:

– Obrigada pela paciência, vou buscar/fazer agora.

4 – Discutiu com o cunhado, a sogra, o genro, o irmão… e deixaram de conversar por um tempo:

– Grata por se importar com meus filhos, por ser uma pessoa atenciosa, pelo respeito aos meu pais…

Encontre algo de bom naquela pessoa (acredite, todos têm!) e agradeça. Simplesmente, agradeça.

Use a criatividade!

Claro que pedir perdão é uma atitude nobre e deve ser feito sempre que julgar importante, mas há pessoas que pedem tantas desculpas e se justificam tanto, que a atitude em si deixa de ter valor, sem contar o tempo enorme que gastam contando detalhes das inúmeras desculpas…

Então, aprenda a agradecer e fuja de se justificar.

Atitudes simples como essa demonstram que você se importa, mostra sua autoconfiança, seu respeito pelos outros, e vai despertar a admiração deles por você.

E, claro, aprenda a perdoar, senão não será capaz de agradecer de coração.

Aproveite que está buscando ser uma pessoa melhor e reata seus relacionamentos, especialmente com as pessoas da sua família.

Sabe por quê?

A nossa família é o maior tesouro que temos!

Na hora das dificuldades o que vai valer na realidade é a sua família, por mais difícil que seja o relacionamento de vocês.

Se ainda não tem orgulho da união da sua família, que você seja a luz a despertar o carinho e bom relacionamento entre todos.

Experimente e me fale o resultado. Ficarei feliz em saber.

Autora: Wayne Valim

http://www.waysup.com.br/conheca-a-coach-wayniere-valim/

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7 estratégias seguras para lidar com pessoas difíceis

Nas diversas áreas da vida, convivemos com pessoas de todos os tipos de personalidade.

Algumas delas acabam se revelando muito difíceis de lidar: autoritárias, impositivas, usam um tom de voz que perturba o ambiente, nunca aceitam ideias contrárias, não reconhecem o avanço dos colegas ou da equipe.

Outras criticam de maneira torta qualquer coisa, reclamam a todo instante, não entram na divisão de tarefas, fazem pouco ou quase nada e ainda querem tirar proveito de situações.

Essas pessoas parecem ter o dom de nos irritar ou de nos colocar para baixo.

Todo mundo tem alguém assim na vida, pode ser o chefe, um colega de trabalho, um membro da família, a sogra, o cunhado, a nora, um “amigo”…

Em todo ambiente familiar ou profissional há pessoas difíceis de encarar. Elas estão presentes até mesmo nos grupos de WhatsApp com suas críticas, piadas de mal gosto e imposição de ideias.

A história da humanidade demonstra que o ser humano é cheio de intrigas, está sempre pronto para arrumar confusão e dar o troco pela ofensa recebida.

Quando temos algum interesse ou nos importamos com pessoas dessa natureza, podemos ajudá-las a melhorar e essa deve ser sempre a nossa primeira opção.

Mas, nem sempre somos bem-sucedidos nessa tarefa e precisamos, então, aprender a conviver com essas pessoas.

Por isso, algumas estratégias são fundamentais para nos fortalecer.

7 estratégias para lidar com pessoas difíceis:

1. Perceba a situação de maneira racional

Diante de um confronto ou conflito, analise:

  • Quais são os fatos?
  • Quais foram as causas?
  • Quem estava envolvido?
  • Qual foi o ponto específico que disparou a reação do outro?

2. Desative a emoção negativa da pessoa

Faça a ela perguntas do tipo:

  • Quando viu isso acontecer?
  • Qual resultado esperava?
  • O que faria no meu lugar?
  • Em quanto tempo posso resolver esse assunto?

Quando perguntamos de maneira equilibrada, usando um tom de voz natural, com a intenção de resolver e não de provocar, estamos desativando as reações da amídala da pessoa, parte do cérebro responsável pelas reações emocionais e ajudando-a a usar as funções do córtex pré-frontal, encarregado das tomadas de decisão.

Assim, poderão juntos encontrar as possíveis soluções.

3. Reflita

  • O quanto você pode ter de responsabilidade sobre a situação?
  • O que fazer para melhorar?
  • Como pode demonstrar o seu interesse em mudar a relação?
  • Essa situação já aconteceu antes? Quais medidas foram tomadas?
  • O que deu certo no passado que pode ajudar hoje?

4. Tenha empatia

  • Esforce-se para entender quais são os motivos para essa pessoa agir assim.
  • Procure ver com os olhos do outro, ouvir com os ouvidos do outro, perceber as situações com a história de vida dele.
  • Como agiria se estiver em seu lugar, com as metas dele, com os desafios dele?
  • Qual é a intenção positiva por trás de suas atitudes?

5. Utilize uma linguagem concreta e positiva:

Somos mestres em falar no negativo (“pare de gritar”, “não me aborreça”, “não quero ser pressionado”, “não me perturbe”).

Quando fazemos isso, reforçamos exatamente o que está ruim: “gritar, aborrecer, pressionar, perturbar…”

Então diga:

  • “Preciso de silêncio em casa para me concentrar melhor”;
  • “Para finalizar este relatório, necessito que me entregue as informações até ao meio-dia.”
  • “Preciso de mais 1 hora para finalizar essa atividade”…

6. Não justifique, nem culpe outras pessoas

  • Foque nas soluções, nas diversas possibilidades de resolução da situação;
  • Ficar dando desculpas, ou acusando outras pessoas só irá agravar a situação;
  • O silêncio pode ser de grande valia nessas horas.

7. Fortaleça sua inteligência emocional

Siga esses passos:

  • Reconheça suas emoções no momento (raiva, frustração, medo, insegurança…),
  • Quais pensamentos estão povoando a sua mente?
  • Em vez desse sentimento ruim, o que gostaria de sentir?

Quando tem clareza de suas emoções e pensamentos, você será capaz de interromper o ciclo negativo e provocar a mudança do seu estado emocional e assim recobrar sua paz de espírito.

Após tentar com toda a força do seu coração cada uma dessas alternativas e, mesmo assim nada mudar, talvez seja hora de optar pelo silêncio e fingir que não está ouvindo suas provocações.

Não entre no jogo emocional dessa pessoa. Mantenha sua centralidade.

Quando estamos a todo momento preocupados demais com pessoas que não merecem a nossa consideração, evitando ser quem somos de maneira autêntica, estamos vivendo a verdade delas e dando permissão a elas para continuarem tirando a nossa paz interior.

É preciso aprender a lidar com indivíduos com valores tão diferentes dos nossos e não nos deixar abater em certas situações.

Mantenha a sua essência, da pessoa equilibrada, gentil, diplomática que você é!

Assim, estará agindo de acordo com seus próprios princípios de humanidade e terá imenso orgulho de si após a poeira abaixar.

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O que mais bloqueia a empatia na comunicação

Esvaziar a nossa mente e ouvir com todos os nossos sentidos é uma arte para poucos nos dias atuais.

A nossa atenção está sujeita a inúmeras distrações, cada uma clamando mais alto por nossos olhos, ouvidos e dedicação.

Que bom seria se pudéssemos, ao mesmo tempo, orientar alguém no trabalho, falar com o filho ao telefone e ainda trocar mensagem com o chefe.

Você pode até dizer:

– Mas, Wayne, eu faço isso o tempo todo! Se não fizer não dou conta do meu dia…

Entendo, mas o desafio está em fazer tudo isso “com atenção plena”. Aí complica…rs

E isso é impossível, sabe por que?

Porque, ao contrário do que acreditamos e teimamos, não somos multitarefas. Somos monotarefas, ou seja, processamos mentalmente uma única coisa de cada vez. Você pode até fazer uma tarefa e outra bem rápido, mas ainda assim será uma de cada vez.

E estar por inteiro, de corpo e alma, no momento presente é o quesito número um da empatia.

Como afirmou o filósofo chinês Chuang-Tzu, “Ouvir com os ouvidos é uma coisa, ouvir com o intelecto é outra, mas ouvir com a alma não se limita a um único sentido, pois todo o ser escuta.”

Segundo o psicólogo e escritor Marshall B. Rosenberg, “a empatia é a compreensão respeitosa do que os outros estão vivendo.”

E o que mais bloqueia a empatia em nossa comunicação?

1 – Não conhecer a si mesmo

  • Qual é o seu jeito de comunicar?
  • Como gosta que falem com você?
  • Como você convence as pessoas das suas ideias?
  • Qual é o tipo de pessoa mais difícil de convencer?

Se não souber claramente responder a essas perguntas, terá grande probabilidade de incorrer no próximo erro.

2 – Tratar a todos igualmente:

As pessoas são diferentes:

  • Algumas preferem que sejamos breves, específicos, claros. Outras gostam que antes criemos um ambiente amistoso, amigável.
  • Para algumas pessoas é preciso sermos realistas, detalhistas e rigorosos com os temas. Para outras, a interação com os outros é mais importante, preferem que conversemos, expondo nossas impressões e sentimentos.

Entender cada estilo e ajustar a sua comunicação a cada um fará com que demonstre mais atenção ao outro e a comunicação fluirá de maneira mais assertiva.

3 – Fazer julgamentos:

  • “Ela é preguiçosa demais”;
  • “Isso é impróprio”;
  • “Está errado!”;
  • “Eles são muito preconceituosos”;
  • “O seu problema é ser egoísta demais”.

Pensamentos e falas assim bloqueiam qualquer tipo de entendimento das necessidades e sentimentos alheios. Livre-se deles!

4 – Ter atitudes como:

  • Aconselhar: “Acho que você deveria fazer assim…”
  • Competir pelo sofrimento: “Isso não é nada, espere só pra saber o que aconteceu comigo…”
  • Educar: “Se você fizer exatamente o que estou te dizendo, vai dar certo…”
  • Consolar: “Não foi sua culpa, você fez o melhor.”
  • Contar uma história: “Isso me lembra uma ocasião em que eu…”
  • Encerrar o assunto: “Anime-se. A vida segue…”
  • Solidarizar-se: “Oh, coitadinho…”
  • Corrigir: “não foi assim que aconteceu…”

Devemos sempre nos lembrar que quando o outro está relatando um problema, um sofrimento, uma dificuldade, tudo isso se refere a ele.

Por mais duro que pareça, não se trata de nós, não sabemos os seus sentimentos. Simplesmente ouça e encoraje a pessoa a continuar falando sobre si.

Não importa o que os outros digam, nossa comunicação só será empática quando conseguirmos por nossa presença absoluta identificar o que o outro está:

  • Observando;
  • Sentindo;
  • Necessitando;
  • Pedindo.

Rosemberg afirma em seu livro Comunicação Não-Violenta: “Quando escutamos os sentimentos e necessidades da outra pessoa, reconhecemos nossa humanidade em comum.”

Exercite todos os dias! A empatia é uma competência e, portanto, pode ser desenvolvida, treinada.

Os benefícios são imensos, a começar por revelar a essência do ser humano que é.

Demonstre que você se importa!

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Como controlar a impulsividade nos relacionamentos e na vida

Controlar as nossas atitudes impulsivas é um dos maiores desafios de todos os tempos!

Seja…

  • nos relacionamentos;
  • nas tomadas de decisão importantes;
  • nas escolhas corriqueiras do dia a dia;
  • nas provocações recebidas no trabalho…

Queremos ter domínio total sobre nossas vontades e desejos, mas como conseguir esse feito diante…

  • do tempo corrido e curto para tanta coisa a fazer;
  • dos diversos papéis da vida: profissional, pai/mãe, filho, amigo, cidadão…;
  • das inúmeras escolhas sob nossa responsabilidade;
  • da vontade de sermos reconhecidos como competentes em tudo que fazemos;
  • do desejo de mostrar que somos confiantes…

É preciso muito autocontrole e força de vontade, concorda? 

Às vezes, bate o arrependimento, a vontade de mudar, de ser diferente, mas acabamos por nos acomodar e viver no piloto automático.

Claro que somos de carne e osso e exigir perfeição em tudo acaba sendo prejudicial.

Mas eu acredito muito que somos capazes de ser melhores. Melhores como indivíduos, humanos que somos e alcançar essa evolução com leveza é a maior das sabedorias.

Então, vamos entender melhor…

Por que a impulsividade acontece?

Primeiro ponto a ser entendido é que temos 2 mentes: a que raciocina e a que sente, como explica o psicólogo e escritor Daniel Goleman.

A mente RACIONAL é lógica, consciente, atenta, possibilita racionar, compreender.

A mente EMOCIONAL é impulsiva, ilógica, nos cega e impede o pensamento analítico.

“Na maioria do tempo, ambas operam em perfeita harmonia para nos orientar na vida. Os sentimentos são essenciais para o pensamento e vice-versa. Mas, quando surgem as paixões, esse equilíbrio se desfaz: é a mente emocional que assume o comando, inundando a mente racional.” Daniel Goleman

Há um ponto de alerta muito importante: quanto mais intenso o sentimento e a emoção, mais dominante é a mente emocional, tornando a mente racional até mesmo ineficaz.

A Neurociência tem uma explicação lógica para isso: a nossa evolução biológica:

Nos tempos ancestrais, “era mais vantajoso que emoção e intuições guiassem nossa reação imediata frente a situações de perigo de vida—parar para pensar o que fazer poderia nos custar a vida”, explica Goleman.

Bem, mas já que não vivemos mais nessa era, o que fazer para nos darmos melhor na vida atual?

Como controlar nossos impulsos?

“Conhecer a si mesmo é o começo de toda a sabedoria”, disse Aristóteles. E ele tinha total razão nesse seu pensamento.

O autoconhecimento, sem dúvida, é o começo de tudo, mas há também alguns atalhos eficazes:

Veja essas dicas práticas que sempre compartilho com meus mentorados:

1. Treine a autopercepção: faça registros dos seus sentimentos 3 vezes ao dia (escolha os momentos mais difíceis (horário de pico do trânsito, reunião com o chefe, ao lidar com pessoas críticas, ao final do dia…).

    • Escreva: Agora, me sinto_______ (ansioso, realizado, triste, chateado, nervoso, feliz…), porque_________ (fato. Ex: o trânsito estava congestionado, meu chefe disse que o trabalho ficou péssimo, as crianças brigaram…)

Esse simples exercício ajuda a desenvolver a autoconsciência, uma competência chave da Inteligência Emocional.

2. Questione-se diante das emoções negativas:

    • E se não for o que estou pensando?
    • Que outras opções eu tenho para resolver esse problema?
    • Quem pode me ajudar?
    • Isso já aconteceu comigo antes? O que eu fiz para resolver?

Quando você se questiona, começa a olhar a situação de fora, assim, ficará mais fácil sair do problema e encontrar novas soluções.

3. Identifique os seus padrões comportamentais:

    • Como reage quando está com medo?
    • O que costuma dizer quando está com raiva?
    • Quais as suas expressões faciais quando não concorda com o que estão dizendo?
    • E quando você erra, como se comporta?

Ter consciência dos seus padrões pode ajudar a traçar estratégias mais assertivas para evitar respostas desastrosas nessas situações.

4. Facilite a sua vida e a dos outros: livre-se das tentações e provocações.

    • Por que manter na gaveta um monte de chocolate e doce, se está de dieta?
    • Por que marcar uma reunião difícil na sexta-feira, às 17 horas?
    • Faz sentido você deixar o seu celular sobre a mesa quando quer dar atenção a alguém importante para você?

Lembre-se: a sua força de vontade é limitada. Use-a quando realmente precisar dela. É muito mais difícil controlar os seus impulsos quando está cansado ou doente.

5. Planeje as conversas difíceis:

    • Vai para uma reunião complicada? Escreva como irá reagir diante de cada possível situação que pode tirar você do sério.
    • Vai discutir o relacionamento? Anote qual será a primeira fala, quais argumentos vai trazer, quais fatos irá apontar, como quer se sentir…
    • Vai dar um feedback complicado? Igualmente, escreva o que e como quer dizer e se prepare para as justificativas, especialmente se elas tiram você do equilíbrio.

Planejar conversas e reuniões difíceis ajudam a desenvolver a empatia e as habilidades sociais, portanto, a inteligência emocional.

6. Tenha objetivos nobres e claros:

    • Como quer ser [email protected]?
    • Que marca quer deixar nas pessoas a sua volta?
    • Quais sentimentos quer provocar nas pessoas?

Ter clareza de quem quer ser e como quer impactar as pessoas colocará você no trilho, alinhado com a sua essência.

Bem, agora já sabe que essa caminhada é longa, mas positiva e feliz.

À medida que vai avançando, sua motivação irá também multiplicar-se.

É preciso treino, treino e treino. Assim como na academia de ginástica os nossos músculos se desenvolvem, o “músculo” do equilíbrio emocional também irá se fortalecendo.

Podemos ter o equilíbrio que desejamos na vida e saber disso nos entusiasma a continuar evoluindo.

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Os 5 livros que toda mulher deveria ler

Antes de falar dos livros, preciso te contar porque estou fazendo esse post com dicas só para as mulheres…

Primeiro porque, de todas as pessoas que me seguem no meu canal do YouTube www.youtube.com/c/WaysupBr, nas redes sociais e também que fazem parte da minha lista vip de e-mail, cerca de 75% são mulheres. \0/

E eu fico muito feliz com essa notícia.

Segundo…

Há um movimento grande de mulheres se apoiando, se unindo para criar uma consciência única:

Nós mulheres podemos fazer a diferença no mundo de maneira mais participativa, agir com mais confiança e contribuir de forma mais significativa com a nossa família e a nossa sociedade.

Querer agradar a todos, se cobrar excessivamente, pensar em todos e nunca em si, não se perdoar pelos erros cometidos são alguns dos hábitos comuns nas mulheres.

Esses comportamentos são nobres e até parecem inofensivos à primeira vista. Agora, imagina essas atitudes se tornando constantes na vida da mulher, em casa, no trabalho, na faculdade…

Causam danos enormes para sua autoconfiança e produtividade, porque se tornam hábitos tão poderosos que passam a ser os nossos valores e, assim, quem somos, sem termos consciência disso.

Posso arriscar a dizer que em 99% dos casos, pelo menos um desses prejuízos abaixo irá surgir cruelmente:

  • Sobrecarga
  • Cansaço excessivo
  • Estresse
  • Baixa autoestima
  • Falta de motivação
  • Síndrome do impostor (achar que não é merecedora de onde está, ou que conseguiu as vitórias por sorte ou acaso e não pelo esforço ou competência)
  • Problemas conjugais
  • Relacionamentos tóxicos
  • Infelicidade…

A nossa cultura e a educação que tivemos (sem querer culpar os nossos pais, pois fizeram o melhor com o conhecimento que tinham naquela época) têm peso essencial em nosso comportamento na vida adulta. Afinal, na maioria dos casos, as mulheres foram “treinadas” a ser assim em sua infância e adolescência.

Como disse a professora Deborah Gruenfeld:

“Nossas ideias culturais muito entranhadas associam os homens às qualidades de liderança e as mulheres às qualidades de proteção, e criam um dilema para as mulheres. Acreditamos que as mulheres não só são, mas devem ser protetoras acima de qualquer outra coisa. Quando uma mulher faz qualquer coisa indicando que talvez não seja acima de tudo boazinha e agradável, isso dá má impressão e nos incomoda.”

A executiva Sheryl Sandberg completa:

“Se uma mulher é competente, não parece uma pessoa muito agradável. Se uma mulher parece uma pessoa realmente agradável, é considerada mais agradável do que competente.”

Difícil essa equação, né?

Quanto mais eu estudo sobre a inteligência emocional e a igualdade de gêneros, mais eu me conscientizo de que precisamos criar uma rede gigante de apoio.

É essencial que as mulheres tragam para suas consciências o que realmente se passa em suas mentes, seus comportamentos e emoções.

E a melhor maneira de fazer isso, pra mim, é por meio da autoconsciência e do conhecimento. Conhecimento de si (autoconhecimento) e conhecimento profundo sobre o tema por meio dos livros.

Por isso, gravei este vídeo com dicas dos “5 livros que toda mulher deveria ler” e mais 3 dicas extras, inclusive dois deles especiais para as mães que desejam criar filhos mais resilientes e confiantes.

Confira aqui:

Esses livros são uns dos meus favoritos. Me ajudam no dia a a dia do meu trabalho com minhas clientes.

Não me canso de buscar neles dicas e fundamentos para o desenvolvimento da autoconfiança, criar relacionamentos mais saudáveis e o despertar da mulher para uma vida com mais equilíbrio e leveza.

Assista agora e aproveite para já fazer a compra do primeiro livro.

O link de cada livro está na descrição do vídeo.

Faça também a sua inscrição no meu canal para receber o alerta dos próximos vídeos

Wayne Valim

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10 dicas para otimizar o gerenciamento de tempo da equipe

A maior parte das empresas enfrenta um grave problema relacionado ao gerenciamento do tempo. Seus trabalhadores estão lidando com a constante sensação de que as horas parecem estar cada vez mais curtas diante das tarefas que eles têm que realizar.

Conseguir gerenciar o próprio tempo tornou-se um desafio imenso para todos nós, tão grande quanto cumprir metas, vender produtos, fazer planejamentos e entregar relatórios.

Quem está à frente de uma equipe, em posição de liderança, acaba se deparando com um desafio em dobro — além de gerir o próprio dia, é necessário garantir a produtividade e gerenciar o tempo dos demais colaboradores.

O fato é que o gerenciamento do tempo da equipe é fundamental para a organização da rotina e o sucesso das atividades propostas, resultando em uma gestão com foco em resultados e garantindo a alta performance do time.

Apesar de ser uma situação que mexe com os nossos nervos, a falta de tempo é totalmente contornável. Abaixo, listamos 10 dicas para otimizar o gerenciamento do tempo da equipe. Confira!

1. Organize a sua rotina e mantenha a agenda atualizada

Sem organização, não existe gerenciamento do tempo, alta performance, bons resultados e produtividade. Já que ela é fundamental para o sucesso do seu negócio, padronize determinados procedimentos — principalmente os repetitivos. Encare as tarefas de forma sistemática, estabelecendo e respeitando políticas, regras, horários e prazos. Além de eliminar dúvidas e improvisos, essa prática otimiza os processos internos.

2. Estabeleça quais são as prioridades

Diante da infinidade de tarefas que devem ser cumpridas pelos colaboradores de seu escritório, nem sempre é possível executá-las com a mesma qualidade — por mais produtivos que sejamos. É por esse motivo que você precisa definir quais são as prioridades. Alinhe a disponibilidade de sua equipe à estratégia da empresa, dividindo os recursos entre as demandas importantes e as urgentes. Para cada tarefa que chega, estabeleça uma prioridade: alta, média ou baixa.

3. Defina as metas individuais e coletivas

Os objetivos de sua empresa devem ser divididos em etapas. Para cada uma delas, estabeleça metas — tanto individuais quanto coletivas. A divisão das tarefas deve ser feita com justiça, delegando claramente as responsabilidades. Dessa forma, os esforços são direcionados de forma coerente para o cumprimento das metas e, consequentemente, alcance dos objetivos da organização. Estimule a atuação de todos por meio do trabalho em equipe.

4. Aproveite as habilidades dos colaboradores

Cada membro de sua equipe tem um perfil de trabalho diferente do outro. O fato de cada pessoa ser única pode facilitar o seu gerenciamento do tempo. Quem é mais detalhista pode focar na revisão de relatórios, enquanto quem lida melhor com a pressão pode ficar responsável pelas urgências. Aproveite as habilidades dos membros de sua equipe para repassar as tarefas de acordo com o perfil de cada funcionário.

5. Evite o imprevistos e retrabalhos

Para evitar imprevistos, você precisa trabalhar com mais foco nas tarefas consideradas importantes. Sistematizar processos e estabelecer regras é fundamental para isso. Quando você perde o prazo de uma tarefa importante, ela passa a ser caracterizada como urgente. Dentro desse contexto, a clareza deve se fazer presente em todas as solicitações, explicações e acompanhamentos que envolvem a realização de cada trabalho.

6. Trabalhe para eliminar a procrastinação

A procrastinação é um dos grandes desafios que as empresas enfrentam e que acaba impactando no bom gerenciamento do tempo. Procrastinar significa deixar para fazer depois o que deveria ser feito no momento. Como líder de uma equipe, você precisa garantir a entrega de todas as tarefas propostas. Ao perceber que um colaborador está atrasando com frequência a realização do trabalho, chame-o para conversar. Entenda a situação e ofereça a ajuda necessária.

7. Faça uma avaliação semanal

O feedback é um elemento muito importante no gerenciamento do tempo da equipe, pois é por meio dele que você consegue fazer correções na rota de trabalho. Estabeleça uma reunião semanal com sua equipe, fazendo uma avaliação dos processos, das metas e revisando os objetivos da companhia. Aproveite a oportunidade para planejar como será a próxima semana. Esse momento ao lado de seus colaboradores fomenta a união entre todos da equipe.

8. Desburocratize as atividades secundárias

No papel de líder de uma equipe, você deve se esforçar ao máximo para reduzir a burocracia presente nos processos de trabalho. Para tal, simplifique tudo o que for possível. O objetivo aqui é ganhar mais tempo de execução, o que consequentemente proporciona a antecipação de resultados, o uso dos recursos humanos para atividades mais importantes, a organização de documentos e a melhoria do fluxo de trabalho.

9. Crie um dashboard para realizar o acompanhamento

Não adianta implementar uma série de mudanças na rotina do escritório e deixar de acompanhar a evolução da equipe. O foco constante deve ser nas metas estabelecidas, portanto mantenha no ambiente um quadro visível que contemple o status de cada tarefa. Os membros de seu time conseguirão acompanhar os resultados individuais e coletivos, direcionando os esforços para que todos possam ganhar.

10. Use a tecnologia a seu favor

Faça um bom uso das soluções tecnológicas que temos atualmente: aplicativos, softwares para computador, armazenamento na nuvem e processos digitais. Elas facilitam a gestão da equipe e o gerenciamento do tempo. Os sistemas integrados, por exemplo, permitem que a comunicação entre profissionais, mesmo que de áreas distintas, seja feita de maneira eficiente.

A grande vantagem de usar a tecnologia a seu favor está no aumento da produtividade de seu time, que passa a trabalhar mais focado na entrega de resultados e acaba alcançando uma performance melhor. As soluções tecnológicas também permitem que você monitore o desempenho de todos, identificando oportunidades e pontos de melhoria.

O gerenciamento do tempo da equipe é fundamental para a realização da estratégia de uma empresa. A equipe consegue se manter focada e entrega o máximo de seu potencial, o que colabora também na formação de novos gestores. Isso permite que você, como líder, consiga ter mais base em sua carreira e se preparar para novos desafios.

Artigo extraído e adaptado de Valid.

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A importância do autoconhecimento para empreender.

Hoje é indiscutível a importância do autoconhecimento para ter um negócio. Você chegou até aqui com um pensamento fixo de mudar a sua história e transformar os rumos de sua família, e tem um certo capital para investir na sua inspiração, certo?

Sim, as nossas ideias possuem sempre as melhores intenções, mas será que apenas isso é o suficiente? Uma boa empreendedora precisa tão somente de sua positividade e característica desbravadora?

É sempre bom sermos otimistas e ousadas em um mercado competitivo, mas existem detalhes que fazem toda a diferença entre o sucesso e a derrocada de um empreendimento.

As duas questões para a empreendedora.

Você está preparada para a pressão que um ambiente de negócios pode proporcionar? Os seus desejos de empreender estão ligados aos seus motivos ou motivações? Essas perguntas são as chaves para um começo promissor, muitas vezes a cautela é a melhor estratégia.

Potencial e direcionamento

De maneira alguma quero desconstruir os laços afetivos que você possa ter com o seu negócio, tenho a sensibilidade para entender que os sentimentos muitas vezes servem como força motriz para deslanchar os negócios, embora a minha obrigação também passe por orienta-la nas melhores tomadas de decisões.

Você tem um determinado recurso para investir, mas não sabe muito bem o segmento de negócios que está em alta no mercado, nesse cenário você precisa passar por três peneiras analíticas:

  1. Você tem potencial para o ramo desejado?
  2. Suas ambições são lúcidas ou exageradas?
  3. O seu capital para investimento é o suficiente?

Conseguiu passar por essas três peneiras? Perfeito, muito provavelmente você está elegível para empreender, agora, se algum desses três itens atingiu profundamente o seu íntimo, esse já é um importante sinal para repensar no seu investimento.

Precisamos ter a consciência que a felicidade está relacionada com as nossas potencialidades. Trabalhar com o que gostamos, já é 50% para um empreendimento de sucesso.

Parcerias

Sem sombra de dúvidas uma boa parceria facilita muito o andamento de um negócio, bons empreendedores que firmam sociedade precisam ter pensamentos alinhados. Quando os pensamentos desalinham e as atitudes da sua parceria começam a soar estranhas para você, talvez seja um indicativo que essa sociedade precisa ser revista ou até mesmo cada um seguir o seu caminho sem que as partes sejam prejudicadas.

O autoconhecimento é um signo para o sucesso, seja para os empreendimentos no mundo dos negócios, seja para vida. Se você se identificou com esse texto, curte e compartilha para que mais pessoas reflitam a respeito de empreender.

PS.: Esse tema é muito discutimo em nosso grupo Mulher Líder Coach. Se quiser saber um pouco mais, clique aquihttp://www.waysup.com.br/mulher-lider/

Artigo extraído e adaptado de A Empreendedora.

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9 coisas que mulheres bem-sucedidas nunca fazem

LaRae Quy era, quase sempre, a única agente feminina do FBI em seu esquadrão. Ela descobriu – em meio às mais diversas situações e circunstâncias – a ser bem-sucedida. Mas, mais importante do que isso, é que ela também aprendeu o que não fazer se quisesse competir em um ambiente tipicamente masculino.

LaRae conta que entendeu que ser bem-sucedida estava diretamente ligado às escolhas que faz. Com frequência, foi a opção de se jogar em alta velocidade em vez de se apoiar em alguém para ganhar um impulso.

Enquanto cada mulher tem sua própria definição de sucesso, veja 9 coisas que profissionais bem-sucedidas nunca fazem:

1. Mulheres bem-sucedidas não ignoram seus medos

Se você quer mudar e seguir adiante, é preciso enfrentar os seus medos de frente. Nunca gaste uma energia valiosa tentando evitá-los. Em vez disso, use determinação mental para lidar com seus pensamentos, emoções e comportamentos de maneiras que irão te preparar para o sucesso nos negócios e na vida.

Reprimir um sentimento negativo apenas o fortalece, abastece os medos e atrasa a evolução. Na verdade, tentar controlar alguma coisa que tememos aumenta a probabilidade de ela acontecer.

2. Mulheres bem-sucedidas nunca fogem do conflito

“Como um agente feminino do FBI, eu enfrentei conflitos, críticas e injustiças – assim como todos os outros agentes. A diferença é que eu não me acovardei para tentar evitar ter esses sentimentos negativos de novo”, afirma LaraRae.

Pessoas que evitam conflitos assumem que eles sempre são agressivos e desrespeitosos. Isso não é verdade, pois um embate pode surgir camuflado de muitas maneiras. Nós precisamos estar alertas para qualquer comportamento alheio que tenha como objetivo manipular nossas emoções ou pensamentos. Uma vez que reconhecemos o conflito pelo que ele é, nós podemos escolher como responder a ele em vez de reagir com medo ou ignorância.

3. Mulheres bem-sucedidas nunca escutam suas críticas internas

LaraRae conta que precisava diminuir críticas interiores e eliminar as vozes de dúvida e ansiedade. “Eu fiz isso ao focar minha atenção nos feedbacks positivos e nas críticas construtivas.”

A determinação mental é capaz de controlar os nossos pensamentos e de não deixar que nossa mente nos controle. O ponto crucial é aprender a administrar suas emoções com uma conversa consigo mesmo e a usar palavras corretas e positivas ao controlar seus pensamentos.

4. Mulheres bem-sucedidas nunca esperam circunstâncias perfeitas

Esqueça a ideia de encontrar o emprego perfeito ou melhores condições para avançar. Aprenda a diferenciar a dor de crescer e a dor de sofrer.

É fácil dizer que as condições são desfavoráveis, nada vai do jeito que você gostaria e que você está do lado errado. Tudo isso são desculpas.

Utilize o que está a sua disposição para continuar seguindo em frente – pegue uma dica do MacGyver (famoso personagem de uma série norte-americana dos anos 1980 que conseguia resolver qualquer problema) e tire o melhor proveito da situação. A determinação mental está aproximando circunstâncias iminentes com a perspectiva correta – e não esperando um descanso.

5. Mulheres bem-sucedidas nunca olham para seu passado como um erro

“Eu cometi muitos erros quando estava começando. Às vezes era vergonhoso, mas eu jurei aprender com cada um deles”, afirma LaraRae.

Alguns erros do nosso passado podem ser dolorosos, mas, em vez de ficar se lamentando, encare-os como oportunidades de aprender algo que você não sabia até acontecer. Fique perto de amigos e colegas que cometeram erros – você também pode aprender com eles.

O passado não nos define, ele simplesmente nos prepara para nossa jornada em direção ao sucesso e à sabedoria.

6. Mulheres bem-sucedidas nunca perdem a oportunidade de brilhar

LaraRae conta que, muitas vezes, a melhor maneira de alcançar o sucesso é fazer o que os outros estão evitando.

Identifique aquelas coisas que as outras pessoas hesitam em assumir. Pode ser algo pequeno e simples – não importa. Seja o que for, faça bem feito e você irá, instantaneamente, se diferenciar dos outros.

Depois, siga adiante, pois você nunca sabe onde pode parar – frequentemente, nós não sabemos que oportunidades irão aparecer até estejamos bem perto delas.

7. Mulheres bem-sucedida nunca falham em manter-se calma

LaraRae conta que não importava a situação, ela sabia que tinha total controle de sua vida. “Uma das minhas frases preferidas é do santo Inácio de Loyola: ‘Reze como se Deus fosse tomar conta de tudo; aja como se estivesse tudo por sua conta”.

Muitas pessoas criam desculpas para si mesmas ao dizer que a sorte determina se elas são bem-sucedidas ou não. Líderes mentalmente fortes estão no controle de sua própria sorte, pois eles olham o sucesso e os erros como algo que estão sob seu controle. Sorte talvez tenha algum papel nas circunstâncias atuais, mas essas pessoas não desperdiçam energia se preocupando sobre o que pode acontecer.

Controle sua própria sorte ao tirar proveito de oportunidades para melhorar sua vida e sua situação. O resultado será uma chance ou um arrependimento por um caminho não seguido.

8. Mulheres bem-sucedidas nunca falham em suas pesquisas

“Quando eu entrevistava um suspeito, eu me certificava de que sabia sobre o que estava falando”, conta a ex-agente.

Quando você está conhecendo seus potenciais investidores, clientes ou consumidores, se certifique que você sabe exatamente do que está falando – saiba onde estão as minas terrestres antes de abrir a boca. Faça sua lição de casa; seja polida, disposta e preparada.

9. Mulheres bem-sucedidas nunca desistem

“Não importa o quão difícil era investigação. “Eu desisto’ foi a única frase que eu nunca ouvi em 24 anos no FBI”, relata LaraRae.

Quando você diz “desisto” ou “não posso”, está sacrificando a posse e o controle sobre sua atitude e comportamento. Isso mostra que você criou seus próprios limites. Quando você diz que desiste, você está mandando uma mensagem sobre seu medo de falhar e a ausência de coragem em testar seus limites.

Artigo extraído e adaptado de Forbes.

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