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O segredo da Nasa que vai te deixar mais produtivo


Para pesquisador, existe uma grande diferença entre realizar tarefas rapidamente e corretamente

Listas de tarefas, timers e até recompensas. Existem vários métodos para conseguir ser mais produtivo e concluir todas as tarefas do dia. Mas será que existe um jeito imbatível para melhorar a produtividade? O pesquisador Jeffery LePine começou analisando a rotina dos astronautas no espaço para conseguir a resposta.

Em artigo no Quartz, LePine conta que, no espaço, realizar vários projetos ao mesmo tempo é essencial para se manter vivo e a produtividade afeta diretamente o resultado.

Ele analisou as emoções, o nível de estresse e o engajamento dos astronautas no momento de transição entre uma tarefa e outra. Depois, cruzou os dados, avaliando quão produtivos os astronautas eram em cada tarefa.

A pesquisa concluiu que este momento de “transição” entre tarefas influencia quão rápido você é capaz de partir para outras ações. Este ruído entre as atividades afeta diretamente a produtividade, fazendo com que a maioria das pessoas se distraia com mais facilidade. Isso é ainda pior quando a primeira tarefa é mais complexa ou importante do que a segunda ou ainda não foi finalizada.

Para resolver esta questão, o primeiro passo é ficar mais consciente da transição entre as tarefas. Ao terminar, reflita sobre o que fez e qual será sua próxima meta. A dica é prestar atenção na ordem das tarefas e, sempre que possível, ter um planejamento. Comece realizando as mais simples, para minimizar este efeito de transição para as outras atividades do dia.

Outro segredo para ser mais produtivo é saber como você fica depois de atividades recorrentes. Por exemplo, se você sempre se sente irritado depois de uma reunião de tarde, tente realizar todas as tarefas mais importantes antes deste compromisso.

Artigo extraído e adaptado de Revista PEGN.

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Como convencer alguém quando os fatos falham

Já notou que, quando você apresenta fatos as pessoas que são apegadas profundamente as suas crenças, elas sempre mudam de ideia? Não? Nem eu. Na verdade, as pessoas parecem se fechar em suas crenças, mesmo com evidências esmagadoras contra elas. A razão está relacionada com sua percebida cosmovisão, que é ameaçada pelos dados conflitantes.

Criacionistas, por exemplo, rejeitam a evidência para a evolução por fósseis e DNA porque eles estão preocupados com as forças seculares que invadem a fé religiosa. .

Dois psicólogos sociais, Carol Tavris e Elliot Aronson (ex-aluno de Festinger), em seu livro de 2007 Mistakes Were Made (But Not by Me) [Erros foram cometidos (mas não por mim)] documentam milhares de experiências que demonstram como as pessoas decoram frases e “fatos” prontos para manter crenças pré-concebidas e reduzir a dissonância.

Por exemplo, foram dados falsos artigos de jornal que confirmaram equívocos generalizados, como que havia armas de destruição em massa no Iraque. Quando os sujeitos receberam um artigo corretivo de que as armas nunca foram encontradas, os liberais que se opuseram à guerra aceitavam o novo artigo e rejeitavam o antigo, enquanto os conservadores que apoiaram a guerra fizeram o oposto… e mais: Eles relataram estar ainda mais convencidos. Foram favoráveis as armas após a correção, argumentando que isso só provou que Saddam Hussein ocultou-as ou destruiu elas.

Se os fatos corretivos só pioram as coisas, o que podemos fazer para convencer as pessoas do erro de suas crenças?

1. Mantenha as emoções fora da troca.
2. Discuta, não ataque (sem ad hominem e sem ad Hitlerum).
3. Ouça atentamente e tente articular sobre a outra posição com precisão.
4. Mostre respeito.
5. Reconheça que você entende o por que alguém pode ter essa opinião.
6. Tente mostrar como a mudança de fatos não significam, necessariamente, a mudança de cosmovisões.

Essas estratégias nem sempre funcionam para mudar as mentes das pessoas, mas agora que a nação acabou de ser submetida a uma verificação política, elas podem ajudar a reduzir divisões desnecessárias.

Artigo extraído e adaptado de Universo Racionalista.

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Quer ser promovido? Então fale

Expressar sua ambição pode fazer toda a diferença

Parece óbvio que todos querem uma promoção no trabalho, não é mesmo? Não. Em artigo publicado no Harvard Business Review, Sabina Nawaz, que trabalha com treinamento de CEOs, é categórica ao afirmar: quer ser promovido? Faça com que seus superiores saibam disso.

Ela conta que, em uma empresa listada na Fortune 100, haviam dois gerentes que trabalhavam duro e entregavam bons resultados. Ambos desejavam uma promoção para o cargo de vice-presidente da empresa. A diferença, contudo, foi que um deles, quando participou de um encontro com os altos executivos da empresa, dois anos antes, havia perguntado ao CEO e ao CMO da companhia: “o que devo fazer para me preparar para me tornar vice-presidente um dia?”.

“Mais tarde, o CEO, os demais executivos e eu sentamos para discutir o desempenho dos participantes. Quando falamos sobre ele, o CEO riu e disse ‘foi engraçado, ele me perguntou o que deveria fazer para se tornar vice-presidente – ele acabou de se tornar gerente e está pensando em ser vice-presidente’”, contou Sabina. Os comentários dos executivos indicavam que todos gostavam daquele gerente, ele tinha obtido bons resultados e sua equipe gostava dele – mas todos concordavam que era cedo para ele perguntar o que fazer para se tornar vice-presidente. Dois anos depois, no entanto, ele foi escolhido como vice-presidente da companhia.

Ao perguntar o que deveria fazer para ser promovido, ele indicou aos líderes – aqueles que estariam discutindo o futuro de sua carreira – quais eram seus interesses. “Os dois gerentes tinham trabalhado, provaram suas capacidades e entregaram resultados bons. A diferença entre os dois é que um deles nunca perguntou aos chefes o que ele precisaria para ser promovido”, explica Sabina.

Nem todos os trabalhadores querem necessariamente uma promoção. “Algumas pessoas estão felizes com o cargo que ocupam e fazem um bom trabalho porque não querem a pressão adicional de ter um cargo superior. Outros, ainda, podem querer um crescimento mais lento”, diz ela.

Os chefes não saberão qual é o seu caso se você não falar a eles. Ao pensar em planos de sucessão, o melhor cenário para eles é ter uma “lista de espera” de executivos que querem uma promoção. Para Sabina, um executivo “saber que você produz ótimos resultados e tem a ambição de avançar é a combinação poderosa que eles estão procurando, e isso os deixa mais inclinados a investir em você”.

“CEOs, conselhos e líderes em geral querem assegurar que têm um banco para cobrir possíveis saídas de executivos”, diz Blake Irving, CEO do grupo GoDaddy. “Mesmo que eu acredite que os executivos devam estar focados em fazer um ótimo trabalho no cargo que ocupam, acho que eles também devem fazer com que os líderes da empresa saibam que eles estão dispostos a assumir mais responsabilidades. Não acredito em autopromoção, mas acho que você deveria fazer seu chefe saber que você está pronto para algo maior”, afirma.

O que te impede de pedir uma promoção?, analisa Sabina. “Talvez você ache que os outros vão pensar que você é muito ambicioso, agressivo. Mas a verdade é que se corre esse risco quando você trabalha muito para se vender aos líderes da empresa e diz porque acha que deveria ser promovido. Mas simplesmente perguntar e reiterar seu interesse de forma consistente mostra o seu foco na empresa”, diz ela.

Então, o que fazer para começar a tornar conhecida a sua ambição de uma promoção? Em primeiro lugar, diz Sabina, quando você pedir feedbacks, pergunte se você está adequado para o cargo cobiçado. Comunique seu plano claramente, para que seu gestor saiba sua estratégia. Depois, explique a experiência que você está tentando construir para que aqueles que tomam as decisões considerem você para uma gama mais ampla de posições.

“Os executivos das empresas querem pessoas que queiram liderar. Subir na carreira não é apenas um privilégio, é também uma responsabilidade. Indique que você está disposto a arcar com todos os desafios que vêm com a promoção”, diz Sabina.

Artigo extraído e adaptado de Época Negócios.

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10 coisas que te impede de ser feliz

A vida seria muito mais fácil se existisse uma fórmula mágica para alcançar a felicidade, mas infelizmente não existe. Só que uma coisa é certa: ela está disponível para todos.

Com bastante frequência os desafios aparecem pelo caminho e se não soubermos lidar com eles, sentiremos dor e sofrimento desnecessários.
É certo que para cada pessoa a felicidade tem um tipo de significado, e isso está relacionado aos valores e experiências de vida de cada um, mas independentemente do que traz felicidade para você existem algumas coisas que te impedem de ser feliz, saiba quais são a seguir:

1 – Alimentar crenças limitantes
Crença limitante é tudo aquilo que te impede de viver uma vida melhor e mais feliz. Muitos de nós se alimentam de frases e pensamentos que são como ordens nos dizendo o que é possível e o que é impossível, o que podemos fazer e o que não podemos fazer. Pare de alimentar suas crenças limitantes. Jamais deixe para amanhã o que você pode fazer, sentir e viver hoje.

2 – Ficar preso ao passado
É muito comum que nos sintamos culpados por experiências negativas do passado. Mas precisamos olhar para todas as nossas experiências como processos de aprendizagem para nos conhecermos melhor. Viver inteiramente o momento presente é a atitude mais libertadora que existe.

3 – Sofrer por antecipação pelo futuro
Fique atento aos excessos de preocupação. Na vida é preciso ter os dois pés no chão. Pensar e sonhar demais com o futuro pode bloquear o desenvolvimento de um projeto que já esteja claro em nossa mente. Evite pensamentos desnecessários.

4 – Manter coisas ou pessoas negativas por perto
“Diga-me com quem tu andas que te direi quem és”, falava minha mãe. Acredito que esta frase tenha mais a ver com quem você vai se tornar, pois somos diretamente influenciados pelo meio onde vivemos. Jim Rohn já dizia: “Você é a média das cinco pessoas com as quais passa mais tempo.” As cinco pessoas com quem você mais anda irão determinar a forma como você pensa, a forma como você age e a forma como você se prepara para suas metas de vida.

5 – Querer sempre impressionar os outros
Eu preciso lhe dizer que às vezes você vai estragar tudo, independentemente do que você faça. Você precisa afirmar o seu valor, porém sem exigir reconhecimento. Aceite-se a si mesmo, assim como é, incondicionalmente.

6 – Estar sempre certo
O que é mais importante para você? Ser feliz ou estar sempre certo? Hoje eu quero lhe afirmar algo: em algum momento da sua vida você vai errar. Então, não importam quais sejam suas decisões, esteja determinado a ser mais flexível e desista de querer sempre ter razão.

7 – Resistir a mudanças
O que mudou tudo no mundo nos últimos anos? As pessoas. Pessoas como você e eu que decidiram MUDAR. Pessoas que tomaram novas decisões. Agora é o momento ideal para fazer alguma outra coisa ou uma coisa nova.

8 – Não assumir a auto-responsabilidade e culpar os outros
Assuma 100% de responsabilidade pela sua vida e entenda que só VOCÊ pode decidir qual o melhor caminho a seguir. Quando assumimos a nossa responsabilidade, podemos exercer nosso poder de escolha livremente, sem culparmos às pessoas pelas nossas decisões, pois percebemos que uma atitude responsável é extremamente necessária para mudarmos o mundo, começando a mudar nós mesmos.

9 – Necessidade de aprovação das pessoas
Quando nos libertamos da necessidade de obter aprovação das pessoas, passamos a aceitar e olhar com determinação para os pontos da nossa personalidade. Você não é responsável por expectativa alheia nenhuma.

10 – Esquecer-se de ser grato e ficar apenas reclamando
Agradeça, agradeça, agradeça. Infelizmente nossa percepção é limitada, mas se elevarmos a nossa atenção para o “quadro completo da vida” ficaremos imediatamente conscientes do quanto temos a agradecer. Lembre-se de, pelo menos uma vez por dia, agradecer a todas as dádivas que você recebe.

Artigo extraído e adaptado de Administradores.

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4 maneiras de adquirir conhecimento durante o sono

Heródoto era geógrafo, historiador e quase uma espécie de jornalista de guerra da Grécia Antiga. É dele o relato das Guerras Médicas que deu origem à representação da Batalha das Termópilas do filme 300, que opôs gregos e persas. Em certo ponto de sua principal obra — intitulada apenas História, e muito mais longa e completa que o filme — ele conta as sonecas premonitórias do rei Xerxes (Rodrigo Santoro, alguém?), que recebia recadinhos e instruções dos deuses em forma de sonhos e visões. Entre as sugestões do firmamento, invadir a Grécia e dominar o mundo não eram raros.

Tudo isso para dizer que, bem, não é esse nível de sabedoria que você pode adquirir dormindo no alvorecer do século 21 — ninguém terá prenúncios de glória militar tão cedo. Mas há uma pequena lista de coisas com que o sono pode te ajudar, e o site IFLScience listou algumas delas. Confira:

1 – Você pode aprender palavras estrangeira

Em alemão, caixa de fósforos é “Streichholzschachtel”. Se a caixa for pequena, vira “Streichholzschächtelchen”. Pois é, ainda bem que pesquisadores da Suíça, ambos piedosos falantes fluentes de alemão que querem facilitar sua vida, afirmam em artigo publicado no periódico científico Cerebral Córtex, de Oxford, que ouvir várias vezes uma palavra estrangeira aprendida em estado de vigília durante o sono faz seu cérebro memorizá-la sem você perceber nem acordar.

Os testes, claro, envolveram tocar palavras aprendidas bem baixinho com um gravador conforme um grupo de voluntários recém-iniciado a uma língua estrangeira tirava um cochilo.

Para garantir que ninguém tivesse simplesmente ficado acordado e ouvido as palavras durante o suposto “sono”, eles montaram um grupo de controle que ouviu as palavras acordado. O resultado? Os despertos foram muito pior que os dorminhocos nas provas.

2 – Você pode aprender a tocar uma música

O mais legal é que a técnica de repetição acima não dá certo só com palavras, que carregam significado, mas também com melodias. Em um experimento que está registrado no periódico científico Nature Neuroscience, voluntários aprenderam melodias básicas de violão no estilo Guitar Hero — só colocando os dedos no lugar certo, sem teoria musical. Os que foram dormir depois e ouviram a melodia se repetindo durante o sono acordaram tocando bem melhor que os que não ouviram nada.

3 – Você pode se lembrar de onde deixou alguma coisa

Esqueça São Longuinho — pulinhos não são nada perto de um ronco. Nesta pesquisa, publicada no The Journal of Neuroscience, voluntários eram instruídos a posicionar um objeto virtual qualquer em algum ponto aleatório de uma tela de computador. Quando o local era escolhido, tocava um som correspondente.

Depois, todos iam cair duas vezes nos braços de Morfeu. Em uma, o som correspondente ao lugar foi tocado durante o sono. Na outra, não. A conclusão, você já sabe, é que quem ouviu o som dormindo se lembrou com mais facilidade do local em que havia deixado o objeto.

4 – Você pode proteger memórias especiais

Em um experimento parecido, publicado aqui, cientistas descobriram que a associação entre sons e objetos descoberta acima pode ser usada para dar um olé no sistema de seleção de memórias do seu cérebro e fazer ele guardar com mais cuidado coisas que você considera importantes e quer que sejam lembradas em detalhe.

Em um tela similar à do experimento acima, pessoas posicionavam objetos identificados, como um sino ou um gato, em um determinado local. Quando colocados, eles emitiam seus próprios sons — o gato miava e o sino tocava. Pessoas expostas a esses sons durante a noite, como você já deve imaginar, se lembraram com mais facilidade deles.

Em outras palavras, não custa nada ouvir a música que marcou seu primeiro encontro durante a noite. Pode te ajudar a nunca esquecer aquele dia.

Artigo extraído e adaptado de Revista Galieu.

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6 técnicas incríveis para acabar com o estresse

Sabe quando a cabeça fica tão cheia de preocupações que a vida acaba se tornando mais pesada? Nessas horas, a impressão que se tem é de que há um enorme fardo sobre os ombros, não é mesmo? Pois isso pode causar problemas mais sérios, como a tensão, a fadiga e o famoso estresse.

É realmente difícil manter a mente e a vida leves em meio a um trânsito sempre caótico, ao excesso de compromissos, às cobranças profissionais e aos inúmeros desafios diários, não concorda? Mas a boa notícia é que, apenas adotando algumas medidas bem simples, é possível, sim, esvaziar a mente, relaxar e aliviar as tensões.

Quer saber como? Então confira agora mesmo algumas técnicas incríveis para tirar todo esse peso desnecessário das suas costas:

Coloque suas preocupações no papel

Crie o hábito de anotar suas preocupações e seus compromissos em cadernos e agendas, evitando, assim, possíveis distrações e ajudando na desaceleração do cérebro. Ao fazer essas anotações, a mente entende que seus afazeres já estão guardados e não precisam, necessariamente, ser resolvidos agora. Vale ressaltar que essa medida também é muito útil para combater a insônia, viu?

Olhe para o alto e faça uma contagem regressiva

Se está precisando relaxar e esvaziar a mente, olhe para cima e faça uma lenta contagem regressiva, de preferência a partir do número 60. Essa técnica vai acalmar seus nervos, controlar sua ansiedade e, de bônus, aumentar sua concentração. Isso tudo porque, ao olhar para cima, seu sistema nervoso será estimulado, sua pressão arterial e o ritmo da sua respiração diminuirão, provocando, assim, uma clara sensação de relaxamento.

Controle o ritmo de sua respiração

A mente cheia de ansiedades e preocupações aumenta significativamente o ritmo cardíaco, especialmente porque o coração possui muitas terminações nervosas que reagem aos estímulos cerebrais. Por isso, para manter a cabeça e o coração na mais perfeita ordem, ao se encontrar diante de situações de estresse, procure controlar sua respiração, inspirando profundamente com o nariz e segurando o ar por alguns segundos antes de soltá-lo. Repita o processo, até se sentir mais calmo, leve, relaxado e com o ritmo cardíaco menos acelerado.

Pare por um minutinho para se alongar

Mesmo que sua agenda esteja lotada de compromissos, encontre tempo para se alongar. Quando se está ansioso e tenso, os músculos se contraem involuntariamente, o que gera bastante desconforto físico. Por isso não é nada raro que se sofra com dores nas costas, nas pernas, no pescoço e nos ombros por conta do estresse, da tensão e da ansiedade. Para minimizar esses efeitos, faça pequenas sessões de alongamento durante o dia.

Leia por prazer

A leitura é um hábito muito saudável, pois, além de ser fonte de conhecimento e de entretenimento, promove o relaxamento e torna a vida mais leve. Assim, quando sua mente estiver cheia de preocupações, procure ler gibis, poemas, notícias curtas ou qualquer outro conteúdo de sua preferência. Isso vai ajudar a aliviar as tensões. Mas atenção: é importante que essa leitura seja feita por prazer e não por obrigação, ok? Caso contrário, a ansiedade e o estresse podem voltar ainda mais intensos!

Procure se alimentar adequadamente

Você sabia que, nos momentos de extrema ansiedade, um lanchinho saudável pode ajudar? Afinal de contas, a mastigação promove o relaxamento dos músculos do pescoço e contribui para a eliminação do estresse e da ansiedade. Sendo assim, carregue sempre alguma comidinha com você, como uma fruta ou oleaginosas, que contêm vitamina C e selênio, substâncias que melhoram — e muito! — o funcionamento do sistema nervoso, combatendo as tensões do dia a dia.

Artigo extraído e adaptado de sbie.

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Bancos com mais mulheres na diretoria são mais rentáveis

Estudos já confirmaram que a diversidade no ambiente de trabalho traz resultados financeiros positivos para as empresas. Se você ainda não acredita nisso, uma nova pesquisa publicada pelo Banco da Inglaterra sugere que quando há mais mulheres na diretoria, os bancos são mais rentáveis. No estudo, as economistas Ann Owen e Judit Temesvary demonstram que há uma relação entre igualdade de gênero e resultado financeiro. No entanto, isso só acontece se a instituição já tem políticas de igualdade – ou seja, pouco adiantaria se um banco até então dominado por homens colocasse mulheres na diretoria sem fazer nenhuma alteração na cultura da empresa.

“Em bancos bem gerenciados, a diversidade de gênero tem um impacto positivo no desempenho – mas apenas depois de alcançado determinado nível de igualdade”, dizem as pesquisadoras. De acordo com o estudo, a porcentagem de mulheres nos bancos norte-americanos vai caindo conforme se sobe na escada corporativa: elas representam 56,7% de todos os funcionários, 48% dos cargos de média gerência e 30,8% entre os executivos de nível sênior ou gerentes.

Mas, afinal, como a divisão entre homens e mulheres nas diretorias pode afetar o balanço de um banco? Há duas explicações. A primeira é que as mulheres têm mais chances de contribuir com experiência em determinadas áreas – ou seja, quando há mais mulheres na diretoria, é mais provável que o grupo tenha certas características, como experiência em recursos humanos ou em governança pública. Então, com um leque mais diverso de experiências, a tomada de decisão pode ser mais correta. Além disso, há uma relação entre participação feminina mais alta e menor probabilidade de reguladores tomarem ações contra o banco – o que sugere que a maior diversidade aumenta o controle e gerência nas instituições financeiras.

A segunda explicação é que a diversidade em si tem um impacto. Estudos anteriores mostraram que a diversidade está associada à maior criatividade e produtividade dentro das empresas. Isso só ocorre, contudo, se a cultura da empresa é preparada para a diversidade e se a participação de mulheres dentro da companhia é alta – as mulheres tendem a se expressar com mais frequência quando a participação feminina no grupo aumenta.

Para evitar atribuir à diversidade de gênero um efeito causado por algo relacionado à diversidade de outras características, as pesquisadoras incluíram diversas variáveis em suas estimativas, como idade, participação no conselho ou patrimônio. Uma das possibilidades é que os resultados financeiros ruins estejam relacionados à falta de diversidade – ou bancos de melhor gestão têm em comum a busca por maior diversidade. Para fazer o estudo, as autoras utilizaram dados de 87 bancos dos Estados Unidos entre 1999 e 2015.

“Nossos resultados mostram evidências de ambas hipóteses”, escrevem as economistas. “A maior equidade de gênero tem impacto positivo em várias medidas de desempenho uma vez que certo limiar de diversidade tenha sido alcançado”, dizem. “Por outro lado, a falta de diversidade tem um impacto negativo nessas mesmas medidas de desempenho.”

Artigo extraído e adaptado de Época Negócios.

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Razões pelas quais o perdão faz bem a saude

Perdoar é o ato consciente de abrir mão do ressentimento ou do desejo de vingança contra alguém que, de alguma forma, causou algum mal – mesmo que a pessoa não mereça. Ao contrário do que muitos acreditam, o ato não necessariamente implica no esquecimento dos agravos. A definição é do Greater Good Science Center (Centro de Ciências do Bem Maior, em tradução livre), órgão vinculado à Universidade de Berkeley, na Califórnia.

Um número cada vez maior de pesquisas indica que o perdão, longe de ser um gesto de pouca importância, proporciona uma série de benefícios à saúde. Qualquer pessoa pode se tornar mais indulgente através de hábitos como desenvolver a empatia, focar no lado bom das coisas e expressar melhor os próprios sentimentos. Confira abaixo todos os benefícios mentais e físicos de aprender a perdoar:

1 – Perdoar incondicionalmente pode fazer você viver mais
Um estudo de 2011 do Journal of Behavioral Medicine mostrou que pessoas que praticam o perdão condicional, ou seja, aquelas que só são capazes de perdoar caso a outra parte peça desculpas ou prometa não repetir a ofensa, têm propensão a morrer mais cedo do que os que perdoam incondicionalmente. Os pesquisadores explicaram que o pedido de desculpas pode ajudar a dar um “arranque” no processo – mas se for indispensável, as chances para um perdão verdadeiro diminuem muito. “Aqueles que causam uma ofensa nem sempre vão satisfazer tais condições, e a parte ofendida não tem o poder de fazer com que ocorram”, escreveram.

2 – Perdoar te deixa menos nervoso
Estar cronicamente nervoso causa efeitos na pressão arterial e no batimento cardíaco, enquanto perdoar de verdade pode levar a uma redução no stress e, portanto, a conter o nervosismo. “Existe um enorme fardo físico em estar machucado e desapontado”, disse a doutora Karen Swartz em um comunicado do Hospital Johns Hopkins. Persistir no ressentimento, além de aumentar a irritação, também provoca tristeza e sentimentos de perda de controle, segundo um estudo de 2001 do jornal Psychological Science. Ficar preso ao rancor causa aumento em atividades fisiológicas como tensão dos músculos da face, batimento cardíaco, pressão arterial e suor, de acordo com o site WebMD.

3 – Melhora a sua saúde em todos os sentidos (até o sono!)
Perdoar alguém é um verdadeiro remédio que atua em instâncias que vão desde a qualidade do sono até a fadiga, reduzindo sentimentos e patologias prejudiciais à saúde como a tensão, raiva e depressão. Pesquisadores da Universidade do Tennessee descobriram que a “limpeza” destas emoções negativas desempenha um papel importante para a manutenção do bem-estar. “A vítima renuncia às ideias de vingança, e se sente menos hostil, irritada ou chateada a respeito das experiências”, escreveram no artigo.

4 – Fazer as pazes te ajuda a perdoar a si próprio
Quando quem fez algo errado foi você, ser absolvido pela pessoa que você magoou ajuda substancialmente no processo de autoperdão, descobriram pesquisadores da Universidade Baylor. Em um estudo publicado no Journal of Positive Psychology, eles descobriram que quem pede perdão por um agravo tem maiores chances de perdoar a si mesmo. “Uma barreira que as pessoas enfrentam para perdoarem a si próprias é que elas pensam que merecem se sentir mal. Nosso estudo descobriu que fazer as pazes nos dá permissão para deixar as coisas passarem”, disse em um comunicado Thomas Carpenter, um dos autores do artigo.

5 – Seu coração agradece
O principal motivo é que a prática da indulgência se mostrou capaz de diminuir a pressão arterial em diversas pesquisas. Em 2011, um estudo publicado no jornal Personal Relationships mostrou que quando uma pessoa perdoa a outra, ambas apresentam redução na pressão arterial. De acordo com os autores, a pesquisa foi a primeira a provar que os “culpados” também são agraciados com um funcionamento fisiológico positivo: quanto mais conciliador for o comportamento da vítima, maior será a queda na pressão dos perpetradores.

6 – Pode trazer benefícios ao sistema imunológico
Uma pesquisa apresentada em um encontro de 2011 da Sociedade de Medicina Comportamental dos EUA descobriu que portadores do vírus HIV que perdoavam de verdade alguém que os havia magoado apresentavam um maior nível de células CD4, consideradas positivas para o sistema imunológico. “Os resultados comprovam nossas hipóteses e refletem descobertas anteriores sobre as relações entre fatores psicossociais com marcadores imunológicos em pessoas vivendo com HIV/AIDS, e as descobertas indicam que o perdão a outra pessoa pode trazer benefícios à saúde delas”, disse a pesquisadora Amy Owen, do Centro Médico da Universidade Duke.

7 – Pode fortalecer seu relacionamento depois de uma traição
Perdoar o parceiro ou parceira após uma traição pode ser a chave para salvar ou até fortalecer o seu relacionamento, diz um estudo publicado pela American Psychological Association. Os pesquisadores da Universidade de Missouri-Kansas City mostraram que, nestes casos, o perdão facilitou e muito o processo de recuperação do trauma da infidelidade, garantindo mais satisfação na relação e mais comprometimento mútuo.

8 – Quem perdoa pode se proteger do stress a longo prazo
Possuir a habilidade de perdoar prediz uma saúde positiva tanto mental quanto física, de acordo com um estudo publicado este ano no Journal of Health Psychology. Os pesquisadores também notaram que a indulgência parece proteger contra os efeitos negativos do stress na saúde mental. “Nós descobrimos que a severidade do stress não estava relacionada com a saúde mental para pessoas que eram boas em perdoar, estava significativamente associada com uma saúde mental pior para pessoas que exibem níveis moderados de perdão, e mais fortemente relacionada com uma saúde mental pior para participantes exibindo os níveis mais baixos de capacidade de perdoar”, escreveram.

Artigo extraído e adaptado de Revista Galileu.

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relacionamentos interpessoais

Como vencer as divergências nos relacionamentos interpessoais

Pessoas que sabem se relacionar bem com outras são facilmente reconhecíveis. Elas têm uma grande facilidade de fazer amigos e de estabelecer vínculos onde quer que estejam. Com uma boa comunicação e empatia podemos vencer aquela barreira que nos impede de lidar com pessoas difíceis. Pessoas bem tratadas verdadeiramente e com uma boa interatividade vão ao poucos se sentindo mais valorizadas e, consequentemente, apresentam um crescimento pessoal em suas relações, sendo bem mais produtivas e saudáveis no dia a dia.

Tudo começa com a gente
Somos seres sociais que necessitam da relação com outras pessoas para vivermos em harmonia. Precisamos ver, encontrar, interagir e trabalhar com diversos tipos de pessoas, cada um com suas qualidades, defeitos e desejos. Algumas combinam com nossos gostos, outras divergem nesta ou naquela opinião ou se comportam de maneira diferente diante de uma determinada situação e aí pensamos: “Fulano não poderia falar isto assim, se eu fosse ele(a) falaria de outra maneira” e outros comentários afins.

Há casos que o problema chega a ser grave, como ignorar um colega de trabalho com quem deveria interagir o tempo todo, fracassar na construção de um relacionamento positivo com um cliente importante ou perder a oportunidade de encorajar um filho inseguro e até no dialogar com pai ou mãe.

Muita gente acaba creditando seus sucessos e insucessos aos relacionamentos construídos ao longo de suas vidas.

Estamos prontos para nos relacionar com os outros?
Segundo Stanley C. Allyn , “A pessoa mais útil do mundo hoje em dia é o homem ou a mulher que sabe lidar com os outros. Relações Humanas é a ciência mais importante da vida.”

Podemos ver a seguir alguns princípios pessoais que nos ajudaram a construir relacionamentos saudáveis e eficazes:

1º Princípio: Quem você é determina o que você vê

Havia um homem que tinha nascido e vivido no Estado do Colorado, então mudou-se para o Texas e logo construiu uma casa que tinha uma janela enorme, da qual podia contemplar centenas de milhas de terras vazias, prontas para cultivar e criar animais. Quando lhe perguntaram se gostava daquele lugar, então ele respondeu:

– O único problema é que não tem nada para se ver.

Nesta mesma época, um texano mudou-se para o Colorado e construiu uma casa com uma grande janela, da qual podia olhar as montanhas. Quando lhe perguntaram o que achou da vista, ele respondeu:

– O único problema com este lugar é que não dá para ver nada por causa dessas montanhas aí na frente.

Esta história revela um fato: o que as pessoas veem é influenciado por aquilo que elas são. Pessoas na mesma sala olharão para as mesmas coisas e verão tudo de maneira diferente.

Cada um de nós tem seu modo de pensar e ver as coisas. Cada um de nós tem seu jeito de ser, e é isso que dá o tom a tudo. Não são as coisas à nossa volta que determinam o que vemos, e sim o que há dentro de nós.

2° Princípio: Quem você é determina como você vê os outros

Certa vez um viajante que se aproximava de uma grande cidade avistou um velhinho que estava sentado à beira da estrada e perguntou:

– Como são as pessoas desta cidade?

– Então o velhinho devolveu:

– Como eram as pessoas do lugar de onde veio?

– Horríveis – disse o viajante. – Estas eram pessoas más, nada confiáveis, detestáveis em todos os sentidos.

Em seguida respondeu o velhinho:

– Ah! Você verá a mesma coisa aqui nesta cidade.

Assim que o viajante foi embora, outro parou para perguntar sobre a mesma cidade. O velhinho perguntou para o segundo peregrino como eram as pessoas do lugar de onde vinha.

Este respondeu:

– Eram pessoas muito boas, honestas, trabalhadoras e bem generosas. E completou: – Fiquei triste por deixá-las.

O velhinho respondeu prontamente:

– É exatamente o que você verá nas pessoas desta cidade.

Podemos concluir nesta história que a maneira da qual as pessoas veem as outras é a projeção delas mesmas. Isto significa que, se sou uma pessoa confiável, verei as outras como confiáveis. Se sou crítico, acharei o mesmo dos outros. Se sou atencioso, para mim os outros serão pessoas compassivas.

Todavia, sua personalidade vem à tona quando você fala das outras pessoas e interage com elas.

3° Princípio: Quem você é determina como você vê a vida

Certo dia, um avô dormia no sofá quando seus netinhos resolveram pregar-lhe uma peça. Foram até a cozinha, abriram a geladeira e pegaram um pedaço de queijo fedorento e esfregaram no bigode do idoso. Em seguida, esconderam-se num canto para ver o que aconteceria. Depois de algum tempo, o nariz do avô começou a mexer e a cabeça a sacudir. Finalmente, o velhinho sentou-se no sofá com uma cara de nojo e disse:

– Alguma coisa por aqui está fedendo!

Levantou-se, arrastou-se até a cozinha, deu uma cheirada longa e disse:

– Aqui dentro também está fedendo.

Àquela altura, decidiu sair e respirar ao fresco, mas quando inspirou profundamente, lá estava o cheiro ruim de novo.

Então exclamou e disse:

– O mundo inteiro está fedendo!

E aí, você que está acompanhando até agora, qual é a moral da história?

Pense um pouco e responda.

Pois bem, para uma pessoa que vive com um queijo fedorento embaixo do nariz, tudo cheira mal mesmo!

A única maneira de mudar o modo de ver a vida é transformando-se por dentro. Desejar mudar o seu interior é um grande passo para ajudá-lo a ter relacionamentos saudáveis.

Segundo Eleanor Roosevelt “Ninguém pode fazer-nos sentir inferiores sem nosso consentimento”. Em outras palavras, utilizando uma citação do psicólogo e escritor Phil McGraw: “É você quem ensina como os outros devem tratá-lo”. Você ensina a partir da maneira como você vê a vida. E a maneira como vê a vida é resultado de quem você é.

Enfim, você é capaz de pensar que o lugar que mais gosta é onde você está e fazer deste lugar o melhor possível. Se você conseguir manter uma perspectiva como essa, sempre verá a vida de maneira mais positiva.

4° Princípio: Quem você é determina o que você faz

Vou contar-lhes uma história de um espantalho que foi enviado para o galinheiro para botar ovos. Você deve estar pensando: “que coisa mais esquisita, um espantalho botar ovos, onde já se viu?“. Mas prossiga para entender a moral desta no final. Ele trabalhava o dia inteiro, e em termos físicos, estava em sua melhor forma. Bem, cercado de galinhas botando ovos quase automaticamente, o espantalho tenta e insiste o quanto pode. No entanto, no fim do dia, exausto, este constata que fracassou em produzir ao menos um ovo. Estava bem chateado por, apesar de tanto esforço, não conseguir nada.

Você então vai dizer: “É claro que ele não ia conseguir, pois ele não poderia botar ovos.”

É muito óbvio que quem bota ovos são aves e as ovelhas produzem lã. É fácil entender que as habilidades naturais afetam aquilo que fazemos. Mas nossa maneira de pensar e nossas atitudes são parte de nós, assim como nossas habilidades. Elas também determinam o que fazemos.

Para finalizar essa parte gostaria de mencionar as palavras do escritor Charlie Jones que são bem verdadeiras: “a diferença entre quem você é hoje e quem você será daqui a cinco anos está nas pessoas com quem você passa mais tempo e nos livros que lê.”

A maneira de ver os outros é determinada pelo que você é. Não dá para fugir dessa realidade. Se alguém não gosta da gente, isso revela muito sobre essa pessoa e sobre o modo como ela encara os relacionamentos pessoais. Portanto, não tente mudar os outros, mude primeiramente você em relação aos outros. Nem mesmo se concentre neles, mantenha o foco em si. Se conseguir mudar e se tornar o tipo de pessoa que deseja, começará a ver os outros sob novas lentes, e isso transformará a maneira de interagir em todos os seus relacionamentos.

Faça agora mesmo uma lista das qualidades pessoais que gostaria de cultivar e coisas em você que desejaria mudar. Crie um plano de crescimento para desenvolver suas qualidades.

Assim afirma Maxwell : “Nossa habilidade de construir e manter relacionamentos saudáveis é o fator mais importante para se sair bem em qualquer área da vida.”

Artigo extraído e adaptado de Psicologia Viva.

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Como ter inteligência emocional no trabalho

As qualidades associadas a capacidade de identificar e controlar as emoções distinguem os melhores líderes do universo corporativo, segundo livro.

O que faz de um indivíduo um grande líder? Conhecimento, acuidade e visão, evidentemente. A isto, Daniel Goleman, autor do livro Leadership: The Power of Emotional Intelligence (Liderança: O poder da inteligência emocional), numa tradução literal) acrescentaria a capacidade de identificar e controlar as emoções – as nossas e as dos outros – e administrar os relacionamentos. As qualidades associadas a esta “inteligência emocional” distinguem os melhores líderes do universo corporativo, segundo o autor, ex-repórter de ciência do The New York Times, psicólogo e codiretor de um consórcio, na Rutgers University, que promove a pesquisa sobre o papel desempenhado pela inteligência emocional na excelência. Esta é sua breve lista de competências:

1. Consciência de si

Uma consciência realista de si: Você conhece seus pontos fortes e suas limitações; opera com competência e sabe quando confiar em outra pessoa da sua equipe.

Percepção emocional: Você compreende os seus sentimentos. O fato de ter consciência do que o deixa irritado, por exemplo, pode ajudá-lo a administrar a irritação.

2. Capacidade de administrar-se

Capacidade de recuperação: Você permanece calmo sob pressão e se recupera com rapidez dos golpes. Não fica remoendo os problemas, nem entra em pânico. Numa crise, as pessoas olham para o líder para se tranquilizarem; se o líder estiver calmo, elas também ficarão.

Equilíbrio emocional: Você sabe controlar os sentimentos aflitivos – em vez de explodir com as pessoas, você faz com que elas tenham consciência do que está errado e de sua solução.

Automotivação: Você avança sem cessar em direção a objetivos distantes apesar dos revezes.

3. Empatia

Empatia cognitiva e emocional: Como você compreende as perspectivas dos outros, sabe colocar as questões de maneira que os colegas compreendam. E está sempre disposto a ouvir suas indagações, para eliminar dúvidas. A empatia cognitiva, juntamente com a leitura cuidadosa dos sentimentos das outras pessoas, visa uma comunicação efetiva.

Sabe ouvir: Você presta total atenção ao outro e procura compreender o que ele está dizendo, sem discutir a fundo a questão com ele ou sem se afastar da pauta.

4. Habilidade de relacionamento

Comunicação convincente: Você expõe sua mensagem de uma maneira persuasiva, clara, de modo que as pessoas se sintam motivadas e tenham expectativas claras.

Trabalho em equipe: As pessoas se sentem relaxadas trabalhando com você. Um dos sinais: Elas riem com facilidade ao seu lado.

Artigo extraído e adaptado de Estadão.

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