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7 estratégias seguras para lidar com pessoas difíceis

Nas diversas áreas da vida, convivemos com pessoas de todos os tipos de personalidade.

Algumas delas acabam se revelando muito difíceis de lidar: autoritárias, impositivas, usam um tom de voz que perturba o ambiente, nunca aceitam ideias contrárias, não reconhecem o avanço dos colegas ou da equipe.

Outras criticam de maneira torta qualquer coisa, reclamam a todo instante, não entram na divisão de tarefas, fazem pouco ou quase nada e ainda querem tirar proveito de situações.

Essas pessoas parecem ter o dom de nos irritar ou de nos colocar para baixo.

Todo mundo tem alguém assim na vida, pode ser o chefe, um colega de trabalho, um membro da família, a sogra, o cunhado, a nora, um “amigo”…

Em todo ambiente familiar ou profissional há pessoas difíceis de encarar. Elas estão presentes até mesmo nos grupos de WhatsApp com suas críticas, piadas de mal gosto e imposição de ideias.

A história da humanidade demonstra que o ser humano é cheio de intrigas, está sempre pronto para arrumar confusão e dar o troco pela ofensa recebida.

Quando temos algum interesse ou nos importamos com pessoas dessa natureza, podemos ajudá-las a melhorar e essa deve ser sempre a nossa primeira opção.

Mas, nem sempre somos bem-sucedidos nessa tarefa e precisamos, então, aprender a conviver com essas pessoas.

Por isso, algumas estratégias são fundamentais para nos fortalecer.

7 estratégias para lidar com pessoas difíceis:

1. Perceba a situação de maneira racional

Diante de um confronto ou conflito, analise:

  • Quais são os fatos?
  • Quais foram as causas?
  • Quem estava envolvido?
  • Qual foi o ponto específico que disparou a reação do outro?

2. Desative a emoção negativa da pessoa

Faça a ela perguntas do tipo:

  • Quando viu isso acontecer?
  • Qual resultado esperava?
  • O que faria no meu lugar?
  • Em quanto tempo posso resolver esse assunto?

Quando perguntamos de maneira equilibrada, usando um tom de voz natural, com a intenção de resolver e não de provocar, estamos desativando as reações da amídala da pessoa, parte do cérebro responsável pelas reações emocionais e ajudando-a a usar as funções do córtex pré-frontal, encarregado das tomadas de decisão.

Assim, poderão juntos encontrar as possíveis soluções.

3. Reflita

  • O quanto você pode ter de responsabilidade sobre a situação?
  • O que fazer para melhorar?
  • Como pode demonstrar o seu interesse em mudar a relação?
  • Essa situação já aconteceu antes? Quais medidas foram tomadas?
  • O que deu certo no passado que pode ajudar hoje?

4. Tenha empatia

  • Esforce-se para entender quais são os motivos para essa pessoa agir assim.
  • Procure ver com os olhos do outro, ouvir com os ouvidos do outro, perceber as situações com a história de vida dele.
  • Como agiria se estiver em seu lugar, com as metas dele, com os desafios dele?
  • Qual é a intenção positiva por trás de suas atitudes?

5. Utilize uma linguagem concreta e positiva:

Somos mestres em falar no negativo (“pare de gritar”, “não me aborreça”, “não quero ser pressionado”, “não me perturbe”).

Quando fazemos isso, reforçamos exatamente o que está ruim: “gritar, aborrecer, pressionar, perturbar…”

Então diga:

  • “Preciso de silêncio em casa para me concentrar melhor”;
  • “Para finalizar este relatório, necessito que me entregue as informações até ao meio-dia.”
  • “Preciso de mais 1 hora para finalizar essa atividade”…

6. Não justifique, nem culpe outras pessoas

  • Foque nas soluções, nas diversas possibilidades de resolução da situação;
  • Ficar dando desculpas, ou acusando outras pessoas só irá agravar a situação;
  • O silêncio pode ser de grande valia nessas horas.

7. Fortaleça sua inteligência emocional

Siga esses passos:

  • Reconheça suas emoções no momento (raiva, frustração, medo, insegurança…),
  • Quais pensamentos estão povoando a sua mente?
  • Em vez desse sentimento ruim, o que gostaria de sentir?

Quando tem clareza de suas emoções e pensamentos, você será capaz de interromper o ciclo negativo e provocar a mudança do seu estado emocional e assim recobrar sua paz de espírito.

Após tentar com toda a força do seu coração cada uma dessas alternativas e, mesmo assim nada mudar, talvez seja hora de optar pelo silêncio e fingir que não está ouvindo suas provocações.

Não entre no jogo emocional dessa pessoa. Mantenha sua centralidade.

Quando estamos a todo momento preocupados demais com pessoas que não merecem a nossa consideração, evitando ser quem somos de maneira autêntica, estamos vivendo a verdade delas e dando permissão a elas para continuarem tirando a nossa paz interior.

É preciso aprender a lidar com indivíduos com valores tão diferentes dos nossos e não nos deixar abater em certas situações.

Mantenha a sua essência, da pessoa equilibrada, gentil, diplomática que você é!

Assim, estará agindo de acordo com seus próprios princípios de humanidade e terá imenso orgulho de si após a poeira abaixar.

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O que mais bloqueia a empatia na comunicação

Esvaziar a nossa mente e ouvir com todos os nossos sentidos é uma arte para poucos nos dias atuais.

A nossa atenção está sujeita a inúmeras distrações, cada uma clamando mais alto por nossos olhos, ouvidos e dedicação.

Que bom seria se pudéssemos, ao mesmo tempo, orientar alguém no trabalho, falar com o filho ao telefone e ainda trocar mensagem com o chefe.

Você pode até dizer:

– Mas, Wayne, eu faço isso o tempo todo! Se não fizer não dou conta do meu dia…

Entendo, mas o desafio está em fazer tudo isso “com atenção plena”. Aí complica…rs

E isso é impossível, sabe por que?

Porque, ao contrário do que acreditamos e teimamos, não somos multitarefas. Somos monotarefas, ou seja, processamos mentalmente uma única coisa de cada vez. Você pode até fazer uma tarefa e outra bem rápido, mas ainda assim será uma de cada vez.

E estar por inteiro, de corpo e alma, no momento presente é o quesito número um da empatia.

Como afirmou o filósofo chinês Chuang-Tzu, “Ouvir com os ouvidos é uma coisa, ouvir com o intelecto é outra, mas ouvir com a alma não se limita a um único sentido, pois todo o ser escuta.”

Segundo o psicólogo e escritor Marshall B. Rosenberg, “a empatia é a compreensão respeitosa do que os outros estão vivendo.”

E o que mais bloqueia a empatia em nossa comunicação?

1 – Não conhecer a si mesmo

  • Qual é o seu jeito de comunicar?
  • Como gosta que falem com você?
  • Como você convence as pessoas das suas ideias?
  • Qual é o tipo de pessoa mais difícil de convencer?

Se não souber claramente responder a essas perguntas, terá grande probabilidade de incorrer no próximo erro.

2 – Tratar a todos igualmente:

As pessoas são diferentes:

  • Algumas preferem que sejamos breves, específicos, claros. Outras gostam que antes criemos um ambiente amistoso, amigável.
  • Para algumas pessoas é preciso sermos realistas, detalhistas e rigorosos com os temas. Para outras, a interação com os outros é mais importante, preferem que conversemos, expondo nossas impressões e sentimentos.

Entender cada estilo e ajustar a sua comunicação a cada um fará com que demonstre mais atenção ao outro e a comunicação fluirá de maneira mais assertiva.

3 – Fazer julgamentos:

  • “Ela é preguiçosa demais”;
  • “Isso é impróprio”;
  • “Está errado!”;
  • “Eles são muito preconceituosos”;
  • “O seu problema é ser egoísta demais”.

Pensamentos e falas assim bloqueiam qualquer tipo de entendimento das necessidades e sentimentos alheios. Livre-se deles!

4 – Ter atitudes como:

  • Aconselhar: “Acho que você deveria fazer assim…”
  • Competir pelo sofrimento: “Isso não é nada, espere só pra saber o que aconteceu comigo…”
  • Educar: “Se você fizer exatamente o que estou te dizendo, vai dar certo…”
  • Consolar: “Não foi sua culpa, você fez o melhor.”
  • Contar uma história: “Isso me lembra uma ocasião em que eu…”
  • Encerrar o assunto: “Anime-se. A vida segue…”
  • Solidarizar-se: “Oh, coitadinho…”
  • Corrigir: “não foi assim que aconteceu…”

Devemos sempre nos lembrar que quando o outro está relatando um problema, um sofrimento, uma dificuldade, tudo isso se refere a ele.

Por mais duro que pareça, não se trata de nós, não sabemos os seus sentimentos. Simplesmente ouça e encoraje a pessoa a continuar falando sobre si.

Não importa o que os outros digam, nossa comunicação só será empática quando conseguirmos por nossa presença absoluta identificar o que o outro está:

  • Observando;
  • Sentindo;
  • Necessitando;
  • Pedindo.

Rosemberg afirma em seu livro Comunicação Não-Violenta: “Quando escutamos os sentimentos e necessidades da outra pessoa, reconhecemos nossa humanidade em comum.”

Exercite todos os dias! A empatia é uma competência e, portanto, pode ser desenvolvida, treinada.

Os benefícios são imensos, a começar por revelar a essência do ser humano que é.

Demonstre que você se importa!

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Como controlar a impulsividade nos relacionamentos e na vida

Controlar as nossas atitudes impulsivas é um dos maiores desafios de todos os tempos!

Seja…

  • nos relacionamentos;
  • nas tomadas de decisão importantes;
  • nas escolhas corriqueiras do dia a dia;
  • nas provocações recebidas no trabalho…

Queremos ter domínio total sobre nossas vontades e desejos, mas como conseguir esse feito diante…

  • do tempo corrido e curto para tanta coisa a fazer;
  • dos diversos papéis da vida: profissional, pai/mãe, filho, amigo, cidadão…;
  • das inúmeras escolhas sob nossa responsabilidade;
  • da vontade de sermos reconhecidos como competentes em tudo que fazemos;
  • do desejo de mostrar que somos confiantes…

É preciso muito autocontrole e força de vontade, concorda? 

Às vezes, bate o arrependimento, a vontade de mudar, de ser diferente, mas acabamos por nos acomodar e viver no piloto automático.

Claro que somos de carne e osso e exigir perfeição em tudo acaba sendo prejudicial.

Mas eu acredito muito que somos capazes de ser melhores. Melhores como indivíduos, humanos que somos e alcançar essa evolução com leveza é a maior das sabedorias.

Então, vamos entender melhor…

Por que a impulsividade acontece?

Primeiro ponto a ser entendido é que temos 2 mentes: a que raciocina e a que sente, como explica o psicólogo e escritor Daniel Goleman.

A mente RACIONAL é lógica, consciente, atenta, possibilita racionar, compreender.

A mente EMOCIONAL é impulsiva, ilógica, nos cega e impede o pensamento analítico.

“Na maioria do tempo, ambas operam em perfeita harmonia para nos orientar na vida. Os sentimentos são essenciais para o pensamento e vice-versa. Mas, quando surgem as paixões, esse equilíbrio se desfaz: é a mente emocional que assume o comando, inundando a mente racional.” Daniel Goleman

Há um ponto de alerta muito importante: quanto mais intenso o sentimento e a emoção, mais dominante é a mente emocional, tornando a mente racional até mesmo ineficaz.

A Neurociência tem uma explicação lógica para isso: a nossa evolução biológica:

Nos tempos ancestrais, “era mais vantajoso que emoção e intuições guiassem nossa reação imediata frente a situações de perigo de vida—parar para pensar o que fazer poderia nos custar a vida”, explica Goleman.

Bem, mas já que não vivemos mais nessa era, o que fazer para nos darmos melhor na vida atual?

Como controlar nossos impulsos?

“Conhecer a si mesmo é o começo de toda a sabedoria”, disse Aristóteles. E ele tinha total razão nesse seu pensamento.

O autoconhecimento, sem dúvida, é o começo de tudo, mas há também alguns atalhos eficazes:

Veja essas dicas práticas que sempre compartilho com meus mentorados:

1. Treine a autopercepção: faça registros dos seus sentimentos 3 vezes ao dia (escolha os momentos mais difíceis (horário de pico do trânsito, reunião com o chefe, ao lidar com pessoas críticas, ao final do dia…).

    • Escreva: Agora, me sinto_______ (ansioso, realizado, triste, chateado, nervoso, feliz…), porque_________ (fato. Ex: o trânsito estava congestionado, meu chefe disse que o trabalho ficou péssimo, as crianças brigaram…)

Esse simples exercício ajuda a desenvolver a autoconsciência, uma competência chave da Inteligência Emocional.

2. Questione-se diante das emoções negativas:

    • E se não for o que estou pensando?
    • Que outras opções eu tenho para resolver esse problema?
    • Quem pode me ajudar?
    • Isso já aconteceu comigo antes? O que eu fiz para resolver?

Quando você se questiona, começa a olhar a situação de fora, assim, ficará mais fácil sair do problema e encontrar novas soluções.

3. Identifique os seus padrões comportamentais:

    • Como reage quando está com medo?
    • O que costuma dizer quando está com raiva?
    • Quais as suas expressões faciais quando não concorda com o que estão dizendo?
    • E quando você erra, como se comporta?

Ter consciência dos seus padrões pode ajudar a traçar estratégias mais assertivas para evitar respostas desastrosas nessas situações.

4. Facilite a sua vida e a dos outros: livre-se das tentações e provocações.

    • Por que manter na gaveta um monte de chocolate e doce, se está de dieta?
    • Por que marcar uma reunião difícil na sexta-feira, às 17 horas?
    • Faz sentido você deixar o seu celular sobre a mesa quando quer dar atenção a alguém importante para você?

Lembre-se: a sua força de vontade é limitada. Use-a quando realmente precisar dela. É muito mais difícil controlar os seus impulsos quando está cansado ou doente.

5. Planeje as conversas difíceis:

    • Vai para uma reunião complicada? Escreva como irá reagir diante de cada possível situação que pode tirar você do sério.
    • Vai discutir o relacionamento? Anote qual será a primeira fala, quais argumentos vai trazer, quais fatos irá apontar, como quer se sentir…
    • Vai dar um feedback complicado? Igualmente, escreva o que e como quer dizer e se prepare para as justificativas, especialmente se elas tiram você do equilíbrio.

Planejar conversas e reuniões difíceis ajudam a desenvolver a empatia e as habilidades sociais, portanto, a inteligência emocional.

6. Tenha objetivos nobres e claros:

    • Como quer ser [email protected]?
    • Que marca quer deixar nas pessoas a sua volta?
    • Quais sentimentos quer provocar nas pessoas?

Ter clareza de quem quer ser e como quer impactar as pessoas colocará você no trilho, alinhado com a sua essência.

Bem, agora já sabe que essa caminhada é longa, mas positiva e feliz.

À medida que vai avançando, sua motivação irá também multiplicar-se.

É preciso treino, treino e treino. Assim como na academia de ginástica os nossos músculos se desenvolvem, o “músculo” do equilíbrio emocional também irá se fortalecendo.

Podemos ter o equilíbrio que desejamos na vida e saber disso nos entusiasma a continuar evoluindo.

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Os 5 livros que toda mulher deveria ler

Antes de falar dos livros, preciso te contar porque estou fazendo esse post com dicas só para as mulheres…

Primeiro porque, de todas as pessoas que me seguem no meu canal do YouTube www.youtube.com/c/WaysupBr, nas redes sociais e também que fazem parte da minha lista vip de e-mail, cerca de 75% são mulheres. \0/

E eu fico muito feliz com essa notícia.

Segundo…

Há um movimento grande de mulheres se apoiando, se unindo para criar uma consciência única:

Nós mulheres podemos fazer a diferença no mundo de maneira mais participativa, agir com mais confiança e contribuir de forma mais significativa com a nossa família e a nossa sociedade.

Querer agradar a todos, se cobrar excessivamente, pensar em todos e nunca em si, não se perdoar pelos erros cometidos são alguns dos hábitos comuns nas mulheres.

Esses comportamentos são nobres e até parecem inofensivos à primeira vista. Agora, imagina essas atitudes se tornando constantes na vida da mulher, em casa, no trabalho, na faculdade…

Causam danos enormes para sua autoconfiança e produtividade, porque se tornam hábitos tão poderosos que passam a ser os nossos valores e, assim, quem somos, sem termos consciência disso.

Posso arriscar a dizer que em 99% dos casos, pelo menos um desses prejuízos abaixo irá surgir cruelmente:

  • Sobrecarga
  • Cansaço excessivo
  • Estresse
  • Baixa autoestima
  • Falta de motivação
  • Síndrome do impostor (achar que não é merecedora de onde está, ou que conseguiu as vitórias por sorte ou acaso e não pelo esforço ou competência)
  • Problemas conjugais
  • Relacionamentos tóxicos
  • Infelicidade…

A nossa cultura e a educação que tivemos (sem querer culpar os nossos pais, pois fizeram o melhor com o conhecimento que tinham naquela época) têm peso essencial em nosso comportamento na vida adulta. Afinal, na maioria dos casos, as mulheres foram “treinadas” a ser assim em sua infância e adolescência.

Como disse a professora Deborah Gruenfeld:

“Nossas ideias culturais muito entranhadas associam os homens às qualidades de liderança e as mulheres às qualidades de proteção, e criam um dilema para as mulheres. Acreditamos que as mulheres não só são, mas devem ser protetoras acima de qualquer outra coisa. Quando uma mulher faz qualquer coisa indicando que talvez não seja acima de tudo boazinha e agradável, isso dá má impressão e nos incomoda.”

A executiva Sheryl Sandberg completa:

“Se uma mulher é competente, não parece uma pessoa muito agradável. Se uma mulher parece uma pessoa realmente agradável, é considerada mais agradável do que competente.”

Difícil essa equação, né?

Quanto mais eu estudo sobre a inteligência emocional e a igualdade de gêneros, mais eu me conscientizo de que precisamos criar uma rede gigante de apoio.

É essencial que as mulheres tragam para suas consciências o que realmente se passa em suas mentes, seus comportamentos e emoções.

E a melhor maneira de fazer isso, pra mim, é por meio da autoconsciência e do conhecimento. Conhecimento de si (autoconhecimento) e conhecimento profundo sobre o tema por meio dos livros.

Por isso, gravei este vídeo com dicas dos “5 livros que toda mulher deveria ler” e mais 3 dicas extras, inclusive dois deles especiais para as mães que desejam criar filhos mais resilientes e confiantes.

Confira aqui:

Esses livros são uns dos meus favoritos. Me ajudam no dia a a dia do meu trabalho com minhas clientes.

Não me canso de buscar neles dicas e fundamentos para o desenvolvimento da autoconfiança, criar relacionamentos mais saudáveis e o despertar da mulher para uma vida com mais equilíbrio e leveza.

Assista agora e aproveite para já fazer a compra do primeiro livro.

O link de cada livro está na descrição do vídeo.

Faça também a sua inscrição no meu canal para receber o alerta dos próximos vídeos

Wayne Valim

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10 dicas para otimizar o gerenciamento de tempo da equipe

A maior parte das empresas enfrenta um grave problema relacionado ao gerenciamento do tempo. Seus trabalhadores estão lidando com a constante sensação de que as horas parecem estar cada vez mais curtas diante das tarefas que eles têm que realizar.

Conseguir gerenciar o próprio tempo tornou-se um desafio imenso para todos nós, tão grande quanto cumprir metas, vender produtos, fazer planejamentos e entregar relatórios.

Quem está à frente de uma equipe, em posição de liderança, acaba se deparando com um desafio em dobro — além de gerir o próprio dia, é necessário garantir a produtividade e gerenciar o tempo dos demais colaboradores.

O fato é que o gerenciamento do tempo da equipe é fundamental para a organização da rotina e o sucesso das atividades propostas, resultando em uma gestão com foco em resultados e garantindo a alta performance do time.

Apesar de ser uma situação que mexe com os nossos nervos, a falta de tempo é totalmente contornável. Abaixo, listamos 10 dicas para otimizar o gerenciamento do tempo da equipe. Confira!

1. Organize a sua rotina e mantenha a agenda atualizada

Sem organização, não existe gerenciamento do tempo, alta performance, bons resultados e produtividade. Já que ela é fundamental para o sucesso do seu negócio, padronize determinados procedimentos — principalmente os repetitivos. Encare as tarefas de forma sistemática, estabelecendo e respeitando políticas, regras, horários e prazos. Além de eliminar dúvidas e improvisos, essa prática otimiza os processos internos.

2. Estabeleça quais são as prioridades

Diante da infinidade de tarefas que devem ser cumpridas pelos colaboradores de seu escritório, nem sempre é possível executá-las com a mesma qualidade — por mais produtivos que sejamos. É por esse motivo que você precisa definir quais são as prioridades. Alinhe a disponibilidade de sua equipe à estratégia da empresa, dividindo os recursos entre as demandas importantes e as urgentes. Para cada tarefa que chega, estabeleça uma prioridade: alta, média ou baixa.

3. Defina as metas individuais e coletivas

Os objetivos de sua empresa devem ser divididos em etapas. Para cada uma delas, estabeleça metas — tanto individuais quanto coletivas. A divisão das tarefas deve ser feita com justiça, delegando claramente as responsabilidades. Dessa forma, os esforços são direcionados de forma coerente para o cumprimento das metas e, consequentemente, alcance dos objetivos da organização. Estimule a atuação de todos por meio do trabalho em equipe.

4. Aproveite as habilidades dos colaboradores

Cada membro de sua equipe tem um perfil de trabalho diferente do outro. O fato de cada pessoa ser única pode facilitar o seu gerenciamento do tempo. Quem é mais detalhista pode focar na revisão de relatórios, enquanto quem lida melhor com a pressão pode ficar responsável pelas urgências. Aproveite as habilidades dos membros de sua equipe para repassar as tarefas de acordo com o perfil de cada funcionário.

5. Evite o imprevistos e retrabalhos

Para evitar imprevistos, você precisa trabalhar com mais foco nas tarefas consideradas importantes. Sistematizar processos e estabelecer regras é fundamental para isso. Quando você perde o prazo de uma tarefa importante, ela passa a ser caracterizada como urgente. Dentro desse contexto, a clareza deve se fazer presente em todas as solicitações, explicações e acompanhamentos que envolvem a realização de cada trabalho.

6. Trabalhe para eliminar a procrastinação

A procrastinação é um dos grandes desafios que as empresas enfrentam e que acaba impactando no bom gerenciamento do tempo. Procrastinar significa deixar para fazer depois o que deveria ser feito no momento. Como líder de uma equipe, você precisa garantir a entrega de todas as tarefas propostas. Ao perceber que um colaborador está atrasando com frequência a realização do trabalho, chame-o para conversar. Entenda a situação e ofereça a ajuda necessária.

7. Faça uma avaliação semanal

O feedback é um elemento muito importante no gerenciamento do tempo da equipe, pois é por meio dele que você consegue fazer correções na rota de trabalho. Estabeleça uma reunião semanal com sua equipe, fazendo uma avaliação dos processos, das metas e revisando os objetivos da companhia. Aproveite a oportunidade para planejar como será a próxima semana. Esse momento ao lado de seus colaboradores fomenta a união entre todos da equipe.

8. Desburocratize as atividades secundárias

No papel de líder de uma equipe, você deve se esforçar ao máximo para reduzir a burocracia presente nos processos de trabalho. Para tal, simplifique tudo o que for possível. O objetivo aqui é ganhar mais tempo de execução, o que consequentemente proporciona a antecipação de resultados, o uso dos recursos humanos para atividades mais importantes, a organização de documentos e a melhoria do fluxo de trabalho.

9. Crie um dashboard para realizar o acompanhamento

Não adianta implementar uma série de mudanças na rotina do escritório e deixar de acompanhar a evolução da equipe. O foco constante deve ser nas metas estabelecidas, portanto mantenha no ambiente um quadro visível que contemple o status de cada tarefa. Os membros de seu time conseguirão acompanhar os resultados individuais e coletivos, direcionando os esforços para que todos possam ganhar.

10. Use a tecnologia a seu favor

Faça um bom uso das soluções tecnológicas que temos atualmente: aplicativos, softwares para computador, armazenamento na nuvem e processos digitais. Elas facilitam a gestão da equipe e o gerenciamento do tempo. Os sistemas integrados, por exemplo, permitem que a comunicação entre profissionais, mesmo que de áreas distintas, seja feita de maneira eficiente.

A grande vantagem de usar a tecnologia a seu favor está no aumento da produtividade de seu time, que passa a trabalhar mais focado na entrega de resultados e acaba alcançando uma performance melhor. As soluções tecnológicas também permitem que você monitore o desempenho de todos, identificando oportunidades e pontos de melhoria.

O gerenciamento do tempo da equipe é fundamental para a realização da estratégia de uma empresa. A equipe consegue se manter focada e entrega o máximo de seu potencial, o que colabora também na formação de novos gestores. Isso permite que você, como líder, consiga ter mais base em sua carreira e se preparar para novos desafios.

Artigo extraído e adaptado de Valid.

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A importância do autoconhecimento para empreender.

Hoje é indiscutível a importância do autoconhecimento para ter um negócio. Você chegou até aqui com um pensamento fixo de mudar a sua história e transformar os rumos de sua família, e tem um certo capital para investir na sua inspiração, certo?

Sim, as nossas ideias possuem sempre as melhores intenções, mas será que apenas isso é o suficiente? Uma boa empreendedora precisa tão somente de sua positividade e característica desbravadora?

É sempre bom sermos otimistas e ousadas em um mercado competitivo, mas existem detalhes que fazem toda a diferença entre o sucesso e a derrocada de um empreendimento.

As duas questões para a empreendedora.

Você está preparada para a pressão que um ambiente de negócios pode proporcionar? Os seus desejos de empreender estão ligados aos seus motivos ou motivações? Essas perguntas são as chaves para um começo promissor, muitas vezes a cautela é a melhor estratégia.

Potencial e direcionamento

De maneira alguma quero desconstruir os laços afetivos que você possa ter com o seu negócio, tenho a sensibilidade para entender que os sentimentos muitas vezes servem como força motriz para deslanchar os negócios, embora a minha obrigação também passe por orienta-la nas melhores tomadas de decisões.

Você tem um determinado recurso para investir, mas não sabe muito bem o segmento de negócios que está em alta no mercado, nesse cenário você precisa passar por três peneiras analíticas:

  1. Você tem potencial para o ramo desejado?
  2. Suas ambições são lúcidas ou exageradas?
  3. O seu capital para investimento é o suficiente?

Conseguiu passar por essas três peneiras? Perfeito, muito provavelmente você está elegível para empreender, agora, se algum desses três itens atingiu profundamente o seu íntimo, esse já é um importante sinal para repensar no seu investimento.

Precisamos ter a consciência que a felicidade está relacionada com as nossas potencialidades. Trabalhar com o que gostamos, já é 50% para um empreendimento de sucesso.

Parcerias

Sem sombra de dúvidas uma boa parceria facilita muito o andamento de um negócio, bons empreendedores que firmam sociedade precisam ter pensamentos alinhados. Quando os pensamentos desalinham e as atitudes da sua parceria começam a soar estranhas para você, talvez seja um indicativo que essa sociedade precisa ser revista ou até mesmo cada um seguir o seu caminho sem que as partes sejam prejudicadas.

O autoconhecimento é um signo para o sucesso, seja para os empreendimentos no mundo dos negócios, seja para vida. Se você se identificou com esse texto, curte e compartilha para que mais pessoas reflitam a respeito de empreender.

PS.: Esse tema é muito discutimo em nosso grupo Mulher Líder Coach. Se quiser saber um pouco mais, clique aquihttp://www.waysup.com.br/mulher-lider/

Artigo extraído e adaptado de A Empreendedora.

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9 coisas que mulheres bem-sucedidas nunca fazem

LaRae Quy era, quase sempre, a única agente feminina do FBI em seu esquadrão. Ela descobriu – em meio às mais diversas situações e circunstâncias – a ser bem-sucedida. Mas, mais importante do que isso, é que ela também aprendeu o que não fazer se quisesse competir em um ambiente tipicamente masculino.

LaRae conta que entendeu que ser bem-sucedida estava diretamente ligado às escolhas que faz. Com frequência, foi a opção de se jogar em alta velocidade em vez de se apoiar em alguém para ganhar um impulso.

Enquanto cada mulher tem sua própria definição de sucesso, veja 9 coisas que profissionais bem-sucedidas nunca fazem:

1. Mulheres bem-sucedidas não ignoram seus medos

Se você quer mudar e seguir adiante, é preciso enfrentar os seus medos de frente. Nunca gaste uma energia valiosa tentando evitá-los. Em vez disso, use determinação mental para lidar com seus pensamentos, emoções e comportamentos de maneiras que irão te preparar para o sucesso nos negócios e na vida.

Reprimir um sentimento negativo apenas o fortalece, abastece os medos e atrasa a evolução. Na verdade, tentar controlar alguma coisa que tememos aumenta a probabilidade de ela acontecer.

2. Mulheres bem-sucedidas nunca fogem do conflito

“Como um agente feminino do FBI, eu enfrentei conflitos, críticas e injustiças – assim como todos os outros agentes. A diferença é que eu não me acovardei para tentar evitar ter esses sentimentos negativos de novo”, afirma LaraRae.

Pessoas que evitam conflitos assumem que eles sempre são agressivos e desrespeitosos. Isso não é verdade, pois um embate pode surgir camuflado de muitas maneiras. Nós precisamos estar alertas para qualquer comportamento alheio que tenha como objetivo manipular nossas emoções ou pensamentos. Uma vez que reconhecemos o conflito pelo que ele é, nós podemos escolher como responder a ele em vez de reagir com medo ou ignorância.

3. Mulheres bem-sucedidas nunca escutam suas críticas internas

LaraRae conta que precisava diminuir críticas interiores e eliminar as vozes de dúvida e ansiedade. “Eu fiz isso ao focar minha atenção nos feedbacks positivos e nas críticas construtivas.”

A determinação mental é capaz de controlar os nossos pensamentos e de não deixar que nossa mente nos controle. O ponto crucial é aprender a administrar suas emoções com uma conversa consigo mesmo e a usar palavras corretas e positivas ao controlar seus pensamentos.

4. Mulheres bem-sucedidas nunca esperam circunstâncias perfeitas

Esqueça a ideia de encontrar o emprego perfeito ou melhores condições para avançar. Aprenda a diferenciar a dor de crescer e a dor de sofrer.

É fácil dizer que as condições são desfavoráveis, nada vai do jeito que você gostaria e que você está do lado errado. Tudo isso são desculpas.

Utilize o que está a sua disposição para continuar seguindo em frente – pegue uma dica do MacGyver (famoso personagem de uma série norte-americana dos anos 1980 que conseguia resolver qualquer problema) e tire o melhor proveito da situação. A determinação mental está aproximando circunstâncias iminentes com a perspectiva correta – e não esperando um descanso.

5. Mulheres bem-sucedidas nunca olham para seu passado como um erro

“Eu cometi muitos erros quando estava começando. Às vezes era vergonhoso, mas eu jurei aprender com cada um deles”, afirma LaraRae.

Alguns erros do nosso passado podem ser dolorosos, mas, em vez de ficar se lamentando, encare-os como oportunidades de aprender algo que você não sabia até acontecer. Fique perto de amigos e colegas que cometeram erros – você também pode aprender com eles.

O passado não nos define, ele simplesmente nos prepara para nossa jornada em direção ao sucesso e à sabedoria.

6. Mulheres bem-sucedidas nunca perdem a oportunidade de brilhar

LaraRae conta que, muitas vezes, a melhor maneira de alcançar o sucesso é fazer o que os outros estão evitando.

Identifique aquelas coisas que as outras pessoas hesitam em assumir. Pode ser algo pequeno e simples – não importa. Seja o que for, faça bem feito e você irá, instantaneamente, se diferenciar dos outros.

Depois, siga adiante, pois você nunca sabe onde pode parar – frequentemente, nós não sabemos que oportunidades irão aparecer até estejamos bem perto delas.

7. Mulheres bem-sucedida nunca falham em manter-se calma

LaraRae conta que não importava a situação, ela sabia que tinha total controle de sua vida. “Uma das minhas frases preferidas é do santo Inácio de Loyola: ‘Reze como se Deus fosse tomar conta de tudo; aja como se estivesse tudo por sua conta”.

Muitas pessoas criam desculpas para si mesmas ao dizer que a sorte determina se elas são bem-sucedidas ou não. Líderes mentalmente fortes estão no controle de sua própria sorte, pois eles olham o sucesso e os erros como algo que estão sob seu controle. Sorte talvez tenha algum papel nas circunstâncias atuais, mas essas pessoas não desperdiçam energia se preocupando sobre o que pode acontecer.

Controle sua própria sorte ao tirar proveito de oportunidades para melhorar sua vida e sua situação. O resultado será uma chance ou um arrependimento por um caminho não seguido.

8. Mulheres bem-sucedidas nunca falham em suas pesquisas

“Quando eu entrevistava um suspeito, eu me certificava de que sabia sobre o que estava falando”, conta a ex-agente.

Quando você está conhecendo seus potenciais investidores, clientes ou consumidores, se certifique que você sabe exatamente do que está falando – saiba onde estão as minas terrestres antes de abrir a boca. Faça sua lição de casa; seja polida, disposta e preparada.

9. Mulheres bem-sucedidas nunca desistem

“Não importa o quão difícil era investigação. “Eu desisto’ foi a única frase que eu nunca ouvi em 24 anos no FBI”, relata LaraRae.

Quando você diz “desisto” ou “não posso”, está sacrificando a posse e o controle sobre sua atitude e comportamento. Isso mostra que você criou seus próprios limites. Quando você diz que desiste, você está mandando uma mensagem sobre seu medo de falhar e a ausência de coragem em testar seus limites.

Artigo extraído e adaptado de Forbes.

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10 filmes a que todo empreendedor deve assistir

Divirta-se e veja lições de empreendedorismo em filmes consagrados!

 Muitas vezes saímos do cinema encantados depois de assistir a um filme. Uma boa história serve de modelo e inspiração para qualquer espectador. Por isso separamos dez filmes a que todos os empreendedores deveriam assistir. Com mensagens diretas e indiretas, atitudes lícitas (e às vezes nem tanto), eles mostram a atuação no mundo dos negócios. Prepare sua pipoca e inspire-se com a lista abaixo, composta por filmes mais recentes e outros tirados do fundo do baú.

– “O lobo de Wall Street” (2013): o filme é uma cinebiografia sobre o corretor de ações Jordan Belfort (Leonardo DiCaprio), que ficou rico e depois foi preso por acusações de fraude e outros crimes de colarinho branco. Apesar de ser uma comédia que parece ignorar a gravidade dos atos de Belfort, o filme dá algumas lições sobre jogo de cintura e principalmente para investidores.

– “O homem que mudou o jogo” (2011): longe de ser um filme sobre esporte, “O homem que mudou o jogo” mostra como o treinador Billy Beane (Brad Pitt) fez o Oakland Athletics se destacar na liga nacional de beisebol. A grande sacada de Beane para fazer isso foi analisar estatísticas da equipe, que tinha a menor folha salarial entre as competidoras.

– “A rede social” (2010): “A rede social” conta a história de Mark Zuckerberg (Jesse Eisenberg), o fundador do Facebook, mostrando a criação da rede dentro da universidade Harvard, em 2003. Mostra sua controversa relação com outros fundadores, como o brasileiro Eduardo Saverin (Andrew Garfield), e com empreendedores, como Sean Parker (Justin Timberlake), o primeiro presidente do Facebook.

– “Quem quer ser um milionário” (2008): este filme britânico que mais parece um trabalho de Bollywood mostra o jovem Jamal Malik (Dev Patel) num famoso programa de perguntas e respostas na TV. Jamal busca em sua própria história, marcada por uma infância miserável e violenta, as respostas para as questões perguntadas pelo apresentador. É um exemplo de busca de força interior, algo essencial para empreendedores.

– “À procura da felicidade” (2006): em “À procura da felicidade”, Will Smith interpreta Chris Gardner, um pai de família com problemas financeiros. Tantos que sua mulher sai de casa, deixando o filho Christopher (Jaden Smith), de 5 anos. Chris consegue um estágio não-remunerado numa corretora de valores, mas não consegue dar conta das despesas da casa. Com isso, ele e o menino acabam dormindo em abrigos e estações de trem. É um grande exemplo de que se você tem um sonho, não deve desistir de alcançá-lo.

– “Piratas da informática” (1999): um clássico entre os apaixonados por tecnologia, Piratas da informática também é conhecido como Piratas do Vale do Silício. O filme mostra o começo de duas das principais empresas de tecnologia do mundo, a Apple e a Microsoft. Retrata as brigas de bastidores entre Steve Jobs (Noah Wyle) e Bill Gates (Anthony Michael Hall), a concorrência entre as companhias e sua importância no setor.

– “Jerry Maguire – A grande virada” (1996): depois de uma crise de consciência, o bem-sucedido agente esportivo Jerry Maguire (Tom Cruise) escreve um documento defendendo que os agentes deveriam cuidar da carreira dos atletas de forma mais humana, ainda que isso significasse ganhar menos. Depois disso, acaba sendo demitido da consultoria onde trabalhava e perde seus clientes, à exceção do jogador de futebol americano Rod Tidwell (Cuba Gooding Jr). “Jerry Maguire – a grande virada” é um filme que mostra como é possível vencer depois de um fracasso.

– “O segredo do meu sucesso (1987)”: o jovem Brantley Foster (Michael J. Fox) deixa uma cidadezinha no Kansas para tentar o sucesso em Nova York. Ao chegar lá, as coisas não saem como planejadas e ele se vê obrigado a pedir um emprego ao tio, Howard Prescott (Richard Jordan), que controla uma empresa milionária. Como o trabalho é modesto, Brantley, decide levar uma vida dupla, criando um personagem chamado Carlton Whitfield, um executivo de ideias brilhantes, mas que ninguém sabe de onde veio.

– “O Poderoso Chefão” (1972): o clássico que dá início à famosa trilogia dispensa muitas recomendações e mostra a trajetória da família Corleone e seus negócios ilícitos. O primeiro “Poderoso Chefão” mostra as vantagens e desvantagens de empreender em família e que o melhor sucessor pode ser quem menos se espera.

Artigo extraído e adaptado de Revista PEGN.

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O segredo da Nasa que vai te deixar mais produtivo


Para pesquisador, existe uma grande diferença entre realizar tarefas rapidamente e corretamente

Listas de tarefas, timers e até recompensas. Existem vários métodos para conseguir ser mais produtivo e concluir todas as tarefas do dia. Mas será que existe um jeito imbatível para melhorar a produtividade? O pesquisador Jeffery LePine começou analisando a rotina dos astronautas no espaço para conseguir a resposta.

Em artigo no Quartz, LePine conta que, no espaço, realizar vários projetos ao mesmo tempo é essencial para se manter vivo e a produtividade afeta diretamente o resultado.

Ele analisou as emoções, o nível de estresse e o engajamento dos astronautas no momento de transição entre uma tarefa e outra. Depois, cruzou os dados, avaliando quão produtivos os astronautas eram em cada tarefa.

A pesquisa concluiu que este momento de “transição” entre tarefas influencia quão rápido você é capaz de partir para outras ações. Este ruído entre as atividades afeta diretamente a produtividade, fazendo com que a maioria das pessoas se distraia com mais facilidade. Isso é ainda pior quando a primeira tarefa é mais complexa ou importante do que a segunda ou ainda não foi finalizada.

Para resolver esta questão, o primeiro passo é ficar mais consciente da transição entre as tarefas. Ao terminar, reflita sobre o que fez e qual será sua próxima meta. A dica é prestar atenção na ordem das tarefas e, sempre que possível, ter um planejamento. Comece realizando as mais simples, para minimizar este efeito de transição para as outras atividades do dia.

Outro segredo para ser mais produtivo é saber como você fica depois de atividades recorrentes. Por exemplo, se você sempre se sente irritado depois de uma reunião de tarde, tente realizar todas as tarefas mais importantes antes deste compromisso.

Artigo extraído e adaptado de Revista PEGN.

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Como convencer alguém quando os fatos falham

Já notou que, quando você apresenta fatos as pessoas que são apegadas profundamente as suas crenças, elas sempre mudam de ideia? Não? Nem eu. Na verdade, as pessoas parecem se fechar em suas crenças, mesmo com evidências esmagadoras contra elas. A razão está relacionada com sua percebida cosmovisão, que é ameaçada pelos dados conflitantes.

Criacionistas, por exemplo, rejeitam a evidência para a evolução por fósseis e DNA porque eles estão preocupados com as forças seculares que invadem a fé religiosa. .

Dois psicólogos sociais, Carol Tavris e Elliot Aronson (ex-aluno de Festinger), em seu livro de 2007 Mistakes Were Made (But Not by Me) [Erros foram cometidos (mas não por mim)] documentam milhares de experiências que demonstram como as pessoas decoram frases e “fatos” prontos para manter crenças pré-concebidas e reduzir a dissonância.

Por exemplo, foram dados falsos artigos de jornal que confirmaram equívocos generalizados, como que havia armas de destruição em massa no Iraque. Quando os sujeitos receberam um artigo corretivo de que as armas nunca foram encontradas, os liberais que se opuseram à guerra aceitavam o novo artigo e rejeitavam o antigo, enquanto os conservadores que apoiaram a guerra fizeram o oposto… e mais: Eles relataram estar ainda mais convencidos. Foram favoráveis as armas após a correção, argumentando que isso só provou que Saddam Hussein ocultou-as ou destruiu elas.

Se os fatos corretivos só pioram as coisas, o que podemos fazer para convencer as pessoas do erro de suas crenças?

1. Mantenha as emoções fora da troca.
2. Discuta, não ataque (sem ad hominem e sem ad Hitlerum).
3. Ouça atentamente e tente articular sobre a outra posição com precisão.
4. Mostre respeito.
5. Reconheça que você entende o por que alguém pode ter essa opinião.
6. Tente mostrar como a mudança de fatos não significam, necessariamente, a mudança de cosmovisões.

Essas estratégias nem sempre funcionam para mudar as mentes das pessoas, mas agora que a nação acabou de ser submetida a uma verificação política, elas podem ajudar a reduzir divisões desnecessárias.

Artigo extraído e adaptado de Universo Racionalista.

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