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Resiliência: 7 dicas práticas para ter emoções à prova de balas

Já passou por algum momento em que tudo parece estar contra você? Por mais que tente manter a força e a motivação, vem uma nova rasteira da vida.

Sim, eu também já passei por momentos assim, e não foram poucos…

Por isso, quero abordar a importância de aprendermos a lidar com os próprios erros e buscar a motivação para continuar a jornada, mesmo quando nos parecem esgotadas todas as energias.

Ao longo da vida, somos muito mais estimulados a amar o sucesso e a detestar o fracasso.

E você pode me perguntar: “Mas seria possível amar o fracasso?” rs

Bem, nem tanto, contudo podemos desenvolver um sentimento de maior aceitação diante dos erros cometidos, percebendo até mesmo os benefícios dos próprios fracassos.

Vivemos em uma era onde nunca na história registraram-se tantos problemas de saúde mental entre estudantes, universitários e profissionais no mundo do trabalho.

Em 2013, a American College Health Association consultou cerca de cem mil universitários de 153 campus diferentes nos Estados Unidos e constatou, dentre outros resultados, que 84,3% dos alunos haviam se sentido oprimidos por causa de tudo o que tinham de fazer e 51,3% haviam sentido uma angústia esmagadora nos últimos 12 meses.

E uma das possíveis causas desses índices tão expressivos, segundo especialistas, se dá pela alta exigência da sociedade pelo sucesso acadêmico e profissional.

E posso arriscar que outro grande motivo é a maneira com a qual lidamos com os próprios erros e a nossa falta de resiliência.

E o que é resiliência?

É a capacidade de se recuperar das adversidades. Trata-se daquilo que nos dá vontade de seguir adiante.

Para a Física, resiliência consiste na resistência que os materiais apresentam quando são expostos a um choque ou percussão, ou seja, trata-se da capacidade de voltar ao estado normal, como, por exemplo, uma bola de borracha amassada que, depois de algum tempo, retorna à aparência original.

E esse é um ponto de reflexão importante.

De 0 a 5 quanto se percebe resiliente?

Com qual frequência você desiste de algo que não está dando certo? Por exemplo, abandona um curso de idiomas porque tirou nota baixa? Desisti de tirar uma certificação técnica importante para sua carreira, porque não saiu bem no simulado?

Como costuma reagir diante de um feedback negativo ou de uma crítica maldosa?

Quanto tem persistido para aprender novas competências? Tocar um instrumento musical, aprimorar o inglês, falar em público?

Pois saiba que ninguém adquire resiliência pelo pensamento ou pela força de vontade… Seria muito bom se assim fosse. Mas é se permitindo errar e buscando novas maneiras e tentativas para acertar.

Carol Dweck, professora de psicologia de Stanford, na Califórnia, concebeu um conceito que se chama “Mentalidade de Crescimento”.

O mantra da mentalidade do crescimento é não parar, continuar tentando e aprender, mediante o esforço, que é possível chegar aonde se que ir. O que ela está ensinando aqui é, em certo sentido, a sermos mais resilientes.

Para mim, há dois fatores que nos impedem de sermos mais resilientes e mantermos a motivação diante das dificuldades da vida:

  1. O medo (do ridículo, da crítica, do fracasso) e
  2. A ansiedade de querer que tudo seja perfeito, especialmente aos olhos dos outros.

Nós nos comparamos o tempo todo com as outras pessoas, imaginando quanto a vida do outro é melhor do que a nossa e nos confinamos a padrões estabelecidos pela sociedade.

Quantas vezes pensamos:

“E se eu errar na hora da apresentação do meu projeto? O que vão pensar de mim? E se me criticarem? Como vou conviver com essa vergonha?”

E daí ocorre a desmotivação, ficamos com medo de correr riscos ou tentar coisas novas e escolhemos o caminho mais fácil para evitar o erro.

Assim, nos isolamos e, muitas vezes, desistimos.

O que fazer, então? Como ser mais forte e mais resiliente diante das adversidades?

Essas 7 dicas práticas podem ajudar o seu desenvolvimento:

1 – Continue a elevar os seus padrões:

Busque maiores responsabilidades, oportunidades, desafios e liberdades.

Isso fomenta a competência, a confiança e ajuda a construir a resiliência.

2 – Controle a tendência ao perfeccionismo:

Tente, esforce-se, persista, execute e aprimore-se! Mas não exija a perfeição sempre.

3 – Pense nos momentos difíceis pelos quais já passou:

Pode ter sido uma demissão, a reprovação de uma promoção no trabalho, a perda de um ente querido ou do seu animal de estimação, dar duro numa prova e, ainda assim, tirar uma nota baixa, amassar o carro novo…

O que você fez superar? A coragem, a vontade de vencer, a persistência?

Você pode continuar aprimorando-as, porque são suas qualidades e estão aí, mesmo que adormecidas.

4 – Identifique os seus valores humanos:

  • ser uma pessoa forte;
  • ser admirada por suas realizações;
  • fazer a diferença na vida das pessoas;
  • ter compaixão;
  • possuir segurança no que faz;
  • ter liberdade;
  • ser confiável.

Mentalize-os! Os nossos valores nos motivam!

  • – Pense em algo que realize com maestria:

Tocar um instrumento, ajudar ao próximo, lidar com conflitos, se importar com as pessoas…

Como conseguiu atingir esse nível? Acertou da primeira vez?

Eu tenho certeza de que não! O que fez você persistir?

  • – Busque o autoconhecimento.

Traga para sua consciência seus pontos fortes e aprenda a usá-los nos momentos difíceis.

7 – Entenda que o erro e o fracasso fazem parte do nosso aprendizado:

  • Thomas Edison foi considerado “muito burro para aprender qualquer coisa”” – após 1.001 tentativas, acertou.

Ele disse: “Eu não falhei 10.000 vezes. Eu fui bem-sucedido pois encontrei 10.000 maneiras que não funcionam.”

  • Walt Disney – Em 1919 ele foi demitido do jornal Kansas City Star porque “faltava imaginação e ele não tinha boas ideias”.
  • Os Beatles, em um teste para mostrar sua música, ouviram “grupos de guitarra estão saindo de moda”.
  • Antes de J.K. Rowling alcançar grande sucesso com Harry Potter, estava falida, era uma mãe solteira divorciada lutando para sobreviver com um programa de ajuda do governo.

Resumindo, como disse Julie Haims em seu livro Como criar um adulto, a resiliência é simplesmente isto, a capacidade de dizer para si mesmo:

“Estou bem. Posso optar por resolver isso, posso descobrir outro caminho ou posso decidir que, no final das contas, não é isso o que quero. Eu ainda sou eu mesmo. Ainda sou amado. A vida continua”.

Dr. Harriet Riossettim, da Clínica de Recuperação de Los Angelis, afirma:

“Os melhores indicadores de sucesso são a resiliência, a determinação, a capacidade de cair e levantar. Se o impedirem de experimentar o desconforto ou o fracasso, você não saberá lidar com essas coisas”.

A escritora e pesquisadora Brené Brown em seu TED Talk (a quarta conferência mais assistida do mundo) fala sobre alguns dos temas que mais temos dificuldade na vida: vulnerabilidade, imperfeição e vergonha.

Ela afirma que aceitar os próprios erros, as próprias imperfeições e as próprias vulnerabilidades podem levar a uma vida mais aprazível e alegre.

Uma das frases dela de que mais gosto é esta:

“Sim, sou imperfeita e vulnerável, às vezes tenho medo, mas isso não muda o fato de que também sou corajosa e digna de amar e fazer parte”.

Se você está prestes a enfrentar algum momento importante da sua vida, aprimore-se e tenha certeza de que está fazendo o seu melhor para atingir o sucesso.

Ter a consciência tranquila em relação a isso é um passo importante para sua autoconfiança.

Portanto, persista, não desista, conserve o seu interesse e empenho. Se algo não ocorrer como espera, trace novas metas, defina novos objetivos.

Se a vida lhe der limões, pegue-os e faça uma limonada.

Olhe para você! Conheça-se, entenda o que vai no seu íntimo. O que aquece o seu coração?

Uma vida de sentido vai além de seguir o que todo mundo faz. Ela deve estar conectada a você,  à sua felicidade.

Autora: Wayne Valim

http://www.waysup.com.br/conheca-a-coach-wayniere-valim/

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Como ser uma pessoa mais decidida

 O nosso dia a dia é repleto de decisões dos mais variados tipos e complexidades.

Começamos logo pela manhã, quando fazemos pequenas escolhas, como, por exemplo, ficar mal-humorados ou encarar o dia com um pouco mais de otimismo, buscando o prazer nas pequenas coisas da vida.

Mas, claro, nem todas são simples assim. Há escolhas que realmente nos tiram do sério e, para essas, é necessário um pouco mais de foco.

Quando a situação nos permite pensar, precisamos tomar alguns cuidados fundamentais e esse é o meu objetivo principal aqui.

Acredito ser bastante produtivo, antes de qualquer coisa, analisar bem o seu estilo de tomada de decisão:

  • Você é do tipo de pessoa que faz escolhas de maneira rápida, direta e objetiva?
  • Ou prefere analisar prós e contras, perguntar sobre as opiniões de outras pessoas, calcular bem os riscos?

Saber disso por meio do autoconhecimento já coloca você em vantagem. Ouço muita gente dizer que é indecisa, mas, na verdade, o que precisa é de muitas informações para tomar uma decisão.

E, se esse é o seu caso, que tal começar já a obtê-las o mais rápido possível para assim decidir rapidamente?

Além dessas dicas, quero trazer 5 segredos que poderão ajudar você na próxima tomada de decisão mais difícil.

1 – Descarregue em algum tipo de repositório, todos os pensamentos que vêm lhe tirando o sono

Escreva no computador ou celular, papel, agenda, não importa, mas escolha o meio mais adequado para você.

O importante é retirar da mente o turbilhão de pensamentos e permitir que novas ideias surjam;

2 – Elabore uma tabela bem simples

Nela, liste possíveis decisões a tomar, inserindo uma alternativa em cada coluna;

3 – Enumere todos os ganhos e benefícios

Imagine os ganhos e benefícios de cada alternativa.

Essas perguntas podem ajudar você:

  • Quais resultados espero atingir?
  • Como me sinto diante desta opção?
  • O que é bom para mim?
  • O que é melhor para as pessoas que estão à minha volta, minha família, meus amigos?
  • Sentirei orgulho desta escolha no futuro?

Liberte-se do pessimismo e deixe a imaginação fluir.

Nessa hora, é proibido pensar dos problemas e dificuldades. Imagine-se com todo o poder, dinheiro e tempo do mundo… sei que é difícil, mas tente!

4 – Agora, aponte todas as perdas e ameaças de cada opção

Você pode, por exemplo, se perguntar:

  • O que perco com isso?
  • Quais os sentimentos que essas perdas me provocam?
  • Quem será afetado negativamente com essa escolha?
  • Quais são os meus medos? (Encare-os de frente, buscando motivos que provocam suas angústias).

Tente ser realista e não aponte hipóteses impossíveis.

Mas cuidado para não se sabotar, listando mais ganhos para a opção que lhe pareça mais agradável ou mais fácil ou, ainda, marcando mais perdas onde sequer existem;

5 – Lembre-se das últimas decisões importantes que tomou

Pense naquelas bem-sucedidas, que considera terem sido escolhas acertadas.

Identifique as lições aprendidas nesses casos. Quais delas podem ser aplicadas agora;

6 – Esgote todas as informações possíveis sobre cada decisão

Muita gente toma uma decisão errada, porque não busca o conhecimento necessário. Pesquise e consulte especialistas, se for o caso.

Quanto mais informações você conseguir, mais se livrará de todas as armadilhas.

Pedir a opinião de muita gente para suas escolhas pode ser interessante, desde que as pessoas sejam as mais adequadas para isso.

Mas lembre-se de que os seus sentimentos, o que você realmente quer é mais importante do que qualquer opinião.

***

Bem, agora tem outro ponto: se tem o hábito de tomar decisões por impulso, procure pensar nas consequências a longo prazo que impactarão você e as pessoas à sua volta.

Depois de todas essas considerações, faça a sua escolha, levando em conta as informações, suas intuições e seus sentimentos.

Mas faça já, não espere mais! Vá em frente e seja muito feliz com a opção escolhida, aproveitando todos os benefícios e criando novas oportunidades para sua vida e sua carreira.

Não há decisões perfeitas. Há as suas escolhas e assumi-las de maneira responsável fará de você uma pessoa mais forte para as próximas oportunidades.

Acredite em dias melhores e faça acontecer!

Autora: Wayne Valim

http://www.waysup.com.br/conheca-a-coach-wayniere-valim/

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Disciplina: o hábito Nº 1 das pessoas de sucesso

Acabei de me sentar à mesa de trabalho para escrever este artigo.

Abri o computador e, por azar, a primeira tela que apareceu foi a caixa de entrada de e-mails. Olhei atentamente para ela e subitamente fechei a aba. Ufa! Se as novas mensagens aparecessem ali eu estaria frita… rs

Então, imediatamente pensei: minha meta hoje é escrever este artigo.

Respirei fundo, abri o Word e me lembrei de que precisava comprar as minhas passagens de Goiânia para São Paulo antes que os preços subissem… (chego ao Brasil no dia 7/9 e dia 19 estarei em São Paulo).

Cheguei a abrir o browser para acessar o site de viagens e, então, com firmeza disse a mim mesma:

– O que está fazendo?
– Qual é a sua prioridade agora, dona Wayne???? Ooops!

Fechei imediatamente a internet e escrevi bem grande à minha frente: minha PRIORIDADE é escrever AGORA uma mensagem de impacto!

Ufa! Já estou no sexto parágrafo… rs

E é assim…. quantas vezes queremos tanto:

• Ler um livro;
• Assistir àquela videoaula do curso on-line;
• Estudar um novo método;
• Ir à academia que estamos pagando faz tempo;
• Falar mais com os pais;
• Ter mais contato com os amigos;
• Organizar as gavetas entulhadas;
• Doar as roupas que não mais usamos…

É preciso muita disciplina, certo? Hummm…. Será???

Pois eu quero lhe provar que não!

Muitos acreditam que a disciplina seja uma característica que faz parte da personalidade das pessoas, mas enganam-se.

Você nunca deve dizer: –“Ah, eu não sou disciplinada como fulana”.

Pode até ser que não seja mesmo… Ainda! Pois, ao final da leitura desta mensagem, você
perceberá que disciplina é algo que desenvolvemos e praticamos.

A disciplina é um HÁBITO!

E, como sabemos, para adquirir um hábito, é preciso treino e, para chegar à perfeição, a prática é essencial.

O significado de disciplina que vamos abordar não é aquele descrito nos dicionários, cujas palavras-chave são: ordem, respeito, obediência, submissão, autoridade.

Quero, primeiramente, que desmistifique o conceito de disciplina em sua mente.

Entendo que ela nada mais é do que o primeiro e mais importante passo que você deve tomar para alcançar aquilo que deseja.

Ninguém conquista nada se não for disciplinado, se não perseverar naquilo que almeja.

Se você relembrar agora todas as coisas que já conseguiu na vida, verá que, para realizá-las, precisou de disciplina.

Seja uma viagem, concluir o ensino médio, aprender inglês etc. Pode ser que você até pense: – “Ah, mas essas coisas foram tão naturais para mim, nem me preocupei tanto com elas…”.

Entretanto, se refletir com mais calma, verá que, para fazer aquela viagem que tanto queria, precisou planejá-la; assim como para comprar as passagens com antecedência, não se atrasar para o embarque, preparar a mala atenciosamente… tudo isso exigiu disciplina.

Porém, outras providências exigem um pouco mais de preparo, organização, planejamento e um nível ainda mais elevado de disciplina.

Para isso, siga os passos a seguir:

1 – Conecte-se emocionalmente com o seu propósito

Para que você consiga ter mais autodisciplina, é necessário levar em conta uma série de fatores. O mais importante deles é você se sentir EMOCIONALMENTE LIGADA ao que estiver fazendo.

Por exemplo, se tem dificuldade em praticar atividades físicas, pense na energia boa que sentirá ao ouvir as pessoas dizerem que você está elegante, ao verificar a melhora nos
exames médicos, ao conseguir vestir uma roupa que não lhe servia mais, enfim, imagine a satisfação de ter tomado o controle das suas vontades.

Se perdeu o estímulo por estudar algum curso de idiomas que se inscreveu, mentalize como será falar com pessoas de outras culturas, como se sentirá confiante ao atender a uma ligação do exterior no trabalho, a alegria ao se conectar com internautas de outros países pelas redes sociais. Isso é criar conexão emocional.

2 – Planeje o seu dia priorizando o mais importante

Isso parece tão batido, né?

E é! Mas não há outro meio para desenvolver o hábito da disciplina.

Tem que planejar e priorizar o que é mais importante, senão vai cair na primeira tentação!

(Por que eu consegui fechar o browser da minha Caixa de entrada de e-mail? Por que estou escrevendo antes de comprar as passagens? Porque eu tinha prioridade!)

Entende o efeito dessa priorização em nossas realizações?

Planeje o seu dia e defina 3 prioridades antes de QUALQUER atividade, antes de ler os e-mails, de ver as notícias, de acessar as redes sociais…

Ou, melhor ainda, eleja as 3 prioridades do dia seguinte e as leia antes de dormir. Você verá que se lembrará delas ao acordar e se sentirá muito mais motivada ao se levantar.

3 – Exercite a disciplina diariamente nas pequenas tarefas

• Comece e termine a reunião no horário marcado. Não ultrapasse!;
• Iniciou um e-mail, finalize-o;
• Abriu a gaveta, feche-a;
• Usou algum objeto, guarde-o;
• Começou a assistir à aula, termine-a;
• Leia um capítulo até o fim ou a página inteira, não pare na metade;
• Ficou de falar com alguém da equipe? Cumpra o combinado!

[E, aqui, preciso contar uma coisa…

Quando eu era CIO(Chief Information Officer, é o responsável pela tecnologia da informação) de uma empresa bem grande, um dos meus gestores chegava a remarcar uma reunião comigo 5 vezes! Isso é péssimo!

Imagine como eu me sentia. A mensagem clara para mim era: “O que você tem a me dizer não é importante”. O pior que isso acontecia até quando ele mesmo pedia a reunião… vai entender…]

Em vez de pensar “Depois eu faço”, diga: “Depois, não! AGORA!”.

***

E, para você que teve a disciplina de ler a mensagem até aqui, uma…

#Dica extra: Reconheça suas conquistas!

Enxergue cada aprendizado, cada ganho, cada conquista e orgulhe-se disso.

• Se você conseguiu terminar um trabalho que há muito tentava finalizar, comemore;
• Se acordou e arrumou sua cama antes de sair, sinta-se bem por isso;
• Se planejou o seu dia e agiu conforme seu planejamento, tenha em mente que você é uma das poucas pessoas que conseguem fazer isso.

Cada conquista vale muito e é devagar e sempre que você conseguirá se tornar uma pessoa disciplinada e realizadora.

Por isso, não desista!

Assim, você não precisará ter disciplina para sempre, porque quando o hábito se forma, não precisará mais de tanta força de vontade, será mais fácil, natural e em você.

E só de saber disso, nos dá um tremendo alívio e traz mais leveza!

Autora: Wayne Valim

http://www.waysup.com.br/conheca-a-coach-wayniere-valim/

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Como parar de descontar a ansiedade no seu corpo

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil tem o maior número de pessoas ansiosas do mundo: 18,6 milhões de cidadãos (9,3% da população) convivem com o transtorno.

Também considerada um dos males do século, a ansiedade acomete mais as mulheres: cerca de 7,7% delas são ansiosas, o dobro do total de homens (3,6%).

Não é necessário que você tenha tido uma infância emocionalmente doente ou traumática para se tornar um adulto ansioso. “O simples fato de pensar de maneira rápida e ter muitas preocupações já é motivo de ter ansiedade”, afirma a Master Coach Ivana Almeida*.

Como escape no mecanismo de defesa, um dos alívios que geralmente o cérebro busca é na comida, como forma de compensar o estresse gerado pela ansiedade, ou seja, para que ele não entre em colapso e, literalmente, não dê um curto-circuito e venha a “pifar”, diz a especialista.

Mente e corpo funcionam em perfeita sincronia, e o que acontece na mente traz consequência para o físico e, no caso da ansiedade, esse efeito pode ser devastador a exemplo da obesidade, gastrite, enxaqueca, problemas cardíacos, pressão alta, insônia e de tantos outros problemas.

O momento mais apropriado para enfrentar a ansiedade é quando você começa a perceber os sintomas.

É muito mais difícil interromper um modelo emocional quando este já está totalmente enraizado do que quando apenas iniciou.

Compreenda que sua mudança começa de DENTRO para FORA.

Com o intuito de ajudar você na prevenção da sua saúde mental contra a ansiedade, a especialista Ivana Almeida apresenta 3 dicas:

1 – Compreenda que a ANSIEDADE é útil.

Ela é apenas um estímulo a uma ação. Aproveite-a para agir em prol das suas metas.

2 – Aprenda com a própria emoção.

Você já a sentiu outras vezes.

O que deu certo no passado que pode ajudar você agora?

Escreva suas estratégias antigas e adapte-as para o seu momento presente.

3 – Descubra a causa da sua ansiedade.

Desperte sua curiosidade para a ansiedade, ela está [email protected] a criar novas oportunidades para sair da dor.

A ansiedade gerada em você é resultado do que está pensando, sentindo e fazendo.

Essas 3 PERGUNTAS de OURO podem ajudar na busca de um novo estado:

Ø  Como eu quero me sentir neste exato momento (de verdade)?

Ø  O que eu estou disposta a fazer para criar uma solução e lidar com isso agora mesmo?

Ø  O que eu posso aprender com essa situação?

Portanto, cuide das mensagens e comandos que transmite ao seu cérebro!

Como afirma Deepak Chopra em seu livro Você tem fome de quê?:

“Quando o cérebro recebe dados negativos, ele se altera em conformidade com as mensagens recebidas. O cérebro não tem pensamentos próprios. Não consegue escolher quais orientações obedecer e quais ignorar. É a pessoa, dona da mente, quem escreve a própria história. O que significa ter o maior controle. Pode-se alimentar o cérebro de mensagens negativas ou positivas – a escolha é de cada um”.

Daí a importância de vivenciar a todo instante esta equação: Bons Pensamentos + Boas Palavras = Boas Ações.

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Estamos em déficit com o planeta

“O Planeta Terra atingiu em 29/07/2019 o ponto máximo de uso de recursos naturais que poderiam ser renovados sem ônus ao meio ambiente. Em 2019, a humanidade atingiu a data limite três dias antes que em 2018 – e mais cedo do que em toda a série histórica, medida desde 1970.

Isso significa que, a partir de agora, todos os recursos usados para a sobrevivência (água, mineração, extração de petróleo, consumo de animais, plantio de alimentos com esgotamento do solo, entre outros pontos) entrarão em uma espécie de “crédito negativo” para a humanidade.”*

Segundo a ONG Global Footprint Network (GFN), para atender à demanda da população global com os níveis atuais de consumo, seria necessário 1,7 de planeta Terra.

Isso mesmo, quase dois planetas.

Com a intensificação do consumo, essa data tem acontecido cada vez mais antecipada desde a década de 1970, quando o planeta entrou em sobrecarga.

Desde o ano 2000, a sobrecarga dobrou. Em 2009, o dia caiu em 6 de setembro; em 2016, no dia 8 de agosto; e em 2017, no dia 2 de agosto.

Considerado o termômetro da degradação ambiental, cálculo que é feito pela GFN para medir os impactos do consumo sobre os recursos naturais, com base em dados da ONU, da Agência Internacional de Energia, da Organização Mundial do Comércio (OMC) e dos governos.

Segundo o resultado do cálculo, a emissão de carbono é o principal desafio, por corresponder a 60% da pegada ecológica mundial, seguida pelo avanço das mudanças climáticas.

O planeta tem uma quantidade limitada de recursos. Enquanto economias crescem, o tamanho da Terra continua o mesmo.

Desmatamento, poluição, queimadas, desperdício de alimentos, tudo isso interfere no uso consciente dos recursos do planeta.

É possível recuperar o que foi perdido?

De acordo com a global Footprint Network, se atrasarmos o dia da sobrecarga em cinco dias por ano até 2050, teremos finalmente acabado com a sobrecarga, voltando a utilizar recursos de apenas um planeta. YES!

Porém, para que isso ocorra, precisamos começar já!

E todos nós podemos ajudar, fazendo escolhas melhores em nossa vida cotidiana.

Mas como fazer isso?

O primeiro passo, para qualquer pessoa, é analisar como consumimos nossos recursos naturais e como melhorar essa utilização.

Podemos pegar um exemplo da indústria da moda. Será que nós pensamos antes de consumir?

A mesma coisa com os alimentos que você compra. Sabe de onde vêm? Alimentos cultivados perto do local onde serão consumidos são mais saudáveis e requerem menor energia para o transporte e a refrigeração, por exemplo.

O GFN criou uma ferramenta bem interessante para ajudar nesse cálculo de consumo a partir do estilo de vida de cada um. É o cálculo da pegada ecológica.

A partir do momento em que você analisa o seu estilo de vida, fica mais claro onde é possível mudar.

Clique aqui para conferir: http://www.pegadaecologica.org.br

O consumidor consciente é aquele que sabe do seu poder de escolha e da importância de exercer esse direito.

Muito mais do que observar marca e preço, ele informa e avalia os impactos que aquele produto causa para chegar até ele e o que esse item vai gerar após o descarte, bem como se há outra alternativa sem ser a de jogar fora.

O consumidor consciente é transformador. Na prática, isso significa pesar as necessidades e desejos pessoais e avaliar o quanto elas valem a pena mediante ao impacto positivo ou negativo causado.

E com nossas ações sustentáveis, podemos inspirar outras pessoas.

Somos humanos e existem coisas que consideramos importantes ter; traçamos metas, trabalhamos para realizar sonhos que, muitas vezes, são produtos. E tudo bem!

Podemos dar um passo de cada vez para um consumo mais sustentável e benéfico.

E mesmo assim, conseguimos fazer escolhas melhores, gerar menos lixo, apoiar empresas com maior consciência ecológica e “contaminar” quem está ao nosso redor.

Para colocar essas ações sustentáveis em prática, precisamos seguir os 12 princípios do consumo consciente, que são os mandamentos de quem se preocupa com a nossa casa, o planeta terra.

1- Pense quais são os seus valores

Você quer viver em um meio ambiente benéfico, com água limpa, solo bom e sem prejudicar os animais? Você acredita no minimalismo? Ou você acha que comprar o máximo que puder é um direito adquirido pelo seu esforço de trabalho?

Repense seus valores! Nós somos os responsáveis por tudo a nossa volta, mas a gente só consegue mudar hábitos fortes quando eles fazem parte de crenças.

Então, leia, entenda essas questões, converse com quem é ambientalmente consciente para criar valores ligados a esse respeito ao planeta.

2 – Cobre atitudes dos políticos

Não podemos esperar que governos e grandes indústrias resolvam o problema ambiental porque somos nós que ditamos a demanda dos produtos. Mas, no final das contas, quem assina o que pode e o que não pode são os nossos representantes (ou deveriam ser): os políticos!

Portanto, é preciso que o que queremos cheguem a eles!

E, além disso, escolher com cuidado os seus representantes e cobrar deles depois ações que sejam condizentes com o bem-estar do planeta também é uma forma de diminuir a sobrecarga da Terra.

3 – Não compre produtos piratas

Quando você compra produtos não legalizados e contrabandeados, favorece esse tipo de crime e ainda evita que empregos estáveis sejam gerados.

4 – Seja ativo para contribuir com a melhoria de produtos e serviços

Estamos habituados a reclamar daquilo que a gente não gosta, o que se aplica àquilo que consumimos.

E, se passarmos a falar para as empresas (por SAC, redes sociais ou e-mails) como podem fazer produtos melhores, menos descartáveis e mais justos? Sim, nós podemos!

5 – Parcele o valor das compras com sabedoria

Pense se você realmente precisa daquilo que não pode pagar agora.

6 – Valorize as ações de responsabilidade social de empresas

Consumir de empresas que têm atitudes que contribuem para a sustentabilidade e impacto positivo no meio social, ambiental e econômico é muito importante para gerar mais delas.

7 – Conheça e avalie os impactos do seu consumo

Os produtos que consome, bem como a forma que são produzidos, contribuem com o meio ambiente e a sociedade? Se a resposta for não, evite.

8 – Planeje suas compras

Pense no que precisa e controle os impulsos. Faça listas, veja se pode comprar e aplique os outros princípios listados aqui para comprar em menor quantidade, mas em melhor qualidade.

9 – Consuma o essencial

Foi-se a época em que ter era sinal de luxo. Hoje significa falta de consciência e de conhecimento. Então, compre somente aquilo de que precisa.

10 – Separe o lixo

Contribua com as ações de reciclagem da sua cidade e para quem recolhe o lixo para revendê-lo. Separe o lixo!

11 – Reutilize o que puder

Além de reutilizar potes, sacolas, itens que foram usados, conserte ou dê novo uso àquilo que estragou.

 12 – Divulgue o consumo consciente

Conversar sobre isso com as pessoas próximas, aplicar onde você trabalha e agir conforme esses princípios já são capazes de inspirar por si só.

É claro que ser insistente, acusar e dizer que os outros “têm que” assumir uma postura de consumo consciente (sim, eles têm mesmo) não resolve. Pelo contrário, causa repulsa.

Agir de forma consciente, acredite, já instiga pessoas a fazerem o mesmo.

Espalhar esse assunto com pessoas mais velhas, que não tiveram esse tipo de instrução é muito importante, além de incentivar as crianças, desde cedo, a pensar sobre e agir de forma consciente é uma grande forma de preservar os recursos presentes e futuros.

E sim, é possível! Porque nós, os animais, o planeta e a economia precisamos disso!

Então, pelo meio ambiente e por tudo que está nele, seja firme ao ser um consumidor consciente.

Diga não quando souber que isso fará a diferença. E, o mais importante, comece pelo praticável.

No mínimo, a mudança de pensamento e a crença de que não precisamos de toda a tralha que consumimos já são passos importantes para nos libertar do que o marketing nos impõe como o que é bacana comprar.

Desse modo, fazemos o bem para nós mesmos, para o bolso e para o planeta.

O consumo consciente precisa ser visto como poder, afinal, são escolhas realmente simples que influenciam a oferta e demanda, o que é produzido, usado ou descartado.

Ele é a solução para inspirarmos mais gente a se tornar um consumidor consciente e a mexer com a estrutura das políticas ambientais”.

E aí, vamos juntos abraçar essa causa?

Autora: Jaqueline Santos, 20 anos, formada em comércio exterior e apaixonada por leitura e pessoas: “Encontrei na escrita uma forma de expressar essas paixões.”

*Fonte: https://g1.globo.com/natureza/noticia/2019/07/29/sobrecarga-da-terra-2019-planeta-atinge-esgotamento-de-recursos-naturais-mais-cedo-em-toda-a-serie-historica.ghtml

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Não deixe ninguém hackear suas emoções

Em tempos de invasões de telefones, sites, contas de e-mail, chats e redes sociais no meio político, me chama a atenção outro tipo de invasão e sequestro: o das nossas melhores emoções.

É fácil identificar pessoas que têm o poder de invadir a nossa paz e roubar o nosso entusiasmo e alegria.

Elas estão por todos os lugares: no trabalho, na família, entre os amigos, na sociedade…

Surgem com suas críticas,

  • reclamações infindáveis,
  • grosserias,
  • fofocas,
  • falta de respeito,
  • imposições,
  • injustiças,
  • dominâncias,
  • piadinhas de mau gosto,
  • ou até mesmo com comentários inapropriados…

Algumas, até bem-intencionadas, infiltram suas sementes em nossos pensamentos, perturbam o ambiente, espalham-se como epidemia e causam certo estrago em nosso equilíbrio interior.

O que fazer? 

Como reagir?

É possível se proteger e se preparar sem que nos rebaixemos ao nível delas?

Eu acredito que SIM!

Em minha longa jornada de vida (nem tão longa assim…rs), já vivi maus bocados e lidei com gente de todo jeito. Quem nunca, né?!

Usei táticas poderosas, outras muito ruins mesmo, algumas até criativas, outras bem bobinhas e comuns.

Hoje, com o meu conhecimento, faria muita coisa diferente…

Por isso, compilei as melhores estratégias aqui para você, não só saber lidar com elas, mas, principalmente, aprender a se proteger, a eliminar as brechas e a tornar-se impermeável às investidas desses pobres seres que ainda precisam aprender muito na vida.

Com disse Dalai Lama: “Deixe ir as pessoas que somente chegam para compartilhar queixas, problemas, histórias desastrosas, medo e julgamentos dos demais. Se alguém busca uma lixeira para deixar seu lixo, não deixe que seja a sua mente”.

Antes, vamos entender como esses fatos acontecem em nossas mentes.

As nossas reações emocionais súbitas e mais fortes são disparadas por uma estrutura cerebral chamada amígdala.

Sua função é identificar riscos para a preservação do ser humano e acionar as principais reações ligadas à sua sobrevivência.

A amígdala geralmente comete erros, particularmente nos dias atuais, em que a maioria dos perigos são apenas imaginários, ou seja, não estão ligados de fato a riscos de preservação da vida.

Se você deseja se proteger, eliminar as brechas e tornar-se impermeável aos hackers emocionais aqui estão

As 5 dicas mais eficazes para reconquistar o seu poder emocional.

  1. Identifique os seus gatilhos emocionais

Qual foi a semente daninha que “mexeu” com você?

Geralmente, são ataques aos seus valores mais importantes.

Por exemplo, à sua liberdade, ao seu senso de justiça, à harmonia que você preza, ao reconhecimento que espera, à honestidade, à ética…

Reconheça, entenda, mas não seja um solo fértil para essa semeadura.

  1. Tenha consciência imediata das emoções que está sentindo

Qual é a principal emoção negativa sentida após o “ataque”? Medo, raiva, frustração, insegurança, irritação…

Ter autoconsciência dos sentimentos nos ajuda a interromper o fluxo negativo e a impedir que essa emoção se intensifique e se transforme em algo maior, por exemplo, de irritação virar raiva, de medo virar terror…

  1. Mantenha seus pensamentos em foco

Desative o impacto que essas pessoas podem provocar em você.

Escolha os pensamentos e emoções que deseja sentir.

Pergunte a si [email protected], “Em vez de raiva, o que desejo sentir?”.

Tranquilidade, sossego, leveza, alegria…

Invente um mantra e repita-o todos os dias.

Por exemplo,

  • “Sou uma pessoa positiva”,
  • “Sou forte e impermeável”,
  • “Sou uma pessoa pacífica e manterei a minha essência”,
  • “Ninguém vai roubar a minha energia”

Você pode até mesmo se imaginar com a armadura do Homem de Ferro… (risos)

A simbologia nos ajuda a fixar os pensamentos que desejamos ter.

  1. Planeje respostas adequadas a essas situações

Nunca responda com a mesma moeda. Se fizer isso, vai deixar que suas reações cerebrais mais primitivas dominem você.

Depois, vai se sentir mal, [email protected], triste… e será muito pior.

Elabore respostas inteligentes e as memorize para esses momentos:

  • “Bem, agora que desabafou, o que tem de positivo para me contar?” (reclamações).
  • “Prefiro falar do que as pessoas têm de bom” (fofocas).
  • (Interrompa) “Adoraria falar com você agora, mas acabei de me lembrar de algo que preciso fazer agora” (negativismo).
  • “O que eu posso fazer para lhe dar segurança de que o trabalho será entregue?” (controles excessivos).
  • “Desculpe-me, mas prefiro pensar nas soluções. O que faremos?” (vitimismo)
  • (Postura firme) “Percebo que não é um bom momento para falarmos. Vamos conversar depois?” (grosserias).
  1. Procure pessoas positivas

Diga “não” a pessoas que roubam a sua energia.

Procure influenciá-las positivamente, converse, ofereça ajuda, oriente-as, tenha empatia com as suas histórias e seu momento de vida.

Mas, se perceber que ainda não chegou o momento da mudança delas, perdoe-as, tenha compaixão e afaste-se gentilmente.

Busque, na medida do possível, conviver com quem que se alegra com o seu crescimento, acredita em você e incentiva o seu progresso.

Afinal, somos a média das pessoas com as quais convivemos diariamente.

E mais um lembrete crucial, toda e qualquer emoção ruim que sentimos é por uma única e exclusiva razão: a permissão que damos para que essas pessoas nos machuquem, magoem e tirem o melhor de nós.

Quando consegui entender isso, assimilei o poder da autorresponsabilidade, então assumi o comando e hoje posso dizer que me sinto mais forte contra qualquer investida negativa.

Ainda tenho muito a desenvolver, mas, com um passo a cada dia, me tornarei um ser humano melhor e melhor.

Portanto, fortaleça-se!

Autora: Wayne Valim

Crédito da imagem: https://www.cybertalk.org/

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Os efeitos físicos e psicológicos da Gratidão

“A gratidão é um antídoto contra emoções negativas: quanto mais uma pessoa for grata, menos chance ela tem de ficar deprimida, ansiosa, solitária ou neurótica”, afirmou a doutora Susan Andrews, psicóloga da Universidade de Harvard, em seu livro A Ciência de Ser Feliz.

Praticar a gratidão pode parecer um conselho meloso de autoajuda, mas o fato é que diversos experimentos comprovam que esse hábito traz diversos benefícios, inclusive contribui de maneira significativa para a felicidade.

Ao apreciarmos as coisas boas da vida, a gratidão nos ajuda a sempre valorizar as circunstâncias positivas, e assim podemos continuar a extrair satisfação delas.

É uma forma de as pessoas apreciarem o que elas têm, em vez de sempre procurar algo novo, na esperança de que elas as tornem mais felizes, ou de pensar que não podem se sentir satisfeitas até que todas as necessidades físicas e materiais sejam atendidas.

Pessoas que cultivam a gratidão:

• Dormem melhor e têm menos enxaquecas, problemas de pele, tosse e náuseas;

• Experienciam menos raiva e amargura;

• São mais bem-dispostas, otimistas e mais inclinadas a ajudar os outros;

• Têm maior autoconfiança e autoestima e lidam melhor com estresse e traumas;

• Desfrutam de relacionamentos interpessoais mais harmoniosos.

Parece óbvio que praticar a gratidão nos causa sensação de prazer e paz interior, mas o que acontece é que, na maioria das vezes, não temos o hábito de agradecer as coisas corriqueiras da vida.

Caímos numa rotina de exigências dos outros e nos acostumamos muito mais a reclamar do que agradecer.

Portanto, a minha proposta é incentivar você a desenvolver esse hábito que só exigirá um olhar diferenciado para o que já possui em sua vida, como, por exemplo:

  • O sorriso do seu filho;
  • O abraço acolhedor do amigo;
  • O carinho sempre presente da mãe;
  • O trabalho que lhe dá o sustento;
  • A brisa no rosto;
  • A natureza sempre presente;
  • Seu cachorro que o recebe pulando…

Não custa muito transformar a interpretação do que lhe causou frustração em algo positivo.

Preste mais atenção no que aconteceu de bom no seu dia. E a cada acontecimento desagradável, descubra um aprendizado e logo a sua mente estará programada para prestar maior atenção às situações positivas da vida.

Pesquisas científicas apontam que a prática da gratidão traz benefícios físicos, psicológicos e sociais:

Físicos

  • Fortalecimento do sistema imunológico;
  • Menor incômodo por dores;
  • Baixa pressão arterial;
  • Pessoas gratas se exercitam mais e cuidam melhor da saúde;
  • Dormem mais e melhor e se sentem mais revigorados ao acordar.

Psicológicos

  • Pessoas gratas mantêm um nível superior de emoções positivas;
  • Estão sempre mais alertas, vivas e despertas;
  • Sentem mais alegria e prazer;
  • Demonstram maior otimismo e felicidade.

Sociais

  • Pessoas gratas se sentem mais úteis;
  • São mais generosas e têm maior compaixão pelo próximo;
  • São mais propensas a perdoar;
  • São melhores companhias;
  • E são menos solitárias e isoladas.

Que tal, então, fazer a sua lista de gratidão e ver como se sente?

“Se a única oração que você fizer durante toda sua vida for obrigado, isso já será o bastante.”

Meístre Eckhart, místico alemão.

Por falar nisso, minha eterna gratidão por estar comigo nesta jornada de autoconhecimento e fortalecimento emocional!

Lembrou-se de alguém a quem tem imensa gratidão? Envie este link com um recado especial! 😉

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Você não precisa fazer tudo [email protected] 

Algo curioso tem me chamado atenção ultimamente: um grande número de pessoas sobrecarregadas no trabalho ou por conta dos diversos papéis da vida, entrando em estado crítico de estresse e de desmotivação.

As consequências mais graves disso são o sofrimento causado pelo exagero de atividades e o desequilíbrio emocional que tem impacto direto na qualidade de vida das pessoas.

Sofrer por sentir-se sobrecarregado não traz benefício a ninguém. Nem para quem sofre nem para os que estão à sua volta.

Há uma pressão insana interna e também externa cobrando por resultados.  Aguentar até quando puder é o lema da maioria das pessoas nessa situação.

Quanto mais demoramos para pedir ajuda, mais difícil será reverter a situação. 

Mas eu entendo por que as pessoas deixam chegar a esse ponto.

O fato é que ninguém reserva um tempo para si.

A própria carga de problemas, de trabalho e de atividades é tão grande que geralmente só buscamos ajuda:

  • Quando nos sentimos infelizes com o trabalho, ou
  • Quando recebemos um feedback negativo de alguém; ou
  • Quando perdemos uma oportunidade de trabalho; ou então…
  • Entramos em processo de desmotivação, estresse, ansiedade tão grande que essa condição acaba afetando a nossa saúde…

O problema é que a maioria de nós pensa que esse cenário irá se resolver por si só e vai levando os acontecimentos até quando der, até onde conseguir, tentando ser forte… aliás, exigindo de si mesmo uma valentia hercúlea.

Mas a gente se esquece de que, se correr atrás disso após o esgotamento, a recuperação se torna muito mais penosa, porque será necessário lidar também com o desgaste emocional, que estará abalado e desequilibrado. E o resultado demora muito mais a surgir…

Acompanho isso de perto com diversas pessoas que chegam até mim buscando ajuda, muitos em condições de desmotivação, estresse e até mesmo com desequilíbrio total entre todas as áreas da vida…

Nessas situações, as melhorias demoram muito mais a surgir, porque é preciso resgatar primeiro a energia e a disposição da pessoa e só depois direcionar o desenvolvimento para a busca de metas e resultados.

Sabendo disso, preparei dicas cruciais para que possa agir com proatividade em relação a você e não deixe chegar ao fundo do poço para só então buscar ajuda.

Vamos na ordem!

1 – De onde vem a sobrecarga?

  • Do seu trabalho, de casa? 
  • Quem está impondo essa sobrecarga a você? 
  • Seu chefe, os colegas, os filhos, a condição financeira ou você mesmo(a)?

Antes de pedir ajuda é importante entender por que você precisa e de onde vêm as maiores exigências. Isso será fundamental para seguir para o próximo passo.

2 – Tenha clareza de qual tipo de ajuda você precisa

  • Se vem do trabalho, converse com a equipe, com o chefe e sugira uma reavaliação das prioridades;
  • Se a origem é da família ou dos filhos, que tal fazer uma reunião e dividir as tarefas de casa?
  • Se vem de você, as próximas dicas serão especiais nesse caso…

3 – Faça uma lista de tudo que tem para fazer nesta semana. 

  • O que pode ser excluído de imediato?
  • Faça um OLX: Desapegue! (risos)

“Decidir o que não fazer é tão ou mais importante do que decidir o que fazer.” Steve Jobs

4 – O que pode delegar? 

Esqueça aquela velha mania de achar que não tem ninguém que vai fazer igual a você. 

A verdade é que não vai fazer mesmo, mas e se essa pessoa fizer melhor? 

Por que está exigindo tanta perfeição?

Fazer com perfeição é importante, mas será que tudo precisa ser assim?

5 – Pare de aceitar todos os pedidos. Aprenda a dizer não com gentileza. 

Postei dois vídeos meus no YouTube que ensinam isso:

  • “Uma das melhores maneiras de dizer não”: https://youtu.be/YlAdio1ID0M
  • “Como focar no que é importante”: https://youtu.be/RHlfZD4N2Yg

6 – Priorize as três atividades mais importantes

  • Quais são as 3 prioridades do seu dia que não poderá voltar para casa sem finalizá-las?
  • Comece o seu dia por elas!

7 – Mesmo assim, a carga está difícil?

Busque ajuda profissional! Seja por meio das terapias, coaching, mentoring, treinamento, mas não espere entrar no estado crítico.

Platão dizia que a melhor coisa que podemos fazer por aqueles que amamos é nos tornar melhores como seres humanos, porque só assim teremos realmente algo a dar a eles.

Portanto, é hora de cuidar de você!

Tendo em vista que aplico técnicas de coaching em todos os trabalhos que faço, achei por bem trazer um pouco mais de conhecimento sobre essa metodologia e qual é a diferença entre ela e os demais programas.

A Federação Internacional de Coaching distingue coaching das outras abordagens similares da seguinte maneira*:

A Terapia lida com a cura da dor, disfunção e conflito no indivíduo ou nos relacionamentos. Foca-se em resolver as dificuldades que surgem do passado e em aprimorar o preparo psicológico para aprender a lidar com o presente de maneira emocionalmente saudável.

Já o Coaching tem seu foco no futuro. Embora sentimentos e emoções positivas sejam normalmente um resultado natural do coaching, o foco principal é criar estratégias de ação para atingir objetivos específicos na vida profissional ou pessoal. A ênfase do Coaching está na ação, na avaliação e no acompanhamento.

Mentoria (Mentoring) é realizada por um especialista que fornece conhecimento e orientação com base em sua própria experiência. A Mentoria pode incluir orientação, terapia, aconselhamento e coaching.

Coaching não inclui terapia nem aconselhamento e concentra-se nos indivíduos ou grupos, estabelecendo e atingindo os objetivos do próprio indivíduo.

Treinamento segue um caminho linear de aprendizagem que coincide com um currículo pré-estabelecido.

Coaching é menos linear e não possui currículo pré-estabelecido. Embora os objetivos sejam esclarecidos durante o processo, eles são firmados pelo próprio indivíduo ou equipe.

Pedir ajudar não irá prejudicar a sua imagem!

Pedir ajuda pode mostrar muito mais sua força do que fraqueza. Essa atitude mostra que você está se esforçando para conseguir o melhor resultado e, consequentemente, os interesses da empresa.

Você corre o risco de ter uma imagem prejudicada caso faça apenas reclamações, admitindo a seu chefe que não consegue realizar seu trabalho ou então quando se fecha com as inúmeras atividades a serem feitas, prejudicando seus relacionamentos.

Portanto, quando decidir conversar com as pessoas sobre a sua situação não vá apenas bater na porta para dizer o quanto você está sobrecarregado, conduza a situação de uma forma que mostre o quanto quer se adequar e se preparar para realizar seu trabalho de maneira eficaz.

* Por Kitty McConnell

Fonte: http://www.columbusceo.com/content/stories/2015/05/executive-coaching-defined.html

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Por que o autoconhecimento é uma poderosa chave para sua felicidade

Se você prestar atenção aos seus círculos de convívio, perceberá que a maioria de nós está apenas tentando fazer o melhor possível em todas as áreas…

Sobrevivemos com poucas horas de sono, à base de lanches rápidos, reuniões inacabadas… corremos para pegar as crianças no colégio e nunca temos tempo.

Estudar, buscar o saber, aprimorar os conhecimentos passa a ser uma espécie de preenchimento de algo que estou em débito comigo mesma:

– um treinamento de liderança, porque não me acho uma boa líder

– um curso de finanças, porque não sei cuidar do meu dinheiro…

Aliás, parecemos estar sempre em busca de algo que nos falta…

Voltamos para casa após um longo dia de trabalho, sentindo-nos exaustos e, com frequência, experimentando o sentimento de culpa pelas inúmeras demandas que ficaram para trás.

Não conseguimos sequer aproveitar a fonte de alegria e renovação da família.

Parar para pensar em nós mesmos? Quem tem tempo para isso?

Talvez um luxo a ser experimentado algum dia, quando não precisar mais trabalhar…

O pior é que nos orgulhamos muitas vezes dessa vida agitada…

Acabamos por viver na superficialidade de uma vida vazia e sem propósito.

Estamos sempre morrendo de fome por tempo, assumimos que não temos outra escolha senão dar o máximo possível de nós todos os dias.

E tudo isso para que mesmo?

Claro que temos que pagar as contas, porque os boletos estão vencendo, a família e os compromissos precisam de cuidado, mas será mesmo que a vida se resume a isso?

Talvez você já tenha respostas para todas essas perguntas e seja bem diferente da grande maioria de nós…

Mas o que presenciamos a todo momento, seja na mídia, seja vida real é uma realidade dolorosa e parecida com essa que acabei de relatar.

A busca pela felicidade

Eu penso que se queremos realmente buscar a felicidade e entender melhor o sentido da vida, essas precisam ser nossas prioridades.

Sempre tive comigo um pensamento: só sou capaz de gerenciar e explorar aquilo que conheço.

Portanto, sem autoconhecimento não estou apta a entender meus próprios sentimentos e emoções, meus medos, minhas paixões, nem mesmo qual será a minha contribuição para o mundo.

Formar um autoconceito correto que me ajude a atuar produtiva e positivamente na vida é uma sabedoria esplendorosa.

O autoconhecimento me remete à minha essência, aquilo que carrego verdadeiramente na alma.

Por meio dele, entendo e exploro melhor os meus dons e talentos e, com isso, passo a expressar ao mundo a minha voz, o meu poder interior.

Mesmo diante das imperfeições, dos erros, das mesquinharias, torno-me mais capaz de encontrar um ser humano bondoso, que deseja o bem do outro, que sente compaixão pelas pessoas.

Quanto mais eu me conecto a esse Eu superior e real, mais me aproximo do meu propósito, do porquê da minha existência.

Assim, aquilo que é passageiro, material, animal, vai se tornando menor.

Deixo de depositar a esperança de ser feliz no que é externo ou no que está fora e passo a encontrar a felicidade dentro de mim.

A Felicidade não é um estado perpétuo de sentimento.

Como disse o Prof. Mário Sérgio Cortella,

“se a felicidade fosse contínua, nós não a perceberíamos”.

Portanto, a felicidade não pode depender do número de likes e de compartilhamentos nas redes sociais, muito menos do reconhecimento das outras pessoas.

Só podemos realmente estar felizes e aproveitando os bons momentos da vida quando não nos importamos demasiadamente com o que as pessoas pensam ou falam a nosso respeito.

A felicidade é um exercício, uma prática, uma decisão!

Quando trazemos à nossa consciência quem realmente somos, o que valorizamos na vida, quais são as nossas crenças mais profundas, tornamo-nos mais capazes de ter a consciência dos momentos de alegria.

Quantas vezes dissemos: “Eu era feliz e não sabia…”?

Estávamos distantes do nosso eu verdadeiro, não sabíamos sequer o que era importante para nós, como poderíamos ter consciência da própria felicidade?

O saber, a consciência e o autoconhecimento aumentam de maneira significativa a probabilidade de sermos felizes, de sermos mais abertos à felicidade.

Autoconhecimento na prática

Felizmente, há um grande número de pessoas na busca pelo autoconhecimento. Eu presencio isso todos os dias no meu trabalho como mentora e coach.

E o resultado é percebido na prática: elas são capazes de despertar o que há de melhor em si mesmas, descobrem novos talentos, dons, qualidades, e passam a criar oportunidades a partir do que já possuem.

Exemplos disso:

  • São mulheres se surpreendendo com empregos que não imaginavam conseguir, sentindo-se seguras ao expor suas ideias, sendo promovidas, sendo vistas de maneira diferente e conseguindo equilibrar melhor suas emoções.
  • São jovens descobrindo seus talentos, suas vocações e direcionando suas carreiras para aquilo que faz sentido para seus valores éticos e morais. Buscando o sucesso não somente pelo dinheiro ou o status, mas para aquilo que realmente importa.
  • São pessoas simples, bem-sucedidas, morando em diferentes lugares, mas entendendo que, sem o autoconhecimento, não serão capazes de fazer escolhas certas, porque não têm clareza sobre si nem tão pouco se sentem seguras para convencer e conquistar outras pessoas para seus objetivos e seus projetos.

Portanto, sem autoconhecimento acabamos nos sentindo infelizes, pois, a todo momento, nos preocupamos demais com o que os outros pensam de nós.

Com isso, passamos a querer agradar todo mundo, vivendo a verdade de outras pessoas e nunca a nossa.

Como disse o famoso filósofo grego Aristóteles,

“Conhecer a si mesmo é o começo de toda sabedoria”.

Por onde começar?

A partir de hoje, reserve um tempo para suas reflexões, não precisa ser muito, que sejam 15 minutos ao final do dia para registrar os momentos de felicidade, de realização plena.

Assim, você vai criando a própria consciência.

Você também pode fazer isso com ajuda de profissionais brilhantes: coachees, mentores, psicólogos, filósofos… Há muita gente capaz fazendo um belo trabalho no Brasil.

Responder a perguntas como essas também conduzirá você a um estado de reflexão necessário para descobrir aquilo que se encontra no seu Eu mais profundo e verdadeiro.

Pegue uma caneta e um papel, desligue-se de tudo o que possa distrair você e comece a escrever, sem filtro, tudo que vem à sua mente:

  • Quem sou eu?
  • Quais são os meus medos?
  • O que eu preciso para ser feliz?
  • Quais são as minhas paixões?
  • O que me mantém vivo?
  • Do que mais me orgulho de ter conquistado na vida?
  • Como costumo superar os meus desafios?
  • Quais são as três palavras positivas que me definem?

Para que isso funcione e não seja apenas uma iniciativa sem consistência, é preciso dar foco, criar uma conexão emocional com essa prática.

Se você realmente deseja mudar a sua vida para melhor e tomar mais consciência da felicidade, assumirá o controle e nenhuma justificativa vazia tirará você do que você deseja, certo?

Encontrar a sua verdadeira identidade é um ato de inteligência

(Filósofa Lucia Helena Galvão)

  • O que você veio fazer no mundo?
  • Qual é o seu recado que você tem para dar ao mundo?

Espero que todas essas reflexões possam aproximar você da pessoa mais importante da sua vida: VOCÊ!

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Como a Ciência pode nos ajudar a construir um relacionamento amoroso melhor

Manter relacionamentos felizes e duradouros é uma das maiores pretensões do ser humano em toda a sua história.

Basta ver a enormidade de teorias, livros, artigos, romances, poemas que tratam do amor verdadeiro como a incansável busca do indivíduo.

A Ciência muito tem avançado nos estudos sobre a felicidade nas últimas duas décadas. As descobertas sobre a importância dos hormônios e dos neurotransmissores em nossas atitudes e hábitos têm contribuído para o nosso entendimento sobre a “química do amor”.

Segundo o neurocientista brasileiro Pedro Calabrez, o relacionamento amoroso se divide em dois: inicialmente, o amor apaixonado (com duração entre 12 e 24 meses) e, depois, o amor companheiro. Ambos provocam alterações nas funções do cérebro.

Por isso, quando estamos apaixonados, o nosso corpo se manifesta com taquicardias, agitações, sudorese… Nesse período, temos maior energia e disposição para agradar, reconhecer e agradecer os pequenos gestos da pessoa amada.

Toda paixão é passageira, e, quando essa primeira fase acaba, é hora do amor companheiro.

Infelizmente, há um grande número de casais que não chegam à segunda fase. Basta ver o resultado da pesquisa do IBGE: entre 2004 e 2014, o número de divórcios no Brasil aumentou em 160%.

Embora a Ciência traga suas contribuições, analisar as experiências boas ou ruins nos relacionamentos amorosos das pessoas também nos ensinam muito.

O problema é que quando estamos apaixonados, não estamos dispostos a ouvir os muitos conselhos que recebemos… rs

Com base em estudos e pesquisas realizadas pela minha equipe e por mim, preparei para você os 10 segredos para construir um relacionamento amoroso saudável e duradouro.

Espero que essas dicas ajudem você a não só ter uma boa comemoração no dia dos namorados (12 de junho), mas que também possa adotá-las daqui para a frente para fortalecer a sua relação.

  1. Descubra as suas atitudes negativas repetitivas

Todos nós temos padrões comportamentais que podem irritar o parceiro e desgastar a relação…

  • Responder de maneira brusca quando está ocupado(a);
  • Mandar mensagem pelo celular enquanto o outro fala;
  • Demonstrar por meio de gestos e caras feias que não está gostando do que está ouvindo;
  • Interromper a fala;
  • Criticar;
  • Reclamar…

Qual é o comportamento seu que causa outra atitude desagradável no outro?

     2. Tenha mais consciência:

O que acontece:

  • Quando está cansado (a)?
  • Nervoso(a)?
  • Com pressa?
  • Diante de um conflito?
  • Quando alguém interrompe o que está fazendo?

Quando prestamos maior atenção às nossas atitudes, podemos provocar pequenas mudanças que trarão resultados mais satisfatórios.

      3.  Abaixe o estresse

O cortisol, o hormônio do estresse, diminui a satisfação e a vontade de se conectar com a pessoa amada, segundo um estudo de 2008, da Universidade do Texas, em Austin.

Muitas vezes, trabalhamos até muito tarde, não prestamos atenção o suficiente em nosso parceiro e deixamos que o estresse nos tire o melhor de nós.

Reduzir o cortisol fazendo uma caminhada a dois, segurar a mão, expressar gratidão ao outro é um bom começo para voltar aos trilhos quando um relacionamento fica difícil.

      4. Exercite a paciência

Geralmente, a tolerância e o equilíbrio no lar são mais limitados.

  • Desarme sua cara amarrada;
  • Experimente sorrir;
  • Você quer ser amado ou temido?;
  • Você quer paz ou guerra? 

     5. Ouça música a dois

Essa atitude simples estimula a sensação de bons circuitos no seu cérebro.

Em um artigo recente do Journal of Frontiers in Psychology, o Dr. Paul Elvers postula que ouvir música pode reforçar o bom humor e aumentar a confiança.

Podemos fazer isso sozinhos, mas ouvir com a pessoa amada pode nos unir, estimulando circuitos de “bem-estar” no cérebro.

       6. Perceba o desgaste da relação

De todos os comportamentos percebidos nos itens 1 e 2, o que mais desgasta a sua relação?

Comece as mudanças por esse!

  • O que pode fazer de diferente?
  • O que ainda não tentou que pode funcionar?

Sei que pode sentir cansaço após inúmeras tentativas; por isso, busque algo novo, se quer resultados melhores, precisa encontrar saídas diferentes.

     7. Não espere mudar somente quando estiverem falando de separação

Não busque ajuda só quando não houver mais saída.

Pessoas reativas só tomam ação quando estão com a corda no pescoço…

Por vezes achamos que tudo irá se resolver por si só, e isso é um grande engano.

Vire o placar! ANTECIPE-SE!

     8. Aprenda a expressar seus pensamentos e sentimentos

Observe o contexto, aguarde o melhor momento e faça observações sobre os fatos ocorridos e não sobre percepções. Por exemplo:

Em vez de dizer: “Nossa! Como você é insensível”, diga: “Você falou comigo com voz alta e bateu a porta quando chegou…”

Então, diga como se sente quando isso acontece e fale objetivamente o que espera que o outro faça em uma próxima vez.

Há pessoas que guardam para si os sentimentos, depois ficam remoendo, se intoxicando com a raiva e quando explodem acabam por magoar e destruir ainda mais a relação.

Quanto mais guardar para si, mais difícil será para os outros interpretarem quem é, o que deseja dizer ou fazer

     9. Alimente pensamentos e sentimentos positivos

No início do relacionamento, quando vemos a pessoa amada, as nossas pupilas se dilatam, o rosto fica vermelho, os batimentos do coração aceleram e sentimos uma euforia quase que inexplicável. 

E isso ocorre em virtude de uma explosão de reações em nossos cérebros causada pelos neurotransmissores.

Naquele momento, toda nossa atenção está voltada para as qualidades e aspectos que nos agradam na pessoa. Nosso cérebro tende a focar nos sentimentos bons graças à liberação desses neurotransmissores quando estamos apaixonados.

Um deles é a DOPAMINA, conhecido como a substância do prazer, produz uma sensação de felicidade e está relacionada ao campo visual, ou seja, somente por olharmos a pessoa amada já sentimos algo agradável.

Também temos a SEROTONINA, que é o hormônio que nos torna obcecados. Seguida pela ENDORFINA que, segundo a Loretta Graziano breuning, autora do livro “Habits of a happy brain’, é uma breve euforia que mascara a dor física, sendo considerada o analgésico natural do corpo.

Além disso, quando nos apaixonamos, nosso corpo também libera a OXITOCINA, que é muitas vezes apelidada de “hormônio dos vínculos emocionais” e “hormônio do carinho”.

Segundo o obstetra e ginecologista indiano Navneet Magon, a oxitocina tem uma posição de liderança nesse “quarteto da felicidade”: “É um composto cerebral importante na construção da confiança, que é necessária para desenvolver relacionamentos emocionais”.

E quando liberamos mais hormônios e neurotransmissores, o nosso comportamento é alterado. Por isso, ficamos com aquele ar de “patetas”, estabanados e dizemos coisas sem sentido à pessoa amada. (rsrs)

Porém, com o passar do tempo, nosso cérebro se acostuma com os efeitos desses hormônios provenientes da paixão.

Pode parecer ao casal que o amor se esfriou, mas não se preocupe: é nessa fase que um amor mais duradouro pode ser estabelecido.

E, para isso, é importante observar e priorizar ações que influenciem nosso bem-estar e desencadeiam esses hormônios. Por exemplo:

  • Manter pensamentos bons sobre o parceiro;
  • Receber e dar massagens;
  • Tomar sol e curtir a natureza;
  • Planejar sonhos e projetos;
  • Abraços e beijos;
  • Exercícios aeróbicos.

Aposto que valerá a pena!

      10.  Esteja presente física e emocionalmente

O mundo de hoje é repleto de distrações.

Facilite a sua vida: 

  • Guarde o celular na hora das refeições;
  • Olhe nos olhos quando estiver falando;
  • Ouça com profundidade;
  • Observe as expressões não verbais do outro…

Conecte-se de verdade!

Estudos demonstram que a principal variável para nossa felicidade é a qualidade das nossas relações e que pessoas que desfrutam de relacionamentos felizes tendem a apresentar níveis de bem-estar mais elevados.

Durante a paixão valorizamos mais a pessoa amada. Somos gratos e investimos nossa energia para firmar uma relação.

O Amor companheiro se fortalece com consistência e esforço, portanto, é preciso investir energia para agradecer, elogiar, reconhecer, ser cordial nas mínimas coisas…

Quando desejamos sucesso na carreira, nos projetos e nos estudos, nos empenhamos arduamente, com persistência, para atingir o sucesso, mas nos esquecemos de que para construir um relacionamento amoroso duradouro e saudável, é preciso também energia, esforço e constância.

Feliz e permanente dia dos namorados!

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