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Os efeitos físicos e psicológicos da Gratidão

“A gratidão é um antídoto contra emoções negativas: quanto mais uma pessoa for grata, menos chance ela tem de ficar deprimida, ansiosa, solitária ou neurótica”, afirmou a doutora Susan Andrews, psicóloga da Universidade de Harvard, em seu livro A Ciência de Ser Feliz.

Praticar a gratidão pode parecer um conselho meloso de autoajuda, mas o fato é que diversos experimentos comprovam que esse hábito traz diversos benefícios, inclusive contribui de maneira significativa para a felicidade.

Ao apreciarmos as coisas boas da vida, a gratidão nos ajuda a sempre valorizar as circunstâncias positivas, e assim podemos continuar a extrair satisfação delas.

É uma forma de as pessoas apreciarem o que elas têm, em vez de sempre procurar algo novo, na esperança de que elas as tornem mais felizes, ou de pensar que não podem se sentir satisfeitas até que todas as necessidades físicas e materiais sejam atendidas.

Pessoas que cultivam a gratidão:

• Dormem melhor e têm menos enxaquecas, problemas de pele, tosse e náuseas;

• Experienciam menos raiva e amargura;

• São mais bem-dispostas, otimistas e mais inclinadas a ajudar os outros;

• Têm maior autoconfiança e autoestima e lidam melhor com estresse e traumas;

• Desfrutam de relacionamentos interpessoais mais harmoniosos.

Parece óbvio que praticar a gratidão nos causa sensação de prazer e paz interior, mas o que acontece é que, na maioria das vezes, não temos o hábito de agradecer as coisas corriqueiras da vida.

Caímos numa rotina de exigências dos outros e nos acostumamos muito mais a reclamar do que agradecer.

Portanto, a minha proposta é incentivar você a desenvolver esse hábito que só exigirá um olhar diferenciado para o que já possui em sua vida, como, por exemplo:

  • O sorriso do seu filho;
  • O abraço acolhedor do amigo;
  • O carinho sempre presente da mãe;
  • O trabalho que lhe dá o sustento;
  • A brisa no rosto;
  • A natureza sempre presente;
  • Seu cachorro que o recebe pulando…

Não custa muito transformar a interpretação do que lhe causou frustração em algo positivo.

Preste mais atenção no que aconteceu de bom no seu dia. E a cada acontecimento desagradável, descubra um aprendizado e logo a sua mente estará programada para prestar maior atenção às situações positivas da vida.

Pesquisas científicas apontam que a prática da gratidão traz benefícios físicos, psicológicos e sociais:

Físicos

  • Fortalecimento do sistema imunológico;
  • Menor incômodo por dores;
  • Baixa pressão arterial;
  • Pessoas gratas se exercitam mais e cuidam melhor da saúde;
  • Dormem mais e melhor e se sentem mais revigorados ao acordar.

Psicológicos

  • Pessoas gratas mantêm um nível superior de emoções positivas;
  • Estão sempre mais alertas, vivas e despertas;
  • Sentem mais alegria e prazer;
  • Demonstram maior otimismo e felicidade.

Sociais

  • Pessoas gratas se sentem mais úteis;
  • São mais generosas e têm maior compaixão pelo próximo;
  • São mais propensas a perdoar;
  • São melhores companhias;
  • E são menos solitárias e isoladas.

Que tal, então, fazer a sua lista de gratidão e ver como se sente?

“Se a única oração que você fizer durante toda sua vida for obrigado, isso já será o bastante.”

Meístre Eckhart, místico alemão.

Por falar nisso, minha eterna gratidão por estar comigo nesta jornada de autoconhecimento e fortalecimento emocional!

Lembrou-se de alguém a quem tem imensa gratidão? Envie este link com um recado especial! 😉

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Você não precisa fazer tudo [email protected] 

Algo curioso tem me chamado atenção ultimamente: um grande número de pessoas sobrecarregadas no trabalho ou por conta dos diversos papéis da vida, entrando em estado crítico de estresse e de desmotivação.

As consequências mais graves disso são o sofrimento causado pelo exagero de atividades e o desequilíbrio emocional que tem impacto direto na qualidade de vida das pessoas.

Sofrer por sentir-se sobrecarregado não traz benefício a ninguém. Nem para quem sofre nem para os que estão à sua volta.

Há uma pressão insana interna e também externa cobrando por resultados.  Aguentar até quando puder é o lema da maioria das pessoas nessa situação.

Quanto mais demoramos para pedir ajuda, mais difícil será reverter a situação. 

Mas eu entendo por que as pessoas deixam chegar a esse ponto.

O fato é que ninguém reserva um tempo para si.

A própria carga de problemas, de trabalho e de atividades é tão grande que geralmente só buscamos ajuda:

  • Quando nos sentimos infelizes com o trabalho, ou
  • Quando recebemos um feedback negativo de alguém; ou
  • Quando perdemos uma oportunidade de trabalho; ou então…
  • Entramos em processo de desmotivação, estresse, ansiedade tão grande que essa condição acaba afetando a nossa saúde…

O problema é que a maioria de nós pensa que esse cenário irá se resolver por si só e vai levando os acontecimentos até quando der, até onde conseguir, tentando ser forte… aliás, exigindo de si mesmo uma valentia hercúlea.

Mas a gente se esquece de que, se correr atrás disso após o esgotamento, a recuperação se torna muito mais penosa, porque será necessário lidar também com o desgaste emocional, que estará abalado e desequilibrado. E o resultado demora muito mais a surgir…

Acompanho isso de perto com diversas pessoas que chegam até mim buscando ajuda, muitos em condições de desmotivação, estresse e até mesmo com desequilíbrio total entre todas as áreas da vida…

Nessas situações, as melhorias demoram muito mais a surgir, porque é preciso resgatar primeiro a energia e a disposição da pessoa e só depois direcionar o desenvolvimento para a busca de metas e resultados.

Sabendo disso, preparei dicas cruciais para que possa agir com proatividade em relação a você e não deixe chegar ao fundo do poço para só então buscar ajuda.

Vamos na ordem!

1 – De onde vem a sobrecarga?

  • Do seu trabalho, de casa? 
  • Quem está impondo essa sobrecarga a você? 
  • Seu chefe, os colegas, os filhos, a condição financeira ou você mesmo(a)?

Antes de pedir ajuda é importante entender por que você precisa e de onde vêm as maiores exigências. Isso será fundamental para seguir para o próximo passo.

2 – Tenha clareza de qual tipo de ajuda você precisa

  • Se vem do trabalho, converse com a equipe, com o chefe e sugira uma reavaliação das prioridades;
  • Se a origem é da família ou dos filhos, que tal fazer uma reunião e dividir as tarefas de casa?
  • Se vem de você, as próximas dicas serão especiais nesse caso…

3 – Faça uma lista de tudo que tem para fazer nesta semana. 

  • O que pode ser excluído de imediato?
  • Faça um OLX: Desapegue! (risos)

“Decidir o que não fazer é tão ou mais importante do que decidir o que fazer.” Steve Jobs

4 – O que pode delegar? 

Esqueça aquela velha mania de achar que não tem ninguém que vai fazer igual a você. 

A verdade é que não vai fazer mesmo, mas e se essa pessoa fizer melhor? 

Por que está exigindo tanta perfeição?

Fazer com perfeição é importante, mas será que tudo precisa ser assim?

5 – Pare de aceitar todos os pedidos. Aprenda a dizer não com gentileza. 

Postei dois vídeos meus no YouTube que ensinam isso:

  • “Uma das melhores maneiras de dizer não”: https://youtu.be/YlAdio1ID0M
  • “Como focar no que é importante”: https://youtu.be/RHlfZD4N2Yg

6 – Priorize as três atividades mais importantes

  • Quais são as 3 prioridades do seu dia que não poderá voltar para casa sem finalizá-las?
  • Comece o seu dia por elas!

7 – Mesmo assim, a carga está difícil?

Busque ajuda profissional! Seja por meio das terapias, coaching, mentoring, treinamento, mas não espere entrar no estado crítico.

Platão dizia que a melhor coisa que podemos fazer por aqueles que amamos é nos tornar melhores como seres humanos, porque só assim teremos realmente algo a dar a eles.

Portanto, é hora de cuidar de você!

Tendo em vista que aplico técnicas de coaching em todos os trabalhos que faço, achei por bem trazer um pouco mais de conhecimento sobre essa metodologia e qual é a diferença entre ela e os demais programas.

A Federação Internacional de Coaching distingue coaching das outras abordagens similares da seguinte maneira*:

A Terapia lida com a cura da dor, disfunção e conflito no indivíduo ou nos relacionamentos. Foca-se em resolver as dificuldades que surgem do passado e em aprimorar o preparo psicológico para aprender a lidar com o presente de maneira emocionalmente saudável.

Já o Coaching tem seu foco no futuro. Embora sentimentos e emoções positivas sejam normalmente um resultado natural do coaching, o foco principal é criar estratégias de ação para atingir objetivos específicos na vida profissional ou pessoal. A ênfase do Coaching está na ação, na avaliação e no acompanhamento.

Mentoria (Mentoring) é realizada por um especialista que fornece conhecimento e orientação com base em sua própria experiência. A Mentoria pode incluir orientação, terapia, aconselhamento e coaching.

Coaching não inclui terapia nem aconselhamento e concentra-se nos indivíduos ou grupos, estabelecendo e atingindo os objetivos do próprio indivíduo.

Treinamento segue um caminho linear de aprendizagem que coincide com um currículo pré-estabelecido.

Coaching é menos linear e não possui currículo pré-estabelecido. Embora os objetivos sejam esclarecidos durante o processo, eles são firmados pelo próprio indivíduo ou equipe.

Pedir ajudar não irá prejudicar a sua imagem!

Pedir ajuda pode mostrar muito mais sua força do que fraqueza. Essa atitude mostra que você está se esforçando para conseguir o melhor resultado e, consequentemente, os interesses da empresa.

Você corre o risco de ter uma imagem prejudicada caso faça apenas reclamações, admitindo a seu chefe que não consegue realizar seu trabalho ou então quando se fecha com as inúmeras atividades a serem feitas, prejudicando seus relacionamentos.

Portanto, quando decidir conversar com as pessoas sobre a sua situação não vá apenas bater na porta para dizer o quanto você está sobrecarregado, conduza a situação de uma forma que mostre o quanto quer se adequar e se preparar para realizar seu trabalho de maneira eficaz.

* Por Kitty McConnell

Fonte: http://www.columbusceo.com/content/stories/2015/05/executive-coaching-defined.html

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Por que o autoconhecimento é uma poderosa chave para sua felicidade

Se você prestar atenção aos seus círculos de convívio, perceberá que a maioria de nós está apenas tentando fazer o melhor possível em todas as áreas…

Sobrevivemos com poucas horas de sono, à base de lanches rápidos, reuniões inacabadas… corremos para pegar as crianças no colégio e nunca temos tempo.

Estudar, buscar o saber, aprimorar os conhecimentos passa a ser uma espécie de preenchimento de algo que estou em débito comigo mesma:

– um treinamento de liderança, porque não me acho uma boa líder

– um curso de finanças, porque não sei cuidar do meu dinheiro…

Aliás, parecemos estar sempre em busca de algo que nos falta…

Voltamos para casa após um longo dia de trabalho, sentindo-nos exaustos e, com frequência, experimentando o sentimento de culpa pelas inúmeras demandas que ficaram para trás.

Não conseguimos sequer aproveitar a fonte de alegria e renovação da família.

Parar para pensar em nós mesmos? Quem tem tempo para isso?

Talvez um luxo a ser experimentado algum dia, quando não precisar mais trabalhar…

O pior é que nos orgulhamos muitas vezes dessa vida agitada…

Acabamos por viver na superficialidade de uma vida vazia e sem propósito.

Estamos sempre morrendo de fome por tempo, assumimos que não temos outra escolha senão dar o máximo possível de nós todos os dias.

E tudo isso para que mesmo?

Claro que temos que pagar as contas, porque os boletos estão vencendo, a família e os compromissos precisam de cuidado, mas será mesmo que a vida se resume a isso?

Talvez você já tenha respostas para todas essas perguntas e seja bem diferente da grande maioria de nós…

Mas o que presenciamos a todo momento, seja na mídia, seja vida real é uma realidade dolorosa e parecida com essa que acabei de relatar.

A busca pela felicidade

Eu penso que se queremos realmente buscar a felicidade e entender melhor o sentido da vida, essas precisam ser nossas prioridades.

Sempre tive comigo um pensamento: só sou capaz de gerenciar e explorar aquilo que conheço.

Portanto, sem autoconhecimento não estou apta a entender meus próprios sentimentos e emoções, meus medos, minhas paixões, nem mesmo qual será a minha contribuição para o mundo.

Formar um autoconceito correto que me ajude a atuar produtiva e positivamente na vida é uma sabedoria esplendorosa.

O autoconhecimento me remete à minha essência, aquilo que carrego verdadeiramente na alma.

Por meio dele, entendo e exploro melhor os meus dons e talentos e, com isso, passo a expressar ao mundo a minha voz, o meu poder interior.

Mesmo diante das imperfeições, dos erros, das mesquinharias, torno-me mais capaz de encontrar um ser humano bondoso, que deseja o bem do outro, que sente compaixão pelas pessoas.

Quanto mais eu me conecto a esse Eu superior e real, mais me aproximo do meu propósito, do porquê da minha existência.

Assim, aquilo que é passageiro, material, animal, vai se tornando menor.

Deixo de depositar a esperança de ser feliz no que é externo ou no que está fora e passo a encontrar a felicidade dentro de mim.

A Felicidade não é um estado perpétuo de sentimento.

Como disse o Prof. Mário Sérgio Cortella,

“se a felicidade fosse contínua, nós não a perceberíamos”.

Portanto, a felicidade não pode depender do número de likes e de compartilhamentos nas redes sociais, muito menos do reconhecimento das outras pessoas.

Só podemos realmente estar felizes e aproveitando os bons momentos da vida quando não nos importamos demasiadamente com o que as pessoas pensam ou falam a nosso respeito.

A felicidade é um exercício, uma prática, uma decisão!

Quando trazemos à nossa consciência quem realmente somos, o que valorizamos na vida, quais são as nossas crenças mais profundas, tornamo-nos mais capazes de ter a consciência dos momentos de alegria.

Quantas vezes dissemos: “Eu era feliz e não sabia…”?

Estávamos distantes do nosso eu verdadeiro, não sabíamos sequer o que era importante para nós, como poderíamos ter consciência da própria felicidade?

O saber, a consciência e o autoconhecimento aumentam de maneira significativa a probabilidade de sermos felizes, de sermos mais abertos à felicidade.

Autoconhecimento na prática

Felizmente, há um grande número de pessoas na busca pelo autoconhecimento. Eu presencio isso todos os dias no meu trabalho como mentora e coach.

E o resultado é percebido na prática: elas são capazes de despertar o que há de melhor em si mesmas, descobrem novos talentos, dons, qualidades, e passam a criar oportunidades a partir do que já possuem.

Exemplos disso:

  • São mulheres se surpreendendo com empregos que não imaginavam conseguir, sentindo-se seguras ao expor suas ideias, sendo promovidas, sendo vistas de maneira diferente e conseguindo equilibrar melhor suas emoções.
  • São jovens descobrindo seus talentos, suas vocações e direcionando suas carreiras para aquilo que faz sentido para seus valores éticos e morais. Buscando o sucesso não somente pelo dinheiro ou o status, mas para aquilo que realmente importa.
  • São pessoas simples, bem-sucedidas, morando em diferentes lugares, mas entendendo que, sem o autoconhecimento, não serão capazes de fazer escolhas certas, porque não têm clareza sobre si nem tão pouco se sentem seguras para convencer e conquistar outras pessoas para seus objetivos e seus projetos.

Portanto, sem autoconhecimento acabamos nos sentindo infelizes, pois, a todo momento, nos preocupamos demais com o que os outros pensam de nós.

Com isso, passamos a querer agradar todo mundo, vivendo a verdade de outras pessoas e nunca a nossa.

Como disse o famoso filósofo grego Aristóteles,

“Conhecer a si mesmo é o começo de toda sabedoria”.

Por onde começar?

A partir de hoje, reserve um tempo para suas reflexões, não precisa ser muito, que sejam 15 minutos ao final do dia para registrar os momentos de felicidade, de realização plena.

Assim, você vai criando a própria consciência.

Você também pode fazer isso com ajuda de profissionais brilhantes: coachees, mentores, psicólogos, filósofos… Há muita gente capaz fazendo um belo trabalho no Brasil.

Responder a perguntas como essas também conduzirá você a um estado de reflexão necessário para descobrir aquilo que se encontra no seu Eu mais profundo e verdadeiro.

Pegue uma caneta e um papel, desligue-se de tudo o que possa distrair você e comece a escrever, sem filtro, tudo que vem à sua mente:

  • Quem sou eu?
  • Quais são os meus medos?
  • O que eu preciso para ser feliz?
  • Quais são as minhas paixões?
  • O que me mantém vivo?
  • Do que mais me orgulho de ter conquistado na vida?
  • Como costumo superar os meus desafios?
  • Quais são as três palavras positivas que me definem?

Para que isso funcione e não seja apenas uma iniciativa sem consistência, é preciso dar foco, criar uma conexão emocional com essa prática.

Se você realmente deseja mudar a sua vida para melhor e tomar mais consciência da felicidade, assumirá o controle e nenhuma justificativa vazia tirará você do que você deseja, certo?

Encontrar a sua verdadeira identidade é um ato de inteligência

(Filósofa Lucia Helena Galvão)

  • O que você veio fazer no mundo?
  • Qual é o seu recado que você tem para dar ao mundo?

Espero que todas essas reflexões possam aproximar você da pessoa mais importante da sua vida: VOCÊ!

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Como a Ciência pode nos ajudar a construir um relacionamento amoroso melhor

Manter relacionamentos felizes e duradouros é uma das maiores pretensões do ser humano em toda a sua história.

Basta ver a enormidade de teorias, livros, artigos, romances, poemas que tratam do amor verdadeiro como a incansável busca do indivíduo.

A Ciência muito tem avançado nos estudos sobre a felicidade nas últimas duas décadas. As descobertas sobre a importância dos hormônios e dos neurotransmissores em nossas atitudes e hábitos têm contribuído para o nosso entendimento sobre a “química do amor”.

Segundo o neurocientista brasileiro Pedro Calabrez, o relacionamento amoroso se divide em dois: inicialmente, o amor apaixonado (com duração entre 12 e 24 meses) e, depois, o amor companheiro. Ambos provocam alterações nas funções do cérebro.

Por isso, quando estamos apaixonados, o nosso corpo se manifesta com taquicardias, agitações, sudorese… Nesse período, temos maior energia e disposição para agradar, reconhecer e agradecer os pequenos gestos da pessoa amada.

Toda paixão é passageira, e, quando essa primeira fase acaba, é hora do amor companheiro.

Infelizmente, há um grande número de casais que não chegam à segunda fase. Basta ver o resultado da pesquisa do IBGE: entre 2004 e 2014, o número de divórcios no Brasil aumentou em 160%.

Embora a Ciência traga suas contribuições, analisar as experiências boas ou ruins nos relacionamentos amorosos das pessoas também nos ensinam muito.

O problema é que quando estamos apaixonados, não estamos dispostos a ouvir os muitos conselhos que recebemos… rs

Com base em estudos e pesquisas realizadas pela minha equipe e por mim, preparei para você os 10 segredos para construir um relacionamento amoroso saudável e duradouro.

Espero que essas dicas ajudem você a não só ter uma boa comemoração no dia dos namorados (12 de junho), mas que também possa adotá-las daqui para a frente para fortalecer a sua relação.

  1. Descubra as suas atitudes negativas repetitivas

Todos nós temos padrões comportamentais que podem irritar o parceiro e desgastar a relação…

  • Responder de maneira brusca quando está ocupado(a);
  • Mandar mensagem pelo celular enquanto o outro fala;
  • Demonstrar por meio de gestos e caras feias que não está gostando do que está ouvindo;
  • Interromper a fala;
  • Criticar;
  • Reclamar…

Qual é o comportamento seu que causa outra atitude desagradável no outro?

     2. Tenha mais consciência:

O que acontece:

  • Quando está cansado (a)?
  • Nervoso(a)?
  • Com pressa?
  • Diante de um conflito?
  • Quando alguém interrompe o que está fazendo?

Quando prestamos maior atenção às nossas atitudes, podemos provocar pequenas mudanças que trarão resultados mais satisfatórios.

      3.  Abaixe o estresse

O cortisol, o hormônio do estresse, diminui a satisfação e a vontade de se conectar com a pessoa amada, segundo um estudo de 2008, da Universidade do Texas, em Austin.

Muitas vezes, trabalhamos até muito tarde, não prestamos atenção o suficiente em nosso parceiro e deixamos que o estresse nos tire o melhor de nós.

Reduzir o cortisol fazendo uma caminhada a dois, segurar a mão, expressar gratidão ao outro é um bom começo para voltar aos trilhos quando um relacionamento fica difícil.

      4. Exercite a paciência

Geralmente, a tolerância e o equilíbrio no lar são mais limitados.

  • Desarme sua cara amarrada;
  • Experimente sorrir;
  • Você quer ser amado ou temido?;
  • Você quer paz ou guerra? 

     5. Ouça música a dois

Essa atitude simples estimula a sensação de bons circuitos no seu cérebro.

Em um artigo recente do Journal of Frontiers in Psychology, o Dr. Paul Elvers postula que ouvir música pode reforçar o bom humor e aumentar a confiança.

Podemos fazer isso sozinhos, mas ouvir com a pessoa amada pode nos unir, estimulando circuitos de “bem-estar” no cérebro.

       6. Perceba o desgaste da relação

De todos os comportamentos percebidos nos itens 1 e 2, o que mais desgasta a sua relação?

Comece as mudanças por esse!

  • O que pode fazer de diferente?
  • O que ainda não tentou que pode funcionar?

Sei que pode sentir cansaço após inúmeras tentativas; por isso, busque algo novo, se quer resultados melhores, precisa encontrar saídas diferentes.

     7. Não espere mudar somente quando estiverem falando de separação

Não busque ajuda só quando não houver mais saída.

Pessoas reativas só tomam ação quando estão com a corda no pescoço…

Por vezes achamos que tudo irá se resolver por si só, e isso é um grande engano.

Vire o placar! ANTECIPE-SE!

     8. Aprenda a expressar seus pensamentos e sentimentos

Observe o contexto, aguarde o melhor momento e faça observações sobre os fatos ocorridos e não sobre percepções. Por exemplo:

Em vez de dizer: “Nossa! Como você é insensível”, diga: “Você falou comigo com voz alta e bateu a porta quando chegou…”

Então, diga como se sente quando isso acontece e fale objetivamente o que espera que o outro faça em uma próxima vez.

Há pessoas que guardam para si os sentimentos, depois ficam remoendo, se intoxicando com a raiva e quando explodem acabam por magoar e destruir ainda mais a relação.

Quanto mais guardar para si, mais difícil será para os outros interpretarem quem é, o que deseja dizer ou fazer

     9. Alimente pensamentos e sentimentos positivos

No início do relacionamento, quando vemos a pessoa amada, as nossas pupilas se dilatam, o rosto fica vermelho, os batimentos do coração aceleram e sentimos uma euforia quase que inexplicável. 

E isso ocorre em virtude de uma explosão de reações em nossos cérebros causada pelos neurotransmissores.

Naquele momento, toda nossa atenção está voltada para as qualidades e aspectos que nos agradam na pessoa. Nosso cérebro tende a focar nos sentimentos bons graças à liberação desses neurotransmissores quando estamos apaixonados.

Um deles é a DOPAMINA, conhecido como a substância do prazer, produz uma sensação de felicidade e está relacionada ao campo visual, ou seja, somente por olharmos a pessoa amada já sentimos algo agradável.

Também temos a SEROTONINA, que é o hormônio que nos torna obcecados. Seguida pela ENDORFINA que, segundo a Loretta Graziano breuning, autora do livro “Habits of a happy brain’, é uma breve euforia que mascara a dor física, sendo considerada o analgésico natural do corpo.

Além disso, quando nos apaixonamos, nosso corpo também libera a OXITOCINA, que é muitas vezes apelidada de “hormônio dos vínculos emocionais” e “hormônio do carinho”.

Segundo o obstetra e ginecologista indiano Navneet Magon, a oxitocina tem uma posição de liderança nesse “quarteto da felicidade”: “É um composto cerebral importante na construção da confiança, que é necessária para desenvolver relacionamentos emocionais”.

E quando liberamos mais hormônios e neurotransmissores, o nosso comportamento é alterado. Por isso, ficamos com aquele ar de “patetas”, estabanados e dizemos coisas sem sentido à pessoa amada. (rsrs)

Porém, com o passar do tempo, nosso cérebro se acostuma com os efeitos desses hormônios provenientes da paixão.

Pode parecer ao casal que o amor se esfriou, mas não se preocupe: é nessa fase que um amor mais duradouro pode ser estabelecido.

E, para isso, é importante observar e priorizar ações que influenciem nosso bem-estar e desencadeiam esses hormônios. Por exemplo:

  • Manter pensamentos bons sobre o parceiro;
  • Receber e dar massagens;
  • Tomar sol e curtir a natureza;
  • Planejar sonhos e projetos;
  • Abraços e beijos;
  • Exercícios aeróbicos.

Aposto que valerá a pena!

      10.  Esteja presente física e emocionalmente

O mundo de hoje é repleto de distrações.

Facilite a sua vida: 

  • Guarde o celular na hora das refeições;
  • Olhe nos olhos quando estiver falando;
  • Ouça com profundidade;
  • Observe as expressões não verbais do outro…

Conecte-se de verdade!

Estudos demonstram que a principal variável para nossa felicidade é a qualidade das nossas relações e que pessoas que desfrutam de relacionamentos felizes tendem a apresentar níveis de bem-estar mais elevados.

Durante a paixão valorizamos mais a pessoa amada. Somos gratos e investimos nossa energia para firmar uma relação.

O Amor companheiro se fortalece com consistência e esforço, portanto, é preciso investir energia para agradecer, elogiar, reconhecer, ser cordial nas mínimas coisas…

Quando desejamos sucesso na carreira, nos projetos e nos estudos, nos empenhamos arduamente, com persistência, para atingir o sucesso, mas nos esquecemos de que para construir um relacionamento amoroso duradouro e saudável, é preciso também energia, esforço e constância.

Feliz e permanente dia dos namorados!

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Por que é tão difícil mudar?

Se você pensar em tudo o que fez hoje, vai encontrar dezenas de atitudes que repete há anos na sua vida:

  • A maneira de se levantar
  • Calçar o chinelo
  • Escovar os dentes
  • O quanto de açúcar colocou no café
  • Como cumprimentou a pessoa do seu lado
  • O seu tom de voz ao dizer “bom dia”, entre outros…

Chamamos esses costumes de HÁBITOS.

Os hábitos controlam grande parte de nossas vidas e influenciam o modo como agimos, pensamos, na forma com que nos relacionamos e até no jeito de buscarmos a nossa própria felicidade. 

E ainda bem que temos tantos hábitos! Afinal, nosso cérebro busca sempre maneiras de poupar energia e os hábitos são muito benéficos para isso.

Se fôssemos prestar atenção em tudo, em tudo mesmo, que fazemos no dia a dia, nosso cérebro precisaria ter uma capacidade de processamento muito maior.

Os habitos, por sua vez, nos ajudam a padronizar o que precisa ser feito.

Se por um lado é importante termos ações rotineiras que preservem a energia do cérebro, por outro, isso dificulta demais qualquer mudança que queiramos fazer.

E convenhamos, ninguém gosta de gastar energia:

  • É mais confortável ficar no sofá do que ir para a academia…
  • É muito mais gostoso pedir uma pizza do que preparar um prato saudável…
  • É muito melhor ficar ali assistindo a uma série emocionante do que ler um livro…

Realmente, não é fácil mudar nossos comportamentos.

Quanto mais tempo você estiver fazendo algo da mesma maneira, mais difícil será mudar.

Você conhece, por exemplo, pessoas que trabalham há mais de 10, 15 anos na mesma empresa, na mesma função, e, mesmo sendo infelizes lá, não conseguem mudar de emprego?

Há também aqueles casais que moram há 20, 30 anos na mesma casa e mesmo depois de seus filhos já terem se casado e a casa ter ficado enorme só para os dois, resistem em se mudar dali.

A mesma coisa somos nós fazendo coisas iguais todos os dias, por meses seguidos.

Não se pode esperar resultados diferentes, se agimos da mesma forma.

Quanto maior a energia a ser gasta, mais difícil é para mudar.

Todos nós temos hábitos bons e ruins, e eles definem o que pensamos, como agimos e quem somos.

Se você há tempos vem tentando inserir um bom hábito sem sucesso, estas dicas são especiais para você:

1 – Analise a sua rotina

  • O que costuma consumir no seu café da manhã?
  • Quanto de água você toma?
  • Qual a quantidade de açúcar que usa no seu suco/café e outras bebidas?
  • Quando você está ansioso, o que ataca primeiro na geladeira?
  • Quando está muito cansado, consegue ir de boa para a academia?

Esse passo é importante para entender como seu sistema funciona e como poderá lapidá-lo.

2 – Identifique os seus hábitos principais

Enumere cinco bons hábitos e cinco maus hábitos.

Atente-se aos hábitos de pensamento, de atitude e os emocionais, por exemplo, “tenho o hábito de ficar com raiva quando cometo um erro”.

3 – Escolha três maus hábitos que deseja profundamente mudar

Escolha aqueles que mais impedem você de progredir, de atingir suas metas.

4 – Identifique os gatilhos de cada mau hábito

O hábito se forma dentro de nosso cérebro seguindo um loop de três estágios:

  • Gatilho
  • Rotina 
  • Recompensa

Gatilhos mentais são as decisões que o cérebro toma “no piloto automático” e identificar cada um deles em nossos maus hábitos ajudará você a traçar as melhores estratégias para transformá-los em hábitos melhores. 

5 – Defina a sua estratégia para se livrar dos maus hábitos

Por exemplo: Se você chega em casa e a primeira coisa que faz é se deitar no sofá e se perder nas redes sociais, o gatilho pode ser o sofá.

Então, você pode planejar ações diferentes:

– Deixe um livro na mesa ao lado do sofá para ler quando chegar;

– Vá direto para o banho;

– Dirija-se para academia sem passar em casa.

Use a sua criatividade!

6 – Repita as novas rotinas todos os dias e se recompense

Repita a nova ação, treine todos os dias e, ao final de cada repetição, se recompense.

Quanto mais você treinar, mais fácil será transformar sua rotina em algo que aproxime o seu comportamento da pessoa que deseja se tornar.

A recompensa dará indícios ao seu cérebro de que vale a pena continuar praticando essa rotina.

Assim é que se muda um hábito!

Claro que, para isso, precisará de disciplina e persistência, mas, quando o novo hábito já estiver formado, será natural e tranquilo para você e aquela força de vontade imensa do começo não será mais necessária.

Seja quem realmente deseja ser, consciente de que a mudança que tanto quer que aconteça vem por meio das suas escolhas e atitudes!

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Dicas para ser uma mulher de sucesso

Descubra os passos que podem te revelar como ser uma mulher de sucesso profissional no mercado de trabalho da atualidade

Embora a tendência do mercado de trabalho nos dias de hoje aponte para um futuro com cada vez menos desigualdade entre os gêneros, as trabalhadoras do sexo feminino ainda enfrentam uma série de preconceitos e barreiras para conquistar uma carreira de prestígio, e saber como ser uma mulher de sucesso é fundamental para trilhar um caminho profissional promissor.

Com isso em mente, separamos algumas dicas especiais para que fique mais simples entender como ser uma mulher de sucesso no mundo de hoje, baseada em depoimentos e citações de mulheres profissionalmente poderosas e bem-sucedidas no mercado atual. Confira e inspire-se:

  • Seja persistente
    Desanimar em função de uma falha não é uma opção, e as mulheres que chegam aos postos mais altos do mercado precisam batalhar e insistir muito nos seus objetivos para alcançá-los.
  • Saiba ouvir “não”
    Acostumar-se a escutar a palavra “não” no ambiente e no mercado de trabalho é essencial para as mulheres, que sem dúvidas receberão muitas respostas negativas até alcançar o que desejam.
  • Tenha coragem
    Não deixe de batalhar por oportunidades boas, mesmo que as considere pouco prováveis de conseguir. Coragem é fundamental para crescer.
  • Defina seus objetivos
    Ter seus objetivos definidos de forma bem clara é essencial para não perder o foco durante o caminho, e tanto o profissional como o pessoal devem entrar nesse planejamento.
  • Aprenda a escutar
    Ao trabalhar com pessoas mais inteligentes ou experientes, saiba tirar proveito da oportunidade e escutar bem o que eles têm a dizer e ensinar, aperfeiçoando a sua própria atuação por meio de bons exemplos.
  • Seja curiosa
    A curiosidade é uma das melhores características para quem deseja progredir profissionalmente, e ajuda a gerar novas ideias e caminhos de pensamento.
  • Adote um mentor
    Poder contar com um profissional de mais experiência na hora de tomar decisões e fazer planejamentos profissionais é de grande auxílio para progredir.
  • Ignore o preconceito
    Inevitavelmente, uma mulher terá que enfrentar alguns preconceitos ao se destacar no mercado de trabalho, e é preciso se preparar para isso durante a caminhada para o sucesso, aprendendo como relevar e evitar conflitos em função desse tipo de situação.

Artigo extraído e adaptado de Convenia.

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5 dicas essenciais para ter uma boa rede de contatos

Suponha que você perca o emprego hoje. Para quem pediria ajuda na recolocação, um conselho sobre qual rumo seguir ou a validação de seus projetos? Agora, com essa pessoa em mente, tente lembrar quantas vezes vocês se falaram nos últimos três meses. Se a resposta foi nenhuma, sua situação não é boa.

O poder do networking

Não é exagero afirmar que as melhores oportunidades de negócio e carreira são frutos de networking. É claro que não dá para acreditar que irá sustentar sua trajetória profissional apenas com indicações. O que falo aqui é sobre investir no seu desenvolvimento enquanto se cerca de pessoas que te inspiram, motivam ou auxiliam a ser melhor, como pessoa e profissional.

É inadmissível conhecer as pessoas certas, mas só entrar em contato com elas quando precisa de um favor. Aliás, não ter zelo pelos relacionamentos é um erro grave de muitos profissionais e o bom networking precisa estar ativo independentemente do seu momento de carreira. Vou te dar cinco sugestões:

1) Evite almoçar sozinho

Crie o hábito de chamar pessoas para almoçar com você, sejam elas da própria empresa ou de outras. Aproveite o momento para trocar informações sobre carreira, projetos, mercado de trabalho ou outro tema de interesse comum entre vocês.

2) Saiba ouvir

Quando estiver participando de uma conversa, demonstre real interesse pelo que a outra pessoa tem a dizer, sem pensar apenas nos benefícios que ela pode trazer para você. Preste atenção aos detalhes da conversa, faça perguntas e evite manipular o encontro com seus assuntos. Comprometa-se, inclusive, a ouvir com atenção quem tem pontos de vista diferentes do seu.

3) Estabeleça relacionamentos de mão dupla

Sempre que tiver a oportunidade, facilite a vida de alguém com um conselho ou favor. Você não sabe se precisará da ajuda dessa mesma pessoa no futuro.

4) Deixe que as pessoas saibam que você se lembrou delas

Parabenize as pessoas pelo aniversário ou pela evolução na carreira. Com moderação, utilize e-mails, mensagens instantâneas ou redes sociais para compartilhar informações que acredita serem interessantes para o outro. Pode ser um artigo, indicação de livro, sugestão de filme ou outro material.

5) Marque presença

Sem dúvida, canais eletrônicos facilitam muito a vida, mas, sempre que possível, marque encontros presenciais. Inclua, ainda, na programação do ano a participação em feiras, cursos e palestras. Não deixe de ir a esses eventos munidos do seu cartão pessoal.

Agora que você já está craque no assunto networking, compartilhe essas dicas com seus contatos. Caso queira mais orientações sobre carreira, gestão e mercado de trabalho, inscreva-se em nossa Newsletter.

Artigo extraído e adaptado de Robert Half.

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5 dicas de saúde e bem-estar para toda sua família!

A correria do dia a dia tem trazido muitas questões sobre como garantir uma boa qualidade de vida. Meu trabalho como nutricionista é cuidar da saúde das pessoas. Mas se já é difícil com os pacientes, imagina com minha própria família?

Em casa, cada um possui os seus hábitos, as suas tarefas e, claro, as suas preferências — que costumam não se parecer em nada!

Independentemente dessas diferenças, existem algumas técnicas fáceis que eu adoto para agradar a família inteira e, consequentemente, ajudá-los a manter uma vida saudável.

Listei 5 dicas de saúde para te auxiliar a garantir o bem-estar de todos. Confira:

1. Faça refeições em família:

Compartilhar as refeições é muito importante. Esse momento favorece a união e a construção da intimidade familiar. Além disso, sinto que assim posso estimular meus filhos a comerem melhor.

Mas, para incentivar os filhos a optarem por uma alimentação saudável, é necessário que os pais mantenham o exemplo.

Aqui em casa, por exemplo, percebi que conservar o hábito de comer junto deixa meus filhos à vontade para conversar e, ao mesmo tempo, possibilita que eu dê a minha opinião — como mãe e como nutricionista —, criando uma relação de confiança e de cumplicidade.

Tudo isso promove um bem-estar maior na vida da família, com um convívio agradável e natural.

2. Pratique esportes em conjunto:

A prática de exercícios físicos é fundamental para prevenir o surgimento de doenças, manter a saúde e a boa forma, além de auxiliar no equilíbrio entre o corpo e a mente.

Quando me sinto um pouco desanimada a praticar algum esporte sozinha, gosto de convidar toda minha família para fazermos alguma atividade física juntos.

Caminhadas, passeios de bicicleta e jogos de futebol ou de vôlei são ótimas atividades para serem realizadas em grupo. Você pode levar os seus familiares para a praia, para o clube ou para uma praça e aliar a necessidade de praticar exercícios com a diversão e o tempo de qualidade junto à família.

3. Aumente o consumo de água:

A água é indispensável para assegurar o funcionamento adequado do organismo. Quando percebo que estou com sede, significa que o meu corpo já está desidratado! Por isso, nunca espero sentir vontade para tomar água, e sempre carrego uma garrafinha cheia.

Isso também estimula meus filhos a criarem esse hábito. Afinal, os pais são os exemplos no qual eles se espelham.

Sempre falo para todo mundo levar sua própria garrafinha! Essa é uma ótima alternativa para ajudá-los a consumirem mais água no decorrer do dia.

4. Tome cuidado com a higiene:

Sei que cuidar da higiene da casa é essencial para prevenir infecções e contaminações por vírus ou bactérias.

Por isso, busco sempre manter a residência limpa e arejada, possibilitando a entrada dos raios solares.

É importante, inclusive, combater mofos e ácaros, principalmente para quem tem muitos alérgicos em casa, como é meu caso! Para evitar as crises de espirro das crianças, trocamos regularmente as toalhas, os tapetes e a roupa de cama.

E nunca nos esquecemos de tirar o lixo do banheiro e da cozinha. Por serem tarefas simples, mas muito importantes, eu costumo pedir para que meus filhos as cumpram. Assim, além de evitar possíveis doenças, eles aprendem o valor e a importância de morar em um local limpo e organizado.

5. Tenha boas noites de sono:

Dormir bem é um dos hábitos para garantir a longevidade. Esse período de repouso é fundamental para o cérebro conferir as informações adquiridas durante o dia, armazenar a memória e recuperar o organismo.

Noites mal dormidas causam irritação, fraqueza muscular e problemas de concentração, afetando a saúde e a relação familiar.

Para garantir que todos em minha casa tenham uma boa noite de sono, sempre fazemos uma refeição leve no jantar e juntos estabelecemos um horário máximo para ir para a cama.

A princípio podem parecer medidas complicadas. Sei bem como foi difícil adequá-las à rotina da minha família, principalmente lidando com os pequenos, que gostam de prolongar a hora da televisão, continuar as brincadeiras e — ainda — não compreendem o valor de uma alimentação saudável.

Mas sabendo o quão importante é cuidar e manter a disciplina da minha família, é preciso ser firme!

Com horários e regras bem estabelecidos, descobri que não é impossível integrar a família e adotar ações para garantir a saúde e o bem-estar de todos.

Artigo extraído e adaptado de Mid Refresco.

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11 atitudes para crescer na carreira daqui pra frente

Especialistas afirmam: conhecimento técnico é commodity. Para se diferenciar, é preciso investir em habilidades comportamentais.

Engana-se quem pensa que exímio conhecimento técnico é suficiente para conseguir este feito. Segundo especialistas, o que realmente determina a ascensão profissional mesmo em tempos de crise são os comportamentos. “A competência técnica é mais fácil de conseguir: é uma commodity. O diferencial são as habilidades inerentes a cada um”, diz David Braga, da Dasein Executives.

“O que move a habilidade é a atitude que está embaixo. Se a competência fosse um carro, a atitude é o motor, a propulsão, aquilo que leva o carro para frente”, afirma José Augusto Figueiredo, presidente da LLH|DBM.

Confira quais são essas habilidades que podem garantir seu crescimento na carreira – mesmo quando o mundo lá fora está em crise.

1- Criar alianças e costurar ideias

Se inovação é essencial para o crescimento da empresa, em tempos de crise, ela vira palavra de ordem. E como as melhores propostas são geradas em grupo, saber trabalhar em equipe é uma habilidade fundamental para profissionais que não queiram perder o ritmo de crescimento na carreira.

Aqui, a ideia não é apenas relacionar-se bem com as pessoas, mas sim assumir um papel de mediador das sugestões que aparecem. “Ele tem que concatenar as ideias, costurá-las para que todas as pessoas sejam contempladas”, afirma Thirza Sifuentes, da Homero Reis e Consultores.

Mas não é só isso. A sua capacidade de networking e de criar bons relacionamentos profissionais também conta. São as alianças estratégicas que você cria, nas palavras de Gabriela Coló, sócia da Havik, que farão muitos planos saírem do papel e outros tantos negócios serem feitos.

2- Ter uma visão ampla do negócio

Daí a necessidade, segundo Gabriela, de se ter uma visão ampla do negócio em questão. Se você não sabe o que o colega da baia, do andar ou da unidade fora do país faz, como você poderá pensar em estratégias que ajudem a empresa ou o departamento a sobreviver em tempos incertos. E, em última instância, como garantirá a sobrevivência da sua própria carreira?

“Não tem como. Se você é um gerente de marketing não pode estar fechado só na ilha do marketing. Tem que saber de logística também”, diz David Braga, da Dasein Executives. “Ao conhecer seus concorrentes, por exemplo, você consegue propor ideias”.

3- Comunicar-se bem

“A comunicação é a maneira pela qual você consegue mobilizar as pessoas para aderir às suas ideias”, afirma Figueiredo, da LLH|DBM. “Mesmo que você não esteja em uma posição de liderança, é fundamental esta capacidade de contaminar positivamente as pessoas que estão no seu entorno”.

Segundo Braga, esta competência tem sido observada pelos gestores: “Os profissionais devem promover o engajamento dos pares e equipe. Ninguém manda, mas todos precisam cooperar”, diz.

E aqui a ideia não é apenas fazer apresentações de uma maneira efetiva, mas para além disso comunicar-se com clareza nas rotinas corporativas: desde escrever um e-mail até delegar uma tarefa.

4- Ter um perfil empreendedor

O sentimento de dono do negócio (mesmo que você seja “apenas” um funcionário) é outra característica vista com bons olhos pelos gestores. E não é só pelo senso de responsabilidade que esta visão traz.

“Pessoas com um perfil empreendedor são mais abertas para novas possibilidades e ideias. Querem fazer coisas novas, sair do quadrado”, diz Figueiredo. Elas são mais abertas ao risco e, por conta disso, excelentes motivadoras de inovação. “A empresa só é inovadora quando tem gente pensando fora da caixa”, afirma o especialista.

João Marcelo Furlan, da Enora Leaders, concorda. “Essas pessoas tendem a pegar o problema e abraçar. São proativas, têm senso de propriedade”, afirma. As empresas não querem um cara teórico, elas querem um cara de ação, que consiga fazer acontecer”, diz Gabriela.

Agora, Furlan pondera que, de tão energizadas, os profissionais com um perfil mais empreendedor ao querer fazer as coisas acontecerem, tendem a atropelar todo mundo. E este deve ser um ponto sempre de atenção para não furar outras habilidades essenciais como saber trabalhar em equipe.

5- Saber negociar

As melhores negociações não acontecem apenas fora dos limites da empresa – entre clientes ou fornecedores. Internamente, também são travados acordos fundamentais para que a companhia cresça.

Em ambas situações, é essencial lembrar que não é “batendo a mão na mesa que vai conseguir algo”, afirma Gabriela.

6- Estar pronto para se adequar 

Em tempos incertos, flexibilidade e capacidade para se adequar rapidamente a novos contextos torna-se um atributo essencial. As respostas aos novos cenários tendem a ser mais rápidas do que quando tudo está mais tranquilo. E isso pode afetar claramente a vida de cada profissional da corporação.

“Se a empresa tem que descontinuar o projeto que você estava trabalhando para começar outro, você precisa compreender a estratégia”, diz Figueiredo. E, com isso, colocar a sua capacidade de adequação para funcionar.

Não responder às novas demandas em tempo hábil pode ser prejudicial não só para a sua carreira, mas para a sobrevivência da organização como um todo, explica os especialistas.

7- Cumprir prazos

Produtividade é outra palavra de ordem em tempos incertos para a economia. “As empresas devem ter seu foco atrelado ao cliente”, diz Braga. E, neste ponto, trabalho bom é trabalho feito. Evidentemente, a ideia não é pecar com a qualidade. Mas entregar produtos ou serviços excelentes, sem estourar os prazos.

“Planejamento é 30% do resultado, a execução é 70%. Os profissionais que fazem o que planejam com foco no resultado são muito diferenciados”, diz Furlan. “Quem não entrega resultados, está fora em momentos de crise”.

8- Fazer mais com menos 

“Todo mundo tem falado sobre austeridade extrema em relação a custo”, afirma Figueiredo. Nos minutos que compõem o expediente de cada profissional este conceito se traduz com a necessidade de “fazer mais com menos”.

Em outras palavras, mais do que nunca, é essencial ser estratégico em cada tarefa que lhe vir a mão para fazer. “Ele tem que pensar, refletir um pouco mais sobre qual a capacidade de gerar fruto. Tem que aprender a priorizar para maximizar seus esforços naquilo que traz mais retorno”, diz o especialista.

A boa administração do tempo é um fator preponderante para que essa ideia aconteça: “A tônica deste tempo é que você consiga produzir mais em um tempo menor – sem que isso gere ansiedade ou estresse”, diz Thirza.

9- Apostar na serenidade

E o único meio para ser possível tirar esta ideia da teoria é apostando na serenidade. Sim, isso mesmo. Profissionais resilientes, donos de uma equilibrada inteligência emocional tendem a se sair melhor em tempos de crise.

Motivo? “Quando estão sendo impulsivos e não conseguem trabalhar, descem para olhar o mar”, afirma Figueiredo, fazendo uma alusão à própria rotina. Por morar no Rio de Janeiro, o consultor tem como hábito vislumbrar o mar por alguns minutos quando as coisas ficam tensas na rotina. Ele afirma que quando volta para os afazeres, consegue olhar as tarefas e problemas sob outro ângulo.

A inteligência emocional não é necessária apenas para garantir sua sanidade mental durante o expediente. Mas também é um fator essencial para a resolução de conflitos. “Crescimento é um puxando a corda do outro porque a empresa tem que trabalhar mais rápido”, descreve Furlan.

Tanto em momentos de aceleração quanto de desaceleração, é fundamental pessoas que consigam amenizar os atritos pessoais gerados pelo contexto em questão.

10- Saber ler o ambiente 

“Você tem que entender seu interlocutor, conhecer a empresa, as pessoas, para escolher a hora certa para tomar determinadas decisões”, diz Fabiana Góes, sócia da Search Consultoria.

11- Ter foco no autodesenvolvimento

Independente do cenário externo ou interno, profissional nenhum deveria se acomodar e parar de se desenvolver. “Não dá para começar e terminar um ano do mesmo jeito. Tudo está em constante mudança”, diz Braga. Para crescer, acompanhar este ritmo é fundamental.

O primeiro passo para isso, afirma Thirza, é conhecer bem a si mesmo. Em que aspectos você ainda precisa se desenvolver? Onde estão seus pontos fortes?

Perguntas respondidas, é hora de partir para um plano de ação. E se esforçar ao máximo para tirá-lo do papel. “Ninguém deve ficar preso ao passado, nem ao presente. Todo mundo precisa de foco no futuro”, diz Braga.

Artigo extraído e adaptado de Exame.

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Motivação: guia para ampliar sua performance pessoal

Você sabia que a motivação é um dos processos cognitivos mais importantes para o seu sucesso?

A motivação é a força interna que te empurra na direção das suas metas, objetivos e sonhos!

Atualmente, ouvimos muito falar sobre motivação.

Ela está em todo lugar: profissionais motivados são mais visados no mercado de trabalho, líderes se preocupam cada vez mais em motivar seus liderados e você encontra diversos recursos como vídeos e livros voltados para a motivação pessoal.

Mas do que se trata, verdadeiramente a motivação, e como ela pode te ajudar? Apesar de tantos materiais feitos para motivar, essa pode ser uma tarefa difícil quando você não entende muito bem o que é motivação, e como ela é gerada em você.

O coaching trabalha muito com a motivação. Isso porque ela é parte essencial do processo de mudança, de avanço.

Sem motivação, não adianta ter o melhor plano do mundo: você não consegue lidar com os obstáculos que encontrará pelo caminho.

A motivação é capaz de inspirar, instigar o indivíduo a seguir em frente e persistir. Trata-se de uma força interna surpreendente, e acreditamos que para alcançar qualquer objetivo ela é fundamental.

O que é motivação?

A motivação, segundo a psicologia e outras ciências humanas, trata-se de uma condição do organismo que influencia a direção de um comportamento.

Ou seja, trata-se de uma força ou impulso que leva à ação, visando atingir um objetivo.

Esse processo envolve fenômenos biológicos, emocionais e sociais. Ele é responsável por iniciar, direcionar e manter comportamentos que levam ao cumprimento de metas e objetivos.

Portanto, a motivação é um elemento essencial para o desenvolvimento humano.

Sem ela, cumprir as tarefas necessárias acaba sendo muito mais difícil, em especial quando nos deparamos com obstáculos e dificuldades.

Porque a motivação é importante?

Sem a motivação, é impossível atingir qualquer objetivo.

Por mais que se queira determinada carreira, formação ou conquista pessoal, sem a motivação não existe ação. E, como você certamente sabe, a ação é essencial: Não basta desejar, é preciso correr atrás.

Pessoas que aprendem como se automotivar enfrentam as dificuldades da vida com mais facilidade, e como consequência, conseguem chegar muito mais longe.

Por isso, o coaching considera importantíssimo o autoconhecimento e a reflexão: Através desses exercícios, você poderá descobrir suas fontes de motivação interna e usá-las a seu favor.

Como aumentar a minha motivação?

Agora que você já sabe a importância de se automotivar, é hora de aprender algumas técnicas e métodos que podem te ajudar nesse processo.

Autoestima e autoconfiança

Acreditar em si mesmo é um dos principais passos para se manter motivado. Sempre busque desenvolver a autoestima e a autoconfiança.

Conheça suas potencialidades, pois elas podem te ajudar a enfrentar dificuldades e se manter resiliente.

Mantenha o foco nas suas metas e sonhos

Não perder aquilo que você quer de vista é importantíssimo para se manter motivado. Nos momentos mais difíceis, é a expectativa de finalmente atingir seus objetivos que te mantém na luta por eles.

Por isso, nunca deixe de se lembrar o que você pretende alcançar e quais são os motivos para seu esforço.

Veja erros e falhas como aprendizado

Para muitas pessoas, os momentos mais desmotivadores são as falhas e erros cometidos pelo caminho. É importante se conscientizar, primeiramente, que esses eventos são inevitáveis. Pessoas que tentam e arriscam, invariavelmente, vão errar uma vez ou outra.

O truque é aprender a ver esses momentos como oportunidades: No resto do seu caminho, esses erros são experiências importantes. Eles te apontam o caminho correto e indicam que você não está acomodado em uma zona de conforto.

Pense positivo

Olhar a vida sob uma perspectiva otimista ajuda muito no processo de motivação. Enquanto pessoas negativas costumam enxergar apenas as dificuldades e obstáculos, as positivas encontram caminhos e oportunidades.

Não se trata de nunca se sentir mal: sentimentos negativos são naturais. Trata-se de saber aprender com experiências ruins, manter-se resiliente e não deixar de enxergar falhas como oportunidades de melhorar.

Frases, músicas e filmes

Existem muitas histórias, frases e músicas capazes de inspirar e motivar. Afinal, a arte imita a vida, e existem muitas produções que ressonam com nossos objetivos, histórias de vida e emoções.

Quando você encontrar mídia que proporcione esse tipo de motivação para você, não esqueça de guardá-la em uma coleção.

Sempre que você sentir que precisa lembrar dessas emoções, reveja e releia. Essa é uma maneira de se manter motivado. Se quiser, pode encontrar frases inspiradoras nesse post e alguns vídeos motivacionais nesse outro.

Motivação no ambiente de trabalho

Na vida profissional, manter a motivação é mais do que essencial. É fato que funcionários motivados oferecem muito mais benefícios para as empresas. Portanto, esse é um perfil muito visado para contratações e, principalmente, para promoções.

A motivação é especialmente importante nos cargos de liderança. No entanto, não deixa de ser fundamental em todos os colaboradores.

Profissionais motivados, além de gerarem melhores resultados, são mais fáceis de gerenciar.

Aquele colaborador sempre fará o seu melhor, não porque tem medo de ser demitido ou espera recompensas, mas por que gosta do que faz e sente-se reconhecido pelas suas habilidades.

De forma geral, a motivação é o principal fator impulsionador da sua carreira. Ela garante que você terá energia para deixar sua zona de conforto, tentar coisas novas e se arriscar.

E você, o que faz para se manter sempre motivado na busca pelos seus objetivos? Divida conosco nos comentários e não esqueça de deixar sua pergunta caso tenha ficado com alguma dúvida!

Artigo extraído e adaptado de Sbcoaching.

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