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Estas 7 perguntas podem medir a sua inteligência emocional

Especialista propõe 7 perguntas que podem ser feitas numa entrevista de emprego para avaliar as competências comportamentais e emocionais de um candidato

Uma pesquisa da consultoria TalentSmart mostrou que o QE (Quociente Emocional) de um profissional pode ser até mais importante para seu sucesso do que o celebrado QI (Quociente de Inteligência).

Segundo o estudo, cerca de 90% dos funcionários mais bem avaliados pelas empresas têm uma boa gestão de suas emoções. Apenas 20% daqueles com desempenho insatisfatório são dotados de tal característica.

Mas como saber se você tem um nível satisfatório de inteligência emocional – ou se ainda precisa investir mais no desenvolvimento dessa competência?

Para Harvey Deutschendorf, especialista em inteligência emocional e autor do livro “The Other Kind Of Smart” (Amacon, 2009), o desafio de medir essa competência é considerável.

Não à toa, diz ele, muitos recrutadores fracassam ao tentar avaliar qualidades como autoconsciência, autocontrole e empatia em candidatos a vagas de emprego.

“Muitos [headhunters] recorrem a seus instintos ou impressões subjetivas”, escreve Deutschendorf em artigo para o site da revista Fast Company. “Qualquer pessoa esperta já aprendeu a parecer inteligente do ponto de vista emocional numa entrevista, mesmo que não o seja realmente”.

Para ajudar profissionais de RH e candidatos, o especialista propõe 7 perguntas decisivas para medir essa competência num processo seletivo. O questionário não esgota as possibilidades de avaliação e pode ser adaptado. Confira a seguir:

1. O que mais incomoda você nas outras pessoas?
Deutschendorf sugere que a pergunta seja direcionada para o ambiente profissional, isto é, que o candidato fale sobre chefes, subordinados ou colegas de trabalho que o irritavam em seu emprego anterior.

A resposta contará muito sobre como você percebe e julga o comportamento das outras pessoas. Ao descrever como tentou conviver de forma pacífica com quem o incomoda, você ainda dará pistas sobre como entende o efeito do seu próprio comportamento sobre os demais.

2. Como foi um dia na sua vida em que tudo deu errado?
Não basta responder com um longo relato de um jornada difícil. É preciso falar sobre o impacto dos acontecimentos sobre as suas emoções e, sobretudo, como você lidou com o caos e a frustração.

Você se martirizou por causa dos problemas e culpou os outros? Ou você se concentrou em procurar soluções? O objetivo desta pergunta é avaliar os mecanismos de resiliência do candidato, isto é, seu jogo de cintura diante de situações incertas e imprevisíveis.

3. Pense num colega de trabalho que virou seu amigo. Por que vocês se dão tão bem?
Quem nunca ouviu o ditado “Diz-me com quem andas e te direi quem és”? De fato, os relacionamentos interpessoais que construímos dizem muito sobre nossa forma de ser. Mas também há muita informação por trás da nossa própria percepção dessas relações.

Ao fazer essa pergunta, o recrutador pode identificar como o candidato se enxerga e o que valoriza nas outras pessoas. Quem descreve um relacionamento baseado no bom humor – a não ser que ele seja sarcástico ou agressivo – ganha pontos na visão de Deutschendorf.

4. O que você poderia ensinar às outras pessoas?
Sim, esta pergunta é bastante vaga e aberta. Mas justamente por isso ela pode suscitar reações tão reveladoras. O headhunter deve prestar atenção aos detalhes: como a pessoa usa expressões faciais, tom de voz e linguagem corporal para transmitir uma ideia ou conceito?

“Um candidato inteligente emocional assumirá a responsabilidade de se fazer compreender”, escreve o especialista no site da Fast Company. “A oportunidade de compartilhar seu conhecimento é empolgante para ele, não o induz ao estresse e exige habilidades de comunicação que esta pessoa adora exercitar”.

5. Pense numa pessoa que você admira. Por que ela é digna do seu respeito?
A ideia aqui é identificar os seus modelos de comportamento. O objeto do seu fascínio é uma pessoa extrovertida ou reservada? Trata-se de alguém com pensamento estratégico ou movido por suas intuições?

Não há resposta certa ou errada. Em alguns casos, o candidato falará sobre alguém com quem ele se identifica pessoalmente; em outros, mencionará uma pessoa que possui exatamente as características que lhe faltam. A resposta será ainda mais rica se incluir o que o entrevistado acha que tem em comum com a pessoa de que gosta – e também quais defeitos enxerga nela, apesar de sua admiração.

6. Do que você sente mais orgulho em sua vida? Por quê?
Esta questão permite avaliar a imagem que você faz de si mesmo, e também a importância que atribui ao julgamento alheio para o seu bem-estar.

Deutschendorf chama a atenção para um detalhe especialmente sintomático: o candidato dá crédito a outras pessoas pelas suas realizações ou descreve a si mesmo como um “herói” autossuficiente? Às vezes as conquistas são realmente individuais, afirma ele, mas pessoas com inteligência emocional não ignoram a importância do apoio de familiares, amigos e colegas para seu sucesso.

7. Se tivesse a sua própria empresa, que tipo de pessoa contrataria e por quê?
A pergunta permite avaliar as qualidades que você valoriza em outros profissionais, bem como a sua própria forma de se relacionar em equipe.

Variáveis ligadas à inteligência emocional poderão ser medidas no modo como o profissional descreve seus métodos favoritos de trabalho em grupo, os tipos de personalidade que mais o atraem e seu estilo de liderança, diz Deutschendorf.

Extraído de exame.com.br

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8 hábitos para fazer de manhã que irão revolucionar sua produtividade

 

Com esta rotina matinal,
sua vida mudará rapidamente

A vida é atribulada. Às vezes parece impossível se aproximar dos seus sonhos, não? E se você trabalha em tempo integral e tem filhos, pode ser ainda mais difícil.

Então, como você progride?

Se você intencionalmente não arranjar tempo todos os dias para progredir e se aperfeiçoar, sem dúvida seu tempo se perderá no vácuo de uma vida cada vez mais tumultuada. E antes que perceba, você estará velho e murcho, se perguntando para onde o tempo foi.

Como o professor Harold Hill disse: “se você acumular muitos deixa-pra-amanhã, descobrirá que só lhe restaram muitos ontens vazios”.

REPENSANDO SUA VIDA E 
SAINDO DO MODO DE SOBREVIVÊNCIA

Este artigo tem a intenção de desafiá-lo a repensar sua abordagem da vida. O propósito é ajudá-lo a simplificar e retornar ao fundamental.

Infelizmente, a vida da maioria das pessoas está cheia até a borda com o não essencial e o trivial. Elas não têm tempo para construir nada significativo. Elas estão no Modo de Sobrevivência.

E você, está no Modo de Sobrevivência?

Muitos de nós estamos como pouca manteiga passada sobre uma fatia muito grande de pão. Infelizmente, o pão nem ao menos é o nosso, mas de outra pessoa. Muitos poucos dedicam tempo para tomar suas vidas de volta para as próprias mãos.

Apenas uma geração atrás, era socialmente e culturalmente normal vivermos nossas vidas segundo as regras de outras pessoas. E várias pessoas da nova geração estão perpetuando esse processo simplesmente porque é a única visão de mundo que lhes foi ensinada.

De qualquer forma, há uma consciência coletiva crescente de que, com muito trabalho e foco, você pode viver cada momento da sua vida segundo suas próprias regras.

Você é o designer de seu próprio destino. Você é o responsável. Você pode decidir. E você deve decidir! Pois, se não o fizer, alguém decidirá por você. Indecisão é uma má decisão.

Com esta rotina matinal, sua vida mudará rapidamente.

Pode parecer uma lista longa. Mas, resumindo, é bem simples:

1 – Acorde de uma boa noite de sono;
2 – Medite e/ou ore;
3 – Mexa-se;
4 – Coma alimentos saudáveis;
5 – Prepare-se;
6 – Inspire-se;
7 – Ganhe perspectiva;
8 – Faça algo para melhorar.

Bom, vamos começar:

 1. TENHA SAUDÁVEIS 7 HORAS OU MAIS DE SONO

Encare a verdade: dormir é tão importante quanto comer e beber água. Apesar disso, milhões de pessoas não dormem o suficiente e têm problemas malucos como resultado.

A National Sleep Foundation (fundação americana dedicada ao estudo do sono) conduziu estudos que revelaram que pelo menos 50 milhões de americanos sofrem com mais de 70 desordens do sono diferentes. Não só isso, 60% dos adultos e 69% das crianças experimentam um ou mais problemas de sono algumas noites por semana.

Além disso, mais de 40% dos adultos têm sonolência durante o dia severa o bastante para interferir em suas atividades diárias pelo menos em alguns dias por mês. E 20% reporta problemas de sonolência durante o dia alguns dias por semana ou mais.

Em contrapartida, ter uma quantidade saudável de sono está relacionado a aumento da memória, vida mais longa, menos inflamações, criatividade melhorada, atenção e foco melhorados, redução na gordura e aumento de massa muscular com exercícios, menos estresse, redução da dependência de estimulantes (como café), menor riscos de se envolver em acidentes e de sofrer depressão (e muito mais… pesquise no Google).

A verdade é que o restante deste artigo não vale nada se você não fizer do sono uma prioridade. Quem se importa se você acorda às 5 da manhã, se você foi pra cama três horas antes?

Se dormir pouco, você não vai durar muito. Claro, você pode usar estimulantes para compensar, mas isso não se sustenta por muito tempo. A longo prazo, sua saúde irá desmoronar. O objetivo precisa ser sustentabilidade a longo prazo.

2. ORAÇÃO E MEDITAÇÃO PARA FACILITAR CLAREZA E ABUNDÂNCIA

Depois de acordar de um sono saudável e restaurador, rezar e meditar são cruciais para se orientar em direção ao que é positivo em sua vida. E por que? Porque aquilo em que você mantém o seu foco é aquilo em que se expandirá a sua vida.

Oração e meditação são atividades que estimulam a gratidão por tudo o que você tem. E gratidão é ter uma mente estruturada para a abundância. Quando você pensa focado na abundância, o mundo se abre para você, pois há ilimitadas oportunidades e possibilidades lhe esperando.

Pessoas são como ímãs: quando você é grato pelo que tem, você atrai mais coisas positivas e boas. A Gratidão é contagiosa e pode ser a mais importante chave para o sucesso. Não é à toa que tem sido chamada de a mãe de todas as virtudes.

Se você começar a sua manhã pondo-se num espaço de gratidão e clareza, você atrairá o melhor do que o mundo tem a oferecer, e não se distrairá. Por isso, comece a manhã meditando e orando.

3. ATIVIDADE FÍSICA PESADA

Se você quiser estar entre os saudáveis, felizes e produtivos, crie o hábito de se exercitar regularmente.

Independente das suas preferências, movimente seu corpo. Muitos procuram imediatamente uma academia para pôr o corpo em movimento. Já eu recentemente descobri que fazer trabalhos no jardim por poucas horas de manhã gera um intenso fluxo de inspiração e clareza.

Está comprovado que exercícios físicos diminuem chances de depressão, ansiedade e estresse. E também tem relação com uma carreira mais bem-sucedida.

Se você não se preocupar com o seu corpo, todos os outros aspectos da sua vida sofrerão, pois humanos são seres holísticos.

4. CONSUMA 30 GRAMAS DE PROTEÍNA

Donald Layman, professor emérito de nutrição na Universidade de Illinois, recomenda o consumo de pelo menos 30 gramas de proteína no café da manhã. O investidor e autor de autoajuda Tim Ferriss também recomenda 30 gramas de proteína 30 minutos depois de acordar. De acordo com ele, seu pai dele fez isso e perdeu 8,5 quilos em um mês.

Alimentos ricos em proteína manterão você satisfeito por mais tempo, pois permanecem mais tempo no estômago. Além disso, proteínas mantêm o nível de açúcar, o que previne picos de fome.

Mais ainda: comer proteína diminui sua necessidade por carboidratos brancos, que engordam. Pense em rosquinhas, torradas e donuts.

Tim, em seus livros e palestras, faz quatro recomendações para ter as proteínas adequadas pela manhã:

– Coma pelo menos 40% das calorias do seu café da manhã na forma de proteínas;

– Faça isso com dois ou três ovos inteiros (cada ovo tem aproximadamente 6g de proteína);

– Se você não gosta de ovos, use algo como bacon de peru, bacon ou queijo cottage;

– Ou você pode fazer um shake de proteínas com água.

Para pessoas que evitam laticínios, carne e ovos, há várias proteínas de base vegetal: legumes, verduras, castanhas e semente são todos ricos em proteínas.

5. TOME UM BANHO FRIO

Imersão em água fria facilita radicalmente o bem-estar físico e mental. Quando praticada regularmente, promove mudanças duradouras nos sistemas imunológico, linfático, circulatório e digestivo, o que melhora a qualidade de vida. Também pode aumentar a perda de peso, pois acelera o metabolismo.

Uma pesquisa realizada em 2007 mostrou que tomar banhos frios rotineiramente pode ajuda a tratar sintomas de depressão frequentemente com mais eficiência do que medicamentos prescritos. Isso porque a água fria dispara uma onda de neuroquímicos que aumentam o bom humor, o que faz você se sentir feliz.

Há, claro, um medo inicial de entrar na água fria. Sem dúvida, se você já tentou isso antes, se viu apavorado com o pensamento de entrar. Ou talvez você tenha pulado, mas rapidamente mudou para a água quente.

O que me ajudou foi pensar que é como uma piscina. É uma morte lenta e dolorosa entrar na piscina fria devagar. Você simplesmente pula. E depois de 20 segundos, você se sente bem.

Para mim, isso aumentou minha determinação e aprimorou minha criatividade e minha inspiração. Enquanto sinto a água fria bater nas minhas costas, pratico lentamente minha respiração e minha calma. Depois de me esfriar, me sinto muito feliz e inspirado. Muitas ideias começam a fluir e fico muito mais motivado a alcançar meus objetivos.

Além disso, é saudável fazer algo na manhã que lhe assuste um pouco! Isso deixa seus sentimentos vivos e determina o tom para viver fora da sua zona de conforto!

6. OUVIR/LER CONTEÚDOS ESTIMULANTES 

Pessoas comuns buscam entretenimento. Pessoas extraordinárias buscam educação e aprendizado. É comum para a maioria das pessoas bem-sucedidas ler, pelo menos, um livro por semana, pois elas estão constantemente aprendendo.

Reservar mesmo que 15 ou 30 minutos toda manhã para ler informações estimulantes e instrutivas muda você, pois lhe coloca no ponto de partida ideal para atingir o seu potencial máximo.

Após um longo período de tempo, você terá lido centenas de livros, terá conhecimento em vários tópicos. Você pensará e verá o mundo de forma diferente. Você será capaz de fazer mais conexões entre diferentes assuntos.

7. REVEJA SUA VISÃO DA VIDA

Seus objetivos devem ser escritos no papel, tanto os de curto e como os de longo prazos. Tirar alguns minutos para ler suas metas de vida põe seu dia em perspectiva.

Alcançar metas é uma ciência. Não há confusão ou ambiguidade. Se você seguir um padrão simples, pode alcançar todas as suas metas, não importa quão grandes elas sejam.

Um aspecto fundamental disso é escrevê-los no papel e lê-los todos os dias.

Se você ler seus objetivos de longo prazo todos os dias, pensará neles todos os dias. Se você pensa neles todos os dias, e gasta seus dias se empenhando neles, eles se manifestarão.

8. FAÇA PELO MENOS UMA COISA EM RELAÇÃO AOS SEUS OBJETIVOS DE LONGO PRAZO 

Força de vontade é como um músculo que se esgota quando exercitado. Da mesma forma, nossa habilidade de tomar boas decisões atenua-se com o tempo.

Quanto mais decisões você toma, piores elas se tornam – e mais fraca é a sua força de vontade. Consequentemente, você precisa fazer o mais difícil primeiro pela manhã, aquilo que for mais importante.

Se você não o fizer, simplesmente não será feito. No final do seu dia, você está exausto. E aí está frito. Haverá milhões de razões para começar no dia seguinte. E você começará no dia seguinte – ou seja, nunca.

Então, seu mantra deve ser: o pior primeiro. Faça aquilo que você precisa fazer logo pela manhã.

Se você der um passo em direção às suas grandes metas todos os dias, perceberá que essas metas não estavam tão longe assim.

 

Extraído de Linkedin – Por Ana Colômbia

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8 hábitos diários para aumentar sua inteligência emocional

A gestão das emoções — tanto próprias como alheias — é fundamental para o sucesso. Veja como desenvolvê-la por meio de mudanças simples na rotina:

1. Não “cure” sua frustração com queixas

Diante de uma contrariedade, a reação tipicamente humana é reclamar. Quem faz isso está aliviando sua irritação, mas de forma pouco produtiva, diz Gattermayr. Isso porque há grandes chances de o problema continuar presente. Por isso, quem tem inteligência emocional substitui a queixa pela ação.

A cada vez que você sentir raiva ou frustração no cotidiano, interrompa rapidamente o ímpeto de reclamar e tente imaginar uma saída prática para melhorar a situação. Isso não quer dizer que você deva “desligar” as suas emoções, mas sim empregá-las de forma estratégica.

2. Busque palavras para definir o que está sentindo

Um exercício simples para conhecer melhor as suas emoções é tentar capturá-las pela linguagem. Pergunte-se a cada vez que estiver diante de um sentimento desconhecido: isto é ansiedade, remorso, medo, euforia, raiva, inveja, alívio, decepção, arrependimento? Quanto mais precisa for a palavra, melhor.

Identificada a emoção, o próximo passo é observar qual atitude ela costuma desencadear em você. “Um bom profissional se pergunta constantemente ‘toda vez que sinto isto, ajo desta forma?’”, diz Gattermayr. “Ao descobrir os seus padrões de comportamento, você consegue adequá-los a cada momento da vida, em vez de se tornar escravo deles”.

3. Observe as emoções alheias (e tente senti-las também)

O desenvolvimento da inteligência emocional não se restringe apenas ao seu mundo interior: ele também depende da sua conexão com as outras pessoas. A dica de Gattermayr é exercitar a sua sensibilidade às emoções dos outros, mesmo quando eles tentam disfarçar.

É como um quebra-cabeças: quanto mais você observa a pessoa, mais peças aparecem e mais elas se encaixam. “É muito útil para percebermos que nem toda briga é pessoal”, diz a especialista. “Também é um ótimo exercício ‘anti-mimimi’, até porque muitas vezes descobrimos que agiríamos da mesma forma se estivéssemos no lugar do outro”.

4. Ofereça ajuda

Segundo Rodrigo Fonseca, presidente da SBie (Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional), estar sempre disposto a apoiar colegas, chefes e subordinados é uma forma de fortalecer um dos pilares da inteligência emocional: a empatia.

“Preciso me colocar no lugar do outro para saber se ele precisa de ajuda, isto é, preciso me sentir como ele se sente”, explica. Além disso, a disponibilidade e a cooperação criam um importante vínculo emocional entre você e as outras pessoas do seu ambiente de trabalho.

5. Permita-se viver conflitos

Um dos grandes mitos em torno da inteligência emocional é a ideia de que ela corresponde à serenidade absoluta. Pelo contrário: a competência tem a ver com o bom uso de emoções boas e ruins, fortes ou fracas, de forma que o indivíduo não fique refém delas.

Assim, é importante exercitar a sua autenticidade no cotidiano e não tentar agradar sempre. “Essa honestidade tem a ver com o entendimento de que questões difíceis muitas vezes precisam ser abordadas para o crescimento de todos”, diz Gattermayr. Se você evita conflitos o tempo todo, nunca vai desenvolver musculatura para superar os problemas.

6. Abandone a postura de juiz

Alguém fez algo no trabalho que você achou estranho ou ridículo? Antes de julgar essa pessoa, procure entender suas motivações e reconhecer que nem todo mundo pensa como você, aconselha Fonseca. “Quem tem inteligência emocional sabe apreciar as diferenças entre as pessoas”, diz ele.

Isso também significa cortar radicalmente o hábito da fofoca e da maledicência, que vão na contramão da empatia. No lugar dessas práticas, é mais produtivo observar o outro de forma paciente e buscar aprender algo com ele.

7. Planeje suas conversas

Antes de falar com uma pessoa no trabalho, acostume-se a fazer uma série de perguntas prévias. Este é o melhor momento para abordá-la? Como ela está se sentindo hoje? O assunto pede delicadeza ou firmeza, gravidade ou leveza? O local é adequado para a conversa?

Segundo Gattermayr, esse é um exercício de autorregulação, feito a partir da observação das emoções alheias e do aprendizado sobre os seus próprios padrões de comportamento. A hora e o lugar são corretos, você calibrou seu discurso, mas a pessoa acabou se irritando e gritou com você? A dica é respirar fundo, não revidar e pedir gentilmente que a conversa continue mais tarde.

8. Treine sua resistência às tentações

Pessoas com baixa inteligência emocional cedem facilmente aos seus próprios impulsos. Ocorre que pequenos prazeres não trazem felicidade. “Um estudo clássico mostra que crianças que conseguem sacrificar uma bala agora para comer duas balas daqui a uma hora se tornam adultos mais bem-sucedidos”, diz Gattermayr. Daí a importância de não sucumbir a sentimentos momentâneos e sempre pensar nos efeitos de cada ação a longo prazo.

Controlar os seus próprios impulsos também ajudará o indivíduo a ser mais altruísta — o que também traz mais felicidade. Ao pensar nos outros, você é obrigado a regular as suas próprias emoções e a sacrificar o próprio conforto de vez em quando. Não existe hábito mais propício para desenvolver sua inteligência emocional e construir uma vida social harmônica dentro e fora do trabalho.

Por Claudia Gasparini

Extraído de exame.com.br

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Quer morar na Europa? Estes são os 10 países que oferecem vistos de forma mais simples e barata

Boa parte dos países do mundo possuem programas de incentivo a investimentos de estrangeiros, oferecendo vistos permanentes a pessoas de fora que aplicarem determinadas quantias em certos formatos. Dependendo da localidade, é mais fácil e mais barato obter a cidadania desta maneira.

Um levantamento feito pela empresa de consultoria de cidadania Henley and Partners para o Business Insider descobriu quais são os requerimentos para o oferecimento de vistos a estrangeiros em diversos países e organizou-os do mais simples e barato para os mais exigentes. Confira, a seguir, os 10 países europeus onde é mais fácil viver sendo investidor:

1. Áustria

Há 10 tipos de permissão de residência na Áustria que não exigem investimento e podem ser usados como forma de circular livremente pela área que faz parte do acordo de Schengen.

2. Bélgica

Também não existe a necessidade de investir para conseguir um visto belga, cuja emissão demora cerca de dois meses. Uma proposta de emprego no país é o suficiente para conseguir um visto de moradia.

3. Portugal

Há três maneiras simples de conseguir residência em Portugal: abrir um negócio que gere 10 empregos; transferir um milhão de euros a um banco nacional do país ou comprar uma casa de no mínimo 500 mil euros.

4. Malta

Ter em seu nome uma propriedade de 275 mil euros é o suficiente para poder morar em Malta, onde a taxa fiscal para residentes é de 15%.

5. Espanha

Assim como em seu irmão Ibérico, para conseguir um visto de moradia espanhol basta comprar uma casa de 500 mil euros. Outra opção é aplicar 2 milhões de euros no programa de títulos do governo local.

6. Letônia

Uma permissão temporária de moradia na Letônia “custa” um imóvel de 250 mil euros somado a uma taxa de 5% paga ao governo.

7. Reino Unido

Caso tenha dinheiro para arcar com os altos custos de vida do Reino Unido, um investidor pode aplicar 2 milhões, 5 milhões ou 10 milhões de libras, dependendo da categoria do programa que melhor se enquadrar às expectativas.

8. Jersey

A ilha requere investimento mínimo de 125 mil libras ao ano para conceder visto permanente, mas só aceita pessoas cujos ganhos superem 625 mil libras.

9. Chipre

Para morar no Chipre, um estrangeiro precisa comprar uma propriedade que valha mais de 300 mil euros. Quem tiver o visto de residência paga apenas 12,5% em impostos para abrir um negócio.

10. Grécia

Investidores que conseguirem o visto tipo “D” (estadia de longo prazo), investidores podem solicitar um para moradia ao adquirir propriedades com valor total de 250 mil euros.

Artigo extraído do site Infomoney.

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Dicas para lidar melhor com as críticas

Sabe aquela coisa automática de “a sua opinião é muito importante para nós”? Pois é. Opiniões até são mais bem aceitas, mas, quando o assunto é crítica, a receptividade nem sempre acontece. A lógica é simples: ninguém gosta de ouvir que está errado.

O fato é que, independente disso, seremos criticados. A vida não é exatamente uma série de eventos divertidos e prazerosos, e, por isso, é sempre bom aprendermos a lidar com aquilo que não nos agrada.

Primeiramente, é bom entender que críticas não nos fazem mal apenas porque não gostamos de ouvir que estamos errados. Além disso, uma crítica faz com que a gente sinta que não é bom o suficiente em determinados aspectos, o que acaba afetando também a nossa autoestima. Receber críticas também pode nos deixar incertos e sem esperança com relação ao futuro. Não é de se espantar, então, que a maioria das pessoas as interprete como uma forma de ataque pessoal. Mas e se disséssemos que ser criticado é algo positivo? Você acreditaria?

É verdade

A expert em estratégias de negócios Kathleen Caldwell explica que precisamos mudar nosso ponto de vista a respeito das críticas que recebemos. Deixar de enxergá-las como aspectos puramente negativos já é um grande passo. Em vez disso, que tal pensarmos nessas críticas como uma forma de melhorar nossos aspectos negativos e, dessa maneira, crescer?

Por isso, é preciso aceitar que, como todas as pessoas no mundo, sem exceção, você tem pontos negativos que podem ser melhorados. O reconhecimento dos seus defeitos é um passo importante para isso, e pessoas de sucesso costumam ter sucesso porque sabem de suas limitações e procuram formas de melhorar.

“Críticas, ou feedbacks, são muito importantes porque nós temos pontos cegos em relação à nossa vida pessoal e profissional, e nós não conseguimos nos enxergar da maneira como os outros nos enxergam”, explica a especialista. Saber como as pessoas nos veem é fundamental para que, dessa maneira, possamos mudar algumas atitudes e fazer ajustes.

Mudança de ponto de vista

Além disso, é fundamental deixar de pensar em críticas como formas de ataque pessoal. Imaginar que as críticas que você recebe são um feedback é uma boa forma de tirar a carga negativa que elas possam ter nesse sentido.

Outra coisa importante a ser feita é considerar a origem desse feedback. A pessoa que está falando que sua apresentação no trabalho poderia ter sido melhor é alguém que sabe apontar quais foram os erros? Ou é alguém que nem entendia do que você estava falando? É preciso saber se a pessoa que faz a crítica está tentando ajudar ou desmotivar você.

Nesse sentido, ouvir a crítica com atenção e evitar ficar na defensiva logo de cara, que é a reação mais comum, é fundamental. Manter o foco e estar disponível para um diálogo aberto e sincero é mais uma ação necessária. Para isso, escute tudo com calma e respire profundamente enquanto ouve o feedback – isso vai deixar sua mente confortável e relaxada, e assim você vai conseguir realmente ouvir o que a pessoa está dizendo, e não apenas interpretar tudo na defensiva.

Em vez de crítica, chame de “feedback”

Repense seus conceitos de crítica, de modo que seja possível rever o que ser criticado significa. Quando alguém é criticado por chegar atrasado sempre às reuniões do trabalho, essa pessoa pode interpretar isso como uma ameaça ou um comentário negativo de modo geral quando, na verdade, a mensagem é bastante simples: chegue mais cedo na próxima vez.

Para evitar interpretações equivocadas, Kathleen recomenda que seja feita uma lista com as informações que recebemos em um feedback e as interpretações que demos a elas. Colocar tudo isso no papel nos ajuda a ter uma visão real do que aconteceu, afinal o importante é focar nos fatos, não no drama que fizemos em volta deles.

A partir dessa visão sistemática do feedback, podemos determinar a importância dele, pois a verdade é que nem toda crítica tem fundamento. Para saber se o que você ouviu é realmente importante, dê um passo para trás e tente voltar à situação a respeito da qual você foi criticado. Analise-a como se ela não tivesse sido vivida por você, mas por outra pessoa. Se precisar de ajuda, peça os conselhos de um amigo em quem você confia.

Perguntar não ofende

Além de tudo, faça perguntas. Quando nos sentimos criticados, é fácil interpretar o que ouvimos de maneira equivocada. Nesse sentido, se você não entendeu o que a pessoa quis dizer, questione. Se não sabe como fazer isso, um jeito simples é repetir o que a pessoa disse e emendar com: “Estou entendendo corretamente?”.

Por mais estranho que seja, faria muito bem para você se você conseguisse, depois de ouvir uma crítica, agradecer por ela. Depois, diga o que você pretende fazer a respeito do que ouviu. No caso da pessoa que chega atrasada às reuniões, pode ser bom ela dizer que haverá mais comprometimento nesse sentido.

E, claro, uma vez que você fala que vai fazer alguma coisa, é preciso cumprir isso. Mais tarde, você pode voltar a conversar com quem criticou sua postura e perguntar se essa pessoa sente que você progrediu de alguma forma. Pode ter certeza que isso vai ser positivo.

Artigo extraído e adaptado do site Mega curioso.

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Ciência explica por que falamos mal dos outros

Vamos ser sinceros, todos nós reclamamos, homens também. Seja lamentar a inutilidade de um amigo ou detonar o seu chefe com os colegas de trabalho, não há nada que nos dê mais alívio do que reclamar da pessoa pelas costas.

Entretanto, às vezes, esse desejo por detonar alguém pode deixar um gosto amargo na boca e você sabe no fundo que é melhor que certas coisas não sejam ditas. Então porque será que falamos mesmo assim?

A Dra Sheri Jacobson, psicoterapeuta e diretora clínica da Harley Street Therapy, diz que muitas vezes isso é o resultado de estresse descontrolado.

“Nós nos sentimos assoberbados ou ameaçados e, ao invés de encontrarmos uma válvula de escape saudável antes de enfrentar a situação, o nosso instinto é de colocar tudo para fora”, diz.

A reclamação muitas vezes acaba sendo um tipo de esporte coletivo que pode gerar um sentimento de proximidade com outros através da rejeição mútua de uma pessoa ou situação.

“Quando reclamamos, muitas vezes estamos procurando alguém de confiança para concordar conosco, ficar do nosso lado e minimizar as nossas inseguranças”, diz Jacobson.

E para aquelas criaturas infelizes que reclamam constantemente, a prática pode vir da insegurança que sentem ou ser usada como um mecanismo de defesa.

“A reclamação constante pode fazer com que alguém que secretamente se sente vulnerável pareça duro na queda”, diz Sheri.

É também uma forma de desviar a atenção das partes de si mesmo que não querem que os outros percebam. Mas ao falar mal de alguém você não só corre o risco de ser descoberto Deus o livre!, mas também o risco de prejudicar a própria saúde e bem-estar.

“Reclamar e falar mal pode ser um forma de inveja, que acaba minando a nossa confiança e ego”, adverte Nicci Roscoe, de The Mind Makeover Artist. “Essa prática pode dominar a sua vida se você permitir e o estresse que isso traz resultará em falta de sono e exaustão, o que pode afetar o seu trabalho e vida pessoal. Mas dentro de ambientes muito seguros, a reclamação pode ter seus benefícios”, diz a Dra. Sheri.

“Se estamos chegando em casa após um dia péssimo no trabalho e precisamos desabafar com nosso parceiro ou cônjuge que nos conhece bem o suficiente para saber que precisamos desabafar e não conhece pessoalmente as pessoas de quem estamos falando e aí podemos sair com a sensação de alívio do nosso estresse, de que alguém importa-se conosco e que a coisa não irá adiante de maneira negativa”.

Mas reclamar ou falar mal de alguém no ambiente errado como no trabalho ou com um grupo desconhecido de pessoas pode lhe colocar numa situação ainda pior.

“Se você está passando por momentos de desafio em diferentes áreas da sua vida, então talvez você ache que reclamar ou falar mal de outros fará com que você seja percebido e alcance um posição melhor mais rápido”, diz Nicci. “O que você não percebe é que você está sendo notado da maneira errada! Quem quer se associar com uma cobra que pode lhe apunhalar pelas costas?”.

Para muitos, reclamar é um vício, um hábito terrível que é difícil de abandonar. Então como é possível parar de uma vez por todas? Nicci diz que a melhor forma de parar de reclamar ou falar mal é mudar o padrão de pensamento negativo.

“Reclamar pode tornar-se um ciclo vicioso e a melhor forma de sair dessa é pensar e falar de forma positiva não apenas sobre si mesmo, mas sobre outros também”.

Considere também, sobre quem você está falando mal, diz a Dra. Sheri. Muitas vezes é um esporte coletivo, e se nos rodearmos de pessoas que gostam de ser negativas sobre os outros, pode ser difícil de deixarmos essa prática para trás. Então, em alguns casos, a melhor forma de parar de reclamar pode ser mudar o seu círculo social.

Artigo extraído do site Exame.

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Não deixe faltar tempo para cuidar de si mesmo

É possível perceber que poucas pessoas conseguem alcançar a plena satisfação pessoal em meio a toda a correria do dia-a-dia. O problema é que muita gente faz as coisas certas na hora errada ou então gasta muito tempo com atividades desnecessárias. As consequências disso são as horas extras no trabalho, o stress e a decepção por querer realizar muitas coisas e sentir-se mal por não ser capaz.

Quantas vezes você já disse para si mesmo que gostaria de ter mais tempo com os seus filhos, com os amigos, com o companheiro ou então mais disposição para si mesmo, mas o cansaço não o permitia? É possível sim ser produtivo no trabalho e realizar tudo o que precisa, tendo espaço ainda para aproveitar o melhor da vida pessoal com simples mudanças nos seus hábitos de organização.

Anote tudo, não esqueça nada!

Com as novas tecnologias, a famosa e velha agenda de papel vem sofrendo muito preconceito por parte dos profissionais, que junto com elas, abandonam o hábito de escrever suas atividades. Para os adeptos às inovações tecnológicas, sugiro que procurem algumas ferramentas existentes hoje para a organização pessoal. Adote novamente o hábito de escrever o que precisa ser feito nos próximos dias e planeje a execução. Confiar seus compromissos apenas na memória não é uma maneira recomendável para cumpri-los no prazo correto.

Experimente o método da calculadoração

Algumas pessoas podem não acreditar no planejamento por não conseguirem cumprí-lo adequadamente. O motivo é que esta organização pode estar sendo feita de forma errada. Muita gente faz uma lista imensa de atividades e no fim do dia percebe que não conseguiu cumprir um terço dela. Por isso, após escrever quais são as suas atividades importantes e urgentes, pergunte-se quanto tempo levará para realizar cada uma delas. Então some e analise a real possibilidade de fazer tudo dentro do seu tempo disponível no trabalho. A dica é começar com pouco tempo de tarefas e depois expandir gradativamente para adquirir esse hábito.

Respeite seus limites

Como hoje as informações correm em uma velocidade acelerada, surgem mais compromissos e trabalho durante o dia. Assim, o tempo destinado à realização daquelas atividades que já haviam sido planejadas é reduzido. Por um desejo – ou uma obrigação – de fazer tudo rápido, as pessoas parecem querer abraçar o mundo e tentam fazer mais do que podem, ficando até mais tarde no escritório ou levando trabalho para casa. Esse é um erro que deveria ser evitado ao máximo. É claro que nem sempre temos como fugir disso, mas realizando um bom planejamento, não desperdiçando tempo e conhecendo nossos limites, podemos fazer aquilo que sentimos prazer e conquistar uma vida melhor, com mais qualidade de vida e satisfação!

Artigo extraído e adaptado do site Minha Vida.

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Com um exercício simples você pode se livrar de pensamentos negativos

O psicólogo Tim Wilson falou recentemente ao Business Insider sobre pensamentos negativos que ficam martelando nossa mente. Wilson se referiu mais especificamente àqueles que são recorrentes por causa de uma experiência ruim que nos marcou por algum motivo, ainda que ela já tenha acontecido há muito tempo.

De acordo com o especialista, algumas experiências passadas nos impedem de encontrar equilíbrio no momento presente, por isso é fundamental aprender a lidar com elas.

Ele explica que uma forma bastante eficiente de acabar com esses pensamentos negativos que nos puxam para baixo é fazer um exercício de escrita relativamente simples, embora pareça complicado.

Papel e caneta

Basicamente, durante três dias, tudo o que você precisa fazer é escrever, ao longo de 15 minutos, em um pedaço de papel, quais são esses pensamentos negativos que perturbam a sua vida e por que eles continuam martelando em sua mente sem parar. Esse exercício foi desenvolvido pelo psicólogo James Pennebaker e já tem sua eficácia comprovada.

Pode parecer um exercício torturante – e a gente sabe que mexer na ferida não é necessariamente a coisa mais divertida do mundo –, mas é importante que você se mantenha firme, ainda que se sinta um pouco mal durante esses 15 minutos diários, e que permaneça profundamente focado nesses pensamentos que fazem mal a você.

Não importa se a sua escrita sair meio desconexa no início – o que está em jogo não são habilidades literárias. O fato é que, depois de três dias do mesmo exercício, as pessoas tendem a enxergar esse evento negativo de outra maneira e o compreendem melhor também, o que faz com que elas parem de pensar nele com tanta frequência.

Como resultado, essas pessoas têm até mesmo melhora em seus sistemas imunológicos. E aí, será que não está na hora de você tentar esse exercício também?

Artigo extraído do site Mega Curioso.

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Quem tem um senso de humor inteligente vive mais, mostra pesquisa

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Quem tem um senso de humor inteligente vive mais, mostra pesquisa

Novas evidências científicas afirmam que um bom senso de humor não serve apenas para tirar sarro dos amigos: você também pode viver mais.

Publicado no periódico Psychosomatic Medicine, o estudo recente analisou 53.556 homens e mulheres de um único município da Noruega, ao longo de 15 anos. Eles usaram um questionário para avaliar o senso de humor de cada um, levando em conta três traços de personalidade: o cognitivo, o social e o afetivo.

Com perguntas triviais, como “você reconhece as tentativas de alguém que quer soar engraçado?”, mulheres com o tipo de “humor cognitivo” tinham 48% menos chance de morrer, 83% menos chance de ter infecção e 73% menos risco de ter doenças cardiovasculares.

Nos homens, os traços de humor “inteligentes” reduziam em até 74% os riscos de infecção, mas esse foi o único resultado notável entre eles. Pessoas com senso de humor baseado em situações afetivas ou sociais não tiveram resultados significativos em relação à saúde.

Os cientistas não estudaram como o senso de humor pode proteger a saúde das pessoas, mas uma outra pesquisa já sugeriu que ele ajuda a manter o “estado positivo estável”. Em outras palavras, fazer piadas pode te deixar menos estressado — e mais saudável.

Artigo extraído e adaptado do site Galileu.

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Os erros de português mais comuns no mundo do trabalho

“A nível de idioma, dominar as regras da língua portuguesa são suficientes, ao meu ver, para se dar bem no mercado de trabalho e aspirar o cargo superior.”

No mundo corporativo, falar e escrever corretamente não é apenas obrigatório, mas imprescindível para alçar novas posições hierárquicas ou, até mesmo, manter-se no emprego.
Segundo a professora da FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado) e consultora empresarial, Rosângela Cremaschi, a insuficiência da educação de base do brasileiro faz com que muita gente ingresse no mercado de trabalho com fortes dúvidas sobre o próprio idioma. Com isso, não é raro se deparar com e-mails, relatórios e artigos recheados de erros de ortografia, sintaxe, regência, pontuação e conjugação verbal.

Para não tropeçar no português (como aconteceu com a frase no início do texto), confira a lista dos erros mais comuns no mundo do trabalho:

“São suficientes” / “É suficiente”

Erro: Cento e cinquenta dólares são suficientes para as diárias no exterior.
Forma correta: Cento e cinquenta dólares é suficiente para as diárias no exterior.
Explicação: O verbo ser é invariável quando indicar quantidade, peso, medida ou preço.

“Em vez de” / “Ao invés de”

Erro: Ao invés de mandar um e-mail, resolvi telefonar.
Forma correta: Em vez de mandar um e-mail, resolvi telefonar.
Explicação: “Em vez de” é usado como substituição, enquanto a expressão “ao invés de” é usada como oposição.

“A nível de” / “Em nível de”

Erro: A nível de proposta, o assunto deve ser mais discutido.
Forma correta: Em relação à proposta, o assunto deve ser mais discutido.
Explicação: A expressão “a nível de” só está correta quando significar “à mesma altura”. “Hoje, Santos acordou ao nível do mar”. Também podemos usar a expressão “em nível” sempre que houver “níveis”: “Esse problema só pode ser resolvido em nível de diretoria”.

“A meu ver” / “Ao meu ver”

Erro: “Ao meu ver, o evento foi um sucesso”.
Forma correta: “ A meu ver, o evento foi um sucesso”.
Explicação: Não se deve usar artigo nessas expressões, em que o substantivo ver significa “opinião, juízo”: a meu ver, a seu ver, a nosso ver. Também não se usa artigo em estar a par: Estavam todos a par (e não ao par) dos últimos acontecimentos.

“A” / “há”

Erro: Trabalho nesta empresa a dez anos.
Forma correta: Trabalho nesta empresa há dez anos.
Explicação: Para indicar tempo passado, usa-se “há”. O “a”, como expressão de tempo, é usado para indicar futuro ou distância. (A empresa fica a dez minutos do centro.)

“Acerca de” / “a cerca de”

Erro: Na reunião, discutiu-se a cerca de corte de gastos.
Forma correta: Na reunião, discutiu-se acerca de corte de gastos.
Explicação: “Acerca de” significa a respeito de. A cerca de indica aproximação. (Ex: A empresa fica a cerca de 5 km daqui.)

“Meio-dia e meio” / “Meio-dia e meia”

Erro: A reunião começará ao meio-dia e meio.
Forma correta: A reunião começará ao meio-dia e meia.
Explicação: Devemos utilizar a expressão meio-dia e meia sempre que quisermos referir a décima segunda hora do dia mais trinta minutos, ou seja, o meio-dia mais meia hora.

“Em mãos” / “em mão”

Erro: O motorista entregou a carta em mãos.
Forma correta: O motorista entregou a carta em mão.
Explicação: A segunda opção sempre foi considerada a correta, porém, atualmente, as duas formas são aceitas por alguns dicionários.

“Anexo” / “Anexa” / “Em anexo”

Erro: Encaminho anexo os documentos solicitados.
Forma correta: Encaminho anexos os documentos solicitados.
Explicação: Anexo é adjetivo e deve concordar em gênero e número com o substantivo a que se refere. Ex: Segue anexa a carta de apresentação. Obs: Muitos gramáticos condenam a locução “em anexo”; portanto, dê preferência à forma sem a preposição.

“Aspirar” / “Aspirar a”

Erro: Ele aspira o cargo de gerente nesta empresa.
Forma correta: Ele aspira ao cargo de gerente nesta empresa.
Explicação: O verbo aspirar no sentido de sorver não admite preposição em sua regência. Aspirar, no sentido de almejar, exige a preposição a.

“Online” ou “on-line”

Erro: Haverá um treinamento online para os colaboradores.
Forma correta: Haverá um treinamento on-line para os colaboradores.
Explicação: O “VOLP” – Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa – registra “on-line” com hífen.

Artigo extraído e adaptado do site Mega experiência

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