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Quem tem um senso de humor inteligente vive mais, mostra pesquisa

Novas evidências científicas afirmam que um bom senso de humor não serve apenas para tirar sarro dos amigos: você também pode viver mais.

Publicado no periódico Psychosomatic Medicine, o estudo recente analisou 53.556 homens e mulheres de um único município da Noruega, ao longo de 15 anos. Eles usaram um questionário para avaliar o senso de humor de cada um, levando em conta três traços de personalidade: o cognitivo, o social e o afetivo.

Com perguntas triviais, como “você reconhece as tentativas de alguém que quer soar engraçado?”, mulheres com o tipo de “humor cognitivo” tinham 48% menos chance de morrer, 83% menos chance de ter infecção e 73% menos risco de ter doenças cardiovasculares.

Nos homens, os traços de humor “inteligentes” reduziam em até 74% os riscos de infecção, mas esse foi o único resultado notável entre eles. Pessoas com senso de humor baseado em situações afetivas ou sociais não tiveram resultados significativos em relação à saúde.

Os cientistas não estudaram como o senso de humor pode proteger a saúde das pessoas, mas uma outra pesquisa já sugeriu que ele ajuda a manter o “estado positivo estável”. Em outras palavras, fazer piadas pode te deixar menos estressado — e mais saudável.

Artigo extraído e adaptado do site Galileu.

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Os erros de português mais comuns no mundo do trabalho

“A nível de idioma, dominar as regras da língua portuguesa são suficientes, ao meu ver, para se dar bem no mercado de trabalho e aspirar o cargo superior.”

No mundo corporativo, falar e escrever corretamente não é apenas obrigatório, mas imprescindível para alçar novas posições hierárquicas ou, até mesmo, manter-se no emprego.
Segundo a professora da FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado) e consultora empresarial, Rosângela Cremaschi, a insuficiência da educação de base do brasileiro faz com que muita gente ingresse no mercado de trabalho com fortes dúvidas sobre o próprio idioma. Com isso, não é raro se deparar com e-mails, relatórios e artigos recheados de erros de ortografia, sintaxe, regência, pontuação e conjugação verbal.

Para não tropeçar no português (como aconteceu com a frase no início do texto), confira a lista dos erros mais comuns no mundo do trabalho:

“São suficientes” / “É suficiente”

Erro: Cento e cinquenta dólares são suficientes para as diárias no exterior.
Forma correta: Cento e cinquenta dólares é suficiente para as diárias no exterior.
Explicação: O verbo ser é invariável quando indicar quantidade, peso, medida ou preço.

“Em vez de” / “Ao invés de”

Erro: Ao invés de mandar um e-mail, resolvi telefonar.
Forma correta: Em vez de mandar um e-mail, resolvi telefonar.
Explicação: “Em vez de” é usado como substituição, enquanto a expressão “ao invés de” é usada como oposição.

“A nível de” / “Em nível de”

Erro: A nível de proposta, o assunto deve ser mais discutido.
Forma correta: Em relação à proposta, o assunto deve ser mais discutido.
Explicação: A expressão “a nível de” só está correta quando significar “à mesma altura”. “Hoje, Santos acordou ao nível do mar”. Também podemos usar a expressão “em nível” sempre que houver “níveis”: “Esse problema só pode ser resolvido em nível de diretoria”.

“A meu ver” / “Ao meu ver”

Erro: “Ao meu ver, o evento foi um sucesso”.
Forma correta: “ A meu ver, o evento foi um sucesso”.
Explicação: Não se deve usar artigo nessas expressões, em que o substantivo ver significa “opinião, juízo”: a meu ver, a seu ver, a nosso ver. Também não se usa artigo em estar a par: Estavam todos a par (e não ao par) dos últimos acontecimentos.

“A” / “há”

Erro: Trabalho nesta empresa a dez anos.
Forma correta: Trabalho nesta empresa há dez anos.
Explicação: Para indicar tempo passado, usa-se “há”. O “a”, como expressão de tempo, é usado para indicar futuro ou distância. (A empresa fica a dez minutos do centro.)

“Acerca de” / “a cerca de”

Erro: Na reunião, discutiu-se a cerca de corte de gastos.
Forma correta: Na reunião, discutiu-se acerca de corte de gastos.
Explicação: “Acerca de” significa a respeito de. A cerca de indica aproximação. (Ex: A empresa fica a cerca de 5 km daqui.)

“Meio-dia e meio” / “Meio-dia e meia”

Erro: A reunião começará ao meio-dia e meio.
Forma correta: A reunião começará ao meio-dia e meia.
Explicação: Devemos utilizar a expressão meio-dia e meia sempre que quisermos referir a décima segunda hora do dia mais trinta minutos, ou seja, o meio-dia mais meia hora.

“Em mãos” / “em mão”

Erro: O motorista entregou a carta em mãos.
Forma correta: O motorista entregou a carta em mão.
Explicação: A segunda opção sempre foi considerada a correta, porém, atualmente, as duas formas são aceitas por alguns dicionários.

“Anexo” / “Anexa” / “Em anexo”

Erro: Encaminho anexo os documentos solicitados.
Forma correta: Encaminho anexos os documentos solicitados.
Explicação: Anexo é adjetivo e deve concordar em gênero e número com o substantivo a que se refere. Ex: Segue anexa a carta de apresentação. Obs: Muitos gramáticos condenam a locução “em anexo”; portanto, dê preferência à forma sem a preposição.

“Aspirar” / “Aspirar a”

Erro: Ele aspira o cargo de gerente nesta empresa.
Forma correta: Ele aspira ao cargo de gerente nesta empresa.
Explicação: O verbo aspirar no sentido de sorver não admite preposição em sua regência. Aspirar, no sentido de almejar, exige a preposição a.

“Online” ou “on-line”

Erro: Haverá um treinamento online para os colaboradores.
Forma correta: Haverá um treinamento on-line para os colaboradores.
Explicação: O “VOLP” – Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa – registra “on-line” com hífen.

Artigo extraído e adaptado do site Mega experiência

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12 dicas preciosas para ter uma saúde mental em dia

Dizem que a doença do século XXI é a depressão – você já deve ter ouvido isso em algum lugar. O fato é que a modernidade trouxe consigo uma pressão maior em diversos sentidos: se na época da sua avó, estudar até o Ensino Fundamental já estava ótimo, hoje ter Mestrado pode não ser suficiente para qualificar um professor universitário, por exemplo. Isso é ruim? Aí depende do ponto de vista, mas vale sempre pensar na educação como uma aliada e não como um problema.

A questão é: você está aí, fazendo de tudo para ter um emprego bacana, para tirar uma nota boa na prova de História ou seja lá qual for o seu objetivo. Além disso, você precisa administrar suas relações sociais, as informações que consome e, inclusive, as redes sociais que usa. Às vezes é difícil evitar a sensação de que sua cabeça vai explodir, por isso resolvemos compartilhar com você algumas dicas que a revista Time deu para manter a saúde mental em dia. Respire fundo e boa sorte:

1 – Nada de andar desleixado

Quando está feliz, você anda de uma maneira diferente, com a cabeça erguida, de bom humor, certo? Isso nos faz crer que estar alegre pode mudar a forma como andamos. Será que o contrário também funciona e, de repente, andar diferente pode melhorar nosso humor? Pode, sim!

Uma pesquisa publicada no Journal of Behavior Therapy and Experimental Psychiatry revelou que andar com os ombros caídos, sem movimentar os braços, afeta nosso humor negativamente – além disso, quem anda de cabeça baixa e ombros caídos é visto pelas outras pessoas como alguém negativo. Para melhorar a situação, lembre-se de andar sempre com a cabeça e com os ombros erguidos. É simples e funciona.

2 – Chega de fotos

Ou pelo menos chega de tantas fotos. Aquelas pessoas que andam pelas ruas fotografando árvores, trânsito, pássaros, nuvem bonitinha, céu azulado, chuva a caminho etc acabam tendo dificuldade em se lembrar de algumas coisas. A verdade é que fotografar tudo compulsivamente pode prejudicar a sua memória.

Essa relação entre uma coisa e outra foi comprovada em um estudo que avaliou a memória de alguns voluntários. Eles participaram de um tour por um museu, sendo que um grupo tirava fotos de todos os detalhes possíveis e o outro grupo apenas observava as peças. Depois disso, a conclusão: aqueles que tiravam fotos mal se lembravam do que tinham acabado de ver, enquanto que os observadores tinham tudo na ponta da língua.

“As lentes são um véu na frente de nossos olhos e nós não percebemos que o véu está ali”, disse Diedra L. Clay, uma das responsáveis pela pesquisa. Faz sentido, não é? Se tirar fotos compulsivamente é algo que você também faz, experimente maneirar um pouco – ao visitar a Mona Lisa no Museu do Louvre, lembre-se que há diversas imagens do quadro na internet. Aproveite para vê-lo de perto e tente não perder tempo tirando mais uma foto da obra de Da Vinci.

3 – Não deixe que ninguém diminua você

O bullying é uma dificuldade pela qual a maioria das pessoas passa – geralmente durante a infância e a adolescência. O problema é que nem sempre a fase adulta é livre desse pesadelo ou das consequências dele. Só nos EUA, 54 milhões de adultos sofrem algum tipo de bullying no ambiente de trabalho.

Imagine ser atacado emocionalmente com frequência no lugar onde você trabalha. Imagine o desconforto de ser sempre taxado de forma pejorativa por alguma característica física. É lógico que esse tipo de ataque fere a autoestima de quem sofre o bullying. Se isso acontece com você, pense em procurar ajuda psicológica para conseguir, futuramente, lidar com o problema e criar coragem de reporta-lo no seu local de estudo e/ou trabalho.

4 – Atividades físicas são necessárias

Essa é uma das verdades mais difíceis de assimilar – a gente entende. Então para ficar mais fácil, que tal alguns dados mais concretos? Sabia que a prática de exercícios físicos reduz em 19% a chance de uma pessoa desenvolver depressão?

Esse dado veio depois de uma grande pesquisa, realizada pela Universidade de Londres, com base na análise dos hábitos de vida de mais de 11 mil pessoas. A relação entre a prática de atividades físicas e uma vida mais feliz é cientificamente comprovada, então você pode começar a se focar nessa informação na hora de dar o primeiro passo. Depois, com o tanto de endorfina que o seu cérebro vai produzir, você vai começar a gostar e querer repetir.

Se a sua vida é muito sedentária, não adianta querer participar de uma maratona amanhã. Comece aos poucos, com pequenas caminhadas ou mudança de hábitos – ir pelas escadas em vez de apertar o botão do elevador já é uma coisa ótima. Na hora de ir até a padaria, não tire o carro da garagem. Vá a pé mesmo. Mexa-se mais!

5 – Chega de procrastinar!

A gente sabe que empurrar as coisas com a barriga às vezes é quase automático, mas esse hábito não é nada saudável. Procrastinar é deixar para depois, é enrolar, é pensar “ainda tem tempo” a todo o momento. Não interessa se você está evitando fazer alguma tarefa porque não gosta da ideia ou porque a tarefa é chata. Novidade: nem sempre fazemos apenas aquilo que nos agrada.

Então se você tem que fazer alguma coisa, simplesmente vá e faça. Perder tempo reclamando ou procrastinando não vai fazer com que uma solução mágica apareça – na verdade, adiar o inadiável só vai martelar o problema em sua cabeça.

A dica é: faça o que é necessário e depois se permita algum tipo de recompensa, como ouvir uma música que você gosta, fazer alguma caminhada ou qualquer coisa que faça com que você fique menos estressado.

6 – Melhore a qualidade de seus relacionamentos

Seja no campo das amizades ou dos relacionamentos amorosos, aprenda a manter relações que não sejam tóxicas. É preciso manter-se longe de quem nos agride psicológica ou fisicamente. Se a pessoa com quem você namora é do tipo que faz críticas a todo o momento, que reforça o quão “incompetente” você é, talvez esteja na hora de rever seu namoro.

Esse tipo de relação acaba com a autoestima da pessoa que é diminuída pelo próprio parceiro ou, talvez, por um amigo ou familiar. Na tentativa de não perder a pessoa amada, muita gente se sujeita aos maus tratos, o que, obviamente, vai prejudicar a saúde mental dessas pessoas.

Se esse é o seu caso, talvez esteja na hora de você procurar ajuda psicológica. Um profissional vai poder ajudar você a sair desse relacionamento tóxico. Você pode também desabafar com alguma pessoa de confiança, um amigo ou alguém da família. Quem conhece a sua história certamente vai saber ajudar.

7 – Não leve a vida tão a sério

Sabe aquela pessoa que nunca se atrasa, que trabalha durante um dia inteiro sem esboçar um sorriso, que leva tudo ao pé da letra, que não acha tempo para sair com os amigos ou ir ao cinema? Não que ela esteja errada, mas levar a vida de forma séria demais é prejudicial. Há estudos e pesquisas científicas comprovando que se divertir é saudável, caro leitor.

Então que tal começar assistindo alguma série de humor? De repente, passe mais tempo com seus amigos, faça programas mais descontraídos. Se divertir é necessário.

8 – Dormir bem é fundamental

Aprenda, de uma vez por todas, que se você vai dormir às 2 h da madrugada e acorda às 6 h, certamente sua saúde vai pagar o preço. Uma boa noite de sono vai deixar você de bom humor, mais bem disposto, com energia e, de quebra, vai garantir também a sua saúde física.
Se você dorme mal porque tem insônia ou alguma outra dificuldade que faz com que você não durma, procure ajuda médica. Evite também ficar com o celular ou o computador na cama – isso piora a qualidade de seu sono.

9 – Ficar sozinho faz bem

Ter um tempo só para você é fundamental à sua saúde mental – principalmente se sua casa é cheia de gente o tempo todo. Durante alguns minutos do seu dia, faça um esforço para ficar sozinho, relaxando. Vale tudo: de caminhadas a ficar em algum cômodo da sua casa, ouvindo música ou lendo aquele livro novo.

10 – Converse mais pessoalmente!

Se você conversa com as pessoas pelo Facebook e acha que essa é uma ótima forma de manter contato, nós temos duas notícias para você. A primeira: essa é apenas uma forma vazia de conversar com alguém. A segunda: felizmente o mundo não é feito apenas de chats de Facebook ou arrobas de Twitter – ainda dá tempo de chamar alguém para conversar pessoalmente. Por mais arcaica que a prática pareça, ela tem resultados valiosos.

A dra. Clay explica que conversas pela internet devem ser vistas apenas como forma de entretenimento: “essas não são conversas verdadeiras que nos permitem entender as pessoas. Em vez disso, diminui nossas experiências e sentimentos”.

A opinião de Clay é compartilhada por muitos especialistas em comportamento, como é o caso de Michael Mantell. De acordo com ele, as conversas por meio de redes sociais impactam nossa habilidade de sentar e conversar com alguém pessoalmente. Que tal mudar isso?

11 – Você consegue ficar longe do seu celular?

Se na sua bolsa ou mochila está um carregador de celular, um tablet, um iPod e se na sua mão está sempre um celular, esse não é, definitivamente, um bom sinal. A tecnologia nos estimula a todo o momento, o que não é uma boa coisa, pois acabamos nunca descansando de verdade. O excesso de aparelhos eletrônicos em nossa vida pode causar depressão e crises de ansiedade.

Para melhorar a situação a dica é se livrar desses aparelhos pelo menos uma vez por semana. Será que você consegue?

12 – Pare de fazer muita coisa ao mesmo tempo

Essa mania de almoçar com o computador ao lado ou twittar enquanto assiste a algum filme é, certamente, prejudicial, principalmente quando levamos esse costume para outras áreas da nossa vida. Pesquisas recentes já revelaram que, por mais que uma pessoa tenha a sensação de ser mais produtivo dessa forma, a verdade é que isso só deixa você irritado, estressado e sem a capacidade de se comunicar com clareza.

Para melhorar a situação, deixe o telefone de lado enquanto almoça; não fique twittando enquanto está em algum evento e tente, sempre que possível, fazer cada coisa de uma vez. Isso vai fazer com que seu cérebro processe melhor cada atividade sem que você chegue ao final do dia com a cabeça explodindo e se sentindo um robô.

E aí, o que você achou dessas dicas? Será que não está na hora de mudar alguns hábitos do seu cotidiano?

Artigo extraído e adaptado do site Mega Curioso.

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Qual é mesmo o problema em criar expectativas?

Nos aplicativos de paquera, quando te perguntam “O que você procura?”, ninguém é desconstruído o bastante se não responder com um “O que eu quero é não criar expectativas”. Por todos os lados, de conselhos amorosos a impasses profissionais, a orientação segue a linha do “crie codornas, mas não crie expectativas”.

Concordo que a possibilidade de ter ovinhos de codorna sempre à mão é bastante atrativa. O que eu não entendo é esse ódio generalizado ao sentimento de desenvolver a menor das esperanças em relação às situações mais corriqueiras da vida. Como se expectativa fosse um câncer, e a melhor profilaxia fosse se privar de sentir o mundo.

Agora, vem cá! Você não concorda que o menor dos desejos pode ser considerado uma expectativa? E que, diante das novidades cotidianas, é quase impossível não esperar que, no mínimo, a gente não adquira uma nova dor de cabeça? Pois então!

Quando rola aquela entrevista de emprego, é muito difícil não calcular de cara os benefícios do novo trabalho, não imaginar uma rotina diferente e não sonhar com o impacto daquele cargo na nossa carreira profissional. Quando a gente fica com alguém interessante, é um desafio não querer ter a pessoa por perto, não contar com que, daquilo, possa nascer uma relação proveitosa, com filhos, um cachorro e uma casa no litoral (ok, não chega a tanto). O fato é que não é pecado esperar que coisas boas aconteçam.

Mas se criar algum tipo de expectativa é normal, o discurso de que isso é ruim, que nos prejudica, só nos deixa mais ansiosos, nos sentindo ainda mais culpados por cultivar um sentimento que, no senso comum, não é nada saudável. A narrativa de negação dos nossos anseios acaba criando um exército de pessoas que fingem que não se importam, mas que, no fundo, só querem exercer o seu direito básico de idealizar.

É evidente que existem “níveis” de expectativa. Até porque, não me parece razoável depositar todas as nossas fichas em uma vontade que pode ou não se realizar. Porém, achar que merecemos punição pelo mais leve friozinho na barriga é a maior das besteiras.

O verdadeiro problema, ao meu ver, não é esperar algo. A gente sempre espera algo. O complicado é quando a gente não se prepara para lidar com uma frustração. Quando o nosso desejo não se cumpre — o que também é extremamente natural — e nós sofremos como se estivéssemos a um passo de se jogar em um precipício.

Vamos sonhar! Vamos querer, também! É reconfortante fazer planos, traçar um linha do que seria o futuro, escapar um pouco da crueza da realidade. Tudo isso faz parte de um motor que nos leva adiante. Pois, no mesmo dicionário, expectativa é sinônimo de perseverança.

Vamos ter em mente, ainda, que está tudo bem em se decepcionar. Mas que nenhuma desilusão pode ser responsável por nos paralisar, por impedir que exista qualquer tipo de reação. Vamos parar de pensar que precisamos, o tempo todo, nos blindar de decepções.

Vamos criar expectativas, sim! Não é errado construir um castelinho de cartas só da gente. Só é necessário ter o cuidado de fundar uma base emocional segura para, no caso de um furacão, ter pelo menos uma cabaninha para se abrigar e recomeçar tudo de novo.

Artigo extraído e adaptado do site Trendr.

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6 sinais de que você é inteligente e não sabe

Muitos estudos e pesquisas científicas mostram que existem vários hábitos comuns entre alguém inteligente ou que gostam de exercitar a mente. Veja se você está entre elas:

1. Você estuda ou estudou música

Várias pesquisas sugerem que a música pode colaborar com o desenvolvimento da mente de uma criança: após apenas um mês de aulas de música, crianças entre quatro e seis anos demonstraram melhor desempenho em testes de inteligência verbal organizados por um estudo em 2011.

Outro estudo, feito em 2004 por Glenn Schellenberg, mostrou que crianças de seis anos que tiveram aulas de teclado conseguiram aumento significativo do QI em comparação com outras que fizeram aulas de teatro ou que não fizeram nenhum curso extracurricular.

2. Você é o irmão mais velho

Irmãos mais velhos podem ser mais inteligentes: epidemiologistas noruegueses usaram arquivos militares para examinar a ordem de nascimento, nível de QI e registro de saúde de quase 250 mil homens entre 18 e 19 anos, nascidos entre 1967 e 1976. Os resultados mostraram que a média de primogênitos tinha QI de 103, enquanto os irmãos tinham 100 e, no caso de três filhos, a terceira criança apresentava QI de 99.

3. Você tem um gato

Entre os 600 estudantes de ensino médio que participaram de um teste de personalidade em 2014, aqueles que afirmaram gostar mais de cachorros como animais de estimação foram identificados como as pessoas mais extrovertidas, em comparação com os que escolhiam “gatos” como resposta. Mas no teste que mediu habilidades cognitivas, por outro lado, os fãs de gatos foram os que tiveram os melhores resultados.

4. Você aprendeu a ler cedo

Em 2012, cientistas estudaram cerca de duas mil duplas de gêmeos idênticos no Reino Unido e perceberam que o irmão que aprendeu a ler mais cedo conseguia melhor desempenho nos testes de habilidade cognitiva. Os pesquisadores afirmam que aprender a ler cedo ajuda a aumentar a habilidade verbal e não-verbal.

5. Às vezes você é bagunceiro

Em um estudo publicado na Psychological Science, 48 pessoas passaram por uma série de testes. Metade delas participou do teste em um local organizado, a outra metade em salas cheias de bagunça: os participantes das salas organizadas, notaram os cientistas, muitas vezes respondiam somente o que era esperado deles, mas as salas bagunçadas parecem ter estimulado respostas bem mais criativas.

6. Você tem hábitos noturnos

Em termos de intelecto, pessoas “noturnas” costumam superar aqueles que preferem acordar cedo, segundo um estudo publicado em 2009. Evidências indicam que hábitos noturnos não eram comuns entre nossos ancestrais e os cientistas acreditam que indivíduos capazes de defender novos valores evolutivos tendem a ser mais inteligentes.

Artigo extraído e adaptado do site Revista Galileu.

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10 Grandes diferenças entre metas e sonhos que você deve conhecer

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10 Grandes diferenças entre metas e sonhos

Você está esperando seus sonhos se tornarem realidade e mudarem sua vida? Peço desculpas por te dizer que os sonhos não se tornam realidade. Ao invés disso, são suas metas que podem mudar completamente sua vida. Você precisa criar metas para poder tornar seus sonhos em realidade.

Não confunda sonhos com realidade

Sonhos são fáceis. Eles são livres, também. Entretanto, sonhos por si só são apenas…sonhos. Eles são imaginários. E eles não produzem resultados tangíveis. Você precisa transformar seus sonhos em ação. Você precisa de metas para tornar a visão de seu sonho real.

“Sonhos podem inspirar você, mas metas podem mudar sua vida.”

Metas são sobre ação. Metas tornam os sonhos realidade.

Metas mudam você e podem mudar sua vida.

As diferenças entre sonhos e metas

Não confunda seus sonhos com suas metas. Sonhos ocupam sua mente. Metas assumem sua realidade. O que você irá fazer para tornar seus sonhos em metas?

Veja as 10 maiores diferenças entre sonhos e metas:

1)     Metas são coisas sobre as quais está agindo. Sonhos são coisas em que você está apenas pensando

Metas requerem ação. Sonhos podem acontecer sem levantar um único dedo, mesmo quando está dormindo;

2)     Metas possuem prazos. Sonhos são apenas, bem, sonhos

Metas precisam ter um prazo. Elas possuem uma data de validade. Sonhos podem acontecer para sempre. De fato, muitas pessoas mantêm sonhos por sua vida inteira sem nem mesmo alcança-los;

3)     Sonhos são livres. Metas tem um custo

Enquanto você pode sonhar de graça, metas não existem sem que você pague um preço. Tempo, dinheiro, esforço e suor. Como você irá pagar por suas metas?

4)     Metas produzem resultados. Sonhos não

Quer mudar sua vida? Seu trabalho? Seu estilo de vida? Metas podem fazer isso. Um amigo próximo acaba de lançar um livro. Ele fez isso. Se tivesse permanecido como um sonho, sua vida teria sido como sempre foi;

5)     Sonhos são imaginários. Metas são baseadas em realidade

Você pode sonhar que é o super-homem, mas isso provavelmente não irá acontecer. Metas são sobre coisas que você ocasionalmente pode conseguir. Elas estão enraizadas na realidade de seu mundo. Metas devem ser grandes, mas não supernaturais;

6)     Metas possuem uma linha de chegada. Sonhos jamais precisam terminar

Sonhos podem seguir para sempre. Eles não precisam ter um ponto final. Metas precisam ter um resultado específico;

7)     Sonhos podem inspirar você. Metas podem mudar sua vida

Sonhos podem te dar motivação. Eles podem inspirar você. Mas metas podem mudar sua vida para sempre;

8)     Metas precisam ter foco. Sonhos não

Sonhos podem ser esquivados, até pensamentos alternados. Metas precisam ter mira laser. Elas precisam ser específicas e elas devem estar sempre em sua mente;

9)     Metas necessitam de dedicação. Sonhos te tornam dedicados

Sonhar é fácil. Quase todo mundo tem um sonho. Mas poucas pessoas possuem metas. Metas são difíceis e requerem muita dedicação; (Veja o item número 3)

10)  Sonhos ampliam sua imaginação. Metas ampliam você

Sonhar leva a sonhos maiores. Eles esticam os limites de sua imaginação. Mas metas esticam você. Elas aumentam suas habilidades, suas capacidades e de mudam para sempre.

Metas se tornam verdade

Sonhos podem inspirar você, mas metas podem mudar sua vida. Algumas vezes você precisará de apenas um passo para tornar um sonho em uma meta. Ainda assim, poderá levar alguns anos para conseguir concluir completamente aquela meta. Sempre sonhe grande, mas tenha certeza de que suas metas serão tão grandes quanto. Porque sonhos nunca se tornam realidade… mas metas sim.

Artigo extraído e adaptado do site Professores do Sucesso.

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Como o cérebro processa as promessas de Ano-Novo

No período de festas de fim de ano, muitas pessoas fazem uma lista de promessas para a chegada do novo ano. Mas nem todas conseguem cumprir suas novas metas no decorrer dos doze meses. E a culpa, desta vez, não é da preguiça ou da falta de organização, mas, sim, da capacidade do nosso cérebro de se adaptar facilmente.

Pesquisadores do Instituto de Neurociência da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, identificaram mecanismos que fazem o cérebro incorporar novas informações às metas já estabelecidas– o que obriga qualquer pessoa a refazer e planejar novamente seus objetivos. Para cumprir as famosas promessas de Ano-Novo, portanto, o cérebro não pode identificar novos objetivos.

A pesquisa, que foi divulgada no periódico Pnas (Proceedings of the National Academy of Sciences), monitorou a atividade cerebral de voluntários enquanto jogavam videogame – eles tinham de apertar o botão A ou B conforme uma sequência de letras surgiam na tela, indicando novos objetivos (mesmo que apenas alternados) para o cérebro.

Os neurocientistas constataram que essa “atualização” de metas ocorre no lado direito do córtex pré-frontal, região já conhecida pela tomada de decisões, e envolve sinais químicos da dopamina, o neurotransmissor responsável pela sensação de prazer e recompensa.

Quando os pesquisadores usaram um pulso magnético para interromper a atividade nesta região do cérebro, os voluntários foram incapazes de mudar de tarefa no jogo, ou seja, eles não conseguiram apertar o outro botão depois de o “novo pedido” (sequência de letras) aparecer na tela.

“Nós encontramos um mecanismo fundamental que contribui para a capacidade do cérebro de se concentrar em uma tarefa e, em seguida, de forma flexível, mudar para outra”, explica Jonathan Cohen, que conduz a pesquisa.  “Estes achados dão fortes evidências de que os núcleos de dopamina permitem que o córtex pré-frontal guarde apenas a informação que é relevante para a atualização do comportamento.”

Pesquisas anteriores mostraram que, quando uma nova informação é usada para atualizar uma tarefa, um comportamento ou um objetivo, este dado é processado pela memória de curto prazo. Mas os estudiosos não sabiam, até então, quais mecanismos estavam envolvidos neste processo de “atualização” de metas.

O estudo de Princeton aponta que o córtex pré-frontal é, de fato, a área do cérebro envolvida nessa etapa, pois envia um curto pulso magnético que atualiza a memória de trabalho. Quando este pulso é interrompido, o cérebro processa a nova informação, mas não consegue atualizar sua memória, o que impossibilita a execução de novas metas.

“Previmos que, se o pulso emitido no lado direito do córtex pré-frontal for interrompido no momento em que o cérebro está atualizando a informação, o sujeito não conseguirá reter a informação sobre A ou B, interferindo no desempenho com um botão.”

 

Artigo extraído e adaptado do site UOLnotícias

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Cientistas acreditam ter descoberto gene da generosidade

A pesquisa mostrou que pessoas com o gene “COMT val” doam mais que as outras (Michael Kooiman/Wikimedia Commons)

Um grupo de pesquisadores da Universidade de Bonn dirigido pelo catedrático de psicologia Martin Reuter acredita ter descoberto o gene da generosidade, após ter feito um estudo com cem pessoas.

As cem pessoas, segundo Reuter revelou durante a apresentação da pesquisa nesta sexta-feira, foram convidadas a realizar uma prova de retenção de dados nas quais tinham que aprender uma série de dígitos e depois repeti-los utilizando a memória.

Após a prova, cada um dos participantes recebia cinco euros e tinha a possibilidade de doar parte dessa quantidade para um fim benéfico.

“As doações eram anônimas, mas nós sabíamos quanto dinheiro havia na caixa, por isso podíamos calcular o montante da quantidade doada”, explicou Reuter.

No teste de DNA os pesquisadores se concentraram no chamado COMT gene, que contém as informações para a geração de uma enzima que desativa determinadas substâncias no cérebro, entre elas a dopamina.

Há 15 anos se sabe que existem duas variantes distintas do COMT gene: o COMT val e o COMT met, que estão distribuídos de forma bastante equitativa entre a população humana.

Nas pessoas com a variante val, a enzima trabalha de forma quatro vezes mais efetiva, de modo que a dopamina é inativada de forma muito mais rápida.

O estudo da Universidade de Bonn demonstrou que isto tem efeitos no comportamento e as pessoas que participaram do experimento e que tinham a variante COMT val doaram o dobro da quantidade doada pelas que tinham a variante met.

Esta é a primeira vez que uma pesquisa empírica mostra uma correlação entre um fator genético determinado e atitudes altruístas, apesar de estudos com gêmeos já terem demonstrado que os genes influem de alguma forma nesses tipos de comportamento.

O grupo de trabalho de Bonn concentrou sua análise no COMT gene por saber que a dopamina influi no comportamento social dos seres humanos. Junto com outras substâncias, como a vasopressina, ela tem influência, por exemplo, sobre o comportamento sexual e a disposição para criar vínculos.

Artigo extraído e adaptado do site EXAME

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Por que estamos todos tão cansados?
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Déjà-vu pode ser um sinal de que sua memória está em dia

Você deve ter uma leve impressão de que já leu uma notícia sobre a explicação do déjà-vu antes, e isso não é um déjà-vu. Já existem algumas hipóteses e teorias para esclarecer aquele momento estranho em que você tem certeza de que já viu algo que nunca tinha visto, mas um grupo de cientistas da Universidade de St. Andrews, no Reino Unido, acaba de publicar no Quarterly Journal of Experimental Psychology uma nova explicação – e eles têm certeza absoluta de que não a viram em nenhum outro lugar. Mesmo.

Eles concluíram que o déjà-vu acontece quando nosso cérebro está verificando o arquivo de memórias em busca de uma específica e tropeça em uma incoerência, e não que ele é uma consequência da criação instantânea de uma memória falsa de longo prazo, que era a explicação dominante até então. Ou seja: ele seria um sinal de que nosso “desconfiômetro” de memórias falsas está em dia, e ocorreria com frequência cada vez menor com o envelhecimento.

Estudar o déjà-vu não é fácil. Afinal, ele é um fenômeno rápido e imprevisível. Para analisá-lo em laboratório, os cientistas usaram um método de indução criativo com os 21 voluntários. Eles são apresentados a uma série de palavras associadas a um determinado assunto, como, por exemplo, arroz, feijão, tomate e frango – mas a palavra essencial, que no caso é “comida”, é deixada de fora. Na segunda frase do experimento, os psicólogos perguntam às cobaias se havia, na lista, alguma palavra que começasse com a letra “c” na lista. A resposta, claro, será não.

Em uma terceira fase, a pergunta é mais direita: se alguém ouviu a palavra “comida”. E é aí que mora o truque. Ao mesmo tempo em que os voluntários se lembram claramente de não ter ouvido a palavra “comida”, eles têm a intuição de que aquele “c” estava por aí em algum lugar. E assim é plantada uma falsa memória.

Tudo isso ocorre dentro de uma máquina de ressonância magnética, o que significa que os cientistas foram capazes de analisar em detalhe a atividade cerebral dos “enganados” e ver se e como as áreas associadas à memória eram ativadas. E a descoberta foi surpreendente.

O hipocampo, região responsável pelas memórias recentes, não se animou muito. Por outro lado, áreas frontais, associadas à tomada de decisões, ficaram muito ativas. Ou seja, o cérebro estava vasculhando seu próprio arquivo atrás da palavra “comida”, e quando encontrou um conflito – no caso, uma estranha semelhança entre algo que aconteceu e algo que poderia ter acontecido –, parou para dar um jeito no bug. Para manter o vocabulário francês, voilà!

Até então, pensava-se que o fenômeno ocorria quando uma memória recente era enviada diretamente ao córtex, sem passar pelo hipocampo – ou seja, que ela ia direto para as memórias de longo prazo, dando a nós a impressão de que aquilo já teria acontecido há muito tempo.

Artigo extraído e adaptado do site Revista Galileu.

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7 medos mais comuns entre as pessoas no mundo

Do que você mais tem medo nesse mundo? O que te assusta e deixa em estado de pavor? Existem medos em comum nas pessoas que estão presentes em todas as partes do mundo.

O medo é uma sensação capaz de deixar as pessoas vulneráveis. O medo daquilo que não se conhece, por exemplo, está fora do controle de alguém e, portanto, isso acaba deixando o sistema nervoso em estado de alerta, gerando uma forte descarga de adrenalina.

Segundo especialistas, o medo provoca uma reação no cérebro que dispara uma resposta fisiológica no nosso sistema que acaba liberando grandes quantidades de hormônios do estresse. Um bom antídoto para o medo é a própria confrontação do que você teme. Mas quais são os maiores medos das pessoas?

Confira uma lista com os medos mais comuns do mundo:

1 – Medo da Morte

A morte é uma das grandes certezas na vida humana. Mas enquanto esse momento não chega, as pessoas temem muito a chegada da morte. Ela é considerada como um dos maiores medos em comum de todas as pessoas.

Os indivíduos temem esse acontecimento principalmente na forma como ele pode acontecer. Segundo estudos de uma universidade britânica, acidentes, facadas, tiros, doenças graves e tortura são um dos itens que mais causam medo e pavor para alguém como forma de morte. Eles são listados como os piores desejos para se ter como causa de morte.

2 – Medo de Falar em Público

O medo de falar em público é universal e atinge a uma parcela enorme de pessoas em todo o mundo. Dependendo do nível de medo de um indivíduo, falar em público pode pesar nas habilidades individuais e cognitivas de alguém e gerar graves consequências, como privar-se de sair na rua, conversar com uma pessoa ou até mesmo evitar contato com um membro próximo de sua família.

Uma das dicas que mais ajudam pessoas a enfrentar essa fobia é começando a falar para si mesmo em frente a um espelho, um grupo de pessoas, familiares, até ir conquistando confiança em si mesmo e perder a fobia de encarar multidões, por exemplo.

3 – Medo de Altura

O medo de altura recebe o nome de acrofobia, onde o indivíduo desenvolve um medo de nível irracional e acima do normal de altura. Esse tipo de medo causa ataques de pânico, quando alguém está em exposição a alturas elevadas e principalmente que não possuem algum tipo de proteção. Segundo estimativas, cerca de 2 a 5% da população mundial tenha a acrofobia.

Em um gráfico comparativo entre homens e mulheres, elas apresentaram um resultado duas vezes maior de incidência do distúrbio em relação aos homens. Segundo pesquisadores, este tipo de medo é um instinto de sobrevivência pois também é bastante comum no mundo animal (em outras espécies de mamíferos) e até nos bebês.

4 – Medo de Sangue

Desmaios, batimentos acelerados e até surtos cerebrais. Quem tem medo de sangue passa por situações bastante complicadas. Chamada de hematofobia ou hemafobia, hemofobia, o medo por sangue é caracterizado como uma patologia de ordem psicológica que acontece pelo medo em alta carga e de nível irracional de ver sangue.

O sangue, quando visto por alguém com essa fobia, ativa áreas do cérebro que faz a pessoa lembrar de lesões ou vulnerabilidades causando um estado inexplicável de pavor e ansiedade.

Segundo a Medicina, o medo de sangue tem a ver com algum tipo de evento traumático que a pessoa teve em algum momento de sua vida, tendo algum tipo de experiência ou vivência com sangue.

5 – Medo de Insetos

Aranhas, baratas, muriçocas, formigas, abelhas e inclui até animais como sapos, cobras, ratos, entre outros. O medo de inseto também é conhecido como insetofobia ou entomofobia. Ele inclui artrópodes parecidos, insetos e até vermes. Essa fobia causa um medo e aversão extrema a essas espécies.

Ao ver ou estar próximo de algum inseto ou artrópode, o sistema nervoso ativa algumas áreas do campo do cérebro  que faz com que a pessoa entre em estado de pavor, tremura e pânico incontrolável diante dessas espécies.

Segundo especialistas, a insetofobia pode originar-se de situações traumáticas vividas por alguém ou alguma situação parecida. Esse medo atinge principalmente grande parcela das mulheres no mundo todo.

6 – Medo do escuro

Esse medo cerca as pessoas desde a fase da infância. Qualquer barulho estranho à noite, seja um ruído de porta, ranger do assoalho, torneira pingando já são o suficiente para fazer uma pessoa se sentir em pânico e aterrorizada. Na infância, as crianças afirmavam que temiam o clássico bicho-papão ou algum tipo de monstro em seus quartos. O escuro pode gerar uma sensação de abandono e solidão.

Geralmente, o medo do escuro pode ser desenvolvido por conta de uma experiência traumática de uma pessoa que gerou pânico e constrangimento. Alguns especialistas afirmam que o medo do escuro é universal e presente em grande parte das populações.

Esse efeito do medo do escuro acontece desde a fase da infância quando a criança dorme sozinha em seu quarto e começa a ter imaginações sobre possíveis coisas assustadoras em sua casa enquanto o calar da noite chega.

7 – Claustrofobia: Medo de Lugares Fechados

É alguém ficar em um ambiente um pouco apertado, mais fechado etc que a pane começa. O medo de lugares fechados ou Claustrofobia, como é popularmente conhecida, é uma fobia causada por temor a lugares fechados, como quartos, elevadores, trens, túneis, entre outros.

Ela também afeta alguém quando se está diante de uma multidão, por exemplo. Essa situação de estar em pânico diante de locais “fechados”, causam tremuras e suor excessivo, além de boca seca e transtorno de pânico. 2 em cada 10 pessoas sofrem desse medo em todas as partes do mundo.

Texto retirado e adaptado de Fatos Desconhecidos.

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