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12 palavras e expressões para riscar agora do seu currículo

Elaborar um currículo está longe de ser uma tarefa fácil. Em meio a tantas dúvidas, selecionar quais informações merecem mais ou menos destaque é o grande desafio de qualquer profissional.

Mesmo para aqueles que possuem uma grande experiência no mercado e uma carreira invejável, algumas palavras e expressões que são muito comuns em currículos podem diminuir as chances de uma contratação.

Pensando nisso, substituir palavras muito utilizadas, acrescentar fatos e dados concretos e buscar detalhes da carreira são alguns dos pontos positivos que os contratantes levam em consideração.

Para ajudar, especialistas elaboraram uma lista com algumas palavras e expressões que você deveria retirar, ou pelo menos substituir, do seu currículo para deixá-lo mais atraente. Confira.

Liderança

De acordo com o LinkedIn, “liderança” aparece como a palavra mais utilizada nos perfis dos usuários dessa plataforma. Mesmo sendo popular, a simples indicação dessa competência não acrescenta nada para o currículo.

Segundo o gerente de vendas da empresa de recrutamentos Michael Page, João Paulo Klüppel, o melhor a se fazer nesse caso é contar experiências já vividas em outros ambientes de trabalho que comprovem essa habilidade.

“Sempre indicamos que não há necessidade de expor suas qualidades de maneira vaga, um bom currículo é aquele cujas competências aparecem ligadas às experiências”.

Pontual

A exemplo do termo liderança, colocar apenas a palavra “pontual” como uma qualidade não melhora seu histórico profissional. No mercado, espera-se que todo colaborador seja pontual e isso não o faz um melhor empregado.

Bom comunicador

Utilizar a expressão “bom comunicador” em um currículo pode não dizer muita coisa sobre a pessoa, já que qualquer característica de comportamento vai ser observada posteriormente em uma entrevista presencial.

Para a especialista em RH do site Vagas.com, Patrícia Sampaio, os adjetivos são dispensáveis no currículo.

“O entrevistador vai chegar às conclusões sobre as qualidades do candidato sozinho. A dica nesse caso é sempre colocar algum exemplo prático que ajude a entender por que a pessoa se classifica dessa maneira”.

“Altamente qualificado”

No mesmo raciocínio sobre a expressão “bom comunicador”, ser “altamente qualificado” também diz pouco sobre o candidato. Para Klüppel, o profissional deve lembrar que o currículo é apenas um documento – de papel ou digital – e que não reflete competências. “Todas as características são competências que só são avaliadas ao vivo, e não no currículo”.

Ambicioso

O gerente de vendas da Michael Page afirma que é sempre bom evitar dar destaque a interesses pessoais e características de personalidade no currículo. Muitas vezes elas não ajudam a refletir o real profissional por trás disso.

Trabalho em equipe

A expressão “trabalho em equipe” também  deve ser substituída por resultados atingidos em grupo, recomendam os especialistas.

“Apenas dizer que trabalha bem em equipe é muito vago. O ideal é apostar em exemplos práticos de resultados alcançados em equipe em outras experiências”, completa Klüppel.

Inovador

Outro adjetivo desnecessário. A inovação é uma qualidade que o candidato dificilmente conseguirá destacar num currículo sem  exemplos. Patrícia Sampaio ressalta que as seleções hoje em dia são direcionadas e que é a riqueza de detalhes concretos que faz a diferença na hora da escolha do melhor perfil.

Honesto

João Paulo Klüppel afirma que, nas empresas hoje, parte-se do pressuposto de que todos os seus colaboradores são honestos e éticos. “O mercado de trabalho tem esse tipo de valor enraizado. As organizações trazem isso dentro da sua cultura”. Colocar essa característica entre suas habilidades não vai diferenciar o profissional dos seus concorrentes.

“Meu objetivo é…”

O gerente de vendas da Michael Page afirma que a maneira como o candidato se descreve, tanto no objetivo como nas responsabilidades, pode ajudar a definir uma vaga. Para ele, o ideal é evitar o excesso de criatividade no currículo, com informações que não sejam pertinentes e expressões que não trazem informação alguma. “A questão ortográfica também é essencial. É sempre bom fazer uma revisão”.

Siglas

Em algumas carreiras, o uso de siglas e nomenclaturas próprias é muito comum. Porém, o profissional deve lembrar que muitas vezes a pessoa que lê os currículos pode não estar familiarizada com certas abreviações, o que pode prejudicar o entendimento.

“O gestor de RH, por exemplo, dificilmente dominará expressões específicas de determinadas áreas. É importante colocar as informações por extenso antes de utilizar as siglas”, afirma Klüppel.

Responsável por

Objetividade ao detalhar as funções anteriores conta pontos positivos e expressões como “responsável por” podem tirar o enfoque do que interessa. “O mais importante aqui é a informação que vem depois, nesse caso é melhor optar por colocar direto a função”, diz Patrícia. Mantenha apenas informações verdadeiras sobre sua carreira, sem dados falsos ou que maquiam as suas reais atividades, recomenda a especialista do Vagas.com.

Para João Paulo Klüppel, é necessário atenção na hora de descrever  responsabilidades em experiências anteriores.

“Nossas funções nunca são iguais nos diferentes empregos. É importante destacar essas diferenças, evitar que as informações se repitam, para não empobrecer o currículo, e ajudar o recrutador a compreender a evolução profissional da pessoa”.

Pronomes pessoais como eu, meu, nosso

Currículos agrupam informações de uma mesma pessoa. O uso de pronomes pessoais é dispensável já que os dados falam de um mesmo profissional.

“A forma mais direta sem pronomes pode tornar as informações mais claras, já que o currículo pressupõe contar a história da própria pessoa”, diz Patricia Sampaio.

Excesso de palavras

Um dos erros mais comuns é pecar pelo excesso de palavras ao descrever a trajetória. O hábito, muito comum entre os jovens em início de carreira, traz uma falsa sensação de ter mais experiências profissionais.

“Um bom currículo é aquele que traz todas as passagens de forma sucinta ou aquele que destaca os pontos altos das últimas passagens do profissional”, afirma Klüppel.

O gerente de vendas da Michael Page afirma que, no caso dos mais jovens, os recrutadores não levam tanto em consideração a quantidade de experiências que ele possui, mas sim o potencial que carrega consigo.

“É natural que o currículo de um jovem que está entrando no mercado seja completamente diferente daquele de uma pessoa experiente. A dica para suprir essa falta de dados é colocar algumas experiências da faculdade, algum curso e/ou trabalho voluntário relevantes para conseguir a vaga, sempre de forma sucinta”.

Artigo extraído e adaptado do site Exame.

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6 coisas que os recrutadores/empregadores procuram (e que os profissionais não têm)

Há quem viva uma carreira inteira apenas mirando os altos cargos da empresa, mas que nunca passou nem perto de alcançá-los. O motivo para isso pode estar em um erro de foco para o próprio desenvolvimento profissional.

É o que revela o levantamento feito pela Career Advisory Board. Segundo a pesquisa, tanto os profissionais novatos no mercado quanto aqueles que miram o alto escalão admitem não ter algumas das características mais importantes.

Para chegar à lista, a companhia consultou 540 recrutadores de grandes companhias americanas e 734 pessoas de diferentes níveis que estão procurando emprego. Os profissionais que miram os postos mais elevados tiveram o pior desempenho da pesquisa.

Eles admitem não ter características como visão estratégica, perspectiva global e, até, habilidade para fazer networking – itens considerados de suma importância pelos recrutadores.

Confira quais foram os itens que apresentaram a maior lacuna na relação entre a demanda das companhias e a auto avaliação dos candidatos:

Visão estratégica

A característica mais importante para os executivos, segundo os próprios recrutadores, também é a que apresenta a pior lacuna com relação à avaliação dos próprios candidatos.

Enquanto os headhunters dão nota 78 para o grau de importância da característica para o cargo, os aspirantes ao alto escalão avaliam a si mesmos com nota 21 nesse quesito. Com isso, a lacuna é de 57 pontos para esse fator.

Visão global

Compreender outros mercados e estar pronto para lidar com a complexidade do mundo atual é a quarta característica mais importante para os profissionais que queiram atuar em cargos executivos. Mas, apesar dessa demanda dos novos tempos mundiais, os candidatos a esse tipo de oportunidade admitem não ter qualificação ou experiência suficiente para lidar com o assunto.

Segundo os cálculos da pesquisa, entre os profissionais que miram o alto escalão, a lacuna entre o grau de importância da característica e a avaliação dos próprios candidatos é de 47 pontos.

Perspicácia

Um quê de malícia e esperteza para negócios é o terceiro ponto mais bem cotado para cargos altos. Nesse aspecto, os profissionais também tropeçam. A lacuna para o quesito é de 45 pontos.

Habilidade para fazer networking

Ter uma rede de contatos extensa (e feita com qualidade) não abre apenas as portas para oportunidades de carreira. Na visão dos recrutadores, esse atributo é essencial para o bom andamento dos negócios quando você está no topo de uma grande organização.

Mesmo com prováveis muitos anos de experiência no currículo, os quase executivos admitem que ainda sofrem para fazer um bom networking. Não deu outra, a lacuna para o fator é de 15 pontos.

Automotivação e Proatividade

Profissionais de média e alta gerência já aprenderam a criar estratégias para tomar a frente de projetos e se motivar sem que o chefe fique no pé como uma espécie de líder de torcida.

O problema, segundo o estudo, está na multidão de profissionais recém chegados ao mercado de trabalho. Entre eles, a lacuna entre o grau de importância elencado pelos recrutadores e a autoavaliação rendeu 11 pontos negativos.

Habilidades interpessoais

Lidar com gente, pelo que se vê, é uma pedra no sapato tanto para profissionais novatos quanto para quem já mira cargos na média gerência. Em ambos os casos, a lacuna entre a demanda dos recrutadores e o que os candidatos estão prontos para entregar foi de 5 e 8 pontos negativos, respectivamente.

Artigo extraído e adaptado do site Exame.

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O mercado laboral tem sofrido diversas alterações nos últimos anos e sua evolução levou as empresas a valorizarem cada vez mais os valores pessoais dos candidatos, não olhando apenas para o currículo e a experiência.

Apesar da tendência atual ditar que os currículos sejam cada vez mais simples – menos informação equivale a menos ruído – os currículos a la carte têm ganhado terreno, ou seja, adaptados especificamente ao cargo pretendido pelos candidatos, segundo o site econômico Invertia.

Assim, além da importância da formação e da experiência profissional, a entrevista adquire cada vez mais importância, onde tudo conta – desde a linguagem corporal, a dicção, timbre de voz até a confiança.

Pensando nessas mudanças, confira as 10 qualidades mais apreciadas nos candidatos atualmente e como desenvolvê-las para demonstrar possuí-las.

1. Compromisso total

A empresa onde você trabalha deve ser vista como seu segundo lar, já que é um dos locais onde você passa a maior parte do tempo. Torne-a a sua casa.

2. Responsabilidade

Cumpra os prazos dos projetos com o objetivo de otimizar a gestão do tempo. Esqueça o ditado popular “antes tarde do que nunca”.

3. Envolvimento

Com a filosofia, a missão e os valores da empresa, a capacidade de trabalhar em equipe ganha cada vez mais força. “Se a empresa ganha, ganhamos todos”, esse deve ser o seu slogan.

4. Atitude positiva

Interessar-se e transmitir positividade em relação aos projetos nos quais atua é primordial. Uma atitude negativa só vai desmotivá-lo e a sua equipe. Modele à sua maneira os projetos em que está envolvido para torná-los mais prazerosos.

5. Próatividade

Tome iniciativa, empreenda ações e assuma a responsabilidade pelos resultados, sejam eles bons ou ruins.

6. Adaptabilidade

A capacidade de adaptação e resiliência é essencial para sobreviver a longo prazo numa estrutura empresarial. Nada de passos em falso, prime pela discrição quando necessário.

7. Interesse

Interesse-se pelo seu cargo, pelo departamento, pela empresa. Procurar informações sobre a empresa antes da entrevista é uma prática cada vez mais recomendada pelos especialistas, até porque, assim, você poderá observar se a cultura da empresa combina com os seus valores.

8. Especialização em novas tecnologias

Num momento em que a internet, as redes sociais e as novas tecnologias adquiriram grande peso, mostrar conhecimentos específicos é um ponto a favor para os candidatos. Dica: Saber navegar nas redes sociais não é o suficiente.

9. Sinceridade

Mentir no currículo e na entrevista pode fazer com que você perca uma boa oportunidade de encontrar emprego e pode queimá-lo para sempre no setor. Não o faça.

10. Empatia

A capacidade de mostrar proximidade e compreensão com os colegas de trabalho ajuda a criar um ambiente laboral favorável.

Artigo extraído e adaptado do site Dinheiro Vivo.

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Como personalizar a URL do LinkedIn e ter um perfil único

Nossa marca pessoal na internet é muito importante e personalizar a URL do LinkedIn é algo básico nesse cuidado. No entanto, essa é uma tarefa ainda pendente para muitos profissionais e empreendedores. Se você é um deles, está na hora de mudar isso!

O LinkedIn é a rede social profissional mais relevante atualmente, por isso nosso perfil nesse site deve ser bem preparado para transmitir credibilidade e ter uma ampla rede de contatos.

Uma das ações que devemos realizar para que o nosso perfil seja percebido como profissional é a personalização da URL. E é uma ação muito fácil! Em poucos minutos temos um perfil único, só nosso.

Por que devemos personalizar a URL do Linkedin?

Quando nos registramos no LinkedIn, nosso perfil ganha uma URL. Mas como ela é criado aleatoriamente, é cheio de números e letras, nada elegante e profissional.

Mas nós temos a possibilidade de personalizá-la para que fique muito mais apresentável. É a nossa chance de ter uma URL com nosso nome e sobrenome, um endereço único na internet.

Divulgar esse link modificado num currículo fica muito mais elegante e também facilita que os buscadores encontrem você entre tantos outros profissionais.

>> Link personalizado em 4 cliques:

1) Após entrar no LinkedIn, clique na sua foto no canto superior direito e, em seguida, em Configurações e Privacidade.

Personalizar url Linkedin

2) A próxima página oferece muitas opções de configuração, mas o que nos interessa é a parte inferior onde está o link Editar seu perfil público.

Personalizar url Linkedin

3) Nessa nova página estão as informações que você escolheu para apresentar no seu perfil público do LinkedIn. Lá no canto inferior direito está o link que buscamos: Personalize a URL de perfil público.

Personalizar url Linkedin

4) Agora só falta escolher a URL personalizada. O mais recomendável é utilizar nosso nome e sobrenome. Talvez a URL que você queira já tenha sido escolhida por outra pessoa. Nesse caso, não resta outra opção senão fazer várias tentativas até encontrar uma que você goste e esteja disponível.

Personalizar url Linkedin

> Como explica o LinkedIn na sua Central de Ajuda:

  • Não é possível alterar a URL mais de 3 vezes em 6 meses.
  • A URL personalizado pode incluir entre 5 e 30 letras ou números.
  • Não podemos usar espaços, símbolos ou caracteres especiais.

Já personalizou sua URL? Ótimo! Seu perfil já pode ser divulgado como merece!

Artigo retirado do site Maíra Garrido.

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7 Dicas incríveis para se destacar no LinkedIn

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7 Dicas incríveis para se destacar no LinkedIn

Buscando dar uma retocada em seu perfil do LinkedIn? Mais do que apenas um site que você visita quando sonha em fazer uma mudança de carreira, o LinkedIn é uma arena online viva que reflete todo o seu trabalho.

O LinkedIn é o lugar para mostrar sua experiência como um líder da sua área, para se misturar com pessoas de interesse em comum, e quando usado corretamente, pode até ser um ótimo lugar para gerar tráfego para seu site.

Destaque-se na rede social mais profissional do mundo seguindo estas dicas incríveis:

1. Coloque seu melhor sorriso
Quando se trata de primeiras impressões, nós, os seres humanos, somos um grupo bastante visual e, por isso, é essencial escolher a foto mais perfeita e profissional para seu perfil.

Aqui estão algumas regras de ouro para produzir a foto de perfil perfeita para o Linkedin:

> Vista-se para o Sucesso
Se as fotos do LinkedIn viessem com um código de vestimenta seria “profissional casual”. Isso significa que se você estiver procurando a foto perfeita em seus arquivos, evite tudo que seja muito formal. Necessita de ajuda para encontrar a roupa perfeita? A regra é simples: se você usaria para uma reunião no escritório, você pode usar em seu perfil.

> Diga X
Como diz o velho ditado, as pessoas fazem negócios por empatia. No mundo online, a maneira mais fácil de conhecer alguém, ou pelo menos deixar uma porta aberta para que a pessoa se aproxime de você, é ter uma foto com um sorriso simpático nela. Todos querem fazer negócios ou chamar para uma entrevista pessoas que transmitam positividade.

> Cara a Cara
A sua foto do perfil deve mostrar você! Como regra geral, o seu rosto deve ocupar pelo menos 3/4 da área da sua imagem de perfil.

Caso entenda inglês, este vídeo oficial do LinkedIn é bem legal e também mostra, de forma descontraída, como selecionar a foto perfeita.

2. Tudo Sobre Você!
Ao contrário de seu currículo padrão, seu perfil do LinkedIn pode ser escrito em um tom mais casual, lembre-se, ele é uma rede social. Certifique-se de mostrar quem você é como pessoa, e não apenas como empregado.

> Comece com um título arrasador!
Como você descreveria o que você faz em 120 caracteres? As probabilidades são de que há mais sobre você do que apenas um título e é isso que queremos ler. Utilize esse espaço para destacar as características mais fortes que fazem você se destacar no mundo (não apenas no local de trabalho).

3. Faça uma auditoria de SEO* em sua página
Até agora você já deve ter notado que as páginas de redes sociais (como o seu perfil do LinkedIn) são algumas das primeiras coisas que surgem quando alguém executa uma pesquisa no Google sobre você. O que você pode não ter percebido é que muitas pessoas – como caçadores de talentos e recrutadores – usam o LinkedIn para realizar pesquisas profissionais também. Com mais de 5,7 bilhões de buscas profissionais realizadas no LinkedIn a cada ano, você vai querer ter certeza de que você está selecionando as palavras corretas para coincidir com o que os recrutadores em sua área estão procurando.

Assim como você faria em seu site, você pode separar um tempo para investigar as palavras corretas para o seu perfil por meio de uma pesquisa de palavras-chave do Google.

4. Endereço Online
O quão sério é você sobre o seu endereço do LinkedIn? Dê ao seu perfil uma vantagem profissional, personalizando o URL do seu perfil no Linkedin. Isso fará você parecer mais esclarecido em tecnologia.

5. Organize sua página estrategicamente
Você acha que suas realizações acadêmicas merecem mais destaque do que a sua experiência profissional? Algumas de suas habilidades e endossos mais relevantes do que outros? Praticamente tudo no seu perfil do LinkedIn pode ser reformulado e reorganizado como você achar melhor. Então, vá em frente e mude as coisas de modo que os pontos mais impressionantes sobre você não passem desapercebidos por ninguém!

6. Fez um bom trabalho? Prove!
É um fato: exibir algo é muito mais impressionante do que apenas dizer. Complemente o que escrever em palavras com vídeos, links, fotos e exemplos de apresentações em todas as áreas do seu perfil. Um link que você definitivamente vai querer adicionar ao seu perfil é o seu currículo online.

7. Distribua seu Conhecimento
Como mencionamos acima, o Linkedin é um local para se posicionar como um perito em seu campo. Indiscutivelmente, uma ótima maneira de fazer isso é compartilhando conhecimento e sua percepção da indústria em artigos de blog. Linkedin tem a sua própria plataforma de postagem para compartilhar seus pensamentos diretamente com seus contatos profissionais. Além disso, se você já é um blogueiro ávido, o LinkedIn é o lugar perfeito para seu conteúdo e para dar um impulso adicional ao SEO.

*SEO: Search Engine Optimization = Otimização do Mecanismo de Pesquisa

Artigo retirado do site Wix.

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Trabalho voluntário não é enfeite para currículo

“Quando passamos a fazer trabalhos voluntários, nos tornamos mais abertos, disponíveis. A tolerância e resiliência também são exercitados a cada dificuldade encontrada na rotina do voluntário.” Michele Dantas

Seja realista.

Sim. Ainda há pessoas (em pleno 2016) que inserem em seus currículos o trabalho voluntário como um enfeite. Uma “habilidade”. Uma forma de sensibilizar o recrutador talvez. Ou porque acham que “pega bem” se fazer de politicamente correto.

Mas o que o cara “good vibes” provavelmente não reconheça é o poder transformador que o voluntariado proporciona não apenas na vida pessoal, mas principalmente na profissional.

(Pausa) Peraí! “Principalmente na profissional” é meio forte, não?

Não! E eu vou lhes explicar o porquê.

Quando passamos a fazer trabalhos voluntários, nos tornamos mais abertos, disponíveis. A tolerância e resiliência também são exercitados a cada dificuldade encontrada na rotina do voluntário. É um exercício de paciência, trabalho em equipe, liderança, humildade e humanidade. É um ciclo de recomeços.

Quando nos engajamos em algo em que acreditamos, fazemos com paixão e garra! Não medimos esforços para atingir a meta e alcançar os resultados. Temos objetivo, foco e planejamento. Essa vontade em fazer o melhor pode ser compartilhada também no mundo corporativo. E porque não?

Sim, é possível transportar o espírito voluntário para o mundo dos negócios. Nos tornamos mais sensíveis aos problemas do colega do departamento ao lado. Buscamos por soluções mais simples e objetivas, nos tornamos mais disponíveis. Faça uma autoanálise. Como se sente quando consegue ajudar, de fato, alguém?

Pense bem. Trabalho voluntário é trabalho sério. E pra você que chegou até aqui é o “cara good vibes”, que tal pesquisar algum projeto de voluntariado no seu bairro, cidade ou empresa? Tire o trabalho do papel e mãos à obra!

Faça a diferença, na essência.

Artigo de autoria de Michele Dantas, publicado originalmente em Pulse

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Trabalho voluntário: quando e como incluir no seu currículo

Não tem certeza se deve incluir em seu currículo trabalhos voluntários? Preocupado se isso não vai ser levado a sério por potenciais empregadores? Pois é melhor pensar bem nessa decisão.

Uma pesquisa de 2013 da consultoria Deloitte mostrou que quatro em cada cinco diretores de recursos humanos prestam bastante atenção a experiências adquiridas em trabalho voluntário na hora de contratar.
Talvez a pergunta certa não é: devo incluir trabalho voluntário? Mas sim: como devo fazê-lo?

RELEVÂNCIA
Suzanne Lucas, ex-diretora de recursos humanas e hoje blogueira, sugere que todas as atividades do currículo sempre tenham alguma relevância para o cargo disputado.
Se você quer uma vaga de professor e já atuou como escoteiro voluntário, isso interessa.
“Mas se você é um contador pedindo emprego, dar detalhes de sua atuação entre escoteiros vai fazer o recrutador pensar: ‘ele vai querer ir embora mais cedo do trabalho para se dedicar a isso’.”
A não ser que o contador em questão estivesse se voluntariado para fazer a contabilidade dos escoteiros, a experiência deve ficar de fora do currículo, segundo Lucas.

SEJA ESPECÍFICO
Ninguém quer ver uma lista enorme de organizações onde você trabalhou. Só vendo a lista, não é possível saber se a sua experiência foi relevante ou se você só estava lá colando selos em cartas.
Nicole Williams, especialista em carreiras da LinkedIn, sugere que os candidatos deixem detalhado o que fizeram de relevante em cada instituição que listarem.
Mark Zafra, diretor de uma empresa de serviços financeiros, recomenda que dar destaque para resultados que podem ser medidos em números. Ele recomenda que o candidato seja o mais específico com números possível, com frases como “ajudei a construir duas casas” ou “treinei 24 pessoas”.

FAÇA A LIÇÃO DE CASA
Se você sabe o nome de quem vai entrevistá-lo para o emprego, tente aprender o máximo sobre essa pessoa antes da entrevista. Se seu trabalho voluntário tem alguma relação com coisas que interessam essa pessoa, suas chances de causar uma boa impressão são melhores.
Williams conta o caso de uma pessoa que estava escolhendo entre dois candidatos. Ao olhar o perfil no LinkedIn dos dois candidatos, um havia listado seus trabalhos voluntários e o outro não.
A pessoa com trabalho voluntário na Sociedade Americana pela Prevenção da Crueldade contra Animais acabou ganhando o emprego porque o responsável por contratá-lo gostava de animais.

MÍDIAS SOCIAIS
Adam Lloyd, presidente da empresa Webber Kerr Associates, que contrata executivos, disse que cada vez mais os administradores estão olhando para o perfil online de seus candidatos, sobretudo em plataformas de mídia social para aprender mais sobre os indivíduos.
Incluir informações sobre trabalho voluntário nessas plataformas é uma boa ideia. O LinkedIn tem uma área específica para que as pessoas listem apenas experiências com trabalho voluntário.
“Do ponto de vista de quem contrata, o trabalho voluntário está na categoria de atributos ‘intangíveis'”, diz Lloyd. “Ele dá uma dimensão extra e uma percepção de que o candidato é completo, o que dá um empurrãozinho nas suas chances de contratação.”

MELHOR QUE NADA
Se você tem alguma lacuna na sua formação, um trabalho voluntário pode ser a melhor forma de preencher esse vazio, diz Jorg Stegemann da Kennedy Executive Search & Outplacement.
“Depois de seis meses, é sempre bom ter algo novo para botar no currículo. Trabalho voluntário é uma ótima opção.”
Quem está desempregado pode fazer trabalhos voluntários em sua área. Diretores financeiros, por exemplo, podem ajudar amigos a tomarem decisões estratégicas para seus negócios.
“Sem uma atividade constante, esse vazio vai ser interpretado como ‘estava em casa vendo TV'”, diz Stegemann.
Novamente a regra principal aqui é ser específico na hora de listar essa experiência.

Leia a versão original desta reportagem em inglês no site BBC Capital.

Artigo extraído do site BBC Braasil

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10 currículos mais criativos do mundo

O currículo é uma ferramenta utilizada quase que integralmente em processos seletivos como um primeiro contato entre o candidato e a empresa. Embora atualmente sofra duras críticas que todo mundo que já escreveu ou avaliou um candidato, a verdade é que a sua presença ainda é sólida e, provavelmente, ainda vai durar bastante.

Sendo assim, se precisamos ainda fazer um, vamos aproveitar para já chamar a atenção e nos destacarmos desde o início. E nada melhor do que boas referências para fazer isso!

1. Currículo Estilo Jogo

currículo tipo jogo

 

2. Currículo Estilo Metro

currículo estilo metro

3. Currículo Estilo Infográfico

currículo infográfico

 

4. Currículo Estilo Ilustração

currículo estilo ilustração

5. Currículo Estilo Árvore

currículo estilo árvore

 

6. Currículo Estilo Retrô

currículo retro

 

7. Currículo Estilo Jogo 2

Currículo Estilo Jogo

 

8. Currículo Estilo Mapa

currículo estilo mapa

 

9. Currículo Estilo Infográfico 2

Currículo Infográfico

 

10. Currículo Estilo RPG

currículo estilo rpg

 

EXTRAS E TENDÊNCIAS

Como vimos nos exemplos acima, muita coisa têm mudado desde os currículos tradicionais e tediosos que viraram padrão nos últimos 100 anos. De todas as mudanças, acredito que duas tendências são muito fortes: uso de infográficos e utilização de imagens.

Estas tendências se mostram ainda mais fortes nos novos métodos de enviar currículo como:

Artigo extraído e adaptado do site BLOG.LUZ.VC.

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6 dicas do RH do Google para uma boa entrevista de emprego

Chefe da área de pessoas do Google global desde 2006, Laszlo Bock é o responsável por atrair, desenvolver e reter os talentos da empresa – chamados de googlers. Desde então, sob sua liderança, o Google foi considerado a ‘Melhor empresa para se trabalhar’ mais de trinta vezes em todo o mundo e recebeu mais de 100 prêmios como um dos empregadores favoritos no mercado.

Quando o assunto é entrevistas de emprego, ele já esteve dos dois lados da mesa. Baseado em sua experiência pessoal, compartilhou em sua página no LinkedIn seis dicas de como se dar bem nessas entrevistas:

1. Adivinhe o futuro
Você pode antecipar 90% das perguntas que serão feitas durante a entrevista. Três delas são bastante comuns: “Me fale um pouco sobre você?”, “Qual é sua maior fraqueza?” e “Qual é o seu maior ponto forte?”. Ainda assim, as demais perguntas fazem parte de uma lista fácil de adivinhar, como “Por que você quer este trabalho?” ou “Me conte um problema difícil que você tenha resolvido”. Se você não consegue pensar em nenhuma, busque no Google ‘perguntas mais comuns em entrevistas’. Em seguida, anote as vinte melhores perguntas que você acha que vão fazer parte da sua entrevista.

2. Planeje o ataque
Para cada pergunta dessa lista, escreva uma resposta adequada. Sim, eu sei que não é uma tarefa fácil escrever essas respostas. É difícil e frustrante, porém faz com que o raciocínio das respostas fique gravado na sua cabeça – e isso é muito importante. Você deve dar respostas rápidas e automáticas. Não vale a pena deixar para pensar em todas as respostas somente na hora da entrevista.

3. Tenha um plano B
Na realidade, para cada uma das perguntas da sua lista, você deve escrever três respostas. Por que? Você precisa ter uma resposta diferente e igualmente boa para cada questionamento do entrevistador, caso você sinta, na hora da entrevista, que uma das respostas não vai fazer tanto sentido no contexto da conversa.

4. Prove-se
Cada questão deve ser respondida com uma história que prova que você pode fazer aquilo que estão te perguntado. A pergunta “Como é que você lidera?” deve ser respondida com “Eu sou um líder colaborativo/decisivo/determinado/etc. Vou contar sobre a ocasião em que eu…”. Sempre conte uma história ou traga fatos para provar que você é o que você diz que é.

5. Leia o ambiente
Olhe em volta. Concentre-se no entrevistador. Nos primeiros dez segundos da entrevista, veja se há alguma coisa em seu escritório que você tenha percebido e possa usar para fazer uma conexão? Um livro em uma prateleira? A foto de família? Uma pintura? Leia o entrevistador: sua linguagem corporal está aberta ou fechada? Ele está cansado e você deve tentar animá-lo? Ele está gostando da sua linha de raciocínio ou você deve mudar de direção?

6. Pratique
Quando eu estava no segundo ano da graduação em administração, eu pratiquei minhas respostas – em voz alta – até conseguir contar cada história bem. Meu companheiro de quarto entrou um dia no dormitório e me viu sentado no sofá recitando uma vez atrás da outra por que eu considerava que era um grande líder. Ele imaginou que eu estava preso em algum circuito de autoajuda de afirmação pessoal, ou algo do tipo. Mas logo depois eu consegui sete ofertas de emprego de cinco empresas diferentes (isso é outra história) e estava prestes a obter mais seis no momento em que parei de buscar. Como isso é possível? Prática.

Publicado originalmente em Exame.com

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Currículo em inglês: 10 dicas indispensáveis

Ulisses Wehby de Carvalho, intérprete de conferências e CEO do Tecla SAP, definiu 10 dicas indispensáveis para a confecção de um currículo em inglês de qualidade. Ele buscou dar orientações sobre o uso correto e ideal de palavras e expressões da língua inglesa, que demonstram a fluência no idioma. Boa leitura!

“1. Não use o tradutor automático

Não use software de tradução automática, em hipótese alguma, para fazer seu currículo em inglês. Se você precisa de alguma razão para não usá-lo, leia os posts “Google Translator e a Copa” e “Tradutor Online: Dá para confiar?“. Se seu nível de inglês for básico e não tiver confiança para redigir o texto sozinho, peça para algum amigo ajudar ou, melhor ainda, contrate um tradutor profissional. Uma tradução automática, como as dos dois exemplos, pode conter erros elementares que podem, “automaticamente”, te deixar de fora do processo seletivo.

2. Modelos de currículo

Há diversos sites que oferecem modelos de currículo em inglês. Encontrei vários exemplos para diversas carreiras em Free Resume Samples. Escolha o que melhor se adapta ao seu estilo e ao cargo que pretende. Pelo nome do site você já percebeu que “resume” é a palavra da língua inglesa que quer dizer “currículo”. O que talvez você ainda não saiba é que ela pode ser escrita com até dois acentos!

3. Ordem direta

Em inglês, é recomendável mantermos a ordem direta das orações. Você não sabe do que estou falando? Explico: sempre que possível, procure manter a sequência “sujeito”, “verbo” e “objeto”. Por exemplo, I worked for Hearns & Hearns International from 2004 to 2007. O sujeito é “I” (eu), o verbo é “worked” (trabalhei) e o complemento é “for Hearns & Hearns International from 2004 to 2007” (na Hearns & Hearns International de 2004 a 2007). Não pense que vão achar que o seu texto em inglês está muito simples nem que a frase estaria errada se ela começasse com “From 2004 to 2007, I worked for…”.

Não se esqueça de que a inversão dos elementos da oração, algo normal e até esteticamente positivo em português, é menos comum na língua inglesa. Prefira, portanto, a objetividade e a simplicidade na construção das orações na língua inglesa. A recomendação vale para o seu currículo e para qualquer outra forma de comunicação profissional.

4. Precisão nas informações

Em vez de escrever algo como “I worked in a project that generated a lot of sales.” (Trabalhei em um projeto que gerou muitas vendas.), seja, se possível, mais preciso. A frase poderia ficar assim “I led the (name) project, a sales effort that generated 2.3 million dollars in 18 months.” (Fui responsável pelo projeto (nome), uma campanha de vendas que, em 18 meses, gerou um faturamento de 2,3 milhões de dólares). Sem exageros, quanto mais específica a informação, melhor.

5. Ortografia: Tudo cuidada é puoco!

Um errinho bobo de digitação pode demonstrar falta de atenção e desleixo. Não confie cegamente no corretor ortográfico do MSWord, ou de qualquer outro editor de texto, porque há palavras com grafia parecida em inglês. Portanto, se você escrever, por exemplo, “ball” (bola) no lugar de “bell” (sino), o corretor não vai perceber. Um erro dessa categoria, muito comum até entre os nativos, é o que está explicado em “Troca a placa! YOUR x YOU’RE“.

Se você não tiver 100% de certeza quanto à ortografia de uma palavra, abra o dicionário e, com calma, confirme qual é a grafia correta. O currículo é seu cartão de visita para o mercado de trabalho e não vale a pena arriscar. Afinal de contas, o texto tem só uma ou, no máximo, duas páginas.

6. Os números, o ponto e a vírgula

Outro erro frequente nos textos em geral é a não observação do sinal usado para separarmos as casas decimais. O que em português é vírgula, vira ponto em inglês. Onde usamos ponto, usa-se a vírgula em inglês. Este é mais um detalhe aparentemente insignificante, mas que merece toda a nossa atenção.

7. Gramática

Seria impossível apontar aqui todos os possíveis tropeços gramaticais que podem surgir em um currículo. Um deles, no entanto, é um dos mais recorrentes: a diferença entre o Simple Past e o Present Perfect. Lembre-se de que devemos usar o Simple Past para descrevermos as atividades concluídas, com a definição de tempo explícita ou implícita. Prefira o Simple Past, portanto, para descrever todos os cursos concluídos e os cargos que você já não ocupa mais. Para descrever seu cargo atual ou, eventualmente, cursos e projetos ainda em andamento, prefira o Present Perfect.

8. Seja confiante, mas sem exageros!

Não há nada de errado em transmitir uma imagem confiante e segura no texto em inglês. Não tenha vergonha de destacar suas qualidades e realizações. Ninguém vai te achar arrogante. Mas não exagere na dose, é óbvio! Principalmente na hora de descrever seu nível de inglês. Não se esqueça de que inglês fluente é conceito vago, mas, no mínimo, você vai precisar sustentar uma conversa inteligente na língua inglesa durante a entrevista, né?

9. Business English

As dicas do post “Como se diz ‘salário’, ‘benefícios’ e ‘plano de carreira’ em inglês?” já são um bom começo para você se familiarizar com o inglês falado no mundo dos negócios.

Cada setor da economia, seja no mundo empresarial ou acadêmico, tem seu jargão próprio e você somente terá familiariedade necessária se você incluir, na sua rotina diária, a leitura de publicações especializadas do seu ramo de atividade. Esse vocabulário específico só será criado, ampliado e mantido se você mantiver contato constante com ele.

10. Palavras e expressões comuns

Segue relação de palavras e expressões frequentes em currículos e sugestões de tradução.

Melhorar, implementar, gerar, organizar etc. – Em geral, a tradução desses verbos não costuma causar problemas. Opte por “IMPROVE”, “IMPLEMENT”, “GENERATE”, “ORGANIZE” (AmE) ou “ORGANISE” (BrE) etc.
Ajudar – A opção recomendada é mesmo “HELP”. Aliás, se você não for a pessoa responsável por uma atividade, use “HELP” + outro verbo da lista acima, como em “I helped improve…”, “I helped organize…” etc.
Realizar – Não há solução única para as diversas possibilidades de uso desse verbo. Em geral, prefira “CARRY OUT” ou “PERFORM”.
Criar = o verbo “CREATE” não é, em geral, a opção ideal. Prefira soluções do tipo “ORGANIZE”, “DEVELOP”, “PUT TOGETHER”, “CARRY OUT (A PLAN)”, entre outras opções.
Ser responsável – Tenha muito cuidado com a grafia de “RESPONSIBLE”. O correto é assim mesmo, com “i” no lugar do “a”! Escreva, portanto, “I was responsible for the marketing campaign.” Outra opção é “TO BE IN CHARGE OF”, como em “I was in charge of the accounting department…”.
Cargo – A palavra mais comum é “POSITION”.
Realização – As opções são “ACHIEVEMENT” e “ACCOMPLISHMENT”.
Conhecimentos de… – Escreva “KNOWLEDGE OF” ou “WORKING KNOWLEDGE OF…”.
Conhecimentos de Informática – “COMPUTER SKILLS” é uma boa resposta.
Estágio – Em geral, usa-se “INTERNSHIP”. Essa é a palavra que você usa também para dizer “residência médica”, por exemplo.
Estagiário/a – “INTERN” ou “TRAINEE”.
Analista – Sem hesitação, aqui a resposta é simples: “ANALYST”.
Experiência Profissional – As alternativas são “EXPERIENCE”, “WORK EXPERIENCE”, “PROFESSIONAL EXPERIENCE” e “POSITIONS HELD”.
Formação Acadêmica – Opte por “EDUCATION” ou “EDUCATIONAL BACKGROUND”.
Aluno de Graduação – Tenha muito cuidado porque “UNDERGRADUATE STUDENT” é a resposta.
Aluno de Pós-Graduação – É preciso atenção porque há outra pegadinha: “GRADUATE STUDENT”. Mais sobre o assunto em “GRADUATE: como traduzir esse falso cognato?“.
Objetivo – A opção ideal é mesmo “OBJECTIVE”.
Trabalho voluntário – A expressão “(TO DO) VOLUNTEER WORK” é válida, assim como “TO WORK AS A VOLUNTEER FOR (NAME OF ORGANIZATION)”.
Extracurricular – Escreva “EXTRACURRICULAR (COURSES, ACTIVITIES etc.)”.
ONG – A sigla em inglês é “NGO” (Nongovernmental Organization).
Treinamento – Escreva “TRAINING PROGRAM”.
Fazer curso – A opção mais comum é “TO TAKE A COURSE”.
Competências – Use “SKILLS” ou “SKILLS SET”.
Data de nascimento – Embora este seja um item dispensável no CV em inglês, as opções são “DATE OF BIRTH” ou a abreviação “D.O.B.”. Não se esqueça de inverter dia e mês, pois no currículo em inglês 11/2/1991 é dia 02 de novembro e não 11 de fevereiro.
Natural de… – Esta é também informação, na maioria das vezes, irrelevante. Se necessário, escreva “PLACE OF BIRTH”.”

Artigo de autoria de Ulisses Wehby de Carvalho, intérprete de conferência,Chief Executive Blogger doTecla SAP

Artigo publicado originalmente em Tecla SAP (Há outras dicas no site que poderão ajudar você)

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