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Coragem e maestria para encarar 2020

Depois das festas e dos feriados caímos de novo na rotina, e aquela euforia dos últimos dias do ano, geralmente, dá lugar aos problemas corriqueiros, à procrastinação, às incertezas, ao medo…

Mas estamos em 2020! Não deveríamos ter mais confiança no futuro?

  • Por que ainda bate a insegurança?
  • Por que nos sentimos ainda tão vulneráveis?
  • Como lidar com tantas incertezas?

Eu não tenho todas essas respostas, mas posso afirmar uma coisa: vivenciá-las com antecipação, temê-las sem investigação e ação, de nada resolve.

Comecemos com o que temos e já possuímos muito. E vamos nos aprimorando, devagar e sempre.

Fomos muito acostumados ao pensamento de escassez (crença de que nunca se tem o suficiente), mas agora é preciso atitude de abundância.

Está difícil fazer essa virada? Aguce o seu olhar de empatia e compaixão para consigo até descobrir o que nunca conseguiu ver.

Assim sendo, hoje estou aqui para lhe dizer: 2020 será melhor, sim!

Sabe por quê?

Porque você quer, sei que se interessa em prosperar, pois, do contrário, não estaria lendo essa mensagem.

Então, é o seguinte: tenha coragem, avance um passinho por dia, mas avance. Mesmo que, no início, tropece. O tropeço nem sempre é ruim, pois nos ensina onde devemos pisar, não é verdade?

Dê mais um passo! Mas não em qualquer direção. Avance rumo àquilo que faz sentido para você.

Se ainda não consegue enxergar suas virtudes e fortalezas, é porque não está usando as ferramentas certas. Mas continue procurando e aperfeiçoe-se nisso.

E já que estamos vivendo a Quarta Revolução Industrial, um avanço tecnológico nunca antes presenciado, é preciso que siga neste 2020 com um quarteto fundamental:

1 – Linguagem

2 – Habilidades técnicas e comportamentais*

3 – Ferramentas adequadas e

4 – Prática diária!

Não conte só com a sua fé, a esperança e a força de vontade (que são importantes), mas sem aprimorar-se, sem o ferramental necessário, continuaremos no amadorismo e daí 2020 será apenas mais um ano.

Por fim, 7 dicas para você conquistar um 2020 de vitórias:

1 – Aceite a dificuldade

Brené Brown, professora de pesquisa na Universidade de Houston, tem uma frase da qual gosto muito: ”Não se pode alcançar a coragem sem encarar a vulnerabilidade. Aceite a dificuldade.”

Você só pode enfrentar algo que reconhece ser real. Caso contrário, continuará mascarando os fatos.

2 – O medo faz parte

Coragem não é ausência de medo, mas sim a maneira persistente e ousada que lida com ele.

Portanto, saiba que ele tem uma função: alertar você dos perigos. Trace o seu planejamento de respostas aos riscos e continue avançando.

3 – Use a positividade

Mesmo quando tudo parecer difícil, encontre algo positivo, extraia do obstáculo um aprendizado.

4 – Nunca pare de aprender

Não só conhecimento técnico, mas também habilidades comportamentais (veja observação no rodapé), relacionamentos, tecnologia, assuntos diversos e também algo pelo qual tenha paixão.

5 – Vamos por partes

Nada que queira alcançar virá do dia para a noite.

Já ouvimos milhares de vezes: “uma jornada começa pelo primeiro passo” e depois, mais um e mais um… Por isso, não pare!

6 – Cerque-se de pessoas que queiram o seu bem

Busque conviver com aqueles que impulsionem você para a frente e para o alto e que torçam pelo seu sucesso.

7 – Dê valor ao seu tempo

Não o desperdice com aquilo que não enobreça e nem fortaleça a pessoa que merece ser para si [email protected] e para os que ama.

Cuidado com os ladrões do tempo!

E continue contando comigo para lhe entregar conteúdo de valor para a sua jornada profissional e de liderança.

Wayne Valim

(*) OBS.: O Curso Habilidades do Profissional do Futuro, que liberei na semana passada ensina a você as competências determinadas pelo Fórum Econômico Mundial com o essencial para o ano de 2020. Acredite, a grande maioria é de habilidades comportamentais.

O curso está liberado por um valor que custa menos que um ingresso de cinema.

Clique aqui e comece já a se preparar como determinou esse importante órgão mundial:

http://cursos.waysup.com.br/habilidades

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7 dicas para começar uma vida mais saudável

Dar o primeiro passo em direção à qualidade de vida e a uma rotina mais saudável é difícil, dispende muita energia e, por isso, tendemos a procrastinar.

Isso vale para qualquer mudança que queira fazer, desde diminuir o cafezinho, ler mais, implantar atividades físicas à mudança de emprego ou de relacionamento.

Quanto mais tempo você estiver fazendo algo da mesma maneira, mais difícil será mudar!

Diante dessa realidade, torna-se essencial cercarmo-nos de bons profissionais.

Para motivar você a buscar essas mudanças para a sua saúde mental e física, convidei a nutricionista Milena Lopes para elaborar algumas dicas poderosas.

“Sabemos que nunca é tarde demais para tornar nossa vida mais saudável e isso provoca melhorias nos mais diversos aspectos do nosso dia a dia, como:

  • melhoria do humor,
  • disposição,
  • bem-estar
  • autoestima, além de
  • influenciar a família toda e amigos em volta.

A expectativa e a qualidade de vida aumentam ao nos tornarmos mais saudáveis, porque nossas funções corporais são otimizadas e o risco de várias doenças diminui de forma considerável.

Ser saudável é um hábito de vida, mas pode ser um grande desafio para aquelas pessoas com a vida corrida, que possuem pouco tempo para si e sem motivação para isso.

Mas é extremamente importante COMEÇAR!!

Não precisamos mudar todos os nossos hábitos, mas se melhorarmos aos poucos, com pequenas alterações, já teremos uma grande diferença a longo prazo para a saúde.

Vamos lá para as 7 dicas de como começar uma vida mais saudável??

1 – Beba mais água. 

O ideal é que seja ingerido em torno de 8 a 10 copos por dia. Então, se você bebe menos que isso, é necessário aumentar a quantidade.

Nosso corpo é constituído em média por 50% de água!! Isso já justifica a importância de bebermos bastante esse precioso líquido e renovar todas as funções que ele tem no organismo.

2 – Aumente o consumo de frutas, verduras e legumes.

Os vegetais são grandes fontes de vitaminas e minerais na alimentação, portanto precisamos de, no mínimo, 5 porções deles por dia. Varie as cores e tipos, assim obterá a maioria dos nutrientes!

3 – Tente se exercitar!! 

Se não possui tempo suficiente no seu dia, comece praticando algum exercício rápido por pelo menos 15 minutos, como subir e descer escadas, pular corda, fazer abdominais e polichinelos.

Aumente gradativamente a rotina dos exercícios, de duas vezes na semana para cinco vezes na semana (quando forem somente 15 minutos).

Caso consiga organizar seu tempo e implementar um esporte ou academia, seria ótimo!!

4 – Congele!!

Quando tiver um tempo para preparar sua refeição, faça maior quantidade e congele em potes menores. Assim, nos dias em que não cozinhar, somente descongele a comida pronta, evitando a necessidade de comprar refeições de fora de casa e que não sejam saudáveis.

5 – Reduza os industrializados.

Sempre que possível, prefira vegetais ou produtos que foram feitos em casa. Vamos tentar seguir a famosa frase “Desembale menos, descasque mais“!

6 – Evite as frituras, alimentos gordurosos e fast-foods.

O ideal é que estes não sejam consumidos, mas se não der para abrir mão, tente diminuir sua frequência no cardápio.

Note que aqui falamos de qualquer fritura, carnes gordurosas, pizzas, sobremesas gordurosas, lanches de restaurantes fast-food, etc.

7 – Prefira sucos, água e bebidas naturais.

As bebidas prontas, como sucos industrializados e refrigerantes, possuem alto teor de açúcar e de substâncias químicas, que não fazem bem ao organismo, mesmo as bebidas light ou diet.

Pronto, dê um passo de cada vez. Ao começar a seguir qualquer dica destas, já estará melhorando sua saúde.”

E aí, ficou mais fácil?

Espero que tenha gostado das super dicas da nossa nutricionista. Ela também dá muitas orientações no seu Instagram @nutri.milenalopes

Você poderá fazer contado com ela, se desejar:

Nutricionista Milena Lopes

@nutri.milenalopes

[email protected]

(11) 98732-1788

Wayne Valim

Especialista em Comportamento, Inteligência Emocional e Liderança Feminina

 

 

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5 Passos para ganhar mais tempo e evitar a ansiedade

Ao final de uma semana dura de trabalho, a pergunta que sempre fica é:

“E aí, conseguiu cumprir tudo que havia planejado para a semana ou não deu tempo?”

Se você finaliza uma semana respondendo “- Não consegui…” e já costuma iniciar outra com uma sensação de angústia e de dívida não quitada, este artigo é para você!

Quase todos os nossos recursos materiais são possíveis de serem poupados para durarem mais ou usarmos futuramente…

– Economizamos dinheiro, por exemplo, para usar depois na aquisição de um bem mais valioso.

– Desligamos alguns recursos do celular para economizar bateria e assim mantê-lo ligado por mais tempo…

Mas este minuto agora que está gastando para ler esta mensagem jamais poderá ser poupado para ser usado mais tarde.

O tempo é o recurso mais valioso que temos.

Ele é tão precioso que nunca ouvi alguém dizer no final da vida:

“como eu queria ter ganhado mais dinheiro, trabalhado mais, comprado mais…”

A assertiva é sempre esta:

“como eu queria ter tido mais tempo para a minha família, para amar mais, aproveitar mais o convívio com as pessoas que amo.”

Sem prestarmos atenção nisso, entupimos nossa vida com afazeres que roubam nossos momentos e muitas vezes não conseguimos nos livrar da “TRALHA” que nos aprisiona em processos, manias e hábitos criados por nós próprios.

Somos incapazes de dizer não para o que nos sobrecarrega por medo de magoar ou ferir os sentimentos de alguém.

Com o desejo de agradar a todos, estar sempre bem com os colegas, aliviar o sofrimento dos mais inexperientes, ou mesmo querermos tudo do nosso jeito…

  • acumulamos tarefas,
  • saímos tarde do trabalho,
  • procrastinamos o cuidado com a saúde,
  • a qualidade de vida está sempre no fim da lista…

Com isso, nos afundamos em um mar de insatisfação, angústia e outros sentimentos negativos.

O resultado só pode ser um só: ANSIEDADE!

Que tal, então, virar esse jogo?

Com um pouco de criatividade, força de vontade e persistência irá encontrar novos caminhos e seguir avançando.

“5 Passos para ganhar mais tempo e evitar a ansiedade”

# Passo 1 – Defina uma meta

Escreva em algum lugar e deixe isso visível ao longo do seu dia de trabalho.

Exemplo: “Minha meta é ganhar 15 minutos em 4 etapas do meu dia e aplicar esses 60 minutos para o meu aprimoramento pessoal e minha qualidade de vida”.

# Passo 2 – Pratique o autoquestionamento

Responda às seguintes perguntas:

  • O que mais rouba o meu tempo?
  • Quais são as minhas principais distrações?
  • Quais são as minhas manias que impedem que eu seja mais ágil?
  • Em que estou sendo perfeccionista demais?
  • O que eu preciso parar de fazer?
  • O que posso delegar?

Essas respostas vão ajudar você a definir as ações a cumprir.

# Passo 3 – Liste as ações práticas

Escreva no seu planner, agenda ou caderno de atividade as ações práticas que irá adotar. Exemplos:

  • Vou acordar 5 minutos mais cedo
  • Vou me levantar assim que o alarme tocar
  • Vou deixar a roupa pronta no dia anterior
  • Eliminar atividades que não trazem resultados
  • Ler somente os e-mails importantes
  • Combinar com os colegas que estou focado em uma meta importante
  • Reduzir 10 minutos na Internet
  • Sairei e voltarei pontualmente no meu horário de almoço
  • Dizer “não” para pessoas prolixas
  • Dizer “não” para conversas fúteis
  • Eliminar detalhes exagerados
  • Sair no horário
  • Analisar o meu dia e pensar no que posso melhorar
  • Desligar a TV
  • Evitar as redes sociais…

(Todas essas ações são apenas sugestões. Liste aquilo que faz sentido para sua realidade.)

# Passo 5 –  “Conheça-te a ti mesmo”

Busque o autoconhecimento!

Os nossos maiores ladrões do tempo não vêm só da desorganização ou da falta de planejamento, mas sim dos nossos hábitos comportamentais e questões emocionais.

Podemos usar os melhores métodos, as estratégias mais inovadoras, as ferramentas de última geração, mas sem autoconhecimento continuaremos perdendo o nosso tempo, nos desviando do caminho, remoendo as escolhas mal feitas e ansiosos por algo milagroso que nos tire do sufoco.

Busque ajuda profissional, cursos sérios, fale com quem entende!

Só assim, você conseguirá ter mais tempo para você e para os que ama!

IMPORTANTE!!!

 #Faça tudo isso com leveza, sorriso no rosto, elegância e diplomacia.

 #As pessoas essencialistas são, acima de tudo, agradáveis e cordiais.

Autora: Wayne Valim

Especialista em Comportamento, Inteligência Emocional e Liderança Feminina

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A habilidade de comunicar sem ofender

Quem nunca ficou em dúvida se deveria dizer a verdade e expressar opiniões sinceras em um ambiente de trabalho?

Realmente é uma tarefa difícil. 

Mesmo quando há programas de avaliação de desempenho estruturados nas empresas, percebemos que a maioria esmagadora, mesmo em posição de liderança, simplesmente mascara a verdade por receio de magoar as pessoas ou ser mal interpretada.

Se direcionamos o nosso olhar para o ambiente familiar e social, se torna mais ainda um desastre…

São relacionamentos dissolvidos, abandono do lar e ambientes conturbados por conta das discussões e das verdades ditas de forma dura e cruel em momentos de tensão.

Qual seria, então, o ingrediente insubstituível (que não pode faltar) em um feedback informal ou em uma conversa franca? 

Para mim, há alguns, mas o principal é a compaixão

Deveríamos até nomeá-la como competência essencial para qualquer posição de trabalho. E, para que eu a tenha no trabalho, preciso exercitá-la em casa!

Por quê? A compaixão está presente… 

  • no nosso olhar acolhedor para o outro,
  • na escuta atenta, 
  • no sorriso verdadeiro, 
  • no pensamento de bondade, 
  • no aperto de mão transmitindo confiança, 
  • nos braços que acolhem o outro num simples abraço que deseja felicidades.

Deixamos de usá-la quando… 

  • somos intolerantes com as perguntas repetitivas, 
  • com a falta de visão daqueles que não conseguem enxergar aquilo que vemos, 
  • com a impaciência ao explicar aquilo que para nós é tão simples, 
  • quando usamos a ironia e o sarcasmo para repreender as pessoas à nossa volta ou 
  • para expressar ao outro o nosso pensamento divergente, ou quando nos colocamos em uma posição superior. 

E ainda mais… 

quando não nos permitimos errar e nos cobramos tanto a ponto de não enxergarmos as nossas próprias capacidades na ânsia de atingir a perfeição. 

Reflita sobre isso, dispondo-se a entender que cada pessoa possui suas próprias características, suas dificuldades, seus medos e não são exatamente como queremos que elas sejam, porque, assim como nós, elas são únicas.

Assim, ajuste sua linguagem verbal e não verbal a cada um, sem deixar de dizer o que precisa ser dito, sempre com equilíbrio e amorosidade.

É possível ser firme sem ser agressiva; gentil, sem demonstrar fraqueza.

Desejo que a sua compaixão para com o outro e para com você crie laços verdadeiros, fortaleça seus relacionamentos e permita despertar todo o seu potencial para a missão que abraçou em sua vida profissional e pessoal.

“A verdade sem compaixão se torna crueldade – para os outros e para nós mesmos.” Do livro The power of full engagement

Um abraço de muita energia para você!

Wayne Valim
Especialista em Inteligência Comportamental de Pessoas e Organizações

 

OBS: Vem aí uma grande novidade: Black Friday na WaysUP!!!

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Por onde começar quando me sinto perdida e confusa?

Nem sempre é fácil escrever um artigo, nem sempre é fácil gravar um vídeo, nem sempre é fácil começar…

Estava aqui pensando no tema que gostaria de escrever para você e nada de me definir…rs.
Não pela falta de assuntos interessantes, pois tenho uma lista enorme deles que vou acumulando a cada insight que tenho ou a cada novidade que tomo conhecimento.

O problema é mesmo a falta de inspiração, às vezes, para discorrer sobre o assunto!

Quantas vezes precisamos sair de casa para o trabalho, chegar cedo na empresa, dar conta de inúmeras atividades, ou mesmo cuidar da casa, organizar as coisas pessoais e não temos inspiração e nem motivação alguma?

Mas, acabamos indo de qualquer jeito, não é? Vamos arrastados, muitas vezes, pois temos família para criar, equipe para liderar, contas para pagar, vida para seguir…

Já se sentiu assim?

Então, o que fazer nessas situações? Como driblar a “maré baixa” e encarar o que precisa ser enfrentado?

Eu penso que pode ser assim: agindo, iniciando, dando o primeiro passo, indo à luta!
Quanto mais eu penso:

  • “não estou a fim”,
  • “não queria fazer isso”,
  • “que chato”,
  • “que tédio…” pior vai ficar.

Nossos pensamentos são tão poderosos, a ponto de dispararem milhões de sinapses que se manterão juntas e ganharão proporções negativas gigantescas em nossos cérebros, caso não quebremos essa corrente quando percebermos a situação.

Diante de desafios, tarefas longas, complicadas ou desagradáveis, nosso cérebro racional pode se tornar uma vítima das nossas emoções e, nesses casos, o melhor a fazer é retomar o controle, concentrando primeiro nos objetivos pequenos.

No meu caso, quando sento para escrever e a inspiração não vem, me concentrei nas primeiras linhas da mensagem, e depois mais uma e mais uma, expandindo gradualmente, até alcançar os melhores e maiores desafios.

Portanto, quando estiver …

  • inerte,
  • sem saber que caminho seguir,
  • por onde iniciar,
  • se vai ou se fica…

COMECE e, se necessário, mude o trajeto, mas não fique parada, esperando algo acontecer, porque se você não tomar o controle e agir, nada sucederá.

E, à medida que vai percebendo a sua capacidade, novas e positivas emoções surgirão e darão lugar a outras possibilidades, aumentando a criatividade.

O psicólogo, pesquisador e escritor Shawn Achor afirma em seu livro The Happiness Advantage [A vantagem da felicidade]:

“As emoções positivas inundam nossos cérebros de dopamina e serotonina, substâncias químicas que não só nos fazem sentir bem como ativam os centros de aprendizado de nossos cérebros para níveis mais altos.  

Elas nos ajudam a organizar informações novas e nos possibilitam criar e sustentar mais conexões neurais, o que nos permite pensar de forma mais rápida e criativa, nos tornar mais habilidosos em análises complexas e resolução de problemas e ver e inventar novas maneiras de fazer coisas “. 

Fantástico, não? Perceba como as sensações positivas foram importantes para eu continuar escrevendo, adicionando informações e olha só: com uma lista de assuntos para compartilhar com você, acabei escolhendo uma situação nova!

E assim, frase por frase, concluo mais uma mensagem para você, me sentindo muito bem agora!

E sabe de uma coisa? Depois que comecei, até que foi fácil, porque o prazer que sinto ao me comunicar com você sempre me deixa cheia de energia!

Autora: Wayne Valim – Especialista em Inteligência Comportamental e Alta Performance de Pessoas e Organizações

*O livro que cito é uma das muitas dicas que deixo para meus mentorados de liderança e meus alunos de Alta Performance.

The Happiness Advantage: The Seven Principles of Positive Psychology That Fuel Success and Performance at Work. By Shawn Achor (2010)

[O Jeito Harvard de ser feliz: os sete princípios da psicologia positiva que alimentam o sucesso e a performance no trabalho] Por Shawn Achor (2010)

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Como parar de descontar a ansiedade no seu corpo

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil tem o maior número de pessoas ansiosas do mundo: 18,6 milhões de cidadãos (9,3% da população) convivem com o transtorno.

Também considerada um dos males do século, a ansiedade acomete mais as mulheres: cerca de 7,7% delas são ansiosas, o dobro do total de homens (3,6%).

Não é necessário que você tenha tido uma infância emocionalmente doente ou traumática para se tornar um adulto ansioso. “O simples fato de pensar de maneira rápida e ter muitas preocupações já é motivo de ter ansiedade”, afirma a Master Coach Ivana Almeida*.

Como escape no mecanismo de defesa, um dos alívios que geralmente o cérebro busca é na comida, como forma de compensar o estresse gerado pela ansiedade, ou seja, para que ele não entre em colapso e, literalmente, não dê um curto-circuito e venha a “pifar”, diz a especialista.

Mente e corpo funcionam em perfeita sincronia, e o que acontece na mente traz consequência para o físico e, no caso da ansiedade, esse efeito pode ser devastador a exemplo da obesidade, gastrite, enxaqueca, problemas cardíacos, pressão alta, insônia e de tantos outros problemas.

O momento mais apropriado para enfrentar a ansiedade é quando você começa a perceber os sintomas.

É muito mais difícil interromper um modelo emocional quando este já está totalmente enraizado do que quando apenas iniciou.

Compreenda que sua mudança começa de DENTRO para FORA.

Com o intuito de ajudar você na prevenção da sua saúde mental contra a ansiedade, a especialista Ivana Almeida apresenta 3 dicas:

1 – Compreenda que a ANSIEDADE é útil.

Ela é apenas um estímulo a uma ação. Aproveite-a para agir em prol das suas metas.

2 – Aprenda com a própria emoção.

Você já a sentiu outras vezes.

O que deu certo no passado que pode ajudar você agora?

Escreva suas estratégias antigas e adapte-as para o seu momento presente.

3 – Descubra a causa da sua ansiedade.

Desperte sua curiosidade para a ansiedade, ela está [email protected] a criar novas oportunidades para sair da dor.

A ansiedade gerada em você é resultado do que está pensando, sentindo e fazendo.

Essas 3 PERGUNTAS de OURO podem ajudar na busca de um novo estado:

Ø  Como eu quero me sentir neste exato momento (de verdade)?

Ø  O que eu estou disposta a fazer para criar uma solução e lidar com isso agora mesmo?

Ø  O que eu posso aprender com essa situação?

Portanto, cuide das mensagens e comandos que transmite ao seu cérebro!

Como afirma Deepak Chopra em seu livro Você tem fome de quê?:

“Quando o cérebro recebe dados negativos, ele se altera em conformidade com as mensagens recebidas. O cérebro não tem pensamentos próprios. Não consegue escolher quais orientações obedecer e quais ignorar. É a pessoa, dona da mente, quem escreve a própria história. O que significa ter o maior controle. Pode-se alimentar o cérebro de mensagens negativas ou positivas – a escolha é de cada um”.

Daí a importância de vivenciar a todo instante esta equação: Bons Pensamentos + Boas Palavras = Boas Ações.

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Desacelere, por favor!

Ontem, entrei no elevador de um prédio bem alto em Goiânia/GO, e o meu destino era no 38º andar.

Então, para quebrar o gelo, disse à mulher ao meu lado: — Agora vamos fazer uma viagem…

Ao que ela respondeu: — Pois é! Trabalho aqui e, às vezes, acho que ele demora tanto que fico agoniada.

Vale ressaltar que esse edifício é um empreendimento supermoderno e, portanto, os elevadores são muito rápidos.

As pessoas estão tão aceleradas, que…

  • O semáforo mal abre e já tem alguém buzinando;
  • Se o telefone chama mais que 3 vezes, “não tem ninguém do outro lado”;
  • É melhor não desligar o computador, para não ter que esperá-lo ligar no dia seguinte;
  • Se a fila está grande, há sempre alguém furioso e pronto para discutir com o caixa;
  • Faixa de pedestre? Não dá para esperar… melhor que ele espere, não o motorista…

Perdemos o foco facilmente, paramos as atividades pela metade, esquecemos a chave, de retornar as ligações, de tomar o remédio, o que estávamos falando mesmo?…

Se deitamos para descansar, o pensamento continua acelerado a mil por hora, acordamos cansados na manhã seguinte e tudo começa novamente…

Essas atitudes vão se transformando em um padrão comportamental dos brasileiros, e, infelizmente, assim aparecemos nos tristes números dos problemas de saúde mental:

O Brasil é considerado o país mais ansioso e estressado da América Latina.

9,3% da população brasileira sofrem de ansiedade, segundo a Organização Mundial da Saúde em sua última pesquisa, de 2018.

As mulheres sofrem mais com o problema: cerca de 7,7% delas são ansiosas e 5,1%, deprimidas. Já entre os homens, o número cai para 3,6% nos dois casos.

E esse padrão vai roubando de nós algumas preciosidades:

  • a nossa paz interior;
  • a quietude d’alma;
  • nossos valores morais e éticos (quando nos tornamos egocêntricos a ponto de nem sequer esperar o pedestre passar, o nosso velhinho expressar suas ideias, nossos filhos aprenderem pelos erros…).

Diante desses fatos, se eu puder deixar a você uma única dica nesta mensagem de hoje é: Por favor, DESACELERE!

Preste atenção em você!

O que está deixando escapar?

Quais são seus valores mais nobres, para os quais não tem dado atenção?

O que é mais importante para você?

Sem dúvida, nosso tempo é precioso e não queremos perdê-lo, mas a grande questão é: com o que o estamos ocupando?

Acredite! Há outras maneiras de viver e, ainda assim, sermos bem-sucedidos em nossa profissão e na vida!

Cuide-se!

 

http://www.waysup.com.br/conheca-a-coach-wayniere-valim/

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Escuta atenta: habilidade-chave do profissional influente

Uma das habilidades que causam mais impacto em qualquer relacionamento interpessoal é saber ouvir.

Se observarmos as pessoas em suas vidas agitadas, perceberemos uma grande impaciência ao escutar, especialmente quando há uma discordância entre as ideias.

Com a nossa falta de tempo e as inúmeras atividades diárias, estamos muito mais preocupados em falar do que em escutar, pois queremos passar logo a mensagem e seguir adiante, não é?

Temos a falsa impressão de que parar o que estamos fazendo, enquanto o outro fala, é perda de tempo.

Desenvolver essa competência é uma árdua tarefa. Afinal, fomos estimulados a falar desde crianças.

Claro que a gentileza ajuda bastante, pelo menos a não interromper as pessoas, mas não é tudo, porque não basta somente esperar o outro terminar de falar e aguardar a nossa vez. A escuta atenta é muito mais do isso.

Para contribuir com o seu desenvolvimento nessa habilidade crucial para líderes e profissionais que almejam avançar em suas carreiras, trago a você, na íntegra, uma entrevista que concedi ao site Jovens Braskem.

Espero que goste!

Título da entrevista: No trabalho, saber ouvir é mais importante do que falar

Segundo especialista em inteligência comportamental, a escuta atenta pode ser uma peça-chave para a evolução da sua carreira

Dale Carnegie, autor do livro Como fazer amigos e influenciar pessoas, publicado na década de 1930, já dizia “ser um bom ouvinte é uma das coisas mais potentes quando se trata de aumentar sua influência e as chances de as pessoas gostarem de você”. Oito décadas depois, essa afirmação continua válida, porém encontra um desafio: as distrações promovidas pela tecnologia e, consequentemente, a falta de foco. Uma prova está nas reuniões, nos almoços de trabalho ou, ainda, no encontro com os amigos. Sempre há alguém “distante”, distraído com o celular, ou com a cabeça em outro lugar durante uma conversa.

Essa falta de foco, além de prejudicar as relações sociais, também pode afetar sua carreira. Saber ouvir está entre as principais habilidades valorizadas pelos empregadores – e, ainda,(e) pode ser definitivo para uma promoção a um cargo de liderança. A boa notícia é que é possível livrar-se das tentações que tiram nossa atenção durante momentos importantes e aprender a se conectar com o presente.

Wayne Valim, especialista em Inteligência Comportamental e Alta Performance de Pessoas e Organizações, fala sobre o assunto na entrevista a seguir:

Jovens Braskem: Jovens Braskem: Ouvir com atenção quem está falando é uma atitude cada vez mais rara. Por que é tão importante resgatar a escuta e o sentido de presença?

Wayne Valim: É verdade! Uma atitude de total importância que está cada vez mais rara.

Desde pequenos, somos estimulados a falar. Há uma enorme expectativa para o bebê pronunciar as primeiras palavras, por exemplo, e ao longo da vida, crescemos com muito incentivo para a expressão verbal. Mas quase não há incentivo para aprendermos a ouvir, não é verdade?

Há uma enorme variedade de cursos de oratória, falar em público e tantos outros, mas muitos se esquecem de que a comunicação assertiva se dá primeiramente pela escuta. Como influenciar as pessoas a nossa volta, sem antes ouvir suas necessidades, desejos, dificuldades? Impossível!

Portanto, ouvir com atenção e estar de fato presente são algumas das habilidades que mais trazem benefícios para qualquer profissional que deseja se destacar no mundo do trabalho.

Ambos trazem foco e assertividade na comunicação, reduzem tempo e demonstram empatia.

JB: O quanto a habilidade de saber ouvir é benéfica para a carreira? E para a vida pessoal?

WV: O ser humano tem uma necessidade intrínseca de se conectar com os outros e a escuta ativa acelera essa conexão, porque quando você ouve atentamente está demonstrando que se importa verdadeiramente com o outro.

A escuta atenta nos coloca em posição de vantagem, já que a nossa atenção plena nos faz ver o que muitas vezes outros não veem, e nos torna capazes de apresentar soluções mais eficazes e criativas.

Ouvir encurta caminhos, nos faz capturar a essência em uma reunião, entrevista e nas interações pessoais com qualquer pessoa, mesmo que seja por telefone, videoconferência ou presencialmente.

Os profissionais que escutam com atenção interpretam melhor o que lhes é dito, compreendem mais facilmente as instruções recebidas, são mais focados no que fazem e, consequentemente, se comunicam com mais assertividade.

Além disso, ganham tempo, porque o foco traz agilidade e profundidade, independentemente da função que estejam desempenhando.

JB: As empresas valorizam a habilidade da escuta? Esta pode ser uma habilidade significativa de um perfil de liderança?

WV: As empresas e pessoas valorizam, sim, e muito, embora essa habilidade nem sempre seja apontada como mandatória para o cargo ou função que o profissional irá assumir.

Geralmente, não está expressa na “Descrição do Cargo” (Job Description). Mas é percebida pelos gestores e colegas de trabalho, e ao longo do tempo, torna-se um diferencial e tanto do profissional que deseja alcançar posição de liderança.

A escuta atenta é uma habilidade fundamental para o líder, já que a confiança se estabelece mais facilmente quando o líder está disposto a ouvir seus liderados. A meu ver, ela é uma espécie de “cola” que liga líderes e liderados.

Além disso, o líder que não souber ouvir, não saberá influenciar, nem convencer seus liderados para suas ideias e projetos, pois a persuasão só acontece de fato quando entramos no mundo do outro, entendemos seus pensamentos e as razões que os levam a agir de determinadas maneiras.

Se conseguimos capturar o que é essencialmente importante na fala de alguém, sem preconceitos e julgamentos, conseguimos influenciar mais facilmente.

JB: Como as empresas enxergam as pessoas que não sabem ouvir?

WV: Vamos pensar nesta situação: Imagine que esteja com um problema e quer muito desabafar com alguém que vai ouvi-lo de verdade. Procura um amigo em quem confia e começa a conversa. E à medida que você fala, o seu amigo olha no celular a cada mensagem que aparece na tela.

Como você se sente? Tem vontade de continuar conversando com ele?

O que está demonstrando mais importância para o seu amigo no momento: você ou o celular?

Em nossas relações interpessoais no trabalho, dá-se da mesma maneira. As pessoas percebem e sentem o profissional que não sabe ouvir, que está distante, distraído, sem foco. Portanto, com o passar do tempo, deixam de convidá-lo para atividades, reuniões, conversas e ele vai sendo colocado de escanteio, assim como acontece em nossa vida pessoal.

JB: Quais seriam as melhores técnicas para estar mental e fisicamente presente em uma conversa?

WV: Estar presente é estar inteiro em uma relação, seja ela qual for; é estar física e emocionalmente ali, sem pensar na reunião que vai acontecer daqui a pouco ou no relatório que deixou de entregar.

Para atingir esse nível de presença, é necessário primeiramente entender que não somos multitarefas. Saber disso assusta um pouco as pessoas, já que na era da conexão digital temos a falsa impressão de que conseguimos fazer várias coisas ao mesmo tempo.

O que acontece com a maioria de nós é alternar muito rapidamente o pensamento ou foco, o que dá a falsa impressão de sermos multitarefa.

Aqui estão algumas dicas para quem deseja desenvolver a presença:

  • Inicialmente, diante de uma tarefa ou interação com alguém, elimine ao máximo as distrações, desabilite os alertas do celular ou computador, faça uma coisa de cada vez. Ao contrário do que possa parecer, isso trará mais agilidade e eficácia;
  • Em uma conversa, capture todo e qualquer sinal. A expressão facial e corporal das pessoas são responsáveis por mais de 90% em uma comunicação, sendo assim, concentre-se no que está sendo transmitido;
  • Faça perguntas, certifique-se do seu entendimento;
  • Nas atividades diárias, a Técnica Pomodoro* auxilia no desenvolvimento do foco e da concentração. É simples e bastante eficaz.

JB: Quais seriam as melhores técnicas para ouvir com atenção?

WV: Há uma técnica excelente, utilizada por coaches no início da carreira, que se chama “parafrasear”, que consiste em repetir mentalmente o que está sendo dito pela outra pessoa.

É importante saber que a escuta atenta é uma competência que pode ser desenvolvida, e para isso, exige treino diário.

Algumas dicas:

  • Treine em casa, na escola, no trabalho, em todos os ambientes;
  • Em um encontro com amigos, combine guardar os celulares por 30 minutos e conversar sem intervenções externas;
  • Ouça sem interromper as pessoas, sem preconceitos ou pré-julgamentos;
  • Stephen Covey disse: “a maioria das pessoas não escuta com a intenção de entender, mas com a intenção de responder.” Portanto, não se preocupe com a próxima pergunta ou com o que vai dizer durante a fala de alguém. Escute com a intenção de entender;
  • Lembre-se de que o silêncio pode ser mais valioso do que a fala atravessada na hora errada;
  • Crie mecanismos para se lembrar, por exemplo, escreva logo pela manhã: Hoje ouvirei atentamente as pessoas que falarem comigo;
  • Crie lembretes, post-its e combine com os amigos de desenvolverem-se juntos;
  • Ao final do dia, faça uma avaliação e perceba os benefícios.

JB: Quem tem dificuldade de concentração, por exemplo, pode buscar alguma orientação profissional para desenvolver melhor a habilidade da escuta? Ou adotar alguma rotina diária que ajude a desenvolver a atenção?

WV: Sim.  Há várias formas de desenvolver essas habilidades. A Meditação ou práticas de Mindfulness são excelentes para isso. A técnica Pomodoro, citada anteriormente, ajuda a desenvolver o foco e concentração.

Para quem percebe que no ambiente de trabalho não está conseguindo se desenvolver sozinho ou deseja agilizar o aprimoramento, sugiro procurar um coach da sua confiança.

O Coaching possui técnicas e métodos bastante eficazes para o aprimoramento dessas competências.

JB: Caso você queira comentar algo mais sobre o assunto, fique à vontade.

Outra medida que também pode ajudar em desenvolvimento de habilidades é eleger um mentor.

Escolha alguém que admira, que demonstra o sentido de presença e que sabe ouvir com profundidade. Essa pessoa certamente ficará feliz pela escolha e irá compartilhar conhecimento com você que quer se aprimorar.

Ouvir é uma atitude de humildade e respeito ao outro. E se pode ganhar muito com essa atitude!

*****

Bem, agora crie o seu plano de ação e comece a praticar em casa com a sua família, na interação com os amigos e escolha algumas pessoas do trabalho para aprimorar a escuta atenta.

Lembre-se, para mudar um hábito é preciso 3 P’s: Paciência, Persistência e Prática!

(*) Nota: Técnica Pomodoro:

É uma técnica de gerenciamento de tempo, desenvolvida por Francesco Cirillo no fim dos anos 1980.

A palavra “pomodoro” significa tomate em italiano, e o método ganhou esse nome porque o cronômetro gastronômico tem a forma dessa fruta.

Técnica Pomodoro passo a passo:

  1. Liste as tarefas a serem executadas;
  2. Ajuste o cronômetro para o tempo desejado (geralmente 25 minutos);
  3. Escolha a tarefa inicial;
  4. Trabalhe na tarefa escolhida até que o alarme toque. Se alguma distração importante surgir, registre-a e volte o foco imediatamente de volta à tarefa;
  5. Quando o alarme tocar, marque um “x” na lista de tarefas;
  6. Se houver menos de 4 marcações, faça uma pausa curta (de 3 a 5 minutos);
  7. Se houver quatro pomodoros marcados, faça uma pausa mais longa (de 15 a 30 minutos), zerando a contagem de marcações e retornando ao passo inicial.

Sempre que o tempo acabar, encontre uma pequena recompensa, como um café, alguns minutos na Web, uma conversa despreocupada, permitindo ao seu cérebro mudar o foco de uma forma agradável e durante algum tempo.

Gravei um vídeo para o YouTube sobre o assunto. Assista e se inscreva no canal:

https://www.youtube.com/watch?v=E-VMTyIiumE

 

http://www.waysup.com.br/conheca-a-coach-wayniere-valim/

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A maneira certa de pedir desculpas e ser perdoada

Com a correria do dia a dia e as fortes emoções nos relacionamentos, acabamos por cometer alguns deslizes no comportamento e na comunicação com colegas e familiares…

E isso muitas vezes requer pedir perdão por algo ruim que fizemos.

Mas, cá entre nós, pedir perdão às vezes pode ser bem complicado, dependendo da situação e da pessoa, então…

Por isso, quero compartilhar uma tática que pode ser bastante eficaz e mais fácil de executar.

Eu a uso sempre e costuma ter bons resultados.

Ela funciona assim:

Em vez de pedir perdão, você vai agradecer!

“Como assim, Wayne?”

Vou explicar com exemplos! Hehe!

1 – Você chega atrasada. Em vez de pedir desculpas e ficar se justificando, dizendo que o trânsito estava ruim, que perdeu a hora, alguém te atrasou, blá, blá, blá…. diga:

– Muito obrigada por me esperar. O que posso fazer para agilizar agora? ( E pronto! Não precisa justificar e tecer aquela ladainha que costumamos falar)

2 – Você disse algo que deixou a outra pessoa triste? Diga:

– Obrigado por entender que às vezes falo o que você não merece ouvir. Serei mais atenta. (e só!)

3 – Se esqueceu de fazer algo prometido:

– Obrigada pela paciência, vou buscar/fazer agora.

4 – Discutiu com o cunhado, a sogra, o genro, o irmão… e deixaram de conversar por um tempo:

– Grata por se importar com meus filhos, por ser uma pessoa atenciosa, pelo respeito aos meu pais…

Encontre algo de bom naquela pessoa (acredite, todos têm!) e agradeça. Simplesmente, agradeça.

Use a criatividade!

Claro que pedir perdão é uma atitude nobre e deve ser feito sempre que julgar importante, mas há pessoas que pedem tantas desculpas e se justificam tanto, que a atitude em si deixa de ter valor, sem contar o tempo enorme que gastam contando detalhes das inúmeras desculpas…

Então, aprenda a agradecer e fuja de se justificar.

Atitudes simples como essa demonstram que você se importa, mostra sua autoconfiança, seu respeito pelos outros, e vai despertar a admiração deles por você.

E, claro, aprenda a perdoar, senão não será capaz de agradecer de coração.

Aproveite que está buscando ser uma pessoa melhor e reata seus relacionamentos, especialmente com as pessoas da sua família.

Sabe por quê?

A nossa família é o maior tesouro que temos!

Na hora das dificuldades o que vai valer na realidade é a sua família, por mais difícil que seja o relacionamento de vocês.

Se ainda não tem orgulho da união da sua família, que você seja a luz a despertar o carinho e bom relacionamento entre todos.

Experimente e me fale o resultado. Ficarei feliz em saber.

Autora: Wayne Valim

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Resiliência: 7 dicas práticas para ter emoções à prova de balas

Já passou por algum momento em que tudo parece estar contra você? Por mais que tente manter a força e a motivação, vem uma nova rasteira da vida.

Sim, eu também já passei por momentos assim, e não foram poucos…

Por isso, quero abordar a importância de aprendermos a lidar com os próprios erros e buscar a motivação para continuar a jornada, mesmo quando nos parecem esgotadas todas as energias.

Ao longo da vida, somos muito mais estimulados a amar o sucesso e a detestar o fracasso.

E você pode me perguntar: “Mas seria possível amar o fracasso?” rs

Bem, nem tanto, contudo podemos desenvolver um sentimento de maior aceitação diante dos erros cometidos, percebendo até mesmo os benefícios dos próprios fracassos.

Vivemos em uma era onde nunca na história registraram-se tantos problemas de saúde mental entre estudantes, universitários e profissionais no mundo do trabalho.

Em 2013, a American College Health Association consultou cerca de cem mil universitários de 153 campus diferentes nos Estados Unidos e constatou, dentre outros resultados, que 84,3% dos alunos haviam se sentido oprimidos por causa de tudo o que tinham de fazer e 51,3% haviam sentido uma angústia esmagadora nos últimos 12 meses.

E uma das possíveis causas desses índices tão expressivos, segundo especialistas, se dá pela alta exigência da sociedade pelo sucesso acadêmico e profissional.

E posso arriscar que outro grande motivo é a maneira com a qual lidamos com os próprios erros e a nossa falta de resiliência.

E o que é resiliência?

É a capacidade de se recuperar das adversidades. Trata-se daquilo que nos dá vontade de seguir adiante.

Para a Física, resiliência consiste na resistência que os materiais apresentam quando são expostos a um choque ou percussão, ou seja, trata-se da capacidade de voltar ao estado normal, como, por exemplo, uma bola de borracha amassada que, depois de algum tempo, retorna à aparência original.

E esse é um ponto de reflexão importante.

De 0 a 5 quanto se percebe resiliente?

Com qual frequência você desiste de algo que não está dando certo? Por exemplo, abandona um curso de idiomas porque tirou nota baixa? Desisti de tirar uma certificação técnica importante para sua carreira, porque não saiu bem no simulado?

Como costuma reagir diante de um feedback negativo ou de uma crítica maldosa?

Quanto tem persistido para aprender novas competências? Tocar um instrumento musical, aprimorar o inglês, falar em público?

Pois saiba que ninguém adquire resiliência pelo pensamento ou pela força de vontade… Seria muito bom se assim fosse. Mas é se permitindo errar e buscando novas maneiras e tentativas para acertar.

Carol Dweck, professora de psicologia de Stanford, na Califórnia, concebeu um conceito que se chama “Mentalidade de Crescimento”.

O mantra da mentalidade do crescimento é não parar, continuar tentando e aprender, mediante o esforço, que é possível chegar aonde se que ir. O que ela está ensinando aqui é, em certo sentido, a sermos mais resilientes.

Para mim, há dois fatores que nos impedem de sermos mais resilientes e mantermos a motivação diante das dificuldades da vida:

  1. O medo (do ridículo, da crítica, do fracasso) e
  2. A ansiedade de querer que tudo seja perfeito, especialmente aos olhos dos outros.

Nós nos comparamos o tempo todo com as outras pessoas, imaginando quanto a vida do outro é melhor do que a nossa e nos confinamos a padrões estabelecidos pela sociedade.

Quantas vezes pensamos:

“E se eu errar na hora da apresentação do meu projeto? O que vão pensar de mim? E se me criticarem? Como vou conviver com essa vergonha?”

E daí ocorre a desmotivação, ficamos com medo de correr riscos ou tentar coisas novas e escolhemos o caminho mais fácil para evitar o erro.

Assim, nos isolamos e, muitas vezes, desistimos.

O que fazer, então? Como ser mais forte e mais resiliente diante das adversidades?

Essas 7 dicas práticas podem ajudar o seu desenvolvimento:

1 – Continue a elevar os seus padrões:

Busque maiores responsabilidades, oportunidades, desafios e liberdades.

Isso fomenta a competência, a confiança e ajuda a construir a resiliência.

2 – Controle a tendência ao perfeccionismo:

Tente, esforce-se, persista, execute e aprimore-se! Mas não exija a perfeição sempre.

3 – Pense nos momentos difíceis pelos quais já passou:

Pode ter sido uma demissão, a reprovação de uma promoção no trabalho, a perda de um ente querido ou do seu animal de estimação, dar duro numa prova e, ainda assim, tirar uma nota baixa, amassar o carro novo…

O que você fez superar? A coragem, a vontade de vencer, a persistência?

Você pode continuar aprimorando-as, porque são suas qualidades e estão aí, mesmo que adormecidas.

4 – Identifique os seus valores humanos:

  • ser uma pessoa forte;
  • ser admirada por suas realizações;
  • fazer a diferença na vida das pessoas;
  • ter compaixão;
  • possuir segurança no que faz;
  • ter liberdade;
  • ser confiável.

Mentalize-os! Os nossos valores nos motivam!

  • – Pense em algo que realize com maestria:

Tocar um instrumento, ajudar ao próximo, lidar com conflitos, se importar com as pessoas…

Como conseguiu atingir esse nível? Acertou da primeira vez?

Eu tenho certeza de que não! O que fez você persistir?

  • – Busque o autoconhecimento.

Traga para sua consciência seus pontos fortes e aprenda a usá-los nos momentos difíceis.

7 – Entenda que o erro e o fracasso fazem parte do nosso aprendizado:

  • Thomas Edison foi considerado “muito burro para aprender qualquer coisa”” – após 1.001 tentativas, acertou.

Ele disse: “Eu não falhei 10.000 vezes. Eu fui bem-sucedido pois encontrei 10.000 maneiras que não funcionam.”

  • Walt Disney – Em 1919 ele foi demitido do jornal Kansas City Star porque “faltava imaginação e ele não tinha boas ideias”.
  • Os Beatles, em um teste para mostrar sua música, ouviram “grupos de guitarra estão saindo de moda”.
  • Antes de J.K. Rowling alcançar grande sucesso com Harry Potter, estava falida, era uma mãe solteira divorciada lutando para sobreviver com um programa de ajuda do governo.

Resumindo, como disse Julie Haims em seu livro Como criar um adulto, a resiliência é simplesmente isto, a capacidade de dizer para si mesmo:

“Estou bem. Posso optar por resolver isso, posso descobrir outro caminho ou posso decidir que, no final das contas, não é isso o que quero. Eu ainda sou eu mesmo. Ainda sou amado. A vida continua”.

Dr. Harriet Riossettim, da Clínica de Recuperação de Los Angelis, afirma:

“Os melhores indicadores de sucesso são a resiliência, a determinação, a capacidade de cair e levantar. Se o impedirem de experimentar o desconforto ou o fracasso, você não saberá lidar com essas coisas”.

A escritora e pesquisadora Brené Brown em seu TED Talk (a quarta conferência mais assistida do mundo) fala sobre alguns dos temas que mais temos dificuldade na vida: vulnerabilidade, imperfeição e vergonha.

Ela afirma que aceitar os próprios erros, as próprias imperfeições e as próprias vulnerabilidades podem levar a uma vida mais aprazível e alegre.

Uma das frases dela de que mais gosto é esta:

“Sim, sou imperfeita e vulnerável, às vezes tenho medo, mas isso não muda o fato de que também sou corajosa e digna de amar e fazer parte”.

Se você está prestes a enfrentar algum momento importante da sua vida, aprimore-se e tenha certeza de que está fazendo o seu melhor para atingir o sucesso.

Ter a consciência tranquila em relação a isso é um passo importante para sua autoconfiança.

Portanto, persista, não desista, conserve o seu interesse e empenho. Se algo não ocorrer como espera, trace novas metas, defina novos objetivos.

Se a vida lhe der limões, pegue-os e faça uma limonada.

Olhe para você! Conheça-se, entenda o que vai no seu íntimo. O que aquece o seu coração?

Uma vida de sentido vai além de seguir o que todo mundo faz. Ela deve estar conectada a você,  à sua felicidade.

Autora: Wayne Valim

http://www.waysup.com.br/conheca-a-coach-wayniere-valim/

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