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Como falar com crianças sobre política e ideologias da família

Se são os brasileiros com mais de 18 anos que têm a obrigação de se dirigir às urnas em outubro, as estimadas 38,8 milhões de crianças com até 13 anos que aqui vivem também compartilham o cotidiano de um país em período eleitoral.

Para alguns, é preciso haver um controle de como as ideologias políticas chegam às crianças – movimentos como o Escola sem Partido, por exemplo, tentam restringir a expressão de posições particulares de professores e garantir “o direito dos pais de que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções”. Ao mesmo tempo, a participação dos pequenos na vida política é garantida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente.

Afinal, em tempos de eleição e amplo acesso à informação – segundo uma pesquisa de 2016 do Cetic.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação), 55% das crianças de 9 a 10 anos usam a internet mais de uma vez por dia -, como famílias devem mediar o contato das crianças com o assunto? Especialistas em desenvolvimento infantil fazem algumas sugestões:

1. Deixe a demanda vir da criança
A imagem de adultos convocando as crianças para sentar e escutar o que é política não passa na cabeça de especialistas consultadas.

“Falar muito cedo de temas como democracia e corrupção pode ser prematuro e absolutamente desinteressante. Até os 11, 12 anos, a criança está muito interessada no que está no seu entorno, no grupo de amigos, na escola e na família. A criança tem um foco determinado: se um adulto trouxer o assunto ela pode até ouvir, mas logo vai se desinteressar”, diz Magdalena Ramos, terapeuta de família.

A neuropsicóloga Deborah Moss, porém, lembra, como mãe de três filhos e profissional, que a curiosidade dos pequenos é naturalmente despertada por seu entorno – como uma vizinhança batendo panela, forma de manifestação que marcou o período do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Por isso, a sugestão é ir respondendo a este interesse à medida que a criança o manifesta.

“As crianças acabam absorvendo aquilo que têm capacidade diante do que escutam das conversas dos pais, dos professores… A construção do pensamento abstrato começa a ser desenvolvido ali pelos 2 anos, com os primeiros contatos com o ‘faz de conta’, por exemplo. Mas a política já é muito abstrata, para uma criança mais ainda. Somente com a adolescência vem a possibilidade de fazer estas conexões mais complexas e dissociar-se do pensamento dos pais, que passam a ser vistos menos como heróis e mais como pessoas de carne e osso”, diz Moss.

2. Traga questões complexas para o mundo dela
Quando a curiosidade soar, questões conturbadas e abstratas podem se tornar mais compreensíveis aos pequenos com analogias que remetam ao mundo delas.

No período do impeachment, por exemplo, Moss se valia de comparações do país e do governo com o prédio e o papel do síndico.

O selo infantil Boitatá, da editora Boitempo, vem desde 2015 investido em títulos que apresentam a temática às crianças, como “A democracia pode ser assim” e “A ditadura é assim”. Repletos de cores, ilustrações e exercícios, eles fazem analogias destes regimes com um recreio ou um ditado, por exemplo.

“As crianças são naturalmente interessadas em saber como as coisas funcionam e prestam muito mais atenção no mundo que as cerca do que a gente imagina. Elas ficam fascinadas com insetos, dinossauros, planetas, querem entender como funcionam os órgãos do corpo humano, as profissões dos adultos, por que não iriam querer entender a sociedade em que estão inseridas?”, diz Thaisa Burani, editora-assistente do selo.

Diretora pedagógica em uma escola em Goiás, Fabíola Sperandio chama a atenção também para uma mudança de hábitos que acaba afastando uma troca fundamental, não só no que diz respeito à introdução à política: a conversa.

“Está faltando bate-papo familiar, está faltando a família estar junto diante, por exemplo, de um noticiário que possa promover a discussão”, aponta a pedagoga. “Por um lado, hoje se discute tudo na frente da criança, e eu clamo que nem tudo deve ser falado. Mas aí, quando a criança quer interagir, diz-se que não ‘se trata de assunto de criança’ e ela fica diante do assunto mal explicado”.

Sperandio diz que, caso as famílias desejem inserir os filhos em ações políticas mais diretas, como manifestações, a conversa também deve marcar presença.

“Somos responsáveis pelas crianças, não só por sua segurança física mas também emocional, de formação humana. No momento em que se opta por inserir a criança em protestos, por exemplo, você tem que prepará-la para isso e lidar com os momentos posteriores. É preciso uma disposição para o diálogo, para a escuta, perguntar o que ela entendeu do que viu, esclarecer dúvidas…”, sugere a pedagoga.

3. Apresente uma abertura à diferença
Acompanhada do diálogo, Deborah Moss diz não ver problemas de uma apresentação do posicionamento da família, caso esta seja uma demanda dos adultos. Mas, diz a neuropsicóloga, isto deve vir com uma linguagem acessível e a valorização da tolerância.

“É preciso ter cuidado para não se apresentar a opinião como uma verdade, como se qualquer coisa que ‘não fale a língua da gente’ esteja errado. Respeitar as diferenças é parte da educação”, diz Moss.

Sperandio lembra que a exposição à diferença tem, inclusive, uma função pedagógica. É algo que faz parte, por exemplo, do processo de alfabetização.

“Quando você escreve, você pensa, lê, reflete… Você está em processo de construção. Então, esse processo não pode ser tolhido. É como a criança que está começando a escrever: temos uma caderno de escrita, por exemplo, que não tem intervenção da professora. É o momento de errar, arriscar e ensaiar”, diz a pedagoga.

4. Dê o exemplo
Magdalena Ramos defende que, mais do que falar diretamente da política com crianças, é importante que os adultos criem condições para se apresentarem como exemplo de uma conduta ética.

“Vejo muitas famílias falando uma coisa e fazendo exatamente o contrário: falam que é preciso respeitar o outro, mas o tempo inteiro o pai é um transgressor. As crianças são muito críticas e observadoras, percebem a diferença no discurso e na ação”, diz a terapeuta. “Os pais são muito incoerentes, mas os filhos precisam de uma coerência, de harmonia, rotinas… Este tipo de ambiente é importante para criar valores para os filhos, valores esses que, depois sim, permearão a atividade política”.

Sperandio faz um diagnóstico parecido a partir de seu dia-a-dia na escola e no consultório.

“Percebo as crianças muito interessadas em um mundo melhor, porque se fala muito nisso. Mas a gente faz esse discurso e depois se contradiz com as atitudes. A criança fica confusa: elas precisam ter um porto seguro mas, hoje, não sabem onde estão pisando”.

Artigo extraído e adaptado de BBC Brasil.

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Paciencia

Dicas para ser mais paciente

A paciência é uma habilidade baseada no autocontrole emocional, ou seja, quando podemos suportar as situações desagradáveis e difíceis sem perder a calma e a concentração.

Veja algumas dicas que ajudarão você a ser mais paciente no seu dia a dia:

1. Respire fundo e conte até 10

Às vezes, você pode perder a paciência com alguém porque essa pessoa disse algo que você não gostou, por exemplo, enviando uma mensagem de texto ou email que deixou você em fúria.

Geralmente é melhor deixar para responder um email desses no dia seguinte quando já estiver mais calmo e pensando com a razão em da emoção.

2. Relaxe

Se você puder se afastar da situação que causou sua perda de paciência, faça! Aproveite para fazer relaxamento físico, um alongamento, saia para caminhar e dar uma arejada na cabeça. Envolva-se com uma outra atividade para passar o tempo.

Isso regulariza os hormônios responsáveis pelo humor e dão mais clareza ao pensamento.

3. Aguarde a hora certa para decidir

Uma sugestão importante é você aguardar a cabeça esfriar até tomar uma decisão. Evite tomar decisão de cabeça quente.

Geralmente essas decisões são baseadas na emoção e não na razão. Tendo paciência, você decidirá com a cabeça fria e poderá obter os melhores resultados.

4. Perceba o que faz você perder a paciência

É quando o seu chefe diz para você fazer aquela tarefa que você odeia? É quando o seu filho grita para pedir alguma coisa?

Sabendo o que faz você perder a paciência ajuda você a se preparar e pensar como irá agir da próxima vez que isso acontecer.

Procure se lembrar de outras vezes que você precisou de paciência e os resultados positivos de ter aguardado a sua hora.

5. Pense de forma ampla

Esse é um problema realmente grande? Será que vou me importar com isso daqui uma semana, daqui um mês, daqui um ano?

Muito provavelmente você perceberá que o motivo da sua impaciência não é tão importante assim.

Se for algo importante, como uma solicitação do seu chefe, pense que agora você precisa fazer isso, mas a recompensa vem de outra forma.

6. Visualize

Agora que você já sabe de antemão o que te deixa irritado, visualize essa situação acontecendo da próxima vez. Aí pense o que você fará para agir com calma.

Vamos supor que você se irrita quando é a sua vez de lavar a louça. Pense se realmente faz sentido se irritar. O que você vai dizer na hora? Como você vai agir?

Talvez pensando antecipadamente você veja que realmente o que está tirando a sua paciência na verdade têm o seu motivo de ser. Por exemplo, você pode perceber que realmente você deve contribuir lavando a louça e isso não deve mais ser um motivo para perder a paciência.

7. Deixe quieto

Têm certas coisas que não mudam. Simplesmente são o que são. Não importa o quanto você grite ou se descabele. Então às vezes o melhor comportamento é simplesmente deixar quieto.

Em outras palavras, esquecer do assunto porque o que como diz o ditado, problema que não tem solução, solucionado está.

8. Ter paciência recompensa

Saiba que certas coisas demoram para vir mas se você for paciente o suficiente você terá a recompensa.  Você investe agora com paciência e, em troca, têm maiores chances de receber aquilo que você se propôs a esperar.

Como disse Einstein, “Não é que eu seja tão inteligente, apenas me dedico aos problemas por mais tempo.”. Em outras palavras, com paciência se pode chegar a grandes resultados.

Artigo extraído e adaptado de Evolução Pessoal.

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cinema

Filmes, séries e TEDs com ótimas lições de carreira

Você já parou para pensar que a todo momento estamos absorvendo informações e aprendizados que podem ser muito significativos para a carreira, inclusive, nas horas de lazer e descontração? Se nunca havia parado para pensar nisso, então, alerto que vale a pena ficar atento. Que saber como?

Quantas vezes você não foi ao cinema e saiu de lá com a sensação de que o filme visto havia mexido com você? Esse é o grande sinal: podemos tirar aprendizado de tudo. Sabe aquele dia preguiçoso – e despretensioso – debaixo das cobertas, no frio? Então, invista nele para ver com um outro olhar algo que pode já ter passado por você, mas que não deu tanta atenção. Para te ajudar nessa tarefa, selecionei alguns filmes que talvez você já tenha ouvido falar ou até mesmo assistido, mas que vale uma segunda olhada com foco no que ele pode agregar ao desenvolvimento da sua carreira. Vamos lá?

Erin Brockovich: esse filme vale a pena ser revisto porque aborda questões como determinação, desenvolvimento de competências, persistência, ética, persuasão, iniciativa, empatia e sentimento de dono.

À procura da Felicidade: filme emocionante sobre persistência, planejamento de carreira, coragem e motivação. Uma verdadeira lição de vida.

O Senhor Estagiário: esse é um filme que fala sobre ser mentor, líder e como orientar pessoas. Mostra como vale a pena colocar em prática pequenas atitudes como ser atento, observador, manter a calma e ser autêntico.

Fome de Poder: a trama aborda diversas questões que se completam, como inovação, coragem, persistência e desenvolvimento de equipes. Com certeza agrega muitos aprendizados.

O diabo veste Prada: antes de ficar com raiva – ou até mesmo dó – de Miranda Priestly, foque seu olhar no que a chefe durona proporcionou para Andy Sachs. Questões como resiliência, persistência e a importância do networking estão presentes em toda a trama.

É interessante dizer que não é só o cinema que pode agregar conhecimento de carreira para você. Por exemplo, vale muito a pena acompanhar estas duas séries:

O Sócio (The Profit): aqui um grande empresário mostra como salvar empresas de pequeno e médio porte, geralmente com grande potencial, mas que se encontram com problemas.

Shark Tank (Negociando com Tubarões): mostra empreendedores que vão ao programa apresentar as suas ideias de negócio a potenciais investidores (tubarões) com o objetivo de conquistar financiamento para seus projetos.

Para encerrar, eu não poderia deixar de falar dos TEDs, que são fontes valiosas de conhecimento e inspiração. Inclusive, confesso que é difícil escolher poucos, pois há uma infinidade deles que são muitos bons, hoje, no entanto, vou destacar dois: “Como ser um líder inspirador”, por Simon Sinek e “Mulheres e carreira”, por Sheryl Sandberg.

Extraído e adaptado de Exame – Carreira

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5 formas de ensinar seu cérebro a ser mais feliz

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manhã

6 rituais matinais para manter-se produtivo o dia todo

Seja por ser dono do próprio negócio ou por concentrar o foco no desenvolvimento da carreira, é fácil trabalhar dia e noite e acabar encontrando-se em um estado de constante exaustão. Nesta situação, torna-se difícil levantar da cama de manhã, e apertar o modo “soneca” repetidamente antes de sair correndo pela porta para começar um dia de 12 horas parece quase inevitável. No entanto, alguns ajustes na rotina permitem sair da cama pontualmente e ainda sentir-se energizado e produtivo.

O poder de começar cedo não é novidade: Tim Ferriss, Oprah e Tim Cook, por exemplo, iniciam seus dias antes do amanhecer. Alguns rituais matinais permitem aproveitar ao máximo essas importantes horas antes de começar, efetivamente, a trabalhar.

Descubra 6 dicas para manter-se produtivo o dia todo:

Tenha uma boa noite de sono
O verdadeiro segredo para uma manhã produtiva, no entanto, é a noite anterior. Uma ideia para dormir com a mente tranquila é, antes de ir para a cama, listar 10 coisas pelas quais se é grato. Especialmente quando tiver tido um dia ruim ou alguma coisa der errado, é um lembrete poderoso do progresso que foi feito com a família, a saúde e os negócios. Terminar o dia com lembranças positivas significa que, quando o despertador tocar, você estará pronto para começar uma nova etapa com o pé direito.

Anote uma intenção diária
Estabeleça sua intenção para o dia. Anotar os seus objetivos faz com que seja significativamente mais provável que você os alcance, e o que é registrado é cumprido. Sem isso, pode ser difícil manter o foco. Use uma agenda ou o bloco de notas do celular e registre um objetivo (só um!) para alcançar nas próximas 24 horas. Essas intenções devem ser sempre simples e realistas.

Dedique uma hora a você
Esta é, sem dúvida, a parte mais importante do ritual matinal. Encontre uma hora antes do trabalho para dedicar a você. Utilize-a para aperfeiçoar um idioma, fazer um pouco de exercício físico ou ler. A única coisa que você nunca pode fazer durante esse tempo é checar seu email. Abrir a caixa de entrada tão cedo permite que outras pessoas ditem as suas prioridades, tornando-o reativo em vez de proativo.

Descubra como alimentar-se adequadamente
Muita coisa pode acontecer entre 9h e 17h para estragar uma dieta saudável. Porém, escolher conscientemente a primeira refeição do dia (quando a força de vontade está em seu pico) torna mais fácil manter bons hábitos. Uma rotina saudável proporciona uma mente saudável e focada, e você não pode ser um líder confiante e enérgico se você não estiver abastecendo seu corpo da maneira certa.

Use o tempo de seu percurso eficientemente
Até mesmo um percurso de 20 minutos pode ser utilizado para trabalhar. Com a tecnologia de bluetooth dos carros, é possível programar entrevistas e conferências telefônicas para quando estiver dirigindo e disponível, e então ser produtivo em sua rota. Checar algumas coisas enquanto está em trânsito significa economizar um pouco do tempo no escritório. Também resulta em mais pensamento criativo, porque se está em movimento e em uma situação diferente.

Tenha uma boa noite de sono
O verdadeiro segredo para uma manhã produtiva, no entanto, é a noite anterior. Uma ideia para dormir com a mente tranquila é, antes de ir para a cama, listar 10 coisas pelas quais se é grato. Especialmente quando tiver tido um dia ruim ou alguma coisa der errado, é um lembrete poderoso do progresso que foi feito com a família, a saúde e os negócios. Terminar o dia com lembranças positivas significa que, quando o despertador tocar, você estará pronto para começar uma nova etapa com o pé direito.

 

Extraído e adaptado de Forbes Brasil.

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5 sinais de que você foi feito para empreender pelo mundo

14 hábitos para evitar no dia a dia

Nossos hábitos podem fazer uma grande diferença na vida pessoal e profissional. Frances Bridges, colunista da Forbes, publicou em seu espaço uma lista de 14 hábitos comuns que as pessoas devem evitar para melhorar o desempenho profissional. Segundo Frances, que costuma dar dicas sobre carreira, especialmente para jovens mulheres, esses maus hábitos podem ser convenientes no curto prazo, porém bastante prejudiciais quando analisado em uma perspectiva de tempo maior. “Hábitos são a fundação de quem somos como pessoas e como profissionais. Somos o produto de nossos hábitos diários, e escolhemos todos os dias se queremos melhorar, manter a excelência ou contribuir para nosso próprio descontentamento”, escreve.

Confira o que Frances sugere evitar para se atingir melhores resultados na carreira e, consequentemente, mais satisfação na esfera pessoal.

1. Levar para o lado pessoal
É cansativo quando se atribui qualquer interação com as pessoas como sendo aquilo que eles sentem em relação a você pessoalmente. E geralmente isso não é realidade. Não tomar como pessoais as coisas relacionadas ao trabalho pode poupar muito do estresse no mundo corporativo e aborrecimentos desnecessários.

2. Ficar preso ao passado
O passado é o que é, diz Frances. Não há utilidade nenhuma em guardar mágoas e rancores. A única pessoa impactada por esse tipo de atitude é você mesmo.

3. Sempre checar e-mails e redes sociais
Se alguém precisar esperar cerca de duas horas pela resposta de um e-mail, a pessoa que espere. O mundo não vai acabar, relaxe.

4. Se preocupar constantemente
Preocupações não resolvem problemas. Se o motivo da preocupação é algo que está fora do seu alcance, então não há razão em se preocupar. Se você realmente puder fazer algo a respeito, pare de se preocupar e parta para a ação. Preocupações são uma perda de energia; foque naquilo que você pode controlar.

5. Negatividade
Se você é negativo, você não é parte da solução, é parte do problema. Você não está apenas sugando a sua energia, mas a de seus colegas, do seu local de trabalho, de seus amigos e sua família. Não é produtivo, então tente focar na positividade.

6. Dormir muito
Dormir muito não melhora sua energia, não cria energia de reserva e muito menos faz com que você fique mais atento quando acorda. Na verdade, tem o efeito contrário: dormir muito nos deixa letárgicos. Dito isto, garanta o tempo suficiente de sono, entre 7 e 8 horas por noite, como uma grande contribuição para sua saúde e vitalidade.

7. Dieta inadequada
Se você está consumindo muito açúcar, carboidratos e gordura trans, está se prejudicando. Seja cuidadoso com aquilo que você come. Coma aquilo que te dá energia, como verduras e legumes, proteínas, e gorduras saudáveis, e não comidas que tiram a sua energia.

8. Reclamar
Ao reclamar, você não está apenas projetando negatividade, está incomodando as pessoas que trabalham no seu lado. Ninguém quer estar perto de uma pessoa que reclama de tudo. Não seja parte do problema, seja parte da solução. Faça algo produtivo ao invés de reclamar.

9. Não dar continuidade
Prometer algo a um amigo, ao colega de trabalho ou ao seu chefe e não entregar, gera mais estresse, ansiedade e trabalho para você mesmo e diminui sua autoestima. Faça o que você disse que iria fazer, quando você disse que faria e você terá mais energia e autoestima.

10. Ser coadjuvante
Ser um coadjuvante de sua vida e carreira faz com que você se sinta desconectado de sua própria vida. Tome o controle e assuma o protagonismo. Ninguém vai se preocupar mais com sua vida e carreira do que você mesmo, então, se você está infeliz, tome o controle e mude sua vida.

11. Pensar muito
Uma vez que tenha analisado algum tema e tomado uma decisão a respeito, procure mantê-la. Pensar muito é geralmente improdutivo e apenas gera estresse desnecessário. Elabore quais os riscos de uma determinada decisão, faça o que você pode fazer para minimizá-los e então siga em frente. Pensar demais não gera um resultado melhor, apenas suga sua energia enquanto você toma uma decisão difícil.

12. Fofocar
Levantar discussões sobre outras pessoas e ‘criar dramas’ não ajuda em nada a avançar na carreira ou a construir relações com seus colegas de trabalho e amigos. É desperdiçar energia em algo que geralmente não tem nada a ver com você e não é da sua conta. Não gaste energia falando sobre outras pessoas ou tentando fazer a vida delas mais difícil. Coloque essa energia em cuidados com você mesmo e com melhorias pessoais.

13. Relações tóxicas
Assim como não reclamar, não fofocar e não criar dramas, você também não deve se envolver com pessoas tóxicas. Se elas falam mal de outras pessoas, elas podem estar falando mal de você para os outros também. Cerque-se de pessoas que são positivas e que dedicam suas energias para sua própria excelência e melhoram aqueles que estão ao redor.

14. Tentar agradar aos outros constantemente
Você nunca agradará todo mundo, então é melhor tentar agradar a si mesmo. Você está feliz e orgulhoso de quem é? É tudo o que importa. Se alguém não gostar de você quando você está em sua melhor forma, este não é um problema seu, e sim deles.

E então, se identificou com algum desses hábitos? Agora é tentar colocar em prática e melhorar a sua rotina no trabalho.

 

Artigo extraído e adaptado de Época Negócios

 

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Mulheres que ensinam mulheres a programar

Contra a desigualdade de gênero na tecnologia, iniciativas como PrograMaria, MariaLab, RodAda Hacker e #MinasProgramam aproximam as mulheres da linguagem dos códigos.

No século XIX, a matemática Ada Lovelace entrou para a história ao escrever o algoritmo que fundou as bases da ciência da computação. Quase duzentos anos depois, soa até irônico lembrar a importância desta mulher para a tecnologia e encarar os dados que revelam a falta de participação de mulheres no setor. Segundo a pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), realizada e 2015, dos mais de 580 mil profissionais da T.I que atuam no Brasil, apenas 20% são do sexo feminino.

Inspiradas em iniciativas estrangeiras como Mothership, HackerMoms e PyLadies, projetos brasileiros organizam cursos, encontros e palestras que aproximam as mulheres da tecnologia e as ensinam a programar. Muitas dessas atividades são gratuitas e destinadas a quem não faz nem ideia do que é java, PHP e python. Reforçando a proposta de inclusão, os programas ainda oferecem atividades direcionadas a mulheres negras e moradoras de comunidades. “Para nós, a tecnologia também tem um viés político, por isso é fundamental que essas atividades circulem além dos espaços privilegiados das cidades”, diz Silvana Bahia, facilitadora da RodAda.

Apesar de pequenas, essas iniciativas mobilizam uma quantidade considerável de mulheres interessadas em aprender mais sobre tecnologia. “O diferencial de projetos pequenos como o nosso é que podem ser feitos por quem tem realmente vontade de fazer, e isso é muito gostoso”, acrescentam as integrantes do #MinasProgramam.

Se quiser aprender a programar ou participar de atividades relacionadas a tecnologia corra atrás desses projetos:

MariaLab

MariaLab é um coletivo feminista com a proposta de criar um hackerspace (“espaço hacker”) que promova atividades para mulheres, inclusive as transgêneros. A MariaLab organiza encontros e eventos gratuitos para quem quer trocar informações, fazer networking ou participar de grupos de estudos.

RodAda Hacker

RodAda Hacker facilita encontros que incluem mulheres e meninas na tecnologia, através de oficinas colaborativas especialmente desenhadas para o público feminino. Os encontros, para quem quer imaginar e construir projetos incríveis e recriar tecnologias da rede, ocorrem em diversas partes do país.

PyLadies São Paulo

PyLadies é um grupo internacional que tem o objetivo de aumentar inclusão feminina dentro da comunidade Python, um tipo de linguagem de programação. No Brasil, o projeto atua em cerca de 20 cidades, principalmente nas capitais, promovendo eventos e cursos para mulheres que querem aprender a programar. E o melhor, as atividades são gratuitas.

PrograMaria

A PrograMaria incentiva o debate sobre a falta de representatividade feminina na tecnologia e leva a discussão a grandes eventos de tecnologia. Criado por Iana Chan e Luciana Fernandes, o projeto consiste em um curso presencial de programação só para mulheres.

#MinasProgramam

O #MinasProgramam foi criado em maio de 2015 com o intuito de incluir as mulheres na linguagem dos códigos, o projeto promove cursos de programação e encontros na cidade de São Paulo. Muitas das atividades são gratuitas e as que são pagas oferecem isenção de inscrição para mulheres financeiramente vulneráveis.

Extraído e adaptado de Code Girl – Revista Trip

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7 dicas preciosas para quem decide morar em outro país!

Tomar a decisão de morar no exterior certamente é uma experiência única e transformadora, mas nem sempre tudo corre como o planejado. Mais do que qualquer outra mudança, mudar de país envolve uma série de desafios, dificuldades e, principalmente, a dificuldade para adaptação. Este processo vai depender muito das condições, dos objetivos e da estrutura que encontrará no novo país.

#1 Aprenda o novo idioma

Mesmo que você já tenha uma noção da língua ou que já esteja mais avançado, vai perceber que conseguir “se virar” pode ser bem diferente quando realmente precisar resolver algo, mesmo que pareça simples, quando você reside naquele país.

Você pode ter o conhecimento da língua que te ajude a superar questões mais comuns do dia a dia. Mas quando precisar abrir uma conta no banco, quando seu cartão não passar no caixa, participar de uma reunião de trabalho ou mesmo quando quiser aprofundar uma amizade com os nativos, o “saber se virar” pode não ser suficiente e um sentimento de exclusão e frustração pode nascer daí.

Então, quando decidir morar no exterior, aprenda o básico e tenha a perspectiva de se aprofundar o mais rápido possível na nova língua. Participe de cursos intensivos, pesquise cursos presenciais e aproveite as várias opções de aplicativos para celular que podem te ajudar a não perder o ritmo dos estudos.

Dominar o novo idioma facilitará sua adaptação e sua autonomia no novo país.

#2 Tenha um projeto

Independente do seu objetivo (acadêmico, profissional, financeiro ou até mesmo pela busca de autoconhecimento e crescimento cultural), ao decidir morar no exterior você precisará ter projetos e se planejar para poder concretizá-los.

Não se sobrecarregue, mas trabalhe para que possa ter uma certa rotina e preencher sua agenda semanal o máximo que puder.

Se você já tem um trabalho ou uma carga horária razoável de estudos, isso será mais fácil de resolver. Mas se, por exemplo, você tiver muito tempo livre durante a semana ou se tiver se mudado para acompanhar seu cônjuge, sua necessidade de planejamento será ainda maior.

Em primeiro lugar, foque no aprendizado do novo idioma, aventure-se a novas situações experiências, busque sites que promovam reuniões de estrangeiros, como o Meetup, matricule-se em alguma atividade física e se engaje num trabalho voluntário – isso pode te proporcionar uma experiência marcante. Em todos os países existem trabalhos voluntários e, ao participar de algum deles, você estará treinando o novo idioma, aumentando sua rede de contatos e ainda poderá oferecer algo ao novo país também.

#3 Seja flexível

Não perca sua personalidade, seja você mesmo e o mais espontâneo possível. Mas lembre-se de que você não está mais “em casa” e, da mesma maneira que adotamos algumas condutas diferentes quando vamos visitar alguém, precisamos mudar alguns de nossos hábitos quando mudamos de país.

Se você sabe que algo não é bem visto naquele país, evite fazê-lo ou, simplesmente, não faça. Busque compreender a cultura local.

Por outro lado, se você se incomoda com algum costume das pessoas do seu novo país, não as critique pois isto não vai fazer você se sentir mais confortável. Aceite a nova cultura e aprenda o máximo que puder para lidar a situação.

Afinal, que sentido faria mudar de país e continuar na nossa eterna zona de conforto?

#4 Fantasiar pode, mas tenha limites!

Buscar um lugar diferente e melhor, com condições mais satisfatórias podem te dar oportunidades de crescimento pessoal, emocional e profissional. Mas, cuidado, às vezes nos enxergamos numa situação tão difícil no Brasil que exageramos na fantasia de encontrar um lugar perfeito.

Você certamente vai se surpreender positivamente com os benefícios sociais e com os avanços tecnológicos, educacionais e culturais do novo país, mas também poderá se frustrar com algumas coisas.

Então, tenha em mente que o lugar perfeito não existe. Mas vale a pena se esforçar para viver num país diferente e que te traga maior qualidade de vida.

#5 Seja Paciente

Para a alguns de nós o processo de adaptação não é tão rápido e passamos por várias etapas até que a experiência possa ser vivida de uma forma mais leve.

Você pode levar um pouco mais de tempo para se adaptar, então respeite o SEU tempo e seja paciente. Isso é extremamente importante para que você não desista antes de realmente começar e poder aproveitar a experiência.

Uma boa atitude não garantirá o seu sucesso. Mas uma má atitude poderá te levar ao fracasso.

#6 “Só porque sou estrangeiro”

Principalmente quando ainda não dominamos o novo idioma, podemos ter a sensação de que somos tratados de uma forma diferente ou até mesmo excessivamente discriminados “só porque somos estrangeiros”.

Em algumas situações sabemos que isso pode ser real, mas precisamos ter cuidado para não generalizar e acabarmos paranóicos, achando que as pessoas agem de determinada forma só porque somos estrangeiros.

Quando isso acontecer lembre-se que, dependendo o país onde você está, as pessoas não serão tão amáveis, extrovertidas ou expansivas como a cultura brasileira em geral e isso não tem a ver com discriminação, mas apenas com diferenças culturais.

Então, não se frustre e nem se desanime desnecessariamente. Aprenda a lidar com as novas situações e desenvolva diferentes habilidades sociais.

#7 Distancie-se de vez em quando

Procure se aproximar o máximo possível dos nativos, envolva-se em atividades culturais locais, assista aos seus programas de televisão, ouça suas músicas, mas quando tudo isso parecer exigente demais: dê um tempo para você!

Antes mesmo de se mudar para o novo país, faça uma pesquisa por brasileiros que já moram fora pelas redes sociais, tire dúvidas e, se possível, mantenha contato. Para quem já está fora pode ser muito prazeroso poder se reencontrar com brasileiros novamente e, de uma forma geral, as pessoas estão dispostas a ajudar no que for preciso em relação a informações.

Mas uma coisa é muito importante, não se isole da nova cultura ficando no conforto das relações somente com brasileiros, mas mantenha essas relações. Isso pode ser muito reconfortante quando passamos por algumas dificuldades de adaptação.

Mantenha contato com familiares e amigos. Seja empático e sensível para que não se preocupem excessivamente com suas dificuldades, mas não precisa contar só o lado bom. Esteja aberto também para pedir ajuda, para desabafar e assim preservar o bom relacionamento.

Quando somos otimistas e nos planejamos bem, a mudança de país pode ser uma das melhores experiências de nossa vida!

Mas, vale lembrar que, para algumas pessoas, esse processo de adaptação cultural pode ser longo ou intenso demais e nestes casos o mais indicado é buscar ajuda de um profissional especializado no assunto. Os atendimentos psicológicos on-line podem ajudar neste processo e, na maioria dos casos, em algumas sessões sua experiência no exterior pode se tornar mais leve e gratificante.

 

Extraído e adaptado de http://vivertrabalhareestudarnoexterior.com/morar-no-exterior-dicas-adaptacao/

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5 sinais de que você foi feito para empreender pelo mundo

5 Aplicativos para desenvolver o hábito da meditação e relaxar

Com a nossa rotina cada vez mais corrida, muitas vezes nos pegamos ansiosos, acelerados, buscando terminar algo o mais rápido possível, e quando chega ao fim do dia, só estamos exaustos, insatisfeitos e sem a total sensação de dever cumprido. E existe uma excelente maneira de melhorar o seu humor nesse momento, acalmando-se e voltando-se para si mesmo. Mas como fazer isso? É simples: basta alguns minutos de meditação para que você possa se encontrar no meio de tanta turbulência e, quem sabe, tornar-se emocionalmente estável.

Se você nunca experimentou a prática da meditação ou acredita que leva muito tempo para aprender, fique tranquilo! Aqui teremos dicas preciosas e bem simples para você se aventurar nesta prática.

Uma das vantagens é que já não é preciso atravessar a cidade para ir a uma aula de yoga para poder relaxar e meditar. Com a ajuda dos aplicativos é possível parar alguns minutos para praticar e relaxar no meio dos dias caóticos.

Que tal experimentar?

Medita!

O aplicativo de meditação de Mirna Grzich, jornalista e terapeuta brasileira que é uma referência em meditação. O aplicativo apresenta um guia prático, simples, com oito temas de meditações guiadas: Mindfulness, Meditações Essenciais, Insights & Reflexões, Orações & Mantras, Meditações da Lua cheia, Quem é Você, Meditando com Tradições Espirituais e Relaxando & Meditando.

Gratuito
Disponível para iOS e Android

5 Minutos

O aplicativo 5 Minutos é um guia para facilitar a meditação e desenvolver seu bem estar no dia a dia. Desenvolvido pela Mãos Sem Fronteiras (MSF), uma organização internacional que promove a técnica conhecida como Estimulação Neural, o aplicativo apresenta três opções para meditar: meditação de 5 minutos, meditação Guiada La Jardinera e meditação com tempo livre com um contador de até 30 minutos.

Gratuito
Disponível para iOS e Android

Medite.se

Desenvolvido através das técnicas do terapeuta Tadashi Kadomoto, o aplicativo oferece meditações guiadas para que você viva mais presente e consciente a cada dia. Para Tadashi, sua missão de vida é “Contribuir efetivamente para o despertar das pessoas”. O Medite.se é uma boa ferramenta para quem quer se conhecer utilizando a meditação.

Gratuito
Disponível para iOS e Android

Calm

Eleito pela App Store, em 2017, como o melhor aplicativo de meditação e mindfulness, o objetivo deste aplicativo é que você pare durante o dia para relaxar. Você pode escolher sessões entre 2 e 20 minutos de meditação ou até efeitos sonoros gravados diretamente da natureza. Há ainda mais de 10 faixas de música para melhorar a concentração e você pode escolher o seu objetivo da meditação: melhorar a qualidade do sono, aumentar os níveis de energia, confiança, foco e concentração, criatividade, diminuir a ansiedade, gratidão e muito mais.

Gratuito
Disponível para iOS e Android

Relax Melodies

Este aplicativo é excelente para aqueles que sofrem de insônia, zumbidos ou stress. O Relax Melodies promote uma rotina relaxante, com meditações guiadas, especificamente projetadas para ajudá-lo a dormir. Há sons de pássaros na floresta, sons marítimos, água a correr, chuva… E ainda possui um timer para que o utilizador possa programar o tempo de meditação.

Gratuito
Disponível para iOS e Android

E para quem não quiser baixar um aplicativo, não tem problema, você pode experimentar esta opção que pede apenas 2 minutos do seu tempo para fazer absolutamente nada:

http://www.donothingfor2minutes.com

 

 

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13 coisas que você deve abandonar se quiser ser bem-sucedido

Às vezes, para ser bem-sucedido, não precisamos de mais coisas, precisamos desistir de algumas.

“Porque você pode fazer o que quiser, você potencialmente pode fazer tudo que quiser. Mas para fazer tudo que quer, você precisa sacrificar as coisas que realmente são importantes.” Frase do documentário Minimalism: A Documentary About the Important Things

Para Michelle Obama, “O sucesso não tem a ver com quanto dinheiro você ganha, mas com a diferença que você faz na vida de outras pessoas.”

Mesmo que cada um de nós tenha uma definição diferente de sucesso, existem certas coisas que são universais, das quais se você desistir será mais bem-sucedido.

Algumas delas você pode abrir mão hoje, outras podem demandar mais tempo.

  1. Abandone estilos de vida que não sejam saudáveis

 

“Tenha cuidado com seu corpo. É o único lugar que você tem para viver.”- Jim Rohn

Se você quer alcançar qualquer coisa na vida, tudo começa aqui.

Primeiro, você tem que cuidar do seu corpo e da sua saúde, e há apenas duas coisas que você precisa ter em mente:

Alimentação saudável

Atividade Física

Passos pequenos, mas você vai agradecer a si mesmo um dia.

 

  1. Abandone a mentalidade de curto prazo

 

“Você só vive uma vez, mas se você fizer isso direito, uma vez é suficiente.” – Mae West

Pessoas bem-sucedidas estabelecem metas de longo prazo e sabem que esses objetivos são meramente o resultado de hábitos de curto prazo que eles precisam fazer todos os dias.

Hábitos saudáveis ​​não devem ser algo que você faz: devem ser algo que você é.

Há uma diferença entre: “fazer exercícios para ter corpo de verão” e “fazer exercícios para contribuir para a sua saúde”.

 

  1. Não pense “pequeno”

 

“Pensar pequeno não serve ao mundo.

Não há nada de brilhante em se encolher para que outras pessoas não se sintam inseguras perto de você. Todos nós devemos brilhar, como as crianças.

Não está apenas em alguns de nós, está em todos, e quando deixamos nossa luz brilhar, inconscientemente damos permissão a outros para fazer o mesmo.

À medida que nos libertamos do nosso medo, nossa presença automaticamente liberta os outros. “- Marianne Williamson

Se você nunca tentar e aproveitar grandes oportunidades ou permitir que seus sonhos se tornem realidade, você nunca vai perceber o seu verdadeiro potencial.

Além disso, o mundo nunca se beneficiará com o que você poderia ter conseguido.

Então dê voz às suas ideias, não tenha medo de falhar e certamente não tenha medo de ter sucesso.

 

  1. Abandone suas desculpas

 

“Não é sobre as cartas que você tem, mas como você as joga.” – Randy Pausch, The Last Lecture

Pessoas bem-sucedidas sabem que são responsáveis ​​por suas vidas, não importa o seu ponto de partida, fraquezas e falhas do passado.

Lembre-se: você é o agente transformador da sua própria vida.

Perceber que você é inteiramente responsável pelo que acontece em seguida na sua vida, é assustador e excitante.

No entanto, é a única maneira que você pode alcançar o sucesso, porque as desculpas nos limitam e impedem de crescer pessoalmente e profissionalmente.

Possua sua vida. Ninguém mais o fará.

 

  1. Desista da mentalidade fixa

 

“O futuro pertence àqueles que aprendem mais habilidades e conseguem combiná-las de maneiras criativas.” – Robert Greene, Maestria

Em uma mentalidade fixa, as pessoas acreditam que sua inteligência ou talento, são simplesmente traços fixos e que talento sozinho gera sucesso – sem esforço.

Eles estão errados.

Além disso, as pessoas bem-sucedidas sabem disso.

Elas investem uma imensa quantidade de tempo para desenvolver uma mentalidade de crescimento, adquirir novos conhecimentos, aprender novas habilidades e mudar sua percepção, para que isso possa beneficiar suas vidas.

Lembre-se: quem você é hoje, não é quem você tem que ser amanhã.

 

  1. Abandone a crença na “Bala Mágica”

 

“Todos os dias, em todos os sentidos, eu estou ficando cada vez melhor” – Émile Coué

O sucesso de um dia para o outro é um mito.

Pessoas bem-sucedidas sabem que fazer pequenas melhorias contínuas a cada dia, ao longo do tempo, terão os resultados desejados.

É por isso que você deve se planejar para o futuro, mas com o foco no dia seguinte, e melhorar apenas 1%.

 

  1. Desista do perfeccionismo

 

“Se mover é melhor que ser perfeito.” – Kahn Academy’s Development Mantra

Nada será perfeito, não importa o quanto tentemos.

O medo da falha (ou mesmo o medo do sucesso) nos impede frequentemente de agir e de pôr nossa criação no mundo. No entanto, muitas oportunidades serão perdidas se esperarmos que as coisas sejam 100% certas.

Então, navegue e depois melhore (aquele 1% do dia seguinte).

 

  1. Desista de ser multitarefa

 

“Você nunca chegará ao seu destino se parar e jogar pedras em cada cão que ladra.” – Winston S. Churchill

Pessoas bem-sucedidas sabem disso. É por isso que elas escolhem uma coisa e em seguida, passam a perseguir seus objetivos. Pode ser uma ideia de negócio, uma conversa ou um treino.

Estar plenamente presente e comprometido com uma tarefa é indispensável.

 

  1. Desista da sua necessidade de controlar tudo

 

“Algumas coisas dependem de nós e algumas coisas não dependem.” – Epictetus, filósofo estóico

Diferenciar estes dois é importante.

Separar-se das coisas que você não pode controlar, e concentrar-se naquelas que você pode, e saber que às vezes, a única coisa que você será capaz de monitorar é a sua atitude em relação a algo.

 

  1. Desista de dizer SIM para coisas que não levam aos seus objetivos

 

“Aquele que pode realizar pouco deve sacrificar pouco. Aquele que pode alcançar muito, deve sacrificar muito. Aquele que pode alcançar níveis muito altos, deve sacrificar grandemente.”- James Allen

Pessoas bem-sucedidas sabem que para alcançar seus objetivos, terão que dizer NÃO a tarefas, atividades e demandas de seus amigos, familiares e colegas.

Em um curto prazo, você talvez sacrifique um pouco de gratificação instantânea, mas quando seus objetivos começarem a dar frutos, vai valer a pena.

 

  1. Abandone pessoas tóxicas

 

“Você é a média das cinco pessoas que você mais convive.” – Jim Rohn

As pessoas com quem gastamos mais tempo somam-se a quem nos tornamos.

Há pessoas menos ambiciosas e há pessoas mais ambiciosas do que nós. Se você gastar tempo com aqueles que são menos motivados do que você, sua média vai cair e com ela, o seu sucesso.

No entanto, se você passar o tempo com pessoas mais avançadas do que você, não importa o quão desafiador que possa ser, você será mais bem-sucedido.

Dê uma olhada em si mesmo e veja se você precisa fazer alguma mudança.

 

  1. Abandone sua necessidade de ser apreciado

 

“A única maneira de não se chatear com as pessoas é não fazer nada importante.” – Oliver Emberton

Pense em si mesmo como um nicho de mercado.

Muitas pessoas vão gostar desse nicho, outras pessoas não e não importa o que você faça, você não será capaz de fazer todas as pessoas gostarem de você.

Isso é totalmente natural, e não há necessidade de fazer nada para se justificar.

A única coisa que você pode fazer é continuar sendo autêntico e não depender da aprovação dos outros para continuar fazendo o que você ama.

 

  1. Abandone sua dependência de redes sociais e televisão

 

“O problema é que você acha que tem tempo.” – Jack Kornfield

O vício de ficar na internet e assistir televisão é a doença da sociedade de hoje.

Estes dois nunca devem ser uma fuga de sua vida ou seus objetivos.

A menos que seus objetivos dependam deles, você deve minimizar (ou eliminar) a sua dependência sobre eles. Além disso, dirija esse tempo para coisas mais produtivas que podem enriquecer sua vida.

 

Este artigo é uma adaptação do texto publicado em Malagueta Criativa do texto originalmente publicado no Medium, por Zdravko Cvijetic. Photo by Nik Shuliahin on Unsplash

 

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5 Técnicas da neurociência para potencializar a sua memória

Não quer mais esquecer prazos, nomes, datas, informações? Saiba como a ciência pode ajudar para potencializar a sua capacidade de memorização.

A tecnologia pode ser a nossa grande aliada para nos lembrar de prazos, reuniões, nomes, mas, mesmo com a ajuda dos nossos smartphones, tablets e outros gadgets, nenhum hardware é mais valioso para a rotina do que o nosso cérebro.

A memória é uma das funções cognitivas mais prejudicadas pela sobrecarga de informações trazida pela tecnologia. Perdidos em um oceano de estímulos, acabamos esquecendo cada vez mais facilmente de detalhes como nomes, datas, prazos e informações.

O esquecimento prejudica a rotina pessoal, profissional e acadêmica, mas a boa notícia é que não faltam recursos e técnicas para recuperar a capacidade de se lembrar. Se você procura conselhos nesse sentido, a neurociência pode ajudar.

Confira a seguir 5 métodos inspirados por descobertas científicas para facilitar a fixação de qualquer informação:

  1. Brinque de professor com um amigo

Você só vai memorizar uma informação se fizer algo de prático com ela, diz em palestra do TED o professor Peter Doolittle, da universidade Virginia Tech.

Uma das melhores maneiras de fazer isso é explicar aquele conteúdo para uma outra pessoa, como por exemplo, ensaiar uma apresentação com um amigo. Para dar sua “aula”, você precisará organizar, filtrar e reproduzir a informação, o que facilita a memorização.

Alguns artigos publicados em 2007 nos periódicos acadêmicos Science e Intelligence traz uma possível evidência desse fato. Segundo os estudos, os filhos primogênitos em média têm QI mais alto do que os caçulas. A razão? Provavelmente porque eles passaram boa parte da infância ensinando diversas coisas para seus irmãos mais novos.

  1. Brinque de professor consigo mesmo

Não há nenhuma pessoa disponível para ouvir a sua “aula” sobre o conteúdo que precisa memorizar? Sem problemas, você pode fazer isso sozinho.

Para tornar esse exercício solitário mais estimulante, faça perguntas a si mesmo sobre o material. Especialistas em educação da Universidade de Michigan recomendam parar de vez em quando a leitura de uma apostila, por exemplo, e se questionar: “Quais são as informações principais deste trecho?”. Falar em voz alta, seja para fazer perguntas, seja para respondê-las a si mesmo, ajuda muito.

Um trabalho publicado em 2010 no “Journal of Experimental Psychology” indica que a produção oral tem impacto significativo sobre a retenção de informações. Os estudiosos fizeram o seguinte experimento. Diante de uma lista de palavras, os participantes tiveram que ler metade em voz alta e metade em silêncio.

Em seguida, tiveram que recordar o maior número possível de itens que haviam lido. Aqueles que haviam sido pronunciados foram muito mais lembrados do que os que haviam sido lidos sem a emissão de qualquer som.

  1. Anote tudo em um papel

Em tempos dominados por computadores e smartphones, cada vez menos pessoas cultivam o hábito de registrar informações à mão. O antigo método, contudo, é excelente para a memorização.

Ao usar o teclado ou a tela touch de um celular, processamos a escrita de forma mais superficial do que quando desenhamos as palavras com um lápis, dizem estudiosos das universidades de Princeton e da Califórnia.

Então, esqueça o bloco de notas digital, da próxima vez que precisar decorar alguma coisa, procure um bom pedaço de papel. Tanto faz se você vai escrever um texto corrido ou desenhar um esquema com flechas. O importante é transformar a informação a ser gravada em um registro manuscrito.

  1. Pense como um pintor surrealista

Um bom método para facilitar a retenção de uma informação é visualizá-la em um contexto inusitado, engraçado ou até surreal. Para compreender isso, imagine que você precisa decorar o nome de uma pessoa que você acabou de conhecer em um evento de networking: Joana Pontes, por exemplo.

Tente imaginar esse sobrenome, Pontes, dentro do rosto de Joana, sugere o especialista em memória Chris Moulin ao site “The Mirror”: pode uma ponte entre a orelha e a boca, por exemplo, ou alguma outra imagem digna de um quadro de Salvador Dalí.

Parece loucura? Pensar como um pintor surrealista, na verdade, pode ser bastante útil. Segundo Carla Tieppo, neurocientista e professora da Santa Casa de São Paulo, quanto mais nos espantarmos com uma imagem mental, mais chances ela terá de ser absorvida pelo cérebro de forma duradoura.

  1. Transforme tudo em música

Já parou para contar a quantidade de canções que você sabe de cor? Tem ideia de como as letras ficaram gravadas com tanta facilidade no seu cérebro? O segredo é a melodia por trás delas.

Não é por outro motivo que os professores de cursinho adoram criar paródias musicais para transmitir temas como a tabela periódica dos elementos químicos. Quando envolta em melodia, qualquer informação pode ser gravada mais facilmente.

Um estudo de pesquisadores norte-americanos e alemães mostrou que a criação de um padrão rítmico e melódico é um excelente auxiliar das funções cognitivas. Um experimento com portadores de esclerose múltipla sugere que o estímulo musical incrementa a “codificação profunda” durante o aprendizado verbal.

Seja para memorizar uma informação nova, seja para ser mais produtivo no trabalho, a audição de música tem efeitos surpreendentes. “Ela faz algo provavelmente único: estimula o cérebro de um modo poderoso a partir da nossa conexão emocional com ela”, resume a neuropsicóloga Catherine Loveday ao site do jornal “The Guardian”.

Artigo extraído e adaptado do site Exame

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