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Como sentir-se bem consigo mesmo

e-mail Newsletter  e artigo (retirar saudação e PS)

Quando? Segunda, dia 8/7, às 8 horas

Para quem? Todos da lista


Título: Como sentir-se bem consigo mesmo

Título 2: AUTOESTIMA: como conquistá-la (também é o título do artigo)

Olá, NOME? Como vai você?

Estar em paz consigo mesmo não é uma tarefa fácil para ninguém…

Por vezes, a gente se pega remoendo, amargando e padecendo pelas escolhas:

Uma reação indevida…

A palavra não dita…

A profissão escolhida…

A compra por impulso…

O relacionamento mal estabelecido…

A desistência no meio do caminho…

Há sempre uma enorme insatisfação rondando os nossos pensamentos…

Talvez essa não seja a sua situação no momento, mas tenho certeza de que conhece alguém que está passando por períodos assim. Aliás, quem nunca vivenciou isso? 

Vivemos em um mundo vulnerável onde temos vergonha de ser quem realmente somos e, por isso, estamos sempre olhando para fora, na busca incessante de escolher um modelo que possamos seguir.

Com isso, deixamos de ser quem somos na essência para agirmos de acordo com o que as outras pessoas esperam de nós.

Afinal, queremos pertencer a um meio, ser aceitos, amados, admirados, reconhecidos…

E, como não encontramos esse caminho, mesmo que inconscientemente, nos chafurdamos nos sentimentos de frustração, insuficiência, escassez, desânimo, tristeza e depreciação completa de tudo o que fizemos e construímos.

E, ainda pior, fazemos isso sem nenhuma consciência desses sentimentos: só sabemos que não estamos bem e que sentimos um enorme incômodo e vazio na alma.

A mínima insatisfação torna-se motivo para a destruição definitiva de toda uma construção.

E quando alguém faz isso, torna-se incapaz também de:

  • Perceber as conquistas da vida;
  • Permitir-se receber um elogio;
  • Enxergar seu próprio valor.

As pessoas estão sempre pensando: “Será que sou boa o suficiente para fazer isso?”.  E se cobram mais, mais e mais…

Conhecendo de perto essa angústia de tantas pessoas, compilei para você:

As 7 dicas mais impactantes para quebrar o ciclo da autodepreciação e começar a reconstrução.

As 3 últimas são as mais poderosas:

  1. Faça uma afirmação positiva ao acordar:
    • A minha missão hoje é ser feliz/amar/confiar/ser melhor do que ontem…

      2. Eleve os braços em posição de vitória e permaneça assim em torno de 2 minutos: seus hormônios de poder serão ativados, segundo estudos científicos.

      3. Olhe para o espelho e diga:

    • “Você é fera demais!”
    • “Tenho orgulho de você!”
    • “Você é capaz!”
    • “Eu confio em você!”
    • “Você está construindo uma grande história!”
    • “Quanto amor você tem no seu coração”
    • “Estou melhor a cada dia!”

Mesmo quando inicialmente não acredite, fale! Finja até ser verdade! Há estudos que comprovam essa força.

        4. A cada pessoa que encontrar identifique algo de bom, mesmo que seja alguém que não lhe agrade tanto. A cada instante, vasculhe uma nesga de alegria.

    • A cor dos olhos dessa pessoa, o sorriso, a dedicação à família;
    • O cheirinho do café fresquinho que ela faz;
    • Um simples “obrigado” que ela disse;
    • O desenho todo rabiscado que o seu filho fez para você!

Concentre-se nisso, somente nisso!

        5. Encontre suas paixões e viva o que vai além delas

    • Se tem paixão pela natureza, como pode contribuir para sua preservação?
    • Se tem paixão por seus filhos, o que deixará como legado moral para eles? Como ensiná-los a serem melhores como seres humanos?
    • Se tem paixão pelo trabalho, como construirá um time autossuficiente, de pessoas fortes, pessoas de bem?

        6.  Reconheça a sua história, construa a sua timeline real

    • Quais foram os momentos mais desafiadores que você venceu?
    • Por que conseguiu superar cada um deles?
    • Quais foram as etapas vencidas?
    • Em que momentos demonstrou maior coragem?
    • Quando você pensou que não seria capaz e superou um obstáculo?

         7.  Defina metas curtas e comemore cada conquista:

    • Um livro a ser lido;
    • Um trabalho voluntário a ser iniciado;
    • Um curso que deseja concluir;
    • A seleção de roupas do armário para doação.

O olhar é para o futuro, mas o foco é no agora!

Metas bem definidas e realistas nos trazem clareza de ação e nos tiram do estado de apatia.

Todos somos cheios de defeitos e de medos, mas ainda assim capazes de ser alguém que faz a diferença na vida de outras pessoas.

Existe uma frase filosófica que diz assim:

“Que ninguém passe por ti e diga: eu passei por ele, e ele não me deu nada”.

Mas, em primeiro lugar, precisamos aprender a nos amar, a ter compaixão para conosco, nos achar merecedores de coisas boas na vida e só assim estaremos aptos a contribuir com as pessoas que amamos.

“Sou imperfeita e vulnerável, às vezes tenho medo, mas isso não muda o fato de que também sou corajosa e digna de amar e fazer parte.”

Brené Brown

Sempre ensino aos meus alunos e mentorados que, por trás de toda ação, há um pensamento e uma emoção, e os ajudo a identificar cada um, de maneira a ter maior autoconsciência.

Mas, como diz a filósofa Lúcia Helena Galvão, “atrás de todo ser humano tem um ‘Eu’ que quer cumprir o seu dever no mundo”.

Que a cada dia possamos ter a coragem de “Ser” esse “Eu” verdadeiro, vivenciando os nossos valores mais nobres e impactando a todos quantos nos relacionamos, de modo que compreendam a importância dessa conexão verdadeira:

Um ser humano que se realiza como ser humano!

Abraços de energias positivas,

Wayne Valim

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5 Dicas e macetes do Ninja Financeiro para quem gosta de viajar

Um dos maiores desejos dos brasileiros nos últimos tempos é viajar mais, conhecer outros países e até morar fora do Brasil, conforme pesquisa realizada por minha equipe em 2018 com os assinantes da minha lista VIP de contatos e também de outras pesquisas disponíveis na Internet.

Viajar é mesmo uma delícia, especialmente em companhia da família e dos amigos!

Mas, diante de um quadro de dificuldades financeiras e preocupações com o futuro incerto, acabamos por manter esses sonhos embaixo do travesseiro.

Eu acredito que tudo que nos faz bem e traz boas energias para cumprirmos bem a nossa jornada pode e deve ser colocado em nossos planos, mesmo que pareça algo tão distante de ser alcançado.

Sabendo dessa vontade de tantas pessoas, convidei a especialista em finanças comportamentais, Silvia Araújo, para falar aos participantes da nossa  LIVE semanal no dia 8 de julho no Instagram. 

E ela foi tão querida que ainda escreveu um resumo com as dicas incríveis que nos encantou hoje:

  1. Viajar e curtir como se não houvesse o amanhã: Duas dicas para seu lado gastão.

# Câmbio do cartão de crédito: Antes de viajar, fique de olho na forma como vai contratar e fechar o câmbio do seu cartão de crédito, para não jogar dinheiro pelo ralo e nem perceber.

# Dinheiro é emocional: Conduza suas escolhas de compras pela alegria e não pela euforia.  A alegria te faz realmente aproveitar oportunidades, a euforia te faz perder, além de dinheiro, o seu tempo e ainda lidar com um monte de coisas sem sentido.

2. Viajar e se relacionar: dica para seu lado influente.

Viajar é também uma excelente oportunidade para se relacionar com pessoas e abrir portas para infinitas possibilidades.

# Eventos e pessoas que você pode encontrar: MeetUp é uma plataforma com uma grande rede de grupos locais pelo mundo. 

É possível organizar ou participar de eventos em uma determinada região, comunicar com as pessoas que lá vivem ou que estão viajando por este lugar.

https://www.meetup.com/pt-BR/

# Pessoas são nossas maiores riquezas:  O dinheiro em sua essência é uma energia movimentada por pessoas. Lembre-se de que tudo que você já conquistou foram pessoas que facilitaram seu caminho. 

Aquilo que deseja e ainda não tem vai contar com os outros também. Cada ser humano no seu caminho é um universo de possibilidades.

3. Viajar, fazer o bem e economizar: Dica para seu lado generoso.

# Viagem do bem: O voluntariado é um caminho maravilhoso para ter uma viagem digna, profunda e transformadora.

Veja algumas plataformas que aceitam voluntários e oferecem contrapartidas como moradia, alimentação e experiências únicas.

https://www.workaway.info/

https://www.helpx.net/

https://wwoof.net/

https://www.worldpackers.com/pt-BR

# Generosidade e dinheiro:  Se você quer realmente viver em prosperidade uma das verdades absolutas é que você deve doar com generosidade e receber com gratidão.

Viajar é também uma oportunidade para treinar essa Lei da Prosperidade. A Lei do Doar e Receber.

4. Planejar sua viagem: dica para seu lado poupador.

# Planejamento organizado: Você sabe que o planejamento é uma ferramenta que nos permite salvar dinheiro e ganhar tempo.

O pocket é um aplicativo que permite salvar vídeos, sites, documentos, imagens. Todas suas pesquisas e planejamentos salvos num único lugar e fácil de acessar na hora que precisar.

https://app.getpocket.com/

# Curta o momento:  Muitas pessoas planejam tanto, economizam daqui, economizam dali, mas quando chega a hora de desfrutar, o comportamento emocional pega feio.

Ao invés de curtir o momento da viagem tão esperada, ficam reclamando dos preços ou fazendo comentários do tipo “que absurdo, que injustiça, que caro”. 

Viajar é um momento para você viver o que tem de melhor, portanto, faça o melhor que puder e deixe os comentários negativos de lado.

5. Viajar e fazer dinheiro: dica para seu lado empreendedor.

Considere utilizar seus talentos e fazer algum trabalho freelancer. Veja uma lista de plataforma que você pode utilizar e fazer uma grana com seus maravilhosos dons e talentos.

https://www.workana.com/pt   

https://crowd.br.com/

https://www.getninjas.com.br/

https://www.br.freelancer.com/prolancer

Sites em Inglês:

www.digitalnomadjobs.com

www.weworkremotely.com

www.problogger.com/jobs

A Silvia mandou muito bem nessas dicas, não é verdade?

Bem, quem sabe agora você poderá colocar em seu planejamento uma viagem à Polônia! Ficarei muito feliz em encontrar você aqui para tomarmos um chá (os poloneses amam) e comer um pierogi (comida tradicional polaca).

Para conhecer mais sobre o trabalho da Silvia, acesse o seu site www.ninjafinanceiro.com.br e também siga suas dicas no https://instagram.com/silvia3pilares. Estou adorando! 😉

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Você não precisa fazer tudo [email protected] 

Algo curioso tem me chamado atenção ultimamente: um grande número de pessoas sobrecarregadas no trabalho ou por conta dos diversos papéis da vida, entrando em estado crítico de estresse e de desmotivação.

As consequências mais graves disso são o sofrimento causado pelo exagero de atividades e o desequilíbrio emocional que tem impacto direto na qualidade de vida das pessoas.

Sofrer por sentir-se sobrecarregado não traz benefício a ninguém. Nem para quem sofre nem para os que estão à sua volta.

Há uma pressão insana interna e também externa cobrando por resultados.  Aguentar até quando puder é o lema da maioria das pessoas nessa situação.

Quanto mais demoramos para pedir ajuda, mais difícil será reverter a situação. 

Mas eu entendo por que as pessoas deixam chegar a esse ponto.

O fato é que ninguém reserva um tempo para si.

A própria carga de problemas, de trabalho e de atividades é tão grande que geralmente só buscamos ajuda:

  • Quando nos sentimos infelizes com o trabalho, ou
  • Quando recebemos um feedback negativo de alguém; ou
  • Quando perdemos uma oportunidade de trabalho; ou então…
  • Entramos em processo de desmotivação, estresse, ansiedade tão grande que essa condição acaba afetando a nossa saúde…

O problema é que a maioria de nós pensa que esse cenário irá se resolver por si só e vai levando os acontecimentos até quando der, até onde conseguir, tentando ser forte… aliás, exigindo de si mesmo uma valentia hercúlea.

Mas a gente se esquece de que, se correr atrás disso após o esgotamento, a recuperação se torna muito mais penosa, porque será necessário lidar também com o desgaste emocional, que estará abalado e desequilibrado. E o resultado demora muito mais a surgir…

Acompanho isso de perto com diversas pessoas que chegam até mim buscando ajuda, muitos em condições de desmotivação, estresse e até mesmo com desequilíbrio total entre todas as áreas da vida…

Nessas situações, as melhorias demoram muito mais a surgir, porque é preciso resgatar primeiro a energia e a disposição da pessoa e só depois direcionar o desenvolvimento para a busca de metas e resultados.

Sabendo disso, preparei dicas cruciais para que possa agir com proatividade em relação a você e não deixe chegar ao fundo do poço para só então buscar ajuda.

Vamos na ordem!

1 – De onde vem a sobrecarga?

  • Do seu trabalho, de casa? 
  • Quem está impondo essa sobrecarga a você? 
  • Seu chefe, os colegas, os filhos, a condição financeira ou você mesmo(a)?

Antes de pedir ajuda é importante entender por que você precisa e de onde vêm as maiores exigências. Isso será fundamental para seguir para o próximo passo.

2 – Tenha clareza de qual tipo de ajuda você precisa

  • Se vem do trabalho, converse com a equipe, com o chefe e sugira uma reavaliação das prioridades;
  • Se a origem é da família ou dos filhos, que tal fazer uma reunião e dividir as tarefas de casa?
  • Se vem de você, as próximas dicas serão especiais nesse caso…

3 – Faça uma lista de tudo que tem para fazer nesta semana. 

  • O que pode ser excluído de imediato?
  • Faça um OLX: Desapegue! (risos)

“Decidir o que não fazer é tão ou mais importante do que decidir o que fazer.” Steve Jobs

4 – O que pode delegar? 

Esqueça aquela velha mania de achar que não tem ninguém que vai fazer igual a você. 

A verdade é que não vai fazer mesmo, mas e se essa pessoa fizer melhor? 

Por que está exigindo tanta perfeição?

Fazer com perfeição é importante, mas será que tudo precisa ser assim?

5 – Pare de aceitar todos os pedidos. Aprenda a dizer não com gentileza. 

Postei dois vídeos meus no YouTube que ensinam isso:

  • “Uma das melhores maneiras de dizer não”: https://youtu.be/YlAdio1ID0M
  • “Como focar no que é importante”: https://youtu.be/RHlfZD4N2Yg

6 – Priorize as três atividades mais importantes

  • Quais são as 3 prioridades do seu dia que não poderá voltar para casa sem finalizá-las?
  • Comece o seu dia por elas!

7 – Mesmo assim, a carga está difícil?

Busque ajuda profissional! Seja por meio das terapias, coaching, mentoring, treinamento, mas não espere entrar no estado crítico.

Platão dizia que a melhor coisa que podemos fazer por aqueles que amamos é nos tornar melhores como seres humanos, porque só assim teremos realmente algo a dar a eles.

Portanto, é hora de cuidar de você!

Tendo em vista que aplico técnicas de coaching em todos os trabalhos que faço, achei por bem trazer um pouco mais de conhecimento sobre essa metodologia e qual é a diferença entre ela e os demais programas.

A Federação Internacional de Coaching distingue coaching das outras abordagens similares da seguinte maneira*:

A Terapia lida com a cura da dor, disfunção e conflito no indivíduo ou nos relacionamentos. Foca-se em resolver as dificuldades que surgem do passado e em aprimorar o preparo psicológico para aprender a lidar com o presente de maneira emocionalmente saudável.

Já o Coaching tem seu foco no futuro. Embora sentimentos e emoções positivas sejam normalmente um resultado natural do coaching, o foco principal é criar estratégias de ação para atingir objetivos específicos na vida profissional ou pessoal. A ênfase do Coaching está na ação, na avaliação e no acompanhamento.

Mentoria (Mentoring) é realizada por um especialista que fornece conhecimento e orientação com base em sua própria experiência. A Mentoria pode incluir orientação, terapia, aconselhamento e coaching.

Coaching não inclui terapia nem aconselhamento e concentra-se nos indivíduos ou grupos, estabelecendo e atingindo os objetivos do próprio indivíduo.

Treinamento segue um caminho linear de aprendizagem que coincide com um currículo pré-estabelecido.

Coaching é menos linear e não possui currículo pré-estabelecido. Embora os objetivos sejam esclarecidos durante o processo, eles são firmados pelo próprio indivíduo ou equipe.

Pedir ajudar não irá prejudicar a sua imagem!

Pedir ajuda pode mostrar muito mais sua força do que fraqueza. Essa atitude mostra que você está se esforçando para conseguir o melhor resultado e, consequentemente, os interesses da empresa.

Você corre o risco de ter uma imagem prejudicada caso faça apenas reclamações, admitindo a seu chefe que não consegue realizar seu trabalho ou então quando se fecha com as inúmeras atividades a serem feitas, prejudicando seus relacionamentos.

Portanto, quando decidir conversar com as pessoas sobre a sua situação não vá apenas bater na porta para dizer o quanto você está sobrecarregado, conduza a situação de uma forma que mostre o quanto quer se adequar e se preparar para realizar seu trabalho de maneira eficaz.

* Por Kitty McConnell

Fonte: http://www.columbusceo.com/content/stories/2015/05/executive-coaching-defined.html

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Por que o autoconhecimento é uma poderosa chave para sua felicidade

Se você prestar atenção aos seus círculos de convívio, perceberá que a maioria de nós está apenas tentando fazer o melhor possível em todas as áreas…

Sobrevivemos com poucas horas de sono, à base de lanches rápidos, reuniões inacabadas… corremos para pegar as crianças no colégio e nunca temos tempo.

Estudar, buscar o saber, aprimorar os conhecimentos passa a ser uma espécie de preenchimento de algo que estou em débito comigo mesma:

– um treinamento de liderança, porque não me acho uma boa líder

– um curso de finanças, porque não sei cuidar do meu dinheiro…

Aliás, parecemos estar sempre em busca de algo que nos falta…

Voltamos para casa após um longo dia de trabalho, sentindo-nos exaustos e, com frequência, experimentando o sentimento de culpa pelas inúmeras demandas que ficaram para trás.

Não conseguimos sequer aproveitar a fonte de alegria e renovação da família.

Parar para pensar em nós mesmos? Quem tem tempo para isso?

Talvez um luxo a ser experimentado algum dia, quando não precisar mais trabalhar…

O pior é que nos orgulhamos muitas vezes dessa vida agitada…

Acabamos por viver na superficialidade de uma vida vazia e sem propósito.

Estamos sempre morrendo de fome por tempo, assumimos que não temos outra escolha senão dar o máximo possível de nós todos os dias.

E tudo isso para que mesmo?

Claro que temos que pagar as contas, porque os boletos estão vencendo, a família e os compromissos precisam de cuidado, mas será mesmo que a vida se resume a isso?

Talvez você já tenha respostas para todas essas perguntas e seja bem diferente da grande maioria de nós…

Mas o que presenciamos a todo momento, seja na mídia, seja vida real é uma realidade dolorosa e parecida com essa que acabei de relatar.

A busca pela felicidade

Eu penso que se queremos realmente buscar a felicidade e entender melhor o sentido da vida, essas precisam ser nossas prioridades.

Sempre tive comigo um pensamento: só sou capaz de gerenciar e explorar aquilo que conheço.

Portanto, sem autoconhecimento não estou apta a entender meus próprios sentimentos e emoções, meus medos, minhas paixões, nem mesmo qual será a minha contribuição para o mundo.

Formar um autoconceito correto que me ajude a atuar produtiva e positivamente na vida é uma sabedoria esplendorosa.

O autoconhecimento me remete à minha essência, aquilo que carrego verdadeiramente na alma.

Por meio dele, entendo e exploro melhor os meus dons e talentos e, com isso, passo a expressar ao mundo a minha voz, o meu poder interior.

Mesmo diante das imperfeições, dos erros, das mesquinharias, torno-me mais capaz de encontrar um ser humano bondoso, que deseja o bem do outro, que sente compaixão pelas pessoas.

Quanto mais eu me conecto a esse Eu superior e real, mais me aproximo do meu propósito, do porquê da minha existência.

Assim, aquilo que é passageiro, material, animal, vai se tornando menor.

Deixo de depositar a esperança de ser feliz no que é externo ou no que está fora e passo a encontrar a felicidade dentro de mim.

A Felicidade não é um estado perpétuo de sentimento.

Como disse o Prof. Mário Sérgio Cortella,

“se a felicidade fosse contínua, nós não a perceberíamos”.

Portanto, a felicidade não pode depender do número de likes e de compartilhamentos nas redes sociais, muito menos do reconhecimento das outras pessoas.

Só podemos realmente estar felizes e aproveitando os bons momentos da vida quando não nos importamos demasiadamente com o que as pessoas pensam ou falam a nosso respeito.

A felicidade é um exercício, uma prática, uma decisão!

Quando trazemos à nossa consciência quem realmente somos, o que valorizamos na vida, quais são as nossas crenças mais profundas, tornamo-nos mais capazes de ter a consciência dos momentos de alegria.

Quantas vezes dissemos: “Eu era feliz e não sabia…”?

Estávamos distantes do nosso eu verdadeiro, não sabíamos sequer o que era importante para nós, como poderíamos ter consciência da própria felicidade?

O saber, a consciência e o autoconhecimento aumentam de maneira significativa a probabilidade de sermos felizes, de sermos mais abertos à felicidade.

Autoconhecimento na prática

Felizmente, há um grande número de pessoas na busca pelo autoconhecimento. Eu presencio isso todos os dias no meu trabalho como mentora e coach.

E o resultado é percebido na prática: elas são capazes de despertar o que há de melhor em si mesmas, descobrem novos talentos, dons, qualidades, e passam a criar oportunidades a partir do que já possuem.

Exemplos disso:

  • São mulheres se surpreendendo com empregos que não imaginavam conseguir, sentindo-se seguras ao expor suas ideias, sendo promovidas, sendo vistas de maneira diferente e conseguindo equilibrar melhor suas emoções.
  • São jovens descobrindo seus talentos, suas vocações e direcionando suas carreiras para aquilo que faz sentido para seus valores éticos e morais. Buscando o sucesso não somente pelo dinheiro ou o status, mas para aquilo que realmente importa.
  • São pessoas simples, bem-sucedidas, morando em diferentes lugares, mas entendendo que, sem o autoconhecimento, não serão capazes de fazer escolhas certas, porque não têm clareza sobre si nem tão pouco se sentem seguras para convencer e conquistar outras pessoas para seus objetivos e seus projetos.

Portanto, sem autoconhecimento acabamos nos sentindo infelizes, pois, a todo momento, nos preocupamos demais com o que os outros pensam de nós.

Com isso, passamos a querer agradar todo mundo, vivendo a verdade de outras pessoas e nunca a nossa.

Como disse o famoso filósofo grego Aristóteles,

“Conhecer a si mesmo é o começo de toda sabedoria”.

Por onde começar?

A partir de hoje, reserve um tempo para suas reflexões, não precisa ser muito, que sejam 15 minutos ao final do dia para registrar os momentos de felicidade, de realização plena.

Assim, você vai criando a própria consciência.

Você também pode fazer isso com ajuda de profissionais brilhantes: coachees, mentores, psicólogos, filósofos… Há muita gente capaz fazendo um belo trabalho no Brasil.

Responder a perguntas como essas também conduzirá você a um estado de reflexão necessário para descobrir aquilo que se encontra no seu Eu mais profundo e verdadeiro.

Pegue uma caneta e um papel, desligue-se de tudo o que possa distrair você e comece a escrever, sem filtro, tudo que vem à sua mente:

  • Quem sou eu?
  • Quais são os meus medos?
  • O que eu preciso para ser feliz?
  • Quais são as minhas paixões?
  • O que me mantém vivo?
  • Do que mais me orgulho de ter conquistado na vida?
  • Como costumo superar os meus desafios?
  • Quais são as três palavras positivas que me definem?

Para que isso funcione e não seja apenas uma iniciativa sem consistência, é preciso dar foco, criar uma conexão emocional com essa prática.

Se você realmente deseja mudar a sua vida para melhor e tomar mais consciência da felicidade, assumirá o controle e nenhuma justificativa vazia tirará você do que você deseja, certo?

Encontrar a sua verdadeira identidade é um ato de inteligência

(Filósofa Lucia Helena Galvão)

  • O que você veio fazer no mundo?
  • Qual é o seu recado que você tem para dar ao mundo?

Espero que todas essas reflexões possam aproximar você da pessoa mais importante da sua vida: VOCÊ!

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Como a Ciência pode nos ajudar a construir um relacionamento amoroso melhor

Manter relacionamentos felizes e duradouros é uma das maiores pretensões do ser humano em toda a sua história.

Basta ver a enormidade de teorias, livros, artigos, romances, poemas que tratam do amor verdadeiro como a incansável busca do indivíduo.

A Ciência muito tem avançado nos estudos sobre a felicidade nas últimas duas décadas. As descobertas sobre a importância dos hormônios e dos neurotransmissores em nossas atitudes e hábitos têm contribuído para o nosso entendimento sobre a “química do amor”.

Segundo o neurocientista brasileiro Pedro Calabrez, o relacionamento amoroso se divide em dois: inicialmente, o amor apaixonado (com duração entre 12 e 24 meses) e, depois, o amor companheiro. Ambos provocam alterações nas funções do cérebro.

Por isso, quando estamos apaixonados, o nosso corpo se manifesta com taquicardias, agitações, sudorese… Nesse período, temos maior energia e disposição para agradar, reconhecer e agradecer os pequenos gestos da pessoa amada.

Toda paixão é passageira, e, quando essa primeira fase acaba, é hora do amor companheiro.

Infelizmente, há um grande número de casais que não chegam à segunda fase. Basta ver o resultado da pesquisa do IBGE: entre 2004 e 2014, o número de divórcios no Brasil aumentou em 160%.

Embora a Ciência traga suas contribuições, analisar as experiências boas ou ruins nos relacionamentos amorosos das pessoas também nos ensinam muito.

O problema é que quando estamos apaixonados, não estamos dispostos a ouvir os muitos conselhos que recebemos… rs

Com base em estudos e pesquisas realizadas pela minha equipe e por mim, preparei para você os 10 segredos para construir um relacionamento amoroso saudável e duradouro.

Espero que essas dicas ajudem você a não só ter uma boa comemoração no dia dos namorados (12 de junho), mas que também possa adotá-las daqui para a frente para fortalecer a sua relação.

  1. Descubra as suas atitudes negativas repetitivas

Todos nós temos padrões comportamentais que podem irritar o parceiro e desgastar a relação…

  • Responder de maneira brusca quando está ocupado(a);
  • Mandar mensagem pelo celular enquanto o outro fala;
  • Demonstrar por meio de gestos e caras feias que não está gostando do que está ouvindo;
  • Interromper a fala;
  • Criticar;
  • Reclamar…

Qual é o comportamento seu que causa outra atitude desagradável no outro?

     2. Tenha mais consciência:

O que acontece:

  • Quando está cansado (a)?
  • Nervoso(a)?
  • Com pressa?
  • Diante de um conflito?
  • Quando alguém interrompe o que está fazendo?

Quando prestamos maior atenção às nossas atitudes, podemos provocar pequenas mudanças que trarão resultados mais satisfatórios.

      3.  Abaixe o estresse

O cortisol, o hormônio do estresse, diminui a satisfação e a vontade de se conectar com a pessoa amada, segundo um estudo de 2008, da Universidade do Texas, em Austin.

Muitas vezes, trabalhamos até muito tarde, não prestamos atenção o suficiente em nosso parceiro e deixamos que o estresse nos tire o melhor de nós.

Reduzir o cortisol fazendo uma caminhada a dois, segurar a mão, expressar gratidão ao outro é um bom começo para voltar aos trilhos quando um relacionamento fica difícil.

      4. Exercite a paciência

Geralmente, a tolerância e o equilíbrio no lar são mais limitados.

  • Desarme sua cara amarrada;
  • Experimente sorrir;
  • Você quer ser amado ou temido?;
  • Você quer paz ou guerra? 

     5. Ouça música a dois

Essa atitude simples estimula a sensação de bons circuitos no seu cérebro.

Em um artigo recente do Journal of Frontiers in Psychology, o Dr. Paul Elvers postula que ouvir música pode reforçar o bom humor e aumentar a confiança.

Podemos fazer isso sozinhos, mas ouvir com a pessoa amada pode nos unir, estimulando circuitos de “bem-estar” no cérebro.

       6. Perceba o desgaste da relação

De todos os comportamentos percebidos nos itens 1 e 2, o que mais desgasta a sua relação?

Comece as mudanças por esse!

  • O que pode fazer de diferente?
  • O que ainda não tentou que pode funcionar?

Sei que pode sentir cansaço após inúmeras tentativas; por isso, busque algo novo, se quer resultados melhores, precisa encontrar saídas diferentes.

     7. Não espere mudar somente quando estiverem falando de separação

Não busque ajuda só quando não houver mais saída.

Pessoas reativas só tomam ação quando estão com a corda no pescoço…

Por vezes achamos que tudo irá se resolver por si só, e isso é um grande engano.

Vire o placar! ANTECIPE-SE!

     8. Aprenda a expressar seus pensamentos e sentimentos

Observe o contexto, aguarde o melhor momento e faça observações sobre os fatos ocorridos e não sobre percepções. Por exemplo:

Em vez de dizer: “Nossa! Como você é insensível”, diga: “Você falou comigo com voz alta e bateu a porta quando chegou…”

Então, diga como se sente quando isso acontece e fale objetivamente o que espera que o outro faça em uma próxima vez.

Há pessoas que guardam para si os sentimentos, depois ficam remoendo, se intoxicando com a raiva e quando explodem acabam por magoar e destruir ainda mais a relação.

Quanto mais guardar para si, mais difícil será para os outros interpretarem quem é, o que deseja dizer ou fazer

     9. Alimente pensamentos e sentimentos positivos

No início do relacionamento, quando vemos a pessoa amada, as nossas pupilas se dilatam, o rosto fica vermelho, os batimentos do coração aceleram e sentimos uma euforia quase que inexplicável. 

E isso ocorre em virtude de uma explosão de reações em nossos cérebros causada pelos neurotransmissores.

Naquele momento, toda nossa atenção está voltada para as qualidades e aspectos que nos agradam na pessoa. Nosso cérebro tende a focar nos sentimentos bons graças à liberação desses neurotransmissores quando estamos apaixonados.

Um deles é a DOPAMINA, conhecido como a substância do prazer, produz uma sensação de felicidade e está relacionada ao campo visual, ou seja, somente por olharmos a pessoa amada já sentimos algo agradável.

Também temos a SEROTONINA, que é o hormônio que nos torna obcecados. Seguida pela ENDORFINA que, segundo a Loretta Graziano breuning, autora do livro “Habits of a happy brain’, é uma breve euforia que mascara a dor física, sendo considerada o analgésico natural do corpo.

Além disso, quando nos apaixonamos, nosso corpo também libera a OXITOCINA, que é muitas vezes apelidada de “hormônio dos vínculos emocionais” e “hormônio do carinho”.

Segundo o obstetra e ginecologista indiano Navneet Magon, a oxitocina tem uma posição de liderança nesse “quarteto da felicidade”: “É um composto cerebral importante na construção da confiança, que é necessária para desenvolver relacionamentos emocionais”.

E quando liberamos mais hormônios e neurotransmissores, o nosso comportamento é alterado. Por isso, ficamos com aquele ar de “patetas”, estabanados e dizemos coisas sem sentido à pessoa amada. (rsrs)

Porém, com o passar do tempo, nosso cérebro se acostuma com os efeitos desses hormônios provenientes da paixão.

Pode parecer ao casal que o amor se esfriou, mas não se preocupe: é nessa fase que um amor mais duradouro pode ser estabelecido.

E, para isso, é importante observar e priorizar ações que influenciem nosso bem-estar e desencadeiam esses hormônios. Por exemplo:

  • Manter pensamentos bons sobre o parceiro;
  • Receber e dar massagens;
  • Tomar sol e curtir a natureza;
  • Planejar sonhos e projetos;
  • Abraços e beijos;
  • Exercícios aeróbicos.

Aposto que valerá a pena!

      10.  Esteja presente física e emocionalmente

O mundo de hoje é repleto de distrações.

Facilite a sua vida: 

  • Guarde o celular na hora das refeições;
  • Olhe nos olhos quando estiver falando;
  • Ouça com profundidade;
  • Observe as expressões não verbais do outro…

Conecte-se de verdade!

Estudos demonstram que a principal variável para nossa felicidade é a qualidade das nossas relações e que pessoas que desfrutam de relacionamentos felizes tendem a apresentar níveis de bem-estar mais elevados.

Durante a paixão valorizamos mais a pessoa amada. Somos gratos e investimos nossa energia para firmar uma relação.

O Amor companheiro se fortalece com consistência e esforço, portanto, é preciso investir energia para agradecer, elogiar, reconhecer, ser cordial nas mínimas coisas…

Quando desejamos sucesso na carreira, nos projetos e nos estudos, nos empenhamos arduamente, com persistência, para atingir o sucesso, mas nos esquecemos de que para construir um relacionamento amoroso duradouro e saudável, é preciso também energia, esforço e constância.

Feliz e permanente dia dos namorados!

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Por que é tão difícil mudar?

Se você pensar em tudo o que fez hoje, vai encontrar dezenas de atitudes que repete há anos na sua vida:

  • A maneira de se levantar
  • Calçar o chinelo
  • Escovar os dentes
  • O quanto de açúcar colocou no café
  • Como cumprimentou a pessoa do seu lado
  • O seu tom de voz ao dizer “bom dia”, entre outros…

Chamamos esses costumes de HÁBITOS.

Os hábitos controlam grande parte de nossas vidas e influenciam o modo como agimos, pensamos, na forma com que nos relacionamos e até no jeito de buscarmos a nossa própria felicidade. 

E ainda bem que temos tantos hábitos! Afinal, nosso cérebro busca sempre maneiras de poupar energia e os hábitos são muito benéficos para isso.

Se fôssemos prestar atenção em tudo, em tudo mesmo, que fazemos no dia a dia, nosso cérebro precisaria ter uma capacidade de processamento muito maior.

Os habitos, por sua vez, nos ajudam a padronizar o que precisa ser feito.

Se por um lado é importante termos ações rotineiras que preservem a energia do cérebro, por outro, isso dificulta demais qualquer mudança que queiramos fazer.

E convenhamos, ninguém gosta de gastar energia:

  • É mais confortável ficar no sofá do que ir para a academia…
  • É muito mais gostoso pedir uma pizza do que preparar um prato saudável…
  • É muito melhor ficar ali assistindo a uma série emocionante do que ler um livro…

Realmente, não é fácil mudar nossos comportamentos.

Quanto mais tempo você estiver fazendo algo da mesma maneira, mais difícil será mudar.

Você conhece, por exemplo, pessoas que trabalham há mais de 10, 15 anos na mesma empresa, na mesma função, e, mesmo sendo infelizes lá, não conseguem mudar de emprego?

Há também aqueles casais que moram há 20, 30 anos na mesma casa e mesmo depois de seus filhos já terem se casado e a casa ter ficado enorme só para os dois, resistem em se mudar dali.

A mesma coisa somos nós fazendo coisas iguais todos os dias, por meses seguidos.

Não se pode esperar resultados diferentes, se agimos da mesma forma.

Quanto maior a energia a ser gasta, mais difícil é para mudar.

Todos nós temos hábitos bons e ruins, e eles definem o que pensamos, como agimos e quem somos.

Se você há tempos vem tentando inserir um bom hábito sem sucesso, estas dicas são especiais para você:

1 – Analise a sua rotina

  • O que costuma consumir no seu café da manhã?
  • Quanto de água você toma?
  • Qual a quantidade de açúcar que usa no seu suco/café e outras bebidas?
  • Quando você está ansioso, o que ataca primeiro na geladeira?
  • Quando está muito cansado, consegue ir de boa para a academia?

Esse passo é importante para entender como seu sistema funciona e como poderá lapidá-lo.

2 – Identifique os seus hábitos principais

Enumere cinco bons hábitos e cinco maus hábitos.

Atente-se aos hábitos de pensamento, de atitude e os emocionais, por exemplo, “tenho o hábito de ficar com raiva quando cometo um erro”.

3 – Escolha três maus hábitos que deseja profundamente mudar

Escolha aqueles que mais impedem você de progredir, de atingir suas metas.

4 – Identifique os gatilhos de cada mau hábito

O hábito se forma dentro de nosso cérebro seguindo um loop de três estágios:

  • Gatilho
  • Rotina 
  • Recompensa

Gatilhos mentais são as decisões que o cérebro toma “no piloto automático” e identificar cada um deles em nossos maus hábitos ajudará você a traçar as melhores estratégias para transformá-los em hábitos melhores. 

5 – Defina a sua estratégia para se livrar dos maus hábitos

Por exemplo: Se você chega em casa e a primeira coisa que faz é se deitar no sofá e se perder nas redes sociais, o gatilho pode ser o sofá.

Então, você pode planejar ações diferentes:

– Deixe um livro na mesa ao lado do sofá para ler quando chegar;

– Vá direto para o banho;

– Dirija-se para academia sem passar em casa.

Use a sua criatividade!

6 – Repita as novas rotinas todos os dias e se recompense

Repita a nova ação, treine todos os dias e, ao final de cada repetição, se recompense.

Quanto mais você treinar, mais fácil será transformar sua rotina em algo que aproxime o seu comportamento da pessoa que deseja se tornar.

A recompensa dará indícios ao seu cérebro de que vale a pena continuar praticando essa rotina.

Assim é que se muda um hábito!

Claro que, para isso, precisará de disciplina e persistência, mas, quando o novo hábito já estiver formado, será natural e tranquilo para você e aquela força de vontade imensa do começo não será mais necessária.

Seja quem realmente deseja ser, consciente de que a mudança que tanto quer que aconteça vem por meio das suas escolhas e atitudes!

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7 estratégias seguras para lidar com pessoas difíceis

Nas diversas áreas da vida, convivemos com pessoas de todos os tipos de personalidade.

Algumas delas acabam se revelando muito difíceis de lidar: autoritárias, impositivas, usam um tom de voz que perturba o ambiente, nunca aceitam ideias contrárias, não reconhecem o avanço dos colegas ou da equipe.

Outras criticam de maneira torta qualquer coisa, reclamam a todo instante, não entram na divisão de tarefas, fazem pouco ou quase nada e ainda querem tirar proveito de situações.

Essas pessoas parecem ter o dom de nos irritar ou de nos colocar para baixo.

Todo mundo tem alguém assim na vida, pode ser o chefe, um colega de trabalho, um membro da família, a sogra, o cunhado, a nora, um “amigo”…

Em todo ambiente familiar ou profissional há pessoas difíceis de encarar. Elas estão presentes até mesmo nos grupos de WhatsApp com suas críticas, piadas de mal gosto e imposição de ideias.

A história da humanidade demonstra que o ser humano é cheio de intrigas, está sempre pronto para arrumar confusão e dar o troco pela ofensa recebida.

Quando temos algum interesse ou nos importamos com pessoas dessa natureza, podemos ajudá-las a melhorar e essa deve ser sempre a nossa primeira opção.

Mas, nem sempre somos bem-sucedidos nessa tarefa e precisamos, então, aprender a conviver com essas pessoas.

Por isso, algumas estratégias são fundamentais para nos fortalecer.

7 estratégias para lidar com pessoas difíceis:

1. Perceba a situação de maneira racional

Diante de um confronto ou conflito, analise:

  • Quais são os fatos?
  • Quais foram as causas?
  • Quem estava envolvido?
  • Qual foi o ponto específico que disparou a reação do outro?

2. Desative a emoção negativa da pessoa

Faça a ela perguntas do tipo:

  • Quando viu isso acontecer?
  • Qual resultado esperava?
  • O que faria no meu lugar?
  • Em quanto tempo posso resolver esse assunto?

Quando perguntamos de maneira equilibrada, usando um tom de voz natural, com a intenção de resolver e não de provocar, estamos desativando as reações da amídala da pessoa, parte do cérebro responsável pelas reações emocionais e ajudando-a a usar as funções do córtex pré-frontal, encarregado das tomadas de decisão.

Assim, poderão juntos encontrar as possíveis soluções.

3. Reflita

  • O quanto você pode ter de responsabilidade sobre a situação?
  • O que fazer para melhorar?
  • Como pode demonstrar o seu interesse em mudar a relação?
  • Essa situação já aconteceu antes? Quais medidas foram tomadas?
  • O que deu certo no passado que pode ajudar hoje?

4. Tenha empatia

  • Esforce-se para entender quais são os motivos para essa pessoa agir assim.
  • Procure ver com os olhos do outro, ouvir com os ouvidos do outro, perceber as situações com a história de vida dele.
  • Como agiria se estiver em seu lugar, com as metas dele, com os desafios dele?
  • Qual é a intenção positiva por trás de suas atitudes?

5. Utilize uma linguagem concreta e positiva:

Somos mestres em falar no negativo (“pare de gritar”, “não me aborreça”, “não quero ser pressionado”, “não me perturbe”).

Quando fazemos isso, reforçamos exatamente o que está ruim: “gritar, aborrecer, pressionar, perturbar…”

Então diga:

  • “Preciso de silêncio em casa para me concentrar melhor”;
  • “Para finalizar este relatório, necessito que me entregue as informações até ao meio-dia.”
  • “Preciso de mais 1 hora para finalizar essa atividade”…

6. Não justifique, nem culpe outras pessoas

  • Foque nas soluções, nas diversas possibilidades de resolução da situação;
  • Ficar dando desculpas, ou acusando outras pessoas só irá agravar a situação;
  • O silêncio pode ser de grande valia nessas horas.

7. Fortaleça sua inteligência emocional

Siga esses passos:

  • Reconheça suas emoções no momento (raiva, frustração, medo, insegurança…),
  • Quais pensamentos estão povoando a sua mente?
  • Em vez desse sentimento ruim, o que gostaria de sentir?

Quando tem clareza de suas emoções e pensamentos, você será capaz de interromper o ciclo negativo e provocar a mudança do seu estado emocional e assim recobrar sua paz de espírito.

Após tentar com toda a força do seu coração cada uma dessas alternativas e, mesmo assim nada mudar, talvez seja hora de optar pelo silêncio e fingir que não está ouvindo suas provocações.

Não entre no jogo emocional dessa pessoa. Mantenha sua centralidade.

Quando estamos a todo momento preocupados demais com pessoas que não merecem a nossa consideração, evitando ser quem somos de maneira autêntica, estamos vivendo a verdade delas e dando permissão a elas para continuarem tirando a nossa paz interior.

É preciso aprender a lidar com indivíduos com valores tão diferentes dos nossos e não nos deixar abater em certas situações.

Mantenha a sua essência, da pessoa equilibrada, gentil, diplomática que você é!

Assim, estará agindo de acordo com seus próprios princípios de humanidade e terá imenso orgulho de si após a poeira abaixar.

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O que mais bloqueia a empatia na comunicação

Esvaziar a nossa mente e ouvir com todos os nossos sentidos é uma arte para poucos nos dias atuais.

A nossa atenção está sujeita a inúmeras distrações, cada uma clamando mais alto por nossos olhos, ouvidos e dedicação.

Que bom seria se pudéssemos, ao mesmo tempo, orientar alguém no trabalho, falar com o filho ao telefone e ainda trocar mensagem com o chefe.

Você pode até dizer:

– Mas, Wayne, eu faço isso o tempo todo! Se não fizer não dou conta do meu dia…

Entendo, mas o desafio está em fazer tudo isso “com atenção plena”. Aí complica…rs

E isso é impossível, sabe por que?

Porque, ao contrário do que acreditamos e teimamos, não somos multitarefas. Somos monotarefas, ou seja, processamos mentalmente uma única coisa de cada vez. Você pode até fazer uma tarefa e outra bem rápido, mas ainda assim será uma de cada vez.

E estar por inteiro, de corpo e alma, no momento presente é o quesito número um da empatia.

Como afirmou o filósofo chinês Chuang-Tzu, “Ouvir com os ouvidos é uma coisa, ouvir com o intelecto é outra, mas ouvir com a alma não se limita a um único sentido, pois todo o ser escuta.”

Segundo o psicólogo e escritor Marshall B. Rosenberg, “a empatia é a compreensão respeitosa do que os outros estão vivendo.”

E o que mais bloqueia a empatia em nossa comunicação?

1 – Não conhecer a si mesmo

  • Qual é o seu jeito de comunicar?
  • Como gosta que falem com você?
  • Como você convence as pessoas das suas ideias?
  • Qual é o tipo de pessoa mais difícil de convencer?

Se não souber claramente responder a essas perguntas, terá grande probabilidade de incorrer no próximo erro.

2 – Tratar a todos igualmente:

As pessoas são diferentes:

  • Algumas preferem que sejamos breves, específicos, claros. Outras gostam que antes criemos um ambiente amistoso, amigável.
  • Para algumas pessoas é preciso sermos realistas, detalhistas e rigorosos com os temas. Para outras, a interação com os outros é mais importante, preferem que conversemos, expondo nossas impressões e sentimentos.

Entender cada estilo e ajustar a sua comunicação a cada um fará com que demonstre mais atenção ao outro e a comunicação fluirá de maneira mais assertiva.

3 – Fazer julgamentos:

  • “Ela é preguiçosa demais”;
  • “Isso é impróprio”;
  • “Está errado!”;
  • “Eles são muito preconceituosos”;
  • “O seu problema é ser egoísta demais”.

Pensamentos e falas assim bloqueiam qualquer tipo de entendimento das necessidades e sentimentos alheios. Livre-se deles!

4 – Ter atitudes como:

  • Aconselhar: “Acho que você deveria fazer assim…”
  • Competir pelo sofrimento: “Isso não é nada, espere só pra saber o que aconteceu comigo…”
  • Educar: “Se você fizer exatamente o que estou te dizendo, vai dar certo…”
  • Consolar: “Não foi sua culpa, você fez o melhor.”
  • Contar uma história: “Isso me lembra uma ocasião em que eu…”
  • Encerrar o assunto: “Anime-se. A vida segue…”
  • Solidarizar-se: “Oh, coitadinho…”
  • Corrigir: “não foi assim que aconteceu…”

Devemos sempre nos lembrar que quando o outro está relatando um problema, um sofrimento, uma dificuldade, tudo isso se refere a ele.

Por mais duro que pareça, não se trata de nós, não sabemos os seus sentimentos. Simplesmente ouça e encoraje a pessoa a continuar falando sobre si.

Não importa o que os outros digam, nossa comunicação só será empática quando conseguirmos por nossa presença absoluta identificar o que o outro está:

  • Observando;
  • Sentindo;
  • Necessitando;
  • Pedindo.

Rosemberg afirma em seu livro Comunicação Não-Violenta: “Quando escutamos os sentimentos e necessidades da outra pessoa, reconhecemos nossa humanidade em comum.”

Exercite todos os dias! A empatia é uma competência e, portanto, pode ser desenvolvida, treinada.

Os benefícios são imensos, a começar por revelar a essência do ser humano que é.

Demonstre que você se importa!

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Como controlar a impulsividade nos relacionamentos e na vida

Controlar as nossas atitudes impulsivas é um dos maiores desafios de todos os tempos!

Seja…

  • nos relacionamentos;
  • nas tomadas de decisão importantes;
  • nas escolhas corriqueiras do dia a dia;
  • nas provocações recebidas no trabalho…

Queremos ter domínio total sobre nossas vontades e desejos, mas como conseguir esse feito diante…

  • do tempo corrido e curto para tanta coisa a fazer;
  • dos diversos papéis da vida: profissional, pai/mãe, filho, amigo, cidadão…;
  • das inúmeras escolhas sob nossa responsabilidade;
  • da vontade de sermos reconhecidos como competentes em tudo que fazemos;
  • do desejo de mostrar que somos confiantes…

É preciso muito autocontrole e força de vontade, concorda? 

Às vezes, bate o arrependimento, a vontade de mudar, de ser diferente, mas acabamos por nos acomodar e viver no piloto automático.

Claro que somos de carne e osso e exigir perfeição em tudo acaba sendo prejudicial.

Mas eu acredito muito que somos capazes de ser melhores. Melhores como indivíduos, humanos que somos e alcançar essa evolução com leveza é a maior das sabedorias.

Então, vamos entender melhor…

Por que a impulsividade acontece?

Primeiro ponto a ser entendido é que temos 2 mentes: a que raciocina e a que sente, como explica o psicólogo e escritor Daniel Goleman.

A mente RACIONAL é lógica, consciente, atenta, possibilita racionar, compreender.

A mente EMOCIONAL é impulsiva, ilógica, nos cega e impede o pensamento analítico.

“Na maioria do tempo, ambas operam em perfeita harmonia para nos orientar na vida. Os sentimentos são essenciais para o pensamento e vice-versa. Mas, quando surgem as paixões, esse equilíbrio se desfaz: é a mente emocional que assume o comando, inundando a mente racional.” Daniel Goleman

Há um ponto de alerta muito importante: quanto mais intenso o sentimento e a emoção, mais dominante é a mente emocional, tornando a mente racional até mesmo ineficaz.

A Neurociência tem uma explicação lógica para isso: a nossa evolução biológica:

Nos tempos ancestrais, “era mais vantajoso que emoção e intuições guiassem nossa reação imediata frente a situações de perigo de vida—parar para pensar o que fazer poderia nos custar a vida”, explica Goleman.

Bem, mas já que não vivemos mais nessa era, o que fazer para nos darmos melhor na vida atual?

Como controlar nossos impulsos?

“Conhecer a si mesmo é o começo de toda a sabedoria”, disse Aristóteles. E ele tinha total razão nesse seu pensamento.

O autoconhecimento, sem dúvida, é o começo de tudo, mas há também alguns atalhos eficazes:

Veja essas dicas práticas que sempre compartilho com meus mentorados:

1. Treine a autopercepção: faça registros dos seus sentimentos 3 vezes ao dia (escolha os momentos mais difíceis (horário de pico do trânsito, reunião com o chefe, ao lidar com pessoas críticas, ao final do dia…).

    • Escreva: Agora, me sinto_______ (ansioso, realizado, triste, chateado, nervoso, feliz…), porque_________ (fato. Ex: o trânsito estava congestionado, meu chefe disse que o trabalho ficou péssimo, as crianças brigaram…)

Esse simples exercício ajuda a desenvolver a autoconsciência, uma competência chave da Inteligência Emocional.

2. Questione-se diante das emoções negativas:

    • E se não for o que estou pensando?
    • Que outras opções eu tenho para resolver esse problema?
    • Quem pode me ajudar?
    • Isso já aconteceu comigo antes? O que eu fiz para resolver?

Quando você se questiona, começa a olhar a situação de fora, assim, ficará mais fácil sair do problema e encontrar novas soluções.

3. Identifique os seus padrões comportamentais:

    • Como reage quando está com medo?
    • O que costuma dizer quando está com raiva?
    • Quais as suas expressões faciais quando não concorda com o que estão dizendo?
    • E quando você erra, como se comporta?

Ter consciência dos seus padrões pode ajudar a traçar estratégias mais assertivas para evitar respostas desastrosas nessas situações.

4. Facilite a sua vida e a dos outros: livre-se das tentações e provocações.

    • Por que manter na gaveta um monte de chocolate e doce, se está de dieta?
    • Por que marcar uma reunião difícil na sexta-feira, às 17 horas?
    • Faz sentido você deixar o seu celular sobre a mesa quando quer dar atenção a alguém importante para você?

Lembre-se: a sua força de vontade é limitada. Use-a quando realmente precisar dela. É muito mais difícil controlar os seus impulsos quando está cansado ou doente.

5. Planeje as conversas difíceis:

    • Vai para uma reunião complicada? Escreva como irá reagir diante de cada possível situação que pode tirar você do sério.
    • Vai discutir o relacionamento? Anote qual será a primeira fala, quais argumentos vai trazer, quais fatos irá apontar, como quer se sentir…
    • Vai dar um feedback complicado? Igualmente, escreva o que e como quer dizer e se prepare para as justificativas, especialmente se elas tiram você do equilíbrio.

Planejar conversas e reuniões difíceis ajudam a desenvolver a empatia e as habilidades sociais, portanto, a inteligência emocional.

6. Tenha objetivos nobres e claros:

    • Como quer ser [email protected]?
    • Que marca quer deixar nas pessoas a sua volta?
    • Quais sentimentos quer provocar nas pessoas?

Ter clareza de quem quer ser e como quer impactar as pessoas colocará você no trilho, alinhado com a sua essência.

Bem, agora já sabe que essa caminhada é longa, mas positiva e feliz.

À medida que vai avançando, sua motivação irá também multiplicar-se.

É preciso treino, treino e treino. Assim como na academia de ginástica os nossos músculos se desenvolvem, o “músculo” do equilíbrio emocional também irá se fortalecendo.

Podemos ter o equilíbrio que desejamos na vida e saber disso nos entusiasma a continuar evoluindo.

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Os 5 livros que toda mulher deveria ler

Antes de falar dos livros, preciso te contar porque estou fazendo esse post com dicas só para as mulheres…

Primeiro porque, de todas as pessoas que me seguem no meu canal do YouTube www.youtube.com/c/WaysupBr, nas redes sociais e também que fazem parte da minha lista vip de e-mail, cerca de 75% são mulheres. \0/

E eu fico muito feliz com essa notícia.

Segundo…

Há um movimento grande de mulheres se apoiando, se unindo para criar uma consciência única:

Nós mulheres podemos fazer a diferença no mundo de maneira mais participativa, agir com mais confiança e contribuir de forma mais significativa com a nossa família e a nossa sociedade.

Querer agradar a todos, se cobrar excessivamente, pensar em todos e nunca em si, não se perdoar pelos erros cometidos são alguns dos hábitos comuns nas mulheres.

Esses comportamentos são nobres e até parecem inofensivos à primeira vista. Agora, imagina essas atitudes se tornando constantes na vida da mulher, em casa, no trabalho, na faculdade…

Causam danos enormes para sua autoconfiança e produtividade, porque se tornam hábitos tão poderosos que passam a ser os nossos valores e, assim, quem somos, sem termos consciência disso.

Posso arriscar a dizer que em 99% dos casos, pelo menos um desses prejuízos abaixo irá surgir cruelmente:

  • Sobrecarga
  • Cansaço excessivo
  • Estresse
  • Baixa autoestima
  • Falta de motivação
  • Síndrome do impostor (achar que não é merecedora de onde está, ou que conseguiu as vitórias por sorte ou acaso e não pelo esforço ou competência)
  • Problemas conjugais
  • Relacionamentos tóxicos
  • Infelicidade…

A nossa cultura e a educação que tivemos (sem querer culpar os nossos pais, pois fizeram o melhor com o conhecimento que tinham naquela época) têm peso essencial em nosso comportamento na vida adulta. Afinal, na maioria dos casos, as mulheres foram “treinadas” a ser assim em sua infância e adolescência.

Como disse a professora Deborah Gruenfeld:

“Nossas ideias culturais muito entranhadas associam os homens às qualidades de liderança e as mulheres às qualidades de proteção, e criam um dilema para as mulheres. Acreditamos que as mulheres não só são, mas devem ser protetoras acima de qualquer outra coisa. Quando uma mulher faz qualquer coisa indicando que talvez não seja acima de tudo boazinha e agradável, isso dá má impressão e nos incomoda.”

A executiva Sheryl Sandberg completa:

“Se uma mulher é competente, não parece uma pessoa muito agradável. Se uma mulher parece uma pessoa realmente agradável, é considerada mais agradável do que competente.”

Difícil essa equação, né?

Quanto mais eu estudo sobre a inteligência emocional e a igualdade de gêneros, mais eu me conscientizo de que precisamos criar uma rede gigante de apoio.

É essencial que as mulheres tragam para suas consciências o que realmente se passa em suas mentes, seus comportamentos e emoções.

E a melhor maneira de fazer isso, pra mim, é por meio da autoconsciência e do conhecimento. Conhecimento de si (autoconhecimento) e conhecimento profundo sobre o tema por meio dos livros.

Por isso, gravei este vídeo com dicas dos “5 livros que toda mulher deveria ler” e mais 3 dicas extras, inclusive dois deles especiais para as mães que desejam criar filhos mais resilientes e confiantes.

Confira aqui:

Esses livros são uns dos meus favoritos. Me ajudam no dia a a dia do meu trabalho com minhas clientes.

Não me canso de buscar neles dicas e fundamentos para o desenvolvimento da autoconfiança, criar relacionamentos mais saudáveis e o despertar da mulher para uma vida com mais equilíbrio e leveza.

Assista agora e aproveite para já fazer a compra do primeiro livro.

O link de cada livro está na descrição do vídeo.

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Wayne Valim

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