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Ser organizado é ser mais produtivo

Você é uma pessoa organizada? Essa habilidade pode até parecer um grande desafio para a maioria das pessoas, principalmente pelo fato de que é preciso abandonar alguns comportamentos negativos como: a preguiça e a procrastinação.

E o primeiro passo para superar tais comportamentos é ter motivação e foco para alcançar os benefícios que a organização proporciona.Você já parou para pensar nas vantagens de ser uma pessoa organizada?

Super Vantagens de ser Organizado:

I – Maior Produtividade

Existem diversos motivos que podem influenciar no aumento da produtividade, porém a organização é um dos principais, pois ser organizado tem relação com o bom planejamento do nosso dia, e isso resulta em estabelecer prioridade para as tarefas e fazer tudo aquilo que realmente precisa, evitando distrações e esquecimento.

II – Maior aproveitamento do tempo

Ser uma pessoa organizada é ser capaz de planejar bem o seu dia, dedicar mais tempo suficiente para cada tarefa a ser executada, além de evitar o desperdício de tempo à procura de objetos, e-mails ou documentos que podem ficar perdidos no meio da desorganização.

III – Maior facilidade

Ser uma pessoa organizada também pode facilitar bastante a sua vida. Como? Simples! Quando você sabe onde está tudo o que precisa ou o que necessita ser feito, isso quer dizer que você é uma pessoa organizada e consequentemente tem mais facilidade no seu dia a dia.

A importância da organização

Você é capaz de manter o foco no que realmente é importante e prioritário no seu dia? Se você não consegue se organizar, então não consegue definir os seus objetivos e estabelecer suas próprias prioridades. Dessa forma, você não realizará o que realmente importa.

Manter o foco fica ainda mais difícil quando existem outras coisas disputando a sua atenção como as redes sociais, o celular, as conversas supérfluas…

Pessoas produtivas são capazes de desligar todas as fontes desnecessárias, principalmente quando decidem focar em alguma coisa.

A influência da organização na inteligência emocional

Sabia que sua organização também tem um propósito muito importante na sua inteligência emocional? E tudo o que você precisa é saber gerenciá-las.

Então, antes de qualquer coisa, entenda que você não pode controlar tudo, mas se você se organizar melhor e com antecedência, vai evitar sentimentos de raiva e frustrações. Por isso, planeje-se e organize-se!

Quando você se prepara e antecede a possíveis imprevistos, fica mais fácil resolvê-los.

Dicas para te ajudar a organizar suas ideias

Confira algumas dicas para treinar o seu cérebro a lidar com a sobrecarga e organizar as informações de forma que você aproveite melhor as suas capacidades.

1. Transcreva dados

Evite sobrecarregar o seu cérebro. Para isso, faça uma lista com os seus afazeres ao invés de deixá-los na memória. Quando você coloca tudo no papel e fora de sua cabeça, isso te ajuda a pensar de forma objetiva e permite que você tome decisões mais acertadas.

2. Tome grandes decisões logo pela manhã

Se você tiver alguma decisão para tomar é preferível que seja pela manhã, começando pelas mais simples, pois quanto mais volume de decisões você tiver mais neuro-recursos utilizará. Ou seja, é como uma bateria, quanto mais você utiliza menos carga terá.

Quem trabalha o dia todo com pequenas decisões, na hora em que surgir uma grande decisão estará neurologicamente esgotado.

Por isso, programe suas tarefas de tomadas de decisões importantes no início do dia, dessa forma você vai maximizar os recursos do seu cérebro.

3. Seja organizado

Quando você consegue se organizar, a começar pelo seu ambiente físico, automaticamente diminui a carga em seu cérebro.

Que tal começar tendo um lugar designado para itens que é comum serem esquecidos, como chaves, óculos e celular? Assim, o seu ambiente físico servirá como lembrete, o que vai aliviar a tensão do seu cérebro e assim passará a se lembrar das coisas.

4. Ser multitarefa é um equívoco

É muito comum no dia a dia você se pegar verificando um e-mail enquanto conversa ao telefone, ou mesmo mandando uma mensagem durante uma reunião de trabalho. Ser multitarefa é um equívoco!

Quando você faz isso, na verdade está alternando rapidamente sua atenção de uma coisa para a outra. Essa rápida transição esgota o seu suprimento de glicose para o cérebro, e esse é o principal combustível para a comunicação dos neurônios.

Fazer esse tipo de coisa constantemente leva o seu cérebro a atingir um nível de fadiga muito mais cedo do que se você tivesse se concentrado em uma coisa de cada vez, sem contar que esse tipo de atitude pode reduzir o seu nível de inteligência (QI) em até 10 pontos, segundo pesquisas de Daniel Levitin, autor do livro “A mente organizada”.

Sendo assim, procure seguir essas dicas a fim de levar uma vida mais organizada a partir de hoje.

Artigo extraído e adaptado do site IBC Coaching.

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Criatividade na redação

Para prender a atenção do leitor, seu texto deve ser leve, inteligente e criativo. Para muitos, essa é a parte mais difícil de uma redação: A criatividade.

Muitas pessoas pensam que os grandes redatores publicitários ou escritores são pessoas geniais que têm ideias brilhantes a cada cinco minutos. Enganam-se ao pensar dessa forma. Ideias brilhantes demandam muito trabalho e dedicação.

Não espere se tornar uma pessoa criativa assim que receber o tema da redação. Procure desenvolver aos poucos o pensamento criativo para estar preparado para a hora do vestibular.

Abaixo citamos alguns passos para escrever uma redação leve, inteligente e criativa:

1. Aprenda com os grandes escritores

Um método muito bom para melhorar seus textos é ler os textos de outras pessoas. Se você desenvolver o hábito de ler bons livros de ficção científica e romances, aprenderá como os escritores criam personagens interessantes e convincentes, desenvolvem o enredo, exploram o tema, descrevem os detalhes e criam uma história envolvente.

Lendo livros de outros gêneros, bem como jornais e revistas, você aprenderá como os bons escritores apresentam informação de um modo interessante e organizado; também aprenderá como eles usam as palavras para instruir, comover ou persuadir.

Ler muitos livros também pode te ajudar a desenvolver seu método de escrita de um modo mais geral. Isso porque enquanto você lê, você aprende aspectos diferentes da língua portuguesa., você aprende novas palavras e expressões para usar em seus textos e ao mesmo tempo melhora sua habilidade para escrever corretamente. Além de melhorar seus conhecimentos gramaticais.

2. Use exemplos para ilustrar ideias difíceis ou abstratas

Segundo o Aurélio, o exemplo é uma “frase ou passagem de um autor citada para estabelecer uma opinião, confirmar uma regra ou demonstrar uma verdade”. Portanto, é recomendado usá-lo em seu texto, sempre que possível..

Muitas vezes, a pessoa que está lendo sua redação pode não possuir a mesma familiaridade que você sobre o assunto sobre o qual você está escrevendo, e alguns pontos de vista podem não ser facilmente compreendidos. Esse é um dos momentos em que é bom fazer uso dos exemplos.

Assim como as referências, os exemplos podem ser muito úteis em seus textos, mas não se esqueça que um ou dois exemplos já são mais que suficientes para sua redação.

Não use exemplos em partes de seu texto que já são bastante compreensivas, não é necessário exemplificar algo que o examinador facilmente entenderá. Procure exemplificar apenas as ideias de difícil compreensão ou abstratas.

Exemplo:
A internet se tornou um instrumento de grande ajuda para estudantes de ensino fundamental e médio, principalmente para alunos de baixa renda.(POR QUE?) (exemplo) Hoje os alunos de baixo poder aquisitivo, por meio da internet, têm acesso a estudos, matérias e pesquisas de alta qualidade, antes restritas apenas àqueles que tinham condições de comprar caros livros didáticos.

3. Teor claro e direto

Se para você já é muito chato e difícil ler um texto que não é claro e direto, imagine para o examinador, que já leu pelo menos uma centena de textos antes do seu, e ainda tem algumas centenas para corrigir. Um texto bem escrito, seja ele uma redação, carta, memorando ou matéria de jornal, deve ser sempre claro, objetivo e direto.

Tome cuidado para não repetir ideias em seu texto. Você pode não perceber, mas pode acabar usando muitas linhas para escrever a mesma coisa.

Exemplo:
Para que a população possa votar conscientemente é necessário que ela tenha acesso à educação, para que tenha discernimento na escolha do seu candidato, pois a população precisa estar ciente da representatividade e importância de seu voto, e sem uma boa educação fica difícil julgar qual candidato é o mais preparado para ocupar um cargo público, seja como deputado, senador, prefeito, governador, presidente, entre outros.

Note dois graves erros nesse texto. O primeiro é a repetição da importância da educação para o voto consciente,o segundo é a descrição de diversos cargos públicos no final do parágrafo. Como o texto se refere à eleição, os cargos públicos referidos ficam subentendidos, não há necessidade de escrever cada um deles.

Tome cuidado para não ‘poluir’ o texto com pormenores irrelevantes. Mas não esqueça que aquilo que parece óbvio para você pode não ser para o leitor.

Em uma redação, o tempo e o espaço para a criação do texto geralmente são curtos. Portanto, você não vai querer gastá-los enrolando sobre o tema. Seja direto. Em uma dissertação, você tem aproximadamente cinco parágrafos para desenvolver todo o texto. A objetividade e a clareza são algumas das principais qualidades em uma redação.

Quando o texto for narrativo, você pode detalhar mais e inserir um pouco de poesia, mas a coerência, a coesão e a clareza continuam sendo essenciais.

Artigo extraído e adaptado do site Mundo Vestibular.

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A menina que conquistou o Vale do Silício

Uma cabeça cheia de ideias, um coração apaixonado por mudanças e mãos ávidas por iniciativa. Assim é Isabel Pesce Mattos, ou Bel Pesce, A Menina do Vale.

Confira a entrevista, realizada por e-mail, com essa empreendedora de sucesso:

A história de como você foi estudar no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) é bastante inusitada. Como foi?
Cheguei ao MIT de uma maneira bem inesperada. Durante o colegial ouvi falar sobre o MIT, mas quando fui me informar sobre os detalhes do processo de admissão, já era muito tarde, eu tinha perdido várias etapas: uma prova de múltipla escolha e uma entrevista com um ex-aluno. Praticamente todo mundo me falou que não dava mais tempo e eu devia desistir. Mas aprendi cedo que ter perseverança e dar o melhor de si pode fazer milagres. Se eu não fizesse nada, não seria aceita. Então parti para a missão de tornar o “não” em “sim”. Sabia que as chances eram pequenas, mas queria ter a consciência limpa de que tinha tentado o meu melhor.

E como você conseguiu ser aceita nessas circunstâncias?
Fiz duas coisas um tanto malucas. Primeiro, descobri o endereço de um ex-aluno do MIT em São Paulo e fui bater na sua porta. Como eu não sabia o que era essa tal de entrevista, coloquei tudo que fiz na vida em uma caixinha de papelão, para mostrar que eu trazia meu coração e minha vida e pedi para que me entrevistasse depois do prazo. No final, a entrevista acabou indo super bem. Segundo, apareci nas provas e implorei por um exame, mas infelizmente as provas vinham contadas dos Estados Unidos. Pedi para esperar e ver se alguém faltaria, mas disseram que isso não iria acontecer. Em uma cena dramática, fiquei ali à porta, vendo as pessoas entrarem e sentarem em frente aos seus exames. Mas um assento continuou sempre vago e acabei fazendo o exame. No dia 18 de março de 2006, recebi uma carta dizendo que eu havia sido aceita.

Mas, o que, afinal, tinha dentro daquela caixa? Com 17 anos, você já havia produzido algo de extraordinário, ou a atitude e a ousadia contaram mais?
Acredito que eles tenham se interessado pelo “pacote completo”: sempre fui muito bem em todas as matérias na escola, então minhas notas se destacaram bastante. Mas notas é apenas um parâmetro. Eu fazia trabalho voluntário em algumas organizações e já havia trabalhado em empresas durante o Ensino Médio. Eu era doida por tecnologia, montava e desmontava computadores, havia escrito alguns livros quando criança, gostava de esportes, fazia websites, vendia bijuterias que eu mesmo fazia, tinha uma pasta cheia de ideias de games para produzir, devorava livros, era fascinada por música, tinha ido muito bem nos vestibulares brasileiros desde o primeiro ano do colegial, adorava passar horas conversando sobre vários assuntos — essas foram algumas das coisas que levei naquela caixinha. Mas, acima de tudo, na entrevista ficou claro que eu queria usar a educação que recebesse no MIT para transformar o mundo em um lugar melhor.

Na sua opinião, qualquer pessoa pode empreender?
Há muitas profissões lindas nesse mundo e nem todas as pessoas no mundo precisam abrir companhias. Mas vale ressaltar que, para ser empreendedor, você não precisa abrir uma empresa. Por exemplo, você pode empreender dentro de grandes companhias, criando um novo departamento ou fomentando novas ideias. Você pode empreender na faculdade, começando algum grupo de discussão sobre algo em que tenha interesse. Empreender está muito relacionado a ter iniciativa para começar algo em que você acredita. E, por esse ângulo, todos podem ter um espírito empreendedor.

Sua primeira dica no livro “A Menina do Vale” é “não se preocupe com a idade”.  A disposição ou a experiência, próprias de cada fase da vida,  não interferem em nada?
Eu acredito que idade é algo muito psicológico — você pode ter 90 anos e ser mais “jovem” que muito adolescente. Tudo é uma questão de como você vê a vida e quais iniciativas toma para continuar aprendendo e continuar seguindo em direção às suas metas. Mas, claro, há muitos fatores que podem fazer com que pessoas mudem as prioridades na vida: família, saúde, finanças, etc.  E alguns deles podem estar mais presentes em certas idades.

Como mulher, jovem e brasileira empreendendo no Vale do Silício você enfrentou alguma barreira para liderar times num ambiente ultracompetitivo?
Existem algumas oportunidades desiguais, como é evidenciado pela diferença entre salários e outros fatores. Porém, quando se trata de desempenho e criatividade, não há limitação alguma. Qualquer pessoa pode se empenhar muito em um projeto, ser muito criativo, etc. O problema existe quando alguém acredita que essa diferença é real e daí acredita ser “menos” do que os outros. Quando isso acontece, a limitação é amplificada para uma magnitude que pode chegar a realmente atrapalhar as suas metas. No meu caso, ser mulher, jovem e brasileira nunca me atrapalhou. Aliás, até mesmo ajudou porque, muitas vezes, quando você é minoria e faz um bom trabalho, as pessoas notam ainda mais.

No livro, você ressalta a importância dos relacionamentos e do networking. Que tipos de pessoas ajudam o empreendedor chegar ao sucesso?
Se olharmos ao nosso redor, vamos perceber que praticamente tudo foi feito com trabalho em equipe. Relacionamentos de confiança e admiração são extremamente importantes. Mas o valor que esses relacionamentos agregam depende da sua atitude em relação aos mentores que escolhe. Se você realmente quiser aprender, fizer perguntas pertinentes, escutar histórias com muita atenção, pensar criticamente sobre o que ouve, etc, ter mentores pode fazer uma diferença gigantesca na sua vida e na sua carreira.

Muita gente teme começar a empreender fazendo parcerias. É possível empreender sozinho?
Há pessoas que trabalham muito bem sozinhas. Não é 100% necessário que você tenha um sócio, mas quando se trata de começar uma companhia, você precisa estar muito preparado para altos e baixos. Ter alguém que te complemente profissionalmente pode ser decisivo para que a empresa não colapse. A questão de confiança é muito importante: se possível, encontre alguém em quem você confia de olhos fechados. Isso não acontecerá da noite por dia, então muitas vezes pode levar anos até que essa confiança seja construída.

Você diz que escreveu o livro para responder as perguntas mais frequentes que ouve. Algo mais te inspirou?
Um outro fator muito importante foi o sentimento de responsabilidade em relação ao Brasil. Eu amo o Brasil e sei que voltarei a morar aí, mas no momento moro fora, e sempre penso como posso continuar extremamente conectada com o meu país (Bel mudou-se novamente para o Brasil em . Como muitas das coisas que aprendi mudaram a minha vida, achei que tinha um compromisso em passar essas dicas adiante. O livro surgiu dessa idea de dividir as lições que tenho aprendido.

Por que você optou pela distribuição gratuita on-line?
Há maneiras diferentes de definir um emprendedor de sucesso. Para mim, um empreendedor de sucesso é aquele que toca vidas de uma maneira positiva. Vejo esse livro como um empreendimento social, e minha meta é alcançar o maior número de pessoas interessadas no assunto — e tocar a vida dessas pessoas da maneira mais positiva possível. A decisão de distribuir o livro gratuitamente on-line foi visando facilitar que qualquer pessoa interessada no tema tivesse acesso ao material. E foi também uma questão de velocidade: eu queria muito colocar esse material nas mãos das pessoas rapidamente, então resolvi eliminar barreiras de distribuição ou de pagamento.

Há a intenção de publicar uma versão impressa?
A recepção até agora foi muito positiva e o número de interessados foi uma surpresa muito agradável. Na primeira semana, o livro foi baixado mais de 100.000 vezes e os números continuam crescendo muito rapidamente. Eu fiz o projeto com muito carinho e isso encheu meu coração de alegria.

Artigo extraído do site UOL.

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Histórias que provam: o sucesso vem com as derrotas

Harrison Ford, a cast member in "42," poses at the Los Angeles premiere of the film at the TCL Chinese Theater on Tuesday, April 9, 2013 in Los Angeles. (Photo by Chris Pizzello/Invision/AP)

6 maneiras de treinar a mente para acelerar seu aprendizado

Um aprendizado eficiente não depende somente da maneira como os professores passam o conteúdo e de como o aluno se esforça durante as aulas para estudar. Ter pensamentos mais claros e uma memória mais ampla também são características essenciais para garantir um bom desempenho nos estudos e, por isso, treinar sua mente é importante.

Confira 6 maneiras de treinar a sua mente para acelerar o aprendizado:

1. Trabalhe sua memória
Crie desafios para você mesmo para tentar se lembrar da maior quantidade de informações possíveis. Por exemplo: quando você precisar conversar sobre um assunto específico com alguma pessoa e tiver muitos tópicos diferentes para discutir, tente não anotá-los. Force sua mente para que você se recorde dos detalhes que precisa abordar. Em algum tempo, essa tarefa será muito mais fácil para você.

2. Faça algo diferente repetidamente
Quando fazemos uma atividade nova repetidamente, nosso cérebro cria caminhos diferentes que ajudarão na praticidade com a qual faremos essa tarefa. Lembre-se de quando você era criança e estava aprendendo a usar talheres corretamente. Você só se tornou capaz de realizar essa atividade devido ao tempo que você passou fazendo a mesma coisa várias vezes. Assim, você treina sua mente e se torna mais eficaz com diversas ações.

3. Aprenda algo novo
Mesmo que pareça óbvio, é importante lembrar que aprender qualquer habilidade nova oferece mais conhecimento ao seu cérebro. Por exemplo: ao treinar sua capacidade de tocar um instrumento musical, sua mente vai ficando cada vez mais acostumada a traduzir algo que você vê (a partitura) em algo que você produz e escuta (a música).

4. Faça exercícios físicos
Não é exatamente uma novidade dizer que nosso corpo e nossa mente trabalham em conjunto. Por isso, fazer exercícios físicos e manter o funcionamento do seu corpo ativo e saudável é importante para que seu cérebro processe e memorize informações mais facilmente.

5. Passe tempo com pessoas que você gosta
Conversar com pessoas importantes para você ajuda sua mente a pensar mais claramente, além de melhorar seu humor. Para algumas pessoas, muitas informações são processadas mais eficientemente quando compartilhadas com outros. Veja se isso funciona para você e dedique mais tempo a essa atividade.

6. Tenha uma alimentação saudável
Mais uma vez, manter seu corpo saudável mantém sua mente da mesma maneira. Por isso, procure ter uma alimentação balanceada que inclua todos os nutrientes necessários para um bom funcionamento dos seus órgãos. Além disso, faça com que o chocolate amargo seja parte de suas refeições, pois ele também ajuda o cérebro a produzir dopamina, um neurotransmissor responsável por acelerar o aprendizado e a memória.

Artigo retirado do site Universia Brasil.

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Como seu networking pode impulsionar sua carreira

Como você cuida dos seus relacionamentos? Você encontra um tempinho na sua agenda para manter o seu networking ativo? E como você escolhe suas amizades?

O mundo dá voltas espetaculares e numa dessas viradas, você poderá receber de volta todo o respeito, a amizade, a sinceridade e a atenção que dedicou àqueles que conviveram com você em algum momento da sua vida, comprovando o poder do networking.

Ao longo da minha carreira em Tecnologia da Informação, procurei expressar respeito e atenção a todos que tive oportunidade de conhecer, independente de função, cargo, profissão, crença… Aprendi com a minha família a importância de doar ao outro o que gostaria que dedicasse a mim.

Hoje, tenho recebido muito de volta dessas mesmas pessoas, abrindo oportunidades incríveis para mim e minha empresa. Essa é a lei da reciprocidade. Eu recebo e me sinto com imensa vontade de retribuir. E essa lei é a que fortalece a nossa rede de contatos.

É claro que nem tudo são flores e às vezes encontramos pessoas que não cabem ser referenciadas aqui… Mas, nem por isso, devemos perder a esperança de acreditar nas pessoas de bem.

Desenvolver relacionamentos sinceros, doar-se ao outro, respeitando as suas diferenças, seus pensamentos, pode ser a oportunidade de desenvolver amizades verdadeiras. E quando você menos esperar, essas pessoas poderão acolher você e dar a força necessária para que o sucesso aconteça, como num abraço envolvente de alguém que quer retribuir algo que tenha recebido de você.

Aumente o seu círculo de amizades, dedique um tempo elas, não se limite a uma mensagem de texto no dia do aniversário, nos momentos de comemoração ou de dificuldades. Ligue, faça uma visita, esteja presente, converse olhando nos olhos, dedicando a sua atenção e escuta atenta.

Mantenha viva essas ligações, construindo um mundo mais humano e vendo na realização do outro a sua própria felicidade. Você poderá encontrar novas oportunidades e ter surpresas muito agradáveis quando menos esperar!

wayniere - Blog
Wayniere Valim
Coach – Ways up Founder

Como sair da zona de conforto e alcançar sonhos

Encare os desafios de frente e crie oportunidades em sua vida.

Ontem, eu tive o prazer de conhecer uma jovem super alto-astral e determinada. Ela acabou de voltar de férias para mergulhar fundo em seu projeto pessoal. Pediu demissão do emprego e agora vai montar o próprio negócio. Estava animadíssima e com um brilho nos olhos lindo de se ver: o olhar de esperança, de quem vai em busca do próprio sonho e sente a energia que isso proporciona.

Conversamos por uma hora e meia durante uma viagem, mas foi o suficiente para perceber o quanto está decidida e firme em seu propósito, com os pés no chão, muito planejamento, pesquisas e ideias incríveis.

O seu projeto já estava modelado, mas sofrerá alterações, visto a criatividade que aflorou após conhecer novas culturas, lugares e pessoas diferentes.

Essa história me fez refletir sobre como cada um encara os seus desafios e cria oportunidades. É isso mesmo! As oportunidades não surgem se não nos dispomos a procurá-las! Nós as criamos à medida que saímos da zona de conforto e nos provocamos a fazer diferente, a pensar em algo novo.

E essas ideias criativas se afloram uma após a outra, como um novelo de lã que vamos desenrolando, desenrolando…

A nossa mente possui um poder fantástico de se reinventar, desde que tenhamos a prática de construir pensamentos novos . A postura do “deixa como está”, “algum dia isso se resolve”, “sempre foi assim”, bloqueia qualquer pensamento inovador.

Então, o meu convite para você é: imagine novas ideias sem nenhum bloqueio, pense, crie, reinvente-se, por mais absurda que a ideia lhe pareça. Depois disso, use o seu filtro das possibilidades, destacando o que é factível e eliminando o que não é. Faça as suas escolhas de acordo com os seus valores pessoais e trabalhe o seu planejamento de forma realista e profissional. E, finalmente, execute com determinação!

Quando saímos da zona de conforto e buscamos novas soluções para os problemas enfrentados e novas ideias para atingir os nossos sonhos, começamos a criar uma energia diferente a nossa volta, renovando os nossos pensamentos, nossas ações, nossos propósitos. Resultado de tudo isso: oportunidades criadas, antes nunca imaginadas! Experimente!

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Wayniere Valim
Coach – Ways up Founder

 

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O incrível poder da observação

Sabe quando olhamos para alguém próximo e percebemos que a expressão facial, o olhar ou sua linguagem corporal está dizendo que algo não vai bem?

Isso ocorre muito com as mães, por exemplo, um franzido da testa, um olhar diferente e a mãe logo percebe que o filho ou a filha não está no seu normal. E o oposto, então? O olhar repreensivo do pai ou da mãe é mais que suficiente para sabermos que estamos “pisando na bola”…

E já aconteceu de sentir uma certa angústia ou ansiedade e só perceber isso quando alcançou um nível sem controle, ficando sem entender o que causou tais sentimentos?

Pois bem, vamos ampliar um pouco essa visão para o nosso dia a dia no trabalho, na escola, em casa, em todos os lugares. Como tirar proveito das distrações do cotidiano? Observando! Mas como usar essa técnica tão simples para o nosso benefício e para o bem-estar dos outros a nossa volta?

Como toda habilidade a ser desenvolvida, é preciso treino, isto é, prática e repetição!

Observar a si e aos outros, mantendo uma postura de neutralidade, resistindo à tentação de impor os próprios julgamentos e valores é uma arte para poucos, mas que pode trazer benefícios consideráveis:

#1 – Aprimorar relacionamentos, demonstrando empatia e preocupação com o outro;
#2 – Conhecer as preferências do gestor ou do cliente, criando novas oportunidades;
#3 – Conhecer os próprios sentimentos e os gatilhos que disparam ansiedades ou angústias a fim de tentar evitá-los ou enfrentá-los com equilíbrio;
#4 – Encontrar dons naturais e utilizá-los com mais frequência para obter resultados direcionados à meta;
#5 – Fazer alguém feliz ao perceber que está sendo notado, percebido;
#6 – Sentir maior prazer ao caminhar pelo parque, por exemplo, e perceber a beleza da natureza, da arquitetura da sua rua, tornando a caminhada mais divertida e intensa.

Exercite com mais frequência a sua percepção sobre si e os outros. Sinta, escute, olhe atentamente, analise essas informações e as utilize a seu favor e das pessoas que você ama, aprimorando-se constantemente na direção dos seus sonhos e projetos de vida.

Tenha dias mais alegres e plenos, observando o quanto isso lhe fará bem!

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Wayniere Valim
Coach – Ways up Founder

Hábitos de tecnologia compatíveis são essenciais para casais modernos

Já parou para pensar como a tecnologia influencia seus relacionamentos? Qual é o momento certo de se desconectar do mundo virtual e se conectar no real?

Este artigo publicado pela Folha de São Paulo trouxe uma excelente reflexão sobre o assunto. É possível tirar proveito das inúmeras informações que captamos pelo celular, por exemplo, e criar assuntos que irão estreitar ainda mais as relações humanas.

“Combinar o jogo” com aqueles que nos são próximos e encontrar o equilíbrio são algumas dicas interessantes. Um código, uma pergunta sutil ou um simples gesto poderá dizer ao outro que o limite está sendo ultrapassado e que é hora de se desconectar!

“Falando de um jeito equilibrado e tentado evitar um tom demasiadamente crítico, mas ainda assim parecendo cético, meu namorado diz: “Espero que você não esteja trabalhando”.

Durante uma pausa em nossa conversa, no jantar em um restaurante local, eu tolamente apanhei o celular no bolso, o destravei com uma mão só e, sim, enquanto o segurava por sob o tampo da mesa, estava discretamente tentando digitar uma resposta a um e-mail de trabalho. “Ahn… talvez”, eu consegui responder, apertando o botão de envio e guardando o celular.

Por sorte, ao longo de nosso relacionamento descobri que somos muito parecidos em nosso interesse pela tecnologia.

Excetuadas algumas diferenças de opinião sobre o uso de telefones em espaços públicos, nossos hábitos de tecnologia são notavelmente semelhantes, em termos de tempo dedicado a isso e tipo de conteúdo consumido. Eles geram conversas todos os dias (“ei, você leu aquele artigo no Reddit?”) Fico imaginando se o nosso namoro teria durado tanto caso não fôssemos tão tecnologicamente compatíveis.

E no entanto, as atitudes quanto a celulares e laptops não foram tema de discussão, ao contrário, por exemplo, de questões religiosas ou a vontade de ter filhos, quando começamos a sair três anos atrás. Tópicos pesados como esses em geral ocupam muito espaço nas vidas amorosas das pessoas de mais de 30.

Que os hábitos de uso da tecnologia não tenham sido incluídos na famosa conversa sobre “ei, será que estamos só perdendo nosso tempo com isso?” parece insensato, se levarmos em conta até que ponto as pessoas empregam seus aparelhos eletrônicos na presença dos outros, hoje.

De qualquer forma, 62% dos norte-americanos parecem concordar com meu namorado quanto a que usar o celular em um restaurante “não é OK, em geral”. Isso deixa os 38% que não veem problema nisso como possíveis companheiros de jantar para mim (ainda que, claro, nenhum deles deva ser companhia tão interessante quanto meu namorado).

Essas estatísticas foram publicadas no mês passado em um relatório sobre as constatações de uma pesquisa quanto à “etiqueta no uso de aparelhos móveis” conduzida pelo Pew Research Center. O relatório não cobre, no entanto, as atitudes dos casais quanto ao uso desse tipo de aparelho. Para descobrir o que as pessoas pensam sobre isso, é preciso recorrer a estudos acadêmicos.

No “International Journal of Neuropsychotherapy”, em 2014, pesquisadores da Universidade de Queensland, Austrália, delinearam uma investigação quanto ao impacto do uso de computadores de mesa, laptops, smartphones e televisores sobre os casais.

Eles propõem que “se um parceiro em um relacionamento se afasta de uma interação pessoal e dedica sua atenção à tecnologia (ou seja, ao laptop), o outro parceiro pode interpretar o fato como ameaça à sua necessidade de sentir envolvimento e controle sobre o relacionamento”.

O grau de intensidade dessa ameaça parece se relacionar ao menos em parte à maneira pela qual um aparelho é usado. Isso foi ilustrado pelos resultados de uma pesquisa conduzida por pesquisadores sobre 21 casais heterossexuais. A idade média dos casais era de 31 anos, e eles estavam juntos por em média aproximadamente seis anos.

O interessante é que os entrevistados que reportaram forte envolvimento e interação com seus parceiros quando estavam usando aparelhos também tenderam a reportar mais satisfação, concordância e sentimentos positivos sobre seus relacionamentos.

Acredito que eu tenha recentemente observado provas dessa afirmação no mundo real, durante um casamento realizado em um grande hotel perto de Bath. Diversas vezes durante a festa, uma mulher apanhava o celular para usar a câmera. Em cada ocasião, o marido a ajudava a encontrar a luz e composição certa para uma foto. Os dois pareciam estar curtindo muito o trabalho conjunto. Quando perguntei a respeito, eles timidamente admitiram que seu uso do celular se estende a enviarem emoticons um ao outro de aposentos diferentes de casa, para “contar como estamos, se estamos com fome ou sono”.

É uma experiência que contrasta com as queixas de um par de colegas sobre a incompreensão de seus parceiros quanto a seus hábitos de uso de tecnologia – quanto mais usar a tecnologia para criar mais proximidade. Mas nos dois casos, os relacionamentos surgiram antes da revolução do smartphone, e são bastante sólidos em outras áreas.

Na semana passada a Flurry, uma companhia de análise de dados sobre o uso de tecnologia móvel, reportou que os consumidores dos Estados Unidos dedicam em média 220 minutos por dia aos seus celulares, um aumento de 35% ante o ano passado.

Nesse contexto, não só o risco de uso excessivo deveria ser levado em conta como deveríamos refletir sobre a melhor maneira de adaptar nossos costumes tecnológicos para evitar excluir as pessoas que nos são mais próximas. Como em qualquer relacionamento de longo prazo, é preciso encontrar terreno comum para lidar com os hábitos do parceiro. Mas se o namoro está só começando e você descobrir que seu novo parceiro é tecnologicamente incompatível, persistir pode ser perda de tempo.”

DO “FINANCIAL TIMES” – Tradução de PAULO MIGLIACCI

Publicado na Folha de São Paulo

7 práticas que tornam você mais inteligente

Artigos como este da Época Negócios, apresentam a fantástica capacidade da nossa mente de se renovar e o poder extraordinário que cada pessoa pode desenvolver a partir de novos hábitos e práticas.

Muito tem se falado a respeito do assunto e as comprovações científicas dessas teorias reafirmam a invencibilidade do ser humano determinado a superar suas dificuldades. Boa leitura!

“Por muito tempo, acreditou-se que as pessoas já nasciam com um certo nível de inteligência e que o melhor que podíamos fazer pela nossa vida era cumprirmos esse potencial. Novos estudos, no entanto, têm mostrado que é, sim, possível melhorar esse potencial. E que aprender novas habilidades ajuda o cerébro a criar novas conexões que nos fazem mais rápidos e eficazes. A revista Inc. apontou sete hobbies que ajudam nesse sentido. Confira abaixo:

1. Tocar um instrumento 
A música ajuda na criatividade, em habilidades analíticas e motoras, línguas e matemática. Tocar instrumentos leva à criação de novas conexões no cérebro, melhorando a execução de certas atividades, a memória e a resolução de problemas – não importa a sua idade

2. Ler
Os benefícios da leitura são os mesmo se você está lendo Game of Thrones, Harry Potter ou a última edição do Wall Street Journal. Ler reduz o estresse e melhora a inteligência. Como resultado, a leitura leva à uma facilidade maior na resolução de problemas, a reunir diversos conhecimentos obtidos no dia a dia da vida, a detectar padrões, a entender processos e a interpretar de modo mais preciso os sentimentos de outras pessoas

3. Exercitar-se regularmente
Exercícios ocasionais não funcionam. A máxima já é batida: é a regularidade do exercício que traz os benefícios, não a intensidade. Quando nos exercitamos regularmente, as células são inundadas com BDNF, uma proteína que auxilia na memória, no aprendizado, foco, concentração e raciocínio

4. Aprender uma nova linguagem
Esqueça a ideia de que resolver quebra-cabeças vai te ajudar a melhorar sua memória. Opte por aprender uma língua estrangeira no lugar. Novos estudos mostram que as pessoas que são bilíngues são melhores resolvendo quebra-cabeças do que quem fala apenas uma língua. Aprender com êxito novas línguas ajuda o cérebro a melhorar a performance na resolução de tarefas e em habilidades específicas, como planejamento e resolução de problemas

5. Cultive o seu conhecimento acumulado
Muitos estudantes considerados inteligentes no colégio, na realidade, estão apenas preparados para “os testes finais”. O problema é que eles tendem a decorar tópicos específicos para a prova com a mesma facilidade que esquecem aquele conhecimento. Essa é uma das razões pelas quais estudar uma nova língua ajuda a ficar mais inteligente, porque requer “conhecimento acumulativo”. Nós precisamos aprender em cima do que foi aprendido e a gramática e o vocabulário são repetidos diversas vezes, à medida que as habilidades vão aumentando. Portanto, procure novos atalhos para seus caminhos, faça observações, escreva, mantenha o pedaço de um jornal que traz uma informação que lhe chamou atenção. Comece a integrar todo o conhecimento – acumulando-o

6. Faça seu cérebro trabalhar
Sudoku, quebra-cabeças, jogos de tabuleiro, videogames e outras atividades similares. Elas ajudam a promover uma maior variedade e mudanças nas conexões neurais e nas sinapses, ou seja, na habilidade do cérebro de se organizar. Com isso, tornamos-nos conscientes de novos padrões e nossas habilidades cognitivas são aprimoradas

7. Meditação
A meditação tornou-se interessante para as pessoas ambiciosas, pois estudos mostram que podemos controlar nossas próprias ondas cerebrais e sentir o que nós queremos sentir sempre que queremos. Isso significa que podemos nos sentir mais poderosos antes de uma negociação, mais confiantes ao pedir um aumento e mais convincentes durante uma chamada de vendas. Focar no melhoramento do cérebro é uma boa ideia para quem sente que está acomodado profissionalmente, para profissionais ambiciosos e diversos empreendedores que procuram melhorar seu potencial”

Publicado originalmente em Época Negócios: http://epocanegocios.globo.com/Inspiracao/Carreira/noticia/2015/09/7-hobbies-que-te-tornam-mais-inteligente.html

Como ter fluência em inglês estudando (só) pela internet

A Exame.com publicou umas dicas super interessantes para ter fluência em inglês estudando somente pela internet.

Cada vez mais saber inglês deixou de ser um diferencial, mas uma necessidade que abre portas e cria oportunidades.

Cumprir a agenda proposta abaixo exige determinação e disciplina. Então, conheça bem os seus objetivos, trace a sua meta e monte a sua estratégia, definindo pontos intermediários de alcance até chegar ao cumprimento total dos objetivos traçados.

““Estudar via internet sem a ajuda de profissionais é possível. Esse formato de curso pode ser adequado para quem busca justamente o desenvolvimento das habilidades que serão praticadas online: compreensão auditiva, leitura, escrita, vocabulário, estrutura gramatical e pronúncia”, diz Ecio Scandiuzzi, diretor do Berlitz Brasil.

O segredo para que o estudo dê resultado

“O aluno que opta por um curso via internet deve conhecer muito bem seus objetivos. A partir daí, deverá estabelecer uma meta, ou seja, quando ele precisa atingir esse objetivo”, diz Scandiuzzi.

Ele indica a definição de um programa de estudos, com carga horária semanal determinada. “Monitorar-se é muito importante: acompanhar se está cumprindo a carga horária a que se propôs a cada semana e também acompanhar o desempenho ao longo das atividades”, indica o diretor do Berlitz Brasil.

Roteiro diário

A partir de 15 minutos de estudo por dia, os resultados virão, segundo disse Rosângela Souza, sócia-diretora da Companhia de Idiomas, a EXAME.com. Confira o roteiro diário que ela indicou para quem já tem nível intermediário de domínio:

1. Segunda-feira: Ouça um curso ou uma palestra cujo assunto seja do seu interesse. Portais como TED e Cousera podem ser boas fontes.

2. Terça-feira: Fale com alguém no idioma. Uma conversa de 30 minutos já é suficiente para destravar o inglês.

3. Quarta-feira: leia notícias em inglês. Começar por notícias de que o contexto você já conhece é mais indicado caso tenha dificuldades de vocabulário.

4. Quinta-feira: estude gramática. O “English Grammar In Use” é um dos mais usados pelos estudantes.

5. Sexta-feira: ganhe repertório de palavras. A dica é contextualizar em frases novas palavras e termos que surgiram ao longo da semana. Aposte no uso de dicionários recomendados pelos professores.

6. Sábado: pegue a letra de uma música de que você já conhece e gosta. O objetivo é verificar vocabulário, estrutura e pronúncia.

7. Domingo: assista a um filme com som original em inglês prestando atenção à estrutura, palavras e pronúncia do idioma. Escolher legendas em inglês pode ser uma boa pedida.”

Leia a matéria na íntegra em Exame.com (publicação original).