Arquivo: Mulher

A importância do autoconhecimento para empreender.

Hoje é indiscutível a importância do autoconhecimento para ter um negócio. Você chegou até aqui com um pensamento fixo de mudar a sua história e transformar os rumos de sua família, e tem um certo capital para investir na sua inspiração, certo?

Sim, as nossas ideias possuem sempre as melhores intenções, mas será que apenas isso é o suficiente? Uma boa empreendedora precisa tão somente de sua positividade e característica desbravadora?

É sempre bom sermos otimistas e ousadas em um mercado competitivo, mas existem detalhes que fazem toda a diferença entre o sucesso e a derrocada de um empreendimento.

As duas questões para a empreendedora.

Você está preparada para a pressão que um ambiente de negócios pode proporcionar? Os seus desejos de empreender estão ligados aos seus motivos ou motivações? Essas perguntas são as chaves para um começo promissor, muitas vezes a cautela é a melhor estratégia.

Potencial e direcionamento

De maneira alguma quero desconstruir os laços afetivos que você possa ter com o seu negócio, tenho a sensibilidade para entender que os sentimentos muitas vezes servem como força motriz para deslanchar os negócios, embora a minha obrigação também passe por orienta-la nas melhores tomadas de decisões.

Você tem um determinado recurso para investir, mas não sabe muito bem o segmento de negócios que está em alta no mercado, nesse cenário você precisa passar por três peneiras analíticas:

  1. Você tem potencial para o ramo desejado?
  2. Suas ambições são lúcidas ou exageradas?
  3. O seu capital para investimento é o suficiente?

Conseguiu passar por essas três peneiras? Perfeito, muito provavelmente você está elegível para empreender, agora, se algum desses três itens atingiu profundamente o seu íntimo, esse já é um importante sinal para repensar no seu investimento.

Precisamos ter a consciência que a felicidade está relacionada com as nossas potencialidades. Trabalhar com o que gostamos, já é 50% para um empreendimento de sucesso.

Parcerias

Sem sombra de dúvidas uma boa parceria facilita muito o andamento de um negócio, bons empreendedores que firmam sociedade precisam ter pensamentos alinhados. Quando os pensamentos desalinham e as atitudes da sua parceria começam a soar estranhas para você, talvez seja um indicativo que essa sociedade precisa ser revista ou até mesmo cada um seguir o seu caminho sem que as partes sejam prejudicadas.

O autoconhecimento é um signo para o sucesso, seja para os empreendimentos no mundo dos negócios, seja para vida. Se você se identificou com esse texto, curte e compartilha para que mais pessoas reflitam a respeito de empreender.

PS.: Esse tema é muito discutimo em nosso grupo Mulher Líder Coach. Se quiser saber um pouco mais, clique aquihttp://www.waysup.com.br/mulher-lider/

Artigo extraído e adaptado de A Empreendedora.

_____________________________

Gostou? Compartilhe:

 

botão newsletter
Curta nossas redes sociais:

 

 

9 coisas que mulheres bem-sucedidas nunca fazem

LaRae Quy era, quase sempre, a única agente feminina do FBI em seu esquadrão. Ela descobriu – em meio às mais diversas situações e circunstâncias – a ser bem-sucedida. Mas, mais importante do que isso, é que ela também aprendeu o que não fazer se quisesse competir em um ambiente tipicamente masculino.

LaRae conta que entendeu que ser bem-sucedida estava diretamente ligado às escolhas que faz. Com frequência, foi a opção de se jogar em alta velocidade em vez de se apoiar em alguém para ganhar um impulso.

Enquanto cada mulher tem sua própria definição de sucesso, veja 9 coisas que profissionais bem-sucedidas nunca fazem:

1. Mulheres bem-sucedidas não ignoram seus medos

Se você quer mudar e seguir adiante, é preciso enfrentar os seus medos de frente. Nunca gaste uma energia valiosa tentando evitá-los. Em vez disso, use determinação mental para lidar com seus pensamentos, emoções e comportamentos de maneiras que irão te preparar para o sucesso nos negócios e na vida.

Reprimir um sentimento negativo apenas o fortalece, abastece os medos e atrasa a evolução. Na verdade, tentar controlar alguma coisa que tememos aumenta a probabilidade de ela acontecer.

2. Mulheres bem-sucedidas nunca fogem do conflito

“Como um agente feminino do FBI, eu enfrentei conflitos, críticas e injustiças – assim como todos os outros agentes. A diferença é que eu não me acovardei para tentar evitar ter esses sentimentos negativos de novo”, afirma LaraRae.

Pessoas que evitam conflitos assumem que eles sempre são agressivos e desrespeitosos. Isso não é verdade, pois um embate pode surgir camuflado de muitas maneiras. Nós precisamos estar alertas para qualquer comportamento alheio que tenha como objetivo manipular nossas emoções ou pensamentos. Uma vez que reconhecemos o conflito pelo que ele é, nós podemos escolher como responder a ele em vez de reagir com medo ou ignorância.

3. Mulheres bem-sucedidas nunca escutam suas críticas internas

LaraRae conta que precisava diminuir críticas interiores e eliminar as vozes de dúvida e ansiedade. “Eu fiz isso ao focar minha atenção nos feedbacks positivos e nas críticas construtivas.”

A determinação mental é capaz de controlar os nossos pensamentos e de não deixar que nossa mente nos controle. O ponto crucial é aprender a administrar suas emoções com uma conversa consigo mesmo e a usar palavras corretas e positivas ao controlar seus pensamentos.

4. Mulheres bem-sucedidas nunca esperam circunstâncias perfeitas

Esqueça a ideia de encontrar o emprego perfeito ou melhores condições para avançar. Aprenda a diferenciar a dor de crescer e a dor de sofrer.

É fácil dizer que as condições são desfavoráveis, nada vai do jeito que você gostaria e que você está do lado errado. Tudo isso são desculpas.

Utilize o que está a sua disposição para continuar seguindo em frente – pegue uma dica do MacGyver (famoso personagem de uma série norte-americana dos anos 1980 que conseguia resolver qualquer problema) e tire o melhor proveito da situação. A determinação mental está aproximando circunstâncias iminentes com a perspectiva correta – e não esperando um descanso.

5. Mulheres bem-sucedidas nunca olham para seu passado como um erro

“Eu cometi muitos erros quando estava começando. Às vezes era vergonhoso, mas eu jurei aprender com cada um deles”, afirma LaraRae.

Alguns erros do nosso passado podem ser dolorosos, mas, em vez de ficar se lamentando, encare-os como oportunidades de aprender algo que você não sabia até acontecer. Fique perto de amigos e colegas que cometeram erros – você também pode aprender com eles.

O passado não nos define, ele simplesmente nos prepara para nossa jornada em direção ao sucesso e à sabedoria.

6. Mulheres bem-sucedidas nunca perdem a oportunidade de brilhar

LaraRae conta que, muitas vezes, a melhor maneira de alcançar o sucesso é fazer o que os outros estão evitando.

Identifique aquelas coisas que as outras pessoas hesitam em assumir. Pode ser algo pequeno e simples – não importa. Seja o que for, faça bem feito e você irá, instantaneamente, se diferenciar dos outros.

Depois, siga adiante, pois você nunca sabe onde pode parar – frequentemente, nós não sabemos que oportunidades irão aparecer até estejamos bem perto delas.

7. Mulheres bem-sucedida nunca falham em manter-se calma

LaraRae conta que não importava a situação, ela sabia que tinha total controle de sua vida. “Uma das minhas frases preferidas é do santo Inácio de Loyola: ‘Reze como se Deus fosse tomar conta de tudo; aja como se estivesse tudo por sua conta”.

Muitas pessoas criam desculpas para si mesmas ao dizer que a sorte determina se elas são bem-sucedidas ou não. Líderes mentalmente fortes estão no controle de sua própria sorte, pois eles olham o sucesso e os erros como algo que estão sob seu controle. Sorte talvez tenha algum papel nas circunstâncias atuais, mas essas pessoas não desperdiçam energia se preocupando sobre o que pode acontecer.

Controle sua própria sorte ao tirar proveito de oportunidades para melhorar sua vida e sua situação. O resultado será uma chance ou um arrependimento por um caminho não seguido.

8. Mulheres bem-sucedidas nunca falham em suas pesquisas

“Quando eu entrevistava um suspeito, eu me certificava de que sabia sobre o que estava falando”, conta a ex-agente.

Quando você está conhecendo seus potenciais investidores, clientes ou consumidores, se certifique que você sabe exatamente do que está falando – saiba onde estão as minas terrestres antes de abrir a boca. Faça sua lição de casa; seja polida, disposta e preparada.

9. Mulheres bem-sucedidas nunca desistem

“Não importa o quão difícil era investigação. “Eu desisto’ foi a única frase que eu nunca ouvi em 24 anos no FBI”, relata LaraRae.

Quando você diz “desisto” ou “não posso”, está sacrificando a posse e o controle sobre sua atitude e comportamento. Isso mostra que você criou seus próprios limites. Quando você diz que desiste, você está mandando uma mensagem sobre seu medo de falhar e a ausência de coragem em testar seus limites.

Artigo extraído e adaptado de Forbes.

_____________________________

Gostou? Compartilhe:

 

botão newsletter
Curta nossas redes sociais:

 

 

Bancos com mais mulheres na diretoria são mais rentáveis

Estudos já confirmaram que a diversidade no ambiente de trabalho traz resultados financeiros positivos para as empresas. Se você ainda não acredita nisso, uma nova pesquisa publicada pelo Banco da Inglaterra sugere que quando há mais mulheres na diretoria, os bancos são mais rentáveis. No estudo, as economistas Ann Owen e Judit Temesvary demonstram que há uma relação entre igualdade de gênero e resultado financeiro. No entanto, isso só acontece se a instituição já tem políticas de igualdade – ou seja, pouco adiantaria se um banco até então dominado por homens colocasse mulheres na diretoria sem fazer nenhuma alteração na cultura da empresa.

“Em bancos bem gerenciados, a diversidade de gênero tem um impacto positivo no desempenho – mas apenas depois de alcançado determinado nível de igualdade”, dizem as pesquisadoras. De acordo com o estudo, a porcentagem de mulheres nos bancos norte-americanos vai caindo conforme se sobe na escada corporativa: elas representam 56,7% de todos os funcionários, 48% dos cargos de média gerência e 30,8% entre os executivos de nível sênior ou gerentes.

Mas, afinal, como a divisão entre homens e mulheres nas diretorias pode afetar o balanço de um banco? Há duas explicações. A primeira é que as mulheres têm mais chances de contribuir com experiência em determinadas áreas – ou seja, quando há mais mulheres na diretoria, é mais provável que o grupo tenha certas características, como experiência em recursos humanos ou em governança pública. Então, com um leque mais diverso de experiências, a tomada de decisão pode ser mais correta. Além disso, há uma relação entre participação feminina mais alta e menor probabilidade de reguladores tomarem ações contra o banco – o que sugere que a maior diversidade aumenta o controle e gerência nas instituições financeiras.

A segunda explicação é que a diversidade em si tem um impacto. Estudos anteriores mostraram que a diversidade está associada à maior criatividade e produtividade dentro das empresas. Isso só ocorre, contudo, se a cultura da empresa é preparada para a diversidade e se a participação de mulheres dentro da companhia é alta – as mulheres tendem a se expressar com mais frequência quando a participação feminina no grupo aumenta.

Para evitar atribuir à diversidade de gênero um efeito causado por algo relacionado à diversidade de outras características, as pesquisadoras incluíram diversas variáveis em suas estimativas, como idade, participação no conselho ou patrimônio. Uma das possibilidades é que os resultados financeiros ruins estejam relacionados à falta de diversidade – ou bancos de melhor gestão têm em comum a busca por maior diversidade. Para fazer o estudo, as autoras utilizaram dados de 87 bancos dos Estados Unidos entre 1999 e 2015.

“Nossos resultados mostram evidências de ambas hipóteses”, escrevem as economistas. “A maior equidade de gênero tem impacto positivo em várias medidas de desempenho uma vez que certo limiar de diversidade tenha sido alcançado”, dizem. “Por outro lado, a falta de diversidade tem um impacto negativo nessas mesmas medidas de desempenho.”

Artigo extraído e adaptado de Época Negócios.

_____________________________

Gostou? Compartilhe:

 

botão newsletter
Curta nossas redes sociais:

 

 

mulher

Bancos com mais mulheres na diretoria são mais rentáveis

No entanto, a maior equidade só resulta em melhores resultados financeiros quando a empresa tem política de igualdade.

 

Estudos já confirmaram que a diversidade no ambiente de trabalho traz resultados financeiros positivos para as empresas. Se você ainda não acredita nisso, uma nova pesquisa publicada pelo Banco da Inglaterra sugere que quando há mais mulheres na diretoria, os bancos são mais rentáveis. No estudo, as economistas Ann Owen e Judit Temesvary demonstram que há uma relação entre igualdade de gênero e resultado financeiro. No entanto, isso só acontece se a instituição já tem políticas de igualdade – ou seja, pouco adiantaria se um banco até então dominado por homens colocasse mulheres na diretoria sem fazer nenhuma alteração na cultura da empresa.

“Em bancos bem gerenciados, a diversidade de gênero tem um impacto positivo no desempenho – mas apenas depois de alcançado determinado nível de igualdade”, dizem as pesquisadoras.

De acordo com o estudo, a porcentagem de mulheres nos bancos norte-americanos vai caindo conforme se sobe na escada corporativa: elas representam 56,7% de todos os funcionários, 48% dos cargos de média gerência e 30,8% entre os executivos de nível sênior ou gerentes.

Mas, afinal, como a divisão entre homens e mulheres nas diretorias pode afetar o balanço de um banco? Há duas explicações. A primeira é que as mulheres têm mais chances de contribuir com experiência em determinadas áreas – ou seja, quando há mais mulheres na diretoria, é mais provável que o grupo tenha certas características, como experiência em recursos humanos ou em governança pública. Então, com um leque mais diverso de experiências, a tomada de decisão pode ser mais correta. Além disso, há uma relação entre participação feminina mais alta e menor probabilidade de reguladores tomarem ações contra o banco – o que sugere que a maior diversidade aumenta o controle e gerência nas instituições financeiras.

A segunda explicação é que a diversidade em si tem um impacto. Estudos anteriores mostraram que a diversidade está associada à maior criatividade e produtividade dentro das empresas. Isso só ocorre, contudo, se a cultura da empresa é preparada para a diversidade e se a participação de mulheres dentro da companhia é alta – as mulheres tendem a se expressar com mais frequência quando a participação feminina no grupo aumenta.

Para evitar atribuir à diversidade de gênero um efeito causado por algo relacionado à diversidade de outras características, as pesquisadoras incluíram diversas variáveis em suas estimativas, como idade, participação no conselho ou patrimônio. Uma das possibilidades é que os resultados financeiros ruins estejam relacionados à falta de diversidade – ou bancos de melhor gestão têm em comum a busca por maior diversidade. Para fazer o estudo, as autoras utilizaram dados de 87 bancos dos Estados Unidos entre 1999 e 2015.

“Nossos resultados mostram evidências de ambas hipóteses”, escrevem as economistas. “A maior equidade de gênero tem impacto positivo em várias medidas de desempenho uma vez que certo limiar de diversidade tenha sido alcançado”, dizem. “Por outro lado, a falta de diversidade tem um impacto negativo nessas mesmas medidas de desempenho.”

Artigo extraído e adaptado de Época Negócios.

_____________________________

Gostou? Compartilhe:

 

botão newsletter
Curta nossas redes sociais:

 

 

É preciso uma mudança cultural já na infância para superar desigualdade, diz primeira diretora do ICMC da USP

Filha de pai taxista e mãe costureira, Maria Cristina Ferreira de Oliveira e suas quatro irmãs são doutoras e docentes em universidades públicas brasileiras. Para ela, meninas precisam ser expostas à outras possibilidades, que não às tipicamente associadas às mulheres.

A cerimônia que anunciou, na última sexta-feira (17/08), a nova direção do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC), tinha tudo para ser mais um capítulo na história da instituição, não fosse pela escolha de sua representante. Pela primeira vez, em 46 anos, uma das principais instituições brasileiras na área de exatas terá uma mulher no comando.

Natural de São Carlos, interior de São Paulo, Maria Cristina Ferreira de Oliveira, 55, é graduada em Ciências da Computação pelo ICMC e doutora em Engenharia Eletrônica pela Universidade de Wales, no Reino Unido. Filha de pai taxista e mãe costureira, Cristina e suas quatro irmãs foram encorajadas a, desde cedo, se dedicar aos estudos e ingressar no ensino superior. O incentivo deu certo. Hoje, todas são doutoras e docentes em universidades públicas brasileiras.

CRISTINA É GRADUADA EM CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO PELO ICMC E DOUTORA EM ENGENHARIA ELETRÔNICA PELA UNIVERSIDADE DE WALES, NO REINO UNIDO (FOTO: ARQUIVO PESSOAL) – FONTE: ÉPOCA NEGÓCIOS

A nomeação de Maria Cristina é extremamente simbólica, já que a desigualdade de gênero também é um traço do mundo acadêmico no país. Nos últimos cinco anos, só 9% dos alunos formados pelo ICMC eram mulheres. De todas as 42 unidades de ensino e pesquisa da USP, apenas 35% são lideradas por mulheres.

Em entrevista a Época NEGÓCIOS, Maria Cristina falou dos desafios da educação no Brasil e de sua gestão no ICMC até 2021. Para ela, a desigualdade de gênero no país é uma questão cultural que precisa ser superada já na primeira infância.

Leia a entrevista:

Para você, qual o significado da sua posse no ICMC, que pela primeira vez tem uma mulher na direção?
Para mim é uma missão a mais. Me sinto muito honrada. Fui aluna do ICMC e vivi aqui ao longo da minha carreira, mas o fato de ser uma mulher, na minha opinião, é uma questão totalmente secundária. Por outro lado, posso ser inspiração para outras jovens que também sonham em seguir esse caminho.

Como o ICMC espera incentivar mais mulheres a ingressar na área das ciências exatas?
Nós temos um grupo de extensão que promove eventos e palestras para atrair um maior número de mulheres para esse universo das ciências exatas. Mas é claro que, para uma mudança radical nesse cenário, é necessária uma mudança de cultura. Desde a primeira infância, pais e professores deveriam expor as meninas a outras possibilidades além das tipicamente associadas às mulheres.

Quais as suas perspectivas para a área da pesquisa no Brasil, que nas últimas semanas foi alvo de polêmicas com o anúncio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível superior (CAPES) sobre um possível corte de bolsas de estudos?
O financiamento de pesquisas no país é uma questão complicada e cheia de incertezas. Mas aqui no Estado de São Paulo, nós temos a vantagem de contar com uma agência adicional que financia pesquisadores baseados no estado, que é a FAPESP. Por isso estamos confiantes de que as pesquisas de boa qualidade vão continuar independente dessas dificuldades. Embora a crise econômica do país possa ter impactos sobre os recursos destinados a pesquisas em maior ou menos grau, estou otimista e tenho perspectivas de continuar contribuindo com o que a precisamos, que é gerar conhecimento.

Em quais aspectos a educação no Brasil precisa melhorar para que mais mulheres e estudantes de escolas públicas, assim como você, também possam ter acesso a um ensino superior de qualidade?
O grande desfio do Brasil é garantir o acesso à educação de qualidade para um número maior de pessoas, e principalmente nos locais onde a renda é menor. Mas a melhor política de acesso à universidade é preparar o aluno para que ele consiga ingressar na universidade. Hoje, perdemos muitos talentos que poderiam estar no ensino superior porque a escola não deu a preparação necessária. Ensino Fundamental e Médio de qualidade. Esse seria o melhor jeito de garantir que todos tenham oportunidades.

O que você espera realizar ao longo da sua gestão?
Precisamos trabalhar para garantir a qualidade dos cursos que já são bem avaliados na Capes. Além disso, a evasão de alunos em alguns cursos é uma questão preocupante e que precisamos enfrentar. A questão do empreendedorismo, a interação com o setor produtivo e a necessidade de contribuir com empresas e governos também é um ponto importante. Garantir a troca de conhecimento entre universidade e sociedade é um dos maiores desafios.

Artigo extraído e adaptado de Época Negócios.

_____________________________

Gostou? Compartilhe:

 

botão newsletter
Curta nossas redes sociais:

 

 

vida profissional pessoal

Como conciliar a vida profissional com a vida pessoal

O sucesso no trabalho tem que caminhar com a satisfação na vida pessoal. Isto parece óbvio, certo?

Entretanto, na prática, nem sempre é tão simples conciliar estes dois setores que, muitas vezes, disputam nosso tempo e dedicação. Encontrar meios para caminhar entre estes universos com sabedoria não só é possível, como também é a única forma para conquistar um estilo de vida mais equilibrado.

Neste post, você encontrará dicas valiosas que você poderá incorporar à sua rotina, que lhe ajudarão nesta tarefa de conciliar vida profissional e pessoal.

Organize a sua vida e ganhe tempo
Entenda que a desorganização é a sua maior inimiga. Faça um planejamento da sua rotina na vida profissional. Veja onde está havendo “desperdício” de tempo: é na hora do cafezinho? Nas redes sociais? Você não precisa abrir mão destes momentos, mas se você reduzir o tempo dedicado a eles, poderá se livrar da hora extra.

E, consequentemente, ganhar estas horinhas com a sua família, com os amigos ou mesmo na academia. Outra dica importante é evitar levar trabalho para casa.

Saiba usar a tecnologia a seu favor
As ferramentas tecnológicas podem ser grandes aliados, auxiliando-o em seus prazos ou flexibilizando seus horários. Mas viver online, pode significar trabalho no momento em que você deveria estar se divertindo ou relaxando.

Use a tecnologia a seu favor, mas saiba desligar-se dela quando estiver com o seu marido, com a sua esposa, os seus filhos ou amigos.

Delegue tarefas
Pessoas centralizadoras tendem a não equilibrar bem os pratos da balança da vida profissional e pessoal.

Principalmente, se você é mulher e tem filhos, está inserida no mercado de trabalho e precisa contar com a ajuda de uma empregada e de uma babá.

No entanto, o conselho é válido em todos os casos: tenha critérios para contratar seus funcionários e confie neles. Eles se sentirão valorizados e você sairá ganhando ao contar com a colaboração de outras pessoas no seu dia a dia

Tire férias
Trabalhar anos a fio repetindo para si mesmo que não pode tirar férias é o caminho mais seguro para desenvolver um estresse que o levará a uma clínica média. Descansar, viajar, passar um período dedicando-se exclusivamente às pessoas importantes da sua vida, fará com que você volte com força total para o trabalho. Você estará cheio de energia e, provavelmente, com a mente cheia de novas ideias para colocar em prática.

Esteja presente
Seja no trabalho, no happy hour ou em casa, simplesmente esteja lá — de corpo e alma. Muitas vezes, nosso corpo está em um lugar, mas nossa mente viaja para outro completamente diferente. Esta é uma dica que necessita ser exercitada diariamente. Então, policie-se e viva o momento presente com toda intensidade.

Tire momentos para você
O trabalho e a sua família precisam de você. Mas você também precisa de você! Parece simples, mas às vezes, as pessoas colocam suas próprias necessidades em último lugar. Mais uma vez, as mulheres e, principalmente, as que são mães tendem a agir dessa forma. Seja dançar, meditar, fazer uma caminhada, estar junto à natureza, não importa quais sejam as suas preferências. Descubra o que energiza você e reserve um tempo para esta atividade, com o mesmo rigor com que você reserva para os outros setores da sua vida.

Sem dúvida, você terá que se esforçar para seguir seu planejamento. Muitas vezes terá que refazê-lo. Outras vezes, terá imprevistos que o colocarão por terra. Mas não desista. Uma vida mais organizada lhe renderá maior satisfação pessoal, gerando um melhor desempenho na vida profissional.

Artigo extraído e adaptado de Psicologia Viva.

_____________________________

Gostou? Compartilhe:

 

botão newsletter
Curta nossas redes sociais:

 

 

Mulher de poder

“Tudo que a Hope cria é objeto de desejo meu. Se não é, nem lanço. E, por ser mulher, posso provar todos os produtos”. Dificilmente uma empresa consegue ter uma fórmula de sucesso tão redonda quanto essa: um dono que, na pele, deseja, testa e usa o que produz. Mas a bem-aventurança da marca e, especialmente, do prazer de Sandra Chayo em trabalhar nela, não aconteceu de imediato.

Formada em arquitetura, essa paulistana de 42 anos, casada e mãe de três filhos, não queria entrar na empresa que seu pai, o libanês Nissim Hara, fundou há 52 anos. Porém, ela e as irmãs, Karen e Daniela, perceberam que podiam transformar o negócio paterno em algo mais promissor. Contratar Gisele Bündchen como garota-propaganda foi o ponto mais visível do arrojo de Sandra; porém, para transformar a empresa em uma das três maiores marcas de lingerie do país, ela enfrentou muita resistência.

Fonte: Universia

 

Quais erros você cometeu como chefe? E o que aprendeu com eles?

Para abrirmos lojas próprias, desaceleramos as vendas em magazines e supermercados de forma abrupta, e isso nos gerou dois anos de prejuízo. Se a mudança tivesse sido mais sutil, não teríamos sofrido tanto.

Na sua área, quais as vantagens que uma chefe mulher leva?

Uma grande vantagem é que eu posso testar todos os produtos. Às vezes, em uma reunião com dez pessoas na mesa, vou ao banheiro e troco o sutiã para ver se gostamos ou não, e se o produto tem chance de ir pra frente.

Com quem uma chefe mulher normalmente pode contar dentro da empresa?

Depende do tipo de organização, mas não acho que o gênero importa muitos nessas horas. No meu caso específico, tenho minhas irmãs. A gente se vê todo dia e, claro, briga às vezes. Mas precisamos entrar em acordo sempre porque trabalhamos pelo mesmo propósito.

Fonte: Universia

 

Na sua experiência, mostrar fraquezas ajuda ou atrapalha uma mulher?

Ajuda. A mulher traz mais emoção para o ambiente de trabalho. A gente lida com pessoas e mostrar emoção nos aproxima dos colaboradores, fornecedores e até mesmo dos clientes. E somos em maioria na empresa.

Você enfrentou preconceito?

Sim, por ser a filha do dono. Não conseguia implantar ideias novas, pois eram barradas por funcionários mais antigos. A minha ideia de entrar no varejo e criar uma rede de lojas monomarca, por exemplo, nunca era aprovada. Então, tive a ideia de implantar o sistema de franshising, que minimizava nosso investimento inicial e, finalmente, consegui aval para iniciar o projeto. Provei que na praça onde implantávamos uma franquia Hope, as vendas para clientes multimarcas cresciam mais do que nas que não tinham franquia.

Extraído e adaptado de Universia.

_____________________________

Gostou? Compartilhe:

 

botão newsletter
Curta nossas redes sociais: