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Neurociência e a felicidade

Neurociência é o estudo científico do sistema nervoso. Mas o que isso tem a ver com a felicidade? O estado de felicidade é proporcionado através da produção de diversos neurotransmissores do corpo humano, sendo os principais a dopamina, serotonina, endorfina e ocitocina. Neurotransmissores são substancias químicas produzidas pelo cérebro que transmitem impulsos nervosos e provocam sensação de prazer e bem estar.

Segundo Paula Fernandes Castilho, especialista em nutrição, alimentos como ovo, carne, leite, aveia, banana, chocolate, possuem grande quantidade de triptofano, um aminoácido que atua na formação da serotonina. Vitaminas C, D e as do complexo B auxiliam na condução dos impulsos nervosos e na prevenção da ansiedade e irritação. Exercícios físicos, meditação, música, momentos de lazer, também influenciam na produção desses neurotransmissores e reduzem o cortisol, um hormônio que provoca o estresse.

No entanto alguns fatores como ficar preso ao passado, sofrer por antecipação, tentar impressionar a todos, manter pessoas ou coisas negativas por perto e reclamar demasiadamente tem efeito oposto impedindo a felicidade.

Alex Korb, PhD em neurociência, descreve em seu livro “The upward spiral” (A espiral ascendente) quatro hábitos que afetam nosso cérebro a nível biológico e nos tornam mais felizes.

1- Gratidão

A gratidão nos força a pensar em aspectos positivos da vida, isso aumenta a produção de serotonina no córtex cingulado anterior, expressar gratidão torna as interações sociais mais agradáveis e estimula liberação de dopamina.

2- Nomear as emoções

Em um estudo utilizando ressonância magnética foi mostrado aos participantes fotos de pessoas com diferentes expressões faciais. Nos resultados houve ativação das amígdalas cerebelosas, que fazem parte do sistema límbico responsável pelas emoções e comportamentos sociais. Ao pedir para que os participantes nomeassem as emoções vistas nas pessoas das fotos houve ativação do córtex pré-frontal, reduzindo a atividade da amígdala cerebelosa. Descrever o sentimento em uma ou duas palavras ajuda a manter o alto controle, técnicas milenares como a meditação funcionam de forma semelhante.

3 – Tomar decisões

Tomar decisões e estabelecer metas, além de ajudar a resolver problemas, estimula o córtex pré-frontal reduzindo a preocupação e ansiedade.  Uma decisão não precisa ser perfeita, apenas boa o suficiente, a busca pelo perfeccionismo perturba o cérebro causando estresse.

4 – Relações sociais e toque

Interações humanas e relacionamentos sociais são muito importantes para o sentimento de felicidade. O toque, como aperto de mão e o abraço, são umas das principais formas de liberação de ocitocina. Estudos mostram que receber cinco abraços por dia em um período de um mês nos deixam consideravelmente mais felizes. Massagem corporal realizada com frequência provoca um aumento em até 30% de serotonina, diminui o cortisol e aumenta a dopamina.

A prática desses hábitos programam nosso cérebro para se sentir mais feliz. Aliado a uma alimentação adequada e atividades relaxantes, melhoram nossas relações sociais e reduzem o estresse. Todos os resultados trazidos por esses comportamentos são correlacionados e provocam segundo Alex Korb a espiral ascendente de felicidade, causando um aumento gradativo de sensação de bem estar e alegria em estar vivo. A felicidade começa com a vontade de ser feliz, você coloca isso como meta e seus comportamentos e atitudes vão nessa direção.

Abraços

Raphael Barbosa
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O segredo da felicidade é ver beleza em tudo (mesmo nas coisas feias!)

Ao longo de cada dia da nossa vida acontecem diversas situações. A maneira como reagimos a essas situações diz muito sobre como vamos levar a nossa vida. Qualquer um consegue ver beleza nas coisas bonitas. Isso não é tão difícil. Olhar para o topo de uma montanha e vê-la coberta de árvores, ouvir o som do mar diante de você e sentir sua respiração desaparecer. Ver a preciosidade de uma criança pequena e ser aquecido por sua inocência ou encontrar paz na quietude de uma paisagem intocada. Quando essas cenas te encontram ou saímos para encontrá-las, é uma experiência maravilhosa.

Nesses momentos, nos sentimos pequenos e grandes, livres e conectados. A questão, claro, é que na vida não há momentos desses o suficiente. Nem chegam perto de ser suficiente. Na verdade, o segredo para a felicidade e uma grande vida é descobrir como criá-los o tempo todo, onde quer que você esteja.

Encontre poesia em tudo
Se você puder ver as coisas de maneira objetiva e clara, ficará mais contente, menos vazio, menos tentado. Mas por outro lado, a vida é suficientemente desagradável, dura o suficiente, e a capacidade de encontrar poesia em tudo – mesmo no mundano ou no mórbido – é uma habilidade poderosa. Na verdade, também é a chave para a felicidade.

As pegadas suaves de um gato em um carro empoeirado. A neblina da manhã. O cheiro do asfalto assim que a chuva começa a cair. Ninguém diria que essas coisas se comparam a um pôr do sol sobre uma montanha ou uma chance de testemunhar um desempenho de um artista em um espetáculo. Mas o que é mais comum? Qual você encontrará na sua frente com mais frequência?

O mesmo vale para um chão cheio de brinquedos de criança, arrumados no caos do prazer exausto. Um passeio pela rua quando a música parece se alinhar exatamente com o ritmo dos eventos. O prazer de conseguir algo antes de um prazo, a quietude temporária de uma caixa de entrada de e-mails vazia.

Podemos esquecer tão facilmente, na vida, a aleatoriedade absurda, mas de alguma forma funcional, coordenação deste mundo que chamamos de lar, essa coisa que conhecemos como existência. O que tinha que acontecer para estarmos aqui, neste planeta, neste momento. Quer tenha sido um Deus (ou deuses) que nos trouxe até aqui, ou uma acumulação inestimável de acidentes evolutivos, ambos são igualmente modestos e maravilhosos se pensarmos neles. Ambos tornam as situações comuns tão bonitas quanto as épicas.

Ensinamentos dos filósofos
Dizem que os estóicos (movimento filosófico que surgiu na Grécia Antiga) são difíceis de ler porque são negativos, mas isso é imediatamente refutado em frases do livro Meditações de Marco Aurélio, imperador Romano. Em uma passagem, ele percebe a maneira como “ao fazer pão ele se divide e observam-se aquelas rachaduras, embora não sejam intencionadas pela arte do padeiro, chamam nossa atenção e servem para estimular nosso apetite”. Em outro, ele elogia o “charme e fascínio” do processo da natureza, os “talos de grãos maduros se curvando para baixo, a testa franzida do leão, a espuma pingando da boca do javali”. “Passe por este breve trecho de tempo em harmonia com a natureza”, ele escreve sobre sua mortalidade: “Venha ao seu lugar de repouso final graciosamente, assim como uma azeitona madura pode cair, louvando a terra que a nutriu e agradecida à árvore que a permitiu crescer.”

Poderíamos agradecer a seu professor de retórica particular, Marcus Cornelius Fronto, pelas imagens nessas passagens vívidas. Cornelius Fronto, amplamente considerado o melhor orador de Roma ao lado de Cícero, foi escolhido pelo pai adotivo de Marco Aurélio para ensiná-lo a escrever e falar. Fronto pensava que ele estava preparando Marco Aurélio para falar em público, mas na verdade, Marco Aurélio usou as habilidades que adquiriu para sua filosofia particular. Essas frases poéticas foram mantidas em sigilo e nunca compartilhadas, escritas sem um pensamento de quem poderia lê-las.

Em vez disso, elas foram usadas ​​para um exercício importante. Marco Aurélio estava escrevendo para si mesmo, buscando discernimento e sabedoria, tentando encontrar a verdade e a beleza em todas as partes da vida – de modo que pudesse encontrar felicidade e significado nelas. E assim também devemos fazer – se não quisermos nos exaurir e nos cansar da aspereza e negatividade que nos cerca.

Encontre verdade e beleza em todas as partes da vida
O economista Russ Roberts escreveu um poema recentemente chamado “Wonder, Bread (Maravilhoso, Pão)”, que é uma ilustração brilhante dessa prática. Seu poema é uma espécie de homenagem tola aos insights de Adam Smith: quão magnífico e estranho é você poder sentir uma pontada de fome, caminhar até uma loja e encontrar, lá na prateleira, o próprio pão que alguns minutos atrás você não tinha ideia que queria. Como eles sabiam? Quem são as “pessoas” que fizeram isso? O que os motivou? Por que eles fizeram um trabalho tão bom?

Mesmo situações genuinamente ruins podem ser belas. Olhando para trás e enxergando paixão e animação na raiva de outra pessoa. Rindo da “perfeição” de alguma coisa que poderia dar errado. Reconhecendo o que há de impressionante em um desastre natural. Isso não é muito melhor do que ver o mundo como um lugar escuro?

Marco Aurélio passou muito tempo com suas expressões demonstrando falta de consideração, mas ele passou a mesma quantidade de tempo desenvolvendo o olhar de um artista para encontrar beleza em eventos comuns ou aparentemente insossos. Ambos são essenciais, ambos são o trabalho do filósofo.

Uma pessoa que consegue ver só o lado ruim de uma situação, como um atraso em um voo, é uma pessoa que se encontrará presa em um “tempo morto”. Uma pessoa que consegue ver o mesmo atraso de voo de três horas como uma chance de aproveitar a vida, observar as pessoas, lembrar-se de quão sortudas elas são – essa é uma pessoa que realmente vive. E vive bem enquanto estiver viva.

Artigo extraído e adaptado de O jardim do mundo.

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Como ter inteligência emocional no trabalho

As qualidades associadas a capacidade de identificar e controlar as emoções distinguem os melhores líderes do universo corporativo, segundo livro.

O que faz de um indivíduo um grande líder? Conhecimento, acuidade e visão, evidentemente. A isto, Daniel Goleman, autor do livro Leadership: The Power of Emotional Intelligence (Liderança: O poder da inteligência emocional), numa tradução literal) acrescentaria a capacidade de identificar e controlar as emoções – as nossas e as dos outros – e administrar os relacionamentos. As qualidades associadas a esta “inteligência emocional” distinguem os melhores líderes do universo corporativo, segundo o autor, ex-repórter de ciência do The New York Times, psicólogo e codiretor de um consórcio, na Rutgers University, que promove a pesquisa sobre o papel desempenhado pela inteligência emocional na excelência. Esta é sua breve lista de competências:

1. Consciência de si

Uma consciência realista de si: Você conhece seus pontos fortes e suas limitações; opera com competência e sabe quando confiar em outra pessoa da sua equipe.

Percepção emocional: Você compreende os seus sentimentos. O fato de ter consciência do que o deixa irritado, por exemplo, pode ajudá-lo a administrar a irritação.

2. Capacidade de administrar-se

Capacidade de recuperação: Você permanece calmo sob pressão e se recupera com rapidez dos golpes. Não fica remoendo os problemas, nem entra em pânico. Numa crise, as pessoas olham para o líder para se tranquilizarem; se o líder estiver calmo, elas também ficarão.

Equilíbrio emocional: Você sabe controlar os sentimentos aflitivos – em vez de explodir com as pessoas, você faz com que elas tenham consciência do que está errado e de sua solução.

Automotivação: Você avança sem cessar em direção a objetivos distantes apesar dos revezes.

3. Empatia

Empatia cognitiva e emocional: Como você compreende as perspectivas dos outros, sabe colocar as questões de maneira que os colegas compreendam. E está sempre disposto a ouvir suas indagações, para eliminar dúvidas. A empatia cognitiva, juntamente com a leitura cuidadosa dos sentimentos das outras pessoas, visa uma comunicação efetiva.

Sabe ouvir: Você presta total atenção ao outro e procura compreender o que ele está dizendo, sem discutir a fundo a questão com ele ou sem se afastar da pauta.

4. Habilidade de relacionamento

Comunicação convincente: Você expõe sua mensagem de uma maneira persuasiva, clara, de modo que as pessoas se sintam motivadas e tenham expectativas claras.

Trabalho em equipe: As pessoas se sentem relaxadas trabalhando com você. Um dos sinais: Elas riem com facilidade ao seu lado.

Artigo extraído e adaptado de Estadão.

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5 Técnicas da neurociência para potencializar a sua memória

Não quer mais esquecer prazos, nomes, datas, informações? Saiba como a ciência pode ajudar para potencializar a sua capacidade de memorização.

A tecnologia pode ser a nossa grande aliada para nos lembrar de prazos, reuniões, nomes, mas, mesmo com a ajuda dos nossos smartphones, tablets e outros gadgets, nenhum hardware é mais valioso para a rotina do que o nosso cérebro.

A memória é uma das funções cognitivas mais prejudicadas pela sobrecarga de informações trazida pela tecnologia. Perdidos em um oceano de estímulos, acabamos esquecendo cada vez mais facilmente de detalhes como nomes, datas, prazos e informações.

O esquecimento prejudica a rotina pessoal, profissional e acadêmica, mas a boa notícia é que não faltam recursos e técnicas para recuperar a capacidade de se lembrar. Se você procura conselhos nesse sentido, a neurociência pode ajudar.

Confira a seguir 5 métodos inspirados por descobertas científicas para facilitar a fixação de qualquer informação:

  1. Brinque de professor com um amigo

Você só vai memorizar uma informação se fizer algo de prático com ela, diz em palestra do TED o professor Peter Doolittle, da universidade Virginia Tech.

Uma das melhores maneiras de fazer isso é explicar aquele conteúdo para uma outra pessoa, como por exemplo, ensaiar uma apresentação com um amigo. Para dar sua “aula”, você precisará organizar, filtrar e reproduzir a informação, o que facilita a memorização.

Alguns artigos publicados em 2007 nos periódicos acadêmicos Science e Intelligence traz uma possível evidência desse fato. Segundo os estudos, os filhos primogênitos em média têm QI mais alto do que os caçulas. A razão? Provavelmente porque eles passaram boa parte da infância ensinando diversas coisas para seus irmãos mais novos.

  1. Brinque de professor consigo mesmo

Não há nenhuma pessoa disponível para ouvir a sua “aula” sobre o conteúdo que precisa memorizar? Sem problemas, você pode fazer isso sozinho.

Para tornar esse exercício solitário mais estimulante, faça perguntas a si mesmo sobre o material. Especialistas em educação da Universidade de Michigan recomendam parar de vez em quando a leitura de uma apostila, por exemplo, e se questionar: “Quais são as informações principais deste trecho?”. Falar em voz alta, seja para fazer perguntas, seja para respondê-las a si mesmo, ajuda muito.

Um trabalho publicado em 2010 no “Journal of Experimental Psychology” indica que a produção oral tem impacto significativo sobre a retenção de informações. Os estudiosos fizeram o seguinte experimento. Diante de uma lista de palavras, os participantes tiveram que ler metade em voz alta e metade em silêncio.

Em seguida, tiveram que recordar o maior número possível de itens que haviam lido. Aqueles que haviam sido pronunciados foram muito mais lembrados do que os que haviam sido lidos sem a emissão de qualquer som.

  1. Anote tudo em um papel

Em tempos dominados por computadores e smartphones, cada vez menos pessoas cultivam o hábito de registrar informações à mão. O antigo método, contudo, é excelente para a memorização.

Ao usar o teclado ou a tela touch de um celular, processamos a escrita de forma mais superficial do que quando desenhamos as palavras com um lápis, dizem estudiosos das universidades de Princeton e da Califórnia.

Então, esqueça o bloco de notas digital, da próxima vez que precisar decorar alguma coisa, procure um bom pedaço de papel. Tanto faz se você vai escrever um texto corrido ou desenhar um esquema com flechas. O importante é transformar a informação a ser gravada em um registro manuscrito.

  1. Pense como um pintor surrealista

Um bom método para facilitar a retenção de uma informação é visualizá-la em um contexto inusitado, engraçado ou até surreal. Para compreender isso, imagine que você precisa decorar o nome de uma pessoa que você acabou de conhecer em um evento de networking: Joana Pontes, por exemplo.

Tente imaginar esse sobrenome, Pontes, dentro do rosto de Joana, sugere o especialista em memória Chris Moulin ao site “The Mirror”: pode uma ponte entre a orelha e a boca, por exemplo, ou alguma outra imagem digna de um quadro de Salvador Dalí.

Parece loucura? Pensar como um pintor surrealista, na verdade, pode ser bastante útil. Segundo Carla Tieppo, neurocientista e professora da Santa Casa de São Paulo, quanto mais nos espantarmos com uma imagem mental, mais chances ela terá de ser absorvida pelo cérebro de forma duradoura.

  1. Transforme tudo em música

Já parou para contar a quantidade de canções que você sabe de cor? Tem ideia de como as letras ficaram gravadas com tanta facilidade no seu cérebro? O segredo é a melodia por trás delas.

Não é por outro motivo que os professores de cursinho adoram criar paródias musicais para transmitir temas como a tabela periódica dos elementos químicos. Quando envolta em melodia, qualquer informação pode ser gravada mais facilmente.

Um estudo de pesquisadores norte-americanos e alemães mostrou que a criação de um padrão rítmico e melódico é um excelente auxiliar das funções cognitivas. Um experimento com portadores de esclerose múltipla sugere que o estímulo musical incrementa a “codificação profunda” durante o aprendizado verbal.

Seja para memorizar uma informação nova, seja para ser mais produtivo no trabalho, a audição de música tem efeitos surpreendentes. “Ela faz algo provavelmente único: estimula o cérebro de um modo poderoso a partir da nossa conexão emocional com ela”, resume a neuropsicóloga Catherine Loveday ao site do jornal “The Guardian”.

Artigo extraído e adaptado do site Exame

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11 Atitudes que melhoram absurdamente a sua qualidade de vida

 

 

Estas 7 perguntas podem medir a sua inteligência emocional

Especialista propõe 7 perguntas que podem ser feitas numa entrevista de emprego para avaliar as competências comportamentais e emocionais de um candidato

Uma pesquisa da consultoria TalentSmart mostrou que o QE (Quociente Emocional) de um profissional pode ser até mais importante para seu sucesso do que o celebrado QI (Quociente de Inteligência).

Segundo o estudo, cerca de 90% dos funcionários mais bem avaliados pelas empresas têm uma boa gestão de suas emoções. Apenas 20% daqueles com desempenho insatisfatório são dotados de tal característica.

Mas como saber se você tem um nível satisfatório de inteligência emocional – ou se ainda precisa investir mais no desenvolvimento dessa competência?

Para Harvey Deutschendorf, especialista em inteligência emocional e autor do livro “The Other Kind Of Smart” (Amacon, 2009), o desafio de medir essa competência é considerável.

Não à toa, diz ele, muitos recrutadores fracassam ao tentar avaliar qualidades como autoconsciência, autocontrole e empatia em candidatos a vagas de emprego.

“Muitos [headhunters] recorrem a seus instintos ou impressões subjetivas”, escreve Deutschendorf em artigo para o site da revista Fast Company. “Qualquer pessoa esperta já aprendeu a parecer inteligente do ponto de vista emocional numa entrevista, mesmo que não o seja realmente”.

Para ajudar profissionais de RH e candidatos, o especialista propõe 7 perguntas decisivas para medir essa competência num processo seletivo. O questionário não esgota as possibilidades de avaliação e pode ser adaptado. Confira a seguir:

1. O que mais incomoda você nas outras pessoas?
Deutschendorf sugere que a pergunta seja direcionada para o ambiente profissional, isto é, que o candidato fale sobre chefes, subordinados ou colegas de trabalho que o irritavam em seu emprego anterior.

A resposta contará muito sobre como você percebe e julga o comportamento das outras pessoas. Ao descrever como tentou conviver de forma pacífica com quem o incomoda, você ainda dará pistas sobre como entende o efeito do seu próprio comportamento sobre os demais.

2. Como foi um dia na sua vida em que tudo deu errado?
Não basta responder com um longo relato de um jornada difícil. É preciso falar sobre o impacto dos acontecimentos sobre as suas emoções e, sobretudo, como você lidou com o caos e a frustração.

Você se martirizou por causa dos problemas e culpou os outros? Ou você se concentrou em procurar soluções? O objetivo desta pergunta é avaliar os mecanismos de resiliência do candidato, isto é, seu jogo de cintura diante de situações incertas e imprevisíveis.

3. Pense num colega de trabalho que virou seu amigo. Por que vocês se dão tão bem?
Quem nunca ouviu o ditado “Diz-me com quem andas e te direi quem és”? De fato, os relacionamentos interpessoais que construímos dizem muito sobre nossa forma de ser. Mas também há muita informação por trás da nossa própria percepção dessas relações.

Ao fazer essa pergunta, o recrutador pode identificar como o candidato se enxerga e o que valoriza nas outras pessoas. Quem descreve um relacionamento baseado no bom humor – a não ser que ele seja sarcástico ou agressivo – ganha pontos na visão de Deutschendorf.

4. O que você poderia ensinar às outras pessoas?
Sim, esta pergunta é bastante vaga e aberta. Mas justamente por isso ela pode suscitar reações tão reveladoras. O headhunter deve prestar atenção aos detalhes: como a pessoa usa expressões faciais, tom de voz e linguagem corporal para transmitir uma ideia ou conceito?

“Um candidato inteligente emocional assumirá a responsabilidade de se fazer compreender”, escreve o especialista no site da Fast Company. “A oportunidade de compartilhar seu conhecimento é empolgante para ele, não o induz ao estresse e exige habilidades de comunicação que esta pessoa adora exercitar”.

5. Pense numa pessoa que você admira. Por que ela é digna do seu respeito?
A ideia aqui é identificar os seus modelos de comportamento. O objeto do seu fascínio é uma pessoa extrovertida ou reservada? Trata-se de alguém com pensamento estratégico ou movido por suas intuições?

Não há resposta certa ou errada. Em alguns casos, o candidato falará sobre alguém com quem ele se identifica pessoalmente; em outros, mencionará uma pessoa que possui exatamente as características que lhe faltam. A resposta será ainda mais rica se incluir o que o entrevistado acha que tem em comum com a pessoa de que gosta – e também quais defeitos enxerga nela, apesar de sua admiração.

6. Do que você sente mais orgulho em sua vida? Por quê?
Esta questão permite avaliar a imagem que você faz de si mesmo, e também a importância que atribui ao julgamento alheio para o seu bem-estar.

Deutschendorf chama a atenção para um detalhe especialmente sintomático: o candidato dá crédito a outras pessoas pelas suas realizações ou descreve a si mesmo como um “herói” autossuficiente? Às vezes as conquistas são realmente individuais, afirma ele, mas pessoas com inteligência emocional não ignoram a importância do apoio de familiares, amigos e colegas para seu sucesso.

7. Se tivesse a sua própria empresa, que tipo de pessoa contrataria e por quê?
A pergunta permite avaliar as qualidades que você valoriza em outros profissionais, bem como a sua própria forma de se relacionar em equipe.

Variáveis ligadas à inteligência emocional poderão ser medidas no modo como o profissional descreve seus métodos favoritos de trabalho em grupo, os tipos de personalidade que mais o atraem e seu estilo de liderança, diz Deutschendorf.

Extraído de exame.com.br

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Como o cérebro aprende

8 hábitos para fazer de manhã que irão revolucionar sua produtividade

 

Com esta rotina matinal,
sua vida mudará rapidamente

A vida é atribulada. Às vezes parece impossível se aproximar dos seus sonhos, não? E se você trabalha em tempo integral e tem filhos, pode ser ainda mais difícil.

Então, como você progride?

Se você intencionalmente não arranjar tempo todos os dias para progredir e se aperfeiçoar, sem dúvida seu tempo se perderá no vácuo de uma vida cada vez mais tumultuada. E antes que perceba, você estará velho e murcho, se perguntando para onde o tempo foi.

Como o professor Harold Hill disse: “se você acumular muitos deixa-pra-amanhã, descobrirá que só lhe restaram muitos ontens vazios”.

REPENSANDO SUA VIDA E 
SAINDO DO MODO DE SOBREVIVÊNCIA

Este artigo tem a intenção de desafiá-lo a repensar sua abordagem da vida. O propósito é ajudá-lo a simplificar e retornar ao fundamental.

Infelizmente, a vida da maioria das pessoas está cheia até a borda com o não essencial e o trivial. Elas não têm tempo para construir nada significativo. Elas estão no Modo de Sobrevivência.

E você, está no Modo de Sobrevivência?

Muitos de nós estamos como pouca manteiga passada sobre uma fatia muito grande de pão. Infelizmente, o pão nem ao menos é o nosso, mas de outra pessoa. Muitos poucos dedicam tempo para tomar suas vidas de volta para as próprias mãos.

Apenas uma geração atrás, era socialmente e culturalmente normal vivermos nossas vidas segundo as regras de outras pessoas. E várias pessoas da nova geração estão perpetuando esse processo simplesmente porque é a única visão de mundo que lhes foi ensinada.

De qualquer forma, há uma consciência coletiva crescente de que, com muito trabalho e foco, você pode viver cada momento da sua vida segundo suas próprias regras.

Você é o designer de seu próprio destino. Você é o responsável. Você pode decidir. E você deve decidir! Pois, se não o fizer, alguém decidirá por você. Indecisão é uma má decisão.

Com esta rotina matinal, sua vida mudará rapidamente.

Pode parecer uma lista longa. Mas, resumindo, é bem simples:

1 – Acorde de uma boa noite de sono;
2 – Medite e/ou ore;
3 – Mexa-se;
4 – Coma alimentos saudáveis;
5 – Prepare-se;
6 – Inspire-se;
7 – Ganhe perspectiva;
8 – Faça algo para melhorar.

Bom, vamos começar:

 1. TENHA SAUDÁVEIS 7 HORAS OU MAIS DE SONO

Encare a verdade: dormir é tão importante quanto comer e beber água. Apesar disso, milhões de pessoas não dormem o suficiente e têm problemas malucos como resultado.

A National Sleep Foundation (fundação americana dedicada ao estudo do sono) conduziu estudos que revelaram que pelo menos 50 milhões de americanos sofrem com mais de 70 desordens do sono diferentes. Não só isso, 60% dos adultos e 69% das crianças experimentam um ou mais problemas de sono algumas noites por semana.

Além disso, mais de 40% dos adultos têm sonolência durante o dia severa o bastante para interferir em suas atividades diárias pelo menos em alguns dias por mês. E 20% reporta problemas de sonolência durante o dia alguns dias por semana ou mais.

Em contrapartida, ter uma quantidade saudável de sono está relacionado a aumento da memória, vida mais longa, menos inflamações, criatividade melhorada, atenção e foco melhorados, redução na gordura e aumento de massa muscular com exercícios, menos estresse, redução da dependência de estimulantes (como café), menor riscos de se envolver em acidentes e de sofrer depressão (e muito mais… pesquise no Google).

A verdade é que o restante deste artigo não vale nada se você não fizer do sono uma prioridade. Quem se importa se você acorda às 5 da manhã, se você foi pra cama três horas antes?

Se dormir pouco, você não vai durar muito. Claro, você pode usar estimulantes para compensar, mas isso não se sustenta por muito tempo. A longo prazo, sua saúde irá desmoronar. O objetivo precisa ser sustentabilidade a longo prazo.

2. ORAÇÃO E MEDITAÇÃO PARA FACILITAR CLAREZA E ABUNDÂNCIA

Depois de acordar de um sono saudável e restaurador, rezar e meditar são cruciais para se orientar em direção ao que é positivo em sua vida. E por que? Porque aquilo em que você mantém o seu foco é aquilo em que se expandirá a sua vida.

Oração e meditação são atividades que estimulam a gratidão por tudo o que você tem. E gratidão é ter uma mente estruturada para a abundância. Quando você pensa focado na abundância, o mundo se abre para você, pois há ilimitadas oportunidades e possibilidades lhe esperando.

Pessoas são como ímãs: quando você é grato pelo que tem, você atrai mais coisas positivas e boas. A Gratidão é contagiosa e pode ser a mais importante chave para o sucesso. Não é à toa que tem sido chamada de a mãe de todas as virtudes.

Se você começar a sua manhã pondo-se num espaço de gratidão e clareza, você atrairá o melhor do que o mundo tem a oferecer, e não se distrairá. Por isso, comece a manhã meditando e orando.

3. ATIVIDADE FÍSICA PESADA

Se você quiser estar entre os saudáveis, felizes e produtivos, crie o hábito de se exercitar regularmente.

Independente das suas preferências, movimente seu corpo. Muitos procuram imediatamente uma academia para pôr o corpo em movimento. Já eu recentemente descobri que fazer trabalhos no jardim por poucas horas de manhã gera um intenso fluxo de inspiração e clareza.

Está comprovado que exercícios físicos diminuem chances de depressão, ansiedade e estresse. E também tem relação com uma carreira mais bem-sucedida.

Se você não se preocupar com o seu corpo, todos os outros aspectos da sua vida sofrerão, pois humanos são seres holísticos.

4. CONSUMA 30 GRAMAS DE PROTEÍNA

Donald Layman, professor emérito de nutrição na Universidade de Illinois, recomenda o consumo de pelo menos 30 gramas de proteína no café da manhã. O investidor e autor de autoajuda Tim Ferriss também recomenda 30 gramas de proteína 30 minutos depois de acordar. De acordo com ele, seu pai dele fez isso e perdeu 8,5 quilos em um mês.

Alimentos ricos em proteína manterão você satisfeito por mais tempo, pois permanecem mais tempo no estômago. Além disso, proteínas mantêm o nível de açúcar, o que previne picos de fome.

Mais ainda: comer proteína diminui sua necessidade por carboidratos brancos, que engordam. Pense em rosquinhas, torradas e donuts.

Tim, em seus livros e palestras, faz quatro recomendações para ter as proteínas adequadas pela manhã:

– Coma pelo menos 40% das calorias do seu café da manhã na forma de proteínas;

– Faça isso com dois ou três ovos inteiros (cada ovo tem aproximadamente 6g de proteína);

– Se você não gosta de ovos, use algo como bacon de peru, bacon ou queijo cottage;

– Ou você pode fazer um shake de proteínas com água.

Para pessoas que evitam laticínios, carne e ovos, há várias proteínas de base vegetal: legumes, verduras, castanhas e semente são todos ricos em proteínas.

5. TOME UM BANHO FRIO

Imersão em água fria facilita radicalmente o bem-estar físico e mental. Quando praticada regularmente, promove mudanças duradouras nos sistemas imunológico, linfático, circulatório e digestivo, o que melhora a qualidade de vida. Também pode aumentar a perda de peso, pois acelera o metabolismo.

Uma pesquisa realizada em 2007 mostrou que tomar banhos frios rotineiramente pode ajuda a tratar sintomas de depressão frequentemente com mais eficiência do que medicamentos prescritos. Isso porque a água fria dispara uma onda de neuroquímicos que aumentam o bom humor, o que faz você se sentir feliz.

Há, claro, um medo inicial de entrar na água fria. Sem dúvida, se você já tentou isso antes, se viu apavorado com o pensamento de entrar. Ou talvez você tenha pulado, mas rapidamente mudou para a água quente.

O que me ajudou foi pensar que é como uma piscina. É uma morte lenta e dolorosa entrar na piscina fria devagar. Você simplesmente pula. E depois de 20 segundos, você se sente bem.

Para mim, isso aumentou minha determinação e aprimorou minha criatividade e minha inspiração. Enquanto sinto a água fria bater nas minhas costas, pratico lentamente minha respiração e minha calma. Depois de me esfriar, me sinto muito feliz e inspirado. Muitas ideias começam a fluir e fico muito mais motivado a alcançar meus objetivos.

Além disso, é saudável fazer algo na manhã que lhe assuste um pouco! Isso deixa seus sentimentos vivos e determina o tom para viver fora da sua zona de conforto!

6. OUVIR/LER CONTEÚDOS ESTIMULANTES 

Pessoas comuns buscam entretenimento. Pessoas extraordinárias buscam educação e aprendizado. É comum para a maioria das pessoas bem-sucedidas ler, pelo menos, um livro por semana, pois elas estão constantemente aprendendo.

Reservar mesmo que 15 ou 30 minutos toda manhã para ler informações estimulantes e instrutivas muda você, pois lhe coloca no ponto de partida ideal para atingir o seu potencial máximo.

Após um longo período de tempo, você terá lido centenas de livros, terá conhecimento em vários tópicos. Você pensará e verá o mundo de forma diferente. Você será capaz de fazer mais conexões entre diferentes assuntos.

7. REVEJA SUA VISÃO DA VIDA

Seus objetivos devem ser escritos no papel, tanto os de curto e como os de longo prazos. Tirar alguns minutos para ler suas metas de vida põe seu dia em perspectiva.

Alcançar metas é uma ciência. Não há confusão ou ambiguidade. Se você seguir um padrão simples, pode alcançar todas as suas metas, não importa quão grandes elas sejam.

Um aspecto fundamental disso é escrevê-los no papel e lê-los todos os dias.

Se você ler seus objetivos de longo prazo todos os dias, pensará neles todos os dias. Se você pensa neles todos os dias, e gasta seus dias se empenhando neles, eles se manifestarão.

8. FAÇA PELO MENOS UMA COISA EM RELAÇÃO AOS SEUS OBJETIVOS DE LONGO PRAZO 

Força de vontade é como um músculo que se esgota quando exercitado. Da mesma forma, nossa habilidade de tomar boas decisões atenua-se com o tempo.

Quanto mais decisões você toma, piores elas se tornam – e mais fraca é a sua força de vontade. Consequentemente, você precisa fazer o mais difícil primeiro pela manhã, aquilo que for mais importante.

Se você não o fizer, simplesmente não será feito. No final do seu dia, você está exausto. E aí está frito. Haverá milhões de razões para começar no dia seguinte. E você começará no dia seguinte – ou seja, nunca.

Então, seu mantra deve ser: o pior primeiro. Faça aquilo que você precisa fazer logo pela manhã.

Se você der um passo em direção às suas grandes metas todos os dias, perceberá que essas metas não estavam tão longe assim.

 

Extraído de Linkedin – Por Ana Colômbia

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10 hábitos que você precisa abandonar se quiser ser produtivo

Torne-se a melhor versão de si mesmo

13 maneiras de atingir o seu potencial

1) Esteja pronto para abandonar o seu antigo eu.

Tornar-se a melhor versão de si mesmo significa sair do lugar, então é necessário que você esteja disposto a abandonar completamente o seu antigo eu.

Ao elevar o seu nível, você está, essencialmente, criando uma lacuna entre você e as pessoas ao seu redor. O seu antigo eu vai tentar resistir a isso – não deixe a resistência vencer.

Livre-se das certezas e abrace as dúvidas. Mesmo porque, não temos certeza de nada nesta vida. Quanto mais cedo você perceber isso, mais você crescerá.

2) Reconheça seu medo e então, dome-o como um mestre.

A maioria das pessoas não consegue nem agir por causa do medo. Não permita que isso limite seu potencial. Admita que você tem medo, mas continue assim mesmo. Quem diz que não tem medo não está contando toda a verdade. A verdade é que essa pessoa aprendeu a domesticar seu medo.

As coisas que você está ansioso para encontrar podem estar exatamente no limite da sua zona de conforto. Seja corajoso. Cometer erros é normal, desde que você não os cometa imprudentemente.

3) Seja um autodidata vigoroso. Leia, tenha mentores, observe, experimente.

As melhores pessoas nunca param de aprender. Se você quer se tornar a melhor versão de si mesmo, faça o que elas fazem.

“A educação formal vai proporcionar-lhe o sustento, mas a autodidática proporcionará sua fortuna.” – Jim Rohn.

Nunca deixe a escola interferir na sua educação. Eduque-se ativamente sobre assuntos que podem levar você mais longe e coloque todo o seu coração nisso.

4) Priorize a saída em vez da entrada. Não fique preso no estudo eterno!

Você nunca conseguirá consumir todas as informações, estratégias e táticas disponíveis. Adquirir conhecimentos é necessário, mas isso não significa nada se não for posto à prova. Por outro lado, a escassez gera valor. O que é escasso? Ação maciça, remessa, entrega, impacto.

Em suma, as saídas são escassas. Seja consciente sobre sua relação entrada/saída.

5) Pense a longo prazo – daqui a dez anos, por exemplo.

É sempre mais fácil assistir televisão do que ir à academia. A maioria das pessoas cai na armadilha da gratificação instantânea, até porque, pensar a curto prazo é bem melhor. No entanto, o custo de oportunidade é enorme. Com o tempo que você perde com o olho vidrado na televisão e o cérebro desligado, você poderia ter lido um livro que proporcionasse a oportunidade de aumentar sua renda em 50%. Em outras palavras, você sacrifica o aumento da sua renda para assistir a vídeos inúteis.

Aprenda a adiar os prazeres imediatos em prol dos valores de longo prazo, o ROI (retorno sobre investimento) será fenomenal. Coloque o custo de oportunidade sob perspectiva. As coisas não acontecerão exatamente como planejadas, mas ter uma visão lá na frente ajudará você a se mover na direção que deseja.

6) Seja 1% melhor todos os dias. Após um ano, você será 3700% melhor.

Faça as contas: são 3778.34%, para ser mais exato. As pessoas criam objetivos irreais de desenvolvimento a curto prazo, especialmente quando estão super motivados. O problema é, isso não é sustentável.

Para buscar a melhoria a longo prazo, considere fazer do “efeito composto” o seu melhor amigo.

7) Amplie suas fortalezas. Você pode ser qualquer coisa, mas você não pode ser tudo.

Se você tem pontos fortes, amplie-os. Por exemplo, eu tenho habilidade de escrever e falar inglês decentemente, e me aproveito dessa capacidade para dar aulas de inglês. As aulas tendem a ser muito boas.

Se você tem certas fraquezas, monte uma equipe com habilidades complementares às suas. Não perca muito tempo tentando superar sua fraqueza quando há pessoas que conseguem fazer aquilo que você não consegue. Aproveite os seus pontos fortes e expanda-os.

8) Forme seu gabinete de sucesso e almeje as estrelas.

Você é a média das cinco pessoas com as quais você passa mais tempo, pois é com elas que você inconscientemente se compara. Para atingir o máximo desempenho, você precisa de um grupo seleto de pessoas confiáveis e de alta performance ​​ao seu redor. Com isso, seu nível comparativo será no mínimo 10x mais alto. Essas pessoas são o seu gabinete de sucesso.

Crie seu próprio gabinete de sucesso e encontre maneiras de agregar valor ao grupo, cresçam juntos, cultive relacionamentos genuínos, assim, você irá melhorar significativamente.

9) Ofereça o que você tem. Qual a sua riqueza? Descubra.

Você pode pensar que não tem nada para dar, mas você tem. Todo mundo é rico de alguma forma. Coisas que você pode doar são: dinheiro, sorriso, inspiração, confiança, conhecimento, arte, música, piada, passeio, serviço, experiência, conselho, sabedoria e muito mais. Então, sim, você com certeza é rico em alguma coisa.

Ao se doar você se torna obrigado a explorar seu potencial – O que você tem em abundância que as pessoas precisam ou gostariam de receber? Quanto mais você se doa mais você recebe. Mas não se concentre no que você pode receber em troca, apenas doe-se ao máximo. Eu relutava em me doar, mas agora percebo que isso é uma das coisas mais gratificantes que posso fazer.

10) Resolva os problemas reais e ajuste o restante no caminho.

Resolver problemas imaginários pode ser útil, mas muitas vezes eles são o medo e a procrastinação disfarçados. Eu cometi esse erro e perdi meses. Se você estiver fazendo o mesmo, saia de dentro da sua cabeça e resolva os problemas reais. Se você falhar, bom, você identificou uma maneira que não funciona, aprendeu alguma coisa. Agora, liberte sua mente e tente de novo até conseguir.

Pelo caminho, você também aprenderá a fazer ajustes. Todo mestre já foi um desastre. Continue fazendo isso e você encontrará maneiras de agregar valor e ser um elemento chave. Não é fácil, mas é possível.

11) Mantenha um diário. Libere espaço no seu disco rígido.

O ser humano tem de 50.000 a 70.000 pensamentos por dia. Vamos assumir que 99% dos pensamentos são ruins, ainda temos 500 a 700 (1%) de pensamentos valiosos por dia. Nós não conseguimos acompanhar todos esses pensamentos. Por isso, sempre registro meus pensamentos para que eu possa trabalhar neles mais tarde.

Tenha seu caderno à mão ou simplesmente faça anotações no seu celular ou laptop. Evernote e Trello podem lhe ajudar.

12) Crie uma dinâmica inteligente. Pense grande, comece pequeno.

As pessoas tendem a superestimar o que podem fazer em um dia, mas subestimam o que podem fazer em um ano. Tornar-se a melhor versão de si mesmo é uma maratona, não uma corrida. Se você ficar correndo, vai perder o fôlego muito rápido.

Pense grande, comece pequeno. Pare de pensar em começar. Simplesmente comece.

13) Por último, mas não menos importante, seja macropaciente e microagressivo.

Viva o seu dia ao máximo, fazendo o que é necessário. Aprenda a diferenciar o que está dentro e além do seu círculo de controle. Quando você faz o seu melhor, o que acontece, acontece. Seja paciente e continue se aprimorando.

Enquanto você estiver indo na direção certa, as coisas funcionarão. E o mais importante de tudo, aproveite a caminhada – mesmo que seja horrível às vezes.

por Dylan Woon.

Traduzido e adaptado do site The Mission.

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8 hábitos diários para aumentar sua inteligência emocional

A gestão das emoções — tanto próprias como alheias — é fundamental para o sucesso. Veja como desenvolvê-la por meio de mudanças simples na rotina:

1. Não “cure” sua frustração com queixas

Diante de uma contrariedade, a reação tipicamente humana é reclamar. Quem faz isso está aliviando sua irritação, mas de forma pouco produtiva, diz Gattermayr. Isso porque há grandes chances de o problema continuar presente. Por isso, quem tem inteligência emocional substitui a queixa pela ação.

A cada vez que você sentir raiva ou frustração no cotidiano, interrompa rapidamente o ímpeto de reclamar e tente imaginar uma saída prática para melhorar a situação. Isso não quer dizer que você deva “desligar” as suas emoções, mas sim empregá-las de forma estratégica.

2. Busque palavras para definir o que está sentindo

Um exercício simples para conhecer melhor as suas emoções é tentar capturá-las pela linguagem. Pergunte-se a cada vez que estiver diante de um sentimento desconhecido: isto é ansiedade, remorso, medo, euforia, raiva, inveja, alívio, decepção, arrependimento? Quanto mais precisa for a palavra, melhor.

Identificada a emoção, o próximo passo é observar qual atitude ela costuma desencadear em você. “Um bom profissional se pergunta constantemente ‘toda vez que sinto isto, ajo desta forma?’”, diz Gattermayr. “Ao descobrir os seus padrões de comportamento, você consegue adequá-los a cada momento da vida, em vez de se tornar escravo deles”.

3. Observe as emoções alheias (e tente senti-las também)

O desenvolvimento da inteligência emocional não se restringe apenas ao seu mundo interior: ele também depende da sua conexão com as outras pessoas. A dica de Gattermayr é exercitar a sua sensibilidade às emoções dos outros, mesmo quando eles tentam disfarçar.

É como um quebra-cabeças: quanto mais você observa a pessoa, mais peças aparecem e mais elas se encaixam. “É muito útil para percebermos que nem toda briga é pessoal”, diz a especialista. “Também é um ótimo exercício ‘anti-mimimi’, até porque muitas vezes descobrimos que agiríamos da mesma forma se estivéssemos no lugar do outro”.

4. Ofereça ajuda

Segundo Rodrigo Fonseca, presidente da SBie (Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional), estar sempre disposto a apoiar colegas, chefes e subordinados é uma forma de fortalecer um dos pilares da inteligência emocional: a empatia.

“Preciso me colocar no lugar do outro para saber se ele precisa de ajuda, isto é, preciso me sentir como ele se sente”, explica. Além disso, a disponibilidade e a cooperação criam um importante vínculo emocional entre você e as outras pessoas do seu ambiente de trabalho.

5. Permita-se viver conflitos

Um dos grandes mitos em torno da inteligência emocional é a ideia de que ela corresponde à serenidade absoluta. Pelo contrário: a competência tem a ver com o bom uso de emoções boas e ruins, fortes ou fracas, de forma que o indivíduo não fique refém delas.

Assim, é importante exercitar a sua autenticidade no cotidiano e não tentar agradar sempre. “Essa honestidade tem a ver com o entendimento de que questões difíceis muitas vezes precisam ser abordadas para o crescimento de todos”, diz Gattermayr. Se você evita conflitos o tempo todo, nunca vai desenvolver musculatura para superar os problemas.

6. Abandone a postura de juiz

Alguém fez algo no trabalho que você achou estranho ou ridículo? Antes de julgar essa pessoa, procure entender suas motivações e reconhecer que nem todo mundo pensa como você, aconselha Fonseca. “Quem tem inteligência emocional sabe apreciar as diferenças entre as pessoas”, diz ele.

Isso também significa cortar radicalmente o hábito da fofoca e da maledicência, que vão na contramão da empatia. No lugar dessas práticas, é mais produtivo observar o outro de forma paciente e buscar aprender algo com ele.

7. Planeje suas conversas

Antes de falar com uma pessoa no trabalho, acostume-se a fazer uma série de perguntas prévias. Este é o melhor momento para abordá-la? Como ela está se sentindo hoje? O assunto pede delicadeza ou firmeza, gravidade ou leveza? O local é adequado para a conversa?

Segundo Gattermayr, esse é um exercício de autorregulação, feito a partir da observação das emoções alheias e do aprendizado sobre os seus próprios padrões de comportamento. A hora e o lugar são corretos, você calibrou seu discurso, mas a pessoa acabou se irritando e gritou com você? A dica é respirar fundo, não revidar e pedir gentilmente que a conversa continue mais tarde.

8. Treine sua resistência às tentações

Pessoas com baixa inteligência emocional cedem facilmente aos seus próprios impulsos. Ocorre que pequenos prazeres não trazem felicidade. “Um estudo clássico mostra que crianças que conseguem sacrificar uma bala agora para comer duas balas daqui a uma hora se tornam adultos mais bem-sucedidos”, diz Gattermayr. Daí a importância de não sucumbir a sentimentos momentâneos e sempre pensar nos efeitos de cada ação a longo prazo.

Controlar os seus próprios impulsos também ajudará o indivíduo a ser mais altruísta — o que também traz mais felicidade. Ao pensar nos outros, você é obrigado a regular as suas próprias emoções e a sacrificar o próprio conforto de vez em quando. Não existe hábito mais propício para desenvolver sua inteligência emocional e construir uma vida social harmônica dentro e fora do trabalho.

Por Claudia Gasparini

Extraído de exame.com.br

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O milagre que só os mais sensíveis entenderão

Não raro tomamos conhecimento de histórias da vida real que retratam a dificuldade de relacionamento dentro da própria família.

São filhos descontentes com os pais, irmãos que sentem extremas dificuldades em se expressar e aceitar suas diferenças entre si, sem contar as tremendas confusões nas relações interpessoais com os agregados: sogro, sogra, cunhado, cunhada, genros e noras…

Isso não é diferente entre pessoas de outras culturas, talvez até mais introspectivas do que nós brasileiros, pela herança de sua História.

Na semana passada, eu participei, aqui na Polônia, de uma cerimônia funerária. A mãe de uma amiga falecera e tive a oportunidade de estar presente para dizer: “estou aqui neste momento difícil para você! ”. Naquelas horas, vários pensamentos me vieram à tona.

Será que valorizamos de verdade cada membro da família, cada pessoa importante, ou precisaremos perder alguém para “cair a ficha”?

A cerimônia ocorreu em uma capela. Todos muito formalmente e elegantemente vestidos de preto, sentados nos bancos da capela, acompanhavam de forma introspectiva as palavras do padre que proferia em polonês as leituras e reflexões. Muitas flores eram ofertadas pelos amigos e familiares e ao fundo, a música em violino era executada por uma jovem. A centenária capela trazia obras de arte esculpidas e sua acústica oferecia um ambiente propício para introspecção e lembranças da pessoa que acabara de partir.  Eu me emocionei algumas vezes lembrando da família distante e das pessoas amadas que se foram.

A certa altura, notei que o jovem sacerdote demonstrava muita inspiração e, embora eu não conseguisse entender, porque o idioma polonês ainda me é inteligível, percebi que ele falava sobre a família, sobre algo profundo. Depois, confirmei que este era o assunto que o elevara: “Estejam sempre prontos para a sua hora e para a hora das pessoas a sua volta, amem-se, perdoem-se, vivam em harmonia…”.

E aí está o ponto: será que estamos realmente prontos para “essa hora”? Ou precisaremos nos aproximar do momento da partida de um ente querido para demonstrarmos o quão importante essa pessoa é para nós?

Parece mesmo que a hora da morte é um milagre, uma vez que proporciona transformações incríveis na família. De repente, tudo se transforma, como num passe de mágica: aproxima as pessoas, faz com que se perdoem e reconheçam a bondade nunca antes percebida naquela que se foi. E isso ocorre porque seus familiares estavam ocupados demais, concentrados em si mesmos, sentindo-se injustiçados e vítimas do erro dos outros.

Não! Definitivamente não precisamos esperar o milagre da morte, aliás, quando isso acontece, pois faz parte da vida, a nossa demonstração de amor e admiração fica nublada e sufocada pelo sentimento de culpa.

A família que possuímos é um presente de Deus, do universo, são os laços de amizade mais importantes em toda a nossa existência.

Você pode dizer “Ah, Wayne, você diz isso porque não conhece a minha família, viver em harmonia é impossível…”

Então, que tal começar com um pedido de perdão: “Me perdoe por não ter acreditado na harmonia da nossa família, me perdoe por ter sentido raiva naquele momento, me perdoe por não conseguir te entender, me perdoe por ter uma expectativa diferente de você…”. Isso abrirá um novo espaço para o diálogo e você, que certamente se preocupa com o bem de todos, poderá viver o seu papel de interligar todos a sua volta, mostrando que cada um tem o seu valor, sua forma de pensar, de reagir, de falar, e que o mais importante é viver o Amor que naturalmente os une, porque vem da sua origem.

Agindo assim, não precisaremos esperar o milagre da morte rondar as nossas vidas para valorizar cada ser humano presente e participante de nossa história, porque seus erros e diferenças também contribuíram para sermos hoje quem somos.

Viva intensamente cada momento, amando, respeitando, compreendendo, admirando, verbalizando e demonstrando isso em cada oportunidade da sua vida. Assim será capaz também de ser uma pessoa íntegra e verdadeira, vivendo amizades e relacionamentos incríveis!

Um abraço de energia da VIDA para você!!!

Wayne Valim

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11 atitudes simples que melhoram absurdamente a sua qualidade de vida

Você não precisa fazer tudo o que as outras pessoas pedem ou sugerem, e dizer “não” às vezes é necessário, então se você é uma pessoa que tem dificuldades em recusar convites e pedidos, talvez esteja na hora de trabalhar isso.

Não se trata de ser preguiçoso ou de não se importar, mas saber dizer “não” é fundamental para que você tenha o tempo necessário para cuidar da sua própria vida e dos seus projetos pessoais. Sua prioridade precisa ser você.

1 – Escove os dentes e use fio dental
O ideal é escovar os dentes duas vezes ao dia e usar o fio dental uma vez ao dia. Além de fazer bem em termos de higiene, esses dois simples hábitos são capazes de diminuir suas chances de desenvolver demência, diabetes, doenças dos rins e até alguns tipos de câncer.

2 – Olhe para o espelho e sorria
Isso pode ser feito logo depois de você escovar os dentes, e o ideal é que você segure o sorriso por 10 segundos. Parece bizarrice, mas esse é um exercício capaz de melhorar seu humor ao longo do dia.

3 – Qual é a tarefa mais importante do seu dia?
Anote a coisa mais importante que precisa ser feita ao longo do dia, e comece logo por ela. Depois, o que quer que você faça vai ser lucro e assim você evita procrastinar.

4 – Arrume a cama
Não, não foi a sua mãe que nos pagou para escrever esse texto. A verdade é que arrumar a cama é algo que melhora a sua autoestima e que vai fazer toda a diferença quando você chegar em casa depois de um dia cansado.

5 – Demonstre gratidão
Agradeça as coisas boas que existem em sua vida, aquelas que fazem com que você seja feliz – vale desde o seu trabalho até o bolo de chocolate que você tem em casa. A questão aqui é não deixar que as coisas percam a importância só porque fazem parte do seu cotidiano.

6 – Medite um pouco
Durante alguns minutos fique sentado em algum lugar calmo, de olhos fechados e prestando atenção apenas no ar que entra e sai dos seus pulmões. Essa desligada do mundo é algo que melhora sua produção de serotonina, diminui sua pressão arterial e os seus níveis de ansiedade.

7 – Dê uma chance aos podcasts
Descubra podcasts que sejam interessantes e os ouça sempre que puder. Assim você acaba aprendendo algumas coisas, mesmo que seja dentro do busão lotado ou durante seu intervalo de almoço.

8 – Saia da sua zona de conforto
Aprenda a tomar atitudes que desafiam a sua vida e tenha a coragem de fazer perguntas, iniciar conversas com pessoas novas e, inclusive, de aprender coisas diferentes também. Não se contente com o que você tem agora.

9 – Evite a bagunça
Aprenda a guardar as coisas no lugar certo logo depois de usá-las e não vá dormir se puder deixar o ambiente mais organizado em poucos minutos de arrumação. Não viver em ambientes muito bagunçados é algo que só melhora a sua qualidade de vida.

10 – Escreva
Manter um relato diário das suas conquistas e da sua rotina mesmo é algo que faz com que você se sinta motivado para correr atrás de mais progresso.

11 – Aprenda a dizer “não”.

Extraído de : MegaCurioso
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