Arquivo: Produtividade

7 dicas para começar uma vida mais saudável

Dar o primeiro passo em direção à qualidade de vida e a uma rotina mais saudável é difícil, dispende muita energia e, por isso, tendemos a procrastinar.

Isso vale para qualquer mudança que queira fazer, desde diminuir o cafezinho, ler mais, implantar atividades físicas à mudança de emprego ou de relacionamento.

Quanto mais tempo você estiver fazendo algo da mesma maneira, mais difícil será mudar!

Diante dessa realidade, torna-se essencial cercarmo-nos de bons profissionais.

Para motivar você a buscar essas mudanças para a sua saúde mental e física, convidei a nutricionista Milena Lopes para elaborar algumas dicas poderosas.

“Sabemos que nunca é tarde demais para tornar nossa vida mais saudável e isso provoca melhorias nos mais diversos aspectos do nosso dia a dia, como:

  • melhoria do humor,
  • disposição,
  • bem-estar
  • autoestima, além de
  • influenciar a família toda e amigos em volta.

A expectativa e a qualidade de vida aumentam ao nos tornarmos mais saudáveis, porque nossas funções corporais são otimizadas e o risco de várias doenças diminui de forma considerável.

Ser saudável é um hábito de vida, mas pode ser um grande desafio para aquelas pessoas com a vida corrida, que possuem pouco tempo para si e sem motivação para isso.

Mas é extremamente importante COMEÇAR!!

Não precisamos mudar todos os nossos hábitos, mas se melhorarmos aos poucos, com pequenas alterações, já teremos uma grande diferença a longo prazo para a saúde.

Vamos lá para as 7 dicas de como começar uma vida mais saudável??

1 – Beba mais água. 

O ideal é que seja ingerido em torno de 8 a 10 copos por dia. Então, se você bebe menos que isso, é necessário aumentar a quantidade.

Nosso corpo é constituído em média por 50% de água!! Isso já justifica a importância de bebermos bastante esse precioso líquido e renovar todas as funções que ele tem no organismo.

2 – Aumente o consumo de frutas, verduras e legumes.

Os vegetais são grandes fontes de vitaminas e minerais na alimentação, portanto precisamos de, no mínimo, 5 porções deles por dia. Varie as cores e tipos, assim obterá a maioria dos nutrientes!

3 – Tente se exercitar!! 

Se não possui tempo suficiente no seu dia, comece praticando algum exercício rápido por pelo menos 15 minutos, como subir e descer escadas, pular corda, fazer abdominais e polichinelos.

Aumente gradativamente a rotina dos exercícios, de duas vezes na semana para cinco vezes na semana (quando forem somente 15 minutos).

Caso consiga organizar seu tempo e implementar um esporte ou academia, seria ótimo!!

4 – Congele!!

Quando tiver um tempo para preparar sua refeição, faça maior quantidade e congele em potes menores. Assim, nos dias em que não cozinhar, somente descongele a comida pronta, evitando a necessidade de comprar refeições de fora de casa e que não sejam saudáveis.

5 – Reduza os industrializados.

Sempre que possível, prefira vegetais ou produtos que foram feitos em casa. Vamos tentar seguir a famosa frase “Desembale menos, descasque mais“!

6 – Evite as frituras, alimentos gordurosos e fast-foods.

O ideal é que estes não sejam consumidos, mas se não der para abrir mão, tente diminuir sua frequência no cardápio.

Note que aqui falamos de qualquer fritura, carnes gordurosas, pizzas, sobremesas gordurosas, lanches de restaurantes fast-food, etc.

7 – Prefira sucos, água e bebidas naturais.

As bebidas prontas, como sucos industrializados e refrigerantes, possuem alto teor de açúcar e de substâncias químicas, que não fazem bem ao organismo, mesmo as bebidas light ou diet.

Pronto, dê um passo de cada vez. Ao começar a seguir qualquer dica destas, já estará melhorando sua saúde.”

E aí, ficou mais fácil?

Espero que tenha gostado das super dicas da nossa nutricionista. Ela também dá muitas orientações no seu Instagram @nutri.milenalopes

Você poderá fazer contado com ela, se desejar:

Nutricionista Milena Lopes

@nutri.milenalopes

[email protected]

(11) 98732-1788

Wayne Valim

Especialista em Comportamento, Inteligência Emocional e Liderança Feminina

 

 

_______________________

Gostou? Compartilhe:

botão newsletter
Curta nossas redes sociais:

 

 

Como o stress pode comprometer sua produtividade em todas as áreas da vida

O diálogo interno de profissionais sobrecarregados de tantos afazeres nos vários papéis da vida começa logo pela manhã assim, ao acordar…

— Tenho um dia cheio hoje. Será que vai dar tudo certo? Não consigo mais viver nesse stress. Quando isso terá fim? Mas tudo bem. Sou forte, saudável, tenho inteligência, ‘bora’ acordar para a vida… Vou me levantar!

— Ih! Hoje tenho reunião de orçamento, quer apostar que os projetos que sugeri não vão ser aprovados? Todo ano a mesma história, nem sei por que me pedem para fazer planejamento… Não tenho voz ativa, não confiam em mim.

— Nossa! Estamos atrasados, deixar as crianças na escola vai me fazer chegar atrasada na reunião, mas não tenho saída…— Vamos, meninos! Rápido, rápido! Por que esse trânsito não anda???? Essa cidade vai me matar!

— Ei, por que você não sai logo da minha frente??? Hoje, só devo voltar pra casa às 8 horas da noite, minha agenda está lotada… queria tanto poder ter um tempo só pra mim, poder ler, estudar, fazer atividades físicas… Ei! Acorda pra vida, sua tonta, isso não é possível…”

Você se identifica com, pelo menos, parte dessa sensação de impotência diante da enormidade de tarefas diárias?

O mais interessante é não conseguirmos perceber que esse turbilhão de pensamentos, medos e emoções negativas podem nos levar a níveis altos de stress.

Confusão mental, lapsos de memória, falta de concentração, controle cognitivo comprometido são alguns dos prejuízos do stress.

Os nossos preciosos recursos cerebrais ficam prejudicados e não conseguimos

  • tomar decisões sensatas,
  • pensar com clareza,
  • comunicar de forma objetiva,
  • orientar e liderar a equipe,
  • usar a criatividade na solução de problemas…

Daniel Goleman afirma que “a preocupação crônica, funciona como um sequestro emocional de baixa intensidade.

As preocupações parecem surgir do nada, são incontroláveis, geram um rumor constante de ansiedade, são imunes à razão e prendem aquele que se preocupa numa única e inflexível visão do tema que o preocupa.

Numa intensidade maior, pode beirar a sequestros neurais completos e ansiedade.”

“A amígdala é o radar de ameaças do cérebro e colabora para as rápidas tomadas de decisão. No entanto, o sequestro da amígdala, especialmente no trabalho, nunca terá benefício para qualquer pessoa, sempre tem um efeito negativo.”

E você pode estar pensando…

“Mas, Wayne, tem como ser diferente? O mundo de hoje é assim…”

Bem, eu penso que tem jeito sim, sabe por quê?

Eu não posso mudar o mundo ao meu redor, mas posso aprender a lidar melhor com o meu mundo interior e ser mais positiva e produtiva, sofrer menos!

É importante entender que o corpo humano foi projetado para ser capaz de ter uma explosão de reações ao lidar com uma emergência para, depois, se recuperar.

Por exemplo, livrar-se de um cão furioso, fugir de um carro desgovernado, proteger-se de um ataque…

Mas, durante essa emergência (sequestro emocional), em que é necessário ter ações rápidas de “lutar ou fugir”, a fim de manter nossa segurança, o corpo pega energia do sistema imunológico, de recursos que você precisa para se manter saudável.

Já viu como ficamos exaustos depois de um grande susto?

Então, imagine isso acontecendo em grande escala e com uma frequência muito grande, quase todos os dias…

Se você estiver sempre sob stress e nunca se recuperar, ficará doente e emocionalmente desgastado.

Como sempre gosto de finalizar com algumas dicas, essas boas práticas são bastante eficazes:

1 – Distrair-se

Numa situação de stress ou tensão, coloque sua atenção:

  • na paisagem lá fora,
  • na pintura bonita da sala de reuniões,
  • na lembrança da carinha engraçada do seu filho pela manhã,
  • no café fresquinho oferecido para a turma…

Criatividade vai bem nessa hora.

É o que fazemos com as crianças, já percebeu? Funciona para nós também.

2 – Aprender a contestar os pensamentos de ruminação

A cada memória negativa de um erro cometido, indecisão, algo que deveria ter dito e não falou, um branco numa reunião de negócios… rebata!

Enumere os benefícios:

– Pelo menos não perdi o amigo,

– O que aprendi com esse erro nunca mais vou me esquecer,

– As pessoas se ligaram mais a mim, porque viram que sou humana(o).

3 – Tenhas metas claras, planeje e eleja prioridades

Definir metas de maneira inteligente vai ajudar você a dizer não para o que não é importante.

Como afirmou Steve Jobs (1955-2011), “decidir o que não fazer é tão ou mais importante do que decidir o que fazer.”

Além de tantas outras práticas importantes para o seu bem-estar, as quais você já conhece:

  • Adotar a Mindfulness,
  • Praticar Atividades físicas,
  • Ter hobbies,
  • Dançar,
  • Manter contato com a natureza,
  • Estar com a família e amigos,
  • Exercitar a gratidão verdadeira
  • Realizar trabalhos voluntários,
  • Encontrar um trabalho que dê mais prazer…

É preciso encontrar meios para harmonizar cabeça e coração!

Cada um tem o seu jeito de encontrar o seu ritual de fortalecimento. Qual é o seu?

Cuide-se!

Autora: Wayne Valim

___________________

Gostou? Compartilhe:

botão newsletter
Curta nossas redes sociais:

 

 

Líder de primeira viagem? Saiba o que você precisa dominar…

As dicas de hoje são dedicadas às pessoas que assumiram pela primeira vez uma posição de liderança, que se preparam para alçar voos em sua carreira ou, ainda, para quem começou um empreendimento.

Quando a tão esperada promoção acontece, muitas pessoas costumam pensar que “chegaram lá”. Todo o trabalho duro como colaborador individual foi recompensado. O que é verdade e deve ser comemorado, claro!

Mas a maioria acaba se esquecendo de que, ao nascer um novo líder, novos hábitos e comportamentos são igualmente necessários.

O sucesso como gerente de primeira viagem exige uma grande transição para a qual muita gente não está preparada.

Há uma frase comum que diz: “O que te trouxe até aqui não te levará ao próximo nível”.

E essa é a primeira verdade absoluta para quem começou a carreira nos primeiros níveis e por mérito conquistou uma posição de gestão.

Talvez o maior desafio seja entender que agora você é responsável por garantir que o trabalho seja feito e entregue por outras pessoas e não mais por si só.

Alguns hábitos específicos podem ser ainda mais difíceis de ser mudados, porque funcionaram bem no passado, durante o avanço na trajetória de crescimento profissional.

Esses comportamentos podem até ser virtudes dentro de relações pessoais, familiares, enfim, fora do trabalho. No entanto, neste estágio da jornada profissional, eles se tornam comportamentos de autossabotagem.

Os autores do livro Pipeline de Liderança afirmam que a passagem de colaborador individual para gerente de primeiro nível requer que as pessoas adquiram uma nova forma de gerir e liderar, além de deixar seus velhos hábitos para trás nas três áreas seguintes:

1 – Habilidades necessárias – as novas competências requeridas para executar responsabilidades diferentes. Por exemplo:

  • Antes, o domínio técnico ou especializado e a utilização de ferramentas, processos e procedimentos garantiam grande parte da sua entrega.
  • Agora, é preciso aprender a delegar, avaliar desempenhos, dar feedback, criar estratégias de motivação, comunicação com os times, entre outras competências.

2 – Gerenciamento de tempo – novas formas de organizar o tempo, determinando o modo como alguém trabalha:

  • Antes, a disciplina diária e o cumprimento de prazos pessoais para os projetos e tarefas eram o seu foco principal.
  • Agora, a gestão do tempo requer fluência no planejamento anual, orçamentos, disponibilidade de tempo para os subordinados, priorização de atividades para o departamento, tempo para relacionamento com outras áreas da empresa, fornecedores, clientes…

3 – Valores profissionais – o que as pessoas acreditam ser importante, tornando-se assim o foco de seus esforços:

  • Antes, o mais importante era valorizar a proficiência profissional, o trabalho técnico de alta qualidade, o esforço individual.
  • Agora, os valores precisam incorporar os demais como: atingir resultado por meio dos outros, construir laços de confiança com a equipe, garantir o sucesso do time e do departamento, utilizar métodos gerenciais, ver-se como gestor…

Como você pode perceber, são muitas as mudanças, e, assim como qualquer transformação, é preciso foco, planejamento e acompanhamento do progresso.

Fácil não é, mas é possível e enriquecedor. Trata-se de uma trajetória que nos enriquece e nos torna melhores como seres humanos.

Alguns atalhos podem ajudar você:

1 – Busque o autoconhecimento pragmático, entenda o seu perfil comportamental, mapeie suas competências, busque ajuda profissional, se for preciso. Isso vai ajudar você a conhecer melhor a sua equipe também.

2 – Faça o mapeamento do perfil comportamental da equipe, assim poderá traçar o desenvolvimento profissional de cada um e acompanhar o progresso do time.

3 – Esqueça o perfeccionismo. Ele é um forte entrave para atingir a excelência. Valorize os próprios erros e os da equipe.

4 – Seja humilde para reconhecer que precisa de ajuda e que não domina tudo. O importante agora não é saber tudo, mas ter um time multidisciplinar que sabe tudo.

5 – Saia da sua mesa. O seu lugar agora é fora da sua sala, criando relacionamentos e conquistando aliados para facilitar o trabalho da sua equipe.

6 – Tenha um(a) mentor(a). Seja buscando um Mentor profissional ou Líderes experientes da própria empresa, ter alguém com quem pode aprender encurta caminhos e reduz sofrimentos.

Lembre-se de que, nesses momentos desafiadores, é preciso contar com as pessoas que você confia, trocar ideias e ouvir as histórias daqueles que já passaram por essa fase pode ser de grande valia.

Espero que tenha gostado das dicas de hoje. Elas foram inspiradas por situações e dilemas que meus mentorados vivenciam em sua rotina diária. Percebo que pequenos ajustes e algumas técnicas simples trazem grandes benefícios para uma liderança com mais leveza.

Autora: Wayne Valim
Especialista em Inteligência Comportamental de Pessoas e Organizações

__________________________

Gostou? Compartilhe:

botão newsletter
Curta nossas redes sociais:

 

 

Por onde começar quando me sinto perdida e confusa?

Nem sempre é fácil escrever um artigo, nem sempre é fácil gravar um vídeo, nem sempre é fácil começar…

Estava aqui pensando no tema que gostaria de escrever para você e nada de me definir…rs.
Não pela falta de assuntos interessantes, pois tenho uma lista enorme deles que vou acumulando a cada insight que tenho ou a cada novidade que tomo conhecimento.

O problema é mesmo a falta de inspiração, às vezes, para discorrer sobre o assunto!

Quantas vezes precisamos sair de casa para o trabalho, chegar cedo na empresa, dar conta de inúmeras atividades, ou mesmo cuidar da casa, organizar as coisas pessoais e não temos inspiração e nem motivação alguma?

Mas, acabamos indo de qualquer jeito, não é? Vamos arrastados, muitas vezes, pois temos família para criar, equipe para liderar, contas para pagar, vida para seguir…

Já se sentiu assim?

Então, o que fazer nessas situações? Como driblar a “maré baixa” e encarar o que precisa ser enfrentado?

Eu penso que pode ser assim: agindo, iniciando, dando o primeiro passo, indo à luta!
Quanto mais eu penso:

  • “não estou a fim”,
  • “não queria fazer isso”,
  • “que chato”,
  • “que tédio…” pior vai ficar.

Nossos pensamentos são tão poderosos, a ponto de dispararem milhões de sinapses que se manterão juntas e ganharão proporções negativas gigantescas em nossos cérebros, caso não quebremos essa corrente quando percebermos a situação.

Diante de desafios, tarefas longas, complicadas ou desagradáveis, nosso cérebro racional pode se tornar uma vítima das nossas emoções e, nesses casos, o melhor a fazer é retomar o controle, concentrando primeiro nos objetivos pequenos.

No meu caso, quando sento para escrever e a inspiração não vem, me concentrei nas primeiras linhas da mensagem, e depois mais uma e mais uma, expandindo gradualmente, até alcançar os melhores e maiores desafios.

Portanto, quando estiver …

  • inerte,
  • sem saber que caminho seguir,
  • por onde iniciar,
  • se vai ou se fica…

COMECE e, se necessário, mude o trajeto, mas não fique parada, esperando algo acontecer, porque se você não tomar o controle e agir, nada sucederá.

E, à medida que vai percebendo a sua capacidade, novas e positivas emoções surgirão e darão lugar a outras possibilidades, aumentando a criatividade.

O psicólogo, pesquisador e escritor Shawn Achor afirma em seu livro The Happiness Advantage [A vantagem da felicidade]:

“As emoções positivas inundam nossos cérebros de dopamina e serotonina, substâncias químicas que não só nos fazem sentir bem como ativam os centros de aprendizado de nossos cérebros para níveis mais altos.  

Elas nos ajudam a organizar informações novas e nos possibilitam criar e sustentar mais conexões neurais, o que nos permite pensar de forma mais rápida e criativa, nos tornar mais habilidosos em análises complexas e resolução de problemas e ver e inventar novas maneiras de fazer coisas “. 

Fantástico, não? Perceba como as sensações positivas foram importantes para eu continuar escrevendo, adicionando informações e olha só: com uma lista de assuntos para compartilhar com você, acabei escolhendo uma situação nova!

E assim, frase por frase, concluo mais uma mensagem para você, me sentindo muito bem agora!

E sabe de uma coisa? Depois que comecei, até que foi fácil, porque o prazer que sinto ao me comunicar com você sempre me deixa cheia de energia!

Autora: Wayne Valim – Especialista em Inteligência Comportamental e Alta Performance de Pessoas e Organizações

*O livro que cito é uma das muitas dicas que deixo para meus mentorados de liderança e meus alunos de Alta Performance.

The Happiness Advantage: The Seven Principles of Positive Psychology That Fuel Success and Performance at Work. By Shawn Achor (2010)

[O Jeito Harvard de ser feliz: os sete princípios da psicologia positiva que alimentam o sucesso e a performance no trabalho] Por Shawn Achor (2010)

___________________________

Gostou? Compartilhe:

botão newsletter
Curta nossas redes sociais:

 

Desacelere, por favor!

Ontem, entrei no elevador de um prédio bem alto em Goiânia/GO, e o meu destino era no 38º andar.

Então, para quebrar o gelo, disse à mulher ao meu lado: — Agora vamos fazer uma viagem…

Ao que ela respondeu: — Pois é! Trabalho aqui e, às vezes, acho que ele demora tanto que fico agoniada.

Vale ressaltar que esse edifício é um empreendimento supermoderno e, portanto, os elevadores são muito rápidos.

As pessoas estão tão aceleradas, que…

  • O semáforo mal abre e já tem alguém buzinando;
  • Se o telefone chama mais que 3 vezes, “não tem ninguém do outro lado”;
  • É melhor não desligar o computador, para não ter que esperá-lo ligar no dia seguinte;
  • Se a fila está grande, há sempre alguém furioso e pronto para discutir com o caixa;
  • Faixa de pedestre? Não dá para esperar… melhor que ele espere, não o motorista…

Perdemos o foco facilmente, paramos as atividades pela metade, esquecemos a chave, de retornar as ligações, de tomar o remédio, o que estávamos falando mesmo?…

Se deitamos para descansar, o pensamento continua acelerado a mil por hora, acordamos cansados na manhã seguinte e tudo começa novamente…

Essas atitudes vão se transformando em um padrão comportamental dos brasileiros, e, infelizmente, assim aparecemos nos tristes números dos problemas de saúde mental:

O Brasil é considerado o país mais ansioso e estressado da América Latina.

9,3% da população brasileira sofrem de ansiedade, segundo a Organização Mundial da Saúde em sua última pesquisa, de 2018.

As mulheres sofrem mais com o problema: cerca de 7,7% delas são ansiosas e 5,1%, deprimidas. Já entre os homens, o número cai para 3,6% nos dois casos.

E esse padrão vai roubando de nós algumas preciosidades:

  • a nossa paz interior;
  • a quietude d’alma;
  • nossos valores morais e éticos (quando nos tornamos egocêntricos a ponto de nem sequer esperar o pedestre passar, o nosso velhinho expressar suas ideias, nossos filhos aprenderem pelos erros…).

Diante desses fatos, se eu puder deixar a você uma única dica nesta mensagem de hoje é: Por favor, DESACELERE!

Preste atenção em você!

O que está deixando escapar?

Quais são seus valores mais nobres, para os quais não tem dado atenção?

O que é mais importante para você?

Sem dúvida, nosso tempo é precioso e não queremos perdê-lo, mas a grande questão é: com o que o estamos ocupando?

Acredite! Há outras maneiras de viver e, ainda assim, sermos bem-sucedidos em nossa profissão e na vida!

Cuide-se!

 

http://www.waysup.com.br/conheca-a-coach-wayniere-valim/

___________________________
Gostou? Compartilhe:

 

Escuta atenta: habilidade-chave do profissional influente

Uma das habilidades que causam mais impacto em qualquer relacionamento interpessoal é saber ouvir.

Se observarmos as pessoas em suas vidas agitadas, perceberemos uma grande impaciência ao escutar, especialmente quando há uma discordância entre as ideias.

Com a nossa falta de tempo e as inúmeras atividades diárias, estamos muito mais preocupados em falar do que em escutar, pois queremos passar logo a mensagem e seguir adiante, não é?

Temos a falsa impressão de que parar o que estamos fazendo, enquanto o outro fala, é perda de tempo.

Desenvolver essa competência é uma árdua tarefa. Afinal, fomos estimulados a falar desde crianças.

Claro que a gentileza ajuda bastante, pelo menos a não interromper as pessoas, mas não é tudo, porque não basta somente esperar o outro terminar de falar e aguardar a nossa vez. A escuta atenta é muito mais do isso.

Para contribuir com o seu desenvolvimento nessa habilidade crucial para líderes e profissionais que almejam avançar em suas carreiras, trago a você, na íntegra, uma entrevista que concedi ao site Jovens Braskem.

Espero que goste!

Título da entrevista: No trabalho, saber ouvir é mais importante do que falar

Segundo especialista em inteligência comportamental, a escuta atenta pode ser uma peça-chave para a evolução da sua carreira

Dale Carnegie, autor do livro Como fazer amigos e influenciar pessoas, publicado na década de 1930, já dizia “ser um bom ouvinte é uma das coisas mais potentes quando se trata de aumentar sua influência e as chances de as pessoas gostarem de você”. Oito décadas depois, essa afirmação continua válida, porém encontra um desafio: as distrações promovidas pela tecnologia e, consequentemente, a falta de foco. Uma prova está nas reuniões, nos almoços de trabalho ou, ainda, no encontro com os amigos. Sempre há alguém “distante”, distraído com o celular, ou com a cabeça em outro lugar durante uma conversa.

Essa falta de foco, além de prejudicar as relações sociais, também pode afetar sua carreira. Saber ouvir está entre as principais habilidades valorizadas pelos empregadores – e, ainda,(e) pode ser definitivo para uma promoção a um cargo de liderança. A boa notícia é que é possível livrar-se das tentações que tiram nossa atenção durante momentos importantes e aprender a se conectar com o presente.

Wayne Valim, especialista em Inteligência Comportamental e Alta Performance de Pessoas e Organizações, fala sobre o assunto na entrevista a seguir:

Jovens Braskem: Jovens Braskem: Ouvir com atenção quem está falando é uma atitude cada vez mais rara. Por que é tão importante resgatar a escuta e o sentido de presença?

Wayne Valim: É verdade! Uma atitude de total importância que está cada vez mais rara.

Desde pequenos, somos estimulados a falar. Há uma enorme expectativa para o bebê pronunciar as primeiras palavras, por exemplo, e ao longo da vida, crescemos com muito incentivo para a expressão verbal. Mas quase não há incentivo para aprendermos a ouvir, não é verdade?

Há uma enorme variedade de cursos de oratória, falar em público e tantos outros, mas muitos se esquecem de que a comunicação assertiva se dá primeiramente pela escuta. Como influenciar as pessoas a nossa volta, sem antes ouvir suas necessidades, desejos, dificuldades? Impossível!

Portanto, ouvir com atenção e estar de fato presente são algumas das habilidades que mais trazem benefícios para qualquer profissional que deseja se destacar no mundo do trabalho.

Ambos trazem foco e assertividade na comunicação, reduzem tempo e demonstram empatia.

JB: O quanto a habilidade de saber ouvir é benéfica para a carreira? E para a vida pessoal?

WV: O ser humano tem uma necessidade intrínseca de se conectar com os outros e a escuta ativa acelera essa conexão, porque quando você ouve atentamente está demonstrando que se importa verdadeiramente com o outro.

A escuta atenta nos coloca em posição de vantagem, já que a nossa atenção plena nos faz ver o que muitas vezes outros não veem, e nos torna capazes de apresentar soluções mais eficazes e criativas.

Ouvir encurta caminhos, nos faz capturar a essência em uma reunião, entrevista e nas interações pessoais com qualquer pessoa, mesmo que seja por telefone, videoconferência ou presencialmente.

Os profissionais que escutam com atenção interpretam melhor o que lhes é dito, compreendem mais facilmente as instruções recebidas, são mais focados no que fazem e, consequentemente, se comunicam com mais assertividade.

Além disso, ganham tempo, porque o foco traz agilidade e profundidade, independentemente da função que estejam desempenhando.

JB: As empresas valorizam a habilidade da escuta? Esta pode ser uma habilidade significativa de um perfil de liderança?

WV: As empresas e pessoas valorizam, sim, e muito, embora essa habilidade nem sempre seja apontada como mandatória para o cargo ou função que o profissional irá assumir.

Geralmente, não está expressa na “Descrição do Cargo” (Job Description). Mas é percebida pelos gestores e colegas de trabalho, e ao longo do tempo, torna-se um diferencial e tanto do profissional que deseja alcançar posição de liderança.

A escuta atenta é uma habilidade fundamental para o líder, já que a confiança se estabelece mais facilmente quando o líder está disposto a ouvir seus liderados. A meu ver, ela é uma espécie de “cola” que liga líderes e liderados.

Além disso, o líder que não souber ouvir, não saberá influenciar, nem convencer seus liderados para suas ideias e projetos, pois a persuasão só acontece de fato quando entramos no mundo do outro, entendemos seus pensamentos e as razões que os levam a agir de determinadas maneiras.

Se conseguimos capturar o que é essencialmente importante na fala de alguém, sem preconceitos e julgamentos, conseguimos influenciar mais facilmente.

JB: Como as empresas enxergam as pessoas que não sabem ouvir?

WV: Vamos pensar nesta situação: Imagine que esteja com um problema e quer muito desabafar com alguém que vai ouvi-lo de verdade. Procura um amigo em quem confia e começa a conversa. E à medida que você fala, o seu amigo olha no celular a cada mensagem que aparece na tela.

Como você se sente? Tem vontade de continuar conversando com ele?

O que está demonstrando mais importância para o seu amigo no momento: você ou o celular?

Em nossas relações interpessoais no trabalho, dá-se da mesma maneira. As pessoas percebem e sentem o profissional que não sabe ouvir, que está distante, distraído, sem foco. Portanto, com o passar do tempo, deixam de convidá-lo para atividades, reuniões, conversas e ele vai sendo colocado de escanteio, assim como acontece em nossa vida pessoal.

JB: Quais seriam as melhores técnicas para estar mental e fisicamente presente em uma conversa?

WV: Estar presente é estar inteiro em uma relação, seja ela qual for; é estar física e emocionalmente ali, sem pensar na reunião que vai acontecer daqui a pouco ou no relatório que deixou de entregar.

Para atingir esse nível de presença, é necessário primeiramente entender que não somos multitarefas. Saber disso assusta um pouco as pessoas, já que na era da conexão digital temos a falsa impressão de que conseguimos fazer várias coisas ao mesmo tempo.

O que acontece com a maioria de nós é alternar muito rapidamente o pensamento ou foco, o que dá a falsa impressão de sermos multitarefa.

Aqui estão algumas dicas para quem deseja desenvolver a presença:

  • Inicialmente, diante de uma tarefa ou interação com alguém, elimine ao máximo as distrações, desabilite os alertas do celular ou computador, faça uma coisa de cada vez. Ao contrário do que possa parecer, isso trará mais agilidade e eficácia;
  • Em uma conversa, capture todo e qualquer sinal. A expressão facial e corporal das pessoas são responsáveis por mais de 90% em uma comunicação, sendo assim, concentre-se no que está sendo transmitido;
  • Faça perguntas, certifique-se do seu entendimento;
  • Nas atividades diárias, a Técnica Pomodoro* auxilia no desenvolvimento do foco e da concentração. É simples e bastante eficaz.

JB: Quais seriam as melhores técnicas para ouvir com atenção?

WV: Há uma técnica excelente, utilizada por coaches no início da carreira, que se chama “parafrasear”, que consiste em repetir mentalmente o que está sendo dito pela outra pessoa.

É importante saber que a escuta atenta é uma competência que pode ser desenvolvida, e para isso, exige treino diário.

Algumas dicas:

  • Treine em casa, na escola, no trabalho, em todos os ambientes;
  • Em um encontro com amigos, combine guardar os celulares por 30 minutos e conversar sem intervenções externas;
  • Ouça sem interromper as pessoas, sem preconceitos ou pré-julgamentos;
  • Stephen Covey disse: “a maioria das pessoas não escuta com a intenção de entender, mas com a intenção de responder.” Portanto, não se preocupe com a próxima pergunta ou com o que vai dizer durante a fala de alguém. Escute com a intenção de entender;
  • Lembre-se de que o silêncio pode ser mais valioso do que a fala atravessada na hora errada;
  • Crie mecanismos para se lembrar, por exemplo, escreva logo pela manhã: Hoje ouvirei atentamente as pessoas que falarem comigo;
  • Crie lembretes, post-its e combine com os amigos de desenvolverem-se juntos;
  • Ao final do dia, faça uma avaliação e perceba os benefícios.

JB: Quem tem dificuldade de concentração, por exemplo, pode buscar alguma orientação profissional para desenvolver melhor a habilidade da escuta? Ou adotar alguma rotina diária que ajude a desenvolver a atenção?

WV: Sim.  Há várias formas de desenvolver essas habilidades. A Meditação ou práticas de Mindfulness são excelentes para isso. A técnica Pomodoro, citada anteriormente, ajuda a desenvolver o foco e concentração.

Para quem percebe que no ambiente de trabalho não está conseguindo se desenvolver sozinho ou deseja agilizar o aprimoramento, sugiro procurar um coach da sua confiança.

O Coaching possui técnicas e métodos bastante eficazes para o aprimoramento dessas competências.

JB: Caso você queira comentar algo mais sobre o assunto, fique à vontade.

Outra medida que também pode ajudar em desenvolvimento de habilidades é eleger um mentor.

Escolha alguém que admira, que demonstra o sentido de presença e que sabe ouvir com profundidade. Essa pessoa certamente ficará feliz pela escolha e irá compartilhar conhecimento com você que quer se aprimorar.

Ouvir é uma atitude de humildade e respeito ao outro. E se pode ganhar muito com essa atitude!

*****

Bem, agora crie o seu plano de ação e comece a praticar em casa com a sua família, na interação com os amigos e escolha algumas pessoas do trabalho para aprimorar a escuta atenta.

Lembre-se, para mudar um hábito é preciso 3 P’s: Paciência, Persistência e Prática!

(*) Nota: Técnica Pomodoro:

É uma técnica de gerenciamento de tempo, desenvolvida por Francesco Cirillo no fim dos anos 1980.

A palavra “pomodoro” significa tomate em italiano, e o método ganhou esse nome porque o cronômetro gastronômico tem a forma dessa fruta.

Técnica Pomodoro passo a passo:

  1. Liste as tarefas a serem executadas;
  2. Ajuste o cronômetro para o tempo desejado (geralmente 25 minutos);
  3. Escolha a tarefa inicial;
  4. Trabalhe na tarefa escolhida até que o alarme toque. Se alguma distração importante surgir, registre-a e volte o foco imediatamente de volta à tarefa;
  5. Quando o alarme tocar, marque um “x” na lista de tarefas;
  6. Se houver menos de 4 marcações, faça uma pausa curta (de 3 a 5 minutos);
  7. Se houver quatro pomodoros marcados, faça uma pausa mais longa (de 15 a 30 minutos), zerando a contagem de marcações e retornando ao passo inicial.

Sempre que o tempo acabar, encontre uma pequena recompensa, como um café, alguns minutos na Web, uma conversa despreocupada, permitindo ao seu cérebro mudar o foco de uma forma agradável e durante algum tempo.

Gravei um vídeo para o YouTube sobre o assunto. Assista e se inscreva no canal:

https://www.youtube.com/watch?v=E-VMTyIiumE

 

http://www.waysup.com.br/conheca-a-coach-wayniere-valim/

___________________________
Gostou? Compartilhe:

 

A maneira certa de pedir desculpas e ser perdoada

Com a correria do dia a dia e as fortes emoções nos relacionamentos, acabamos por cometer alguns deslizes no comportamento e na comunicação com colegas e familiares…

E isso muitas vezes requer pedir perdão por algo ruim que fizemos.

Mas, cá entre nós, pedir perdão às vezes pode ser bem complicado, dependendo da situação e da pessoa, então…

Por isso, quero compartilhar uma tática que pode ser bastante eficaz e mais fácil de executar.

Eu a uso sempre e costuma ter bons resultados.

Ela funciona assim:

Em vez de pedir perdão, você vai agradecer!

“Como assim, Wayne?”

Vou explicar com exemplos! Hehe!

1 – Você chega atrasada. Em vez de pedir desculpas e ficar se justificando, dizendo que o trânsito estava ruim, que perdeu a hora, alguém te atrasou, blá, blá, blá…. diga:

– Muito obrigada por me esperar. O que posso fazer para agilizar agora? ( E pronto! Não precisa justificar e tecer aquela ladainha que costumamos falar)

2 – Você disse algo que deixou a outra pessoa triste? Diga:

– Obrigado por entender que às vezes falo o que você não merece ouvir. Serei mais atenta. (e só!)

3 – Se esqueceu de fazer algo prometido:

– Obrigada pela paciência, vou buscar/fazer agora.

4 – Discutiu com o cunhado, a sogra, o genro, o irmão… e deixaram de conversar por um tempo:

– Grata por se importar com meus filhos, por ser uma pessoa atenciosa, pelo respeito aos meu pais…

Encontre algo de bom naquela pessoa (acredite, todos têm!) e agradeça. Simplesmente, agradeça.

Use a criatividade!

Claro que pedir perdão é uma atitude nobre e deve ser feito sempre que julgar importante, mas há pessoas que pedem tantas desculpas e se justificam tanto, que a atitude em si deixa de ter valor, sem contar o tempo enorme que gastam contando detalhes das inúmeras desculpas…

Então, aprenda a agradecer e fuja de se justificar.

Atitudes simples como essa demonstram que você se importa, mostra sua autoconfiança, seu respeito pelos outros, e vai despertar a admiração deles por você.

E, claro, aprenda a perdoar, senão não será capaz de agradecer de coração.

Aproveite que está buscando ser uma pessoa melhor e reata seus relacionamentos, especialmente com as pessoas da sua família.

Sabe por quê?

A nossa família é o maior tesouro que temos!

Na hora das dificuldades o que vai valer na realidade é a sua família, por mais difícil que seja o relacionamento de vocês.

Se ainda não tem orgulho da união da sua família, que você seja a luz a despertar o carinho e bom relacionamento entre todos.

Experimente e me fale o resultado. Ficarei feliz em saber.

Autora: Wayne Valim

http://www.waysup.com.br/conheca-a-coach-wayniere-valim/

___________________________
Gostou? Compartilhe:

 

Resiliência: 7 dicas práticas para ter emoções à prova de balas

Já passou por algum momento em que tudo parece estar contra você? Por mais que tente manter a força e a motivação, vem uma nova rasteira da vida.

Sim, eu também já passei por momentos assim, e não foram poucos…

Por isso, quero abordar a importância de aprendermos a lidar com os próprios erros e buscar a motivação para continuar a jornada, mesmo quando nos parecem esgotadas todas as energias.

Ao longo da vida, somos muito mais estimulados a amar o sucesso e a detestar o fracasso.

E você pode me perguntar: “Mas seria possível amar o fracasso?” rs

Bem, nem tanto, contudo podemos desenvolver um sentimento de maior aceitação diante dos erros cometidos, percebendo até mesmo os benefícios dos próprios fracassos.

Vivemos em uma era onde nunca na história registraram-se tantos problemas de saúde mental entre estudantes, universitários e profissionais no mundo do trabalho.

Em 2013, a American College Health Association consultou cerca de cem mil universitários de 153 campus diferentes nos Estados Unidos e constatou, dentre outros resultados, que 84,3% dos alunos haviam se sentido oprimidos por causa de tudo o que tinham de fazer e 51,3% haviam sentido uma angústia esmagadora nos últimos 12 meses.

E uma das possíveis causas desses índices tão expressivos, segundo especialistas, se dá pela alta exigência da sociedade pelo sucesso acadêmico e profissional.

E posso arriscar que outro grande motivo é a maneira com a qual lidamos com os próprios erros e a nossa falta de resiliência.

E o que é resiliência?

É a capacidade de se recuperar das adversidades. Trata-se daquilo que nos dá vontade de seguir adiante.

Para a Física, resiliência consiste na resistência que os materiais apresentam quando são expostos a um choque ou percussão, ou seja, trata-se da capacidade de voltar ao estado normal, como, por exemplo, uma bola de borracha amassada que, depois de algum tempo, retorna à aparência original.

E esse é um ponto de reflexão importante.

De 0 a 5 quanto se percebe resiliente?

Com qual frequência você desiste de algo que não está dando certo? Por exemplo, abandona um curso de idiomas porque tirou nota baixa? Desisti de tirar uma certificação técnica importante para sua carreira, porque não saiu bem no simulado?

Como costuma reagir diante de um feedback negativo ou de uma crítica maldosa?

Quanto tem persistido para aprender novas competências? Tocar um instrumento musical, aprimorar o inglês, falar em público?

Pois saiba que ninguém adquire resiliência pelo pensamento ou pela força de vontade… Seria muito bom se assim fosse. Mas é se permitindo errar e buscando novas maneiras e tentativas para acertar.

Carol Dweck, professora de psicologia de Stanford, na Califórnia, concebeu um conceito que se chama “Mentalidade de Crescimento”.

O mantra da mentalidade do crescimento é não parar, continuar tentando e aprender, mediante o esforço, que é possível chegar aonde se que ir. O que ela está ensinando aqui é, em certo sentido, a sermos mais resilientes.

Para mim, há dois fatores que nos impedem de sermos mais resilientes e mantermos a motivação diante das dificuldades da vida:

  1. O medo (do ridículo, da crítica, do fracasso) e
  2. A ansiedade de querer que tudo seja perfeito, especialmente aos olhos dos outros.

Nós nos comparamos o tempo todo com as outras pessoas, imaginando quanto a vida do outro é melhor do que a nossa e nos confinamos a padrões estabelecidos pela sociedade.

Quantas vezes pensamos:

“E se eu errar na hora da apresentação do meu projeto? O que vão pensar de mim? E se me criticarem? Como vou conviver com essa vergonha?”

E daí ocorre a desmotivação, ficamos com medo de correr riscos ou tentar coisas novas e escolhemos o caminho mais fácil para evitar o erro.

Assim, nos isolamos e, muitas vezes, desistimos.

O que fazer, então? Como ser mais forte e mais resiliente diante das adversidades?

Essas 7 dicas práticas podem ajudar o seu desenvolvimento:

1 – Continue a elevar os seus padrões:

Busque maiores responsabilidades, oportunidades, desafios e liberdades.

Isso fomenta a competência, a confiança e ajuda a construir a resiliência.

2 – Controle a tendência ao perfeccionismo:

Tente, esforce-se, persista, execute e aprimore-se! Mas não exija a perfeição sempre.

3 – Pense nos momentos difíceis pelos quais já passou:

Pode ter sido uma demissão, a reprovação de uma promoção no trabalho, a perda de um ente querido ou do seu animal de estimação, dar duro numa prova e, ainda assim, tirar uma nota baixa, amassar o carro novo…

O que você fez superar? A coragem, a vontade de vencer, a persistência?

Você pode continuar aprimorando-as, porque são suas qualidades e estão aí, mesmo que adormecidas.

4 – Identifique os seus valores humanos:

  • ser uma pessoa forte;
  • ser admirada por suas realizações;
  • fazer a diferença na vida das pessoas;
  • ter compaixão;
  • possuir segurança no que faz;
  • ter liberdade;
  • ser confiável.

Mentalize-os! Os nossos valores nos motivam!

  • – Pense em algo que realize com maestria:

Tocar um instrumento, ajudar ao próximo, lidar com conflitos, se importar com as pessoas…

Como conseguiu atingir esse nível? Acertou da primeira vez?

Eu tenho certeza de que não! O que fez você persistir?

  • – Busque o autoconhecimento.

Traga para sua consciência seus pontos fortes e aprenda a usá-los nos momentos difíceis.

7 – Entenda que o erro e o fracasso fazem parte do nosso aprendizado:

  • Thomas Edison foi considerado “muito burro para aprender qualquer coisa”” – após 1.001 tentativas, acertou.

Ele disse: “Eu não falhei 10.000 vezes. Eu fui bem-sucedido pois encontrei 10.000 maneiras que não funcionam.”

  • Walt Disney – Em 1919 ele foi demitido do jornal Kansas City Star porque “faltava imaginação e ele não tinha boas ideias”.
  • Os Beatles, em um teste para mostrar sua música, ouviram “grupos de guitarra estão saindo de moda”.
  • Antes de J.K. Rowling alcançar grande sucesso com Harry Potter, estava falida, era uma mãe solteira divorciada lutando para sobreviver com um programa de ajuda do governo.

Resumindo, como disse Julie Haims em seu livro Como criar um adulto, a resiliência é simplesmente isto, a capacidade de dizer para si mesmo:

“Estou bem. Posso optar por resolver isso, posso descobrir outro caminho ou posso decidir que, no final das contas, não é isso o que quero. Eu ainda sou eu mesmo. Ainda sou amado. A vida continua”.

Dr. Harriet Riossettim, da Clínica de Recuperação de Los Angelis, afirma:

“Os melhores indicadores de sucesso são a resiliência, a determinação, a capacidade de cair e levantar. Se o impedirem de experimentar o desconforto ou o fracasso, você não saberá lidar com essas coisas”.

A escritora e pesquisadora Brené Brown em seu TED Talk (a quarta conferência mais assistida do mundo) fala sobre alguns dos temas que mais temos dificuldade na vida: vulnerabilidade, imperfeição e vergonha.

Ela afirma que aceitar os próprios erros, as próprias imperfeições e as próprias vulnerabilidades podem levar a uma vida mais aprazível e alegre.

Uma das frases dela de que mais gosto é esta:

“Sim, sou imperfeita e vulnerável, às vezes tenho medo, mas isso não muda o fato de que também sou corajosa e digna de amar e fazer parte”.

Se você está prestes a enfrentar algum momento importante da sua vida, aprimore-se e tenha certeza de que está fazendo o seu melhor para atingir o sucesso.

Ter a consciência tranquila em relação a isso é um passo importante para sua autoconfiança.

Portanto, persista, não desista, conserve o seu interesse e empenho. Se algo não ocorrer como espera, trace novas metas, defina novos objetivos.

Se a vida lhe der limões, pegue-os e faça uma limonada.

Olhe para você! Conheça-se, entenda o que vai no seu íntimo. O que aquece o seu coração?

Uma vida de sentido vai além de seguir o que todo mundo faz. Ela deve estar conectada a você,  à sua felicidade.

Autora: Wayne Valim

http://www.waysup.com.br/conheca-a-coach-wayniere-valim/

___________________________
Gostou? Compartilhe:

botão newsletter
Curta nossas redes sociais:

 

 

Disciplina: o hábito Nº 1 das pessoas de sucesso

Acabei de me sentar à mesa de trabalho para escrever este artigo.

Abri o computador e, por azar, a primeira tela que apareceu foi a caixa de entrada de e-mails. Olhei atentamente para ela e subitamente fechei a aba. Ufa! Se as novas mensagens aparecessem ali eu estaria frita… rs

Então, imediatamente pensei: minha meta hoje é escrever este artigo.

Respirei fundo, abri o Word e me lembrei de que precisava comprar as minhas passagens de Goiânia para São Paulo antes que os preços subissem… (chego ao Brasil no dia 7/9 e dia 19 estarei em São Paulo).

Cheguei a abrir o browser para acessar o site de viagens e, então, com firmeza disse a mim mesma:

– O que está fazendo?
– Qual é a sua prioridade agora, dona Wayne???? Ooops!

Fechei imediatamente a internet e escrevi bem grande à minha frente: minha PRIORIDADE é escrever AGORA uma mensagem de impacto!

Ufa! Já estou no sexto parágrafo… rs

E é assim…. quantas vezes queremos tanto:

• Ler um livro;
• Assistir àquela videoaula do curso on-line;
• Estudar um novo método;
• Ir à academia que estamos pagando faz tempo;
• Falar mais com os pais;
• Ter mais contato com os amigos;
• Organizar as gavetas entulhadas;
• Doar as roupas que não mais usamos…

É preciso muita disciplina, certo? Hummm…. Será???

Pois eu quero lhe provar que não!

Muitos acreditam que a disciplina seja uma característica que faz parte da personalidade das pessoas, mas enganam-se.

Você nunca deve dizer: –“Ah, eu não sou disciplinada como fulana”.

Pode até ser que não seja mesmo… Ainda! Pois, ao final da leitura desta mensagem, você
perceberá que disciplina é algo que desenvolvemos e praticamos.

A disciplina é um HÁBITO!

E, como sabemos, para adquirir um hábito, é preciso treino e, para chegar à perfeição, a prática é essencial.

O significado de disciplina que vamos abordar não é aquele descrito nos dicionários, cujas palavras-chave são: ordem, respeito, obediência, submissão, autoridade.

Quero, primeiramente, que desmistifique o conceito de disciplina em sua mente.

Entendo que ela nada mais é do que o primeiro e mais importante passo que você deve tomar para alcançar aquilo que deseja.

Ninguém conquista nada se não for disciplinado, se não perseverar naquilo que almeja.

Se você relembrar agora todas as coisas que já conseguiu na vida, verá que, para realizá-las, precisou de disciplina.

Seja uma viagem, concluir o ensino médio, aprender inglês etc. Pode ser que você até pense: – “Ah, mas essas coisas foram tão naturais para mim, nem me preocupei tanto com elas…”.

Entretanto, se refletir com mais calma, verá que, para fazer aquela viagem que tanto queria, precisou planejá-la; assim como para comprar as passagens com antecedência, não se atrasar para o embarque, preparar a mala atenciosamente… tudo isso exigiu disciplina.

Porém, outras providências exigem um pouco mais de preparo, organização, planejamento e um nível ainda mais elevado de disciplina.

Para isso, siga os passos a seguir:

1 – Conecte-se emocionalmente com o seu propósito

Para que você consiga ter mais autodisciplina, é necessário levar em conta uma série de fatores. O mais importante deles é você se sentir EMOCIONALMENTE LIGADA ao que estiver fazendo.

Por exemplo, se tem dificuldade em praticar atividades físicas, pense na energia boa que sentirá ao ouvir as pessoas dizerem que você está elegante, ao verificar a melhora nos
exames médicos, ao conseguir vestir uma roupa que não lhe servia mais, enfim, imagine a satisfação de ter tomado o controle das suas vontades.

Se perdeu o estímulo por estudar algum curso de idiomas que se inscreveu, mentalize como será falar com pessoas de outras culturas, como se sentirá confiante ao atender a uma ligação do exterior no trabalho, a alegria ao se conectar com internautas de outros países pelas redes sociais. Isso é criar conexão emocional.

2 – Planeje o seu dia priorizando o mais importante

Isso parece tão batido, né?

E é! Mas não há outro meio para desenvolver o hábito da disciplina.

Tem que planejar e priorizar o que é mais importante, senão vai cair na primeira tentação!

(Por que eu consegui fechar o browser da minha Caixa de entrada de e-mail? Por que estou escrevendo antes de comprar as passagens? Porque eu tinha prioridade!)

Entende o efeito dessa priorização em nossas realizações?

Planeje o seu dia e defina 3 prioridades antes de QUALQUER atividade, antes de ler os e-mails, de ver as notícias, de acessar as redes sociais…

Ou, melhor ainda, eleja as 3 prioridades do dia seguinte e as leia antes de dormir. Você verá que se lembrará delas ao acordar e se sentirá muito mais motivada ao se levantar.

3 – Exercite a disciplina diariamente nas pequenas tarefas

• Comece e termine a reunião no horário marcado. Não ultrapasse!;
• Iniciou um e-mail, finalize-o;
• Abriu a gaveta, feche-a;
• Usou algum objeto, guarde-o;
• Começou a assistir à aula, termine-a;
• Leia um capítulo até o fim ou a página inteira, não pare na metade;
• Ficou de falar com alguém da equipe? Cumpra o combinado!

[E, aqui, preciso contar uma coisa…

Quando eu era CIO(Chief Information Officer, é o responsável pela tecnologia da informação) de uma empresa bem grande, um dos meus gestores chegava a remarcar uma reunião comigo 5 vezes! Isso é péssimo!

Imagine como eu me sentia. A mensagem clara para mim era: “O que você tem a me dizer não é importante”. O pior que isso acontecia até quando ele mesmo pedia a reunião… vai entender…]

Em vez de pensar “Depois eu faço”, diga: “Depois, não! AGORA!”.

***

E, para você que teve a disciplina de ler a mensagem até aqui, uma…

#Dica extra: Reconheça suas conquistas!

Enxergue cada aprendizado, cada ganho, cada conquista e orgulhe-se disso.

• Se você conseguiu terminar um trabalho que há muito tentava finalizar, comemore;
• Se acordou e arrumou sua cama antes de sair, sinta-se bem por isso;
• Se planejou o seu dia e agiu conforme seu planejamento, tenha em mente que você é uma das poucas pessoas que conseguem fazer isso.

Cada conquista vale muito e é devagar e sempre que você conseguirá se tornar uma pessoa disciplinada e realizadora.

Por isso, não desista!

Assim, você não precisará ter disciplina para sempre, porque quando o hábito se forma, não precisará mais de tanta força de vontade, será mais fácil, natural e em você.

E só de saber disso, nos dá um tremendo alívio e traz mais leveza!

Autora: Wayne Valim

http://www.waysup.com.br/conheca-a-coach-wayniere-valim/

___________________________
Gostou? Compartilhe:

botão newsletter
Curta nossas redes sociais:

 

 

Meta SMART: entenda o que é na prática e como você pode implementar na sua empresa

Você já viu alguns exemplos de metas SMART? Bom, é que definir metas para uma empresa nunca é um caminho fácil, se não for feito com cuidado.

Muitas vezes, existe o risco de deixar algo importante de lado e focar em ações desnecessárias. Ter metas que cubram diversas áreas da empresa é quase sempre benéfico, mas há algumas desvantagens em ter metas em excesso.

A verdade é que elas são muitas vezes mal planejadas. Mesmo se você atingir seu objetivo, isso pode não fornecer algum benefício significativo para o negócio.

E como diria Peter Drucker:

“Não há nada mais inútil do que fazer bem feito algo que não precisava ser feito”

Outras vezes, as pessoas estabelecem metas que não são realizáveis. Embora elas possam inspirar uma pessoa e engajar colaboradores no começo, geralmente levam à frustração e ao desapontamento quando não são alcançadas.

É por isso que você precisa conhecer agora mesmo as metas SMART, uma metodologia para ser mais assertivo ao fazer essa definição de metas.

Confira agora alguns exemplos de metas SMART para aplicar o quanto antes na rotina das suas equipes de alta performance.

O que são metas SMART?

Na prática, as metas SMART podem ser definidas como a solução ideal para auxiliar pessoas, times e empresas a definirem aonde querem chegar.

Essas metas são definidas seguindo um padrão e com critérios específicos, que são facilmente lembrados usando a sigla SMART.

Cada letra representa uma palavra em inglês que deve fazer parte de cada meta, mas podemos facilmente traduzir para o português:

  • S – Specific (específico)
  • M – Measurable (mensurável)
  • A – Attainable (atingível)
  • R – Relevant (relevante)
  • T – Time based (temporal)

Definir metas SMART, que são sempre diferenciadas quando comparamos com as metas simples, vai ajudar a trazer o máximo de resultados para sua empresa e seus times. Mas como criar esse tipo de meta no seu dia a dia?

Como desenvolver as metas SMART?

Para trabalhar no desenvolvimento dessas metas, é preciso conhecer a fundo o significado por trás de cada uma das palavras relacionadas ao acrônimo SMART.

Fazendo isso, definir metas e objetivos SMART será cada vez mais simples. Tudo o que você precisa fazer é criar uma meta que atenda a cada um dos critérios que verá com detalhes a partir de agora.

S = Específico

Bons objetivos não podem ter duplo sentido. Por isso, para definir uma meta SMART, você precisa ter um objetivo claro e simples. Por exemplo, em vez de dizer “esse ano quero ter um corpo definido”, você poderia dizer “vou perder 10 quilos nos próximos 60 dias”.

Você pode ver como o exemplo é muito mais específico e, portanto, é um objetivo melhor? Com o tempo, nos acostumamos a criar metas abrangentes demais. Mas para ter resultados concretos, é importante ser cada vez mais específico.

M = Mensurável

Aqui o foco é entender que precisamos sempre definir metas mensuráveis, ou seja, que podem ser medidas. O acompanhamento de metas é uma parte importante da gestão de equipes e negócios.

Isso permite que você defina marcos que podem ser comemorados quando conseguir atingi-los e também reavaliar quando não foram alcançados. É fundamental ter sempre algum aspecto da sua meta que possa ser medido e avaliado de forma numérica.

A = Atingível

Muitas pessoas caem na armadilha de estabelecer metas impossíveis para si mesmas ou para suas equipes. Enquanto objetivos impossíveis podem empurrá-lo para a frente por um tempo, você certamente vai desistir deles em algum momento.

Em vez de impossíveis, seus objetivos devem ser desafiadores, mas sempre alcançáveis. Antes de definir uma meta, tenha certeza de que você ou seu time realmente tem a possibilidade de atingir.

R = Relevante

Nem todas as metas valem como as outras. A menos que seu objetivo seja relevante para o seu plano estratégico, alcançá-lo pode não significar nada.

Para garantir que sua meta seja relevante, certifique-se de que valha a pena, certifique-se de que alcançá-la proporcionará benefícios positivos à empresa e certifique-se de que essa meta esteja alinhada com as outras metas que o negócio tem.

T = Temporal

Boas metas precisam ter um tempo limite associada a elas. Por exemplo, em vez de dizer “quero começar a ler mais livros”, você poderia dizer “vou ler dois livros nos próximos três meses”.

A pessoa que estabeleceu a segunda meta estará mais motivada para ter sucesso, já que tem um tempo específico em mente para cumprir.

Perceba também como esse segunda meta se encaixa perfeitamente no padrão SMART! Além de ser temporal (T), ela é bem específica (S) e focada em um caminho, é mensurável (M) tanto em relação ao tempo como a quantidade, é facilmente atingível (A) e também relevante (R). Afinal, um bom livro pode ajudar qualquer pessoa.

6 Exemplos de metas SMART

Pensando na parte prática para escrever suas metas SMART, é uma boa ideia anotar cada um desses critérios e escrever uma frase ou duas sobre como seu objetivo se ajusta a cada um deles.

Se você puder escrever uma meta que atenda a cada um desses critérios, você terá uma meta SMART e uma mudança de atitude que vai ajudar muito mais do que uma meta padrão.

Vamos conferir agora 6 exemplos de metas SMART que podem servir de modelo para criar as suas:

  1. Contratar mais 5 pessoas para a área de vendas até dezembro deste ano;
  2. Diminuir em 50% os custos com aquisição de novos equipamentos em 6 meses;
  3. Duplicar o número de publicações no blog do site em 4 meses;
  4. Aumentar em 20% as vendas no mês de novembro em relação ao mesmo período do ano passado;
  5. Aumentar a avaliação média da empresa no Google em 30% nos próximos 3 meses;
  6. Investir 15% do lucro do semestre anterior em 4 treinamentos para os colaboradores nos próximos 2 meses.

Olhar cada um desses exemplos de metas SMART e analisar se cumprem com os critérios que definimos vai ajudar você a entender como desenvolver as suas próprias metas.

Veja nesse vídeo as 7 maneiras que vão ajudar você a transformar seus sonhos em realidade e conheça os 5 passos do método SMART:

Para ter acesso ao e-book com o passo a passo do método mais eficaz para conquistar objetivos, é só clicar no botão abaixo:

Clique aqui para ter acesso ao e-book

Artigo extraído e adaptado de Siteware.

_____________________________

Gostou? Compartilhe:

 

botão newsletter
Curta nossas redes sociais: