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Os efeitos físicos e psicológicos da Gratidão

“A gratidão é um antídoto contra emoções negativas: quanto mais uma pessoa for grata, menos chance ela tem de ficar deprimida, ansiosa, solitária ou neurótica”, afirmou a doutora Susan Andrews, psicóloga da Universidade de Harvard, em seu livro A Ciência de Ser Feliz.

Praticar a gratidão pode parecer um conselho meloso de autoajuda, mas o fato é que diversos experimentos comprovam que esse hábito traz diversos benefícios, inclusive contribui de maneira significativa para a felicidade.

Ao apreciarmos as coisas boas da vida, a gratidão nos ajuda a sempre valorizar as circunstâncias positivas, e assim podemos continuar a extrair satisfação delas.

É uma forma de as pessoas apreciarem o que elas têm, em vez de sempre procurar algo novo, na esperança de que elas as tornem mais felizes, ou de pensar que não podem se sentir satisfeitas até que todas as necessidades físicas e materiais sejam atendidas.

Pessoas que cultivam a gratidão:

• Dormem melhor e têm menos enxaquecas, problemas de pele, tosse e náuseas;

• Experienciam menos raiva e amargura;

• São mais bem-dispostas, otimistas e mais inclinadas a ajudar os outros;

• Têm maior autoconfiança e autoestima e lidam melhor com estresse e traumas;

• Desfrutam de relacionamentos interpessoais mais harmoniosos.

Parece óbvio que praticar a gratidão nos causa sensação de prazer e paz interior, mas o que acontece é que, na maioria das vezes, não temos o hábito de agradecer as coisas corriqueiras da vida.

Caímos numa rotina de exigências dos outros e nos acostumamos muito mais a reclamar do que agradecer.

Portanto, a minha proposta é incentivar você a desenvolver esse hábito que só exigirá um olhar diferenciado para o que já possui em sua vida, como, por exemplo:

  • O sorriso do seu filho;
  • O abraço acolhedor do amigo;
  • O carinho sempre presente da mãe;
  • O trabalho que lhe dá o sustento;
  • A brisa no rosto;
  • A natureza sempre presente;
  • Seu cachorro que o recebe pulando…

Não custa muito transformar a interpretação do que lhe causou frustração em algo positivo.

Preste mais atenção no que aconteceu de bom no seu dia. E a cada acontecimento desagradável, descubra um aprendizado e logo a sua mente estará programada para prestar maior atenção às situações positivas da vida.

Pesquisas científicas apontam que a prática da gratidão traz benefícios físicos, psicológicos e sociais:

Físicos

  • Fortalecimento do sistema imunológico;
  • Menor incômodo por dores;
  • Baixa pressão arterial;
  • Pessoas gratas se exercitam mais e cuidam melhor da saúde;
  • Dormem mais e melhor e se sentem mais revigorados ao acordar.

Psicológicos

  • Pessoas gratas mantêm um nível superior de emoções positivas;
  • Estão sempre mais alertas, vivas e despertas;
  • Sentem mais alegria e prazer;
  • Demonstram maior otimismo e felicidade.

Sociais

  • Pessoas gratas se sentem mais úteis;
  • São mais generosas e têm maior compaixão pelo próximo;
  • São mais propensas a perdoar;
  • São melhores companhias;
  • E são menos solitárias e isoladas.

Que tal, então, fazer a sua lista de gratidão e ver como se sente?

“Se a única oração que você fizer durante toda sua vida for obrigado, isso já será o bastante.”

Meístre Eckhart, místico alemão.

Por falar nisso, minha eterna gratidão por estar comigo nesta jornada de autoconhecimento e fortalecimento emocional!

Lembrou-se de alguém a quem tem imensa gratidão? Envie este link com um recado especial! 😉

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Você não precisa fazer tudo [email protected] 

Algo curioso tem me chamado atenção ultimamente: um grande número de pessoas sobrecarregadas no trabalho ou por conta dos diversos papéis da vida, entrando em estado crítico de estresse e de desmotivação.

As consequências mais graves disso são o sofrimento causado pelo exagero de atividades e o desequilíbrio emocional que tem impacto direto na qualidade de vida das pessoas.

Sofrer por sentir-se sobrecarregado não traz benefício a ninguém. Nem para quem sofre nem para os que estão à sua volta.

Há uma pressão insana interna e também externa cobrando por resultados.  Aguentar até quando puder é o lema da maioria das pessoas nessa situação.

Quanto mais demoramos para pedir ajuda, mais difícil será reverter a situação. 

Mas eu entendo por que as pessoas deixam chegar a esse ponto.

O fato é que ninguém reserva um tempo para si.

A própria carga de problemas, de trabalho e de atividades é tão grande que geralmente só buscamos ajuda:

  • Quando nos sentimos infelizes com o trabalho, ou
  • Quando recebemos um feedback negativo de alguém; ou
  • Quando perdemos uma oportunidade de trabalho; ou então…
  • Entramos em processo de desmotivação, estresse, ansiedade tão grande que essa condição acaba afetando a nossa saúde…

O problema é que a maioria de nós pensa que esse cenário irá se resolver por si só e vai levando os acontecimentos até quando der, até onde conseguir, tentando ser forte… aliás, exigindo de si mesmo uma valentia hercúlea.

Mas a gente se esquece de que, se correr atrás disso após o esgotamento, a recuperação se torna muito mais penosa, porque será necessário lidar também com o desgaste emocional, que estará abalado e desequilibrado. E o resultado demora muito mais a surgir…

Acompanho isso de perto com diversas pessoas que chegam até mim buscando ajuda, muitos em condições de desmotivação, estresse e até mesmo com desequilíbrio total entre todas as áreas da vida…

Nessas situações, as melhorias demoram muito mais a surgir, porque é preciso resgatar primeiro a energia e a disposição da pessoa e só depois direcionar o desenvolvimento para a busca de metas e resultados.

Sabendo disso, preparei dicas cruciais para que possa agir com proatividade em relação a você e não deixe chegar ao fundo do poço para só então buscar ajuda.

Vamos na ordem!

1 – De onde vem a sobrecarga?

  • Do seu trabalho, de casa? 
  • Quem está impondo essa sobrecarga a você? 
  • Seu chefe, os colegas, os filhos, a condição financeira ou você mesmo(a)?

Antes de pedir ajuda é importante entender por que você precisa e de onde vêm as maiores exigências. Isso será fundamental para seguir para o próximo passo.

2 – Tenha clareza de qual tipo de ajuda você precisa

  • Se vem do trabalho, converse com a equipe, com o chefe e sugira uma reavaliação das prioridades;
  • Se a origem é da família ou dos filhos, que tal fazer uma reunião e dividir as tarefas de casa?
  • Se vem de você, as próximas dicas serão especiais nesse caso…

3 – Faça uma lista de tudo que tem para fazer nesta semana. 

  • O que pode ser excluído de imediato?
  • Faça um OLX: Desapegue! (risos)

“Decidir o que não fazer é tão ou mais importante do que decidir o que fazer.” Steve Jobs

4 – O que pode delegar? 

Esqueça aquela velha mania de achar que não tem ninguém que vai fazer igual a você. 

A verdade é que não vai fazer mesmo, mas e se essa pessoa fizer melhor? 

Por que está exigindo tanta perfeição?

Fazer com perfeição é importante, mas será que tudo precisa ser assim?

5 – Pare de aceitar todos os pedidos. Aprenda a dizer não com gentileza. 

Postei dois vídeos meus no YouTube que ensinam isso:

  • “Uma das melhores maneiras de dizer não”: https://youtu.be/YlAdio1ID0M
  • “Como focar no que é importante”: https://youtu.be/RHlfZD4N2Yg

6 – Priorize as três atividades mais importantes

  • Quais são as 3 prioridades do seu dia que não poderá voltar para casa sem finalizá-las?
  • Comece o seu dia por elas!

7 – Mesmo assim, a carga está difícil?

Busque ajuda profissional! Seja por meio das terapias, coaching, mentoring, treinamento, mas não espere entrar no estado crítico.

Platão dizia que a melhor coisa que podemos fazer por aqueles que amamos é nos tornar melhores como seres humanos, porque só assim teremos realmente algo a dar a eles.

Portanto, é hora de cuidar de você!

Tendo em vista que aplico técnicas de coaching em todos os trabalhos que faço, achei por bem trazer um pouco mais de conhecimento sobre essa metodologia e qual é a diferença entre ela e os demais programas.

A Federação Internacional de Coaching distingue coaching das outras abordagens similares da seguinte maneira*:

A Terapia lida com a cura da dor, disfunção e conflito no indivíduo ou nos relacionamentos. Foca-se em resolver as dificuldades que surgem do passado e em aprimorar o preparo psicológico para aprender a lidar com o presente de maneira emocionalmente saudável.

Já o Coaching tem seu foco no futuro. Embora sentimentos e emoções positivas sejam normalmente um resultado natural do coaching, o foco principal é criar estratégias de ação para atingir objetivos específicos na vida profissional ou pessoal. A ênfase do Coaching está na ação, na avaliação e no acompanhamento.

Mentoria (Mentoring) é realizada por um especialista que fornece conhecimento e orientação com base em sua própria experiência. A Mentoria pode incluir orientação, terapia, aconselhamento e coaching.

Coaching não inclui terapia nem aconselhamento e concentra-se nos indivíduos ou grupos, estabelecendo e atingindo os objetivos do próprio indivíduo.

Treinamento segue um caminho linear de aprendizagem que coincide com um currículo pré-estabelecido.

Coaching é menos linear e não possui currículo pré-estabelecido. Embora os objetivos sejam esclarecidos durante o processo, eles são firmados pelo próprio indivíduo ou equipe.

Pedir ajudar não irá prejudicar a sua imagem!

Pedir ajuda pode mostrar muito mais sua força do que fraqueza. Essa atitude mostra que você está se esforçando para conseguir o melhor resultado e, consequentemente, os interesses da empresa.

Você corre o risco de ter uma imagem prejudicada caso faça apenas reclamações, admitindo a seu chefe que não consegue realizar seu trabalho ou então quando se fecha com as inúmeras atividades a serem feitas, prejudicando seus relacionamentos.

Portanto, quando decidir conversar com as pessoas sobre a sua situação não vá apenas bater na porta para dizer o quanto você está sobrecarregado, conduza a situação de uma forma que mostre o quanto quer se adequar e se preparar para realizar seu trabalho de maneira eficaz.

* Por Kitty McConnell

Fonte: http://www.columbusceo.com/content/stories/2015/05/executive-coaching-defined.html

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7 estratégias seguras para lidar com pessoas difíceis

Nas diversas áreas da vida, convivemos com pessoas de todos os tipos de personalidade.

Algumas delas acabam se revelando muito difíceis de lidar: autoritárias, impositivas, usam um tom de voz que perturba o ambiente, nunca aceitam ideias contrárias, não reconhecem o avanço dos colegas ou da equipe.

Outras criticam de maneira torta qualquer coisa, reclamam a todo instante, não entram na divisão de tarefas, fazem pouco ou quase nada e ainda querem tirar proveito de situações.

Essas pessoas parecem ter o dom de nos irritar ou de nos colocar para baixo.

Todo mundo tem alguém assim na vida, pode ser o chefe, um colega de trabalho, um membro da família, a sogra, o cunhado, a nora, um “amigo”…

Em todo ambiente familiar ou profissional há pessoas difíceis de encarar. Elas estão presentes até mesmo nos grupos de WhatsApp com suas críticas, piadas de mal gosto e imposição de ideias.

A história da humanidade demonstra que o ser humano é cheio de intrigas, está sempre pronto para arrumar confusão e dar o troco pela ofensa recebida.

Quando temos algum interesse ou nos importamos com pessoas dessa natureza, podemos ajudá-las a melhorar e essa deve ser sempre a nossa primeira opção.

Mas, nem sempre somos bem-sucedidos nessa tarefa e precisamos, então, aprender a conviver com essas pessoas.

Por isso, algumas estratégias são fundamentais para nos fortalecer.

7 estratégias para lidar com pessoas difíceis:

1. Perceba a situação de maneira racional

Diante de um confronto ou conflito, analise:

  • Quais são os fatos?
  • Quais foram as causas?
  • Quem estava envolvido?
  • Qual foi o ponto específico que disparou a reação do outro?

2. Desative a emoção negativa da pessoa

Faça a ela perguntas do tipo:

  • Quando viu isso acontecer?
  • Qual resultado esperava?
  • O que faria no meu lugar?
  • Em quanto tempo posso resolver esse assunto?

Quando perguntamos de maneira equilibrada, usando um tom de voz natural, com a intenção de resolver e não de provocar, estamos desativando as reações da amídala da pessoa, parte do cérebro responsável pelas reações emocionais e ajudando-a a usar as funções do córtex pré-frontal, encarregado das tomadas de decisão.

Assim, poderão juntos encontrar as possíveis soluções.

3. Reflita

  • O quanto você pode ter de responsabilidade sobre a situação?
  • O que fazer para melhorar?
  • Como pode demonstrar o seu interesse em mudar a relação?
  • Essa situação já aconteceu antes? Quais medidas foram tomadas?
  • O que deu certo no passado que pode ajudar hoje?

4. Tenha empatia

  • Esforce-se para entender quais são os motivos para essa pessoa agir assim.
  • Procure ver com os olhos do outro, ouvir com os ouvidos do outro, perceber as situações com a história de vida dele.
  • Como agiria se estiver em seu lugar, com as metas dele, com os desafios dele?
  • Qual é a intenção positiva por trás de suas atitudes?

5. Utilize uma linguagem concreta e positiva:

Somos mestres em falar no negativo (“pare de gritar”, “não me aborreça”, “não quero ser pressionado”, “não me perturbe”).

Quando fazemos isso, reforçamos exatamente o que está ruim: “gritar, aborrecer, pressionar, perturbar…”

Então diga:

  • “Preciso de silêncio em casa para me concentrar melhor”;
  • “Para finalizar este relatório, necessito que me entregue as informações até ao meio-dia.”
  • “Preciso de mais 1 hora para finalizar essa atividade”…

6. Não justifique, nem culpe outras pessoas

  • Foque nas soluções, nas diversas possibilidades de resolução da situação;
  • Ficar dando desculpas, ou acusando outras pessoas só irá agravar a situação;
  • O silêncio pode ser de grande valia nessas horas.

7. Fortaleça sua inteligência emocional

Siga esses passos:

  • Reconheça suas emoções no momento (raiva, frustração, medo, insegurança…),
  • Quais pensamentos estão povoando a sua mente?
  • Em vez desse sentimento ruim, o que gostaria de sentir?

Quando tem clareza de suas emoções e pensamentos, você será capaz de interromper o ciclo negativo e provocar a mudança do seu estado emocional e assim recobrar sua paz de espírito.

Após tentar com toda a força do seu coração cada uma dessas alternativas e, mesmo assim nada mudar, talvez seja hora de optar pelo silêncio e fingir que não está ouvindo suas provocações.

Não entre no jogo emocional dessa pessoa. Mantenha sua centralidade.

Quando estamos a todo momento preocupados demais com pessoas que não merecem a nossa consideração, evitando ser quem somos de maneira autêntica, estamos vivendo a verdade delas e dando permissão a elas para continuarem tirando a nossa paz interior.

É preciso aprender a lidar com indivíduos com valores tão diferentes dos nossos e não nos deixar abater em certas situações.

Mantenha a sua essência, da pessoa equilibrada, gentil, diplomática que você é!

Assim, estará agindo de acordo com seus próprios princípios de humanidade e terá imenso orgulho de si após a poeira abaixar.

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O que mais bloqueia a empatia na comunicação

Esvaziar a nossa mente e ouvir com todos os nossos sentidos é uma arte para poucos nos dias atuais.

A nossa atenção está sujeita a inúmeras distrações, cada uma clamando mais alto por nossos olhos, ouvidos e dedicação.

Que bom seria se pudéssemos, ao mesmo tempo, orientar alguém no trabalho, falar com o filho ao telefone e ainda trocar mensagem com o chefe.

Você pode até dizer:

– Mas, Wayne, eu faço isso o tempo todo! Se não fizer não dou conta do meu dia…

Entendo, mas o desafio está em fazer tudo isso “com atenção plena”. Aí complica…rs

E isso é impossível, sabe por que?

Porque, ao contrário do que acreditamos e teimamos, não somos multitarefas. Somos monotarefas, ou seja, processamos mentalmente uma única coisa de cada vez. Você pode até fazer uma tarefa e outra bem rápido, mas ainda assim será uma de cada vez.

E estar por inteiro, de corpo e alma, no momento presente é o quesito número um da empatia.

Como afirmou o filósofo chinês Chuang-Tzu, “Ouvir com os ouvidos é uma coisa, ouvir com o intelecto é outra, mas ouvir com a alma não se limita a um único sentido, pois todo o ser escuta.”

Segundo o psicólogo e escritor Marshall B. Rosenberg, “a empatia é a compreensão respeitosa do que os outros estão vivendo.”

E o que mais bloqueia a empatia em nossa comunicação?

1 – Não conhecer a si mesmo

  • Qual é o seu jeito de comunicar?
  • Como gosta que falem com você?
  • Como você convence as pessoas das suas ideias?
  • Qual é o tipo de pessoa mais difícil de convencer?

Se não souber claramente responder a essas perguntas, terá grande probabilidade de incorrer no próximo erro.

2 – Tratar a todos igualmente:

As pessoas são diferentes:

  • Algumas preferem que sejamos breves, específicos, claros. Outras gostam que antes criemos um ambiente amistoso, amigável.
  • Para algumas pessoas é preciso sermos realistas, detalhistas e rigorosos com os temas. Para outras, a interação com os outros é mais importante, preferem que conversemos, expondo nossas impressões e sentimentos.

Entender cada estilo e ajustar a sua comunicação a cada um fará com que demonstre mais atenção ao outro e a comunicação fluirá de maneira mais assertiva.

3 – Fazer julgamentos:

  • “Ela é preguiçosa demais”;
  • “Isso é impróprio”;
  • “Está errado!”;
  • “Eles são muito preconceituosos”;
  • “O seu problema é ser egoísta demais”.

Pensamentos e falas assim bloqueiam qualquer tipo de entendimento das necessidades e sentimentos alheios. Livre-se deles!

4 – Ter atitudes como:

  • Aconselhar: “Acho que você deveria fazer assim…”
  • Competir pelo sofrimento: “Isso não é nada, espere só pra saber o que aconteceu comigo…”
  • Educar: “Se você fizer exatamente o que estou te dizendo, vai dar certo…”
  • Consolar: “Não foi sua culpa, você fez o melhor.”
  • Contar uma história: “Isso me lembra uma ocasião em que eu…”
  • Encerrar o assunto: “Anime-se. A vida segue…”
  • Solidarizar-se: “Oh, coitadinho…”
  • Corrigir: “não foi assim que aconteceu…”

Devemos sempre nos lembrar que quando o outro está relatando um problema, um sofrimento, uma dificuldade, tudo isso se refere a ele.

Por mais duro que pareça, não se trata de nós, não sabemos os seus sentimentos. Simplesmente ouça e encoraje a pessoa a continuar falando sobre si.

Não importa o que os outros digam, nossa comunicação só será empática quando conseguirmos por nossa presença absoluta identificar o que o outro está:

  • Observando;
  • Sentindo;
  • Necessitando;
  • Pedindo.

Rosemberg afirma em seu livro Comunicação Não-Violenta: “Quando escutamos os sentimentos e necessidades da outra pessoa, reconhecemos nossa humanidade em comum.”

Exercite todos os dias! A empatia é uma competência e, portanto, pode ser desenvolvida, treinada.

Os benefícios são imensos, a começar por revelar a essência do ser humano que é.

Demonstre que você se importa!

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Dicas para ser uma mulher de sucesso

Descubra os passos que podem te revelar como ser uma mulher de sucesso profissional no mercado de trabalho da atualidade

Embora a tendência do mercado de trabalho nos dias de hoje aponte para um futuro com cada vez menos desigualdade entre os gêneros, as trabalhadoras do sexo feminino ainda enfrentam uma série de preconceitos e barreiras para conquistar uma carreira de prestígio, e saber como ser uma mulher de sucesso é fundamental para trilhar um caminho profissional promissor.

Com isso em mente, separamos algumas dicas especiais para que fique mais simples entender como ser uma mulher de sucesso no mundo de hoje, baseada em depoimentos e citações de mulheres profissionalmente poderosas e bem-sucedidas no mercado atual. Confira e inspire-se:

  • Seja persistente
    Desanimar em função de uma falha não é uma opção, e as mulheres que chegam aos postos mais altos do mercado precisam batalhar e insistir muito nos seus objetivos para alcançá-los.
  • Saiba ouvir “não”
    Acostumar-se a escutar a palavra “não” no ambiente e no mercado de trabalho é essencial para as mulheres, que sem dúvidas receberão muitas respostas negativas até alcançar o que desejam.
  • Tenha coragem
    Não deixe de batalhar por oportunidades boas, mesmo que as considere pouco prováveis de conseguir. Coragem é fundamental para crescer.
  • Defina seus objetivos
    Ter seus objetivos definidos de forma bem clara é essencial para não perder o foco durante o caminho, e tanto o profissional como o pessoal devem entrar nesse planejamento.
  • Aprenda a escutar
    Ao trabalhar com pessoas mais inteligentes ou experientes, saiba tirar proveito da oportunidade e escutar bem o que eles têm a dizer e ensinar, aperfeiçoando a sua própria atuação por meio de bons exemplos.
  • Seja curiosa
    A curiosidade é uma das melhores características para quem deseja progredir profissionalmente, e ajuda a gerar novas ideias e caminhos de pensamento.
  • Adote um mentor
    Poder contar com um profissional de mais experiência na hora de tomar decisões e fazer planejamentos profissionais é de grande auxílio para progredir.
  • Ignore o preconceito
    Inevitavelmente, uma mulher terá que enfrentar alguns preconceitos ao se destacar no mercado de trabalho, e é preciso se preparar para isso durante a caminhada para o sucesso, aprendendo como relevar e evitar conflitos em função desse tipo de situação.

Artigo extraído e adaptado de Convenia.

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10 filmes a que todo empreendedor deve assistir

Divirta-se e veja lições de empreendedorismo em filmes consagrados!

 Muitas vezes saímos do cinema encantados depois de assistir a um filme. Uma boa história serve de modelo e inspiração para qualquer espectador. Por isso separamos dez filmes a que todos os empreendedores deveriam assistir. Com mensagens diretas e indiretas, atitudes lícitas (e às vezes nem tanto), eles mostram a atuação no mundo dos negócios. Prepare sua pipoca e inspire-se com a lista abaixo, composta por filmes mais recentes e outros tirados do fundo do baú.

– “O lobo de Wall Street” (2013): o filme é uma cinebiografia sobre o corretor de ações Jordan Belfort (Leonardo DiCaprio), que ficou rico e depois foi preso por acusações de fraude e outros crimes de colarinho branco. Apesar de ser uma comédia que parece ignorar a gravidade dos atos de Belfort, o filme dá algumas lições sobre jogo de cintura e principalmente para investidores.

– “O homem que mudou o jogo” (2011): longe de ser um filme sobre esporte, “O homem que mudou o jogo” mostra como o treinador Billy Beane (Brad Pitt) fez o Oakland Athletics se destacar na liga nacional de beisebol. A grande sacada de Beane para fazer isso foi analisar estatísticas da equipe, que tinha a menor folha salarial entre as competidoras.

– “A rede social” (2010): “A rede social” conta a história de Mark Zuckerberg (Jesse Eisenberg), o fundador do Facebook, mostrando a criação da rede dentro da universidade Harvard, em 2003. Mostra sua controversa relação com outros fundadores, como o brasileiro Eduardo Saverin (Andrew Garfield), e com empreendedores, como Sean Parker (Justin Timberlake), o primeiro presidente do Facebook.

– “Quem quer ser um milionário” (2008): este filme britânico que mais parece um trabalho de Bollywood mostra o jovem Jamal Malik (Dev Patel) num famoso programa de perguntas e respostas na TV. Jamal busca em sua própria história, marcada por uma infância miserável e violenta, as respostas para as questões perguntadas pelo apresentador. É um exemplo de busca de força interior, algo essencial para empreendedores.

– “À procura da felicidade” (2006): em “À procura da felicidade”, Will Smith interpreta Chris Gardner, um pai de família com problemas financeiros. Tantos que sua mulher sai de casa, deixando o filho Christopher (Jaden Smith), de 5 anos. Chris consegue um estágio não-remunerado numa corretora de valores, mas não consegue dar conta das despesas da casa. Com isso, ele e o menino acabam dormindo em abrigos e estações de trem. É um grande exemplo de que se você tem um sonho, não deve desistir de alcançá-lo.

– “Piratas da informática” (1999): um clássico entre os apaixonados por tecnologia, Piratas da informática também é conhecido como Piratas do Vale do Silício. O filme mostra o começo de duas das principais empresas de tecnologia do mundo, a Apple e a Microsoft. Retrata as brigas de bastidores entre Steve Jobs (Noah Wyle) e Bill Gates (Anthony Michael Hall), a concorrência entre as companhias e sua importância no setor.

– “Jerry Maguire – A grande virada” (1996): depois de uma crise de consciência, o bem-sucedido agente esportivo Jerry Maguire (Tom Cruise) escreve um documento defendendo que os agentes deveriam cuidar da carreira dos atletas de forma mais humana, ainda que isso significasse ganhar menos. Depois disso, acaba sendo demitido da consultoria onde trabalhava e perde seus clientes, à exceção do jogador de futebol americano Rod Tidwell (Cuba Gooding Jr). “Jerry Maguire – a grande virada” é um filme que mostra como é possível vencer depois de um fracasso.

– “O segredo do meu sucesso (1987)”: o jovem Brantley Foster (Michael J. Fox) deixa uma cidadezinha no Kansas para tentar o sucesso em Nova York. Ao chegar lá, as coisas não saem como planejadas e ele se vê obrigado a pedir um emprego ao tio, Howard Prescott (Richard Jordan), que controla uma empresa milionária. Como o trabalho é modesto, Brantley, decide levar uma vida dupla, criando um personagem chamado Carlton Whitfield, um executivo de ideias brilhantes, mas que ninguém sabe de onde veio.

– “O Poderoso Chefão” (1972): o clássico que dá início à famosa trilogia dispensa muitas recomendações e mostra a trajetória da família Corleone e seus negócios ilícitos. O primeiro “Poderoso Chefão” mostra as vantagens e desvantagens de empreender em família e que o melhor sucessor pode ser quem menos se espera.

Artigo extraído e adaptado de Revista PEGN.

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mulher

Bancos com mais mulheres na diretoria são mais rentáveis

No entanto, a maior equidade só resulta em melhores resultados financeiros quando a empresa tem política de igualdade.

 

Estudos já confirmaram que a diversidade no ambiente de trabalho traz resultados financeiros positivos para as empresas. Se você ainda não acredita nisso, uma nova pesquisa publicada pelo Banco da Inglaterra sugere que quando há mais mulheres na diretoria, os bancos são mais rentáveis. No estudo, as economistas Ann Owen e Judit Temesvary demonstram que há uma relação entre igualdade de gênero e resultado financeiro. No entanto, isso só acontece se a instituição já tem políticas de igualdade – ou seja, pouco adiantaria se um banco até então dominado por homens colocasse mulheres na diretoria sem fazer nenhuma alteração na cultura da empresa.

“Em bancos bem gerenciados, a diversidade de gênero tem um impacto positivo no desempenho – mas apenas depois de alcançado determinado nível de igualdade”, dizem as pesquisadoras.

De acordo com o estudo, a porcentagem de mulheres nos bancos norte-americanos vai caindo conforme se sobe na escada corporativa: elas representam 56,7% de todos os funcionários, 48% dos cargos de média gerência e 30,8% entre os executivos de nível sênior ou gerentes.

Mas, afinal, como a divisão entre homens e mulheres nas diretorias pode afetar o balanço de um banco? Há duas explicações. A primeira é que as mulheres têm mais chances de contribuir com experiência em determinadas áreas – ou seja, quando há mais mulheres na diretoria, é mais provável que o grupo tenha certas características, como experiência em recursos humanos ou em governança pública. Então, com um leque mais diverso de experiências, a tomada de decisão pode ser mais correta. Além disso, há uma relação entre participação feminina mais alta e menor probabilidade de reguladores tomarem ações contra o banco – o que sugere que a maior diversidade aumenta o controle e gerência nas instituições financeiras.

A segunda explicação é que a diversidade em si tem um impacto. Estudos anteriores mostraram que a diversidade está associada à maior criatividade e produtividade dentro das empresas. Isso só ocorre, contudo, se a cultura da empresa é preparada para a diversidade e se a participação de mulheres dentro da companhia é alta – as mulheres tendem a se expressar com mais frequência quando a participação feminina no grupo aumenta.

Para evitar atribuir à diversidade de gênero um efeito causado por algo relacionado à diversidade de outras características, as pesquisadoras incluíram diversas variáveis em suas estimativas, como idade, participação no conselho ou patrimônio. Uma das possibilidades é que os resultados financeiros ruins estejam relacionados à falta de diversidade – ou bancos de melhor gestão têm em comum a busca por maior diversidade. Para fazer o estudo, as autoras utilizaram dados de 87 bancos dos Estados Unidos entre 1999 e 2015.

“Nossos resultados mostram evidências de ambas hipóteses”, escrevem as economistas. “A maior equidade de gênero tem impacto positivo em várias medidas de desempenho uma vez que certo limiar de diversidade tenha sido alcançado”, dizem. “Por outro lado, a falta de diversidade tem um impacto negativo nessas mesmas medidas de desempenho.”

Artigo extraído e adaptado de Época Negócios.

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É preciso uma mudança cultural já na infância para superar desigualdade, diz primeira diretora do ICMC da USP

Filha de pai taxista e mãe costureira, Maria Cristina Ferreira de Oliveira e suas quatro irmãs são doutoras e docentes em universidades públicas brasileiras. Para ela, meninas precisam ser expostas à outras possibilidades, que não às tipicamente associadas às mulheres.

A cerimônia que anunciou, na última sexta-feira (17/08), a nova direção do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC), tinha tudo para ser mais um capítulo na história da instituição, não fosse pela escolha de sua representante. Pela primeira vez, em 46 anos, uma das principais instituições brasileiras na área de exatas terá uma mulher no comando.

Natural de São Carlos, interior de São Paulo, Maria Cristina Ferreira de Oliveira, 55, é graduada em Ciências da Computação pelo ICMC e doutora em Engenharia Eletrônica pela Universidade de Wales, no Reino Unido. Filha de pai taxista e mãe costureira, Cristina e suas quatro irmãs foram encorajadas a, desde cedo, se dedicar aos estudos e ingressar no ensino superior. O incentivo deu certo. Hoje, todas são doutoras e docentes em universidades públicas brasileiras.

CRISTINA É GRADUADA EM CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO PELO ICMC E DOUTORA EM ENGENHARIA ELETRÔNICA PELA UNIVERSIDADE DE WALES, NO REINO UNIDO (FOTO: ARQUIVO PESSOAL) – FONTE: ÉPOCA NEGÓCIOS

A nomeação de Maria Cristina é extremamente simbólica, já que a desigualdade de gênero também é um traço do mundo acadêmico no país. Nos últimos cinco anos, só 9% dos alunos formados pelo ICMC eram mulheres. De todas as 42 unidades de ensino e pesquisa da USP, apenas 35% são lideradas por mulheres.

Em entrevista a Época NEGÓCIOS, Maria Cristina falou dos desafios da educação no Brasil e de sua gestão no ICMC até 2021. Para ela, a desigualdade de gênero no país é uma questão cultural que precisa ser superada já na primeira infância.

Leia a entrevista:

Para você, qual o significado da sua posse no ICMC, que pela primeira vez tem uma mulher na direção?
Para mim é uma missão a mais. Me sinto muito honrada. Fui aluna do ICMC e vivi aqui ao longo da minha carreira, mas o fato de ser uma mulher, na minha opinião, é uma questão totalmente secundária. Por outro lado, posso ser inspiração para outras jovens que também sonham em seguir esse caminho.

Como o ICMC espera incentivar mais mulheres a ingressar na área das ciências exatas?
Nós temos um grupo de extensão que promove eventos e palestras para atrair um maior número de mulheres para esse universo das ciências exatas. Mas é claro que, para uma mudança radical nesse cenário, é necessária uma mudança de cultura. Desde a primeira infância, pais e professores deveriam expor as meninas a outras possibilidades além das tipicamente associadas às mulheres.

Quais as suas perspectivas para a área da pesquisa no Brasil, que nas últimas semanas foi alvo de polêmicas com o anúncio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível superior (CAPES) sobre um possível corte de bolsas de estudos?
O financiamento de pesquisas no país é uma questão complicada e cheia de incertezas. Mas aqui no Estado de São Paulo, nós temos a vantagem de contar com uma agência adicional que financia pesquisadores baseados no estado, que é a FAPESP. Por isso estamos confiantes de que as pesquisas de boa qualidade vão continuar independente dessas dificuldades. Embora a crise econômica do país possa ter impactos sobre os recursos destinados a pesquisas em maior ou menos grau, estou otimista e tenho perspectivas de continuar contribuindo com o que a precisamos, que é gerar conhecimento.

Em quais aspectos a educação no Brasil precisa melhorar para que mais mulheres e estudantes de escolas públicas, assim como você, também possam ter acesso a um ensino superior de qualidade?
O grande desfio do Brasil é garantir o acesso à educação de qualidade para um número maior de pessoas, e principalmente nos locais onde a renda é menor. Mas a melhor política de acesso à universidade é preparar o aluno para que ele consiga ingressar na universidade. Hoje, perdemos muitos talentos que poderiam estar no ensino superior porque a escola não deu a preparação necessária. Ensino Fundamental e Médio de qualidade. Esse seria o melhor jeito de garantir que todos tenham oportunidades.

O que você espera realizar ao longo da sua gestão?
Precisamos trabalhar para garantir a qualidade dos cursos que já são bem avaliados na Capes. Além disso, a evasão de alunos em alguns cursos é uma questão preocupante e que precisamos enfrentar. A questão do empreendedorismo, a interação com o setor produtivo e a necessidade de contribuir com empresas e governos também é um ponto importante. Garantir a troca de conhecimento entre universidade e sociedade é um dos maiores desafios.

Artigo extraído e adaptado de Época Negócios.

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trabalho

Como ter inteligência emocional no trabalho

As qualidades associadas a capacidade de identificar e controlar as emoções distinguem os melhores líderes do universo corporativo, segundo livro.

O que faz de um indivíduo um grande líder? Conhecimento, acuidade e visão, evidentemente. A isto, Daniel Goleman, autor do livro Leadership: The Power of Emotional Intelligence (Liderança: O poder da inteligência emocional), numa tradução literal) acrescentaria a capacidade de identificar e controlar as emoções – as nossas e as dos outros – e administrar os relacionamentos. As qualidades associadas a esta “inteligência emocional” distinguem os melhores líderes do universo corporativo, segundo o autor, ex-repórter de ciência do The New York Times, psicólogo e codiretor de um consórcio, na Rutgers University, que promove a pesquisa sobre o papel desempenhado pela inteligência emocional na excelência. Esta é sua breve lista de competências:

1. Consciência de si

Uma consciência realista de si: Você conhece seus pontos fortes e suas limitações; opera com competência e sabe quando confiar em outra pessoa da sua equipe.

Percepção emocional: Você compreende os seus sentimentos. O fato de ter consciência do que o deixa irritado, por exemplo, pode ajudá-lo a administrar a irritação.

2. Capacidade de administrar-se

Capacidade de recuperação: Você permanece calmo sob pressão e se recupera com rapidez dos golpes. Não fica remoendo os problemas, nem entra em pânico. Numa crise, as pessoas olham para o líder para se tranquilizarem; se o líder estiver calmo, elas também ficarão.

Equilíbrio emocional: Você sabe controlar os sentimentos aflitivos – em vez de explodir com as pessoas, você faz com que elas tenham consciência do que está errado e de sua solução.

Automotivação: Você avança sem cessar em direção a objetivos distantes apesar dos revezes.

3. Empatia

Empatia cognitiva e emocional: Como você compreende as perspectivas dos outros, sabe colocar as questões de maneira que os colegas compreendam. E está sempre disposto a ouvir suas indagações, para eliminar dúvidas. A empatia cognitiva, juntamente com a leitura cuidadosa dos sentimentos das outras pessoas, visa uma comunicação efetiva.

Sabe ouvir: Você presta total atenção ao outro e procura compreender o que ele está dizendo, sem discutir a fundo a questão com ele ou sem se afastar da pauta.

4. Habilidade de relacionamento

Comunicação convincente: Você expõe sua mensagem de uma maneira persuasiva, clara, de modo que as pessoas se sintam motivadas e tenham expectativas claras.

Trabalho em equipe: As pessoas se sentem relaxadas trabalhando com você. Um dos sinais: Elas riem com facilidade ao seu lado.

Artigo extraído e adaptado de Estadão.

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cinema

Filmes, séries e TEDs com ótimas lições de carreira

Você já parou para pensar que a todo momento estamos absorvendo informações e aprendizados que podem ser muito significativos para a carreira, inclusive, nas horas de lazer e descontração? Se nunca havia parado para pensar nisso, então, alerto que vale a pena ficar atento. Que saber como?

Quantas vezes você não foi ao cinema e saiu de lá com a sensação de que o filme visto havia mexido com você? Esse é o grande sinal: podemos tirar aprendizado de tudo. Sabe aquele dia preguiçoso – e despretensioso – debaixo das cobertas, no frio? Então, invista nele para ver com um outro olhar algo que pode já ter passado por você, mas que não deu tanta atenção. Para te ajudar nessa tarefa, selecionei alguns filmes que talvez você já tenha ouvido falar ou até mesmo assistido, mas que vale uma segunda olhada com foco no que ele pode agregar ao desenvolvimento da sua carreira. Vamos lá?

Erin Brockovich: esse filme vale a pena ser revisto porque aborda questões como determinação, desenvolvimento de competências, persistência, ética, persuasão, iniciativa, empatia e sentimento de dono.

À procura da Felicidade: filme emocionante sobre persistência, planejamento de carreira, coragem e motivação. Uma verdadeira lição de vida.

O Senhor Estagiário: esse é um filme que fala sobre ser mentor, líder e como orientar pessoas. Mostra como vale a pena colocar em prática pequenas atitudes como ser atento, observador, manter a calma e ser autêntico.

Fome de Poder: a trama aborda diversas questões que se completam, como inovação, coragem, persistência e desenvolvimento de equipes. Com certeza agrega muitos aprendizados.

O diabo veste Prada: antes de ficar com raiva – ou até mesmo dó – de Miranda Priestly, foque seu olhar no que a chefe durona proporcionou para Andy Sachs. Questões como resiliência, persistência e a importância do networking estão presentes em toda a trama.

É interessante dizer que não é só o cinema que pode agregar conhecimento de carreira para você. Por exemplo, vale muito a pena acompanhar estas duas séries:

O Sócio (The Profit): aqui um grande empresário mostra como salvar empresas de pequeno e médio porte, geralmente com grande potencial, mas que se encontram com problemas.

Shark Tank (Negociando com Tubarões): mostra empreendedores que vão ao programa apresentar as suas ideias de negócio a potenciais investidores (tubarões) com o objetivo de conquistar financiamento para seus projetos.

Para encerrar, eu não poderia deixar de falar dos TEDs, que são fontes valiosas de conhecimento e inspiração. Inclusive, confesso que é difícil escolher poucos, pois há uma infinidade deles que são muitos bons, hoje, no entanto, vou destacar dois: “Como ser um líder inspirador”, por Simon Sinek e “Mulheres e carreira”, por Sheryl Sandberg.

Extraído e adaptado de Exame – Carreira

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