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6 rituais matinais para manter-se produtivo o dia todo

Seja por ser dono do próprio negócio ou por concentrar o foco no desenvolvimento da carreira, é fácil trabalhar dia e noite e acabar encontrando-se em um estado de constante exaustão. Nesta situação, torna-se difícil levantar da cama de manhã, e apertar o modo “soneca” repetidamente antes de sair correndo pela porta para começar um dia de 12 horas parece quase inevitável. No entanto, alguns ajustes na rotina permitem sair da cama pontualmente e ainda sentir-se energizado e produtivo.

O poder de começar cedo não é novidade: Tim Ferriss, Oprah e Tim Cook, por exemplo, iniciam seus dias antes do amanhecer. Alguns rituais matinais permitem aproveitar ao máximo essas importantes horas antes de começar, efetivamente, a trabalhar.

Descubra 6 dicas para manter-se produtivo o dia todo:

Tenha uma boa noite de sono
O verdadeiro segredo para uma manhã produtiva, no entanto, é a noite anterior. Uma ideia para dormir com a mente tranquila é, antes de ir para a cama, listar 10 coisas pelas quais se é grato. Especialmente quando tiver tido um dia ruim ou alguma coisa der errado, é um lembrete poderoso do progresso que foi feito com a família, a saúde e os negócios. Terminar o dia com lembranças positivas significa que, quando o despertador tocar, você estará pronto para começar uma nova etapa com o pé direito.

Anote uma intenção diária
Estabeleça sua intenção para o dia. Anotar os seus objetivos faz com que seja significativamente mais provável que você os alcance, e o que é registrado é cumprido. Sem isso, pode ser difícil manter o foco. Use uma agenda ou o bloco de notas do celular e registre um objetivo (só um!) para alcançar nas próximas 24 horas. Essas intenções devem ser sempre simples e realistas.

Dedique uma hora a você
Esta é, sem dúvida, a parte mais importante do ritual matinal. Encontre uma hora antes do trabalho para dedicar a você. Utilize-a para aperfeiçoar um idioma, fazer um pouco de exercício físico ou ler. A única coisa que você nunca pode fazer durante esse tempo é checar seu email. Abrir a caixa de entrada tão cedo permite que outras pessoas ditem as suas prioridades, tornando-o reativo em vez de proativo.

Descubra como alimentar-se adequadamente
Muita coisa pode acontecer entre 9h e 17h para estragar uma dieta saudável. Porém, escolher conscientemente a primeira refeição do dia (quando a força de vontade está em seu pico) torna mais fácil manter bons hábitos. Uma rotina saudável proporciona uma mente saudável e focada, e você não pode ser um líder confiante e enérgico se você não estiver abastecendo seu corpo da maneira certa.

Use o tempo de seu percurso eficientemente
Até mesmo um percurso de 20 minutos pode ser utilizado para trabalhar. Com a tecnologia de bluetooth dos carros, é possível programar entrevistas e conferências telefônicas para quando estiver dirigindo e disponível, e então ser produtivo em sua rota. Checar algumas coisas enquanto está em trânsito significa economizar um pouco do tempo no escritório. Também resulta em mais pensamento criativo, porque se está em movimento e em uma situação diferente.

Tenha uma boa noite de sono
O verdadeiro segredo para uma manhã produtiva, no entanto, é a noite anterior. Uma ideia para dormir com a mente tranquila é, antes de ir para a cama, listar 10 coisas pelas quais se é grato. Especialmente quando tiver tido um dia ruim ou alguma coisa der errado, é um lembrete poderoso do progresso que foi feito com a família, a saúde e os negócios. Terminar o dia com lembranças positivas significa que, quando o despertador tocar, você estará pronto para começar uma nova etapa com o pé direito.

 

Extraído e adaptado de Forbes Brasil.

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5 sinais de que você foi feito para empreender pelo mundo

14 hábitos para evitar no dia a dia

Nossos hábitos podem fazer uma grande diferença na vida pessoal e profissional. Frances Bridges, colunista da Forbes, publicou em seu espaço uma lista de 14 hábitos comuns que as pessoas devem evitar para melhorar o desempenho profissional. Segundo Frances, que costuma dar dicas sobre carreira, especialmente para jovens mulheres, esses maus hábitos podem ser convenientes no curto prazo, porém bastante prejudiciais quando analisado em uma perspectiva de tempo maior. “Hábitos são a fundação de quem somos como pessoas e como profissionais. Somos o produto de nossos hábitos diários, e escolhemos todos os dias se queremos melhorar, manter a excelência ou contribuir para nosso próprio descontentamento”, escreve.

Confira o que Frances sugere evitar para se atingir melhores resultados na carreira e, consequentemente, mais satisfação na esfera pessoal.

1. Levar para o lado pessoal
É cansativo quando se atribui qualquer interação com as pessoas como sendo aquilo que eles sentem em relação a você pessoalmente. E geralmente isso não é realidade. Não tomar como pessoais as coisas relacionadas ao trabalho pode poupar muito do estresse no mundo corporativo e aborrecimentos desnecessários.

2. Ficar preso ao passado
O passado é o que é, diz Frances. Não há utilidade nenhuma em guardar mágoas e rancores. A única pessoa impactada por esse tipo de atitude é você mesmo.

3. Sempre checar e-mails e redes sociais
Se alguém precisar esperar cerca de duas horas pela resposta de um e-mail, a pessoa que espere. O mundo não vai acabar, relaxe.

4. Se preocupar constantemente
Preocupações não resolvem problemas. Se o motivo da preocupação é algo que está fora do seu alcance, então não há razão em se preocupar. Se você realmente puder fazer algo a respeito, pare de se preocupar e parta para a ação. Preocupações são uma perda de energia; foque naquilo que você pode controlar.

5. Negatividade
Se você é negativo, você não é parte da solução, é parte do problema. Você não está apenas sugando a sua energia, mas a de seus colegas, do seu local de trabalho, de seus amigos e sua família. Não é produtivo, então tente focar na positividade.

6. Dormir muito
Dormir muito não melhora sua energia, não cria energia de reserva e muito menos faz com que você fique mais atento quando acorda. Na verdade, tem o efeito contrário: dormir muito nos deixa letárgicos. Dito isto, garanta o tempo suficiente de sono, entre 7 e 8 horas por noite, como uma grande contribuição para sua saúde e vitalidade.

7. Dieta inadequada
Se você está consumindo muito açúcar, carboidratos e gordura trans, está se prejudicando. Seja cuidadoso com aquilo que você come. Coma aquilo que te dá energia, como verduras e legumes, proteínas, e gorduras saudáveis, e não comidas que tiram a sua energia.

8. Reclamar
Ao reclamar, você não está apenas projetando negatividade, está incomodando as pessoas que trabalham no seu lado. Ninguém quer estar perto de uma pessoa que reclama de tudo. Não seja parte do problema, seja parte da solução. Faça algo produtivo ao invés de reclamar.

9. Não dar continuidade
Prometer algo a um amigo, ao colega de trabalho ou ao seu chefe e não entregar, gera mais estresse, ansiedade e trabalho para você mesmo e diminui sua autoestima. Faça o que você disse que iria fazer, quando você disse que faria e você terá mais energia e autoestima.

10. Ser coadjuvante
Ser um coadjuvante de sua vida e carreira faz com que você se sinta desconectado de sua própria vida. Tome o controle e assuma o protagonismo. Ninguém vai se preocupar mais com sua vida e carreira do que você mesmo, então, se você está infeliz, tome o controle e mude sua vida.

11. Pensar muito
Uma vez que tenha analisado algum tema e tomado uma decisão a respeito, procure mantê-la. Pensar muito é geralmente improdutivo e apenas gera estresse desnecessário. Elabore quais os riscos de uma determinada decisão, faça o que você pode fazer para minimizá-los e então siga em frente. Pensar demais não gera um resultado melhor, apenas suga sua energia enquanto você toma uma decisão difícil.

12. Fofocar
Levantar discussões sobre outras pessoas e ‘criar dramas’ não ajuda em nada a avançar na carreira ou a construir relações com seus colegas de trabalho e amigos. É desperdiçar energia em algo que geralmente não tem nada a ver com você e não é da sua conta. Não gaste energia falando sobre outras pessoas ou tentando fazer a vida delas mais difícil. Coloque essa energia em cuidados com você mesmo e com melhorias pessoais.

13. Relações tóxicas
Assim como não reclamar, não fofocar e não criar dramas, você também não deve se envolver com pessoas tóxicas. Se elas falam mal de outras pessoas, elas podem estar falando mal de você para os outros também. Cerque-se de pessoas que são positivas e que dedicam suas energias para sua própria excelência e melhoram aqueles que estão ao redor.

14. Tentar agradar aos outros constantemente
Você nunca agradará todo mundo, então é melhor tentar agradar a si mesmo. Você está feliz e orgulhoso de quem é? É tudo o que importa. Se alguém não gostar de você quando você está em sua melhor forma, este não é um problema seu, e sim deles.

E então, se identificou com algum desses hábitos? Agora é tentar colocar em prática e melhorar a sua rotina no trabalho.

 

Artigo extraído e adaptado de Época Negócios

 

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A melhor forma de dizer a verdade

A melhor forma de dizer a verdade

Fazendo uma análise rápida nos grupos de pessoas que você se relaciona, você considera que as pessoas têm facilidade para dizer sempre a verdade?

Dizer a verdade em um ambiente de trabalho nem sempre é uma tarefa fácil. Mesmo quando há programas de avaliação de desempenho estruturados nas empresas, percebemos que a maioria esmagadora dos profissionais, mesmo em posição de liderança, mascara a verdade por receio de magoar as pessoas ou serem mal interpretados.

Se direcionamos o nosso olhar para o âmbito familiar e social, torna-se um desastre maior. O resultado acaba sendo relacionamentos dissolvidos, abandono do lar e ambientes de tensão conturbados pelas discussões e verdades ditas de forma dura e cruel.

Então, como é possível dizer a verdade sem ser cruel?

É necessário um ingrediente insubstituível, que não pode faltar quando queremos dar a alguém um feedback sem ferir sentimentos. Para mim, esse ingrediente principal é a Compaixão! Deveríamos até nomeá-la como uma competência essencial para qualquer posição de trabalho. E para que eu a tenha no trabalho, preciso antes exercitá-la em casa!

A compaixão está presente no nosso olhar acolhedor para o outro, na escuta atenta, no sorriso verdadeiro, no pensamento de bondade, no aperto de mão transmitindo confiança, no abraço simples que enlaça o outro, desejando felicidades. Compaixão é a capacidade de sentir o que o outro sente.

Deixamos de usá-la quando somos intolerantes com as perguntas repetitivas ou quando o outro não enxerga o que vemos; em momentos de impaciência ao explicar aquilo que para nós é tão simples; em situações em que usamos a ironia e o sarcasmo para repreender as pessoas a nossa volta ou para expressar ao outro um pensamento divergente; enfim, quando nos colocamos em uma posição superior. E mais, quando não nos permitimos errar e nos cobramos tanto a ponto de não enxergarmos as nossas próprias capacidades em uma ânsia inútil de atingir a perfeição. Neste caso, a falta de compaixão é consigo próprio.

Isso faz sentido para você?

Reflita então sobre o assunto, conecte-se ao seu Eu Maior, a sua essência (assista um vídeo sobre meditação), dispondo-se a entender que cada pessoa possui suas próprias características, suas dificuldades, seus medos e não são exatamente como queremos que elas sejam, porque assim como nós, elas são únicas.

Desejo que a sua compaixão para com o outro e para com você crie laços verdadeiros, fortaleça as suas amizades e permita despertar todo o seu potencial para a missão que abraçou em sua vida profissional e pessoal; que não se intimide diante das previsões pessimistas, nem tão pouco diante das próprias dificuldades!

“A verdade sem compaixão se torna crueldade – para os outros e para nós mesmos.” Schwartz e Loehr, do livro “The power of full engagement”

Um abraço de muita energia para você!

Wayne Valim

PS#1 – Uma forma de se conectar ao seu Eu Maior e à sua essência pode ser por meio da Meditação. E é sobre isso que falo no vídeo desta semana assista -> clicando aqui <-

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Dicas para construir uma carreira de impacto

A nova geração que está entrando no mercado de trabalho sabe que ao escolher a organização em que deseja atuar e qual vaga irá ocupar pode, e deve, levar em consideração: o seu propósito, o que gosta de fazer e o que quer gerar de valor. Tal decisão sobre a carreira é essencial no processo de construção de uma trajetória profissional que traga felicidade e que gere impacto.

Na contramão disso, a crise econômica tem colocado em xeque essa forma de fazer carreira. A escassez de oportunidades representa uma força contrária, que pode levar o jovem a abdicar de motivações pessoais para escolher seu emprego só com base nas oportunidades que aparecerem.

O importante é não desanimar e seguir estas dicas para solidificar a carreira e garantir um futuro estável:

1) Qualificar-se ainda mais. É sempre bom lembrar que inglês e nível superior completo já não são diferenciais. Pós-graduação ou cursos online são boas oportunidades para quem pode investir nos estudos –e nem sempre é preciso dinheiro;

2) Não esperar uma oportunidade de emprego para ganhar experiência. Por meio de trabalhos voluntários e de projetos paralelos, encontre experiência prática. Isso não só servirá para adicionar um item ao seu currículo, como também para desenvolver habilidades e adquirir conhecimento;

3) Desenvolver competências para lidar com ambientes em crise, ou seja, aprender a trabalhar sob pressão, ter foco em resultado, lidar com o acúmulo de responsabilidades e desenvolver flexibilidade para mudanças recorrentes. A resiliência passa a ser um atributo essencial;

4) Não são os volumes de aplicações e de processos seletivos que te levarão a conseguir um emprego. Isso pode até fazer você perder tempo, foco e aumentar sua insegurança. É mais importante ser assertivo e buscar um em que haja um matching, isto é, que haja uma combinação entre o que você sabe fazer bem e a função daquela vaga;

5) Olhar para todo o mercado e procurar as empresas que estão crescendo mesmo com a crise, ou então para as que acabaram de realizar fusões ou aquisições. Existem várias delas no mundo empreendedor das startups;

6) Para quem conseguiu um emprego, mas que ainda não é aquele dos seus sonhos, é preciso ficar atento para explorar as possibilidades de desenvolvimento, entregando resultados e não deixando de se preparar e de buscar a oportunidade que mais quer –uma futura promoção, uma mudança de área ou a vaga em outra empresa.

Um cenário difícil está desenhado para a maioria dos jovens. Para enfrentá-lo e conquistar uma carreira de impacto, é primordial que eles não se coloquem como um problema social e que lutem para tornar realidade aquilo sempre ouviram: que o jovem representa o futuro do Brasil.

Artigo extraído e adaptado do site UOL.

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Dicas para lidar melhor com as críticas

Sabe aquela coisa automática de “a sua opinião é muito importante para nós”? Pois é. Opiniões até são mais bem aceitas, mas, quando o assunto é crítica, a receptividade nem sempre acontece. A lógica é simples: ninguém gosta de ouvir que está errado.

O fato é que, independente disso, seremos criticados. A vida não é exatamente uma série de eventos divertidos e prazerosos, e, por isso, é sempre bom aprendermos a lidar com aquilo que não nos agrada.

Primeiramente, é bom entender que críticas não nos fazem mal apenas porque não gostamos de ouvir que estamos errados. Além disso, uma crítica faz com que a gente sinta que não é bom o suficiente em determinados aspectos, o que acaba afetando também a nossa autoestima. Receber críticas também pode nos deixar incertos e sem esperança com relação ao futuro. Não é de se espantar, então, que a maioria das pessoas as interprete como uma forma de ataque pessoal. Mas e se disséssemos que ser criticado é algo positivo? Você acreditaria?

É verdade

A expert em estratégias de negócios Kathleen Caldwell explica que precisamos mudar nosso ponto de vista a respeito das críticas que recebemos. Deixar de enxergá-las como aspectos puramente negativos já é um grande passo. Em vez disso, que tal pensarmos nessas críticas como uma forma de melhorar nossos aspectos negativos e, dessa maneira, crescer?

Por isso, é preciso aceitar que, como todas as pessoas no mundo, sem exceção, você tem pontos negativos que podem ser melhorados. O reconhecimento dos seus defeitos é um passo importante para isso, e pessoas de sucesso costumam ter sucesso porque sabem de suas limitações e procuram formas de melhorar.

“Críticas, ou feedbacks, são muito importantes porque nós temos pontos cegos em relação à nossa vida pessoal e profissional, e nós não conseguimos nos enxergar da maneira como os outros nos enxergam”, explica a especialista. Saber como as pessoas nos veem é fundamental para que, dessa maneira, possamos mudar algumas atitudes e fazer ajustes.

Mudança de ponto de vista

Além disso, é fundamental deixar de pensar em críticas como formas de ataque pessoal. Imaginar que as críticas que você recebe são um feedback é uma boa forma de tirar a carga negativa que elas possam ter nesse sentido.

Outra coisa importante a ser feita é considerar a origem desse feedback. A pessoa que está falando que sua apresentação no trabalho poderia ter sido melhor é alguém que sabe apontar quais foram os erros? Ou é alguém que nem entendia do que você estava falando? É preciso saber se a pessoa que faz a crítica está tentando ajudar ou desmotivar você.

Nesse sentido, ouvir a crítica com atenção e evitar ficar na defensiva logo de cara, que é a reação mais comum, é fundamental. Manter o foco e estar disponível para um diálogo aberto e sincero é mais uma ação necessária. Para isso, escute tudo com calma e respire profundamente enquanto ouve o feedback – isso vai deixar sua mente confortável e relaxada, e assim você vai conseguir realmente ouvir o que a pessoa está dizendo, e não apenas interpretar tudo na defensiva.

Em vez de crítica, chame de “feedback”

Repense seus conceitos de crítica, de modo que seja possível rever o que ser criticado significa. Quando alguém é criticado por chegar atrasado sempre às reuniões do trabalho, essa pessoa pode interpretar isso como uma ameaça ou um comentário negativo de modo geral quando, na verdade, a mensagem é bastante simples: chegue mais cedo na próxima vez.

Para evitar interpretações equivocadas, Kathleen recomenda que seja feita uma lista com as informações que recebemos em um feedback e as interpretações que demos a elas. Colocar tudo isso no papel nos ajuda a ter uma visão real do que aconteceu, afinal o importante é focar nos fatos, não no drama que fizemos em volta deles.

A partir dessa visão sistemática do feedback, podemos determinar a importância dele, pois a verdade é que nem toda crítica tem fundamento. Para saber se o que você ouviu é realmente importante, dê um passo para trás e tente voltar à situação a respeito da qual você foi criticado. Analise-a como se ela não tivesse sido vivida por você, mas por outra pessoa. Se precisar de ajuda, peça os conselhos de um amigo em quem você confia.

Perguntar não ofende

Além de tudo, faça perguntas. Quando nos sentimos criticados, é fácil interpretar o que ouvimos de maneira equivocada. Nesse sentido, se você não entendeu o que a pessoa quis dizer, questione. Se não sabe como fazer isso, um jeito simples é repetir o que a pessoa disse e emendar com: “Estou entendendo corretamente?”.

Por mais estranho que seja, faria muito bem para você se você conseguisse, depois de ouvir uma crítica, agradecer por ela. Depois, diga o que você pretende fazer a respeito do que ouviu. No caso da pessoa que chega atrasada às reuniões, pode ser bom ela dizer que haverá mais comprometimento nesse sentido.

E, claro, uma vez que você fala que vai fazer alguma coisa, é preciso cumprir isso. Mais tarde, você pode voltar a conversar com quem criticou sua postura e perguntar se essa pessoa sente que você progrediu de alguma forma. Pode ter certeza que isso vai ser positivo.

Artigo extraído e adaptado do site Mega curioso.

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Estudo revela o que pode tornar um emprego entediante 

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Estudo revela o que pode tornar um emprego entediante

Fazer sempre as mesmas coisas durante anos ou não fazer nada ao longo de um dia inteiro de trabalho pode se tornar entediante para muitos funcionários. Entretanto, uma pesquisa revelou que não é bem assim. Existem outras interpretações para essa palavra dentro de um ambiente corporativo.

Para entender o significado de emprego entediante, o Instituto Finlandês de Saúde Ocupacional fez um estudo com 72 empregados e supervisores de áreas como finanças, administração e vendas. A iniciativa integra um projeto que analisa os níveis de engajamento no trabalho no país.

Pelos resultados do estudo existem três tipos de tédio:

Primeiro tipo: sentimento de inércia, ou seja, o trabalho não atende às expectativas do funcionário. Tudo cai numa rotina chata e as tarefas oferecidas não são suficientemente desafiadoras.

Segundo tipo: aceleração do trabalho. É quando o funcionário tem trabalho demais ou considera as metas estabelecidas pela empresa fora da realidade.

Terceiro tipo: ritmo de trabalho perturbado, ou seja, quando o funcionário é constantemente interrompido na hora de executar suas tarefas ou enfrenta burocracias demais para desenvolvê-las.

Nos três casos identificados, os colaboradores ficam entediados porque não conseguem empregar no dia a dia todas as suas habilidades e seus empregadores não reconhecerem as atividades que são realizadas. Ou seja, em todos os casos há uma subutilização das habilidades do trabalhador.

“Embora sentimentos ocasionais de tédio sejam comuns e inofensivos, é preciso ter cuidado para que eles não se tornem dominantes ou permanentes”, disse Lotta Harju, uma das autoras do estudo, em entrevistas internacionais.

Lotta também alerta que o tédio constante corrói o bem-estar, aumenta o estresse e o turn over e diminui a produtividade. “Esse sentimento, muitas vezes, permanece escondido, porque o trabalhador entediado está fisicamente presente, mas não mentalmente”, conclui.

Artigo extraído do site Mundo Carreira.

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As 8 regras de ouro do feedback

Pretende dar feedback para um chefe, subordinado ou colega? Conheça 8 regras que garantem o sucesso da conversa.

Reuniões de feedback costumam dar calafrios em profissionais de todas as idades e níveis hierárquicos. E não só no caso do avaliado: quem precisa fazer comentários sobre o desempenho do outro também está sob pressão.

“Enquanto o executivo que recebe o feedback pode ter medo de ser humilhado, aquele que está falando teme que o outro se ofenda com os seus comentários e deixe de gostar dele”, explica o psicoterapeuta Luiz Fernando Garcia, CEO da Cogni-MGR.

Sob a influência de medos inconscientes, as duas partes tendem a entrar num modo defensivo – o que, além de gerar desgaste emocional, pode ameaçar a eficácia do processo.

Tomar certos cuidados antes, durante e depois da reunião pode evitar que a tensão coloque tudo a perder. Conheça 8 regras universais que garantem o sucesso da conversa em qualquer contexto hierárquico:

1. Comece sempre pelo que há de bom

O início da reunião deve ser leve e se concentrar sobre os pontos positivos da outra pessoa. Mas não pode ser falso. “Você precisa pensar em qualidades que realmente enxerga nela, algo que você sinta de verdade”. Elogios sinceros ajudam a diminuir as defesas do outro e a dissolvem parte da tensão da conversa.

2. Jamais seja genérico

Tanto comentários positivos quanto negativos precisam ser palpáveis. Segundo Garcia, o outro precisa construir uma imagem concreta daquilo que está sendo dito. Não adianta dizer, por exemplo, que você está insatisfeito com os atrasos da outra pessoa. É melhor trazer exemplos, citando datas e horários específicos em que ela cometeu os deslizes. O objetivo, aqui, é legitimar a sua crítica e trazer a discussão para um plano objetivo.

3. Crie um ambiente estratégico

Feedbacks não podem ser dados em qualquer lugar. A conversa jamais pode acontecer na frente da equipe, por exemplo, o que só serve para aumentar a preocupação do outro com a possibilidade de humilhação. “O ideal é que a outra pessoa decida onde se sente mais à vontade para conversar”, diz Garcia.

4. Estabeleça regras para a conversa

Para que a conversa não se reduza a um jogo de acusações e defesas, uma tática aconselhável é pedir que, enquanto você fala, o outro apenas escute. De acordo com Garcia, isso ajuda a conter explosões emocionais. “Você pode convidar a pessoa a anotar suas observações num papel se quiser, mas pedir que ela ouça os seus comentários como um ‘copo vazio’”, diz ele.

5. Evite o tom acusatório

Em vez de lançar frases como “você é” ou “você fez”, é melhor usar sentenças que comecem com “eu sinto que você é” ou “eu tive a sensação de que você fez”, por exemplo. Atribuir os seus comentários a uma percepção pessoal traz a “culpa” daquela crítica para você. Segundo Garcia, esse posicionamento alivia o outro e o torna mais receptivo.

6. Escute também

Depois de comunicar a sua avaliação, chega a hora de se calar e ouvir as respostas do outro. Aqui também vale a regra citada no item 4: baixar as defesas, anotar comentários numa folha de papel e permanecer até o fim sem retrucar.

7. Conclua de forma rápida

O fim da conversa deve ser uma breve recapitulação do que foi discutido, sem delongas. “Vocês não devem continuar discutindo indefinidamente”, diz Garcia. “É melhor concluir logo e deixar um ‘vazio’ no outro, para que ele continue pensando sobre o assunto depois, sozinho”. Ele compara a situação a uma sessão de psicanálise: o paciente só reflete sobre o que foi dito depois que deixa o divã e já está em casa.

8. Dê reforço positivo

A conversa produziu alterações visíveis na conduta da outra pessoa? Não deixe de dizer a ela que você percebeu. Porém, para não beirar o artificialismo, é importante não exagerar na dose. “Falar duas ou três vezes que você notou aquela mudança de comportamento é o suficiente para consolidá-la”, diz o psicoterapeuta.

Artigo extraído do site Exame.

 

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5 frases que fazem você parecer fraco no trabalho

Não importa se você é um estagiário ou um diretor de empresa: as palavras que você usa na sua rotina dizem quem você é como profissional. Talvez você não se dê conta disso, mas algumas expressões extremamente comuns demonstram insegurança e fraqueza no ambiente de trabalho.

Como a maior parte das conversas é extremamente rápida, há pouco tempo para pensar – e qualquer deslize pode gerar desconfiança.

Diante disso, o autor norte-americano Danny Rubin listou em sua coluna no site News Live By algumas frases e termos que você deveria banir do seu vocabulário.

Veja quais são elas a seguir:

1. “Eu só queria te perguntar uma coisa…”
Quando usadas de maneira exaustiva, palavras como “só” ou “apenas” sugerem que o que você tem a dizer tem pouca relevância. Mais do que isso, podem passar a impressão de que você está desperdiçando o tempo de alguém. Se tiver algo importante para comunicar, seja direto, aconselha Rubin.

2. “Desculpe qualquer coisa, mas…”
Poucos vícios demonstram mais fraqueza do que pedir perdão por absolutamente tudo. Isso porque, na maior parte dos casos, você não tem nada pelo que se desculpar. Então, a menos que de fato tenha cometido um erro, evite começar uma frase usando esse termo.

3. “Eu não tenho certeza se você poderia fazer isso, mas…”
Frases como essa colocam você num papel de submissão em relação a seu interlocutor. Também fica subentendido que a outra pessoa é importante e ocupada demais para ajudá-lo. Mais uma vez, o conselho de Rubin é ir direto ao ponto. Comece a pergunta com “Você poderia…?”.

4. “Eu odeio te incomodar, mas…”
Semelhante ao caso anterior, indica que falar com a outra pessoa é um ato de atrevimento. Não importa se você é um estagiário ou se foi contratado recentemente. É possível mostrar respeito sem mostrar fraqueza. Prefira frases como “Quando você tiver um minuto…”.

5. “Eu espero que não tenha problema…”
Essa expressão já começa colocando suspeitas sobre o que você dirá em seguida. Além disso, afirma Rubin, coloca nas mãos do seu interlocutor toda a autoridade de decidir se você agiu corretamente ou não. É possível pedir um conselho sem perder território. “Eu gostaria de saber sua opinião”, ou “Agradeço as suas considerações” são opções mais recomendadas.

Artigo extraído e adaptado do site Exame.

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7 coisas que você pode fazer pela sua carreira antes dos 30 anos

Descubra aqui como alavancar sua carreira enquanto ainda é jovem, seguindo estas dicas.

 

1 – Aceite aquela oferta de emprego mais ou menos

Não espere sair da faculdade recebendo incríveis propostas de emprego. Na verdade, é bem possível que o seu primeiro trabalho depois de formado seja bem meia-boca. O que há de errado com isso? Absolutamente nada. Ao aceitar um trabalho que não é exatamente o seu sonho de consumo, mas que já é na sua área de atuação, você cresce como profissional, aprende coisas novas e passa a estar em contato com aquilo que realmente deseja fazer – assim, oportunidades mais interessantes podem surgir.

2 – Crie uma boa lista de contatos

Isso vale para qualquer profissional, independente da idade e do ramo de atuação. Ter bons relacionamentos com indivíduos da sua área é fundamental – não adianta negar: muita gente consegue trabalho por ter sido indicada por alguém. Além do mais, conhecer pessoas com as mais diversas experiências profissionais e acadêmicas é altamente inspirador – às vezes é por causa de alguém que você conhece que acaba escolhendo uma especialização para fazer ou uma determinada área profissional para seguir.

Mostrar interesse e iniciativa desde cedo é uma forma de criar uma imagem profissional positiva a seu respeito – se um dia uma dessas pessoas precisar dar uma referência sobre você, possivelmente ela será positiva.

3 – Faça algum tipo de trabalho voluntário

Sempre vai haver uma causa que combine com as suas observações de mundo – direitos humanos, aulas para crianças carentes, grupos de ajuda, proteção à criança e ao adolescente, resgate de animais abandonados. Não importa o foco, o que importa é você se envolver em algum tipo de trabalho voluntário em sua comunidade – se for algo que envolva sua área de atuação profissional, será uma boa forma de conhecer pessoas do mesmo ramo e dar continuidade ao item 2.

4 – Aprenda coisas novas

Se você tem um tempo sobrando, não deixe de investir em novos cursos e especializações. Se a questão é falta de grana, procure por cursos online, por exemplo, ou por oficinas gratuitas que podem estar acontecendo na cidade onde você mora – o que não dá é para ficar parado.

5 – Diversifique seu trabalho

Agora é a hora de mudar de emprego sem medo – a menos, é claro, que você esteja no trabalho dos seus sonhos e/ou recebendo oportunidades irrecusáveis de promoção e crescimento. Como nem sempre temos a maior sorte do mundo em nossa primeira experiência profissional, não tenha medo de se arriscar e de experimentar novos trabalhos e oportunidades.

A verdade é que trabalhar em lugares diferentes faz com que você tenha uma visão mais ampla do mundo profissional e de como ele realmente funciona.

6 – Não tenha medo de arriscar

Antes dos 30 anos, você não tem muita coisa a perder, convenhamos. E é exatamente por isso que esse é o momento ideal para que você arrisque sem ter medo de fazer algo que pareça meio louco para quem vê de fora. Se seu sonho é abrir seu próprio negócio, então descubra o que precisa ser feito para isso e seja um empreendedor. Se seu desejo maior é viajar pelo mundo, faça isso e se arrisque – é bem possível que depois você não tenha a mesma oportunidade.

7 – Alimente seus projetos extracurriculares

Não importa como vão as coisas no trabalho, se você tem um projeto só seu, cuide dele com carinho e, sempre que possível, fale dele para alguém que possa se interessar pelo que você tem feito. Vale desde o livro que você quer tanto escrever até criar aquele baita portfólio online com as suas fotos mais incríveis. O que quer que você faça além do expediente poderá um dia render um novo emprego ou, no mínimo, mostrar que você é uma pessoa interessada e determinada.

 

Artigo extraído e adaptado do site Mega Curioso.

 

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7 canais do YouTube sobre carreira e liderança que você precisa conhecer

Dicas de carreira, liderança, oportunidades de estudos no exterior, videoaulas, bate-papos com presidentes de empresas.

Há canais do YouTube que prometem agradar a todos os gostos e perfis. Basta que haja um único ponto em comum: a vontade de aprender e conhecer coisas novas. Confira uma seleção para ficar de olho e clique nos nomes dos canais se quiser conhecê-los melhor:

Na Prática

Com, 9,5 mil inscritos, o canal do Na Prática mira universitários e recém-formados, mas o que se encontra ali são conteúdos úteis para qualquer fase da carreira já que trata de temas como autoconhecimento, mercado de trabalho, liderança, conexão, produtividade, propósito.

“Tratamos de temas importantes para embasar reflexões sobre carreira, ajudando o usuário a tomar decisões mais conscientes sobre sua vida profissional”, diz Rafael Carvalho, editor do portal Na Prática, que pertence à Fundação Estudar.

Seu grande diferencial, segundo Carvalho, é o acesso aos principais executivos do Brasil que explicam em entrevistas exclusivas suas principais decisões profissionais.

Estudar Fora 

O canal, que também pertence à Fundação Estudar, é para todos os interessados em estudar no exterior, de estudantes do ensino médio que planejam a graduação a profissionais em busca de opções de pós-graduação (MBA, Mestrado ou PhD).

“Já pensou em ver como é um jogo de futebol em Harvard? Ou um passeio de bicicleta em Stanford? Como é fazer um PhD na Nova Zelândia? Estes são temas de alguns dos vídeos do canal”, diz Nathalia Bustamante, editora do portal Estudar Fora.

Além disso, há vídeos com dicas de preparação para exames de proficiência, apresentação em inglês, escolha de destino para intercâmbio e, muitas oportunidades, de bolsas de estudo.

“O estudante tem acesso a uma preparação completa para o seu período de estudos fora”, diz Nathalia, lembrando que também um há minicurso para quem vai prestar o TOEFL.

 Dica do Salamacha

O canal do professor da FGV Management, Luciano Salamacha, é recente mas já tem uma série de vídeos com dicas de carreira. Ele, que é especialista em neurociência e gestão de pessoas, responde a dúvidas que assombram muitos profissionais.

Há vídeos que tratam de temas sugeridos por leitores como, por exemplo: “não sou feliz no meu emprego, quero mudar. Por onde começar” ou “ Não querem me contratar porque eu tinha salário alto”.

Dica do Salamacha é um projeto que me deixa muito feliz por colaborar com as pessoas que estão em busca de emprego num momento tão preocupante como o que passa o Brasil, com mais de 12 milhões de desempregados”, diz o especialista, em nota sobre o lançamento do canal que tem mais de 600 inscritos.

Stanford eCorner 

A dica para seguir o canal da universidade de Stanford é do editor do Na Prática, Rafael Carvalho.

“É uma ótima opção, pois oferece conteúdo direto de uma das universidades mais empreendedoras do mundo”, diz.

O canal traz vídeos com executivos e empreendedores de sucesso que falam sobre inovação, tecnologia, dão dicas de carreira, entre outras coisas.

School of Life 

Vídeos curtos (em inglês) com insights preciosos não só de carreira, mas para vida, em geral. O canal da School of Life é um sucesso de audiência no Youtube, com 1,9 milhão de inscritos.

Alguns dos destaques na área de trabalho são vídeos sobre resiliência, como encontrar um trabalho que faça sentido, meritocracia, sucesso.

Harvard 

Com 368 mil inscritos, o canal da universidade de Harvard é uma das indicações da editora do portal Estudar Fora Nathalia Bustamante.

Os vídeos trazem novidades e informações sobre a vida e aprendizado no campus de uma das mais tradicionais instituições de ensino do mundo. Mas é preciso tempo para vasculhar todo o repertório já que é bem variado.

Crash Course 

Nathalia Bustamante, indica também o Crash Course, canal que tem cursos e é seguido por mais de 5 milhões de pessoas.

“Os cursos são rápidos, ao mesmo tempo, aprofundados sobre temas que vão de história e  economia a astronomia e games”, diz.

Artigo extraído e adaptado do site Exame.

O canal da Ways Up no YouTube também está repleto de dicas sobre carreira e liderança, assista também!

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