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Ciência revela que perdoar faz bem a saúde

Só de ler a palavra “perdão” a gente já lembra de alguém que pisou na bola. A Greater Good Science Center da Univerdidade de Berkeley, Califórnia, define perdoar como ato consciente de esquecer o ressentimento contra alguém ou deixar de lado o desejo de vingança. Uma matéria publicada no Huffpost mostra que vários estudos comprovam que relevar traz benefícios à saúde. Aqui estão alguns deles.

1 – Vida longa

O estudo de 2011 feito pelo Jounal of Behavioral Medicine aponta que pessoas que procuram liberar perdão vivem mais.

2 –  Menos estresse

Perdoar de verdade pode reduzir o estresse e conter o nervosismo. De acordo com a diretora da Clínica de Consultas de Transtorno de Humor para Adultos do Hospital Johns Hopkins, Karen Swartz, a gente cria um fardo físico quando estamos magoados ou desapontados.

3 – Seu coração agradece

Em 2011, um estudo feito pelo Jornal Personal Relationship mostrou que quando há perdão, as pessoas envolvidas apresentam redução na pressão arterial.

4 – Benefícios no sistema imunológico

Portadores do vírus HIV que perdoaram alguém, de verdade, apresentaram um aumento no nível de CD4, são células consideradas positivas para o sistema imunológico. Esses são dados de uma pesquisa da Sociedade de Medicina Comportamental.

5 – Fazer as pazes ajuda a perdoar a si mesmo

Pesquisadores da Universidade de Baylor constataram que quando você recebe perdão é mais fácil perdoar a si mesmo.

Extraído de : Revista Pais e Filhos
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Dicas para construir uma carreira de impacto

A nova geração que está entrando no mercado de trabalho sabe que ao escolher a organização em que deseja atuar e qual vaga irá ocupar pode, e deve, levar em consideração: o seu propósito, o que gosta de fazer e o que quer gerar de valor. Tal decisão sobre a carreira é essencial no processo de construção de uma trajetória profissional que traga felicidade e que gere impacto.

Na contramão disso, a crise econômica tem colocado em xeque essa forma de fazer carreira. A escassez de oportunidades representa uma força contrária, que pode levar o jovem a abdicar de motivações pessoais para escolher seu emprego só com base nas oportunidades que aparecerem.

O importante é não desanimar e seguir estas dicas para solidificar a carreira e garantir um futuro estável:

1) Qualificar-se ainda mais. É sempre bom lembrar que inglês e nível superior completo já não são diferenciais. Pós-graduação ou cursos online são boas oportunidades para quem pode investir nos estudos –e nem sempre é preciso dinheiro;

2) Não esperar uma oportunidade de emprego para ganhar experiência. Por meio de trabalhos voluntários e de projetos paralelos, encontre experiência prática. Isso não só servirá para adicionar um item ao seu currículo, como também para desenvolver habilidades e adquirir conhecimento;

3) Desenvolver competências para lidar com ambientes em crise, ou seja, aprender a trabalhar sob pressão, ter foco em resultado, lidar com o acúmulo de responsabilidades e desenvolver flexibilidade para mudanças recorrentes. A resiliência passa a ser um atributo essencial;

4) Não são os volumes de aplicações e de processos seletivos que te levarão a conseguir um emprego. Isso pode até fazer você perder tempo, foco e aumentar sua insegurança. É mais importante ser assertivo e buscar um em que haja um matching, isto é, que haja uma combinação entre o que você sabe fazer bem e a função daquela vaga;

5) Olhar para todo o mercado e procurar as empresas que estão crescendo mesmo com a crise, ou então para as que acabaram de realizar fusões ou aquisições. Existem várias delas no mundo empreendedor das startups;

6) Para quem conseguiu um emprego, mas que ainda não é aquele dos seus sonhos, é preciso ficar atento para explorar as possibilidades de desenvolvimento, entregando resultados e não deixando de se preparar e de buscar a oportunidade que mais quer –uma futura promoção, uma mudança de área ou a vaga em outra empresa.

Um cenário difícil está desenhado para a maioria dos jovens. Para enfrentá-lo e conquistar uma carreira de impacto, é primordial que eles não se coloquem como um problema social e que lutem para tornar realidade aquilo sempre ouviram: que o jovem representa o futuro do Brasil.

Artigo extraído e adaptado do site UOL.

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Como conseguir um horário na agenda de pessoas ocupadas demais para você

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Odeio meu emprego, e agora?

Todo trabalhador passa pelo menos um terço de seus dias trabalhando, por isso, gostar do que se faz é importante. Porém, isso não ocorre em muitos casos e estar incomodado com o dia a dia no emprego acaba resultando em queda de desempenho, desânimo e até em problemas de saúde como o estresse.

O mercado de trabalho é cada vez mais expansivo e a variedade de opções pode ser um dos motivos para que você fique em dúvida sobre o que realmente quer e o que gosta, por isso, ter autoconhecimento é fundamental na área profissional. É preciso ter metas, saber o que motiva e aonde quer chegar, não adianta trocar de emprego várias vezes e não entender quais são os seus anseios profissionais.

Outro fator importante é entender o que incomoda no emprego atual. Pode haver vários motivos como: insatisfação com a área, perfil incoerente para as funções, divergências com os valores e filosofia da empresa, entre outros. É necessário identificar quais os fatores que geram o descontentamento antes de agir, nem sempre o pedido de demissão resolverá tudo.

Caso a troca de emprego seja mesmo a melhor decisão faça um plano de carreira, cadastre e/ou atualize o seu cadastro em sites de busca de emprego, amplie os seus contatos, e invista em formação. É importante sair com elegância e deixar as portas abertas, afinal uma experiência sempre será uma referência.

Segundo Maurício Sampaio, especialista em orientação educacional e vocacional, o dinheiro ainda é o motivo principal para que as pessoas continuem em um emprego mesmo o odiando. Porém, quando um profissional leva em consideração apenas a sua remuneração, o mesmo tende a se decepcionar, pois com o tempo acaba percebendo que só o dinheiro não é capaz de motivar e satisfazer.

O especialista ressalta também que é normal pensar nas melhores opções para o nosso futuro, mas é preciso ser realista e entender que sempre haverá pontos negativos e positivos em todas as áreas da vida e a profissional não foge a regra. É necessário balancear estes pontos, os positivos devem ter grande vantagem, mas também haverá os negativos. Além disso, ser otimista é importante, afinal as organizações buscam cada vez mais opções para valorizar e satisfazer seus colaboradores, o que aumenta a chance de encontrar uma oportunidade adequada.

Artigo extraído do site Catho.

 

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Como superar a vergonha da Dívida?

A vergonha é o maior obstáculo para alguém chegar até a irmandade D.A. (Devedores Anônimos). Quem afirma é Rosa (nome fictício), 45, coordenadora de uma das reuniões do grupo na zona Oeste de São Paulo. Ela conta que estava no fundo do poço quando foi ao local pela primeira vez, em 15 de agosto de 2008.

“Admitir a falência é muito constrangedor. Existe uma sensação muito ruim de impotência, inferioridade, derrota, fracasso, perda de confiança e de dignidade. Como eu, que tenho duas faculdades, que ganhei milhões no mercado financeiro, estava então com o nome sujo, os bens todos penhorados, a luz cortada, com oficial de Justiça batendo à minha porta, vendendo pão de mel em frente a uma igreja? Foi vergonhoso admitir que havia perdido o domínio sobre minha vida”, lembra.

Só a partir da aceitação – justamente o primeiro passo do programa – é que Rosa diz ter conseguido pagar tudo o que devia, recuperar o que estava na iminência de perder e ainda aumentar seu patrimônio. Mas aí está o problema: a vergonha vem de brinde com a dificuldade financeira. É grátis. E complica muito a chegada até o caminho que pode levar à solução.

“O primeiro passo consiste em admitir que da sua maneira nunca funcionou, não funciona nem vai funcionar. E aqui a vergonha é um ponto crucial: por causa dela, muitos não conseguem reconhecer a falência e acabam desistindo de se tratar”, afirma.

Esse tipo de dificuldade acerta em cheio a classe média, obcecada por pequenos luxos que não cabem no orçamento quando a situação aperta. Entre pessoas desse grupo e até mesmo as mais ricas, quantos vezes você esteve numa conversa no qual se falava abertamente sobre dívidas pessoais?

Há ainda uma geração de jovens adultos, nascidos após o Plano Real (1994), para quem lidar com uma verdadeira crise econômica era uma experiência inédita – como enfrentar essa novidade sem sentir vergonha? E você? Numa situação de apuros, acha mesmo que conseguiria pedir socorro a quem está perto (talvez dinheiro, talvez uma conversa)? Não falar não elimina a dívida: está tudo lá, no extrato bancário ou, pior, nos órgãos de proteção ao crédito. A real sobre este problema é que, quanto mais se tenta esconder, mais ele aumenta.

De fácil acesso, o empréstimo acaba sendo muito tentador para os envergonhados. Em contrapartida, os juros são altíssimos – quanto mais “fácil”, mais caro o dinheiro. “As instituições oferecem os valores de forma automática, não precisa conversar nem dar satisfação a ninguém.”

Note que temos aqui uma combinação perigosa formada por crise financeira, cultura de parcelamento, população analfabeta em termos de finanças e crédito muito, muito fácil (e igualmente caro). “Um crédito mal dado é muito mais perigoso do que um crédito negado”, define Vignoli, do SPC, que define alguns anúncios desses benefícios como “criminosos”.

Donizete, do Procon, compara esse recurso com o remédio e o veneno, que se diferenciam pela dose. “Pode ser muito bom, se usado da forma certa, respeitando os limites. Porém requer um conhecimento que o consumidor não tem: ele só avalia se a parcela cabe no bolso”, explica, emendando a responsabilidade das instituições no caos financeiro.

“Os contratos de empréstimos têm regras difíceis e não deixam claro o impacto das taxas. Trata-se de um sistema complexo, que exige muito mais informação, orientação e educação”, defende ele.

As principais origens do constrangimento chegam a ser óbvias: uma sociedade cheia de apelos de consumo, na qual o sucesso está diretamente atrelado à condição econômica. Junte a isso o mantra do “eu mereço” e está criado um cenário ultracolorido de ofertas onde não há espaço para a palidez da dívida.

“Como a régua é a capacidade de consumo, fica muito difícil aceitar que não dá para comprar uma casa nova, um produto novo, um carro novo”, afirma Fabio Gallo, professor de finanças da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) e da FGV (Fundação Getúlio Vargas).

“Não é errado viver o agora. Mas é errado fazer isso fora das suas possibilidades financeiras, quando o consumo se fortalece para preencher um vazio. Esta é uma armadilha que nós mesmos criamos”, diz Fabio.

Era o que fazia a Rosa do começo da matéria, trabalhava 20 horas por dia “porque queria sempre mais”. “Hoje sei que o material acompanha o espiritual, não o contrário.” Durante seu tratamento, entendeu a importância de dizer “não” a situações que envolvem gastos.

“Dizer ‘não’ depende da autoestima e de uma força interior muito grande, ligada ao entendimento sobre seus limites financeiros. É não ter vergonha de admitir que não dá para ter aquele celular, ir àquela balada, gastar R$ 120 num restaurante japonês. Nem todo mundo a sua volta entende, mas quem é amigo de verdade compreende a situação.”

Que fique claro: essa mudança de postura não deve ser explicada a qualquer conhecido, anunciada para os colegas de trabalho nem é preciso alterar seu status do Facebook para “endividado”. A ideia é desabafar com pessoas que realmente possam ajudar – se não com dinheiro, com apoio.

Coordenadora do atendimento de pacientes com compras compulsivas do Pro-Amit (Ambulatório Integrado dos Transtornos do Impulso), Tatiana Filomensky reconhece a importância de não se sentir sozinho.

“Esta é a principal vantagem da terapia em grupo: as pessoas se identificam com as outras, percebem ter as mesmas angústias, as mesmas dificuldades, os mesmos sentimentos”, explica a psicóloga do projeto que atende pacientes de todas as classes sociais.

Nesse equilíbrio, Tatiana reforça que não há como pensar somente em necessidades quando se fala em controle financeiro.

“O desejo faz parte da vida e não pode ficar fora das finanças. O importante é saber encaixar esses desejos, com planejamento, dentro de seu padrão. E entender que o cartão de crédito não funciona como a solução para todo tipo de frustração”, ensina a especialista.

Se esse sistema ilusório de dinheiro fácil não funciona mais nem para o maravilhoso mundo dos bancos – que amargam queda de lucro com o alta da inadimplência -, imagina para o cidadão do mundo real.

Artigo extraído e adaptado do site UOL. Título original: A vergonha da dívida.

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Com um exercício simples você pode se livrar de pensamentos negativos

O psicólogo Tim Wilson falou recentemente ao Business Insider sobre pensamentos negativos que ficam martelando nossa mente. Wilson se referiu mais especificamente àqueles que são recorrentes por causa de uma experiência ruim que nos marcou por algum motivo, ainda que ela já tenha acontecido há muito tempo.

De acordo com o especialista, algumas experiências passadas nos impedem de encontrar equilíbrio no momento presente, por isso é fundamental aprender a lidar com elas.

Ele explica que uma forma bastante eficiente de acabar com esses pensamentos negativos que nos puxam para baixo é fazer um exercício de escrita relativamente simples, embora pareça complicado.

Papel e caneta

Basicamente, durante três dias, tudo o que você precisa fazer é escrever, ao longo de 15 minutos, em um pedaço de papel, quais são esses pensamentos negativos que perturbam a sua vida e por que eles continuam martelando em sua mente sem parar. Esse exercício foi desenvolvido pelo psicólogo James Pennebaker e já tem sua eficácia comprovada.

Pode parecer um exercício torturante – e a gente sabe que mexer na ferida não é necessariamente a coisa mais divertida do mundo –, mas é importante que você se mantenha firme, ainda que se sinta um pouco mal durante esses 15 minutos diários, e que permaneça profundamente focado nesses pensamentos que fazem mal a você.

Não importa se a sua escrita sair meio desconexa no início – o que está em jogo não são habilidades literárias. O fato é que, depois de três dias do mesmo exercício, as pessoas tendem a enxergar esse evento negativo de outra maneira e o compreendem melhor também, o que faz com que elas parem de pensar nele com tanta frequência.

Como resultado, essas pessoas têm até mesmo melhora em seus sistemas imunológicos. E aí, será que não está na hora de você tentar esse exercício também?

Artigo extraído do site Mega Curioso.

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De boia-fria a pipoqueiro e palestrante de sucesso

O Valdir é figura conhecida no centro de Curitiba, não só pela pipoca, que aliás é muito gostosa, mas porque ficou famoso em todo o Brasil. É que ele é pipoqueiro e também palestrante. Mas é importante conhecer um pouco a história de vida de Valdir Novaki, que foi boia- fria no interior do Paraná até os 18 anos de idade.

Em busca de novas oportunidades ele veio para a Curitiba. Conseguiu emprego de manobrista, trabalhou em banca de revista como ajudante e foi percebendo que gostava de conversar, era sempre simpático com os clientes.

O Plano B era ter um carrinho de pipoca, mas ele ainda teve que esperar vários anos para conseguir a licença da prefeitura. Uma bela história, mas porque tanto sucesso?

O carrinho super limpo, o uniforme sempre muito branco (com o dia da semana gravado para o cliente ter certeza que são trocados diariamente), o tal kit higiene que vem junto com o saquinho de pipoca e a simpatia do Valdir começaram a conquistar os clientes.

“Vi que o segredo era entender o cliente antes de poder lhe atender.”

Ele também chamou a atenção do professor e consultor Ricardo Coelho, que de cliente passou a dar assessoria de graça para o pipoqueiro. Com a orientação correta, Valdir aprendeu a divulgar o seu método de trabalho, já deu dezenas de entrevistas, foi convidado para muitos programas de TV e se tornou palestrante em empresas grandes como Microsoft, Santander, Serasa, Gerdau, Toyota entre outras.

O homem simples que estudou até a quarta série, diz que se orgulha em divulgar a história de superação e de empreendedorismo focado em resultados com criatividade e simplicidade.

“Meu sucesso distribuo em forma de sorriso para os que me apoiam de diversas maneiras. Retribuo fazendo o melhor para eles, permitindo que tenham momentos felizes saboreando a mais gostosa pipoca do Brasil. Este ciclo é virtuoso e alimenta minha alma.”

Valdir continua inovando, agora tem um cartão fidelidade. Os negócios vão muito bem e é difícil resistir ao cheirinho de pipoca, ainda mais aqui no friozinho de Curitiba. Com todo esse sucesso ele diz que conquistou o que mais queria, uma melhor qualidade de vida para a esposa e para o filho.

As dicas do Valdir:

-Seja um empreendedor por paixão, mas siga mais a realidade nua e crua do mercado do que sua emoção e “achismo”, pois o mercado é bruto e não tolera erros primários.

-Se for empreendedor por pura necessidade deverá se esforçar ainda mais, pois os tropeções serão comuns, e não podemos amolecer diante dos inevitáveis transtornos que nos visitam.

-Tenha reservas financeiras tão logo que seja possível, e aprenda a administrar muito bem seus recursos.

-Fique longe de pessoas pessimistas. Você não precisa delas pois o seu dia a dia já vai lhe trazer muitas batatas quentes para descascar.

Kit higiene que vem junto com a pipoca

– um guardanapo branco

– um folder divulgando a qualidade e novidades

– uma bala de hortelã

– Um sachê com fio dental personalizado

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Harrison Ford, a cast member in "42," poses at the Los Angeles premiere of the film at the TCL Chinese Theater on Tuesday, April 9, 2013 in Los Angeles. (Photo by Chris Pizzello/Invision/AP)

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Existe revolução tecnológica sem sacrifícios?

A comemoração dos 10 anos da apresentação do iPhone fez-me ler muito material informativo. Com isso, pude me dar conta de vários detalhes menores que não são muito comentados por aí, mas que foram decisivos para que o aparelho virasse realidade.

Um deles foi o grande stress que toda a equipe de engenheiros teve que passar, sacrificando finais de semana e até noites inteiras, durante dois anos e meio. Famílias se desfizeram, úlceras foram desenvolvidas, tudo para que hoje você tenha em suas mãos um smartphone com toque múltiplo, que (independente da marca dele) existe só por causa do primeiro iPhone e do sacrifício que estes profissionais tiveram durante um período de suas vidas.

Aí eu me pergunto: é possível existir uma real revolução tecnológica sem exigir sacrifícios pessoais de quem trabalha nisso?

A criação do iPhone foi um exemplo disso. O stress de todos foi tamanho que, logo após o lançamento do primeiro modelo, muitos dos responsáveis pela sua criação deixaram a Apple. Inclusive Tony Fadell, um dos “pais” do iPod.

“Muitos membros da equipe estavam tão exaustos que saíram da empresa logo depois de o primeiro telefone chegar às prateleiras das lojas. Era como se fosse a primeira missão espacial à Lua. Estou acostumado a certo grau de incerteza em um trabalho, mas havia tantas coisas novas ali [para serem resolvidas] que era simplesmente desanimador”.

Em vários pontos, isso me lembra muito a história do Macintosh, em que a equipe ficava noite e dia trabalhando no projeto, porque Jobs pressionava a todos para darem o melhor de si. No final, o stress era tanto que causou uma divisão competitiva entre os funcionários da Apple, um dos argumentos usados tempos depois para demitir Jobs. Na época, muitos saíram da empresa após o lançamento do Mac, tamanho o desgaste emocional que tudo aquilo causou.

O Mac foi revolucionário e traçou o caminho para toda a indústria de computadores. Mas como ele teria sido se os profissionais responsáveis não tivessem se dedicado tanto?

O ponto em comum

Nas duas histórias, vemos um ponto em comum: Steve Jobs. Era ele quem empurrava os engenheiros para dar muito mais do que o seu melhor. Ele era tão reverenciado pela sua equipe que todos tinham medo de decepcioná-lo (e isso por vezes acabava acontecendo, mesmo fazendo o máximo possível). Afinal, quem não gostaria de trabalhar com Steve Jobs?

Mas isso não existe mais na Apple. Tim Cook pode ser um excelente administrador, mas não parece ser o tipo de pessoa que inspire o máximo do poder criativo de alguém, nem exija sacrifícios absurdos da equipe em prol de um produto. Ele é do tipo que, se um engenheiro diz que algo é impossível de fazer, ele provavelmente concorda e ponto. Assim como centenas de outros CEOs de outras empresas de tecnologia.

Steve Jobs pedia coisas que na época eram absurdas. Ele insistia que o iPhone deveria rodar uma versão modificada do Mac OS X, mas em 2005 ninguém tinha colocado um sistema tão grande em um telefone. O software teria que ter um décimo do tamanho e além disso não existia nenhum telefone com processador capaz de rodá-lo rápido o bastante e com uma bateria que durasse o suficiente.

Vários detalhes do iPhone eram considerados “impossíveis” de se fazer na época, ou pela tecnologia que não existia ainda, ou porque ela nunca tinha sido fabricada em escala comercial antes. E isso explica a reação dos engenheiros da BlackBerry (na época chamada RIM), que acharam que a Apple estava mentindo quando apresentou o iPhone ao mundo. “É impossível fazer um aparelho assim, com todos esses recursos e uma bateria que dure mais de meia-hora.“

O iPhone foi a realização de vários feitos “impossíveis”, e isso graças à insistência de Jobs, que quando colocava algo na cabeça não aceitava um “não” como resposta. De fato, ninguém tinha coragem de dizer não para ele, nem os mais altos executivos.

Atualmente não temos na Apple alguém assim, que faça o impossível acontecer.

O lado humano

Ao mesmo tempo, temos outro lado a considerar: o humano. Até que ponto é justo pessoas destruírem a própria vida pessoal para a realização de um produto que mudará a forma das pessoas interagirem com a tecnologia? Há diversos casos de engenheiros do Mac original e do projeto do iPhone que arruinaram seus casamentos, se esgotaram física e psicologicamente, e hoje ainda têm dificuldades de pagar as contas no final do mês.

E quando penso que estou escrevendo neste momento em um iPad, deitado em uma rede, graças aos esforços desses caras, isso me faz refletir até que ponto os reais avanços da tecnologia não teriam acontecido sem sacrifícios humanos. Assim como os grandes avanços históricos da física, da química e da medicina.

Neste sentido, Tim Cook é muito mais humano que Jobs. Ele já demonstrou diversas vezes que um de seus objetivos é melhorar a qualidade de vida dos funcionários da Apple. E mais uma vez, vem a pergunta: será que existe revolução tecnológica sem sacrifícios humanos?

Porque se a resposta for “não”, então é pouco provável que tenhamos novas revoluções vindas da Apple nos próximos anos. Mas quer saber? Talvez isso seja até bom. Afinal, já tivemos avanço tecnológico suficiente, que tal agora investirmos em avanço moral? No momento, é disso que o mundo está precisando, e urgente.

Artigo extraído e adaptado do site: Blog do Iphone.

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Qual é mesmo o problema em criar expectativas?

Nos aplicativos de paquera, quando te perguntam “O que você procura?”, ninguém é desconstruído o bastante se não responder com um “O que eu quero é não criar expectativas”. Por todos os lados, de conselhos amorosos a impasses profissionais, a orientação segue a linha do “crie codornas, mas não crie expectativas”.

Concordo que a possibilidade de ter ovinhos de codorna sempre à mão é bastante atrativa. O que eu não entendo é esse ódio generalizado ao sentimento de desenvolver a menor das esperanças em relação às situações mais corriqueiras da vida. Como se expectativa fosse um câncer, e a melhor profilaxia fosse se privar de sentir o mundo.

Agora, vem cá! Você não concorda que o menor dos desejos pode ser considerado uma expectativa? E que, diante das novidades cotidianas, é quase impossível não esperar que, no mínimo, a gente não adquira uma nova dor de cabeça? Pois então!

Quando rola aquela entrevista de emprego, é muito difícil não calcular de cara os benefícios do novo trabalho, não imaginar uma rotina diferente e não sonhar com o impacto daquele cargo na nossa carreira profissional. Quando a gente fica com alguém interessante, é um desafio não querer ter a pessoa por perto, não contar com que, daquilo, possa nascer uma relação proveitosa, com filhos, um cachorro e uma casa no litoral (ok, não chega a tanto). O fato é que não é pecado esperar que coisas boas aconteçam.

Mas se criar algum tipo de expectativa é normal, o discurso de que isso é ruim, que nos prejudica, só nos deixa mais ansiosos, nos sentindo ainda mais culpados por cultivar um sentimento que, no senso comum, não é nada saudável. A narrativa de negação dos nossos anseios acaba criando um exército de pessoas que fingem que não se importam, mas que, no fundo, só querem exercer o seu direito básico de idealizar.

É evidente que existem “níveis” de expectativa. Até porque, não me parece razoável depositar todas as nossas fichas em uma vontade que pode ou não se realizar. Porém, achar que merecemos punição pelo mais leve friozinho na barriga é a maior das besteiras.

O verdadeiro problema, ao meu ver, não é esperar algo. A gente sempre espera algo. O complicado é quando a gente não se prepara para lidar com uma frustração. Quando o nosso desejo não se cumpre — o que também é extremamente natural — e nós sofremos como se estivéssemos a um passo de se jogar em um precipício.

Vamos sonhar! Vamos querer, também! É reconfortante fazer planos, traçar um linha do que seria o futuro, escapar um pouco da crueza da realidade. Tudo isso faz parte de um motor que nos leva adiante. Pois, no mesmo dicionário, expectativa é sinônimo de perseverança.

Vamos ter em mente, ainda, que está tudo bem em se decepcionar. Mas que nenhuma desilusão pode ser responsável por nos paralisar, por impedir que exista qualquer tipo de reação. Vamos parar de pensar que precisamos, o tempo todo, nos blindar de decepções.

Vamos criar expectativas, sim! Não é errado construir um castelinho de cartas só da gente. Só é necessário ter o cuidado de fundar uma base emocional segura para, no caso de um furacão, ter pelo menos uma cabaninha para se abrigar e recomeçar tudo de novo.

Artigo extraído e adaptado do site Trendr.

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Se manter ocupado facilita a realização dos seus Sonhos?

Uma pessoa ocupada não é necessariamente produtiva. Se não estiver alinhada com o seu verdadeiro propósito, focado no que é mais importante (mas não necessariamente urgente), o que emerge é muitas vezes estresse, sentimentos oprimidos e mais distração. Você já passou por um dia atarefado, e ao cair na cama, exausto, sentiu que não conseguiu fazer nada significativo? Rodando em torno de um tornado de afazeres, sentindo como se estivesse realizando alguma coisa, mas você apenas estava confundindo a ocupação como sendo uma ação autêntica.

Como Benjamin Franklin disse, “Nunca confunda o movimento com a ação.” Isso às vezes é uma falta de visão clara ou de planejamento, fazendo com que digamos sim a coisas que têm pouco a ver com o nosso propósito mais profundo. E também pode ser um sintoma de evitação.

A maioria das pessoas, quando confrontada com uma lista de tarefas, vai se concentrar na coisa mais fácil primeiro e trabalhar até chegar na mais difícil, que raramente concluem. A falsa sensação de satisfação que vem de transformar seus afazeres em tarefas terminadas gera uma alta carga de adrenalina – e isso pode tornar-se viciante. Mas, como todos os vícios, entorpecem nossos verdadeiros sentimentos. E para o viciado em tarefas, os sentimentos mais profundos são o medo do fracasso e o de incapacidade. E quando o viciado realmente tomar a ação ousada como necessária para fazer progresso, terá que enfrentar a crença inconsciente de que não é bom o suficiente e seus objetivos nunca serão conquistados.

Ficar ocupado e manter a esperança de que chegará a um sonho impossível pode durar anos, e a condição é difícil de diagnosticar. Aparentemente, a pessoa parece estar fazendo todas as coisas certas. Mas, após uma inspeção mais detalhada, muitas vezes não está fazendo a uma ou duas coisas de maior impacto – são essas as ações que podem tornar seu sonho realidade.

Para ativar o seu potencial emergente, é preciso fazer muitas pequenas ações – mas, também, outras grandes ações. Por outro lado, a única maneira de se libertar da inércia de padrões antigos é explodir como um foguete que escapa da atração gravitacional da Terra.

Se a sua visão é ser um escritor profissional, pode considerar começar a escrever um livro em 30 dias, em vez de três meses. Se a sua visão é entrar em forma, o ideal é você entrar em um treino rigoroso em vez de entrar em uma academia que você tenta se encaixar em sua agenda ocupada. Se sua relação amorosa está desgastada, o ideal é ter aquela conversa difícil e deixar as coisas desmoronarem temporariamente ao invés de agendar outra rodada de atividades divertidas para distrair-se de uma explosão inevitável.

Ao olhar honestamente para o que está ou não fazendo, e se manter na ilusão de que está tentando, você terá uma boa desculpa para não arriscar. Comprometa-se a ficar ocupado com uma atividade e sempre tomar aquela ação ousada.

11 coisas que você não pode mudar, Então pare de desperdiçar seu tempo tentando

“Você realmente pode mudar o mundo se você se importar o suficiente.” – Ativista dos direitos das crianças Marian Wright Edelman

O fato é que existem coisas que você simplesmente não pode mudar, não importa o quão duro você tente.

Na verdade, continuar a bater a cabeça contra a parede é … bem, não é muito eficaz, e muito doloroso. Então, pare com isso já!

Perseverança e tenacidade são apenas boas qualidades quando o objetivo, tão difícil de alcançar, é realmente atingível. Porém, há muito na vida que você simplesmente não pode mudar, como:

1. Você responde perante alguém.

Provavelmente, perante um monte de gente, dependendo do nível que você está em sua vida. Pode ser tentador tomar atalhos, dobrar as regras ou esticar seus limites éticos na busca do que você acha que é o resultado ideal, mas todos nós respondemos a alguém em algum momento (ou seja, responder a si mesmo não é assustador o suficiente).

2. Você não vai viver para sempre.

Mesmo no meio de tanta loucura, lembre-se de se cuidar. Nós damos duro, estamos constantemente “ligados”, sempre conectados, ignoramos o período de férias e muito mais. Você não vai aproveitar o seu amanhã se você for muito rigoroso consigo mesmo hoje, então relaxe.

3. Você não pode agradar a todos.

Sério, basta parar. Tentar fazer todos felizes é um esforço ingrato, suga suas energias deixando você esgotado.

4. Você nunca vai ter tudo o que quer.

Você sempre vai conhecer alguém com um carro melhor, uma casa maior, com o melhor emprego, o parceiro mais atraente, etc. Pare de desperdiçar seu tempo tentando ser alguém que você não é. A vida não é uma competição.

5. Guardar rancor nunca terá o efeito que você espera.

A menos que você queira prolongar sua própria dor e infelicidade. Se é isso que você está procurando, continue assim!

6. Da mesma forma, você não pode controlar o que alguém pensa.

Você pode sugerir, exigir, implorar – você pode gritar com toda força de seus pulmões, mas você não pode mudar a mente de outra pessoa. Você não pode fazer alguém gostar, amar ou perdoar você. Você não vai ganhar o respeito de quem não está disposto a dar. Você simplesmente não pode.

7. Ontem acabou. Você não pode recuperá-lo.

Não há volta. Pare de pensar no passado, você não pode mudá-lo. Sacode a poeira e siga em frente.

8. O mundo … não, você não pode mudá-lo.

É bom e inspirador pensar que uma pessoa poderia realmente mudar o mundo, mas algumas coisas são apenas maiores do que todos nós. Você pode sim fazer a diferença no mundo ao seu redor – o que não é difícil. Basta manter suas expectativas na mudança que você realmente deseja.

9. De onde você veio.

Privilégio é uma coisa real, não há como negar. Você não pode mudar as circunstâncias ou a situação em que nasceu, mas controla para onde você vai. Você pode ter que batalhar mais do que outras pessoas, mas isso pode fazer você perceber suas fraquezas e se tornar mais forte.

10. Nada é mais privado.

Isso não vai mudar. De fato, nossa privacidade continuará a ser corroída nos anos vindouros. Seus e-mails, fotos, seu celular, contam suas próprias histórias através de dados. As pessoas fazem coisas malucas umas com as outras por razões nefastas. Você apenas tem que supor que nada é realmente confidencial e se manter na linha, se você não quiser se complicar futuramente.

11. Você não pode recuperar o que perdeu.

Você pode substituir um investimento perdido, ou encontrar um novo companheiro, mas não pode mudar o fato de que, às vezes, o que está perdido se foi para sempre. Isso é especialmente verdadeiro nos relacionamentos – eles podem ser reavivados, mas eles nunca serão completamente os mesmos.

Concentre-se no desenvolvimento de habilidades e traços que podem fazer diferença tangível em sua vida diária.

Artigo extraído, traduzido e adaptado do site Medium.

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