Arquivo: Wayne Valim

Como ser uma pessoa mais decidida

 O nosso dia a dia é repleto de decisões dos mais variados tipos e complexidades.

Começamos logo pela manhã, quando fazemos pequenas escolhas, como, por exemplo, ficar mal-humorados ou encarar o dia com um pouco mais de otimismo, buscando o prazer nas pequenas coisas da vida.

Mas, claro, nem todas são simples assim. Há escolhas que realmente nos tiram do sério e, para essas, é necessário um pouco mais de foco.

Quando a situação nos permite pensar, precisamos tomar alguns cuidados fundamentais e esse é o meu objetivo principal aqui.

Acredito ser bastante produtivo, antes de qualquer coisa, analisar bem o seu estilo de tomada de decisão:

  • Você é do tipo de pessoa que faz escolhas de maneira rápida, direta e objetiva?
  • Ou prefere analisar prós e contras, perguntar sobre as opiniões de outras pessoas, calcular bem os riscos?

Saber disso por meio do autoconhecimento já coloca você em vantagem. Ouço muita gente dizer que é indecisa, mas, na verdade, o que precisa é de muitas informações para tomar uma decisão.

E, se esse é o seu caso, que tal começar já a obtê-las o mais rápido possível para assim decidir rapidamente?

Além dessas dicas, quero trazer 5 segredos que poderão ajudar você na próxima tomada de decisão mais difícil.

1 – Descarregue em algum tipo de repositório, todos os pensamentos que vêm lhe tirando o sono

Escreva no computador ou celular, papel, agenda, não importa, mas escolha o meio mais adequado para você.

O importante é retirar da mente o turbilhão de pensamentos e permitir que novas ideias surjam;

2 – Elabore uma tabela bem simples

Nela, liste possíveis decisões a tomar, inserindo uma alternativa em cada coluna;

3 – Enumere todos os ganhos e benefícios

Imagine os ganhos e benefícios de cada alternativa.

Essas perguntas podem ajudar você:

  • Quais resultados espero atingir?
  • Como me sinto diante desta opção?
  • O que é bom para mim?
  • O que é melhor para as pessoas que estão à minha volta, minha família, meus amigos?
  • Sentirei orgulho desta escolha no futuro?

Liberte-se do pessimismo e deixe a imaginação fluir.

Nessa hora, é proibido pensar dos problemas e dificuldades. Imagine-se com todo o poder, dinheiro e tempo do mundo… sei que é difícil, mas tente!

4 – Agora, aponte todas as perdas e ameaças de cada opção

Você pode, por exemplo, se perguntar:

  • O que perco com isso?
  • Quais os sentimentos que essas perdas me provocam?
  • Quem será afetado negativamente com essa escolha?
  • Quais são os meus medos? (Encare-os de frente, buscando motivos que provocam suas angústias).

Tente ser realista e não aponte hipóteses impossíveis.

Mas cuidado para não se sabotar, listando mais ganhos para a opção que lhe pareça mais agradável ou mais fácil ou, ainda, marcando mais perdas onde sequer existem;

5 – Lembre-se das últimas decisões importantes que tomou

Pense naquelas bem-sucedidas, que considera terem sido escolhas acertadas.

Identifique as lições aprendidas nesses casos. Quais delas podem ser aplicadas agora;

6 – Esgote todas as informações possíveis sobre cada decisão

Muita gente toma uma decisão errada, porque não busca o conhecimento necessário. Pesquise e consulte especialistas, se for o caso.

Quanto mais informações você conseguir, mais se livrará de todas as armadilhas.

Pedir a opinião de muita gente para suas escolhas pode ser interessante, desde que as pessoas sejam as mais adequadas para isso.

Mas lembre-se de que os seus sentimentos, o que você realmente quer é mais importante do que qualquer opinião.

***

Bem, agora tem outro ponto: se tem o hábito de tomar decisões por impulso, procure pensar nas consequências a longo prazo que impactarão você e as pessoas à sua volta.

Depois de todas essas considerações, faça a sua escolha, levando em conta as informações, suas intuições e seus sentimentos.

Mas faça já, não espere mais! Vá em frente e seja muito feliz com a opção escolhida, aproveitando todos os benefícios e criando novas oportunidades para sua vida e sua carreira.

Não há decisões perfeitas. Há as suas escolhas e assumi-las de maneira responsável fará de você uma pessoa mais forte para as próximas oportunidades.

Acredite em dias melhores e faça acontecer!

Autora: Wayne Valim

http://www.waysup.com.br/conheca-a-coach-wayniere-valim/

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Como parar de descontar a ansiedade no seu corpo

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil tem o maior número de pessoas ansiosas do mundo: 18,6 milhões de cidadãos (9,3% da população) convivem com o transtorno.

Também considerada um dos males do século, a ansiedade acomete mais as mulheres: cerca de 7,7% delas são ansiosas, o dobro do total de homens (3,6%).

Não é necessário que você tenha tido uma infância emocionalmente doente ou traumática para se tornar um adulto ansioso. “O simples fato de pensar de maneira rápida e ter muitas preocupações já é motivo de ter ansiedade”, afirma a Master Coach Ivana Almeida*.

Como escape no mecanismo de defesa, um dos alívios que geralmente o cérebro busca é na comida, como forma de compensar o estresse gerado pela ansiedade, ou seja, para que ele não entre em colapso e, literalmente, não dê um curto-circuito e venha a “pifar”, diz a especialista.

Mente e corpo funcionam em perfeita sincronia, e o que acontece na mente traz consequência para o físico e, no caso da ansiedade, esse efeito pode ser devastador a exemplo da obesidade, gastrite, enxaqueca, problemas cardíacos, pressão alta, insônia e de tantos outros problemas.

O momento mais apropriado para enfrentar a ansiedade é quando você começa a perceber os sintomas.

É muito mais difícil interromper um modelo emocional quando este já está totalmente enraizado do que quando apenas iniciou.

Compreenda que sua mudança começa de DENTRO para FORA.

Com o intuito de ajudar você na prevenção da sua saúde mental contra a ansiedade, a especialista Ivana Almeida apresenta 3 dicas:

1 – Compreenda que a ANSIEDADE é útil.

Ela é apenas um estímulo a uma ação. Aproveite-a para agir em prol das suas metas.

2 – Aprenda com a própria emoção.

Você já a sentiu outras vezes.

O que deu certo no passado que pode ajudar você agora?

Escreva suas estratégias antigas e adapte-as para o seu momento presente.

3 – Descubra a causa da sua ansiedade.

Desperte sua curiosidade para a ansiedade, ela está [email protected] a criar novas oportunidades para sair da dor.

A ansiedade gerada em você é resultado do que está pensando, sentindo e fazendo.

Essas 3 PERGUNTAS de OURO podem ajudar na busca de um novo estado:

Ø  Como eu quero me sentir neste exato momento (de verdade)?

Ø  O que eu estou disposta a fazer para criar uma solução e lidar com isso agora mesmo?

Ø  O que eu posso aprender com essa situação?

Portanto, cuide das mensagens e comandos que transmite ao seu cérebro!

Como afirma Deepak Chopra em seu livro Você tem fome de quê?:

“Quando o cérebro recebe dados negativos, ele se altera em conformidade com as mensagens recebidas. O cérebro não tem pensamentos próprios. Não consegue escolher quais orientações obedecer e quais ignorar. É a pessoa, dona da mente, quem escreve a própria história. O que significa ter o maior controle. Pode-se alimentar o cérebro de mensagens negativas ou positivas – a escolha é de cada um”.

Daí a importância de vivenciar a todo instante esta equação: Bons Pensamentos + Boas Palavras = Boas Ações.

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Estamos em déficit com o planeta

“O Planeta Terra atingiu em 29/07/2019 o ponto máximo de uso de recursos naturais que poderiam ser renovados sem ônus ao meio ambiente. Em 2019, a humanidade atingiu a data limite três dias antes que em 2018 – e mais cedo do que em toda a série histórica, medida desde 1970.

Isso significa que, a partir de agora, todos os recursos usados para a sobrevivência (água, mineração, extração de petróleo, consumo de animais, plantio de alimentos com esgotamento do solo, entre outros pontos) entrarão em uma espécie de “crédito negativo” para a humanidade.”*

Segundo a ONG Global Footprint Network (GFN), para atender à demanda da população global com os níveis atuais de consumo, seria necessário 1,7 de planeta Terra.

Isso mesmo, quase dois planetas.

Com a intensificação do consumo, essa data tem acontecido cada vez mais antecipada desde a década de 1970, quando o planeta entrou em sobrecarga.

Desde o ano 2000, a sobrecarga dobrou. Em 2009, o dia caiu em 6 de setembro; em 2016, no dia 8 de agosto; e em 2017, no dia 2 de agosto.

Considerado o termômetro da degradação ambiental, cálculo que é feito pela GFN para medir os impactos do consumo sobre os recursos naturais, com base em dados da ONU, da Agência Internacional de Energia, da Organização Mundial do Comércio (OMC) e dos governos.

Segundo o resultado do cálculo, a emissão de carbono é o principal desafio, por corresponder a 60% da pegada ecológica mundial, seguida pelo avanço das mudanças climáticas.

O planeta tem uma quantidade limitada de recursos. Enquanto economias crescem, o tamanho da Terra continua o mesmo.

Desmatamento, poluição, queimadas, desperdício de alimentos, tudo isso interfere no uso consciente dos recursos do planeta.

É possível recuperar o que foi perdido?

De acordo com a global Footprint Network, se atrasarmos o dia da sobrecarga em cinco dias por ano até 2050, teremos finalmente acabado com a sobrecarga, voltando a utilizar recursos de apenas um planeta. YES!

Porém, para que isso ocorra, precisamos começar já!

E todos nós podemos ajudar, fazendo escolhas melhores em nossa vida cotidiana.

Mas como fazer isso?

O primeiro passo, para qualquer pessoa, é analisar como consumimos nossos recursos naturais e como melhorar essa utilização.

Podemos pegar um exemplo da indústria da moda. Será que nós pensamos antes de consumir?

A mesma coisa com os alimentos que você compra. Sabe de onde vêm? Alimentos cultivados perto do local onde serão consumidos são mais saudáveis e requerem menor energia para o transporte e a refrigeração, por exemplo.

O GFN criou uma ferramenta bem interessante para ajudar nesse cálculo de consumo a partir do estilo de vida de cada um. É o cálculo da pegada ecológica.

A partir do momento em que você analisa o seu estilo de vida, fica mais claro onde é possível mudar.

Clique aqui para conferir: http://www.pegadaecologica.org.br

O consumidor consciente é aquele que sabe do seu poder de escolha e da importância de exercer esse direito.

Muito mais do que observar marca e preço, ele informa e avalia os impactos que aquele produto causa para chegar até ele e o que esse item vai gerar após o descarte, bem como se há outra alternativa sem ser a de jogar fora.

O consumidor consciente é transformador. Na prática, isso significa pesar as necessidades e desejos pessoais e avaliar o quanto elas valem a pena mediante ao impacto positivo ou negativo causado.

E com nossas ações sustentáveis, podemos inspirar outras pessoas.

Somos humanos e existem coisas que consideramos importantes ter; traçamos metas, trabalhamos para realizar sonhos que, muitas vezes, são produtos. E tudo bem!

Podemos dar um passo de cada vez para um consumo mais sustentável e benéfico.

E mesmo assim, conseguimos fazer escolhas melhores, gerar menos lixo, apoiar empresas com maior consciência ecológica e “contaminar” quem está ao nosso redor.

Para colocar essas ações sustentáveis em prática, precisamos seguir os 12 princípios do consumo consciente, que são os mandamentos de quem se preocupa com a nossa casa, o planeta terra.

1- Pense quais são os seus valores

Você quer viver em um meio ambiente benéfico, com água limpa, solo bom e sem prejudicar os animais? Você acredita no minimalismo? Ou você acha que comprar o máximo que puder é um direito adquirido pelo seu esforço de trabalho?

Repense seus valores! Nós somos os responsáveis por tudo a nossa volta, mas a gente só consegue mudar hábitos fortes quando eles fazem parte de crenças.

Então, leia, entenda essas questões, converse com quem é ambientalmente consciente para criar valores ligados a esse respeito ao planeta.

2 – Cobre atitudes dos políticos

Não podemos esperar que governos e grandes indústrias resolvam o problema ambiental porque somos nós que ditamos a demanda dos produtos. Mas, no final das contas, quem assina o que pode e o que não pode são os nossos representantes (ou deveriam ser): os políticos!

Portanto, é preciso que o que queremos cheguem a eles!

E, além disso, escolher com cuidado os seus representantes e cobrar deles depois ações que sejam condizentes com o bem-estar do planeta também é uma forma de diminuir a sobrecarga da Terra.

3 – Não compre produtos piratas

Quando você compra produtos não legalizados e contrabandeados, favorece esse tipo de crime e ainda evita que empregos estáveis sejam gerados.

4 – Seja ativo para contribuir com a melhoria de produtos e serviços

Estamos habituados a reclamar daquilo que a gente não gosta, o que se aplica àquilo que consumimos.

E, se passarmos a falar para as empresas (por SAC, redes sociais ou e-mails) como podem fazer produtos melhores, menos descartáveis e mais justos? Sim, nós podemos!

5 – Parcele o valor das compras com sabedoria

Pense se você realmente precisa daquilo que não pode pagar agora.

6 – Valorize as ações de responsabilidade social de empresas

Consumir de empresas que têm atitudes que contribuem para a sustentabilidade e impacto positivo no meio social, ambiental e econômico é muito importante para gerar mais delas.

7 – Conheça e avalie os impactos do seu consumo

Os produtos que consome, bem como a forma que são produzidos, contribuem com o meio ambiente e a sociedade? Se a resposta for não, evite.

8 – Planeje suas compras

Pense no que precisa e controle os impulsos. Faça listas, veja se pode comprar e aplique os outros princípios listados aqui para comprar em menor quantidade, mas em melhor qualidade.

9 – Consuma o essencial

Foi-se a época em que ter era sinal de luxo. Hoje significa falta de consciência e de conhecimento. Então, compre somente aquilo de que precisa.

10 – Separe o lixo

Contribua com as ações de reciclagem da sua cidade e para quem recolhe o lixo para revendê-lo. Separe o lixo!

11 – Reutilize o que puder

Além de reutilizar potes, sacolas, itens que foram usados, conserte ou dê novo uso àquilo que estragou.

 12 – Divulgue o consumo consciente

Conversar sobre isso com as pessoas próximas, aplicar onde você trabalha e agir conforme esses princípios já são capazes de inspirar por si só.

É claro que ser insistente, acusar e dizer que os outros “têm que” assumir uma postura de consumo consciente (sim, eles têm mesmo) não resolve. Pelo contrário, causa repulsa.

Agir de forma consciente, acredite, já instiga pessoas a fazerem o mesmo.

Espalhar esse assunto com pessoas mais velhas, que não tiveram esse tipo de instrução é muito importante, além de incentivar as crianças, desde cedo, a pensar sobre e agir de forma consciente é uma grande forma de preservar os recursos presentes e futuros.

E sim, é possível! Porque nós, os animais, o planeta e a economia precisamos disso!

Então, pelo meio ambiente e por tudo que está nele, seja firme ao ser um consumidor consciente.

Diga não quando souber que isso fará a diferença. E, o mais importante, comece pelo praticável.

No mínimo, a mudança de pensamento e a crença de que não precisamos de toda a tralha que consumimos já são passos importantes para nos libertar do que o marketing nos impõe como o que é bacana comprar.

Desse modo, fazemos o bem para nós mesmos, para o bolso e para o planeta.

O consumo consciente precisa ser visto como poder, afinal, são escolhas realmente simples que influenciam a oferta e demanda, o que é produzido, usado ou descartado.

Ele é a solução para inspirarmos mais gente a se tornar um consumidor consciente e a mexer com a estrutura das políticas ambientais”.

E aí, vamos juntos abraçar essa causa?

Autora: Jaqueline Santos, 20 anos, formada em comércio exterior e apaixonada por leitura e pessoas: “Encontrei na escrita uma forma de expressar essas paixões.”

*Fonte: https://g1.globo.com/natureza/noticia/2019/07/29/sobrecarga-da-terra-2019-planeta-atinge-esgotamento-de-recursos-naturais-mais-cedo-em-toda-a-serie-historica.ghtml

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Não deixe ninguém hackear suas emoções

Em tempos de invasões de telefones, sites, contas de e-mail, chats e redes sociais no meio político, me chama a atenção outro tipo de invasão e sequestro: o das nossas melhores emoções.

É fácil identificar pessoas que têm o poder de invadir a nossa paz e roubar o nosso entusiasmo e alegria.

Elas estão por todos os lugares: no trabalho, na família, entre os amigos, na sociedade…

Surgem com suas críticas,

  • reclamações infindáveis,
  • grosserias,
  • fofocas,
  • falta de respeito,
  • imposições,
  • injustiças,
  • dominâncias,
  • piadinhas de mau gosto,
  • ou até mesmo com comentários inapropriados…

Algumas, até bem-intencionadas, infiltram suas sementes em nossos pensamentos, perturbam o ambiente, espalham-se como epidemia e causam certo estrago em nosso equilíbrio interior.

O que fazer? 

Como reagir?

É possível se proteger e se preparar sem que nos rebaixemos ao nível delas?

Eu acredito que SIM!

Em minha longa jornada de vida (nem tão longa assim…rs), já vivi maus bocados e lidei com gente de todo jeito. Quem nunca, né?!

Usei táticas poderosas, outras muito ruins mesmo, algumas até criativas, outras bem bobinhas e comuns.

Hoje, com o meu conhecimento, faria muita coisa diferente…

Por isso, compilei as melhores estratégias aqui para você, não só saber lidar com elas, mas, principalmente, aprender a se proteger, a eliminar as brechas e a tornar-se impermeável às investidas desses pobres seres que ainda precisam aprender muito na vida.

Com disse Dalai Lama: “Deixe ir as pessoas que somente chegam para compartilhar queixas, problemas, histórias desastrosas, medo e julgamentos dos demais. Se alguém busca uma lixeira para deixar seu lixo, não deixe que seja a sua mente”.

Antes, vamos entender como esses fatos acontecem em nossas mentes.

As nossas reações emocionais súbitas e mais fortes são disparadas por uma estrutura cerebral chamada amígdala.

Sua função é identificar riscos para a preservação do ser humano e acionar as principais reações ligadas à sua sobrevivência.

A amígdala geralmente comete erros, particularmente nos dias atuais, em que a maioria dos perigos são apenas imaginários, ou seja, não estão ligados de fato a riscos de preservação da vida.

Se você deseja se proteger, eliminar as brechas e tornar-se impermeável aos hackers emocionais aqui estão

As 5 dicas mais eficazes para reconquistar o seu poder emocional.

  1. Identifique os seus gatilhos emocionais

Qual foi a semente daninha que “mexeu” com você?

Geralmente, são ataques aos seus valores mais importantes.

Por exemplo, à sua liberdade, ao seu senso de justiça, à harmonia que você preza, ao reconhecimento que espera, à honestidade, à ética…

Reconheça, entenda, mas não seja um solo fértil para essa semeadura.

  1. Tenha consciência imediata das emoções que está sentindo

Qual é a principal emoção negativa sentida após o “ataque”? Medo, raiva, frustração, insegurança, irritação…

Ter autoconsciência dos sentimentos nos ajuda a interromper o fluxo negativo e a impedir que essa emoção se intensifique e se transforme em algo maior, por exemplo, de irritação virar raiva, de medo virar terror…

  1. Mantenha seus pensamentos em foco

Desative o impacto que essas pessoas podem provocar em você.

Escolha os pensamentos e emoções que deseja sentir.

Pergunte a si [email protected], “Em vez de raiva, o que desejo sentir?”.

Tranquilidade, sossego, leveza, alegria…

Invente um mantra e repita-o todos os dias.

Por exemplo,

  • “Sou uma pessoa positiva”,
  • “Sou forte e impermeável”,
  • “Sou uma pessoa pacífica e manterei a minha essência”,
  • “Ninguém vai roubar a minha energia”

Você pode até mesmo se imaginar com a armadura do Homem de Ferro… (risos)

A simbologia nos ajuda a fixar os pensamentos que desejamos ter.

  1. Planeje respostas adequadas a essas situações

Nunca responda com a mesma moeda. Se fizer isso, vai deixar que suas reações cerebrais mais primitivas dominem você.

Depois, vai se sentir mal, [email protected], triste… e será muito pior.

Elabore respostas inteligentes e as memorize para esses momentos:

  • “Bem, agora que desabafou, o que tem de positivo para me contar?” (reclamações).
  • “Prefiro falar do que as pessoas têm de bom” (fofocas).
  • (Interrompa) “Adoraria falar com você agora, mas acabei de me lembrar de algo que preciso fazer agora” (negativismo).
  • “O que eu posso fazer para lhe dar segurança de que o trabalho será entregue?” (controles excessivos).
  • “Desculpe-me, mas prefiro pensar nas soluções. O que faremos?” (vitimismo)
  • (Postura firme) “Percebo que não é um bom momento para falarmos. Vamos conversar depois?” (grosserias).
  1. Procure pessoas positivas

Diga “não” a pessoas que roubam a sua energia.

Procure influenciá-las positivamente, converse, ofereça ajuda, oriente-as, tenha empatia com as suas histórias e seu momento de vida.

Mas, se perceber que ainda não chegou o momento da mudança delas, perdoe-as, tenha compaixão e afaste-se gentilmente.

Busque, na medida do possível, conviver com quem que se alegra com o seu crescimento, acredita em você e incentiva o seu progresso.

Afinal, somos a média das pessoas com as quais convivemos diariamente.

E mais um lembrete crucial, toda e qualquer emoção ruim que sentimos é por uma única e exclusiva razão: a permissão que damos para que essas pessoas nos machuquem, magoem e tirem o melhor de nós.

Quando consegui entender isso, assimilei o poder da autorresponsabilidade, então assumi o comando e hoje posso dizer que me sinto mais forte contra qualquer investida negativa.

Ainda tenho muito a desenvolver, mas, com um passo a cada dia, me tornarei um ser humano melhor e melhor.

Portanto, fortaleça-se!

Autora: Wayne Valim

Crédito da imagem: https://www.cybertalk.org/

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A dor da perda: como superá-la

Na semana passada, recebi um recadinho muito querido vindo de uma espectadora assídua da Live que faço toda segunda-feira no Instagram, às 7 horas da manhã.

Ao mesmo tempo que agradecia, ela me fazia um apelo: abordar um tema difícil, o luto.

“Gostaria de dar uma dica de assunto. Tenho passado por uma experiência nova pra mim, o luto. Há um mês meu pai se despediu dessa vida terrena e tem sido muito difícil. E acredito que tem várias pessoas que precisam de uma luz nesse momento.”

As perdas fazem parte da nossa vida, não só por meio da morte, mas também de…

  • Um relacionamento rompido,
  • Uma demissão do trabalho,
  • Um projeto recusado…

Torna-se interessante observar que as fases do luto, abordadas a seguir, são também bastante semelhantes às fases de mudança nas empresas, quando há alteração de um gestor na equipe, quando uma empresa é adquirida por outra ou mesmo no caso de uma mudança de rumo da companhia.

Portanto, acredito que o tema seja bastante pertinente a todos nós.

Para trazer a contribuição de uma terapeuta, convidei a psicóloga clínica Crisleine Radatz, especialista em terapia de casais e individual, para falar sobre o luto. Veja um pouco do que ela trouxe em sua participação ao vivo hoje:

“Toda vez que pensamos em perdas, pensamos na morte de pessoas queridas ao nosso coração. Mas perder vai muito mais além do que a morte.

Podemos sofrer com:

  • perdas de elos afetivos,
  • desemprego,
  • expectativas impossíveis,
  • sonhos românticos,
  • a perda da nossa juventude, entre outros.

Certamente quando criança, durante um jogo, uma partida de futebol ou em uma simples brincadeira em que você acabou perdendo para o coleguinha, e durante a sua frustração, você deve ter ouvido de algum adulto: ‘Você precisa saber perder’ ou ‘Você tem que aprender a perder’.

A realidade é que nunca aprendemos o suficiente. Sempre tem uma parte de nós que ainda precisa amadurecer.

A dor e o sofrimento têm sua importância em nosso processo de amadurecimento, mas como superar essa dor? 

O que podemos fazer para viver enquanto essa dor não nos ensina tudo que temos que aprender?

Você já parou para pensar que, desde o nosso nascimento, temos que conviver com a dor?

Na verdade, nascemos perdendo. Perdemos o útero da nossa mãe, aquele lugar seguro, confortável e tranquilo.

Mas essa perda nos faz ganhar um mundo inteiro de possibilidades pela frente.

Para aprender a superar a dor da perda, penso ser de fundamental importância entender as 5 fases do luto*:

1 – Negação e choque

É a primeira reação diante de uma perda.

Geralmente, dizemos: ‘Não posso acreditar que não verei mais essa pessoa’.

‘É muito difícil aceitar que não me encontrarei mais com ela’.

No caso do fim de um relacionamento é quando temos fantasias de retorno ou de que as coisas irão funcionar apesar de todos os indicativos concretos de que a relação terminou.

2. Raiva

Nessa fase, a raiva é a emoção mais evidente: do médico que não diagnosticou a doença em tempo, de si mesmo porque não agiu com a urgência necessária, e, até mesmo do ente querido que nos deixou, apesar de termos consciência que isso não faz o menor sentido.

No caso do rompimento afetivo, a raiva se manifesta contra tudo o que pode ter sido o motivo da separação: o trabalho excessivo que roubou o tempo dos dois, a outra mulher ou homem que foi o pivô da separação…

Para outros, a raiva pode se dirigir a si mesmo e se transformar em culpa.

3. Negociação

Pode iniciar-se inclusive antes da morte do ser amado, como, por exemplo, no caso de doenças quando prometemos algo para que Deus poupe nosso querido. 

No fim de um relacionamento, pode-se tentar voltar com promessas ao ex — irei mudar, irei voltar a procurar você quando estiver pronto, vou frequentar terapia, vamos fazer as coisas de modo diferente.

Negociar pode ser saudável na medida em que os ajuda a acalmar com a perspectiva de que “um dia, nos encontraremos de novo” — o que irá acontecer de qualquer maneira, dentro de nós mesmos, após termos sido transformados por essa experiência.

4. “Depressão”

Depois de uma perda, é muito provável que, em algum momento, passemos a sentir-nos cansados e um pouco desconectados das outras pessoas. Ficamos mais silenciosos e podemos ter alterações no apetite e/ou no sono.

É a fase mais profunda do luto, na qual experimentamos muita tristeza ou, caso não estivermos abertos para nossos sentimentos, uma certa dormência emocional.

Nesse período, um acalento físico pode ser muito importante, como um abraço, uma sessão de relaxamento ou massagem. Esse acalento pode ajudar a viver as emoções difíceis e deixar o processo do luto se desenrolar com mais suavidade.

5. Aceitação

Depois de viver momentos muito difíceis, finalmente alcançamos alguma paz com essa perda que tivemos, não há mais aquela gana de recuperar as coisas como eram antes.

Ainda podemos sentir tristeza ou saudades, mas voltamos a pensar no futuro e passamos a sentir que algo novo irá aparecer em nossas vidas.

Esse momento não chega de uma hora para outra nem é um mar de rosas, mas ele vem se insinuando pouco a pouco, quase sem que o percebamos.

É quando a lembrança de quem não está mais conosco dá mais alegria, boas lembranças, do que vontade de chorar. É o momento em que ficamos realmente em paz e entendemos de coração porque aquela relação não deu certo.

Essas fases variam de tempo e intensidade de pessoa para pessoa e não necessariamente se passa por todas elas.

Agora que conheceu um pouco mais sobre as fases, aqui vão 3 dicas para ajudar a superar a dor e a angústia de conviver apenas com a lembrança de algo:

1 – Dê permissão a si mesmo para sentir o luto

Saiba que essas fases são naturais em qualquer pessoa. Você não precisa ser forte o tempo todo. Viver o luto é importante para sua superação.

2 – Compreenda a sua reação

Cada um tem seu próprio jeito de reagir. A autoconsciência e o autoconhecimento são fundamentais para que entenda as próprias emoções, como e por que está reagindo assim.

Ter clareza desse entendimento ajudará você a traçar estratégias seguras para minimizar os impactos negativos e evitar um luto muito demorado.

3 – Em vez de se questionar “por que?”, pergunte-se “o que vou fazer agora?”

É comum ficarmos buscando as razões que levaram ao acontecido. Isso é benéfico para tirarmos lições aprendidas, mas é preciso reagir e voltar à normalidade para o bem das outras pessoas da sua vida, além de ser fundamental para a sua saúde física e mental também”.

Bem, espero mesmo que esse conhecimento traga importantes aprendizados para você!

Lembrou de alguém que esteja passando por uma perda e acredita que essas palavras podem ajudá-lo, fique à vontade para compartilhar.

Wayne Valim

*Fonte: https://www.psiconlinews.com/2015/05/5-fases-luto.html

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Os efeitos físicos e psicológicos da Gratidão

“A gratidão é um antídoto contra emoções negativas: quanto mais uma pessoa for grata, menos chance ela tem de ficar deprimida, ansiosa, solitária ou neurótica”, afirmou a doutora Susan Andrews, psicóloga da Universidade de Harvard, em seu livro A Ciência de Ser Feliz.

Praticar a gratidão pode parecer um conselho meloso de autoajuda, mas o fato é que diversos experimentos comprovam que esse hábito traz diversos benefícios, inclusive contribui de maneira significativa para a felicidade.

Ao apreciarmos as coisas boas da vida, a gratidão nos ajuda a sempre valorizar as circunstâncias positivas, e assim podemos continuar a extrair satisfação delas.

É uma forma de as pessoas apreciarem o que elas têm, em vez de sempre procurar algo novo, na esperança de que elas as tornem mais felizes, ou de pensar que não podem se sentir satisfeitas até que todas as necessidades físicas e materiais sejam atendidas.

Pessoas que cultivam a gratidão:

• Dormem melhor e têm menos enxaquecas, problemas de pele, tosse e náuseas;

• Experienciam menos raiva e amargura;

• São mais bem-dispostas, otimistas e mais inclinadas a ajudar os outros;

• Têm maior autoconfiança e autoestima e lidam melhor com estresse e traumas;

• Desfrutam de relacionamentos interpessoais mais harmoniosos.

Parece óbvio que praticar a gratidão nos causa sensação de prazer e paz interior, mas o que acontece é que, na maioria das vezes, não temos o hábito de agradecer as coisas corriqueiras da vida.

Caímos numa rotina de exigências dos outros e nos acostumamos muito mais a reclamar do que agradecer.

Portanto, a minha proposta é incentivar você a desenvolver esse hábito que só exigirá um olhar diferenciado para o que já possui em sua vida, como, por exemplo:

  • O sorriso do seu filho;
  • O abraço acolhedor do amigo;
  • O carinho sempre presente da mãe;
  • O trabalho que lhe dá o sustento;
  • A brisa no rosto;
  • A natureza sempre presente;
  • Seu cachorro que o recebe pulando…

Não custa muito transformar a interpretação do que lhe causou frustração em algo positivo.

Preste mais atenção no que aconteceu de bom no seu dia. E a cada acontecimento desagradável, descubra um aprendizado e logo a sua mente estará programada para prestar maior atenção às situações positivas da vida.

Pesquisas científicas apontam que a prática da gratidão traz benefícios físicos, psicológicos e sociais:

Físicos

  • Fortalecimento do sistema imunológico;
  • Menor incômodo por dores;
  • Baixa pressão arterial;
  • Pessoas gratas se exercitam mais e cuidam melhor da saúde;
  • Dormem mais e melhor e se sentem mais revigorados ao acordar.

Psicológicos

  • Pessoas gratas mantêm um nível superior de emoções positivas;
  • Estão sempre mais alertas, vivas e despertas;
  • Sentem mais alegria e prazer;
  • Demonstram maior otimismo e felicidade.

Sociais

  • Pessoas gratas se sentem mais úteis;
  • São mais generosas e têm maior compaixão pelo próximo;
  • São mais propensas a perdoar;
  • São melhores companhias;
  • E são menos solitárias e isoladas.

Que tal, então, fazer a sua lista de gratidão e ver como se sente?

“Se a única oração que você fizer durante toda sua vida for obrigado, isso já será o bastante.”

Meístre Eckhart, místico alemão.

Por falar nisso, minha eterna gratidão por estar comigo nesta jornada de autoconhecimento e fortalecimento emocional!

Lembrou-se de alguém a quem tem imensa gratidão? Envie este link com um recado especial! 😉

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Você não precisa fazer tudo [email protected] 

Algo curioso tem me chamado atenção ultimamente: um grande número de pessoas sobrecarregadas no trabalho ou por conta dos diversos papéis da vida, entrando em estado crítico de estresse e de desmotivação.

As consequências mais graves disso são o sofrimento causado pelo exagero de atividades e o desequilíbrio emocional que tem impacto direto na qualidade de vida das pessoas.

Sofrer por sentir-se sobrecarregado não traz benefício a ninguém. Nem para quem sofre nem para os que estão à sua volta.

Há uma pressão insana interna e também externa cobrando por resultados.  Aguentar até quando puder é o lema da maioria das pessoas nessa situação.

Quanto mais demoramos para pedir ajuda, mais difícil será reverter a situação. 

Mas eu entendo por que as pessoas deixam chegar a esse ponto.

O fato é que ninguém reserva um tempo para si.

A própria carga de problemas, de trabalho e de atividades é tão grande que geralmente só buscamos ajuda:

  • Quando nos sentimos infelizes com o trabalho, ou
  • Quando recebemos um feedback negativo de alguém; ou
  • Quando perdemos uma oportunidade de trabalho; ou então…
  • Entramos em processo de desmotivação, estresse, ansiedade tão grande que essa condição acaba afetando a nossa saúde…

O problema é que a maioria de nós pensa que esse cenário irá se resolver por si só e vai levando os acontecimentos até quando der, até onde conseguir, tentando ser forte… aliás, exigindo de si mesmo uma valentia hercúlea.

Mas a gente se esquece de que, se correr atrás disso após o esgotamento, a recuperação se torna muito mais penosa, porque será necessário lidar também com o desgaste emocional, que estará abalado e desequilibrado. E o resultado demora muito mais a surgir…

Acompanho isso de perto com diversas pessoas que chegam até mim buscando ajuda, muitos em condições de desmotivação, estresse e até mesmo com desequilíbrio total entre todas as áreas da vida…

Nessas situações, as melhorias demoram muito mais a surgir, porque é preciso resgatar primeiro a energia e a disposição da pessoa e só depois direcionar o desenvolvimento para a busca de metas e resultados.

Sabendo disso, preparei dicas cruciais para que possa agir com proatividade em relação a você e não deixe chegar ao fundo do poço para só então buscar ajuda.

Vamos na ordem!

1 – De onde vem a sobrecarga?

  • Do seu trabalho, de casa? 
  • Quem está impondo essa sobrecarga a você? 
  • Seu chefe, os colegas, os filhos, a condição financeira ou você mesmo(a)?

Antes de pedir ajuda é importante entender por que você precisa e de onde vêm as maiores exigências. Isso será fundamental para seguir para o próximo passo.

2 – Tenha clareza de qual tipo de ajuda você precisa

  • Se vem do trabalho, converse com a equipe, com o chefe e sugira uma reavaliação das prioridades;
  • Se a origem é da família ou dos filhos, que tal fazer uma reunião e dividir as tarefas de casa?
  • Se vem de você, as próximas dicas serão especiais nesse caso…

3 – Faça uma lista de tudo que tem para fazer nesta semana. 

  • O que pode ser excluído de imediato?
  • Faça um OLX: Desapegue! (risos)

“Decidir o que não fazer é tão ou mais importante do que decidir o que fazer.” Steve Jobs

4 – O que pode delegar? 

Esqueça aquela velha mania de achar que não tem ninguém que vai fazer igual a você. 

A verdade é que não vai fazer mesmo, mas e se essa pessoa fizer melhor? 

Por que está exigindo tanta perfeição?

Fazer com perfeição é importante, mas será que tudo precisa ser assim?

5 – Pare de aceitar todos os pedidos. Aprenda a dizer não com gentileza. 

Postei dois vídeos meus no YouTube que ensinam isso:

  • “Uma das melhores maneiras de dizer não”: https://youtu.be/YlAdio1ID0M
  • “Como focar no que é importante”: https://youtu.be/RHlfZD4N2Yg

6 – Priorize as três atividades mais importantes

  • Quais são as 3 prioridades do seu dia que não poderá voltar para casa sem finalizá-las?
  • Comece o seu dia por elas!

7 – Mesmo assim, a carga está difícil?

Busque ajuda profissional! Seja por meio das terapias, coaching, mentoring, treinamento, mas não espere entrar no estado crítico.

Platão dizia que a melhor coisa que podemos fazer por aqueles que amamos é nos tornar melhores como seres humanos, porque só assim teremos realmente algo a dar a eles.

Portanto, é hora de cuidar de você!

Tendo em vista que aplico técnicas de coaching em todos os trabalhos que faço, achei por bem trazer um pouco mais de conhecimento sobre essa metodologia e qual é a diferença entre ela e os demais programas.

A Federação Internacional de Coaching distingue coaching das outras abordagens similares da seguinte maneira*:

A Terapia lida com a cura da dor, disfunção e conflito no indivíduo ou nos relacionamentos. Foca-se em resolver as dificuldades que surgem do passado e em aprimorar o preparo psicológico para aprender a lidar com o presente de maneira emocionalmente saudável.

Já o Coaching tem seu foco no futuro. Embora sentimentos e emoções positivas sejam normalmente um resultado natural do coaching, o foco principal é criar estratégias de ação para atingir objetivos específicos na vida profissional ou pessoal. A ênfase do Coaching está na ação, na avaliação e no acompanhamento.

Mentoria (Mentoring) é realizada por um especialista que fornece conhecimento e orientação com base em sua própria experiência. A Mentoria pode incluir orientação, terapia, aconselhamento e coaching.

Coaching não inclui terapia nem aconselhamento e concentra-se nos indivíduos ou grupos, estabelecendo e atingindo os objetivos do próprio indivíduo.

Treinamento segue um caminho linear de aprendizagem que coincide com um currículo pré-estabelecido.

Coaching é menos linear e não possui currículo pré-estabelecido. Embora os objetivos sejam esclarecidos durante o processo, eles são firmados pelo próprio indivíduo ou equipe.

Pedir ajudar não irá prejudicar a sua imagem!

Pedir ajuda pode mostrar muito mais sua força do que fraqueza. Essa atitude mostra que você está se esforçando para conseguir o melhor resultado e, consequentemente, os interesses da empresa.

Você corre o risco de ter uma imagem prejudicada caso faça apenas reclamações, admitindo a seu chefe que não consegue realizar seu trabalho ou então quando se fecha com as inúmeras atividades a serem feitas, prejudicando seus relacionamentos.

Portanto, quando decidir conversar com as pessoas sobre a sua situação não vá apenas bater na porta para dizer o quanto você está sobrecarregado, conduza a situação de uma forma que mostre o quanto quer se adequar e se preparar para realizar seu trabalho de maneira eficaz.

* Por Kitty McConnell

Fonte: http://www.columbusceo.com/content/stories/2015/05/executive-coaching-defined.html

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Currículo de mãe: Como a maternidade pode torná-la uma melhor profissional

Conheço muitas mães que entram em crise profissional após a maternidade ou mesmo antes de engravidar. Há um dilema cutucando os seus pensamentos todos os dias: vou conseguir me dar bem no trabalho e ser uma boa mãe ao mesmo tempo?

Após a gestação, uma nova vida nasce sem que a mãe tenha feito nenhuma especialização preparatória e, depois de alguns meses e anos, ela se vê com habilidades que nunca nem pensou em ter.

O fato é que a mãe desenvolve no convívio com os filhos competências importantes também para sua carreira. Pesquisas atestam, por exemplo, que a mulher após a maternidade se torna mais dinâmica, sensível e habilidosa.

Veja outras competências desenvolvidas:

  1. A criatividade aumenta junto com a barriga. A mudança do corpo e da rotina de vida exige que sejamos criativas. Tudo é muito novo e é preciso se reinventar a cada dia.  Usamos todos os sentidos para proteger, cuidar, economizar, como combinar as refeições, brincadeiras, contar histórias;
  2. A percepção de si e dos outros se desenvolve, até a audição muda para identificar o choro do bebê entre dezenas de outras crianças; o filho aprende tudo e a mãe passa a prestar atenção em todas as suas falas e atitudes;
  3. Resiliência: não dá tempo de ficar curtindo um fracasso… a vida segue! Aliás, a mãe que trabalha fora não vai pedir demissão por qualquer discussão. Ela se torna menos impulsiva porque sabe que tem alguém muito importante que depende dela em casa;
  4. Multitarefa: dar mamadeira, balançar o carrinho, atender o telefone, cozinhar, tudo ao mesmo tempo. Todos os membros do corpo são usados, sem contar as diversas atividades do filho que ela precisa coordenar;
  5. Trabalhar sob pressão: ninguém trabalha mais sob pressão do que as mães… só uma mãe sabe o que é preparar uma mamadeira com a criança berrando nos seus ouvidos;
  6. Relacionamento interpessoal: quem tem mais de um filho, sabe que cada um é de um jeito. A mãe lida com temperamentos diferentes o tempo todo;
  7. Persuasão: quem melhor do que a mãe para convencer o filho a comer legumes, a escovar os dentes, a ir para o primeiro dia de escola… Influência pura!
  8. Gestão de recursos: toda mãe sabe que os recursos são escassos: dinheiro, comida, roupa, pessoas para ajudar… É questão de sobrevivência;
  9. Marketing: quer melhor comercial do que mostrar como é importante comer tudo, escovar os dentes, vestir a blusa de frio? A publicidade no primeiro dia de escola, vestir a roupa que a mãe quer e não a que a criança deseja são outros bons exemplos. É marketing na veia!
  10. Gestão de conflitos: aquelas que possuem mais de um filho, já sabem como é ter que apaziguar as brigas dos irmãos. Aliás, basta nos lembrarmos da nossa infância. Minha mãe, por exemplo, era mestre em fazer todo mundo se perdoar depois dos “arranca-rabos”;
  11. Criar Motivação: a festa que uma mãe faz depois do primeiro xixi no piniquinho ou quando a criança come toda a comida é de tirar o chapéu! Ela se transforma em uma atriz nata!
  12. Empatia e criar conexão: até 1 aninho de idade, não temos outra forma de comunicar senão pelas expressões faciais do bebê. A mãe passa a ler cada levantar de sobrancelha ou ruguinhas na testa. Ela sabe quando é dor de ouvido ou barriga só pelo tom do choro;
  13. Proatividade: antes mesmo do bebê chorar de fome, a mãe antecipa todas as suas necessidades.
  14. Coordenar várias atividades ao mesmo tempo. Levar uma filha no balé, a outra no inglês, coordenar os horários de levar na escola, quem fica com a criança, quem vai às compras… Ufa!

E há tantas outras habilidades desenvolvidas com a maternidade mesmo depois que os filhos crescem.

Todas essas habilidade e competências são suas, mãe! Aproprie-se delas e as enriqueça com novos aprendizados.

Posso dizer, por experiência própria, ser mãe é mais do que fazer uma pós-graduação, mais do que um mestrado em liderança e gestão de pessoas.

Até penso que um dia vão publicar uma vaga de emprego assim: “Precisa-se de profissional com habilidades específicas das Mães”. E esse “pacote” será mandatório para o cargo. Afinal, tem coisas que só quem já viveu a experiência de ser mãe sabe fazer!

Sei ainda que para muitas mulheres, e homens também, ficar em casa cuidando dos filhos é uma opção maravilhosa e muitas vezes necessária.

Dou total apoio a qualquer pessoa que tome essa decisão, mas o que desejo mesmo é que essa seja uma decisão voluntária, uma opção e não algo movido pelo sentimento de culpa ou medo.

Aliás, gravei um vídeo que fala como as mães devem lidar com esse sentimento: LINK do vídeo das mães

Como disse, a maternidade e a carreira podem andar juntas e o que você aprende com uma, pode e deve ser usada na outra. 

Portanto, siga com mais leveza e aproveite cada momento com seus filhos, perdoando-se, aprendendo, consciente de que suas atitudes como profissional dedicada também transferem valores fundamentais para que seus filhos sejam bem-sucedidos no futuro.

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Ser uma boa mãe/bom pai é mesmo uma prioridade?

Querer ser uma boa mãe/ bom pai ou um bom membro da família é um dos valores mais escolhidos em uma das dinâmicas que faço com meus clientes e alunos de autoconhecimento.

Descobrir quais são os nossos valores humanos mais importantes nos ajuda a fazer melhores escolhas e também nos deixa em paz com a consciência quando agimos conforme a prioridade.

Mas é muito engraçado o quanto dizemos valorizar umas coisas e muitas vezes agimos na mão oposta.

E isso acontece quando:

  • Valorizamos os filhos, mas nunca temos tempo pra eles.
  • Valorizamos o relacionamento interpessoal, mas reagimos de maneira impulsiva, magoando as pessoas que amamos.
  • Valorizamos o conhecimento, mas nunca sobra tempo para uma leitura ou dinheiro para um curso.
  • Valorizamos a felicidade, mas mal sabemos o que ela significa para nós e a depositamos em desejos materiais e passageiros.

E essa inversão tem o seu preço:

  • Insatisfação pessoal
  • Sentimento de culpa
  • Ansiedade
  • Estresse
  • Cansaço
  • Desequilíbrio emocional…

Com frequência nos sentimos angustiados como se algo faltasse e não identificamos de onde vêm esses sentimentos…

Na semana passada, uma mãe me relatava sobre a sua dificuldade em conciliar os seus diversos papéis e que, por sobrecarga de trabalho, se sentia em falta com o seu valor principal, seus filhos.

Ela então, determinada a virar o jogo, percebeu que algumas ações que gostaria de fazer com seus filhos já não eram mais possíveis, visto que já são adolescentes e com suas vontades próprias, não a seguiria.

Eu, então, lhe contei um pouco da minha história. Do quanto eu também inverti esses papeis e deixei a desejar com a minha família…

E a tranquilizei dizendo:

Não podemos mudar o que fizemos. Eu também errei, trabalhei demais e quis ser perfeita e eficiente em tudo, no trabalho, nos estudos e em casa.

Mas acredito que consegui demonstrar aos meus filhos os principais valores da vida e hoje, já adultos, percebo que mesmo com todas as minhas falhas, o resultado foi muito bom…

Acordei em tempo e tive ajuda das pessoas próximas: meu marido, meus pais, meus sogros…

Esse conjunto me fez ser uma boa mãe. Ninguém é bom sozinho.

Poderia sem dúvida ter sido superior, mas fiz o melhor que pude com o conhecimento e bagagem que tinha naquele momento e isso me deixa em paz.

Sei também que a minha dedicação ao trabalho transmitiu uma mensagem importante para eles. Afinal, pesquisas indicam que os filhos de mães que trabalham fora tendem a ser mais bem-sucedidos em suas profissões.

Portanto, duas conclusões são importantes:

1 – Sempre há tempo de recomeçar e de valorizar o que realmente importa.

2 – O passado só serve para tirarmos grandes lições e construir um futuro diferente a partir de agora. Portanto, o arrependimento ou a frustração só atrapalham.

Assim, se você também se sente em falta com os valores primordiais da sua vida, que tal mudar esse cenário?

Comece…

  • Indo mais cedo pra casa;
  • Dedicando a sua presença física e emocional (tempo de qualidade) a quem realmente importa para você, sem intervenção das suas preocupações ou outras distrações;
  • Estudando sobre o assunto (Ser uma boa mãe / bom pai / bom membro da família também requer novos conhecimentos);
  • Expondo a sua dificuldade para sua família;
  • Pedindo ajuda às pessoas próximas. Não queira ser super-herói. Você não é! rs;
  • Deixando de querer ser [email protected] em tudo. Assim, conseguirá mais tempo para o que realmente importa para você.

Valorizar a família também requer foco e se não acordarmos em tempo, pode ser que fique um pouco tarde…

Comprometa-se a começar essa mudança já nesta semana. Isso fará muito bem a você e às pessoas da sua vida.

Um abraço de energia positiva,

Wayne Valim

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Como pedir perdão

Natal nos inspira a fazer as pazes, viver em harmonia e estar bem com todos. E isso muitas vezes requer pedir perdão por algo ruim que fizemos.

Mas, cá entre nós, pedir perdão, às vezes, pode ser bem complicado; dependendo da situação e da pessoa, então…

Quero compartilhar uma tática que pode ser bastante eficaz e mais fácil de executar. Eu a uso sempre e costuma ter bons resultados. Ela funciona assim:

Em vez de pedir perdão, você vai agradecer!

“Como assim, Wayne?”

Vou explicar com exemplos!

1 – Você chega atrasado. Em vez de pedir desculpas e ficar se justificando, dizendo que o trânsito estava ruim, que perdeu a hora, alguém te atrasou, blá, blá, blá…. diga:

Muito obrigado por me esperar. O que posso fazer para agilizar agora? ( E pronto! Não precisa justificar e tecer aquela ladainha que costumamos falar).

2 – Você disse algo que deixou a outra pessoa triste? Diga:

Obrigado por entender que às vezes falo o que você não merece ouvir. Serei mais atento. (e só!).

3 – Se esqueceu de fazer algo prometido:

Obrigado pela paciência, vou buscar agora.

4 – Discutiu com o cunhado, a sogra, o genro, o irmão… e deixaram de conversar por um tempo:

Fico muito grato por se importar com meus filhos, por ser uma pessoa atenciosa, pelo respeito com os meu pais…

Encontre algo de bom naquela pessoa (acredite, todos têm!) e agradeça; simplesmente, agradeça.

Use a criatividade!

Claro que pedir perdão é uma atitude nobre e deve ser feito sempre que julgar importante, mas há pessoas que pedem tantas desculpas e se justificam tanto, que a atitude em si deixa de ter valor. Sem contar o tempo enorme que gastam contando detalhes das inúmeras desculpas…

Então, aprenda a agradecer e fuja do justificar-se.

Atitudes simples como essa demonstram que você se importa, mostra sua autoconfiança, seu respeito pelos outros e vão despertar a admiração deles por você.

Mas, claro, aprenda a perdoar, senão não será capaz de agradecer de coração.

Aproveite a época favorável e reate seus relacionamentos, especialmente com as pessoas da sua família.

Sabe por quê?

A nossa família é o maior tesouro que temos! Na hora das dificuldades, o que vai valer na realidade é a sua família, por mais difícil que seja o relacionamento entre vocês.

Se ainda não tem orgulho da união da sua família, que você seja a luz a despertar o carinho e bom relacionamento entre todos.

Wayne Valim

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