Arquivo: Wayne Valim

Trabalho na medida – fazer menos para fazer menor

Quanto tempo do seu dia você passa trabalhando? Se já refletiu o mínimo sobre o assunto – e toda vez que falta um tempinho na nossa agenda espremida a gente acaba mesmo pensando nisso -, percebeu que essa resposta tende a ser um número maior do que aquele que você gostaria. Não porque necessariamente você não goste daquilo que faça. Pode até ser que esteja contente com o seu emprego atual – e vamos supor que você realmente esteja. Mesmo assim, o resultado dessa equação (horas de trabalho real x horas de trabalho ideal) tende a ser negativo. No final do dia, a impressão é que passamos tempo demais na frente do computador, em reuniões intermináveis, recebendo ligações, elaborando relatórios… e a nossa rotina de labuta parece nunca ser suficiente para darmos conta de tudo. Essa sensação de dever não cumprido tem a ver, talvez, com a mesma pergunta do início desse parágrafo, mas com uma leve reformulação: quanto tempo do seu dia você passa, efetivamente, trabalhando?

Para responder, vamos tentar reconstituir a sua rotina de trabalho: você chega, liga o computador e vai pegar uma água. Dá uma olhada rápida em cima da mesa para ver o que ficou do dia anterior e checa e-mails. À medida que responde as mensagens mais importantes, seus colegas vão chegando e papeando sobre o que fizeram de ontem para hoje. Após alguns (muitos?) minutos de conversa, você começa a trabalhar no relatório do mês e se lembra de uma reunião importante. Depois de uma hora e pouco de reunião, volta para a mesa, lê mais e-mails e trabalha. Logo é a hora do almoço. Na volta, relê e-mails, troca ideia com seus colegas sobre aquele projeto, fala com seu chefe, vai resolver um problema em outro departamento e (finalmente) volta para a sua mesa para terminar o relatório. Mas já é hora de ir embora e a tarefa fica para amanhã. Pois bem, não é de estranhar que você volte para casa com a sensação de o dia não ter rendido como deveria. Por mais estranho que pareça, a verdade é que não conseguimos trabalhar efetivamente no nosso local de trabalho. E essa constatação, tão bizarra quanto lógica, está abrindo novos caminhos para que possamos repensar a nossa relação com o batente.

Nova forma

Um deles é dos amigos e programadores norte-americanos Jason Fried e David Heinemeier Hansson, que criaram uma empresa de softwares que se tornou uma referência até mesmo para a maioria das companhias acostumadas a atingir o primeiro lugar em famosos rankings de “melhores para se trabalhar”. Isso não significa que eles oferecem um salário milionário nem que permitem que seus funcionários tenham 90 dias de férias. O diferencial é que eles investiram na produtividade de seus colaboradores – e, principalmente, na forma de eles a alcançarem. A primeira constatação diz respeito aos novos anseios dos profissionais, que mudaram muito no decorrer dos últimos anos.

Segundo a dupla, os profissionais não estão mais interessados em ganhar dinheiro a qualquer custo nem buscar estabilidade em uma companhia onde não se sentem felizes. “Eles querem fazer algo que amam e ser pagos por isso”, escrevem na apresentação de Rework (“Retrabalho”, em tradução livre), livro recém-lançado nos Estados Unidos, ainda sem edição no Brasil. Até aí, nenhuma novidade, né? Mas, para os jovens empresários, o mais importante é que eles “querem poder trabalhar”.

Se você sempre fica até mais tarde na empresa e trabalha aos finais de semana, não significa, necessariamente, que tem muita coisa a fazer. É porque você não está fazendo o suficiente no seu trabalho e a razão disso são as interrupções, segundo Fried e Hansson. Para eles, a maioria das pessoas consegue trabalhar melhor no início da manhã ou no final da tarde. “Não é coincidência que esses sejam os períodos em que há menos pessoas à nossa volta”, justificam. “Quanto mais gente ao redor, mais interrupção, e as interrupções acabam atrapalhando e quebrando a rotina. No modelo que temos hoje, estamos fadados a um esquema em que você começa, para, começa, para. E isso não é ruim só para a empresa mas também para o profissional, que passa a ficar cada vez mais descontente com o próprio desempenho e desmotivado.”

O consultor de empresas norte-americano Tony Schwartz concorda com a visão de que “a forma como estamos trabalhando não está adiantando”. Essa, aliás, é a frase-título de seu livro, que também vem engrossar a lista de lançamentos que não param de chegar ao mercado editorial gringo para discutir esse novo trabalho.

Menos é mais

Para ele, vivemos em uma era em que, mais do que nunca, as informações estão muito disponíveis e a velocidade das coisas aumenta exponencialmente, o que nos causa um senso de urgência permanente e uma distração sem fim. “Nós temos mais clientes para atender, mais e-mails para responder, mais telefonemas para retornar, mais reuniões para participar e mais tarefas para fazer. Se não damos conta de tudo, nos sentimos menos capazes e, consequentemente, menos realizados”, afirma Schwartz. E realização é palavra de ordem hoje para os profissionais. Todo mundo quer trabalhar para se sentir completo e feliz, acima de qualquer coisa.

Foi em busca disso que o fotógrafo Everett Bogue trocou um emprego bem-sucedido na revista New York por uma rotina mais pacata e tranquila. Cansado da correria das redações, decidiu trabalhar menos. “Eu não via mais sentido em ficar sentado em uma estação de trabalho pelo resto da vida. Hoje, trabalho cerca de duas horas por dia, e o resto do meu tempo me dedico a projetos pessoais, como aprender e praticar ioga, por exemplo”, conta. O estilo de vida minimalista adotado por Bogue mudou suas relações, inclusive com o dinheiro – já que passou a ganhar bem menos para se sustentar.

Ele se tornou o propagador de um modo de vida em que viver com menos é, realmente, mais. Lançou um livro (A Arte de Ser Minimalista, sem edição no Brasil) e um blog (farbeyondthestars.com), em que conta sua experiência sobre como é possível ter uma vida mais simples. “Muitos trabalhos são focados em criar porcarias para as pessoas consumirem. O meu foco é criar esperança para quem quer uma vida melhor”, diz. “As pessoas trabalham muito para comprar as coisas que acham que precisam. Mas, quando se dão conta, percebem que não querem comprar e pagar por aquilo que, no fundo, nem precisam.”

Consumir menos, para ele, é uma forma de liberdade, pois não exige que você se mantenha em um emprego para ter de bancar um estilo de vida que escolheu. “As pessoas estão percebendo que não precisam – e nem querem – trabalhar feito loucas para comprar o que veem pela frente e podem ter uma relação mais agradável com o ofício que escolheram.”

Essa nova conscientização tem a ver com a morte anunciada do mito do workaholic. Muito tempo visto como o herói, o cara que ficava até bem tarde no escritório, só sabia falar de trabalho na happy-hour da firma e mal tinha tempo para se dedicar à família e aos filhos era considerado o profissional ideal. Durante anos, a nossa cultura celebrou o workaholic, mas, agora, percebeu-se como esse modelo é desnecessário – para não dizer estúpido. “Trabalhar mais não significa que você se preocupa mais ou faz mais coisas. Significa simplesmente que você trabalha mais”, concluem Fried e Hansson. O verdadeiro herói consegue dar conta dos afazeres para chegar em casa a tempo de brincar com os filhos e não precisa desmarcar a pelada semanal porque ficou preso no escritório. É aquele que prima por ter uma vida fora do ambiente de trabalho – e assim tem tempo livre para viver e até trabalhar melhor.

Herança desgastada

Essa mudança de mentalidade é gradual, claro. Ainda há empresas que acham que seus funcionários precisam ser os bitolados que praticamente fazem do escritório a sua casa. É uma herança cultural que nos foi legada através dos séculos, portanto é compreensível que leve um tempo para se modificar. “Vivíamos na sociedade industrial, onde éramos ‘mão de obra’ e o bom operário deveria deixar o cérebro e as emoções em casa”, afirma Marcos Cavalcanti, coordenador do Crie (Centro de Referência em Inteligência Empresarial) da UFRJ. “Hoje, vivemos em uma sociedade em que o conhecimento se transformou no principal fator de produção de riqueza, e a criatividade e a capacidade de inovar são essenciais. O drama é que nosso sistema educacional e a maioria das empresas continua a funcionar como se ainda vivêssemos na sociedade industrial.”

Prova disso é o horário de trabalho. Por que temos de trabalhar todos na mesma hora? “Porque era assim na fábrica”, justifica. “Para que ela pudesse funcionar, todos tinham de estar nela na mesma hora. Isso não faz mais sentido hoje, pois a atividade industrial representa apenas 15% do trabalho no Brasil. Fazermos todos o mesmo horário só serve para termos engarrafamentos diários”, diz Cavalcanti.

Mas essa constatação não vai fazer com que as empresas passem a adotar horários flexíveis e mudem seus ideários, há anos resguardados em missões e visões cunhadas por consultorias que cobram caro demais para isso. Essa nova relação com o trabalho é uma revolução silenciosa, que começa a tomar corpo nas empresas pequenas, mais fáceis de se adaptarem ao novo cenário, como a de Fried e Hansson. As ideias defendidas por eles talvez pareçam ideológicas demais para as grandes corporações e multinacionais que, acima de tudo, precisam seguir modelos globais de organização corporativa.

A saída para uma nova relação com o trabalho, defende a dupla, pode começar com você e a sua forma de lidar com o ofício de todo dia. Se as interrupções acabam por minar sua atenção e produtividade, tente se programar para buscar sua “zona de isolamento”. Se seu trabalho (e seu chefe) permite, negocie horários mais flexíveis para executar suas tarefas. Ou decrete um período do dia que você não vai responder a e-mails, atender a ligações e nem marcar reuniões – e, lógico, avise seus colegas e clientes. “Também vale lançar mão de ferramentas de comunicação passiva, como e-mail, que não requer uma resposta imediata. Assim, as pessoas podem dar retorno quando for mais conveniente para elas”, indicam Fried e Hansson. Ou faça dos primeiros ou últimos períodos do dia seu “momento de solidão” para que você possa trabalhar de verdade.

Confesso que esta reportagem foi escrita meio assim, nesse esquema de para, retoma, para, retoma. Aqui, na redação, nem sempre é fácil se concentrar. Para terminar o texto, cheguei mais cedo dois dias seguidos, quando o pessoal ainda devia estar tomando café da manhã em casa (e fui embora enquanto eles estavam às voltas com fotos e textos). Foi o meu jeito de conseguir deixar meus afazeres em dia e ter a sensação boa de dever cumprido. Buscar essa flexibilidade e essa realização depende muito de nós. Eu, pelo menos, estou trabalhando para isso.

Texto extraído de Vida Simples

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Como influenciar pessoas: uma reflexão

Nesta semana, estou ouvindo o livro “Como fazer amigos e influenciar pessoas”. Digo ouvindo, porque estou usando o audiobook, conhece? Já usou? Estou adorando! Assim, aproveito cada minutinho para aprender, quando estou na academia, correndo, cozinhando… (Se ainda não experimentou, fica essa dica aqui também! ;))

É incrível como é importante ler o livro certo no momento em que estamos com sede do assunto. Li partes dele há tanto tempo e nem me lembrava mais do conteúdo, mas como estou agora aprofundando meus conhecimentos em Liderança, resolvi relê-lo.

Se queremos influenciar pessoas, a persuasão é uma das principais competências dos que querem atingir o sucesso e Dale Carnegie, em “Como fazer amigos e influenciar pessoas” consegue demonstrar de forma muito prática a forma de desenvolver esse dom. E não se trata de persuadir apenas falando aos outros, mas também de influenciar pessoas através da maneira como ouvimos e entendemos o que o outro está dizendo.

Ao ouvir o livro, fiquei pensando: Quantas vezes achamos que os outros devem gostar de nós do jeito que somos, sem que nos esforcemos para isso. Pensamos que a nossa maneira de encarar a vida é a certa, estamos sempre prontos para reagir de forma até áspera quando alguém nos critica e obrigamos os outros a aceitarem nossas opiniões, especialmente quando nos sentimos ameaçados. Porém, agindo assim, a única coisa que conseguimos é distanciar as pessoas de nós, por meio de nossa intransigência e de nossa capacidade em nos isolar em nosso próprio mundo.

Fazer um elogio sincero, perguntar e ouvir com paciência e mente aberta, fazer alguém se sentir importante ao interessar-se verdadeiramente por sua história são alguns passos simples, que implantados no dia a dia, trazem resultados visíveis para o nosso relacionamento interpessoal.

Falar menos sobre si e deixar a outra pessoa se expressar ajuda nos relacionamentos familiares e nos negócios. Olhar nos olhos e dedicar-se alguns minutos que sejam às pessoas a nossa volta criam laços eternos de amizade e confiança. E como liderar e influenciar sem confiança? Impossível!

Talvez você julgue difícil ouvir o outro ou pensa que pode estar afrouxando demais as relações profissionais, faltando com o respeito ou desestabilizando hierarquias. Mas experimente fazer isso por duas semanas, só duas semanas, como teste: treine com o seu par querido, com seus pais, amigos e depois com os colegas de trabalho (mesmo aqueles que pensa não gostarem de você), seu chefe, seu cliente, a cozinheira, o dono da padaria, a moça do caixa… treine por esses dias e me diga depois se se sentiu mais leve e quantas pessoas você fez se sentirem importantes.

O maior paradigma para esse exercício é a falta de tempo. Afinal ninguém tem tempo mesmo… mas o que você prefere, alguém importante para você ao seu lado por uma hora e ao mesmo tempo teclando no celular ou cinco minutos olhando para você e atento ao que está dizendo? Não há tanto esforço assim quando nos dedicamos aos que estão a nossa volta.

Você não precisa gastar muito tempo, só dois, cinco minutos…. Um sorriso e um sonoro “como você está radiante hoje!” Não levam menos que alguns segundos!

 

Um abraço de energia para você!

wayniere - Blog
Wayne Valim
Coach – Ways up Founder

 

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Liberdade Plena e Paz Interior: saiba como encontrá-las!

Estive a pouco tempo em um treinamento em São Paulo sobre DISC (análise comportamental do ser humano) e motivadores (o que move cada um de nós à ação).

O que mais me marcou nesse evento foi confirmar algo que eu já vinha entendendo e tendo como filosofia, eu não preciso mover o mundo para encontrar o que amo fazer, mas eu posso escolher um caminho para o qual tenho potencial e amar cada passo dessa trilha, mesmo diante das dificuldades, porque terei encontrado o sentido da minha vida.

Você pode pensar “Eu não posso fazer tudo o que quero”, mas você pode amar tudo que escolheu fazer e encontrar o prazer de viver respeitando quem você é!

Todos nós temos talentos, sim, todos! E à medida que conhecemos e entendemos como podemos usar esses dons no caminho escolhido, estaremos vivendo a felicidade plena diariamente e não precisaremos esperar o futuro para encontrá-la (a felicidade).

E seja lá qual for a trajetória que resolveu trilhar e amar cada passo dela, lembre-se que a Felicidade só será plena se decidir distribuir os seus conhecimentos com as pessoas a sua volta, pois, à medida que vai adquirindo-os, você estará também transformando para melhor a vida de todos.

Penso que quanto mais conhecimento adquirirmos, maior a nossa responsabilidade em ensinar, compartilhar e servir com grandeza.

Portanto, o autoconhecimento é capaz de trazer para a sua consciência o que tem de melhor e te motiva a aplicar os seus talentos na direção certa, além de encontrar a energia fundamental para entender que tem limitações, que pode decidir ou não desenvolvê-las, e que isso está tudo bem também.

Não há nada mais poderoso para a nossa liberdade do que aceitar QUEM somos, COMO somos e PORQUE somos e viver isso plenamente, sem se comparar o tempo todo com as outras pessoas, achando que elas são mais felizes do que nós e que a nossa vida é uma lástima porque pensamos diferente e valorizamos ideias opostas.

Conhecer a si mesmo e estar em CONGRUÊNCIA com suas crenças e valores é o caminho da liberdade plena e da paz interior. E isso é tudo!

Um abraço de energia positiva para você!

Wayne Valim

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O que aprendi em 2016

Como está a sua preparação para o Natal e Ano Novo?

Final de ano sempre nos instiga a refletir profundamente sobre o decorrer do ano que passou. Decidi fazer isso hoje, junto com você!

Como sempre digo aqui, o passado de nada serve, a não ser para tirarmos valiosas lições aprendidas, que encurtarão caminhos para alcançarmos os nossos objetivos no futuro. E foi pensando nisso que compartilho com você o que aprendi em 2016. É claro que muitos desses aprendizados vieram ao longo do tempo e foram mais uma vez evidenciados para mim neste ano.

Vamos lá!

Eu aprendi que cada pessoa tem o seu tempo de maturação, até mesmo para enxergar o seu próprio potencial e talento, portanto, a arte está em fazer cada um encontrar a sua voz interior e despertar-se o mais cedo possível para o que essa luz poderá trazer para sua vida;

Eu aprendi que merecemos momentos especiais todos os dias, mesmo que sejam breves, como contemplar um jardim, brincar com nosso animal de estimação ou sentar-se à mesa para o jantar com a família…

Eu aprendi que cada pessoa tem o seu público e que há lugar para todos;

Aprendi que quanto mais para fora as pessoas olham, comparando-se umas com as outras, querendo o sucesso do outro, desejando a vida do outro, mais perdidas elas ficam, porque o olhar primeiro deve ser para si, pois a reforma é interna e o conhecimento de si transforma tudo isso;

Aprendi que “quanto mais sei, mais sei que não sei” mesmo!!! Mas que isso não me impede de dar o primeiro passo no meu projeto, seja ele qual for, e nem mesmo se torna uma barreira para compartilhar cada aprendizado; aliás essa é a grandeza de aprender;

Aprendi o limite do meu corpo físico e que, quando não o respeito, ele “grita” para que eu o escute;

Aprendi que em nosso barco muitas pessoas vêm e vão e que todos que nele estiveram contribuíram para que eu chegasse ao destino, até mesmo os que o abandonaram;

Aprendi que a distância física não acaba com as amizades, quando as regamos e as mantemos vivas em nossa alma;

Reaprendi a amar, a viver, a me divertir, a buscar a minha sintonia com o universo e com Deus, que a felicidade está dentro de mim e que posso fazer com que outros também a encontrem quando olham para si e descobrem o verdadeiro sentido da vida!

Constatei que ter você comigo aqui na Ways Up é a minha maior alegria e que essa é a razão de eu pensar todos os dias: “O que posso fazer hoje para surpreender as pessoas que estão comigo nessa caminhada da realização própria e do sucesso?”

Eu desejo que, com essa reflexão, você tenha um Natal de Luz e Harmonia e que essa energia fantástica, tão propícia ao Amor, possa perdurar por todo o ano de 2017.

Um abraço de Alegria e Fraternidade para você e sua família querida!

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Como está o brilho nos seus olhos?

Nesta semana, assistindo a um noticiário em que profissionais de várias áreas do mercado de trabalho eram entrevistados, observei o quanto de brilho falta nos olhos de tantos trabalhadores quando falam de suas profissões.

Pensei, então, em perguntar a você, que sempre me acompanha com a sua fidelidade: Como anda o seu brilho nos olhos? O quanto de entusiasmo e empolgação está sentindo com relação ao seu momento profissional atual?

Se o seu momento não está lá essas coisas, venha comigo!

A primeira atitude é se lembrar da última vez que você sentiu essa empolgação. Faça um esforço! Lembre-se de algum momento em que finalizou um projeto de sucesso ou que alguém ficou tão grato com os resultados do seu trabalho ou o reconhecimento de alguém pelas suas atitudes. Busque aquela sensação, lembre-se dos detalhes, de como ficou feliz, de como isso afetou a vida de outras pessoas.

Então, escreva agora, neste exato momento, quais foram as suas principais habilidades e competências evidenciadas nesse trabalho: talvez tenha sido o seu excelente conhecimento técnico ou a comunicação escrita, sua empatia, determinação, vontade de vencer… Escreveu? Ótimo!

De agora em diante, essas características farão parte do seu dia a dia. Coloque-as em post-its, alertas no celular, no seu despertador… Quando se levantar pela manhã e pensar que o seu dia poderá ser difícil, substitua o pensamento por suas fortalezas, elas são suas, não foram emprestadas ou tomadas de ninguém, são de sua propriedade e estão com você todo o tempo.

Percebe que está mais leve agora?

Para finalizar a nossa reflexão de hoje, lembre-se das suas atividades atuais e pense em todas as pessoas que são beneficiadas. Não pense somente nos colegas que lidam diretamente com você, mas em toda a cadeia que envolve o seu trabalho.

Pense que um relatório bem feito gerado por você trará mais assertividade ao seu gestor, que indiretamente gerará mais resultados positivos para a empresa, que por sua vez poderá gerar mais empregos…

Se trabalha, por exemplo, na área jurídica de uma empresa, pense que está contribuindo com a justiça no seu país… Use a sua imaginação e perceba por si só o quanto o seu trabalho é importante, independentemente se recebe ou não o reconhecimento de outras pessoas.

Não se limite ao seu pequeno mundo entre quatro paredes, use a imaginação e a criatividade e toda aquela energia das conquistas já realizadas. Isso lhe fará muito bem e trará uma energia renovadora.

E se alguém disser o contrário, não acredite, o seu brilho nos olhos poderá calar muita gente que por um segundo sequer tenha duvidado de que você é capaz.

Um abraço de muita energia pra você e que seus olhos continuem brilhando!

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Wayne Valim
Coach – Ways up Founder

 

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