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Busque soluções, e não problemas

Sabe aquelas pessoas que parecem que passam a vida toda reclamando de tudo e de todos? Reclamam do emprego, do trânsito, de acordar cedo, das compras no mercado, do preço do cafezinho... Quando dizemos bom dia, estão tão i mersas em sua negatividade que mal respondem. Por vezes até nos sentimos culpados por estarmos bem, já que para elas é um desafio encontrar algo bom na vida.

Nesta semana, recebi o texto de uma coachee e achei muito pertinente ao momento que vivemos e gostaria de compartilhar com você alguns trechos:

“As pessoas vivem reclamando o tempo inteiro e, com isso, perdem enormes oportunidades, em função da paralisia causada pela inércia, de melhorarem algum aspecto de suas próprias vidas.

Quem reclama fica paralisado. Quem propõe, age, toma a iniciativa, se movimenta.

Essa diferença de atitude gera, a longo prazo, pessoas cada vez mais afundadas na própria incapacidade de agir; enquanto outras seguem com vidas cada vez mais evoluídas, repletas de realizações e com muitos planos para o futuro.

Mas por quê algumas pessoas dão certo e outras não?

Porque os que dão certo aceitaram o desafio de serem parte da solução. Em vez de só reclamarem do problema, elas partem para iniciativas direcionadas à solução desses mesmos problemas.

O mundo é das pessoas que têm iniciativa. Pessoas que dão certo têm cérebros que funcionam como uma usina de ideias, em funcionamento 24 horas por dia. Sempre pensam em meios e modos de melhorar algum aspecto de sua vida: emocional, financeiro, saúde, rotinas…

Elas não apenas resolvem problemas, mas criam inovações e soluções que aperfeiçoam aquilo que já é bom, positivo e produtivo em suas vidas.

As pessoas que resolvem fazer parte da solução decidem gastar a maior parte de seu tempo livre aprimorando suas habilidades, pois é através do desenvolvimento de suas virtudes que conseguem gerar valor para si próprias, e também para outras pessoas. Se aquilo que você faz gera pouco valor para si mesmo, e para os outros, está mais do que na hora de mudar de atitude, e passar a agir de forma mais proativa.

E as pessoas que escolheram fazer parte do problema?

Têm dificuldades – que não são poucas – de adquirir novos hábitos, de incorporar novas atitudes… mas por quê?

Porque, muitas vezes, seu cérebro está completamente contaminado por crenças limitantes e falsas crenças, cujo foco principal é achar “que a vida é isso mesmo”, “que está bom assim do jeito que está”, e outros tipos de mentiras contadas para si próprias, que revelam uma absoluta incapacidade de sair da zona de conforto.

Tais pessoas vivem acomodadas, sem intenção de evoluir, mas sim de manter um “status quo”, muito limitante, diga-se de passagem, em face de suas reais potencialidades. Pessoas assim…

  • Gastam a maior parte de seu tempo livre assistindo TV;
  • Na Internet, gostam de se alimentar de notícias ruins, ou produzidas pela mainstream (grandes portais de notícias, cujo 99,9% do conteúdo em nada irá impactar diretamente a pessoa);
  • Adotam um padrão de consumo e um estilo de vida dirigido a causar impressão a desconhecidos, e quase sempre acima de seus ganhos;
  • São os primeiros a reclamar da vida, das coisas, do governo, da sociedade, de tudo, inclusive de você. São os últimos a realmente fazerem algo em prol dessa mesma sociedade.

Escolher fazer parte do problema, ainda que inconscientemente, significa abrir mão do enorme potencial que poderiam alcançar, mas que não alcançam.

Toda vez que você estiver num ambiente dominado por reclamações, lamentações e murmúrios, seja o agente da transformação, introduzindo e inoculando, no seu convívio social, elementos que encorajem e incentivem a criação de soluções e novidades.

Essa tarefa pode até não ser fácil, mas ainda que você não consiga resultados imediatos, não tem problema. No médio e no longo prazos, o poder do exemplo acaba falando mais alto que o poder das palavras, e suas atitudes direcionadas à concretização de novas ações logo se materializarão na realidade tangível, que estará à vista dos olhos de todas essas pessoas.

Pelo menos, você agiu em prol de sua própria evolução, e certamente colherá, no decorrer de sua vida, os frutos da determinação e da disciplina de mudar o “status quo”, se não o dos outros, no mínimo o seu.

Isso já será, por si só, motivo de grande alegria, uma vez que as mudanças mais satisfatórias não são aquelas realizadas de fora para dentro, mas sim aquelas que se concretizam de dentro para fora.” 

Fonte: http://www.valoresreais.com/2017/11/20/seja-parte-da-solucao-e-nao-do-problema/

Adaptação: WaysUp Soluções.

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7 coisas que você pode fazer pela sua carreira antes dos 30 anos

Descubra aqui como alavancar sua carreira enquanto ainda é jovem, seguindo estas dicas.

 

1 – Aceite aquela oferta de emprego mais ou menos

Não espere sair da faculdade recebendo incríveis propostas de emprego. Na verdade, é bem possível que o seu primeiro trabalho depois de formado seja bem meia-boca. O que há de errado com isso? Absolutamente nada. Ao aceitar um trabalho que não é exatamente o seu sonho de consumo, mas que já é na sua área de atuação, você cresce como profissional, aprende coisas novas e passa a estar em contato com aquilo que realmente deseja fazer – assim, oportunidades mais interessantes podem surgir.

2 – Crie uma boa lista de contatos

Isso vale para qualquer profissional, independente da idade e do ramo de atuação. Ter bons relacionamentos com indivíduos da sua área é fundamental – não adianta negar: muita gente consegue trabalho por ter sido indicada por alguém. Além do mais, conhecer pessoas com as mais diversas experiências profissionais e acadêmicas é altamente inspirador – às vezes é por causa de alguém que você conhece que acaba escolhendo uma especialização para fazer ou uma determinada área profissional para seguir.

Mostrar interesse e iniciativa desde cedo é uma forma de criar uma imagem profissional positiva a seu respeito – se um dia uma dessas pessoas precisar dar uma referência sobre você, possivelmente ela será positiva.

3 – Faça algum tipo de trabalho voluntário

Sempre vai haver uma causa que combine com as suas observações de mundo – direitos humanos, aulas para crianças carentes, grupos de ajuda, proteção à criança e ao adolescente, resgate de animais abandonados. Não importa o foco, o que importa é você se envolver em algum tipo de trabalho voluntário em sua comunidade – se for algo que envolva sua área de atuação profissional, será uma boa forma de conhecer pessoas do mesmo ramo e dar continuidade ao item 2.

4 – Aprenda coisas novas

Se você tem um tempo sobrando, não deixe de investir em novos cursos e especializações. Se a questão é falta de grana, procure por cursos online, por exemplo, ou por oficinas gratuitas que podem estar acontecendo na cidade onde você mora – o que não dá é para ficar parado.

5 – Diversifique seu trabalho

Agora é a hora de mudar de emprego sem medo – a menos, é claro, que você esteja no trabalho dos seus sonhos e/ou recebendo oportunidades irrecusáveis de promoção e crescimento. Como nem sempre temos a maior sorte do mundo em nossa primeira experiência profissional, não tenha medo de se arriscar e de experimentar novos trabalhos e oportunidades.

A verdade é que trabalhar em lugares diferentes faz com que você tenha uma visão mais ampla do mundo profissional e de como ele realmente funciona.

6 – Não tenha medo de arriscar

Antes dos 30 anos, você não tem muita coisa a perder, convenhamos. E é exatamente por isso que esse é o momento ideal para que você arrisque sem ter medo de fazer algo que pareça meio louco para quem vê de fora. Se seu sonho é abrir seu próprio negócio, então descubra o que precisa ser feito para isso e seja um empreendedor. Se seu desejo maior é viajar pelo mundo, faça isso e se arrisque – é bem possível que depois você não tenha a mesma oportunidade.

7 – Alimente seus projetos extracurriculares

Não importa como vão as coisas no trabalho, se você tem um projeto só seu, cuide dele com carinho e, sempre que possível, fale dele para alguém que possa se interessar pelo que você tem feito. Vale desde o livro que você quer tanto escrever até criar aquele baita portfólio online com as suas fotos mais incríveis. O que quer que você faça além do expediente poderá um dia render um novo emprego ou, no mínimo, mostrar que você é uma pessoa interessada e determinada.

 

Artigo extraído e adaptado do site Mega Curioso.

 

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10 atitudes de um funcionário que dificilmente será demitido

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10 atitudes de um funcionário que dificilmente será demitido

Existem algumas atitudes que você pode praticar no dia a dia do seu trabalho para evitar a tão temida demissão. Descubra agora.

 

1 – Ser uma pessoa com a qual os outros gostam de trabalhar

Ninguém curte trabalhar ao lado daquele cidadão prepotente, que vive de cara fechada e que rouba a ideia dos colegas, por exemplo. Chefes e coordenadores enxergam com bons olhos o funcionário que se dá bem com todo mundo – significa que ele não tem os defeitos citados anteriormente.

2 – Ser honesto

Falar de maneira franca com colegas e superiores é uma qualidade bastante valorizada. Quando algo sai errado, é fundamental conseguir falar sobre o assunto sem desespero, para que o problema possa ser resolvido. Manter uma comunicação honesta em todos os momentos é algo que faz com que seu chefe goste mais de você e valorize ainda mais o seu trabalho.

3 – Buscar ser uma pessoa melhor

Isso conta pontos positivos em todos os aspectos da sua vida, inclusive no âmbito profissional. Significa, basicamente, que você está aberto a críticas, sugestões e conselhos para que, a partir do ponto de vista de pessoas cujas opiniões contribuem para o seu desenvolvimento de alguma forma, seus posicionamentos melhorem e suas atitudes sejam mais bem aproveitadas.

4 – Reconhecer os próprios erros e as próprias fraquezas

Se o seu chefe é íntegro e profissional, não tem problema algum que ele saiba das suas fraquezas. Assim ele vai poder ajudar você a desenvolver competências que podem melhorar seu desempenho profissional de diversas maneiras.

5 – Cumprir prazos

Terminar suas tarefas no momento em que você se comprometeu a terminá-las demonstra comprometimento, seriedade e eficiência. Quando o assunto é trabalho, o melhor é não procrastinar nunca.

6 – Fugir de fofocas

Nem sempre é possível ficar de fora de situações polêmicas que podem acontecer dentro de um ambiente corporativo, mas é possível evitar ao máximo se meter em situações conflituosas, que envolvam fofocas, brigas e disputas mesquinhas.

7 – Agir

Nada de ficar de parado. O bom funcionário, se eventualmente fica sem o que fazer, avisa isso para seu chefe e se oferece para realizar outras tarefas. Tomar a iniciativa é uma característica muito valiosa!

8 – Expor boas ideias

Saber como comunicar suas ideias ao chefe é uma qualidade e tanto. Por isso é importante aprender a se expressar da melhor maneira possível e mostrar opiniões sobre problemas e possíveis soluções ao seu superior. Essa é uma habilidade realmente importante.

9 – Saber planejar

Um bom planejamento estratégico faz com que o tempo de trabalho seja produtivo, e não desperdiçado. O segredo aqui é colocar tudo na ponta do lápis e pensar sempre na forma mais prática e eficiente de conduzir um trabalho, sempre especificando papeis, estratégias, expectativas, métodos, necessidades e o que mais seja preciso para que o objetivo seja alcançado.

10 – Não perder tempo e energia competindo com outros funcionários

Por mais que sua vontade seja a de mostrar para todos que você é realmente bom no que faz, o ideal é revelar suas competências sem que isso signifique viver em eterna disputa com seus colegas de trabalho. Briga de ego é chato de ver – e é algo totalmente não profissional também.

 

Artigo extraído e adaptado do site Mega Curioso.

 

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4 atitudes que só levam você ao fracasso, segundo especialistas

Se você já colocou, ou espera um dia colocar, sua carreira em “piloto automático”, ou seja, anseia por navegar pelo mercado sem que seja necessário fazer o esforço dos anos iniciais na profissão, cuidado. Isso pode levá-lo à derrocada, garantem especialistas.

“Não existe espaço para acomodados. Piloto automático para carreiras só serviria se fosse de 3ª geração e com inteligência cognitiva”, brinca, Irene Azevedoh, diretora de transição de carreira da LHH.

A dificuldade em perceber a volatilidade do mundo é mais evidente em profissionais de segmentos que enfrentam menos turbulências, segundo Irene.  Por outro lado, quem já passou por reestruturações, fusões e aquisições muito provavelmente tem maior grau de consciência.

“Não existe mais um mundo seguro, nem garantia, nem zona de conforto”, diz Jaqueline Weigel,  coach estudiosa de futurismo e focada em ajudar as pessoas a fazer a transição para a nova era.  É que diante desse cenário, atitudes se tornam obsoletas e podem significar a fracasso profissional, segundo os especialistas.

O que acontece, muitas vezes, é que comportamentos  já sem validade hoje seguem sendo praticados por profissionais ainda que eles adotem discurso completamente diferente e ajustado aos novos tempos. “A maioria é farsa”, diz Jaqueline.

Confira que tipo de mentalidade não dá mais resultado na carreira de ninguém:

1. “Eu sei como se faz”

Imagine um engenheiro que há 30 anos trabalhe da exata mesma forma. A quem questiona o seu modo de fazer ele dá a clássica resposta: “sei como se faz, sempre foi assim que eu fiz”.

Profissionais com essa mentalidade perdem espaço para aqueles que têm o foco direcionado para a experimentação e visão sistêmica. Ganham destaque pessoas que topam experimentar novas maneiras de fazer as coisas e que consigam perceber como mudanças na rota afetam o todo da operação.

2. “Eu insisto”

Sem consciência da velocidade de mudança, insistir em caminhos antigos ainda que eles não funcionem mais é outra atitude obsoleta para limar da carreira.

“Temos que parar de perder tempo tentando arrumar o que não vale. É como querer consertar um videocassete nos dias de hoje”, diz Jaqueline.

Se não traz mais resultado, o melhor é tomar outro rumo.

“Pessoas muito rígidas e não dispostas a se adaptar a essa realidade de mundo volátil estão cometendo um dos erros que considero cruciais na carreira”, diz Irene Azevedoh.

A mudança é constante e rápida e já há quem saiba disso. “São aqueles profissionais que pensam: não deu certo? Vamos fazer de outro jeito”, diz Jaqueline.

3. “Uso meu poder para impor o que eu quero”

É o medo de não possuir as competências necessárias para percorrer novas trilhas que leva profissionais a adorar o que já conhecem. “Pessoas com essa mentalidade, geralmente, usam sua autoridade para impor velhos caminhos”, diz Jaqueline.

Executivos identificados com poder, comando, controle, ego e vaidade tendem a decretar sua vontade sem pensar no que é melhor para o negócio e, por isso, vão fracassar.

Está mais ajustado à atualidade quem é nutrido pelo novo e não liga para autoridade. “ Pelo contrário, compartilha o poder, estimula, empodera e acompanha, ao invés de controlar”, diz Jaqueline.

4. “Não olho à minha volta”

É o tal do piloto automático. “Enquanto não há razões graves, tem muita gente que não vai mudar”, diz Jaqueline.

O contrário desse comportamento é ser aberto, consciente e questionador. “Geralmente são pessoas imbuídas de grande valor moral e ético e que não se convencem com a máxima é assim que funciona”, diz Jaqueline.

Irene, da LHH, chama atenção para a importância da capacidade de aprendizado nesse mundo de rupturas tecnológicas.

“Um recrutador vai querer saber, por exemplo, quantas vezes na carreira, o profissional quis aprender algo novo”, diz Irene.

Ela afirma que adaptabilidade e capacidade de aprendizado fazem parte de um “pacote de competências” que todo profissional deve ter.

Artigo extraído e adaptado do site Exame.

 

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Atitude

Muitos funcionários já ouviram referências, positivas ou negativas, a algumas de suas atitudes. Tem gente que não consegue progredir na carreira porque não tem atitude. Tem gente que progride apesar das atitudes. E tem gente que usa a palavra como escapatória, como se ela fosse autoexplicativa, para não ter que dar maiores explicações.

Realmente, hoje em dia atitude é uma palavra abundante em sinônimos. Por exemplo:

  • De ‘decisão’: “Precisamos tomar uma atitude”.
  • De ‘comportamento’: “Não gostei nem um pouco dessa sua atitude”.
  • De ‘ação’: “São atitudes como essa que fazem um grande vendedor”.
  • De ‘determinação’: “O time voltou para o segundo tempo com mais atitude”.
  • De ‘posição’: “Ele está assumindo uma atitude preguiçosa”.
  • De ‘aceitação’: “Você precisa ter uma atitude menos crítica com relação à empresa”.
  • De si mesma: “Eu acho que tudo na vida é uma questão de atitude”.
  • De ‘sei lá’: “Ah, ela tem, assim, atitude, sabe?”.

Atitude é exatamente a mesma coisa que aptidão (a palavra original era ‘aptidude’). E significava ‘estar preparado, física e mentalmente, para executar uma tarefa’. O aluno que aprendeu a tabuada e sabia multiplicar oito vezes nove, sem recorrer a uma calculadora, tinha uma atitude. Só que aí, a palavra perde completamente o charme. Porque atitude dá a impressão de ser algo muito mais cósmico.

No Dicionário Houaiss, a primeira definição de atitude é “a maneira como o corpo (humano ou animal) está posicionado”. Atitude seria, portanto, a chamada ‘pose’ – e muita gente concordará com isso. Na maioria dos casos, atitude é mais embalagem do que conteúdo.

E, por falar em animais, o leão, por exemplo, é um que tem atitude. E, como todo chefe cheio de atitude, o leão vivia incomodado com os súditos que não mostravam atitude. Principalmente a tartaruga. E disse o leão: “Se você pensar bem, cara tartaruga, o ser humano nada mais é que um macaco que teve atitude. E veja onde ele conseguiu chegar na carreira”. Meia hora depois, a tartaruga moveu a cabeça, concordando.

E o leão continuou: “Não é que eu queira me gabar, mas veja o meu caso. Em minha casa, quem vai à caça é minha senhora, dona leoa. Além disso, ela cria nossos filhotes. O que eu sei fazer é rugir. Por isso, minha vida se resume a comer bem, a fazer sexo, e a dar ordens. Sabe por que? Porque eu tenho atitude”. E a tartaruga, após 45 minutos, assentiu. Já demonstrando impaciência com tamanha preguiça, o leão perguntou se a tartaruga tinha entendido o feedback.

E a tartaruga, uma hora depois, respondeu: “Sabe, Vossa Majestade? Eu não quero ser rei. Nem pretendo ser o mais veloz dos animais. Nem o mais bonito, nem o mais forte. Essa é a minha atitude: eu quero ser o que sou e não o que os outros querem que eu seja. Eu já disse isso para o seu falecido bisavô. E, um dia, vou dizer para o seu bisneto”. E os dois ficaram se olhando, ambos convencidos de que o outro jamais entenderia o que é atitude. Do mesmo modo que alguns chefes e alguns subordinados se olham todos os dias, porque um sempre acha que atitude é o que já tem de sobra e o outro sempre acha que atitude é o que está faltando.

Artigo extraído e adaptado do site Max Gehringer.

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