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Disciplina: o hábito Nº 1 das pessoas de sucesso

Acabei de me sentar à mesa de trabalho para escrever este artigo.

Abri o computador e, por azar, a primeira tela que apareceu foi a caixa de entrada de e-mails. Olhei atentamente para ela e subitamente fechei a aba. Ufa! Se as novas mensagens aparecessem ali eu estaria frita… rs

Então, imediatamente pensei: minha meta hoje é escrever este artigo.

Respirei fundo, abri o Word e me lembrei de que precisava comprar as minhas passagens de Goiânia para São Paulo antes que os preços subissem… (chego ao Brasil no dia 7/9 e dia 19 estarei em São Paulo).

Cheguei a abrir o browser para acessar o site de viagens e, então, com firmeza disse a mim mesma:

– O que está fazendo?
– Qual é a sua prioridade agora, dona Wayne???? Ooops!

Fechei imediatamente a internet e escrevi bem grande à minha frente: minha PRIORIDADE é escrever AGORA uma mensagem de impacto!

Ufa! Já estou no sexto parágrafo… rs

E é assim…. quantas vezes queremos tanto:

• Ler um livro;
• Assistir àquela videoaula do curso on-line;
• Estudar um novo método;
• Ir à academia que estamos pagando faz tempo;
• Falar mais com os pais;
• Ter mais contato com os amigos;
• Organizar as gavetas entulhadas;
• Doar as roupas que não mais usamos…

É preciso muita disciplina, certo? Hummm…. Será???

Pois eu quero lhe provar que não!

Muitos acreditam que a disciplina seja uma característica que faz parte da personalidade das pessoas, mas enganam-se.

Você nunca deve dizer: –“Ah, eu não sou disciplinada como fulana”.

Pode até ser que não seja mesmo… Ainda! Pois, ao final da leitura desta mensagem, você
perceberá que disciplina é algo que desenvolvemos e praticamos.

A disciplina é um HÁBITO!

E, como sabemos, para adquirir um hábito, é preciso treino e, para chegar à perfeição, a prática é essencial.

O significado de disciplina que vamos abordar não é aquele descrito nos dicionários, cujas palavras-chave são: ordem, respeito, obediência, submissão, autoridade.

Quero, primeiramente, que desmistifique o conceito de disciplina em sua mente.

Entendo que ela nada mais é do que o primeiro e mais importante passo que você deve tomar para alcançar aquilo que deseja.

Ninguém conquista nada se não for disciplinado, se não perseverar naquilo que almeja.

Se você relembrar agora todas as coisas que já conseguiu na vida, verá que, para realizá-las, precisou de disciplina.

Seja uma viagem, concluir o ensino médio, aprender inglês etc. Pode ser que você até pense: – “Ah, mas essas coisas foram tão naturais para mim, nem me preocupei tanto com elas…”.

Entretanto, se refletir com mais calma, verá que, para fazer aquela viagem que tanto queria, precisou planejá-la; assim como para comprar as passagens com antecedência, não se atrasar para o embarque, preparar a mala atenciosamente… tudo isso exigiu disciplina.

Porém, outras providências exigem um pouco mais de preparo, organização, planejamento e um nível ainda mais elevado de disciplina.

Para isso, siga os passos a seguir:

1 – Conecte-se emocionalmente com o seu propósito

Para que você consiga ter mais autodisciplina, é necessário levar em conta uma série de fatores. O mais importante deles é você se sentir EMOCIONALMENTE LIGADA ao que estiver fazendo.

Por exemplo, se tem dificuldade em praticar atividades físicas, pense na energia boa que sentirá ao ouvir as pessoas dizerem que você está elegante, ao verificar a melhora nos
exames médicos, ao conseguir vestir uma roupa que não lhe servia mais, enfim, imagine a satisfação de ter tomado o controle das suas vontades.

Se perdeu o estímulo por estudar algum curso de idiomas que se inscreveu, mentalize como será falar com pessoas de outras culturas, como se sentirá confiante ao atender a uma ligação do exterior no trabalho, a alegria ao se conectar com internautas de outros países pelas redes sociais. Isso é criar conexão emocional.

2 – Planeje o seu dia priorizando o mais importante

Isso parece tão batido, né?

E é! Mas não há outro meio para desenvolver o hábito da disciplina.

Tem que planejar e priorizar o que é mais importante, senão vai cair na primeira tentação!

(Por que eu consegui fechar o browser da minha Caixa de entrada de e-mail? Por que estou escrevendo antes de comprar as passagens? Porque eu tinha prioridade!)

Entende o efeito dessa priorização em nossas realizações?

Planeje o seu dia e defina 3 prioridades antes de QUALQUER atividade, antes de ler os e-mails, de ver as notícias, de acessar as redes sociais…

Ou, melhor ainda, eleja as 3 prioridades do dia seguinte e as leia antes de dormir. Você verá que se lembrará delas ao acordar e se sentirá muito mais motivada ao se levantar.

3 – Exercite a disciplina diariamente nas pequenas tarefas

• Comece e termine a reunião no horário marcado. Não ultrapasse!;
• Iniciou um e-mail, finalize-o;
• Abriu a gaveta, feche-a;
• Usou algum objeto, guarde-o;
• Começou a assistir à aula, termine-a;
• Leia um capítulo até o fim ou a página inteira, não pare na metade;
• Ficou de falar com alguém da equipe? Cumpra o combinado!

[E, aqui, preciso contar uma coisa…

Quando eu era CIO(Chief Information Officer, é o responsável pela tecnologia da informação) de uma empresa bem grande, um dos meus gestores chegava a remarcar uma reunião comigo 5 vezes! Isso é péssimo!

Imagine como eu me sentia. A mensagem clara para mim era: “O que você tem a me dizer não é importante”. O pior que isso acontecia até quando ele mesmo pedia a reunião… vai entender…]

Em vez de pensar “Depois eu faço”, diga: “Depois, não! AGORA!”.

***

E, para você que teve a disciplina de ler a mensagem até aqui, uma…

#Dica extra: Reconheça suas conquistas!

Enxergue cada aprendizado, cada ganho, cada conquista e orgulhe-se disso.

• Se você conseguiu terminar um trabalho que há muito tentava finalizar, comemore;
• Se acordou e arrumou sua cama antes de sair, sinta-se bem por isso;
• Se planejou o seu dia e agiu conforme seu planejamento, tenha em mente que você é uma das poucas pessoas que conseguem fazer isso.

Cada conquista vale muito e é devagar e sempre que você conseguirá se tornar uma pessoa disciplinada e realizadora.

Por isso, não desista!

Assim, você não precisará ter disciplina para sempre, porque quando o hábito se forma, não precisará mais de tanta força de vontade, será mais fácil, natural e em você.

E só de saber disso, nos dá um tremendo alívio e traz mais leveza!

Autora: Wayne Valim

http://www.waysup.com.br/conheca-a-coach-wayniere-valim/

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O milagre que só os mais sensíveis entenderão

Não raro tomamos conhecimento de histórias da vida real que retratam a dificuldade de relacionamento dentro da própria família.

São filhos descontentes com os pais, irmãos que sentem extremas dificuldades em se expressar e aceitar suas diferenças entre si, sem contar as tremendas confusões nas relações interpessoais com os agregados: sogro, sogra, cunhado, cunhada, genros e noras…

Isso não é diferente entre pessoas de outras culturas, talvez até mais introspectivas do que nós brasileiros, pela herança de sua História.

Na semana passada, eu participei, aqui na Polônia, de uma cerimônia funerária. A mãe de uma amiga falecera e tive a oportunidade de estar presente para dizer: “estou aqui neste momento difícil para você! ”. Naquelas horas, vários pensamentos me vieram à tona.

Será que valorizamos de verdade cada membro da família, cada pessoa importante, ou precisaremos perder alguém para “cair a ficha”?

A cerimônia ocorreu em uma capela. Todos muito formalmente e elegantemente vestidos de preto, sentados nos bancos da capela, acompanhavam de forma introspectiva as palavras do padre que proferia em polonês as leituras e reflexões. Muitas flores eram ofertadas pelos amigos e familiares e ao fundo, a música em violino era executada por uma jovem. A centenária capela trazia obras de arte esculpidas e sua acústica oferecia um ambiente propício para introspecção e lembranças da pessoa que acabara de partir.  Eu me emocionei algumas vezes lembrando da família distante e das pessoas amadas que se foram.

A certa altura, notei que o jovem sacerdote demonstrava muita inspiração e, embora eu não conseguisse entender, porque o idioma polonês ainda me é inteligível, percebi que ele falava sobre a família, sobre algo profundo. Depois, confirmei que este era o assunto que o elevara: “Estejam sempre prontos para a sua hora e para a hora das pessoas a sua volta, amem-se, perdoem-se, vivam em harmonia…”.

E aí está o ponto: será que estamos realmente prontos para “essa hora”? Ou precisaremos nos aproximar do momento da partida de um ente querido para demonstrarmos o quão importante essa pessoa é para nós?

Parece mesmo que a hora da morte é um milagre, uma vez que proporciona transformações incríveis na família. De repente, tudo se transforma, como num passe de mágica: aproxima as pessoas, faz com que se perdoem e reconheçam a bondade nunca antes percebida naquela que se foi. E isso ocorre porque seus familiares estavam ocupados demais, concentrados em si mesmos, sentindo-se injustiçados e vítimas do erro dos outros.

Não! Definitivamente não precisamos esperar o milagre da morte, aliás, quando isso acontece, pois faz parte da vida, a nossa demonstração de amor e admiração fica nublada e sufocada pelo sentimento de culpa.

A família que possuímos é um presente de Deus, do universo, são os laços de amizade mais importantes em toda a nossa existência.

Você pode dizer “Ah, Wayne, você diz isso porque não conhece a minha família, viver em harmonia é impossível…”

Então, que tal começar com um pedido de perdão: “Me perdoe por não ter acreditado na harmonia da nossa família, me perdoe por ter sentido raiva naquele momento, me perdoe por não conseguir te entender, me perdoe por ter uma expectativa diferente de você…”. Isso abrirá um novo espaço para o diálogo e você, que certamente se preocupa com o bem de todos, poderá viver o seu papel de interligar todos a sua volta, mostrando que cada um tem o seu valor, sua forma de pensar, de reagir, de falar, e que o mais importante é viver o Amor que naturalmente os une, porque vem da sua origem.

Agindo assim, não precisaremos esperar o milagre da morte rondar as nossas vidas para valorizar cada ser humano presente e participante de nossa história, porque seus erros e diferenças também contribuíram para sermos hoje quem somos.

Viva intensamente cada momento, amando, respeitando, compreendendo, admirando, verbalizando e demonstrando isso em cada oportunidade da sua vida. Assim será capaz também de ser uma pessoa íntegra e verdadeira, vivendo amizades e relacionamentos incríveis!

Um abraço de energia da VIDA para você!!!

Wayne Valim

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5 formas de ensinar seu cérebro a ser mais feliz

seu primeiro abrir de olhos depois do toque do despertador até a noite, quando o sono vem chegando e a cabeça começa a pesar, seu cérebro se ocupa tendo, ao longo do dia, cerca de 70 mil pensamentos, o que basicamente significa que temos 70 mil chances diárias de pensar em algo que nos motive ou de dedicar nossos pensamentos àquilo que nos deixa para baixo.

Pensando pelo lado numérico da coisa, fica mais fácil entender a importância de pensamentos positivos e o perigo dos autodestrutivos. Viver questionando ou recriminando as próprias atitudes, assim como se comparar muito às outras pessoas e ser perfeccionista demais são formas de prejudicar sua saúde psicológica e física. A boa notícia é que você pode alterar a maneira como pensa sobre si mesmo – descubra cinco maneiras de fazer essa mudança:

1 – Aprenda a pensar em seus problemas de forma inteligente

Algo não está saindo como deveria e você fica se martirizando e imaginando como as coisas seriam melhores se tudo desse certo. Adianta alguma coisa? É mais sensato ficar ruminando um problema ou buscar uma forma prática de resolvê-lo? Você sabe a resposta, talvez só precise colocá-la em prática mais vezes.

Ao perceber que algo deu errado, busque uma forma racional de analisar a situação e descobrir o que precisa ser feito. Não se imagine no pior cenário, incapaz de lidar com o que sai do planejamento – você é uma criatura inteligente e adaptável. Lembre-se sempre disso, pense estrategicamente e aja.

2 – O que você diria a seu melhor amigo quando ele estivesse passando por um perrengue?

Pense numa resposta para isso e pronto: basta dizer o mesmo a você. Esse conselho é válido porque tendemos a ver os erros alheios com mais parcimônia do que vemos os nossos, justamente porque tendemos a pegar pesado quando o assunto é autocrítica.

Alguns estudos já comprovaram que esse exercício de tratar a si mesmo da maneira como você trataria um amigo e, por consequência, ser menos crítico e impiedoso, faz com que você veja seus problemas diferentemente e se sinta melhor diante do cenário geral. Faça desse exercício um hábito e fale consigo da mesma forma como falaria com um grande amigo.

3 – Nomeie suas emoções

Não é bacana evitar falar sobre sentimentos, até mesmo porque isso não é uma atitude muito inteligente em termos de saúde mental. Por mais complicado ou estranho que seja, tente entender o que é que você está sentindo e dê o nome certo a esse sentimento: medo, ansiedade, nervosismo, raiva, inveja, ciúme.

Ao nomear esses sentimentos em vez de dizer que está “com borboletas no estômago” ou “com a garganta apertada”, você pode começar a entender como cada um deles afeta suas atitudes diárias e suas decisões. Se você está chateado com algo que houve no trabalho, mas não nomeia o que sente, pode acabar tendo outras áreas da sua vida prejudicadas por causa disso.

4 – Equilibre seus sentimentos e suas emoções com algumas doses de lógica

Não importa se estamos falando de problemas financeiros, brigas conjugais ou questões familiares, o que importa é que você aprenda a usar a lógica na hora de avaliar essas questões em vez de observar tudo pelo lado emocional da coisa, apenas. A melhor forma de encontrar esse equilíbrio é criar uma lista de prós e contras e, uma vez que ela esteja feita, observar cada item para conseguir tomar a melhor decisão possível.

5 – Aprenda a demonstrar gratidão

Demonstrar gratidão é um exercício simples que traz benefícios físicos e psicológicos, incluindo aumento da sensação de felicidade – pessoas que praticam a gratidão costumam ser 25% mais felizes do que aquelas que não agradecem por nada.

A dica é criar um hábito diário de pensar nas coisas pelas quais você se sente grato: vale falar sobre elas na hora do café da manhã, vale fazer uma listinha, vale até criar um diário da gratidão, no qual você escreva sobre aquilo de que gosta em sua vida, religiosamente, todos os dias. Isso vai treinar seu cérebro a ser mais positivo e sua sensação de bem-estar vai ser mais intensa.

Artigo extraído do site Mega curioso.

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13 maus hábitos que o impedem de ser produtivo

Ser mais produtivo está relacionado com ser mais inteligente na forma de trabalhar e não com trabalhar demais. Embora não seja fácil, é possível conseguir fazer mais em menos tempo se você parar de se sabotar com maus hábitos.

Vejam abaixo os 13 hábitos que se você parar de fazer imediatamente se tornará mais produtivo.

1. Impulso de navegar na web

Hoje em dia, quase todo mundo tem acesso à in­ternet no tra­balho. Com isso, fica fácil se distrair pro­curando uma coisa que se lembrou de re­pente. Para evitar isso,  anote esses pensa­mentos ou per­guntas em um bloco de notas. Assim, você termina o que estiver fazendo e pro­cura a in­for­mação que pre­tende em um momento mais oportuno, de preferência fora do horário de trabalho ou quando estiver mais tranquilo.

2. Multitasking (Várias tarefas ao mesmo tempo)

Em­bora muitas pes­soas pensem que con­se­guem fazer duas coisas ao mesmo tempo, vá­rias in­ves­ti­ga­ções ci­en­tí­ficas mos­traram que apenas 2% da po­pu­lação têm essa habilidade. Para os res­tantes, o mul­ti­tas­king é um mau há­bito que di­minui a ca­pa­ci­dade de con­cen­tração e nos torna menos pro­du­tivos.

3. Verificar o e-mail várias vezes ao dia

O acesso cons­tante à in­ternet também pode tentar as pes­soas a ve­ri­ficarem cons­tan­te­mente o e-mail. In­fe­liz­mente, a cada checagem, perde-se até 25 mi­nutos de tempo la­boral. Além disso, isso não é nada proveitoso, pois o e-mail geralmente contém inúmeras mensagens irrelevantes. Tente acessá-lo em horários específicos e cancele a notificação de chegada de mensagem.

4. Licença moral

Seja uma dieta nova, uma nova ro­tina de treino ou um ho­rário de tra­balho, uma das coisas que mais di­fi­cultam formar um novo há­bito é a ânsia de se “auto-premiar” com uma re­com­pensa por se con­cen­trar numa ro­tina du­rante muito tempo. Essa ideia de que “me­re­cemos” gastar di­nheiro numa re­feição ca­pri­chosa após uma longa se­mana pro­du­tiva chama-se “li­cença moral” (do in­glês moral li­cen­sing) e abala o plano de muitas pes­soas de se me­lho­rar. Torne seu ob­je­tivo uma parte da sua iden­ti­dade. Ao invés de pensar ser alguém que você não deseja ser, pense ser o tipo de pessoa que poupa di­nheiro e treina re­gu­lar­mente.

5. Deixar o trabalho mais importante para o final do dia

É fre­quente as pes­soas co­me­çarem o dia fazendo as ta­refas mais fá­ceis e dei­xando o tra­balho mais di­fícil para mais tarde. Isso não é nada produtivo e pode fazer com que o tra­balho mais im­por­tante nunca seja feito, ou seja feito em atraso, com pressa e sem a devida atenção. Como comprovado por vários pesquisadores, as pes­soas têm uma von­tade li­mi­tada, que vai di­mi­nuindo ao longo do dia. Por isso, é me­lhor re­a­lizar as ta­refas mais di­fí­ceis e importantes no início do dia.

6. Ter muitas reuniões

Nada con­segue in­ter­romper tanto a fluidez da pro­du­ti­vi­dade como uma reu­nião desnecessária. E com tantas fer­ra­mentas à mão como o e-mail, whatsapp e vi­de­o­cha­mada, é me­lhor deixar as reu­niões para apre­sen­ta­ções e dis­cus­sões im­por­tantes que têm mesmo que ser feitas pessoalmente. O fun­dador da Blu­e­Grace Lo­gis­tics, Bobby Harris, re­co­menda às pes­soas que evitem ir a reu­niões que não tenham sido agendadas com ho­rário definido e especificação ­do assunto e da duração da reu­nião. E, mesmo assim, Harris recomenda dizer a quem marcou a reunião que você possui me­tade do tempo solicitado.

7. Ficar sentado o dia todo

Ni­lofer Mer­chant, con­sul­tora de em­presas e au­tora do livro “A Nova forma de fazer. Cri­ando so­lu­ções em­pre­sa­riais por meio da es­tra­tégia co­la­bo­ra­tiva”, compar­ti­lhou em uma palestra TED a forma como ajudou grandes em­presas a de­sen­volverem novas ideias de su­cesso: com reu­niões ao ar livre. Mer­chant recomenda substituir as reu­niões em cafés ou salas de conferência com luzes fluorescentes por passeios em parques e locais ao ar livre. “Vocês ficarão surpreendidos pela forma como o ar fresco instiga “pen­sa­mentos frescos”, trazendo novas ideias para às nossas vidas”, afirma ela.

8. Acionar o botão ‘soneca’

Aci­onar esse botão logo de manhã pode dar a sen­sação de ga­nhar mais tempo para dormir, mas a re­a­li­dade é que esse botão faz mais mal do que pensa. Isso porque, quando você acorda, seu sis­tema en­dó­crino li­bera hor­mônios de pron­tidão que te ajudam a co­meçar o dia. Ao voltar a dormir, você atrapalha esse pro­cesso. Além disso, esses nove mi­nutos não dão ao seu corpo o sono re­pa­rador que pre­cisa. Ari­anna Huf­fington, no seu dis­curso TED, explica que uma boa noite de sono tem o poder de au­mentar a pro­du­ti­vi­dade, a fe­li­ci­dade, a to­mada de de­ci­sões mais in­te­li­gente e gerar me­lhores ideias. O truque para con­se­guir dormir mais é pla­nejar adiantadamente e ter uma noite de sono mais completa.

9. Falha em estabelecer prioridades

Al­gumas pes­soas pensam que ter muitos ob­je­tivos é a me­lhor forma de ga­rantir o su­cesso – se um deles fa­lhar, ainda restam ou­tras opções. In­fe­liz­mente, esse tipo de in­de­cisão pode ser ex­tre­ma­mente con­tra­pro­du­cente. Warren Buffett, um dos homens mais ricos do mundo, tem o an­ti­doto per­feito. Ao ver que o seu piloto pes­soal não con­se­guia re­a­lizar seus ob­je­tivos de vida, Buffet aconselhou-o a fazer uma lista de 25 coisas que ele gos­taria de fazer antes de morrer. Mas em vez de tentar com­pletá-las uma a uma, Buffet pediu-lhe para es­co­lher as cinco que achasse mais im­por­tantes e ignorasse o resto.

10. Planejamento exagerado

Muitas pes­soas am­bi­ci­osas e or­ga­ni­zadas tentam au­mentar sua pro­du­ti­vi­dade fa­zendo um pla­nej­a­mento me­ti­cu­loso para cada hora do dia. In­fe­liz­mente, as coisas nem sempre acontecem como pla­ne­jamos, e bastam coisas como um filho do­ente ou uma ta­refa inesperada para de­sor­ga­nizar o dia todo. Em vez de fazer um pla­ne­ja­mento exaus­tivo, planeje apenas quatro ou cinco horas de tra­balho real todos os dias, para que possa ser mais fle­xível.

11. Pouco planejamento

De­dique um tempo para pla­nejar seus ob­je­tivos a longo prazo. Tentar chegar à fase final de um pro­jeto que ainda está na metade pode ser muito frus­trante e uma grande perda de tempo. O orador de Har­vard Ro­bert Pozen re­co­menda de­ter­minar pri­meiro o seu re­sul­tado final e traçar uma série de etapas para conquistá-lo. Assim que es­tiver na metade do processo, pode rever o seu tra­balho para se cer­ti­ficar de que está no ca­minho certo e ajustar o planejamento, se ne­ces­sário.

12. Colocar o celular perto da cama

As telas LED dos smartphones, ta­blets e pcs li­beram as chamadas luzes azuis, que vá­rios es­tudos já de­mons­traram que podem pro­vocar le­sões e su­primir a pro­dução de me­la­to­nina, um hor­mônio que ajuda a re­gular o ciclo do sono. A in­ves­ti­gação também su­gere que as pes­soas com baixos ní­veis de me­la­to­nina estão mais su­jeitas a so­frer de de­pressão.

13. Perfeccionismo

“A raiz da pro­cras­ti­nação é, mais ainda do que a pre­guiça, o medo de não fazer um bom tra­balho”, afirma o fi­ló­sofo e autor bri­tâ­nico Alain de Botton, em seu site The Book of Life. “Só co­me­çamos a tra­ba­lhar quando o medo de não fazer absolutamente nada ul­tra­passa o medo de não fazer algo muito bem… e isso pode de­morar algum tempo.”

A única forma de ul­tra­passar a pro­cras­ti­nação é aban­donar o per­fe­ci­o­nismo e não en­trar em pâ­nico por causa de por­me­nores à me­dida que vai avan­çando no tra­balho. Fingir que a ta­refa que tem para fazer não tem muita im­por­tância e que por isso não faz mal errar pode ajudá-lo a atirar-se ao tra­balho mais de­pressa.

Artigo extraído e adaptado do site Insider Pro.

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