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4 atitudes que só levam você ao fracasso, segundo especialistas

Se você já colocou, ou espera um dia colocar, sua carreira em “piloto automático”, ou seja, anseia por navegar pelo mercado sem que seja necessário fazer o esforço dos anos iniciais na profissão, cuidado. Isso pode levá-lo à derrocada, garantem especialistas.

“Não existe espaço para acomodados. Piloto automático para carreiras só serviria se fosse de 3ª geração e com inteligência cognitiva”, brinca, Irene Azevedoh, diretora de transição de carreira da LHH.

A dificuldade em perceber a volatilidade do mundo é mais evidente em profissionais de segmentos que enfrentam menos turbulências, segundo Irene.  Por outro lado, quem já passou por reestruturações, fusões e aquisições muito provavelmente tem maior grau de consciência.

“Não existe mais um mundo seguro, nem garantia, nem zona de conforto”, diz Jaqueline Weigel,  coach estudiosa de futurismo e focada em ajudar as pessoas a fazer a transição para a nova era.  É que diante desse cenário, atitudes se tornam obsoletas e podem significar a fracasso profissional, segundo os especialistas.

O que acontece, muitas vezes, é que comportamentos  já sem validade hoje seguem sendo praticados por profissionais ainda que eles adotem discurso completamente diferente e ajustado aos novos tempos. “A maioria é farsa”, diz Jaqueline.

Confira que tipo de mentalidade não dá mais resultado na carreira de ninguém:

1. “Eu sei como se faz”

Imagine um engenheiro que há 30 anos trabalhe da exata mesma forma. A quem questiona o seu modo de fazer ele dá a clássica resposta: “sei como se faz, sempre foi assim que eu fiz”.

Profissionais com essa mentalidade perdem espaço para aqueles que têm o foco direcionado para a experimentação e visão sistêmica. Ganham destaque pessoas que topam experimentar novas maneiras de fazer as coisas e que consigam perceber como mudanças na rota afetam o todo da operação.

2. “Eu insisto”

Sem consciência da velocidade de mudança, insistir em caminhos antigos ainda que eles não funcionem mais é outra atitude obsoleta para limar da carreira.

“Temos que parar de perder tempo tentando arrumar o que não vale. É como querer consertar um videocassete nos dias de hoje”, diz Jaqueline.

Se não traz mais resultado, o melhor é tomar outro rumo.

“Pessoas muito rígidas e não dispostas a se adaptar a essa realidade de mundo volátil estão cometendo um dos erros que considero cruciais na carreira”, diz Irene Azevedoh.

A mudança é constante e rápida e já há quem saiba disso. “São aqueles profissionais que pensam: não deu certo? Vamos fazer de outro jeito”, diz Jaqueline.

3. “Uso meu poder para impor o que eu quero”

É o medo de não possuir as competências necessárias para percorrer novas trilhas que leva profissionais a adorar o que já conhecem. “Pessoas com essa mentalidade, geralmente, usam sua autoridade para impor velhos caminhos”, diz Jaqueline.

Executivos identificados com poder, comando, controle, ego e vaidade tendem a decretar sua vontade sem pensar no que é melhor para o negócio e, por isso, vão fracassar.

Está mais ajustado à atualidade quem é nutrido pelo novo e não liga para autoridade. “ Pelo contrário, compartilha o poder, estimula, empodera e acompanha, ao invés de controlar”, diz Jaqueline.

4. “Não olho à minha volta”

É o tal do piloto automático. “Enquanto não há razões graves, tem muita gente que não vai mudar”, diz Jaqueline.

O contrário desse comportamento é ser aberto, consciente e questionador. “Geralmente são pessoas imbuídas de grande valor moral e ético e que não se convencem com a máxima é assim que funciona”, diz Jaqueline.

Irene, da LHH, chama atenção para a importância da capacidade de aprendizado nesse mundo de rupturas tecnológicas.

“Um recrutador vai querer saber, por exemplo, quantas vezes na carreira, o profissional quis aprender algo novo”, diz Irene.

Ela afirma que adaptabilidade e capacidade de aprendizado fazem parte de um “pacote de competências” que todo profissional deve ter.

Artigo extraído e adaptado do site Exame.

 

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Como puxa-sacos afetam seu trabalho

Os puxa-sacos incríveis e onde habitam? Não, eles nada têm de incríveis. São bem reais e habitam empresas mundo afora. Seu tipo é adorado pelo cinema e marca presença em séries como a inglesa The Office.

Inadequação é a palavra-chave para definir o seu comportamento. Considerados chatos e não confiáveis pelos colegas, seu destino é um só, caso não seja a maioria na empresa.

“Acabam sendo isolados e maltratados pelo restante da equipe”, diz Lucas Oggiam, gerente da Page Personnel.

O isolamento é um sinal a ser levado em consideração por aqueles que desconfiam ter famigerada pecha.

“No Brasil, dificilmente um colega vai falar que a pessoa está sendo considerada puxa-saco”, diz Oggiam.

Por isso, a importância da leitura do ambiente de trabalho, ação fundamental também para não ser mal interpretado. É que a regra geral para não ser um puxa-saco não é lá muito objetiva: bom senso.

Isso porque não é possível estabelecer um limite com tantas diferenças entre as dinâmicas de comunicação e relacionamento dentro das empresas, diz o especialista. Mas sua recomendação vale para todo mundo: agir com respeito e ter postura corporativa.

“Antes de tentar chamar a atenção, observe como as pessoas se comportam naquele ambiente”, indica.

A seguir, confira os seus tipos mais comuns de funcionário puxa-saco classificados de acordo com seus comportamentos mais irritantes:

1. O queridinho

Seu lema é agradar e chamar a atenção por isso. É o tipo mais perigoso e nocivo de puxa-saco, na opinião do gerente da Page Personnel. “Esse cara é um problema, coloca uns contra os outros”, diz. Apontar o dedo para a falha dos outros é sua marca e costuma fazer isso na frente do chefe. No fundo, seu objetivo é provar que tem senso de dono do negócio, que é responsável e que tem habilidade de liderança. Quando ardiloso e bem articulado não é pego e pode até alavancar a carreira, ainda que de forma irregular.

2. O papagaio

Já se pegou repetindo as mesmas frases do chefe? O puxa saco papagaio faz isso. De chavões a comentários genéricos, propaga tudo que o gestor diz. É um imitador por excelência, emula comportamentos e frequenta os mesmos lugares. Também adora compartilhar as citações de palestrantes famosos.

3. O hiperatarefado

À primeira vista é o que mais trabalha da equipe. Está sempre falando sobre seus mil projetos, relatórios e apresentações. Em resumo: hipervaloriza seu expediente. Olhando de perto, está ocupado só na hora de ajudar os outros. Para o chefe se mostra disposto e motivado para começar novos trabalhos.

4. O sabe-tudo

De assuntos menores à tomada de decisão, eles sempre têm a verdade em sua boca. No entanto, seu conhecimento não é profundo e sua atitude é arrogante. São comuns entre profissionais da geração Y, segundo Lucas Oggiam.

5. O cérebro blindado

Esse sim é um expert. O problema é que não compartilha conhecimento com a equipe com medo de que outros tenham mais oportunidades do que ele. Por isso reserva sua sabedoria e experiência para impressionar os chefes.

6. O Papai Noel

Dá as caras no fim do ano. Travestido de generoso e preocupado, compra lembrancinhas e lanchinhos para ganhar o coração do seu gestor.

Artigo extraído e adaptado do site Exame. Título original: Quais destes 6 tipos de puxa-sacos habitam o seu trabalho.

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