Alta Performance e Felicidade em meio à crise?

Nas últimas duas semanas, venho falando sobre Alta Performance e Felicidade, ao vivo, no YouTube (www.youtube.com/c/WaysupBr) e no Instagram (www.instagram.com/waynevalim) como forma de ajudar você neste momento difícil que estamos passando.

Ao abordar esse tema, a primeira reação das pessoas é exatamente essa: “O quê? Felicidade? Alta performance? Neste momento, não… Estamos apenas sobrevivendo…”

Se esse foi o seu pensamento ao ler o título desse texto, acredito que vale muito a pena você ler até o fim… (risos)

Vamos entender esses conceitos…

O que é Alta Performance?

É a capacidade do ser humano de ultrapassar o nível das habilidades usuais,
ir além do esperado, se esforçando ao máximo, com motivação, sem perder o equilíbrio, para atingir níveis superiores de desempenho em todas as áreas da vida.

Esse estado de superação se torna a maneira habitual de ser das pessoas de alta performance.

As pessoas de alta performance são altamente motivadas, estão dispostas a se aperfeiçoar constantemente e a buscar os objetivos mais ousados.

Elas, acima de tudo, possuem mindset de abundância, pois sabem que tudo o que desejam é possível a partir das próprias atitudes.

E o que é Felicidade?

Penso que não existe um único significado, pois a felicidade depende da pessoa que a vivencia e de que forma atinge esse estado.

Os cientistas a definem como “bem-estar subjetivo” – porque tudo depende de como nos sentimos em relação à nossa própria vida.

Outros referem-se à felicidade como um estado de espírito positivo no presente e uma perspectiva positiva para o futuro.

Martin Seligman, o pioneiro da psicologia positiva, a segmentou em três componentes mensuráveis: prazer, envolvimento e senso de propósito.

Aristóteles trouxe o conceito de eudaimonia, que não quer dizer exatamente “felicidade”, mas, sim, algo como “prosperidade humana”.

Shawn Achor, em seu livro O jeito Harvard de ser feliz, afirma que a felicidade não se restringe a carinhas sorridentes amarelas e arco-íris coloridos, mas, sim, à alegria que sentimos quando buscamos atingir nosso pleno potencial.

Barbara Fredrickson, pesquisadora da University of North Carolina e talvez a maior especialista do mundo sobre o tema, descreve as dez emoções positivas mais comuns: “alegria, gratidão, serenidade, interesse, esperança, orgulho, divertimento, inspiração, maravilhamento e amor”.

E você? Já parou para constituir a sua própria definição de felicidade?

Quando se recorda dos momentos mais felizes da sua vida, quem estava lá com você?

O que estava fazendo?

Quais emoções você sentiu?

Quando pesquiso, leio e releio os conceitos acima, posso dizer a você: É possível sim atingir a alta performance e a felicidade.

Talvez não da mesma forma que a imaginávamos há dois ou três meses…

Creio ser mesmo viável, mas é necessário reprogramar a nossa mente e revisar as nossas expectativas pessoais e profissionais.

Muitos de nós estamos trabalhando de casa, com maiores demandas, mas, se estivermos nos esforçando ao máximo, indo além do esperado, mantendo um estado de superação e motivação, estamos sim vivendo em alta performance.

Só precisamos mudar a régua, porque o cenário também mudou. Concorda?

Estamos diante de incertezas, medos, angústias, sofrimentos, mas, ainda assim, é possível sentir uma paz de espírito por continuar firme a jornada, por estar contribuindo, minimizando a dor de alguém, mantendo a nossa família em segurança ou, simplesmente, por acreditar e ter esperança.

Há outro ponto muito importante: cuidar de você! Portanto, alinhe corpo, mente, coração e espírito! São as quatro inteligências em movimento e que precisam de atenção!

Isso ajudará a manter a sua energia vital em equilíbrio e, assim, será capaz de contribuir mais com todos quantos dependem de você e se inspiram em seus exemplos.

Jim Loer e Tony Schwartz*, autores do livro The power of full engagement, reconhecidos mundialmente por suas contribuições no campo da psicologia da alta performance, escrevem:

“O engajamento total de cada um requer equilíbrio e aproveitamento das quatro fontes de energia separadas, porém relacionadas: físico, emocional, mental e espiritual”.

O desenvolvimento dessas inteligências vai trazer maior confiança, segurança, força interior e, ainda, aumentará sua coragem para tornar as mudanças desejadas mais concretas.

Afinal, somos um ser integral. Não se atinge a alta performance se esquecendo de uma ou de outra inteligência. Não é possível ser feliz agindo apenas em busca de sobrevivência. Somos algo muito maior.

Para que se sinta realmente em conexão com todas as áreas da vida e encontre a felicidade, é preciso olhar-se como ser integral em busca de um sentido maior da vida.

Espero que essas reflexões tragam maior motivação para você!

Compartilhe com os seus amados!

OBS.: Assista às duas aulas gratuitas, ao vivo, em que trato desse assunto:

1 – As 4 Inteligências da Alta Performance e da Felicidade: https://youtu.be/HfSTCwLxMDo

2 – A Influência da Inteligência Emocional na Inteligência Corporal: https://youtu.be/IzGbOSKw_Ug

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