Author Profile

admin

12 hábitos de final de semana de pessoas bem-sucedidas

Fuçando na internet sobre pessoas de sucesso, como atingir o topo da carreira, entre outros assuntos na mesma linha, me deparei com o site Lifehack.org, lá tem de tudo, literalmente, saúde, tecnologia, relacionamento, empreendedorismo, fitness, produtividade, viagem, finanças, e por aí vai. E o mais legal é que várias pessoas contribuem com o site, até você pode contribuir se quiser.

Este artigo especificamente foi escrito por Emma Rushton, uma advogada, turista e blogger de Melbourne, na Austrália. Ela escreve sobre como ter perspectiva de vida sem excluir o desejo de sucesso profissional e de viajar muito. Ela passa seu tempo livre escrevendo sobre Raízes & Asas e viajando a novos países sempre que sua conta bancária e seu chefe permitem.

Bom, vamos ao artigo então…

Simples. É a mesma coisa que fazem todos os dias. Como Aristóteles dizia: “Nós somos o que fazemos repetidamente. Excelência não é um ato é um hábito.”

Veja abaixo os hábitos de final de semana das pessoas bem sucedidas:

1 – Robert Iger: Deus ajuda quem cedo madruga

Este CEO da Disney não é o único executivo que afirma acordar às 4h30 da manhã todo dia. As pessoas de sucesso não ficam na cama até 2 da tarde em um domingo, ou mesmo 11 da manhã. Pesquisas mostram que nossos cérebros estão em suas melhores condições de 2h30 a 4h depois de acordarmos. Passe a acordar cedo no fim de semana e você estará à frente de um monte de gente.

2 – Benjamin Franklin: Planejar é decidir de antemão qual é e como será sua vitória

Aparentemente, esse grande cientista norte-americano que participou da redação da “Declaração da Independência” e da Constituição dos EUA se perguntava todos os dias: “O que de bom devo fazer hoje?”. Pessoas de sucesso conhecem a importância das metas diárias – e finais de semana não são exceções.

3 – Timothy Ferris: Foco – uma coisa de cada vez

Multi-tarefas é coisa do passado. Pode até ser tentador maximizar a produtividade do seu final de semana correndo na esteira enquanto fala com a sua mãe e futrica nas redes sociais, mas as pessoas de sucesso sabem que isso diminui eficiência e efetividade. Ao invés disso, foque em cada tarefa.

4 – Anna Wintour: Corpo são, mente sã

A editora-chefe da Vogue joga tênis todo dia por uma hora. E ela não a única que tira um tempo para se exercitar. Richard Branson, fundador do conglomerado de empresas Virgin Group, faz kitesurfing; e um dos bilionários mais ricos da Índia, Anil Ambani, é maratonista. As pessoas de sucesso conhecem a importância de ter um corpo ativo para ter uma mente ativa – inclusive nos finais de semana.

5 – Steve Jobs: Priorizar para conquistar

“As coisas não têm que mudar o mundo para serem importantes.” O final de semana é o momento para se lembrar das pequenas coisas. Sair com os amigos, filhos ou companheiro pode não aumentar os ganhos ou impulsionar a carreira, mas não quer dizer que isso seja menos importante. Até o presidente do EUA arruma tempo para jantar com a família.

6 – Warren Buffet: É sempre bom ter um hobby

Ele pode ser considerado o investidor mais bem sucedido do século 20, mas em seu tempo livre Buffett gosta de tocar ukelele. As pessoas de sucesso são geralmente interessantes e seus hobbies têm muito a ver com isso. É claro que jogar golf no sábado pode ser uma ótima maneira de conhecer pessoas e buscar oportunidades de negócios, mas até em hobbies solitários como o tricô que a atriz Meryl Streep gosta e a pintura a óleo do ex-presidente dos EUA, Geoge W. Bush, podem ajudar a aumentar a criatividade e aliviar o estresse.

7 – Oprah: Momento para meditar

A celebridade mais poderosa de 2013 da revista Forbes encontra tempo para meditar por 20 minutos, duas vezes ao dia! Esse antigo segredo mais bem guardado dos praticantes de yoga foi revelado e agora todo mundo já sabe. Até o mundo corporativo está chegando à conclusão de que a meditação traz grandes benefícios: ela ajuda a reduzir o estresse, melhora a produtividade, impulsiona a criatividade e proporciona um bem-estar geral. Os finais de semana podem ser ainda mais atarefados que os dias úteis se tentar incluir as atividades da casa, exercício físico, compromissos familiares, compromissos sociais… em um período de 48 horas. As pessoas mais bem-sucedidas separam um tempo do dia para meditar, mesmo nos finais de semana.

8 – Randi Zuckerberg: Carpediem

A fundadora e CEO da Zuckerberg Media, e irmã do criador do Facebook, diz que as pessoas devem aproveitar a vida. Seu mantra é “Não há nenhum lugar que eu preferiria estar do que onde exatamente estou.” As pessoas de sucesso normalmente são competitivas e ambiciosas por natureza, praticar a atitude de gratidão e resistência ao sentimento de inveja que as mídias sociais impõem é a chave de um fim de semana feliz. E não é a felicidade o verdadeiro indicador de sucesso?

9 – Bill Gates: Momento para refletir

Como a famosa frase do fundador da Microsoft diz: “É legal celebrar o sucesso, mas o mais importante é aprender com as lições do fracasso.” A reflexão deve ser uma prática diária, mas os finais de semana são perfeitos para olharmos para trás e refletirmos sobre as lições da semana anterior e nos prepararmos para ser melhores na próxima semana. A autora do livro The hapiness project (O projeto da felicidade), Gretchen Rubin, sugere iniciar um diário de uma frase por dia para encorajar a reflexão. Faça de seu sábado ou seu domingo o dia para refletir sobre as frases da semana.

10 – Richard Branson: Coração aberto

Este empresário bilionário diz que “É espantoso o quanto focar nossa mente em questoes como saúde, pobreza, conservação e mudança climática pode ajudar e reenergizar o pensamento em outras áreas.” As pessoas de sucesso concordam com Anne Frank, quando disse que “ninguém ficou pobre de tanto doar.” Tom Corley estudou os ricos por cinco anos antes de escrever seu livro “Hábitos dos Ricos: Os Hábitos de Sucesso das Pessoas Ricas.” Ele descobriu que 73% das pessoas ricas fazem trabalho voluntário por cinco ou mais horas por mês. Nada ajuda mais a ter perspectiva e reduzir o estresse do que ajudar os menos afortunados.

11 – Jack Dorsey: Preparado pro que der e vier

O co-fundador do Twitter e do Square é conhecido por trabalhar 16 horas por dia de segunda a sexta, mas diz que “Sábado eu saio, faço trilha, e no domingo eu reflito, penso no que passou, faço planos e me preparo para o resto da semana.” Esqueça a ressaca de domingo, vamos chamá-lo agora de “Dia de organizar a vida”. Laura Vanderkam, autora do livro “O que as pessoas mais bem-sucedidas fazem no domingo”, diz que as pessoas de sucesso sabem que os finais de semana são na verdade a arma secreta do sucesso profissional: “Você precisa começar a segunda com tudo.”

12 – Jay Z: Olhos bem abertos

Ele construiu um império sendo um rapper e empresário muito bem-sucedido, e seu segredo está em suas letras: “Você pode querer o sucesso o quanto quiser, mas para consegui-lo, você não pode titubear, não pode parar, não pode dormir. Um olho aberto, sempre.” Jay Z não vale 520 milhões de dólares apenas por buscar o sucesso cinco dias por semana. Se você quiser passar alguns finais de semana em seu iate de luxo no Caribe com a Beyoncé, determinação e persistência implacáveis podem te ajudar a chegar lá. Bem, sempre podemos sonhar, né?

Está combinado então. Sucesso é uma escolha, e para alcançá-lo é necessário agir 24 horas por dia, todos os dias, até nos finais de semana.”

Taí, vamos começar neste final de semana então? Acorde cedo, planeje seu fim de semana, tenha foco em suas atividades, faça algum exercício físico, saia com os amigos, namorado ou namorada ou família, arrume um tempo para seu hobby predileto, medite, aproveite a vida, reflita, doe, prepare-se para a segundona e fique alerta às oportunidades que surgirem. UFA! Será que dá?

Artigo publicado originalmente em Lifehack.org.
Resumido e adaptado por:

WaysUpCoaching
Susi Wayne Lopes
Redatora e Tradutora – Ways up Coaching
 

_____________________________

Conteúdo relacionado:
10 coisas que as mulheres de sucesso fazem diferente

#WaysUpCoaching_SuperWoman

10 hobbies que deixarão você mais inteligente

#WaysUpCoaching_Paris

Gostou? Compartilhe:

 

botão newsletter

 

Curta nossas redes sociais:

O incrível poder da observação

Sabe quando olhamos para alguém próximo e percebemos que a expressão facial, o olhar ou sua linguagem corporal está dizendo que algo não vai bem?

Isso ocorre muito com as mães, por exemplo, um franzido da testa, um olhar diferente e a mãe logo percebe que o filho ou a filha não está no seu normal. E o oposto, então? O olhar repreensivo do pai ou da mãe é mais que suficiente para sabermos que estamos “pisando na bola”…

E já aconteceu de sentir uma certa angústia ou ansiedade e só perceber isso quando alcançou um nível sem controle, ficando sem entender o que causou tais sentimentos?

Pois bem, vamos ampliar um pouco essa visão para o nosso dia a dia no trabalho, na escola, em casa, em todos os lugares. Como tirar proveito das distrações do cotidiano? Observando! Mas como usar essa técnica tão simples para o nosso benefício e para o bem-estar dos outros a nossa volta?

Como toda habilidade a ser desenvolvida, é preciso treino, isto é, prática e repetição!

Observar a si e aos outros, mantendo uma postura de neutralidade, resistindo à tentação de impor os próprios julgamentos e valores é uma arte para poucos, mas que pode trazer benefícios consideráveis:

#1 – Aprimorar relacionamentos, demonstrando empatia e preocupação com o outro;
#2 – Conhecer as preferências do gestor ou do cliente, criando novas oportunidades;
#3 – Conhecer os próprios sentimentos e os gatilhos que disparam ansiedades ou angústias a fim de tentar evitá-los ou enfrentá-los com equilíbrio;
#4 – Encontrar dons naturais e utilizá-los com mais frequência para obter resultados direcionados à meta;
#5 – Fazer alguém feliz ao perceber que está sendo notado, percebido;
#6 – Sentir maior prazer ao caminhar pelo parque, por exemplo, e perceber a beleza da natureza, da arquitetura da sua rua, tornando a caminhada mais divertida e intensa.

Exercite com mais frequência a sua percepção sobre si e os outros. Sinta, escute, olhe atentamente, analise essas informações e as utilize a seu favor e das pessoas que você ama, aprimorando-se constantemente na direção dos seus sonhos e projetos de vida.

Tenha dias mais alegres e plenos, observando o quanto isso lhe fará bem!

wayniere - Blog
Wayniere Valim
Coach – Ways up Founder

Os desafios de migrar da carreira técnica para a de gestão

Migrar da carreira técnica para a de gestão é um desafio e tanto. O papel de gestor exige habilidades diferenciadas de liderança, busca de resultados, agilidade na tomada de decisão e outras nem sempre exploradas quando se exerce uma carreira técnica.

É importante fazer uma autoanálise, entender se você possui o perfil ideal para assumir uma gestão e identificar as competências a serem desenvolvidas. Muitas vezes, possuímos alguns recursos naturais que estão adormecidos e que são essenciais para esse tipo de papel. Uma vez identificados, trace o seu plano de ação rumo ao desenvolvimento e ao sucesso da sua carreira.

A entrevista publicada na VOCÊ S/A com o professor americano Stewart Black, da escola de negócios suíça IMD, explica quais são os desafios para os profissionais que queiram migrar da carreira técnica para a de gestão. Boa leitura!

“Quais são as principais dificuldades que os profissionais enfrentam durante a transição?

Um dos desafios é justamente abrir mão de ser apenas um expert. O que costuma ocorrer é uma mudança de demandas. Se antes iam até o profissional com perguntas e problemas práticos, agora o profissional é quem tem de perguntar as coisas — e deixar os outros resolverem.

Outro problema é essa pessoa prestar muita atenção nas áreas em que é especialista, deixando de lado as demais. É basicamente uma transição da prática para a estratégia.

Que habilidades os especialistas precisam desenvolver quando assumem o papel de líder?

A principal é aprender a elaborar boas questões e dar aos outros a chance de fazer o que precisa ser feito. Até então, essas pessoas eram solucionadoras de problemas — agora precisam escolher quais problemas têm de ser resolvidos e deixar que os outros façam isso.

É necessário também mudar a perspectiva: se antes eles olhavam além de três meses; agora, devem prestar atenção nas questões imediatas e assegurar que o negócio seja bem-sucedido no longo prazo.

O que levar em conta antes de migrar para a gestão?

Entender que um profissional que era muito bom em sua área não necessariamente será um bom gerente. É uma escolha pessoal, e é preciso ser bem honesto, porque nem todo mundo é capaz ou tem essa disposição.

Talvez você possa aprender a comer com a mão esquerda se estiver realmente motivado, mas, se não houver um desejo real de fazer isso, vai ser só muito chato e trabalhoso. Muitas vezes, o profissional quer ser líder só porque isso parece mais glamoroso — e aí todos sofrem com a decisão errada.”

Publicado originalmente na Revista Você S/A

Reencontrando a motivação para o dia de trabalho

Em uma sessão de coaching desta semana, falava com o meu coachee (cliente) sobre propósito de vida, como encaramos o nosso dia a dia, qual a motivação para nos levantar e ir para o trabalho. Então, me lembrei desta história que, particularmente, gosto muito.

“Os Três Obreiros

Três operários preparavam pedras para a construção de um grande templo.
Aproximei-me do primeiro e perguntei-lhe, fitando-o com simpatia:
– Que estais fazendo, meu amigo?
– Preparo pedras! – respondeu-me secamente. Encaminhei-me para o segundo e interroguei-o do mesmo modo.
– Trabalho pelo meu salário! – foi a resposta.
Dirigi-me, então, ao terceiro e fiz a mesma pergunta com que já havia interpelado os outros dois:
– Que estais fazendo, meu amigo?
O operário, fitando-me cheio de alegria, respondeu com entusiasmo:
– Pois não vê? Estou construindo uma catedral.

Reparem, meus amigos, no modo tão diverso como cada operário cumpria o seu dever. O primeiro desobrigava-se de uma tarefa para ele material e grosseira; o segundo não visava senão ao dinheiro a receber pelo trabalho e o terceiro contemplava o ideal.

Escravos seremos se, à semelhança do primeiro operário, limitarmos a nossa vida à luta diária.
Entre os ambiciosos nos incluiremos se contemplarmos somente o lucro imediato de nossos esforços.
Felizes serão, porém, aqueles que vivem, lutam e sofrem por um ideal.”
(“Lendas do Céu e da Terra”, Malba Tahan)

E você? Como percebe a sua escolha ou atuação profissional? Você se vê participando de um bem maior, contribuindo com o seu desenvolvimento e o de outras pessoas?

Caso ainda não tenha encontrado o seu propósito de vida, a sua missão, eu convido você a olhar a sua volta, pensar em toda a cadeia que a sua atividade está inserida e os efeitos que as suas ações causam nas pessoas; como a onda do mar, sabe? Perceba as pessoas que são beneficiadas, mesmo que de forma indireta. Mesmo que o trabalho lhe pareça cansativo, sem valor aparente e esteja difícil encontrar a motivação diária. Faça esse exercício.

Você pode, por exemplo, perceber que o trabalho burocrático ou técnico que realiza em uma determinada empresa, estará trazendo mais justiça ao mundo, estará despertando alguém para a ética, a educação, a felicidade… Enfim, use a sua criatividade e o seu poder de observação e encontre os motivos que fazem sentido aos seus valores individuais.

Você perceberá que pode fazer a diferença na vida de muitas pessoas ao seu redor e isso lhe trará uma energia renovada!

Quando conseguimos perceber e sentir de verdade, no íntimo do nosso coração, o bem que estamos proporcionando a alguém, a nossa vida faz mais sentido, e a motivação… Ah! A motivação será uma chama que reascenderá e levará você a alçar voos muito mais altos!

Você é o agente transformador da sua própria vida e tem uma bela missão no mundo!

wayniere - Blog
Wayniere Valim
Coach – Ways up Founder

_____________________________

Conteúdo relacionado:
4 Atitudes para tirar proveito de um trabalho que NÃO gosta
#WaysUpCoaching_Proveito_trabalho

 

 

 

 

Hábitos de tecnologia compatíveis são essenciais para casais modernos

Já parou para pensar como a tecnologia influencia seus relacionamentos? Qual é o momento certo de se desconectar do mundo virtual e se conectar no real?

Este artigo publicado pela Folha de São Paulo trouxe uma excelente reflexão sobre o assunto. É possível tirar proveito das inúmeras informações que captamos pelo celular, por exemplo, e criar assuntos que irão estreitar ainda mais as relações humanas.

“Combinar o jogo” com aqueles que nos são próximos e encontrar o equilíbrio são algumas dicas interessantes. Um código, uma pergunta sutil ou um simples gesto poderá dizer ao outro que o limite está sendo ultrapassado e que é hora de se desconectar!

“Falando de um jeito equilibrado e tentado evitar um tom demasiadamente crítico, mas ainda assim parecendo cético, meu namorado diz: “Espero que você não esteja trabalhando”.

Durante uma pausa em nossa conversa, no jantar em um restaurante local, eu tolamente apanhei o celular no bolso, o destravei com uma mão só e, sim, enquanto o segurava por sob o tampo da mesa, estava discretamente tentando digitar uma resposta a um e-mail de trabalho. “Ahn… talvez”, eu consegui responder, apertando o botão de envio e guardando o celular.

Por sorte, ao longo de nosso relacionamento descobri que somos muito parecidos em nosso interesse pela tecnologia.

Excetuadas algumas diferenças de opinião sobre o uso de telefones em espaços públicos, nossos hábitos de tecnologia são notavelmente semelhantes, em termos de tempo dedicado a isso e tipo de conteúdo consumido. Eles geram conversas todos os dias (“ei, você leu aquele artigo no Reddit?”) Fico imaginando se o nosso namoro teria durado tanto caso não fôssemos tão tecnologicamente compatíveis.

E no entanto, as atitudes quanto a celulares e laptops não foram tema de discussão, ao contrário, por exemplo, de questões religiosas ou a vontade de ter filhos, quando começamos a sair três anos atrás. Tópicos pesados como esses em geral ocupam muito espaço nas vidas amorosas das pessoas de mais de 30.

Que os hábitos de uso da tecnologia não tenham sido incluídos na famosa conversa sobre “ei, será que estamos só perdendo nosso tempo com isso?” parece insensato, se levarmos em conta até que ponto as pessoas empregam seus aparelhos eletrônicos na presença dos outros, hoje.

De qualquer forma, 62% dos norte-americanos parecem concordar com meu namorado quanto a que usar o celular em um restaurante “não é OK, em geral”. Isso deixa os 38% que não veem problema nisso como possíveis companheiros de jantar para mim (ainda que, claro, nenhum deles deva ser companhia tão interessante quanto meu namorado).

Essas estatísticas foram publicadas no mês passado em um relatório sobre as constatações de uma pesquisa quanto à “etiqueta no uso de aparelhos móveis” conduzida pelo Pew Research Center. O relatório não cobre, no entanto, as atitudes dos casais quanto ao uso desse tipo de aparelho. Para descobrir o que as pessoas pensam sobre isso, é preciso recorrer a estudos acadêmicos.

No “International Journal of Neuropsychotherapy”, em 2014, pesquisadores da Universidade de Queensland, Austrália, delinearam uma investigação quanto ao impacto do uso de computadores de mesa, laptops, smartphones e televisores sobre os casais.

Eles propõem que “se um parceiro em um relacionamento se afasta de uma interação pessoal e dedica sua atenção à tecnologia (ou seja, ao laptop), o outro parceiro pode interpretar o fato como ameaça à sua necessidade de sentir envolvimento e controle sobre o relacionamento”.

O grau de intensidade dessa ameaça parece se relacionar ao menos em parte à maneira pela qual um aparelho é usado. Isso foi ilustrado pelos resultados de uma pesquisa conduzida por pesquisadores sobre 21 casais heterossexuais. A idade média dos casais era de 31 anos, e eles estavam juntos por em média aproximadamente seis anos.

O interessante é que os entrevistados que reportaram forte envolvimento e interação com seus parceiros quando estavam usando aparelhos também tenderam a reportar mais satisfação, concordância e sentimentos positivos sobre seus relacionamentos.

Acredito que eu tenha recentemente observado provas dessa afirmação no mundo real, durante um casamento realizado em um grande hotel perto de Bath. Diversas vezes durante a festa, uma mulher apanhava o celular para usar a câmera. Em cada ocasião, o marido a ajudava a encontrar a luz e composição certa para uma foto. Os dois pareciam estar curtindo muito o trabalho conjunto. Quando perguntei a respeito, eles timidamente admitiram que seu uso do celular se estende a enviarem emoticons um ao outro de aposentos diferentes de casa, para “contar como estamos, se estamos com fome ou sono”.

É uma experiência que contrasta com as queixas de um par de colegas sobre a incompreensão de seus parceiros quanto a seus hábitos de uso de tecnologia – quanto mais usar a tecnologia para criar mais proximidade. Mas nos dois casos, os relacionamentos surgiram antes da revolução do smartphone, e são bastante sólidos em outras áreas.

Na semana passada a Flurry, uma companhia de análise de dados sobre o uso de tecnologia móvel, reportou que os consumidores dos Estados Unidos dedicam em média 220 minutos por dia aos seus celulares, um aumento de 35% ante o ano passado.

Nesse contexto, não só o risco de uso excessivo deveria ser levado em conta como deveríamos refletir sobre a melhor maneira de adaptar nossos costumes tecnológicos para evitar excluir as pessoas que nos são mais próximas. Como em qualquer relacionamento de longo prazo, é preciso encontrar terreno comum para lidar com os hábitos do parceiro. Mas se o namoro está só começando e você descobrir que seu novo parceiro é tecnologicamente incompatível, persistir pode ser perda de tempo.”

DO “FINANCIAL TIMES” – Tradução de PAULO MIGLIACCI

Publicado na Folha de São Paulo

7 práticas que tornam você mais inteligente

Artigos como este da Época Negócios, apresentam a fantástica capacidade da nossa mente de se renovar e o poder extraordinário que cada pessoa pode desenvolver a partir de novos hábitos e práticas.

Muito tem se falado a respeito do assunto e as comprovações científicas dessas teorias reafirmam a invencibilidade do ser humano determinado a superar suas dificuldades. Boa leitura!

“Por muito tempo, acreditou-se que as pessoas já nasciam com um certo nível de inteligência e que o melhor que podíamos fazer pela nossa vida era cumprirmos esse potencial. Novos estudos, no entanto, têm mostrado que é, sim, possível melhorar esse potencial. E que aprender novas habilidades ajuda o cerébro a criar novas conexões que nos fazem mais rápidos e eficazes. A revista Inc. apontou sete hobbies que ajudam nesse sentido. Confira abaixo:

1. Tocar um instrumento 
A música ajuda na criatividade, em habilidades analíticas e motoras, línguas e matemática. Tocar instrumentos leva à criação de novas conexões no cérebro, melhorando a execução de certas atividades, a memória e a resolução de problemas – não importa a sua idade

2. Ler
Os benefícios da leitura são os mesmo se você está lendo Game of Thrones, Harry Potter ou a última edição do Wall Street Journal. Ler reduz o estresse e melhora a inteligência. Como resultado, a leitura leva à uma facilidade maior na resolução de problemas, a reunir diversos conhecimentos obtidos no dia a dia da vida, a detectar padrões, a entender processos e a interpretar de modo mais preciso os sentimentos de outras pessoas

3. Exercitar-se regularmente
Exercícios ocasionais não funcionam. A máxima já é batida: é a regularidade do exercício que traz os benefícios, não a intensidade. Quando nos exercitamos regularmente, as células são inundadas com BDNF, uma proteína que auxilia na memória, no aprendizado, foco, concentração e raciocínio

4. Aprender uma nova linguagem
Esqueça a ideia de que resolver quebra-cabeças vai te ajudar a melhorar sua memória. Opte por aprender uma língua estrangeira no lugar. Novos estudos mostram que as pessoas que são bilíngues são melhores resolvendo quebra-cabeças do que quem fala apenas uma língua. Aprender com êxito novas línguas ajuda o cérebro a melhorar a performance na resolução de tarefas e em habilidades específicas, como planejamento e resolução de problemas

5. Cultive o seu conhecimento acumulado
Muitos estudantes considerados inteligentes no colégio, na realidade, estão apenas preparados para “os testes finais”. O problema é que eles tendem a decorar tópicos específicos para a prova com a mesma facilidade que esquecem aquele conhecimento. Essa é uma das razões pelas quais estudar uma nova língua ajuda a ficar mais inteligente, porque requer “conhecimento acumulativo”. Nós precisamos aprender em cima do que foi aprendido e a gramática e o vocabulário são repetidos diversas vezes, à medida que as habilidades vão aumentando. Portanto, procure novos atalhos para seus caminhos, faça observações, escreva, mantenha o pedaço de um jornal que traz uma informação que lhe chamou atenção. Comece a integrar todo o conhecimento – acumulando-o

6. Faça seu cérebro trabalhar
Sudoku, quebra-cabeças, jogos de tabuleiro, videogames e outras atividades similares. Elas ajudam a promover uma maior variedade e mudanças nas conexões neurais e nas sinapses, ou seja, na habilidade do cérebro de se organizar. Com isso, tornamos-nos conscientes de novos padrões e nossas habilidades cognitivas são aprimoradas

7. Meditação
A meditação tornou-se interessante para as pessoas ambiciosas, pois estudos mostram que podemos controlar nossas próprias ondas cerebrais e sentir o que nós queremos sentir sempre que queremos. Isso significa que podemos nos sentir mais poderosos antes de uma negociação, mais confiantes ao pedir um aumento e mais convincentes durante uma chamada de vendas. Focar no melhoramento do cérebro é uma boa ideia para quem sente que está acomodado profissionalmente, para profissionais ambiciosos e diversos empreendedores que procuram melhorar seu potencial”

Publicado originalmente em Época Negócios: http://epocanegocios.globo.com/Inspiracao/Carreira/noticia/2015/09/7-hobbies-que-te-tornam-mais-inteligente.html

Como ter fluência em inglês estudando (só) pela internet

A Exame.com publicou umas dicas super interessantes para ter fluência em inglês estudando somente pela internet.

Cada vez mais saber inglês deixou de ser um diferencial, mas uma necessidade que abre portas e cria oportunidades.

Cumprir a agenda proposta abaixo exige determinação e disciplina. Então, conheça bem os seus objetivos, trace a sua meta e monte a sua estratégia, definindo pontos intermediários de alcance até chegar ao cumprimento total dos objetivos traçados.

““Estudar via internet sem a ajuda de profissionais é possível. Esse formato de curso pode ser adequado para quem busca justamente o desenvolvimento das habilidades que serão praticadas online: compreensão auditiva, leitura, escrita, vocabulário, estrutura gramatical e pronúncia”, diz Ecio Scandiuzzi, diretor do Berlitz Brasil.

O segredo para que o estudo dê resultado

“O aluno que opta por um curso via internet deve conhecer muito bem seus objetivos. A partir daí, deverá estabelecer uma meta, ou seja, quando ele precisa atingir esse objetivo”, diz Scandiuzzi.

Ele indica a definição de um programa de estudos, com carga horária semanal determinada. “Monitorar-se é muito importante: acompanhar se está cumprindo a carga horária a que se propôs a cada semana e também acompanhar o desempenho ao longo das atividades”, indica o diretor do Berlitz Brasil.

Roteiro diário

A partir de 15 minutos de estudo por dia, os resultados virão, segundo disse Rosângela Souza, sócia-diretora da Companhia de Idiomas, a EXAME.com. Confira o roteiro diário que ela indicou para quem já tem nível intermediário de domínio:

1. Segunda-feira: Ouça um curso ou uma palestra cujo assunto seja do seu interesse. Portais como TED e Cousera podem ser boas fontes.

2. Terça-feira: Fale com alguém no idioma. Uma conversa de 30 minutos já é suficiente para destravar o inglês.

3. Quarta-feira: leia notícias em inglês. Começar por notícias de que o contexto você já conhece é mais indicado caso tenha dificuldades de vocabulário.

4. Quinta-feira: estude gramática. O “English Grammar In Use” é um dos mais usados pelos estudantes.

5. Sexta-feira: ganhe repertório de palavras. A dica é contextualizar em frases novas palavras e termos que surgiram ao longo da semana. Aposte no uso de dicionários recomendados pelos professores.

6. Sábado: pegue a letra de uma música de que você já conhece e gosta. O objetivo é verificar vocabulário, estrutura e pronúncia.

7. Domingo: assista a um filme com som original em inglês prestando atenção à estrutura, palavras e pronúncia do idioma. Escolher legendas em inglês pode ser uma boa pedida.”

Leia a matéria na íntegra em Exame.com (publicação original).

 

Autoconhecimento: escolhas certas, decisões seguras!

Há alguns dias, conversava com um amigo sobre o coaching e ele me disse algo que me deixou um tanto intrigada. Ele me revelou que tem um certo medo de se conhecer melhor, pois teme o que irá encontrar…

Com base nisso, resolvi compartilhar com você o meu pensamento sobre autoconhecimento.

Antes, gostaria que analisasse apenas a palavra “conhecimento”: pense em algum assunto que você tenha total domínio, algo em que se considere um especialista. Como você conseguiu atingir esse estágio? Quanto tempo dedicou para chegar nesse nível de aprendizado?

Pois bem, vamos pensar agora no aprimoramento da autopercepção. Conhecer os seus valores, suas tendências e dons naturais fará você perceber os seus pontos fortes e fracos, os comportamentos positivos e negativos. Porém, não é tão simples como ler um texto e resumir seu conteúdo. Isso exigirá tempo e dedicação, assim como ter se especializado em determinada área para atuar nela.

O entendimento próprio possibilita traçar o desenvolvimento de novas habilidades e competências na direção dos seus objetivos e metas, ampliando oportunidades e reduzindo riscos.

Perceba, então, que o autoconhecimento é algo fantástico, porque além de permitir o desenvolvimento pessoal, amplia a segurança interna para a tomada de decisão, permite que faça escolhas conscientes e coerentes com as suas características pessoais. Consequentemente, reduz a ansiedade, cria motivação e promove mudanças de comportamento.

Veja, por exemplo, o que aconteceu comigo; esse olhar interior de forma pragmática, não ilusória, me despertou para o meu verdadeiro propósito de vida e hoje, me sinto cada dia mais energizada, podendo inspirar a outros nessa busca constante, com muita alegria, alto astral e disposição.

Portanto, se você pensa da mesma forma que o meu amigo, reflita sobre isso, dedique-se um tempo para se conhecer melhor e invista em você!

Provoque mudanças positivas em sua vida. Você perceberá que haverá ganhos incríveis!

wayniere - Blog
Wayniere Valim
Coach – Ways up Founder

5 traços dos líderes criativos

Muito se fala sobre liderança e suas peculiaridades, os caminhos percorridos para alcançar as mais altas competências de um líder, enfim, um assunto sempre em pauta. Afinal, é possível desenvolver essa competência ou é algo nato? Como identificar os verdadeiros líderes? E por que a criatividade é tão importante para aqueles que estão na linha de frente?

Analisando esse artigo da Época Negócios, por sinal, excelente, pude refletir sobre o papel da criatividade nos grandes líderes. Não resta a menor dúvida, esses perfis excepcionais possuem uma dose alta de criatividade, mas que, em minha opinião, devem ser embasados de uma dose igualmente alta de autogestão e autoconhecimento. A partir daí tudo acontece na direção da plenitude e do sucesso!

“A seguir, os cinco traços que, de acordo com Erik Wahl, os líderes mais criativos costumam ter.

1. Eles quebram paradigmas

Mudanças são constantes. Na natureza, na política, nos negócios. A única constância é a inconstância. Algumas pessoas esperam ser empurradas para posições de lideranças por forças ao redor. Mas os melhores líderes – de Joana D’Arc a Martin Luther King e Steve Jobs – primeiro impulsionaram-se a agir. Só depois, inspiraram as pessoas ao redor. Estão constantemente tendo novas ideias. Provocam mudanças e as encaram mesmo que os outros não os acompanhem.

“Talvez a única grande diferença entre líderes excelentes e líderes medianos seja que os excelentes estão dispostos a tomar iniciativas em vez de esperar que as circunstâncias direcionem suas vidas”, afirma Wahl. Isso significa sacudir crenças e instituições – missões que não costumam ser fáceis nem bem recebidas por todos. Porém, é isso o que os faz ótimos.

2. Eles escutam a intuição

“Há coisas que sabemos que são verdade e coisas que sentimos que são verdades”, diz o artista. Graças a nossa educação, a maioria de nós tende a inclinar-se sobre a base de conhecimento existente para resolver problemas e tomar decisões. Mas os melhores líderes são os que se dão conta de que as coisas que eles sentem – aquelas possibilidades que estão um pouco além do reino do conhecido – têm um valor especial também. A partir dessas intuições, eles têm insights relevantes.

A maioria de nós tem problemas em distinguir e equilibrar a lógica e a intuição. Mas a verdade é que essas faculdades não são opostas uma a outra. De fato, você precisa se dar conta de como elas trabalham juntas se você se tornar um verdadeiro líder criativo. O intelecto sem a intuição pode fazer uma pessoa inteligente, porém sem impacto. Intuição sem intelecto faz uma pessoa espontânea sem foco.

3. Eles se movem rapidamente

Um dos maiores obstáculos a qualquer um que tenta se comprometer com algo é o perfeccionismo – a necessidade de obter o valor exatamente correto antes de partir para o próximo passo. Os melhores líderes, no entanto, percebem que a perfeição é impossível, e que buscar a perfeição, muitas vezes, se torna um obstáculo ao que é o mais importante: o progresso. “A liderança requer a realização de progressos consistentes, não importa de que tamanho. Quanto mais rápido o passo, mais rápido o progresso”, afirma Wahl.

Não pense que você poderá dar um salto gigante só porque antes passou um tempão estudando-o de fora. Se simplesmente agir, vai superar os resultados mais rapidamente do que se ficar remoendo. Vá em frente e deixe saírem as faíscas. Você vai cometer erros. Mas no processo, vai aprender logo de uma vez e continuar se movendo – refinando suas habilidades e usando as faíscas para inflamar sua criatividade a níveis que você nem sabia que poderia atingir.

4. Eles têm convicções e as cumprem

“Não me pergunte o que o mundo precisa”, disse uma vez o grande líder dos direitos civis Howard Thurman. “Pergunte a si mesmo o que faz você ficar vivo. Porque o que o mundo precisa de pessoas vivas.” Há algo convincente sobre uma pessoa com convicção, concorde ou não com tudo o que ela represente. Porém, a convicção é rara, porque em nosso desejo por estabilidade e segurança, frequentemente cometemos o erro de olhar fora de nós em busca de direção, quando deveríamos procurar por ela dentro. Ao longo do tempo, podemos perder os sinais que mostram quem realmente somos e o que é realmente importante para nós.

Convicção pode ser cultivada – e esse é um processo que começa individualmente. Enquanto aqueles que vivem com grandes convicções sempre podem inspirá-lo, eles não sabem sobre suas paixões ou crenças particulares. Só você pode perguntar: “O que me faz sentir vivo?”. A partir daí, as lacunas entre quem você é e quem você ainda pode se tornar se tornam mais claras. Você pode descobrir que precisa de algo dramático como uma mudança de carreira, ou fazer o exercício de responder a essa pergunta pode ajudar a levá-lo, com mais consciência, ao caminho em que você já está. A chave é descobrir algo que sente estar destinado a fazer e entregar-se a isso.

5. Eles não sabem (apenas) o que é esperado deles

A habilidade de ter novas ideias é definitivamente uma característica dos grandes líderes. Eles são capazes de ir além da visão normal e imaginar novas possibilidades para definir o curso que será seguido por outros. Cada um de nós tem uma tremenda vocação para originalidade – afinal, somos únicos, no fim das contas –, mas atingir isso pode ser difícil. Por quê? Porque nossas vidas estão cheias de demandas – nossos trabalhos, nossas famílias – e nós desperdiçamos a maior parte do nosso precioso tempo e energia apenas tentando manter-nos onde estamos.

“A fim de libertar sua própria originalidade, você precisa estar disposto a parar de fazer apenas o que é requisitado ou esperado que você faça e começar a fazer coisas que só você pode fazer”, afirma Wahl. “Aquelas ideias e projetos que você mantém na estante até que você tenha tempo para elas”. A verdade é que nunca haverá um momento ideal para encará-los. Nunca haverá 100% de garantia de sucesso. Então, comece a executar seus projetos hoje e trabalhe neles dia após dia.

Ultimamente, a real diferença entre você e os líderes criativos que o inspiram é a ação. “Você tem a capacidade inata de desenvolver todas as qualidades que eles possuem”, diz o autor. A chave é começar. Comece hoje. Comece agora. Não espere até que a vida demande algo de você – isso sempre vai acontecer. Mas não é o que bons líderes fazem.”

Artigo publicado originalmente na Época Negócios: epocanegocios.globo.com/Inspiracao/Carreira/noticia/2015/08/5-tracos-dos-lideres-criativos.html 

Erik Wahl é autor do bestseller Unthink: Rediscover Your Creative Genius.

Otimize seu currículo para ser lido na tela do celular

Seu currículo está preparado para ser lido no celular? Se você nunca pensou nisso, trate de pensar.

Uma pesquisa recente encomendada ao Ibope pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República mostrou que o acesso à internet via smartphone cresceu 65% em 2014. Entre os entrevistados, 66% afirmaram se conectar à rede pelo celular.

Essa realidade não é diferente com os headhunters, que também acabam checando seus e-mails e, portanto, os currículos que chegam, pelo smartphone.

Abaixo, algumas digas e como otimizar o currículo para que ele apareça bem na tela do celular.

1. Simplicidade
Evite colunas, gráficos, imagens, cores e formatos diferentes. O melhor é deixar seu currículo simples, com uma fonte tradicional – como a Arial -, pois isso vai funcionar melhor quando ele for lido no celular

2. Fácil de baixar
As dicas acima servem também para deixar seu currículo leve, o que vai ajudar o headhunter a fazer o download do arquivo rapidamente. Evite qualquer artifício que deixe o documento pesado demais

3. Objetividade
De forma geral, as pessoas têm ainda menos paciência para ler textos longos no celular. Então, vá direto ao ponto. Minimize a necessidade de o headhunter ter que rolar a página para baixo muitas vezes e use o menor número de palavras possível. Além disso, coloque suas conquistas e principais habilidades logo no topo do currículo, onde você fala das suas experiências profissionais – e deixe o menos relevante para o pé do documento

4. Interatividade
Já que seu currículo está online, aproveite a possibilidade de usar hyperlinks. Faça isso, por exemplo, com seu e-mail e o telefone de contato

5. Checagem
Já otimizou seu currículo seguindo as dicas? Antes de mandá-lo a um headhunter, envie-o para você mesmo e cheque como o documento aparece na tela do celular. Se possível, faça o teste em dispositivos diferentes – iPhone e Android. Isso vai garantir que nada saia errado.

Autora: Adriana Fonseca, jornalista com mais de dez anos de experiência na cobertura de carreira e empreendedorismo. Já passou pelas redações do jornal Valor Econômico e da Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

Publicado originalmente na Work Life – Robert Half – Líder mundial em recrutamento especializado. worklife.roberthalf.com.br/curriculo-para-ser-lido-na-tela-do-celular/