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Dicas, novidades e curiosidades

Como aprender mais compartilhando conhecimentos

Já parou para pensar o quanto dos seus conhecimentos você compartilha com as pessoas a sua volta?

Sabe aquela sua habilidade supernatural, aquilo que você faz muito bem e pela qual recebe reconhecimento das pessoas próximas a você? A família, os amigos, os colegas no trabalho, na faculdade, enfim, todos chegam a ser unânimes em afirmar seu dom especial.

Cada um de nós possui esses recursos natos, aquilo que aprendemos, aprimoramos e, ao executarmos alguma ação usando esses dons, recebemos uma energia enorme. São justamente essas naturalidades que constituem nosso referencial.

Não estou falando somente de assuntos complexos, mas do que você faz no dia a dia, o conhecimento adquirido ao longo da vida, aquela sua marca registrada, sabe? Pode ser, por exemplo, cozinhar um prato especial, tocar um instrumento, falar outro idioma, dominar um aplicativo no celular ou uma disciplina em que seus colegas têm dificuldade e que você domina com facilidade… Você já deve estar imaginando várias outras coisas, não é?

É possível que esteja pensando que é algo muito simples e que não fará diferença na vida de outra pessoa. Mas é exatamente por isso que é natural, porque você faz com confiança, pois se trata de uma habilidade aparentemente comum, mas que não é para os outros.

Então, que tal dividir o seu conhecimento com aqueles que queiram aprender?

O primeiro passo dessa atitude é exercitar a percepção de si e identificar a sua habilidade especial para, em seguida, pensar na melhor maneira de dividi-la! Acredite, isso é mágico e fará um bem enorme a você. Sabe por quê?

Dividir conhecimento traz benefícios incríveis a quem ensina e a quem aprende: consolida o aprendizado, estreita relacionamentos, exercita a sua capacidade de doar-se e, o mais fantástico, você recebe a energia boa do outro, emanada pelo sentimento de gratidão.

Lembro-me bem quando aos 15 anos de idade comecei a dar aulas de matemática como voluntária para adultos em fase de alfabetização. Isso me trouxe uma experiência ímpar! Desenvolvi comunicação, didática, interação com as pessoas e pude ver aqueles rostos ansiosos pelo aprendizado e ao mesmo tempo gratos pelo que recebiam. Isso realmente é impagável!

É claro que estou discorrendo aqui sobre a contribuição feita de coração, sem nenhuma pretensão de se colocar superior ao outro nem de esperar algo em troca. Falo do que, naturalmente, de alguma forma, voltará positivamente para você.

Procure tornar-se presente e participante na vida de alguém! Você perceberá uma nova energia movimentando a sua vida; é o que tem ocorrido comigo desde que escolhi compartilhar meus aprendizados!

Como dizia o filósofo Blaise Pascal: “Ninguém é tão sábio que não tenha algo pra aprender e nem tão tolo que não tenha algo pra ensinar”.

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Wayniere Valim
Coach – Ways up Founder

 

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Analítico ou intuitivo? Qual é seu perfil ao tomar decisão?

O dia de um profissional é cheio de decisões que variam em graus de complexidade e em estilos de decisão. As pessoas usam estratégias diferentes para encontrar soluções — tendo consciência disso ou não.

Decidir diariamente cria uma espécie de padrão de comportamentos que se repete diante de novos problemas. Com o objetivo de entender como as decisões do dia a dia podem influenciar a vida pessoal e profissional, o empresário americano Jeff Shinabarger escreveu o livro Yes or No: How Your Everyday Decisions Will Forever Shape Your Life (“Sim ou não: como suas decisões cotidianas vão moldar sua vida para sempre”, numa tradução livre, ainda sem edição no Brasil).

Especialista em ajudar startups a solucionar problemas sociais, Jeff identificou os sete perfis mais comuns de tomadores de decisão que se baseiam em fatores como personalidade e estilos de raciocínio.

Os perfis são diferentes — o que não significa que um é melhor do que o outro ou que alguém ficará preso só a um estilo. Tão importante quanto conhecer as próprias características é perceber como chefes, parceiros e colegas agem. “Eles podem trazer contribuições únicas para seu processo de decisão”, afirma Jeff.

1 – O indeciso

Não consegue tomar uma atitude assertiva e costuma adiar a decisão até o ponto em que é tarde demais. Normalmente, age desse modo para evitar conflitos ou porque não gosta de se sentir responsável por deliberações que afetam vidas alheias.

A vantagem: Evitar conflitos desnecessários em uma decisão que envolve opiniões contrárias às suas. A facilidade em ceder, porém, pode se virar contra a própria pessoa.

A armadilha: O problema ocorre quando a indecisão faz com que algumas chances sejam perdidas. Um indeciso tem muito mais probabilidade de definhar anos em um emprego insatisfatório só por não ter coragem de arriscar.

O conselho: Faça um balanço de suas expectativas e de seus medos.  A insegurança faz com que só os aspectos negativos sejam levados em conta. “As pessoas exageram e as perdas nem existem”, diz Maurício Sampaio, consultor de carreira, de São Paulo. Arrisque para não perder oportunidades pela falta de agilidade do pensamento.

2 – O coletivista

Quem tem esse perfil só toma uma decisão depois de consultar um bom número de pessoas em quem confia. Além dos conselhos, busca harmonia entre as opiniões diferentes de todos os que dão palpite.

A vantagem: Esse profissional funciona muito bem em situações de liderança democrática, em que a tomada de decisão é feita por meio de consenso.

A armadilha: Pedir ajuda é ótimo, mas profissionais que agem sempre assim esquecem o que querem e se deixam levar pelos outros. “Gasta-se mais energia pensando na opinião alheia do que nos próprios desejos”, diz Anderson Sant’Anna, professor da Fundação Dom Cabral, escola de negócios de Minas Gerais. A consequência é lentidão em decidir.

O conselho: Ouça mais a si mesmo. De nada adianta pedir conselhos a todo mundo que você conhece  se não tiver clareza sobre o que quer e espera daquela escolha. “É essencial ter sua opinião antes de abordar o grupo”, diz Paula Abreu, consultora de carreira e autora do livro Escolha a Sua Vida (Editora Sextante), de São Paulo.

Valorize mais suas próprias vontades e intuições. Também é importante chamar a responsabilidade para si mesmo. “Não adianta nada deixar os outros decidirem por você e depois reclamar por não ter a vida que sempre sonhou em conquistar”, afirma Paula.

3 – O aventureiro 

Sabe aquela pessoa que parece sempre ter uma história inesperada e divertida para contar? Pode se encaixar nesse grupo. O que motiva suas decisões é a adrenalina e a vontade de ampliar a bagagem pessoal.

A vantagem: O gosto por situações desconhecidas pode facilitar a descoberta e o aprendizado. Já a vontade de compartilhar o que sabe é importante para inspirar as outras pessoas da equipe.

A armadilha: O perigo, no caso, é tomar decisões aleatórias e nem sempre adequadas ao negócio. “Elas querem viver a adrenalina do momento, mas não pode ser aventura só pela aventura”, afirma Anderson. Falta também um cuidado em pensar nos riscos e na coerência entre as escolhas.

O conselho: Evite pensar só sobre o momento presente e entenda que cada decisão é importante para a formação de sua história e o alcance de seus objetivos. Antes de se aventurar, pense nas possíveis consequências no longo prazo para você e as pessoas à sua volta. “A escolha tem de fazer sentido numa trajetória de vida, não pode ser muito para contar e pouco para narrar”, diz Anderson.

4 – O analítico

Reúne o máximo possível de informações: números, estatísticas e compilações de fatos são imprescindíveis. Sem dados, não consegue imaginar que caminho deve seguir.

A vantagem: O hábito de buscar informações é útil em casos que exigem exatidão e análise aprofundada.

A armadilha: Esquecer que as decisões não se limitam ao racional e que há fatores que fogem do controle, como os desejos das pessoas envolvidas, impossíveis de ser analisados com precisão.

O conselho: Procure informações mais subjetivas que possam estar escondidas. Vale sondar as emoções das pessoas da equipe de trabalho para achar uma solução.

5  – O ponderado 

Avança somente após ter considerado todos os prós e os contras de cada decisão possível. Costuma fazer listas para colocar no papel quais devem ser as consequências dos caminhos disponíveis.

É diferente do perfil analítico porque, mesmo que goste de dados, pensa em mais de um cenário e leva em conta fatores irracionais. A preocupação é em prever o que vai acontecer a partir de cada uma das possibilidades.

A vantagem: Quem tem esse perfil se dá bem ao analisar situações complexas, em que cada consequência deve ser levada em consideração.

A armadilha: O maior desafio é aceitar que, por mais que se tente imaginar todos os detalhes das possíveis situações, não dá para colocar tudo no papel. “As escolhas envolvem riscos, e o mundo não vai se comportar sempre do jeito que você previu”, diz Anderson. Uma hora, as listas têm de acabar e a decisão deve ser colocada em prática.

O conselho: Procure ter mais flexibilidade para lidar com o desconhecido: sempre pode haver situações para as quais você não traçou um plano de ação, e saber lidar com isso é fundamental para o amadurecimento. Uma alternativa para ampliar o pensamento é trabalhar mais o lado criativo. “A vida não segue sempre em linha reta”, afirma Maurício.

6  – O espiritualizado 

As respostas surgem por meio da religião ou das crenças pessoais. Quando confrontados com uma escolha difícil, os espiritualizados buscam se isolar e rezar para ter inspiração e ajuda.

A vantagem: Facilidade em fazer reflexões mais aprofundadas e pensar no significado das escolhas de maneira mais ampla.

A armadilha: O que se guia espiritual­mente deve tomar cuidado para não esquecer que, no final, a escolha não é divina, é pessoal. “Tudo bem orar e refletir, mas às vezes quem busca inspiração em uma crença não se responsabiliza pelo que acontece”, diz Anderson. E o grande perigo é ser inflexível e achar que algo só funciona de acordo com suas crenças — o que limita o poder de escolha.

O conselho: Não tem problema buscar em sua espiritualidade auxílio para o melhor caminho a tomar, mas não se restrinja a isso na hora de tomar uma decisão. Procure ampliar as possibilidades e se abra para analisar e escutar outras opiniões e opções. “Use a fé para fortalecer a certeza de que tudo é solúvel, mas busque em sua equipe a ajuda para que suas ideias se concretizem”, afirma Paula.

7  – O intuitivo 

Aqui, a emoção vale mais do que a razão. O importante é sentir que aquilo é o certo a fazer, mais do que pensar metodicamente sobre o assunto. Pessoas que decidem assim se arriscam com mais facilidade e tomam decisões com mais velocidade.

A vantagem: Confiar na intuição pode facilitar o pensamento criativo e inovador, além de acelerar o processo de escolha.

A armadilha: Na hora da impulsividade, pode-se deixar passar alguns sinais de que aquele caminho talvez não seja o melhor a tomar — o que causa arrependimentos no futuro.

O conselho: Procure conter o impulso inicial e se pergunte se as possíveis consequências (positivas e negativas) valem a pena. Lembre-se também de que as emoções podem enganar. “Muitas vezes as coisas não acontecem como imaginamos e aí a frustração é grande”, diz Maurício.

Artigo de autoria de Bárbara Nór, da VOCÊ SA, publicado originalmente na Exame.com

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O espírito de startup que as empresas precisam

Durante muito tempo, ouvi dizer que as pessoas com perfil empreendedor somente seriam felizes e realizadas se abrissem o próprio negócio, ou seja, se empreendessem. Eles não se adaptariam a nenhuma corporação por apresentarem características um tanto “rebeldes”, não se submetendo a ambientes com processos engessados e repletos de burocracia. Felizmente, essa visão mudou e atualmente é indiscutível como os talentos e dons do perfil empreendedor podem agregar às companhias que buscam a inovação, criatividade e desejam conquistar novos patamares do sucesso.

Conheça nesse artigo de Bruno Mello, as principais características do perfil empreendedor, consciente do seu papel, e por que essas pessoas são buscadas no contexto econômico atual. Além de receberem o reconhecimento do seu valor, atuando em grandes e pequenas empresas.

“O brilho nos olhos de um empreendedor é uma das coisas mais fascinantes no mundo dos negócios. São pessoas que, mais do que interessadas em ganhar dinheiro, pensam em mudar o mundo em certa medida. Promovem algum tipo de inovação que faça diferença na vida das pessoas e que tenha relevância para o mercado. Mas estes ingredientes estão em falta na receita de muitas empresas, das pequenas às grandes.

O ímpeto de quem está começando um negócio ou buscando expandir os limites de sua startup faz estas pessoas não medirem os desafios que têm pela frente. Elas simplesmente vão em frente. Estão no mercado para resolver problemas. E têm prazer nisso. Os mais bem preparados têm consciência do caminho longo e duro que têm pela frente e, por isso, são humildes em batalhar um dia após o outro. Trabalham no longo prazo.

São colaborativos. Abertos às mudanças. Mesmo quando não são jovens na carteira de identidade, têm a jovialidade na alma. São globais e conectados. Importam-se com as pessoas. Importam-se com os clientes. Criam uma cultura e um ambiente de trabalho amigável, como se estivessem em casa e seus colaboradores, parceiros e clientes, fossem da família. Não descansam até que seus produtos e serviços cheguem ao patamar de excelência. Têm senso de urgência.

Startup, empreendedorismo, motivação. Não são arraigados em modelos de negócios e padrões de gestão do século retrasado. Rompem com o status quo. São flexíveis. Buscam fazer diferente porque estão cansados da mesmice. São estudados. Bem formados. Planejam os passos da empresa com os pés no chão e a cabeça nos sonhos e propósitos que os movem. Têm uma causa que os motivam e agregam pessoas e clientes com visão semelhante. Fazem parte de um movimento que busca transformação.

Um número cada vez maior de pessoas assim está empreendendo, criando negócios que em algum momento podem levar empresas tradicionais à bancarrota, como aconteceu com a Blockbuster. São companhias que surgem em um mercado dominado por gigantes e dinossauros. Ou criam seus próprios mercados e abocanham a liderança dos tais dinossauros. É o caso do Google e do Facebook, à frente de muitos grupos de mídia no mundo.

E pode ser o caso da empresa em que você trabalha. Ou pode ser que você seja a mola propulsora desta transformação para o concorrente. Não há atalhos. O caminho para se manter vivo no mercado e avançar é este. Profissionais com espírito empreendedor e empresas com mentalidade de startup.”

*Bruno Mello é fundador e editor executivo do portal Mundo do Marketing. Formado em jornalismo pela FACHA e com MBA em Gestão de Marketing pela UFRJ, trabalhou no Jornal de Turismo, na Rádio Carioca cobrindo economia, em sites e revista sobre automobilismo e no site da TVE Brasil, hoje TV Brasil. Fez Planejamento de Comunicação e Assessoria de Imprensa e Marketing para ONGs, piloto de Stock Car e para a Organização Hélio Alonso de Educação e Cultura.

Artigo publicado originalmente no blog da Robert Half

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O que preciso PARAR de fazer para atingir os meus objetivos?

Nesta semana estava pensando em como a todo momento procuramos coisas novas para fazer. A nossa lista de tarefas está sempre aumentando, o tempo está cada vez mais escasso e a sensação é de que tudo está passando cada dia mais depressa, não é mesmo?

Isso acontecesse porque queremos conquistar novas posições, ganhar mais, aprender mais, enfim, queremos ser mais felizes e realizados. Mas a limitação do tempo e da nossa capacidade nos impossibilita de chegar lá.

Por outro lado, alguma vez já se perguntou: “O que eu preciso parar de fazer”? “O que devo deixar de lado para que eu tenha mais produtividade e alcance os meus objetivos?”

Experimente, então, refletir alguns minutos sobre suas ações e comportamentos que executa no seu dia a dia: faça uma lista de tudo aquilo que tem feito e que está impossibilitando você de atingir as suas metas, de concluir os seus projetos, ou seja, o que está impedindo você de ir mais longe.

Então, trace um plano de ação que manterá você distante de qualquer distração. Assim como toda mudança de hábito, inicialmente você se pegará fazendo tudo de novo, mas com persistência e disciplina, logo aproveitará bem todo o seu tempo.

Você verá que o aumento da sua produtividade trará uma sensação de prosperidade, recompensando o seu bem-estar pelas ações concluídas, projetos finalizados e sucesso em suas realizações.

Depois, reconheça suas conquistas e comemore todo e qualquer avanço. Você perceberá uma energia incrível fazendo parte do seu cotidiano e trazendo resultados fantásticos!

#Produtividade #MeusObjetivos

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Wayniere Valim
Coach – Ways up Founder

A estratégia de Maju Coutinho para seguir sua vocação

Se antes eu já era fã da Maju, a Maria Júlia Coutinho – “Moça do Tempo do Jornal Nacional”, agora, conhecendo a sua história de vida, a admiro ainda mais.

Quando ainda cursava a faculdade, para lutar pelo seu sonho de ser jornalista, ela trancou o curso particular, optou por pedagogia na USP, universidade pública, e assim, com o salário de professora, retomou o curso de jornalismo, que era a sua vocação. Hoje, podemos assisti-la com todo o seu talento, beleza e simpatia.

Além dessa estratégia que usou para ir busca do seu caminho profissional, Maju também demonstra sabedoria quando luta com dignidade contra o racismo, de que é vítima, e é capaz de mostrar como uma mulher pode conquistar o seu lugar com muita competência e valorização própria, não temendo aos desafios e preconceitos que, infelizmente, ainda presenciamos nos dias atuais.

Conheça um pouco mais de sua história e veja que belo exemplo de determinação, inteligência e perseverança, publicado na Folha de São Paulo.

“Há dez anos a jornalista não passa um dia sem exercitar a série de posturas da ioga, prática que adotou quando ainda era estudante de pedagogia na USP.

Sim, a moça do tempo do “Jornal Nacional” (Globo), o telejornal de maior audiência do país, já quis ser professora. E chegou a lecionar por dois anos, para crianças, em uma escola municipal de São Bernardo do Campo.
“Cursei magistério e me decidi pela pedagogia. Mas, antes do vestibular, fiz um teste vocacional e deu jornalismo. Prestei as duas opções e passei”, lembra Maria Júlia. O resultado do teste não foi uma surpresa para quem, na infância, brincava de apresentadora do “JN”.

De família de classe média baixa paulistana, sua escolha se deu primeiro pelo bolso: trancou a faculdade privada de jornalismo (Cásper Líbero) e optou pela gratuita, de pedagogia, e a carreira recém-iniciada no magistério. “Só pensei em garantir o salário.”

No ano seguinte, conciliou as duas graduações e se “descobriu” no jornalismo. Pediu exoneração do trabalho e largou a pedagogia. “Não tinha traquejo, jogo de cintura em sala de aula. Mas a experiência me ensinou a ser didática.”

Maria Júlia viveu com os pais até o último ano da faculdade em uma casa que eles construíram na Vila Matilde, zona leste paulistana. Hoje, mora com o marido, o publicitário Agostinho Moura, no Campo Belo, zona sul da cidade.

Professores da rede pública, seus pais se sacrificaram, nas suas palavras, para que ela e o irmão mais velho tivessem um aprendizado de qualidade em escolas pagas. “Meus pais sempre falaram: ‘Podem te tirar todos seus bens, mas o conhecimento não se tira’.”

Quando criança, no colégio, conviveu com o diferente, sendo ela mesma uma criança que destoava das demais. “Havia mais um ou outro negro lá”, recorda.

MARIA E MAJU

Maria Júlia foi batizada assim em homenagem a uma tataravó materna, que todos diziam ser doce e determinada.

Foi no magistério no Anglo Latino, onde ganhou bolsa de estudo, que Maria, como até hoje seus pais a chamam, virou Maju. Na TV, Chico Pinheiro foi quem primeiro a tratou pela alcunha, no “Bom Dia Brasil”. “Reclamaram que era muito informal, e ele falou: se ela não pode ser Maju, tenho que ser Francisco”, lembra a jornalista.

Quando Maria Júlia estreou no “Jornal Nacional”, em abril, houve muitos pedidos, via redes sociais, para o âncora e editor William Bonner —que ela ainda não conhece pessoalmente— a usar o apelido. Concessão feita, Maju se tornava nome conhecido pelo país.

A previsão do tempo entrou na vida profissional de Maju em 2013, quando ela voltava das férias e recebeu o convite para ir para o estúdio dos telejornais da Globo em SP. Nos seis anos anteriores, havia trabalhado como repórter.

A vaga no maior canal do país foi conquistada com o clássico e-mail “segue meu currículo”, recebido por uma editora indicada por um amigo.

Na época, Maju trabalhava havia quatro anos na TV Cultura, onde foi repórter e chegou a apresentar algumas vezes o “Jornal da Cultura”.

Por ora, ela não pretende trocar o jornalismo pelo entretenimento. Neste ano, especulou-se que Maju poderia apresentar um telejornal ou entrar para o “Fantástico”. “Nunca recebi nenhuma proposta, mas estou aberta a novos desafios.”

Nesta semana, ela participa da Conferência do Clima de Paris (COP-21), a convite da ONU e da Organização Mundial de Meteorologia. A jornalista acompanhará alguns debates.

SEM CHAPA

“Nossa, é outra pessoa. Não sou eu”, ria Maria Júlia, ao ver no computador as imagens feitas para Serafina, na manhã de um sábado de novembro.

Em seu primeiro ensaio de moda, causou-lhe estranhamento, além das roupas estampadas e de grifes estrangeiras, o cabelo, naturalmente encaracolado e sempre solto, preso em um coque.

Orgulhosa das madeixas crespas, Maju confessa ter caído na tentação da chapinha na adolescência por dificuldade de aceitar o cabelo, alvo de piadas na escola. “Meus pais trabalharam muito essa questão, diziam que não tinha nada de errado comigo.”

Os fios deixaram ser retos quando ela se deparou com uma modelo cheia de trancinhas na capa da revista “Raça” e resolveu adotar o visual.

Em julho, Maju voltou a ouvir que seu cabelo servia “para limpar panela” numa série de ataques racistas postados no Facebook do “Jornal Nacional”. A ação ganhou investigação do Ministério Público de SP, que segue no trabalho de identificação dos autores das injúrias.

Se pudesse escolher a punição para essas pessoas, Maju as faria trabalhar por um dia em instituições de combate ao racismo. “Para elas ouvirem relatos de quem sofre preconceito. A coisa mais educativa é conviver com o diferente.” As agressões virtuais não a incomodaram tanto quanto a repercussão do ocorrido. “Enche o saco falar sempre desse assunto.”

O mesmo desconforto foi relatado a ela pela atriz Taís Araújo, outra vítima recente de ataques racistas na internet. As duas saíram para jantar no dia do ensaio para a Serafina, após Maju assistir à performance de Taís e Lázaro Ramos na peça “O Topo da Montanha”.

“A Taís disse que teve o mesmo sentimento que eu. Aquilo lá, sinceramente, não foi algo que me tocou, porque desde que você se entende por negro aqui, sabe que tem preconceito, ouve na escola”, afirma. “Apesar de achar um absurdo, não pega mais na alma de quem já leva há tanto tempo essas porradas.”

As ofensas proferidas contra a jornalista geraram uma forte campanha de apoio nas redes sociais, com o nome e a hashtag #SomosTodosMaju.

Para a jornalista, os negros no Brasil precisam cada vez mais tornarem-se visíveis para combater o racismo. “À medida que a gente não é mais invisível, que não faça só papéis de empregada [na dramaturgia], que faça a diferença em diversas áreas, as pessoas vão se acostumando”, afirma.

Nessa lógica da visibilidade, a televisão, diz, precisa ter maior presença negra. “Ainda há muitos como câmeras, faxineiras. Precisamos ampliar essa participação”, diz a jornalista, que não é integrante de movimentos raciais.”

Publicado originalmente na Folha de São Paulo.

“Todos estamos sofrendo com a desatenção”

Há quase quatro décadas, a psicóloga de Harvard Ellen Langer estuda como a atenção no que está acontecendo no presente pode mudar os profissionais. Ela é considerada a “mãe do mindfulness”. Os estudos da professora apontam que, quando não estamos observando e sentindo cuidadosamente, é como se não estivéssemos presentes nas situações que vivemos. “A consequência é que sempre perdemos oportunidades”, afirmou em palestra, no HSM Expomanagement, em São Paulo.

Ellen é autora de 11 livros e mais de 200 artigos sobre o tema. Ela defende que mudanças simples, como aprender a perceber ativamente novidades e prestar atenção ao que ocorre ao redor pode ter impactos transformadores.

“A falta de atenção nao é estupidez”, explica. “Você aprende algo e começa a pensar só daquela forma”. Ela relatou a história de uma mulher que sempre cortava um pedaço da carne antes de colocá-la na panela. Quando questinada sobre essa mania, disse que fazia aquilo porque a mãe fazia o mesmo. A mãe, por sua vez, disse o mesmo. Ao chegarem à avó, a senhora falou que costumava fazer aquilo simplesmente porque sua panela era pequena. Ou seja, é preciso questionar sempre as próprias ações — sair de vez em quando do piloto automático.

“Todos estamos sofrendo com a desatenção”, diz Ellen. De acordo com ela, existe uma dependência excessiva em conhecimentos pré-estabelecidos no passado. Isso deixa pouco espaço para pensar no novo. É como se o passado sempre determinasse o presente. “A consciência plena é algo muito simples, basta reparar nas coisas novas e fazendo isso você já está no presente. Você sente mais vivo, com fôlego de verdade.”

Segundo Ellen, é preciso se libertar dessa “mente restrita” para acompanhar a mudança do mundo. “Às vezes não vemos o que está na nossa frente, porque achamos que já sabemos das coisas, mas não sabemos. Independentemente do que esteja fazendo, fazer com consciência plena é muito melhor.”

Em outra experiência, um grupo de vendedores de revistas foi orientado a bater de porta em porta com um roteiro padrão, enquanto outros sempre mudavam o discurso. Depois de entrevistar os clientes daqueles vendedores, pesquisadores descobriram que o grupo atento era o mais elogiado. A maior atenção também traduziu-se em maiores vendas. “A plena consciência é a essência do carisma”, diz Ellen.

Na maioria das vezes, tudo depende de mudanças sutis de raciocínio. Um estudo acompanhou idosos de 80 anos morando em um retiro adaptado com um decoração de 20 anos atrás. Surpreendentemente, no ambiente novo, melhoraram a memória, a força, a audição. Simplesmente por tentarem mergulhar em um tempo em que eram mais jovens. Outro estudo, feito com camareiras, mostra que elas melhoraram o condicionamento físico e perderam peso ao passarem a encarar seu trabalho como exercício. “O seu corpo está onde está a sua mente.”

Para Ellen, se aumentarmos a visão plena das coisas, vamos aumentar nosso bem estar e saúde. Mas como ficar no presente se você precisa prever o futuro o tempo todo? Bem, achar que você pode prever o futuro é uma ilusão, diz a professora. Se tornarmos o presente importante, não teremos que nos preocupar com o futuro, segundo ela. “As pessoas confundem. Atenção plena não é preocupação o tempo todo. É a energia gerada, não consumida”.

Matéria publicada originalmente na Época Negócios

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Como seu networking pode impulsionar sua carreira

Como você cuida dos seus relacionamentos? Você encontra um tempinho na sua agenda para manter o seu networking ativo? E como você escolhe suas amizades?

O mundo dá voltas espetaculares e numa dessas viradas, você poderá receber de volta todo o respeito, a amizade, a sinceridade e a atenção que dedicou àqueles que conviveram com você em algum momento da sua vida, comprovando o poder do networking.

Ao longo da minha carreira em Tecnologia da Informação, procurei expressar respeito e atenção a todos que tive oportunidade de conhecer, independente de função, cargo, profissão, crença… Aprendi com a minha família a importância de doar ao outro o que gostaria que dedicasse a mim.

Hoje, tenho recebido muito de volta dessas mesmas pessoas, abrindo oportunidades incríveis para mim e minha empresa. Essa é a lei da reciprocidade. Eu recebo e me sinto com imensa vontade de retribuir. E essa lei é a que fortalece a nossa rede de contatos.

É claro que nem tudo são flores e às vezes encontramos pessoas que não cabem ser referenciadas aqui… Mas, nem por isso, devemos perder a esperança de acreditar nas pessoas de bem.

Desenvolver relacionamentos sinceros, doar-se ao outro, respeitando as suas diferenças, seus pensamentos, pode ser a oportunidade de desenvolver amizades verdadeiras. E quando você menos esperar, essas pessoas poderão acolher você e dar a força necessária para que o sucesso aconteça, como num abraço envolvente de alguém que quer retribuir algo que tenha recebido de você.

Aumente o seu círculo de amizades, dedique um tempo elas, não se limite a uma mensagem de texto no dia do aniversário, nos momentos de comemoração ou de dificuldades. Ligue, faça uma visita, esteja presente, converse olhando nos olhos, dedicando a sua atenção e escuta atenta.

Mantenha viva essas ligações, construindo um mundo mais humano e vendo na realização do outro a sua própria felicidade. Você poderá encontrar novas oportunidades e ter surpresas muito agradáveis quando menos esperar!

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Wayniere Valim
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“O estresse é o inimigo do foco”

Toda vez que vem ao Brasil, Daniel Goleman diz que o país parece estar envolvido em algum tipo de crise. A cada desembarque, a palavra está na pauta do dia. Brincadeiras à parte, ele usou essa impressão para chamar atenção do público no HSM Expomanagement  sobre seu atual campo de estudo: foco. O autor do best-seller Inteligência Emocional afirma que o estresse é o inimigo do foco. Por estresse, entenda-se tensões no ambiente corporativo e uma quantidade enorme de informações que nos bombardeiam diariamente. E vale dizer: estamos perdendo dinheiro por falta de foco. “Precisamos ser administradores da nossa atenção, não vítimas da nossa inatenção”, diz Goleman.

O autor explica que há dois tipos de distração. Quando você está tentando trabalhar em um café e há vozes ao redor das quais você precisa se desligar, eis o tipo fácil de distração. O tipo difícil é a distração emocional. Há uma parte do cérebro responsável por identificar ameaças. Ela nos ajudou a sobreviver e chegar até aqui, mas é um problema nas organizações. A questão é que essa parte do cérebro responde tanto a ameaças físicas quanto abstratas.

Se seu colega recebe uma promoção ou se você é um chefe tentando sobreviver a uma crise, essa parte emocional “sequestra” o cérebro e, portanto, o foco. Isso acaba com a nossa habilidade de pensar com clareza, aprender e se adaptar. Além disso, quando estamos nesse “modo ameaçado”, a tendência é tomar decisões mais automáticas e agressivas. Goleman justifica a atitude de Mike Tyson ao arrancar as orelhas durante a luta com Holyfield como uma situação de “sequestro emocional”.

A inteligência emocional, afirma o psicólogo, é o que costuma diferenciar os líderes das empresas. Além de entender como uma decisão tomada hoje vai afetar a empresa amanhã, ele precisa gerenciar os funcionários para colocar uma estratégia em prática. “A maior tarefa do líder é dirigir a atenção para onde ela precisa ir”, afirma. Para isso, o líder precisa trabalhar três tipos de foco: em si mesmo, nas pessoas com quem trabalha e no sistema que determina se a empresa terá sucesso.

Ferramentas

Para os líderes, eis a dica: a neurociência já mostrou que o cérebro é capaz de sentir a atitude da outra pessoa. Esse canal é extremamente importante na hora de criar um ambiente de alto desempenho.

O líder é aquela pessoa na qual todo mundo presta atenção. Um estudo da Universidade de Yale mostrou que se o líder estava de mau humor, as pessoas entravam na “vibe” e tinha um desempenho pior. Quando ele estava de bom humor, a influência era positiva. “Essa é a conversa silenciosa, que faz muita diferença no desempenho. Os líderes precisam prestar atenção ao seu estado emocional”.

Outra dica: se alguém for conversar com você, esqueça o celular, o email que está entrando na caixa ou a televisão. Preste atenção no seu interlocutor e somente nele.

Para treinar a concentração, Goleman sugere o uso da técnica de mindfulness. Ela consiste em sentar-se em uma posição confortável e prestar atenção na respiração, enquanto você inspira e expira. Sempre que sua mente tenta divagar, você deve trazer a atenção de volta para a respiração. Quanto mais você treina, mais fácil fica. É como se fosse uma musculação do foco.

Os alvos que ninguém vê

Ao final da palestra, Goleman falou sobre os objetivos que ninguém é capaz de enxergar. Ele cita a história de Kobun Chino, o guia espiritual de Steve Jobs, um excelente arqueiro. Ao se apresentar para um grupo na Califórnia, ele faz a flecha passar longe do alvo — ultrapassando a cerca e despencando no Oceano Pacífico. O público se espanta, mas ele grita como se tivesse atingido o alvo. E atingiu, mas não o alvo que todos estavam olhando.

O psicólogo faz o paralelo dos ensinamentos de Chino com a liderança de Jobs: ele foi capaz de criar um mercado para produtos que ninguém via, como o iPad. E isso foi essencial para o futuro da Apple. O mesmo acontece agora com o Google, que criou a empresa Alphabet e mostra claramente que o site de buscas é um produto de sucesso, mas que não será o único motor de crescimento da companhia.

Matéria publicada originalmente na Época Negócios.

Como sair da zona de conforto e alcançar sonhos

Encare os desafios de frente e crie oportunidades em sua vida.

Ontem, eu tive o prazer de conhecer uma jovem super alto-astral e determinada. Ela acabou de voltar de férias para mergulhar fundo em seu projeto pessoal. Pediu demissão do emprego e agora vai montar o próprio negócio. Estava animadíssima e com um brilho nos olhos lindo de se ver: o olhar de esperança, de quem vai em busca do próprio sonho e sente a energia que isso proporciona.

Conversamos por uma hora e meia durante uma viagem, mas foi o suficiente para perceber o quanto está decidida e firme em seu propósito, com os pés no chão, muito planejamento, pesquisas e ideias incríveis.

O seu projeto já estava modelado, mas sofrerá alterações, visto a criatividade que aflorou após conhecer novas culturas, lugares e pessoas diferentes.

Essa história me fez refletir sobre como cada um encara os seus desafios e cria oportunidades. É isso mesmo! As oportunidades não surgem se não nos dispomos a procurá-las! Nós as criamos à medida que saímos da zona de conforto e nos provocamos a fazer diferente, a pensar em algo novo.

E essas ideias criativas se afloram uma após a outra, como um novelo de lã que vamos desenrolando, desenrolando…

A nossa mente possui um poder fantástico de se reinventar, desde que tenhamos a prática de construir pensamentos novos . A postura do “deixa como está”, “algum dia isso se resolve”, “sempre foi assim”, bloqueia qualquer pensamento inovador.

Então, o meu convite para você é: imagine novas ideias sem nenhum bloqueio, pense, crie, reinvente-se, por mais absurda que a ideia lhe pareça. Depois disso, use o seu filtro das possibilidades, destacando o que é factível e eliminando o que não é. Faça as suas escolhas de acordo com os seus valores pessoais e trabalhe o seu planejamento de forma realista e profissional. E, finalmente, execute com determinação!

Quando saímos da zona de conforto e buscamos novas soluções para os problemas enfrentados e novas ideias para atingir os nossos sonhos, começamos a criar uma energia diferente a nossa volta, renovando os nossos pensamentos, nossas ações, nossos propósitos. Resultado de tudo isso: oportunidades criadas, antes nunca imaginadas! Experimente!

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Wayniere Valim
Coach – Ways up Founder

 

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12 hábitos de final de semana de pessoas bem-sucedidas

Fuçando na internet sobre pessoas de sucesso, como atingir o topo da carreira, entre outros assuntos na mesma linha, me deparei com o site Lifehack.org, lá tem de tudo, literalmente, saúde, tecnologia, relacionamento, empreendedorismo, fitness, produtividade, viagem, finanças, e por aí vai. E o mais legal é que várias pessoas contribuem com o site, até você pode contribuir se quiser.

Este artigo especificamente foi escrito por Emma Rushton, uma advogada, turista e blogger de Melbourne, na Austrália. Ela escreve sobre como ter perspectiva de vida sem excluir o desejo de sucesso profissional e de viajar muito. Ela passa seu tempo livre escrevendo sobre Raízes & Asas e viajando a novos países sempre que sua conta bancária e seu chefe permitem.

Bom, vamos ao artigo então…

Simples. É a mesma coisa que fazem todos os dias. Como Aristóteles dizia: “Nós somos o que fazemos repetidamente. Excelência não é um ato é um hábito.”

Veja abaixo os hábitos de final de semana das pessoas bem sucedidas:

1 – Robert Iger: Deus ajuda quem cedo madruga

Este CEO da Disney não é o único executivo que afirma acordar às 4h30 da manhã todo dia. As pessoas de sucesso não ficam na cama até 2 da tarde em um domingo, ou mesmo 11 da manhã. Pesquisas mostram que nossos cérebros estão em suas melhores condições de 2h30 a 4h depois de acordarmos. Passe a acordar cedo no fim de semana e você estará à frente de um monte de gente.

2 – Benjamin Franklin: Planejar é decidir de antemão qual é e como será sua vitória

Aparentemente, esse grande cientista norte-americano que participou da redação da “Declaração da Independência” e da Constituição dos EUA se perguntava todos os dias: “O que de bom devo fazer hoje?”. Pessoas de sucesso conhecem a importância das metas diárias – e finais de semana não são exceções.

3 – Timothy Ferris: Foco – uma coisa de cada vez

Multi-tarefas é coisa do passado. Pode até ser tentador maximizar a produtividade do seu final de semana correndo na esteira enquanto fala com a sua mãe e futrica nas redes sociais, mas as pessoas de sucesso sabem que isso diminui eficiência e efetividade. Ao invés disso, foque em cada tarefa.

4 – Anna Wintour: Corpo são, mente sã

A editora-chefe da Vogue joga tênis todo dia por uma hora. E ela não a única que tira um tempo para se exercitar. Richard Branson, fundador do conglomerado de empresas Virgin Group, faz kitesurfing; e um dos bilionários mais ricos da Índia, Anil Ambani, é maratonista. As pessoas de sucesso conhecem a importância de ter um corpo ativo para ter uma mente ativa – inclusive nos finais de semana.

5 – Steve Jobs: Priorizar para conquistar

“As coisas não têm que mudar o mundo para serem importantes.” O final de semana é o momento para se lembrar das pequenas coisas. Sair com os amigos, filhos ou companheiro pode não aumentar os ganhos ou impulsionar a carreira, mas não quer dizer que isso seja menos importante. Até o presidente do EUA arruma tempo para jantar com a família.

6 – Warren Buffet: É sempre bom ter um hobby

Ele pode ser considerado o investidor mais bem sucedido do século 20, mas em seu tempo livre Buffett gosta de tocar ukelele. As pessoas de sucesso são geralmente interessantes e seus hobbies têm muito a ver com isso. É claro que jogar golf no sábado pode ser uma ótima maneira de conhecer pessoas e buscar oportunidades de negócios, mas até em hobbies solitários como o tricô que a atriz Meryl Streep gosta e a pintura a óleo do ex-presidente dos EUA, Geoge W. Bush, podem ajudar a aumentar a criatividade e aliviar o estresse.

7 – Oprah: Momento para meditar

A celebridade mais poderosa de 2013 da revista Forbes encontra tempo para meditar por 20 minutos, duas vezes ao dia! Esse antigo segredo mais bem guardado dos praticantes de yoga foi revelado e agora todo mundo já sabe. Até o mundo corporativo está chegando à conclusão de que a meditação traz grandes benefícios: ela ajuda a reduzir o estresse, melhora a produtividade, impulsiona a criatividade e proporciona um bem-estar geral. Os finais de semana podem ser ainda mais atarefados que os dias úteis se tentar incluir as atividades da casa, exercício físico, compromissos familiares, compromissos sociais… em um período de 48 horas. As pessoas mais bem-sucedidas separam um tempo do dia para meditar, mesmo nos finais de semana.

8 – Randi Zuckerberg: Carpediem

A fundadora e CEO da Zuckerberg Media, e irmã do criador do Facebook, diz que as pessoas devem aproveitar a vida. Seu mantra é “Não há nenhum lugar que eu preferiria estar do que onde exatamente estou.” As pessoas de sucesso normalmente são competitivas e ambiciosas por natureza, praticar a atitude de gratidão e resistência ao sentimento de inveja que as mídias sociais impõem é a chave de um fim de semana feliz. E não é a felicidade o verdadeiro indicador de sucesso?

9 – Bill Gates: Momento para refletir

Como a famosa frase do fundador da Microsoft diz: “É legal celebrar o sucesso, mas o mais importante é aprender com as lições do fracasso.” A reflexão deve ser uma prática diária, mas os finais de semana são perfeitos para olharmos para trás e refletirmos sobre as lições da semana anterior e nos prepararmos para ser melhores na próxima semana. A autora do livro The hapiness project (O projeto da felicidade), Gretchen Rubin, sugere iniciar um diário de uma frase por dia para encorajar a reflexão. Faça de seu sábado ou seu domingo o dia para refletir sobre as frases da semana.

10 – Richard Branson: Coração aberto

Este empresário bilionário diz que “É espantoso o quanto focar nossa mente em questoes como saúde, pobreza, conservação e mudança climática pode ajudar e reenergizar o pensamento em outras áreas.” As pessoas de sucesso concordam com Anne Frank, quando disse que “ninguém ficou pobre de tanto doar.” Tom Corley estudou os ricos por cinco anos antes de escrever seu livro “Hábitos dos Ricos: Os Hábitos de Sucesso das Pessoas Ricas.” Ele descobriu que 73% das pessoas ricas fazem trabalho voluntário por cinco ou mais horas por mês. Nada ajuda mais a ter perspectiva e reduzir o estresse do que ajudar os menos afortunados.

11 – Jack Dorsey: Preparado pro que der e vier

O co-fundador do Twitter e do Square é conhecido por trabalhar 16 horas por dia de segunda a sexta, mas diz que “Sábado eu saio, faço trilha, e no domingo eu reflito, penso no que passou, faço planos e me preparo para o resto da semana.” Esqueça a ressaca de domingo, vamos chamá-lo agora de “Dia de organizar a vida”. Laura Vanderkam, autora do livro “O que as pessoas mais bem-sucedidas fazem no domingo”, diz que as pessoas de sucesso sabem que os finais de semana são na verdade a arma secreta do sucesso profissional: “Você precisa começar a segunda com tudo.”

12 – Jay Z: Olhos bem abertos

Ele construiu um império sendo um rapper e empresário muito bem-sucedido, e seu segredo está em suas letras: “Você pode querer o sucesso o quanto quiser, mas para consegui-lo, você não pode titubear, não pode parar, não pode dormir. Um olho aberto, sempre.” Jay Z não vale 520 milhões de dólares apenas por buscar o sucesso cinco dias por semana. Se você quiser passar alguns finais de semana em seu iate de luxo no Caribe com a Beyoncé, determinação e persistência implacáveis podem te ajudar a chegar lá. Bem, sempre podemos sonhar, né?

Está combinado então. Sucesso é uma escolha, e para alcançá-lo é necessário agir 24 horas por dia, todos os dias, até nos finais de semana.”

Taí, vamos começar neste final de semana então? Acorde cedo, planeje seu fim de semana, tenha foco em suas atividades, faça algum exercício físico, saia com os amigos, namorado ou namorada ou família, arrume um tempo para seu hobby predileto, medite, aproveite a vida, reflita, doe, prepare-se para a segundona e fique alerta às oportunidades que surgirem. UFA! Será que dá?

Artigo publicado originalmente em Lifehack.org.
Resumido e adaptado por:

WaysUpCoaching
Susi Wayne Lopes
Redatora e Tradutora – Ways up Coaching
 

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