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O efeito da gratidão no cérebro e no coração

Lembro-me como se fosse hoje quando decidi parar de reclamar. Me peguei reclamando de tudo: do ar-condicionado, do sol forte, do trânsito, do barulho das crianças…

E logo eu, que tinha muita dificuldade em lidar com pessoas “reclamonas”… Lá estava eu fazendo o mesmo.

Envergonhada por isso, decidi virar o jogo!

E, para ativar outras partes do meu cérebro, resolvi substituir essa terrível mania de reclamar por um dos hábitos mais poderosos para a nossa felicidade.

O maior problema é que a ausência dessa potente prática está por parte, em quase todas as pessoas. Ou seja, estamos muito mais habituados a nos queixar de tudo e de todos e não nos atentamos para o mal que isso pode provocar em nossa rotina.

E isso dificulta ainda mais a mudança de atitude. É preciso força e perseverança para a transformação.

Esse hábito poderoso é a GRATIDÃO!

“A gratidão é um antídoto contra emoções negativas: quanto mais uma pessoa for grata, menos chance ela tem de ficar deprimida, ansiosa, solitária ou neurótica”, afirmou a doutora Susan Andrews, psicóloga da Universidade de Harvard, em seu livro A Ciência de Ser Feliz.

Diversos experimentos comprovam que ser grato traz diversos benefícios, inclusive contribui de maneira significativa para a FELICIDADE.

Ao apreciarmos as coisas boas da vida, a gratidão nos ajuda a sempre valorizar as circunstâncias positivas, e assim podemos continuar a extrair satisfação delas.

É uma forma de as pessoas apreciarem o que elas têm, em vez de sempre procurar algo novo, na esperança de que elas as tornem mais felizes, ou de pensar que não podem se sentir satisfeitas até que todas as necessidades físicas e materiais sejam atendidas.

Pessoas que cultivam a gratidão:

  • Dormem melhor e têm menos enxaquecas, problemas de pele, tosse e náuseas;
  • Experienciam menos raiva e amargura;
  • São mais bem-dispostas, otimistas e mais inclinadas a ajudar os outros;
  • Têm maior autoconfiança e autoestima e lidam melhor com estresse e traumas;
  • Desfrutam de relacionamentos interpessoais mais harmoniosos.

Parece óbvio que praticar a gratidão nos causa sensação de prazer e paz interior, mas o que acontece é que, na maioria das vezes, não temos o hábito de agradecer as coisas corriqueiras da vida.

Caímos numa rotina de exigências dos outros e nos acostumamos muito mais a reclamar do que agradecer.

Portanto, a minha proposta é incentivar você a desenvolver esse hábito que só exigirá um olhar diferenciado para o que já possui em sua vida, como, por exemplo:

  • O sorriso do seu filho;
  • A mensagem carinhosa do amigo;
  • O carinho sempre presente da mãe;
  • O trabalho que lhe dá o sustento;
  • A brisa no rosto;
  • A natureza sempre presente;
  • Seu cachorro que te recebe pulando…

Não custa muito transformar a interpretação do que lhe causou frustração em algo positivo.

Preste mais atenção no que aconteceu de bom no seu dia. E a cada acontecimento desagradável, descubra um aprendizado e logo a sua mente estará programada para prestar maior atenção às situações positivas da vida.

A  Neurociência traz contribuições importantes sobre o assunto, o que foi tema da última Aula ao Vivo, que faço todas as segundas-feiras, às 7h da manhã.

Assista aqui:

Pesquisas científicas apontam que a prática da gratidão traz benefícios físicos, psicológicos e sociais:

Físicos

  • Fortalecimento do sistema imunológico;
  • Menor incômodo por dores;
  • Baixa pressão arterial;
  • Pessoas gratas se exercitam mais e cuidam melhor da saúde;
  • Dormem mais e melhor e se sentem mais revigorados ao acordar.

Psicológicos

  • Pessoas gratas mantêm um nível superior de emoções positivas;
  • Estão sempre mais alertas, vivas e despertas;
  • Sentem mais alegria e prazer;
  • Demonstram maior otimismo e felicidade.

Sociais

  • Pessoas gratas se sentem mais úteis;
  • São mais generosas e têm maior compaixão pelo próximo;
  • São mais propensas a perdoar;
  • São melhores companhias;
  • E são menos solitárias e isoladas.

Que tal, então, fazer a sua lista de gratidão e ver como se sente?

“Se a única oração que você fizer durante toda sua vida for obrigado, isso já será o bastante.”

Meístre Eckhart, místico alemão.

Ah! Já ia me esquecendo… Sim, minha vida mudou para melhor e  tenho certeza que a das pessoas à minha volta também.

Aliás, quero expressar a minha eterna gratidão por estar comigo nesta jornada de autoconhecimento e fortalecimento emocional!

Autora: Wayne Valim

Especialista em Comportamento, Inteligência Emocional e Liderança

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Alta Performance e Felicidade em meio à crise?

Nas últimas duas semanas, venho falando sobre Alta Performance e Felicidade, ao vivo, no YouTube (www.youtube.com/c/WaysupBr) e no Instagram (www.instagram.com/waynevalim) como forma de ajudar você neste momento difícil que estamos passando.

Ao abordar esse tema, a primeira reação das pessoas é exatamente essa: “O quê? Felicidade? Alta performance? Neste momento, não… Estamos apenas sobrevivendo…”

Se esse foi o seu pensamento ao ler o título desse texto, acredito que vale muito a pena você ler até o fim… (risos)

Vamos entender esses conceitos…

O que é Alta Performance?

É a capacidade do ser humano de ultrapassar o nível das habilidades usuais,
ir além do esperado, se esforçando ao máximo, com motivação, sem perder o equilíbrio, para atingir níveis superiores de desempenho em todas as áreas da vida.

Esse estado de superação se torna a maneira habitual de ser das pessoas de alta performance.

As pessoas de alta performance são altamente motivadas, estão dispostas a se aperfeiçoar constantemente e a buscar os objetivos mais ousados.

Elas, acima de tudo, possuem mindset de abundância, pois sabem que tudo o que desejam é possível a partir das próprias atitudes.

E o que é Felicidade?

Penso que não existe um único significado, pois a felicidade depende da pessoa que a vivencia e de que forma atinge esse estado.

Os cientistas a definem como “bem-estar subjetivo” – porque tudo depende de como nos sentimos em relação à nossa própria vida.

Outros referem-se à felicidade como um estado de espírito positivo no presente e uma perspectiva positiva para o futuro.

Martin Seligman, o pioneiro da psicologia positiva, a segmentou em três componentes mensuráveis: prazer, envolvimento e senso de propósito.

Aristóteles trouxe o conceito de eudaimonia, que não quer dizer exatamente “felicidade”, mas, sim, algo como “prosperidade humana”.

Shawn Achor, em seu livro O jeito Harvard de ser feliz, afirma que a felicidade não se restringe a carinhas sorridentes amarelas e arco-íris coloridos, mas, sim, à alegria que sentimos quando buscamos atingir nosso pleno potencial.

Barbara Fredrickson, pesquisadora da University of North Carolina e talvez a maior especialista do mundo sobre o tema, descreve as dez emoções positivas mais comuns: “alegria, gratidão, serenidade, interesse, esperança, orgulho, divertimento, inspiração, maravilhamento e amor”.

E você? Já parou para constituir a sua própria definição de felicidade?

Quando se recorda dos momentos mais felizes da sua vida, quem estava lá com você?

O que estava fazendo?

Quais emoções você sentiu?

Quando pesquiso, leio e releio os conceitos acima, posso dizer a você: É possível sim atingir a alta performance e a felicidade.

Talvez não da mesma forma que a imaginávamos há dois ou três meses…

Creio ser mesmo viável, mas é necessário reprogramar a nossa mente e revisar as nossas expectativas pessoais e profissionais.

Muitos de nós estamos trabalhando de casa, com maiores demandas, mas, se estivermos nos esforçando ao máximo, indo além do esperado, mantendo um estado de superação e motivação, estamos sim vivendo em alta performance.

Só precisamos mudar a régua, porque o cenário também mudou. Concorda?

Estamos diante de incertezas, medos, angústias, sofrimentos, mas, ainda assim, é possível sentir uma paz de espírito por continuar firme a jornada, por estar contribuindo, minimizando a dor de alguém, mantendo a nossa família em segurança ou, simplesmente, por acreditar e ter esperança.

Há outro ponto muito importante: cuidar de você! Portanto, alinhe corpo, mente, coração e espírito! São as quatro inteligências em movimento e que precisam de atenção!

Isso ajudará a manter a sua energia vital em equilíbrio e, assim, será capaz de contribuir mais com todos quantos dependem de você e se inspiram em seus exemplos.

Jim Loer e Tony Schwartz*, autores do livro The power of full engagement, reconhecidos mundialmente por suas contribuições no campo da psicologia da alta performance, escrevem:

“O engajamento total de cada um requer equilíbrio e aproveitamento das quatro fontes de energia separadas, porém relacionadas: físico, emocional, mental e espiritual”.

O desenvolvimento dessas inteligências vai trazer maior confiança, segurança, força interior e, ainda, aumentará sua coragem para tornar as mudanças desejadas mais concretas.

Afinal, somos um ser integral. Não se atinge a alta performance se esquecendo de uma ou de outra inteligência. Não é possível ser feliz agindo apenas em busca de sobrevivência. Somos algo muito maior.

Para que se sinta realmente em conexão com todas as áreas da vida e encontre a felicidade, é preciso olhar-se como ser integral em busca de um sentido maior da vida.

Espero que essas reflexões tragam maior motivação para você!

Compartilhe com os seus amados!

OBS.: Assista às duas aulas gratuitas, ao vivo, em que trato desse assunto:

1 – As 4 Inteligências da Alta Performance e da Felicidade: https://youtu.be/HfSTCwLxMDo

2 – A Influência da Inteligência Emocional na Inteligência Corporal: https://youtu.be/IzGbOSKw_Ug

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A importância da linguagem corporal na autoconfiança

Convido você a parar tudo o que estiver fazendo e reparar na sua postura neste exato momento. Como você está sentada? Como estão seus pés e a posição dos seus braços? Sua expressão facial transmite autoconfiança? Ou desespero, cansaço, tédio?

Se alguém a visse agora, quais opiniões poderia formar com base na sua expressão corporal?

A maneira com que nos portamos traz um grande impacto na impressão que as pessoas têm de nós.

Sabia que a linguagem corporal também influencia a forma com que nos enxergamos?

Por exemplo: Você já viu um atleta cruzando a linha de chegada em primeiro lugar? Os braços para cima, o peito empinado, aquele ar de vitória e poder!

Agora imagine aquele dia em que você está superestressada e ainda não se sente preparada para aquela reunião no trabalho.

Quando não nos sentimos bem, tendemos a nos encolher, em busca de sentir protegidas, passando aquela imagem de medo e submissão.

De acordo com a psicóloga e professora da Universidade de Harvard, Amy Cuddy, as mulheres demonstram maior timidez. Nós, com frequência, nos sentimos menos poderosas que os homens e acabamos refletindo essa imagem em nossa linguagem corporal.

Pesquisas recentes das Universidades de Harvard, Oregon e Texas revelam que as grandes lideranças, além de dividirem mentalidades semelhantes, possuem níveis hormonais semelhantes!

Geralmente, essas pessoas possuem níveis mais altos de testosterona e mais baixo de cortisol.

O hormônio da testosterona está ligado ao sentimento de poder, tanto em homens quanto em mulheres. A baixa presença de cortisol no nosso corpo diminui a ansiedade, melhorando a capacidade do nosso corpo em lidar com o estresse.

Resumindo: níveis corretos de hormônios fazem com que você se sinta menos estressada, mais confiante e poderosa!

Como a linguagem corporal tem influência na sua autoconfiança?

Com o gerenciamento da linguagem corporal, conseguimos controlar a nossa postura em determinadas situações, enviando mensagens positivas ao nosso cérebro que reforçarão a presença de sentimentos positivos e a confiança.

Além disso, você consegue melhorar a própria comunicação alinhando o seu discurso com o que o seu corpo fala. Com isso, você irá aprimorar as relações e interações pessoais e, de quebra, desenvolver a autoconfiança por meio da postura corporal, controlando melhor seus sentimentos ao se apropriar de todas as formas de comunicação.

Será que poderíamos educar o nosso corpo para que possamos refletir uma imagem mais confiante?

Confira estas dicas:

  • Mantenha a coluna ereta

Manter a postura alinhada e reta reflete e ajuda nosso estado de espírito, transmitindo maior confiança e equilíbrio. Além disso, você evita dores musculares, na coluna e no pescoço. E mais: isso a ajuda a respirar melhor, já que essa posição dá uma maior abertura às vias aéreas, garantindo a respiração correta. Já levante os ombros AGORA e estique a sua coluna!

  • Pratique o “power posing” todos os dias

Amy Cuddy afirma que a prática da nossa expressão corporal, aliada às poses de poder (power posing), faz com que você se sinta mais poderosa e confiante!

Essa pose também é conhecida como “pose da mulher maravilha”! Se trata de ficar em pé, peito estufado, cabeça erguida e mãos nos quadris! Tente ficar nessa posição alguns minutos do seu dia e, se conseguir combinar essa pose com exercícios de respiração, isso lhe trará ótimos resultados!

  • Sorria mais

Sorrir tem um poder enorme para nos acalmar e liberar endorfina no nosso cérebro, nos deixando mais felizes, neutralizando os hormônios do estresse!

Logo quando acordar vá em frente do espelho e pratique o seu sorriso! Tente sorrir o mais natural possível.

  • Preste atenção nos seus braços e pernas

Cruzar os braços sugere que você se sente insegura ou fechada. Cruzar as pernas longe de outra pessoa pode sugerir desconforto com a situação ou então que você não gosta da pessoa.

Tocar os dedos e ficar com as pernas inquietas pode sinalizar que você está entediada, impaciente ou frustrada.

Mãos atrás das costas pode trazer uma impressão de que você está entediada, com raiva ou ansiosa.

Por isso, preste atenção nos seus sentimentos e na forma com que essas partes do corpo estão demonstrando o que você está sentindo. Com isso será possível gerenciar melhor qual imagem você quer passar em determinada situação.

  • Finja até conseguir

Se você quer ser uma profissional de sucesso, autoconfiante, segura, por exemplo, comece a agir como uma… se vista como uma, fale como uma!

Escolha uma pessoa que você tenha como referência, admire-a e comece a imitá-la.

Finja que você é aquela pessoa que quer ser… até que não precise mais fingir, porque já será a mulher de sucesso que deseja.

 

A autoconfiança é algo que podemos alcançar! Basta termos paciência e buscar desenvolvê-la todos os dias como um hábito. A linguagem corporal pode ajudá-la muito nesse processo!

Aceita o desafio?

Equipe WaysUp!

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Como reduzir a ansiedade e manter a calma

Com o cenário de ameaça global diante da pandemia do Coronavírus, a ansiedade e o estresse, que já apontavam elevados índices no Brasil, têm tomado proporções gigantescas e deixado muita gente descontrolada emocionalmente.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil tem o maior número de pessoas ansiosas do mundo: 18,6 milhões de cidadãos (9,3% da população) convivem com o transtorno.

A ansiedade é uma emoção de alta excitação: um estado intenso de vigilância fisiológica. Ficamos hiperalertas, o coração dispara, nosso cortisol (hormônio liberado sob estresse) pode atingir seu pico – tudo produzido automaticamente pelo nosso sistema nervoso.

A ansiedade é causada por uma combinação de 

1 – como avaliamos um momento crítico, se é um desafio ou uma ameaça, 

2 – qual é a nossa capacidade em responder àquele momento.

Se avaliamos que é uma ameaça em vez de um desafio e não temos os meios de responder àquilo, nossa ansiedade chega ao ápice causando níveis altos de estresse.

Confusão mental, lapsos de memória, falta de concentração, controle cognitivo comprometido são alguns dos prejuízos do estresse.

É possível modificar a nossa reação diante de uma ameaça real como a que estamos vivendo?

A resposta é sim! 

Não podemos mudar a situação global, mas podemos transformar a forma que a encaramos. 

Como? Transformando a ameaça em desafio! 

E de que modo fazemos isso?

Quando nos sentimos ameaçados, tendemos a achar que os recursos que temos para lidar com a crise vão desaparecer. Daí a corrida aos supermercados, a compra de produtos ao máximo, a busca por medicamentos que ainda nem obtiveram a comprovação da eficácia.

Então, ao inibir esse comportamento de querer agir de forma egoísta, já estamos tomando o primeiro passo.

Quando sentir vontade de fazer isso, pergunte-se: “a quem estou prejudicando com a minha atitude? Estou pensando também no coletivo? Como gostaria que as outras pessoas agissem comigo?”

Passo 2 – Aumentar a produção de “Dopamina” (neurotransmissor produzido quando queremos uma recompensa ou temos a intenção de ser recompensados)

  • Ela é capaz de estimular um comportamento com muita força;
  • Dá energia;
  • Somada à Adrenalina e Noradrenalina (neurotransmissores gerados no estresse) produzem mais potência;
  • Desencadeia o prazer.

Passo 3 – Faça algo em favor do social

Ao agir em prol da comunidade e não só em benefício próprio estará canalizando a sua energia gerada pela dopamina

  • Limpar o elevador;
  • Compartilhar ideias com as pessoas que prestam serviço para você;
  • Fazer compras para os idosos (se você não estiver no grupo de risco);
  • Marcar uma discussão de leitura nos grupos;
  • Usar os recursos tecnológicos para entregar valor;
  • Orientar a comunidade para os cuidados de higiene;
  • Ligar para os amigos para saber como estão e levar uma mensagem de esperança.

Passo 4 – Ampliar a produção de Ocitocina

Quando você faz algo por alguém, está criando interações sociais positivas e, com isso, vai aumentar a produção de outro hormônio chamado ocitocina, que, por sua vez:

  • Aumenta a empatia;
  • Tem efeito inibitório no estresse;
  • Vai se sentir pertencente;
  • Funciona como ansiolítico natural – experimentos comprovam isso;
  • Criar um ciclo virtuoso, porque aumenta a ocitocina do próximo também.

Passo 5 – Definir Metas Mensuráveis e com tempo limite

Ao defini-las, você terá como medi-las e, após a conclusão de cada etapa, sentirá um prazer enorme vindo da sua capacidade de realização.

Pode até ser uma meta ligada ao desafio, por exemplo:

Minha meta é procurar ao máximo manter a mim e a minha família saudável física e emocionalmente, a fim de não contrair o vírus nos próximos 3 meses.

  • Quais são as ações: 
  1. Fazer um mural com todos os cuidados de higiene; 
  2. Ligar para os pais todos os dias e confirmar se estão seguindo as recomendações; 
  3. Telefonar para uma amiga por dia e compartilhar aprendizados; 
  4. Criar um grupo de estudos de algum assunto que queira aprimorar (Ex: Inteligência Emocional);
  5. Ler 5 páginas de um livro por dia; 
  6. Fazer um resumo da leitura do dia e compartilhar no grupo… 

Lembre-se! É preciso monitorar os resultados!

Não tem jeito! Nós vamos passar por isso de qualquer maneira!

A pergunta é: “Como você quer se ver quando tudo isso acabar?”

Como alguém que agiu de forma egoísta, egocêntrica, paralisada(o) pelo medo, ansiosa(o), com descontrole alimentar, emocional….

Ou como alguém que, apesar do medo e da insegurança, contribuiu, se importou, cuidou, deu ideias, produziu, ensinou, agradeceu, compartilhou conhecimento, espalhou esperança?

Como você quer contar essa história para os seus netos?

A escolha é completamente nossa!

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Do medo à esperança

É fato que algo preocupante e grandioso está acontecendo no mundo.

Como especialista em inteligência comportamental e emocional, me vi no papel de trazer as minhas contribuições a todos os seguidores e parceiros na jornada do desenvolvimento humano.

É plausível que o sentimento de medo esteja presente nos dias atuais. Não sabemos ao certo o que de fato irá acontecer nas próximas semanas, pois há previsões bastante pessimistas e outras nem tanto.

Temos muitos fatos ao redor do mundo, com os quais os brasileiros têm muito a aprender, e isso é um grande ganho para a nação.

O intuito desta mensagem não é o de trazer dados sobre o avanço da doença nem dicas de como se proteger do vírus. Há muita gente competente fazendo isso.

Quero chamar a atenção para dois fatores:

1 – Como lidar com a preocupação exagerada e o medo desnecessário

O medo é um sentimento natural do ser humano, é necessário e positivo. Graças a ele, a nossa espécie sobreviveu e evoluiu.

Por sentirmos medo, nos livramos de pessoas perigosas e resguardamos a nossa segurança física.

Quando é que ele fica perigoso?

Quando, por meio dele, deixamos de vivenciar a ética, o respeito, nos tornamos o que não somos na essência e passamos a perseguir, agir com egocentrismo, preconceitos e discriminação.

O medo é igualmente prejudicial quando nos paralisa, quando nos faz perder a criatividade, deixamos de ter esperança e só enxergamos a escassez.

Esse sentimento causa estresse e, por consequência, prejudica a nossa saúde e reduz a nossa imunidade.

Esse é o medo desnecessário, portanto precisamos de estratégias para lidar com ele.

2 – Qual mentalidade adotaremos nos próximos dias

Adorei uma mensagem da Avaaz que fala sobre o “Compromisso Cidadão”:

  • Parar o vírus – tomando todas as precauções.
  • Proteger os vulneráveis – oferecendo amor e assistência aos que precisam.
  • Espalhar conhecimento – compartilhando informações de fontes confiáveis a todos.

Esses são também excelentes antídotos contra o medo e a preocupação.

Por quê?

Quando faço o que tenho que fazer, fico em paz comigo mesma, isso me fortalece e me deixa mais confiante.

Se protejo e cuido das pessoas que amo e de todos quantos me rodeiam, incluindo a mim mesma, exerço o papel de ser humano que sou, coloco em prática os meus valores mais nobres.

A consequência disso? Mais empatia, amor, compaixão, ajuda mútua, mais confiança.

E, por último, o conhecimento! Ah! Como valorizo o conhecimento!

Um dos maiores motivos do medo que sentimos se dá pela ignorância, pelo desconhecimento.

Basta você pensar em algum momento da vida em que deixou de dar um passo importante por medo e depois descobriu que se tivesse um pouco mais de conhecimento sobre o assunto, teria avançado e não teria perdido a oportunidade.

Já dizia Thomas Jefferson (1743-1826), principal autor da declaração de independência dos Estados Unidos, alertando-nos sobre o perigo de sofrer por antecipação: “Quanto nos custaram os males que nunca aconteceram!”

Portanto, a nossa mentalidade agora precisa ser essa:

A busca da realidade dos fatos, conhecimento de fontes confiáveis, ação corajosa, criatividade para lidar com os diversos obstáculos, cabeça erguida, fé, esperança e otimismo.

Assim, você estará criando à sua volta e dos seus queridos familiares e amigos uma energia positiva gigante e unidos vencerão não só essa batalha, mas todas quantas teimarem em bater à sua porta.

Estamos juntos nessa!

Conte comigo para trazer para você todos os motivos do mundo para que mantenha a sua esperança! Com os pés no chão, mas com a certeza de que logo tudo estará bem.

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Respiração, Estresse e Equilíbrio Emocional

Apesar de a respiração ser uma ação automática, esse é um ato de extrema importância em nossa qualidade de vida e passível de aprimoramento por meio de algumas técnicas. A maior parte das pessoas não aproveita toda a sua potencialidade e, muitas vezes, o exercício de inspiração e expiração não é feito de forma completa e adequada.

Essa atividade, feita de maneira incorreta, impossibilita a entrada adequada de ar em todo o pulmão, e o gás carbônico que não é completamente expelido pode causar pequenos desconfortos.

De acordo com Marcos Rojo Rodrigues, PhD em ciência do yoga (Índia) e professor do centro de práticas esportivas da USP, a inspiração está mais conectada com o lado ativo do sistema nervoso autônomo, chamado de simpático, enquanto a expiração está mais conectada ao lado calmante do sistema nervoso autônomo chamado parassimpático.

O trabalho da respiração consciente pode ajudar no controle da ansiedade de duas formas: a primeira é fisiológica, já que o estado de ansiedade ativa áreas do cérebro que estimulam a hiperventilação, ou seja, inalamos o ar com mais rapidez e de forma mais rasa, o esforço consciente para mudar isso ajuda a acalmar, pois o organismo volta a seu equilíbrio. Outro ponto está no fato do indivíduo, o tornar sua respiração consciente, traz sua atenção ao momento presente. Com isso o estado de ansiedade tende a ser minimizado.

Essa técnica está relacionada também com o trabalho das próprias células do nosso organismo, já que a respiração profunda e consciente carrega mais ânimo e energia para o âmago do indivíduo. É algo tão importante quanto beber maiores quantidades de água, pois corpo e mente estão sendo favorecidos com esse tipo de atividade.

São inúmeras as vantagens da respiração consciente:

  • Alívio da ansiedade e estresse;
  • Controle dos impulsos;
  • Melhora do funcionamento dos intestinos e da digestão;
  • Melhora do metabolismo celular;
  • Melhora da capacidade pulmonar;
  • Equilíbrio da pressão arterial e frequência cardíaca;
  • Eliminação de radicais livres, pele mais jovem e saudável;
  • Controle do peso corporal;
  • Melhora da qualidade do sono;
  • Preservação de funções cognitivas;
  • Sistema imunológico mais forte;

Mas como desenvolver a respiração consciente?

A forma mais conhecida para praticar e exercitar a respiração consciente é por meio da meditação. Essa técnica tem se tornando cada vez mais popular e relevante na vida moderna, pois o aumento de energia e foco mental que ela propicia tem sido instrumento para várias pessoas que possuem uma vida agitada no mercado de trabalho.

Busque uma respiração profunda, tranquila e sem pressa, fazendo o possível para focar no momento atual, desprendido do passado. O importante é pensar que existe apenas o ar, entrando no seu corpo naquele momento.

Respire fundo, expandindo seu abdômen. Pare. Expire devagar contando até 5. Repita 4 vezes.

Parabéns. Você acabou de acalmar seu sistema nervoso.

Além da Meditação temos a prática da respiração consciente em atividades físicas como Yoga e Pilates.

Conhecida pelas posturas inusitadas, a yoga é uma arte milenar que busca harmonizar corpo, mente e respiração. Os exercícios respiratórios dessa arte são chamados pranayamas, e os yogis acreditam que é possível inspirar coisas boas e expirar o mal.

No Pilates, segundo Joseph H. Pilates, o criador do método, “Respirar é o primeiro e último ato da vida. Nossa vida depende disso. Visto que não podemos viver sem respirar, é tragicamente deplorável contemplar os milhões e milhões que nunca aprenderam a dominar a arte de respirar corretamente.”

Joseph Pilates, costumava dizer que o ato de respirar “filtra” o sangue, proporcionando um melhor funcionamento dos órgãos. Daí a importância do ato de respirar no Método Pilates.

Ao reeducar a respiração, o nosso sistema imunológico fica mais forte, inclusive para enfrentar patologias.

Exemplos disso são as doenças respiratórias (muito comuns no inverno), gastrites nervosas, enxaquecas e má digestão; o processo de eliminação das toxinas do nosso corpo é melhorado; as funções orgânicas ficam mais equilibradas; a energia vital do nosso corpo é aumentada; e a nossa mente fica mais viva e alerta, obtendo, assim, uma melhor saúde e qualidade de vida.

A respiração correta também está muito vinculada ao nosso centro emocional. Por meio dela pode-se ter um maior controle das nossas emoções, melhorando o comportamento, a postura e os diferentes sistemas.

“Respiração, emoção e mudança de comportamento estão muito relacionados e, por este motivo, Joseph Pilates dava muita ênfase a ter o controle da respiração para poder desacelerar a nossa mente, controlando nossas atitudes e ações”. (Inelia Garcia, diretora do The Pilates Studio Brasil.).

Aqui 3 exercícios básicos de respiração para você experimentar:

‘Coherent Breathing’ (Respiração coerente)

1- Sente-se na posição vertical ou deite-se, coloque suas mãos em seu abdômen.

2- Inspire devagar, expandindo seu abdômen, até contar 5.

3- Pare.

4- Expire devagar até contar 6.

5- Tente até chegar a praticar esse padrão de 10 a 20 minutos por dia.

‘Stress Relief’ (Redução de Stress)

Quando sua mente não para e você se sente tenso, pratique essa respiração.

1- Sente-se de forma ereta no chão ou na beira de uma cadeira.

2- Coloque suas mãos no seu abdômen.

3- Enquanto você inspira, incline-se para frente e expanda seu abdômen.

4- Enquanto você expira, enrole-se para frente e incline-se para traz; expire até ficar completamente sem ar.

5- Repita 20 vezes.

‘Energizing HA Breath’ (Respiração Energizante HA)

Quando a preguiça de meio de tarde chega, levante-se e pratique algum rápido exercício de respiração para acordar sua mente e corpo.

1- Fique em pé, com os cotovelos dobrados e palmas da mão voltadas para cima.

2- Enquanto você inspira, traga seus cotovelos para você, com as palmas ainda voltadas para cima.

3- Depois, expire rápido, empurrado suas palmas para frente e virando-as para baixo, enquanto fala ‘Ha’ em voz alta.

4- Repita rápido de 10 a 15 vezes.

Mudar conscientemente seu modo de respirar, parece mandar um sinal ao cérebro para ajustar o sistema de nervos parassimpáticos do corpo, os quais podem desacelerar os batimentos cardíacos e a digestão e promover a sensação de calma, assim como o sistema simpático, que controla a liberação de hormônios do estresse como o cortisol.

Quando você respira de uma forma lenta e estável, seu cérebro entende que está tudo bem e ativa a resposta parassimpática, diz Dr. Brown. Quando você respira de forma rápida e inconstante ou segura sua respiração, a resposta simpática é ativada. ‘’Se você respira corretamente, sua mente se acalma.’’ diz Patricia Gerbarg, professora clínica assistente de psiquiatria em New York Medical College e co-autora de Dr. Brown.

‘’Respirar é essencialmente prática’’ diz Belisa Vranich, psicóloga e autora do livro ‘Breathe’, ‘’É meditação para pessoas que não conseguem meditar.’’

Autoria: Érika Paula – Fisioterapeuta

@erikapaulafisio

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Como seu cérebro é afetado pela reclamação das outras pessoas

Ouvir alguém reclamar, lamentar o tempo todo nunca fez bem a ninguém. Isso nós já sabemos e sentimos na pele. Até mesmo quando somos nós os “reclamões”.

Por mínimas que sejam as lamúrias…

– Que calor horrível está fazendo hoje!

– Esse trânsito está de matar!

– Esse ar condicionado está muito gelado!

– Ihhh! Que comida salgada…

– Será que sou o único a trabalhar aqui?

Entender o que o ato de reclamar pode provocar no cérebro nos dará forças para buscar atitudes mais positivas e eliminar os mimimis.

Você sabia, por exemplo, que esse hábito pode afetar negativamente o funcionamento do seu cérebro?

Renomados cientistas afirmam que a negatividade e a reclamação alteram fisicamente a estrutura da mente e do corpo.

“Sinapses que disparam juntas, se mantém juntas”, afirmou o psicólogo Donald Hebb (1904-1985). 

Essa afirmação explica como o cérebro constrói suas conexões com base em tudo a que é repetidamente exposto.

Portanto, a negatividade e as reclamações irão reproduzir mais do mesmo, como essa teoria destaca.

Isso parece explicar por que é tão difícil para algumas pessoas saírem do estado de negatividade, afetando a si e aos outros, causando também um efeito em grupo:

“Quando alguém derrama um caminhão de fofocas, de negatividade e drama em cima de você, você pode ter certeza que está sendo afetado bioquimicamente, diminuindo as suas chances ser feliz.”  Alex Pietrowski, do Waking Times.

A exposição a esse tipo de influência provoca estresse, e sabemos que o estresse é inimigo da produtividade, do bem-estar e da felicidade.

Portanto, a reclamação e a negatividade afetam de maneira significativa a sua saúde e a felicidade.

Porém, como seres conscientes que somos, temos a responsabilidade de mudar esse estado.

Possuímos o poder de criar uma vida mais positiva, harmoniosa, próspera e abundante, garantindo assim a alteração positiva do nosso cérebro, dando a ele total condição de enxergar oportunidades novas e produtivas.

Para ajudar você nessa missão de alterar de maneira positiva as sinapses neurais, trago:

7 dicas práticas para acabar com a reclamação a partir de hoje:

  1. Reconheça que precisa mudar. Escreva: “Quero ser uma pessoa mais positiva!”;
  2. Defina um período para ficar sem reclamar (meta). Comece com uma semana;
  3. Identifique os “gatilhos” que disparam a reclamação. Assim, poderá redobrar a atenção nesses momentos;
  4. Comece sempre uma conversa com algo positivo. Se algo negativo escapar, imediatamente fale algo positivo;
  5. Crie lembretes e sinais para se lembrar da sua meta;
  6. Substitua o “tenho que” por “vou”, “conseguirei”, isso traz leveza nos afazeres;
  7. Exercite a gratidão, reconheça os pequenos avanços e comemore!

O que achou? Ficarei feliz em receber o seu feedback!

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As 5 Regras TOP de Gestão do Tempo

Se fizer uma pesquisa rápida entre seus amigos e colegas de trabalho, imagino que será quase unânime: o recurso mais escasso e desejado por todos é o TEMPO!

E este é um dos meus temas favoritos, já que em grande parte da minha carreira trabalhei como gerente de projetos e me tornei uma especialista no assunto, obstinada por controlar bem o tempo.

Foram 14 anos gerenciando projetos de Tecnologia da Informação, desde projetos simples até projetos grandiosos, com orçamento de milhões de dólares, envolvendo mais de 120 pessoas ao mesmo tempo.

Bem, primeiro de tudo, para mim, há dois paradigmas que precisam ser quebrados.

Paradigmas são modelos de pensamento que a nossa cultura acaba impregnando na nossa mente e que precisamos nos livrar da alienação deles, se desejamos fazer uma gestão eficaz do nosso tempo.

# Primeiro paradigma: Tempo é dinheiro

Se o dia tem 24 horas para todo mundo, por que algumas pessoas são altamente produtivas e outras se atrapalham com a quantidade de tarefas a fazer?

Será mesmo que tempo é dinheiro?

Imagine que você perdeu R$ 300,00 que economizou para pagar uma conta e era só o que tinha, você vai dar um jeito de pegar emprestado com alguém, vai espremer daqui e dali e vai arrumar a grana.

Agora, já conseguiu economizar uma horinha de ontem para usar hoje ou pegar emprestado outra horinha de amanhã porque hoje tem muita coisa para fazer?

Impossível, né?

Então, o que diferencia uma pessoa altamente produtiva das outras é COMO essa pessoa utiliza esse recurso.

Por isso, paradigma quebrado: O tempo é muito mais valioso que o dinheiro!!!!

#Segundo paradigma: A produtividade só é possível para aqueles que se matam de trabalhar.

Vamos só fazer uma comparação:

Pense em uma indústria de alimentos enlatados que resolve aumentar a sua produção e como não quer investir em infraestrutura, resolve despejar os seus dejetos no rio mais próximo.

Ela aumentou a produção, mas de maneira insustentável, poluindo rios, destruindo a Natureza.

O mesmo ocorre quando você decide trabalhar ou estudar longas horas se privando do sono, dos cuidados com a sua saúde mental e física, sem fazer pausas, deixando de conviver com seus amigos e sua família.

Isso é insustentável!

Portanto, a produtividade está diretamente ligada à sua capacidade produtiva de maneira sustentável.

Bem, agora que já sabe que o tempo é mais valioso do que o dinheiro e que ser produtivo é respeitar os seus limites, vamos para algumas Regras de Gerenciamento do Tempo:

Regra 1 – Planeje sua semana e seu dia

  • Use ferramentas simples para o seu planejamento.
  • Os compromissos com hora marcada devem estar no seu calendário.
  • As principais atividades devem estar listadas.
  • Sua mente precisa estar clara e limpa como a água, pois assim terá energia para criar novas possibilidades.

Regra 2 – Defina suas três prioridades e comece o seu dia por elas.

  • Os afazeres não importam igualmente.
  • É preciso ter prioridades definidas; caso contrário, terá imensa dificuldade em dizer não.
  • Como o próprio nome diz, prioridade vem primeiro; portanto, essas serão sempre as suas primeiras atividades do dia.
  • Use o seu tempo mais nobre, quando tem maior energia, para fazer as tarefas mais importantes.

Regra 3 – Conheça a sua capacidade produtiva 

  • Qual é a sua capacidade produtiva?
  • Quantas horas você consegue trabalhar por dia até que a sua energia se esgote?
  • Quanto tempo costuma demorar para produzir aquele relatório mensal?
  • Quantas páginas de um livro lê BEM por hora?
  • Costuma respeitar o horário de término de suas reuniões?

Se você não souber disso, seu planejamento estará completamente furado, concorda?

Regra 4 – Faça pausas de cinco minutos a cada hora de concentração

  • A nossa capacidade de foco pode e deve ser treinada para atingir a sua performance máxima, mas essa competência é limitada e isso precisa ser respeitado.
  • A cada pausa, levante-se, alongue-se, beba muita água e respeite os seus limites. Caso contrário, será como a indústria que despeja seus desejos no rio. Lembra-se?
  • A qualquer momento que se sentir pressionado, angustiado, pare por um minuto e inspire, respire, para recobrir as suas energias. Inspire, respire e não pire (risos).

Regra 5 – Identifique o que rouba o seu tempo

  • O que mais rouba o seu tempo?
  • Quais são as suas principais distrações?
  • O que você precisa parar de fazer?
  • Quais são as emoções que roubam a sua energia?

Trace estratégias para isso!

  • Se é o celular, deixe-o longe de você.
  • Se são as interrupções de outras pessoas, busque outro lugar quando tiver que se concentrar.
  • Se são as inúmeras solicitações, aprenda a dizer não.

 

Mas lembre-se: um dos maiores ladrões do tempo são os seus pensamentos e as suas emoções.

Avance a cada semana, sinta-se progredindo.

Nada é tão bom que não possa melhorar.

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Como receber reconhecimento pelo seu valor

Se você não comunicar a qualidade de seu trabalho e o valor de suas realizações — especialmente para as pessoas hierarquicamente acima de você —, pode estar passando uma mensagem equivocada de que não possui confiança em suas habilidades ou que não tem certeza se deseja a ascensão na organização.

Há muitos profissionais altamente competentes, que desempenham um ótimo trabalho, mas não conseguem reivindicar seus direitos e conquistas. Trata-se de um comportamento mais comum entre as mulheres.

Muitos resistem em chamar a atenção para suas realizações e sucessos e há, ainda, quem ache difícil até mesmo aceitar elogios ou que a atenção esteja voltada para si.

Em meu trabalho como Mentora de Liderança me deparo com profissionais brilhantes e muitos não querem parecer que estão se autopromovendo.

Quando pergunto o que os impede de falar sobre seu valor e realizações, recebo respostas do tipo:

  • “Meu chefe deve perceber o meu valor, não faz parte da função dele?”
  • “Não quero ser como aquelas pessoas que se julgam estrelas e ficam jogando confete sobre si o tempo todo. Detesto isso.” (eu também…rs)
  • “Não sou eu que devo falar, é papel do meu chefe saber, ué!”

Seja qual for o caso, esse tipo de pensamento prejudica muito o profissional, porque avançar na carreira, especialmente para cargos de liderança, exige ousadia e coragem.

A dica para driblar esse hábito é incentivar você a pensar em seu valor para a organização, na importância do seu sucesso e quais benefícios pode oferecer se alcançar posições mais altas de influência e impacto.

Por isso, é fundamental buscar o autoconhecimento. Se não sabe dar nome às suas habilidades e competências, como vai poder falar sobre elas?

Outro ponto, seu gestor não lê seus e-mails, não participa das mesmas reuniões que você, nem tão pouco sabe das suas habilidades em conquistar clientes, resolver problemas complexos, motivar a equipe….

Nunca devemos ter a presunção de que estamos sendo notados o tempo todo.

Se você quer mesmo ascender na carreira, receber reconhecimento por seus resultados, ter indicação para oportunidades dentro da empresa, é preciso ultrapassar essa barreira e começar a demonstrar o seu valor.

Lembre-se, sempre com ousadia, mas sutileza e humildade.

O que você fará HOJE para demonstrar o seu valor para seu chefe?

Que tal começar a treinar imediatamente?

 

Autora: Wayne Valim

Especialista em Comportamento, Inteligência Emocional e Liderança

 

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Como ter uma mente mais criativa

Você se acha uma pessoa criativa?

Eu nunca me achei assim… Costumava dizer: “como admiro as pessoas criativas!”, sempre me excluindo desse grupo.

E quando pensamos em algo novo, mas não damos a menor bola? Depois aparece alguém com mais coragem que a gente e faz acontecer… grrr!

Acho que todo mundo algum dia sonhou criar algo inovador nunca antes criado, não é?

Desde crianças brincamos de inventores, misturamos formas, cores, texturas, objetos, sons… criamos até mesmo um mundo paralelo bem mais divertido e um amigo invisível para compartilhar os nossos segredos.

Aos poucos, os adultos vão tolhendo nossa criatividade:

“não pode isso”,

“aquilo é proibido”,

“você não sabe fazer isso”…

…ao ponto de acreditarmos cegamente que só é criativo quem nasce assim.

Um feliz engano!

“Criatividade é o que o cérebro humano faz”, afirma o neurocientista David Eagleman.

Ao longo da evolução humana, o cérebro do homem cresceu, ganhou o córtex frontal, passou de 500g para 1,5 kg e sua “nova” estrutura, responsável por planejar, priorizar, analisar e outras habilidades, também é capaz de criar, inventar e inovar…

Com seus 86 bilhões de neurônios e trilhões de sinapses, consome cerca de 25% da energia do nosso corpo, por isso, o cérebro gosta mesmo é de ficar de boa, de preservar energia e manter uma zona de conforto.

Tão esperto, mas acomodado!

Portanto, para ser uma pessoa mais criativa é preciso desafiá-lo a criar novas e diferentes conexões neurais, portanto, esses são:

OS SEGREDOS DA CRIATIVIDADE:

  • Tentar algo novo todos os dias – novos inputs criarão caminhos neurais diferentes dos corriqueiros.
  • Estar em contato constante com estímulos diferentes da sua rotina: lugares, pessoas, ideias, conceitos, estilos, idiomas… A palavra de ordem é “diversidade”
  • Estimular sua curiosidade – diga sempre: “Me fale mais sobre isso…”; “estou curiosa para saber como chegou nessa ideia”…
  • Sair do caminho de menor resistência – Não escolha o mais fácil, desafie-se!
  • Transpor limites – a cada meta atingida, aumente sua excelência!
  • Criar coisas não tão ousadas e nem tão óbvias, combinando elementos variados
  • Não ter medo de falhar – os desafios são os melhores estímulos para buscarmos novas maneiras de fazer as coisas

E outras….

Seja para surpreender o líder, resolver problemas corriqueiros de maneiras diferentes, aumentar a receita, encantar o cliente, criar seus filhos, manter aquecido o relacionamento amoroso, fazer uma viagem….

Acredite! Por natureza você é uma pessoa criativa!

A criatividade é uma competência, portanto, pode e deve ser desenvolvida, com foco e treino diário!

Já que a Neurociência nos comprovou isso, o que você fará de diferente hoje para exercitar a criatividade?

Lembre-se de que ser uma líder criativa requer exposição, conexão, curiosidade e ousadia.

E esses e tantos outros temas serão explorados no Programa Online de Formação e Mentoria da Mulher Líder de TI. Um grupo de mulheres com dores e problemas semelhantes aos de toda mulher que deseja alçar voos e mostrar o seu valor.

Você pode conhecer todos os detalhes neste link aqui:

https://cursos.waysup.com.br/mulher-de-tecnologia

Autora: Wayne Valim

Especialista em Comportamento, Inteligência Emocional e Liderança

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